Férias
Em janeiro, pleno verão e eu de férias, um belo dia o telefone fixo da minha casa tocou. Naquele momento eu estava sozinho, peguei o fone e era o "Carneiro" de novo, querendo falar com a minha mãe que não estava. E aí, por dentro de mim, correu um calor e uma excitação, começando um diálogo que há muito tempo não tínhamos:
- Oi, como cê tá? Quero falar com sua mãe, pode ser?
- Não, mãe tá trabalhando agora. Quer que eu diga pra ela que você ligou?
- Ah, que pena, tava com vontade de conversar com ela... E você, como cê tá? Lembra de tudo, né?
- Claro que lembro de tudo, de tudo que a gente fez e do que você me fez fazer!!
Minha excitação já começava a subir vários graus. Sentei no sofá, com uma mão segurava o telefone e com a outra comecei a me tocar. Apareceram imagens das experiências vividas e acho que ele percebeu. Continuou falando comigo, ele me conhecia, sabia que se dissesse coisas perversas me deixava ainda mais tesudo.
- Queria falar com sua mãe, porque tô com muita vontade de "comer ela" de novo!! Lembra quando eu comia ela na cama grande e você ficava olhando de canto, deitado na caminha pequena, haha? E lembra do dia que eu dormi com os... na sua casa?
- Sim, respondi, difícil de esquecer!!... Meu pau já bem duro me obrigava a me tocar cada vez mais...
- Cê tá de férias agora, não vai pra escola?
Eu era adolescente e morávamos em Buenos Aires.
- Sim, respondi, tô de férias!
E ele rapidamente diz:
- Vem pra cá uns dias, a gente vai se divertir pra caralho!! Cê topa??
Minha cabeça pareceu explodir, passaram todas as imagens do filme que vivi com ele, e meu tesão já era insustentável. Disse, pra disfarçar um pouco, que ia pensar e que ele ligasse na semana seguinte pra confirmar se eu ia. Os dias seguintes foram de excitação e preocupação pra conseguir o dinheiro pra viagem. O Carneiro morava em Córdoba capital, e além disso, o que eu ia dizer pra minha mãe? Não podia falar que ia passar 15 dias com o ex dela, além do
nosso grande segredo que ainda permanecia, bom, dei um jeito, inventei que um colega da escola tinha me
convidado e que eu só precisava pagar a passagem, não tinha mais gastos, e assim consegui montar as "férias". Na
semana seguinte, o Oveja me ligou de novo e confirmei que ia. "Que bom!", ele disse, contente... "Você vai ver
que a gente vai se divertir pra caralho! E quero mais uma coisa", ele fala: "quero que você traga calcinhas e algum vestido
ou minissaia da sua mãe!!" ...Eu pensava e fantasiava: isso vai ser muito excitante!!!
Depois de 10 dias e longas horas de ônibus até Córdoba, cheguei no fim da tarde/noite, com muito calor e cansado,
ele foi me esperar e chegamos num bairro bem humilde, afastado do centro. A casa dele era baixinha e pequena, uma sala
pequena, um banheiro comum e um quarto com uma cama de casal, tudo pequeno mas confortável pra um
homem sozinho. Apesar do cansaço, eu tava muito tesudo pelo que viria, aquele cara me dava um tesão danado.
ELE FOI O PRIMEIRO QUE PERDEU MINHA VIRGINDADE NO CU E ME COMEU DE TODAS AS MANEIRAS POSSÍVEIS!!, como contei nos relatos
anteriores. Tomei um banho, tava muito calor, saí do banheiro, depois de conversar um pouco, ele me diz:
"Trouxe o que te pedi?"
- "Sim!", respondi.
