Minha irmã antes era bem gostosa e gostava de usar shorts curtinhos na metade da coxa ou na bunda, sério, mesmo que naquela época não me chamasse atenção, mesmo meus amigos dizendo que ela era muito gostosa, que era uma putinha que esquentava os pauzinhos e que adorariam fazer dela a putinha deles, que batiam punheta pensando nela, que a tratavam como uma vagabunda. Sério, pra mim nem chamava atenção, na verdade até me irritava esses comentários. Quando tudo aconteceu, ela devia ter uns 30 anos e eu uns 18 mais ou menos. Ela já era casada e tinha um filho, mas meu cunhado na época era militar e era raro o dia que ele estivesse em casa. Ela morava na nossa casa, mas no segundo andar, quase independente. Não lembro se naquela época já tinha acesso independente ao quarto, mas era com chave. Lembro que ficava com ela vendo TV no quarto dela, com ela e meu sobrinho. Sempre foi normal, nada fora do comum. Até que um dia ela dormiu de lado, na posição de conchinha, ou posição fetal, como se diz, ou seja, de lado e com as pernas e joelhos dobrados em direção ao estômago. Naquela vez ela estava com uma calça jeans super justa, e aí foi que, sério, comecei a notar aquele tremendo e delicioso rabo dela. Me deu água na boca vê-la naquela posição, a bunda dela parecia deliciosa. O que fiz foi aproximar meu rosto a centímetros daquele lindo banquete e cheirá-lo. Depois comecei a encostar meu rosto e colocar minhas bochechas naquelas bundas enormes. Sério, que sensação gostosa sentir o calor daquele rabão. Pouco a pouco comecei a roçar as nádegas com as pontas dos dedos e com a palma da mão, mas só roçadas. Até que me animei a dar um aperto. Como ela não dizia nada nem fazia nada, comecei a acariciar toda a bunda e a virilha por trás. Foi assim que tudo começou. Toda vez que ia, esperava ela dormir para começar a tocar a bunda dela. Até que comecei a subir de nível: não só tocava, mas esfregava literalmente, dava apertos na bunda e na virilha, aproximava meu rosto, cheirava e comecei a beijar e lamber. Sempre que ia, o melhor era quando às vezes... eu usava shorts, não tão curtos como antes, mas ainda bem curtos, e na posição que ela ficava, subia até o começo das bundas. Aí eu acariciava, apertava, beijava, cheirava e lambia as pernas dela, a bunda e a boceta. Às vezes desabotoava a calça ou o short e metia a mão entre a roupa dela até sentir a xotinha. Sentia os pelinhos e o cuzinho que você adoraria dar nela. Quando tirava os dedos, eu os lambia. Depois comecei a usar a mão dela para me masturbar. Primeiro, eu aproximava meu pau da mão dela e passava por cima da mão. Depois, com minha mão, eu segurava a mão dela e a fechava em volta do meu pau e me masturbava, hehe. Às vezes metia a mão nos peitos, que mesmo sendo pequenos ou quase planos, eram bem gostosos. Mas era aí que ela reagia – suspirava ou se mexia, como se fosse mais sensível ali. Também a beijava na boca. Isso me deixava muito nervoso, mas era uma adrenalina. Eu gostava dessa sensação, desse nervosismo de me aproximar do rosto dela aos poucos, ficar olhando para ver se ela não acordava, e começar a beijá-la. Sentir o hálito dela cada vez que me aproximava me excitava bastante, não sei por quê. Sentir o hálito quente dela no meu rosto, nariz, boca, me deixava duro. E quando colocava meus lábios nos dela, era glória. No começo era só isso, colocar os lábios nos dela, depois começar a dar beijinhos e depois com minha língua abrir a boca dela e enfiar minha língua na dela. Ela como que dava beijinhos, como que respondia aos beijos. Depois disso, o que comecei a fazer foi passar meu pau por todo o rosto dela, depois nos lábios, passá-lo como se fosse um batom, hehe. Embora eu terminasse enfiando o pau na boca dela, e o melhor é que ela como que respondia, já que dava pequenos beijinhos e sugadinhas. Era muito gostoso ver quando eu esfregava o pau no rosto dela ou ao tirar da boca, como deixava cheia de líquido pré-gozo, ou quando eu afastava, às vezes meu pau ficava ligado por um filete de líquido do rosto ou da boca dela, seja de líquido pré-gozo ou da saliva dela. Assim foi por muito tempo. tempo, mas o melhor veio um dia que fiquei na casa dela pra dormir. Ela adormeceu só de coberta, e quando ela dormia assim, enroladinha, eu sempre tirava o lençol pra fazer o que sempre fazia, hehe. Mas dessa vez, quando destapei, que surpresa linda eu levei! Ela estava com um vestido só até os joelhos, mas como estava deitada na posição de sempre, ou seja, de conchinha, o vestido tinha subido até o começo da bunda. O que fiz foi puxar ele todo até a cintura, arregaçar mesmo. Ela estava com uma calcinha normal, tipo básica, mas tinha entrado no cu, quase modo fio dental, pra ser sincero. Me deleitei bastante, um bom tempo admirando aquela raba gostosa assim exposta. Comecei a tocar e acariciar, depois a beijar e lamber. Em seguida, comecei a abrir as nádegas, os cachês do cu dela estavam uma delícia assim, com as bundas abertas pelas minhas mãos e a calcinha no meio. O que fiz? Enterrei minha cara naquele cu lindo, puxei a calcinha de lado e comecei a chupar o cu e a dedar ela. Depois subi na cama, me coloquei de lado e comecei a esfregar o pau na racha do cu. Voltei pro cu dela, cuspi, apontei meu pau e comecei a enfiar devagar, pouco a pouco, até entrar por completo. Fiquei bombando um bom tempo, mas devagar pra ela não acordar, e agarrava a bunda dela enquanto metia, com uma palmada ou outra. Tirei porque ela deu sinal de que ia acordar, desci da cama bem devagar, mas ela só se ajeitou de costas, com as pernas abertas e dobradas. E lá vou eu de novo, me enfiar debaixo das cobertas, mas agora pra mandar ver na bucetinha. Passei um tempo dando língua e dedo na ppk, depois subi e enfiei tudo. Fiquei dando pau e beijando ela na boca. Desci, ela se ajeitou sozinha de lado de novo, e lá vou eu outra vez dar no cu, arregaçar mesmo, hehe. Fiquei um bom tempo metendo no cu até não aguentar mais, jorrei uns dentro do cu, mas quando tirei, ainda estava jorrando e eu caíram uns na entrada do cu, desci devagarinho da cama pra buscar papel e limpar, mas o que me tirou do sério foi que ela levou a mão até a bunda, pegou meus porras e levou à boca, engoliu tudo, a safadinha. Por isso sempre pensei que ela tava se fazendo de dormindo, por isso e porque depois daquele dia ainda agasalei ela, apalpei mais umas três vezes, mas depois ela não queria mais que eu ficasse com ela, muito menos quando dormia, porque dizia que eu era um pervertido, botava tranca na porta, mesmo que duas ou três vezes eu ainda consegui meter a mão e dar uns beijos, mas não no nível de antes. E uma vez que ela passou pelo meu quarto pra ir num recado, eu me fiz de dormindo, mas pelado, destapado e com o pau bem duro pra ver o que ela faria. Só me olhou, saiu do quarto e falou comigo de fora, hehe. Mas ainda sonho com ela, que a gente transa.

1 comentários - Irmã dormindo