- "Então quero que você vista!", obviamente obedeci, sempre fantasiava que ele era o macho não só da
minha mãe, mas meu também. Fui até minha mala e tinha pegado as calcinhas mais pequenininhas da mamãe e uns vestidos que nela já ficavam muito curtos e ela não usava mais, e já tava todo arrumado, muito
tesudo!! Ele tava sentado na sala e na mesa tinha um batom bem vermelho e ele ordena: "Vai
passar esse batom, sua putinha!!" De novo obedeci, fui ao banheiro e passei. O vestido ficava bem em mim, minhas pernas,
por causa da minha idade, não tinham pelos em quase todo o corpo, só um pouquinho nos meus genitais, então eu era quase
uma menina toda, e acho que isso dava muito tesão nele. Quando saí do banheiro, ele já não tava mais na sala, me chamou do
quarto, tava totalmente nu, batendo uma pra cabeça brilhava e reluzia mais que o normal, o ventilador ajudava a amenizar o calorão, e com minha câmera sempre à mão... e tenho essas fotos autênticas que ainda guardo:
Me aproximei e comecei a chupar bem as bolas dele, igualzinho a mamãe fazia, até chegar no tronco, naquela piroca longa e cheia de veias. Chegando na cabeça, enfiei tudo na minha boca, tava muito quente apesar do cansaço da viagem. Senti ele enfiar a mão por baixo da calcinha, tocando meu buraquinho da raba, e bem devagar enfiou o dedo. — Que grande que você tem esse cu promíscuo, comeu muita pica depois da minha, né? — Sim, umas a mais! — respondi (e não menti nada, kkk). Fiquei um tempão chupando a piroca dele, enquanto ele enfiava o dedo, primeiro um, depois dois, três, até dilatar bem meu cu. Ele levantou meu vestido e começou a chupar meus bicos, enquanto eu batia uma bem devagar pra ele. Tirou meu vestido e a calcinha da mamãe, me virou de bruços e começou a lamber bem o meu buraquinho, que já tava bem aberto. Passou a língua sem parar, eu gozava como nunca. Me mandou ficar de quatro e senti ele apoiar a cabeça na minha raba, com saliva no meio, e bem devagar começou a meter. Senti que custou pra cabeça entrar, ardeu um pouco. Ele tirou, babou a piroca toda de novo, pediu mais saliva pra mim, e aí foi viagem sem volta: cabeça, corpo e tronco até bater nas bolas! Parecia que minha raba ia rachar no meio, foi uma mistura de dor com prazer. Ele continuou se movendo devagar, sem tirar; tronco até a cabeça. Me fez deitar sempre de bruços, apoiou o peitão enorme cheio de pelo nas minhas costas, começou a lamber minhas orelhas e pescoço, e eu explodia de tesão. A dor já tinha ido embora, era só prazer total! Depois me pegou por trás, na clássica colherzinha, e continuou me comendo. Aí a iniciativa foi minha: fiz ele deitar de barriga pra cima, chupei ele de novo, esfregava as bolas e a piroca no meu rosto, ele adorava aquilo. Até que eu sentei bem devagar, fui engolindo tudo até chegar nas bolas, igualzinho a mamãe naquela vez. Comecei a rebolar (muita gente falou que meus movimentos são quase melhores que os de uma mulher). assim, cada vez mais, e ele apertava meus mamilos, e eu apoiava eles no peito dele, que é uma coisa que também me excita muito, homens com muito pelo no peito. — Vai, se mexe!! — ele me dizia, e eu enlouquecia e tirava, dentro do que dava, algumas fotos (que mostro mais abaixo). — Vai, vai que eu vou gozar!! — ele falou. E foi assim mesmo, uma porra pesada dele, encheu minha buceta de leite. Saí com muito cuidado, escorrendo a porra pelas minhas nádegas. Vi que ele ainda tinha o pau quase duro e não me segurei, chupei ele de novo, limpando o resto de porra que escorria pela cabeça e parte do pau. Deixei ele bem limpinho. As únicas fotos que sobraram dessa trepada:
O calor tava forte, tomei outro banho e desabei de cansaço, dormi tranquilão na minha primeira noite com o amante/macho da minha mãe, que encheu minha buceta de porra e o que viria depois seria tudo muito excitante. Cheguei em Córdoba numa quarta, na quinta saí pra dar uma volta, não teve sexo e na sexta ele me diz: "toda sexta à noite meus amigos vêm jogar baralho, falei que você ia estar aqui e queria que você fizesse o que quiser com eles! Eles já sabem da situação, são tudo pervertido igual a mim", ele falava rindo!! "Então tão com carta branca pra fazer o que quiserem com você!! Quer?" Ele me perguntou... E entre eles tá o Carlos, meu primo, lembra bem dele, né? É o do texto 2, impossível esquecer dele kkk eu dizia!! E além disso, um dos meus amigos tem um pauzão enorme, dizem!!!
Eu pergunto: "Como eu me visto?" "Coloca uma calcinha e um vestidinho bem curtinho, e aqui arrumei uns sapatos que minha irmã me emprestou, salto alto, coloca também, quero você bem putinha!!" Já tava super excitada com a ideia e com o que podia rolar!! O Ovelha e os amigos dele tinham entre 40 e 60 anos, tudo véio, eu mal uma adolescente.
E chegou a sexta à noite, ele começou a preparar um churrasco e os amigos foram chegando: Carlos, primo/amigo, José, o pauzudo, Héctor, um gordo (o único que não participou), Arturo, baixinho e fortão, e Antonio, um paraguaio. E o Ovelha teve o trabalho de tirar fotos de todos, aproveitando a bebedeira de alguns, e depois me deu de presente; essas aqui:
ARTURO
ESTE É O QUE ME DISSE QUE TINHA UM GRANDE PAU E NÃO ERROU, VERDADE? NOME DELE: JOSÉ
CARLOS, o primo (ESSE AQUI COMEU A MINHA MÃE, recomendo aquele post)
ANTÔNIO, o paraguaio
HÉCTOR
a maioria trabalhava na construção lá em Córdoba, música rolando e todo mundo vinha com cerveja e
vinho, muito, muito álcool, no total com o Oveja eram 6, já estavam todos, eu no quarto terminando meu
look, passei bem o batom, molhei bem o cabelo... e senti que ele me chama, entre tímido e com vergonha abri a
porta e saí:
Todo mundo ficou de cara, cumprimentei um por um, música, calor e cachaça... fui lá pro fundo ver como tava o churrasco e ele me pergunta: "E aí, curtiu meus amigos? Gostou deles?" Não soube o que responder, só sei que tava muito excitado! "Vai lá pra dentro bater um papo com eles", falou meu macho!! E fui, tavam jogando baralho, me perguntaram se queria jogar, falei que não sabia, e me chamaram pra beber cerveja, isso aceitei de boa, eles se divertiam pra caralho enquanto eu sentado de perna cruzada observava. O paraguaio Antonio não tirava os olhos de mim, percebi que ele tava muito afim. José pergunta pro gordo Héctor se ele tinha trazido "aquilo", "trouxe sim", fala o gordo e tira da bolsa umas 5 ou 6 revistas pornô pra emprestar. Os outros quando viram, gritaram: "Mostra as revistas! Vai, queremos ver!" E ele não teve escolha, mostrou. Eu olhava de canto, eles passavam de um pro outro e depois pra mim. "As fotos são boas, né?", me perguntaram. "Sim, muito gostosas", respondi. "Olha essa", me fala Arturo; a foto era de uma mina dando o cu. "É boa, né?", fala o paraguaio. "Claro", falei, enquanto tomava minha cerveja. Os olhos desse cara tavam saltando, ele babava todo, os outros riam. Carlos, o único que eu conhecia, levanta e fala: "Vamos dançar esse quarteto", e dançamos enquanto os outros batiam palma. Carlos esfregava o corpo no meu, me pegava por trás e eu com movimentos circulares mexia, sentindo o volume dele. Depois Arturo chega e danço com ele, e assim com todos, até com o Ovelha. José chegou também, e com o Ovelha na frente e José atrás, começaram a me apalpar, entre risadas, palmas, cervejas e vinho. Tava morrendo de vontade de mijar e falei pro Ovelha: "Vou no banheiro", e vi ele fazer um sinal pro paraguaio me seguir, tentando disfarçar que eu não percebia... Entrei no banheiro, baixei a calcinha, sentei, tava mijando e de repente a porta abre, era ele. Antonio, o paraguaio velho, com o pau preto na mão como se fosse mijar, e me diz: — Huuuyy, desculpa, desculpa, pensei que você tava lá fora!! Se fazendo de desentendido, o pau dele era preto, bem grosso, não tão comprido, mas encorpado. Eu já sabia que ele tinha vindo de propósito, lembrando dos sinais do Ovelha. — Fica tranquilo, tá tudo bem, não tem problema!! Falei enquanto continuava sentado no vaso. — Assim não tem problema? Eu tava com as pernas quase fechadas, quase sem pelo, e ele diz: parece que tu tem uma buceta aí!! Falou... chegou mais perto e disse: chupa um pouco!! E sem falar nada, meti o pau preto dele na minha boca. O paraguaio entrava e saía da minha boca, quase perto de gozar, eu mandei ele parar. Me ajoelhei em cima do vaso e ele começou a me apoiar por trás, esfregou o pau todo na minha bunda e encostou. Antonio tava louco, eu gemia de prazer, era algo tão perverso. Não deixei ele me penetrar, tirei o pau e falei que a gente continuava depois, e ele foi embora todo excitado. Quando ele abriu a porta, o baixinho Arturo tava atrás dela, tinha ouvido tudo que rolou no banheiro... eu saio e ele me diz: fica tranquilo, não vou contar nada, haha! Bom, valeu, falei e passei a mão na braguilha dele. Cheguei na sala e o Ovelha pisca um olho pra mim, como quem aprova o que aconteceu. O paraguaio parecia super excitado. Jantamos, com piadas no meio, sempre com música, e a cerveja não parava. Comemos o churrasco que tava uma delícia, sobremesa, e colocam uma música mais lenta e ele me tira pra dançar. Começamos a nos apertar, ele me apalpava toda, passava a mão por baixo da minissaia, me tocava os peitos, e o resto aplaudia e olhava. Depois ele me manda dançar sozinha e fazer um striptease. Fiquei meio envergonhada, mas a cerveja que eu já tinha tomado ajudou. Ele colocou uma música nova e mandou Carlos, José, Arturo e Antonio ficarem do meu lado pra eu dar minhas roupas pra eles enquanto ia tirando. O único que não participou foi o Hector, o gordo, ele não gostava de viado, me falou depois, e o Ovelha que ficava olhando. sentados no espetáculo. Comecei a me despir, tirei a blusa e entreguei pro Carlos, que tava beijando ela; a saia pro José; a calcinha pro Arturo; e as meias pretas de renda pro Antonio. Fiquei completamente pelada, rebolando no ritmo da música, e eles começaram a me tocar e apalpar tudo. Mordiam meu pescoço, meus bicos, o Arturo se abaixou e mordeu bem devagar minha bunda. Todos com mãos calejadas, grandes por causa do trampo. O José molhou o dedo e passou na minha buceta sem penetrar, depois na minha bunda, isso me deixou com muito tesão, a grossura do dedo. Ele mostrou o dedão, bem mais grosso, chupou ele e aí sim enfiou no meu buraco e empurrou. Foi muito gostoso sentir ele entrando, tão grosso, tão áspero, mas mesmo assim eu engoli tudo. E o Ovelha fala: "Tirem os paus, rapaziada, pra ela chupar, hahaha!!!" E foi isso, os 4 baixaram as calças e tiraram as camisetas. Três bem peludos, do jeito que eu gosto, e os paus de todo calibre, só um era normal, os outros bem grandes, todos, menos um, o do José, o moreno grandão, ele tinha tudo grandão!!!!
Se formou uma espécie de círculo, eu me ajoelhei e comecei a chupar e bater punheta ao mesmo tempo, os caras estavam muito tarados e bêbados, e vi o Oveja tirando umas fotos enormes, ele gozava com aquela cena me olhando:
Levantei, tinha um que me apoiava e esfregava o pau por trás, outros dois chupando meus peitos e o quarto, que eu batia punheta, tudo muito quente!!! O Oveja disse: "Vão pro quarto", e fomos pra lá. O paraguaio se deitou de barriga pra cima, atravessado na cama, e comecei a chupar o pau preto dele de novo... Carlos me colocou de quatro, abriu bem minhas pernas e começou a chupar minha bunda enquanto José e Arturo batiam punheta sem parar. De repente, Carlos começou a me penetrar, senti minha bunda se abrindo bem devagar até chegar nos ovos. Carlos já conhecia bem minha bunda, já tinha me comido muitas vezes. Depois, Arturo fez o mesmo com o pau normal dele, senti muito pouco e ainda gozou rápido, encheu minha bunda de porra, me deixou bem lubrificado para o que vinha. Eu já imaginava, mas nunca pensei que seria tanto. José se aproximou, o pau dele estava durasso, os outros incentivavam e perguntavam: "Você vai aguentar?" Hahaha, era um pau enorme, com letras maiúsculas. Mandei ele deitar e fui enfiando aos poucos, parecia que não ia conseguir, doía muito, me abria toda, era um pau muito grande!!! "Vai, promíscua, come ele!" gritavam os outros. O Oveja entrou no quarto, viu a situação e disse: "Vai, faz por mim!!" Tirando fotos, "Me faz ficar bem com meus amigos!! Vai, esse mesmo pau que sua mãe também comeu!! Ou não, José?" Perguntei e ele disse: "Sim!!!! E engoliu tudo pelo cu!!" Isso foi como um flash na minha cabeça e aumentou muito minha tesão, e enfiei tudo pensando em como ele tinha comido minha mãe!!! Bem até os testículos... e essa é uma foto que guardo com muito carinho e o alargamento do meu cu!! chupavam as tetas e o quarto, enquanto eu batia uma pra ele, tudo muito quente!!! O Ovelha mandou a gente ir pro quarto e fomos, o paraguaio deitou de barriga pra cima atravessado na cama e comecei a chupar o pau preto dele de novo... Carlos me colocou de quatro, abriu bem minhas pernas e começou a chupar minha bunda enquanto Jose e Arturo batiam uma sem parar, de repente Carlos começou a me penetrar, senti minha bunda se abrindo bem devagar até chegar nos ovos, Carlos já conhecia bem minha bunda, já tinha me comido várias vezes, depois Arturo fez o mesmo com o pau normal dele, senti muito pouco e ainda gozou rápido, encheu minha bunda de porra, me deixou bem lubrificado pro que vinha, eu já imaginava mas nunca pensei que seria tanto, Jose se aproximou com o pau durasso, os outros incentivavam e perguntavam: vai aguentar? Hahaha, era um pauzão com letras maiúsculas, mandei ele deitar e fui enfiando aos poucos, parecia que não ia conseguir, doía pra caralho, me abria tudo, era um pau enorme!! Vai, promíscua, come ele! gritavam os outros, o Ovelha entrou no quarto e viu a situação e falou: Vai, faz por mim!! Tirando fotos, Me faz ficar bem com meus amigos!! Vai, que esse mesmo pau também comeu sua mãezinha!! Ou não, Jose? Perguntei e ele disse Sim!!!! E engoliu tudo pelo cu!! Isso foi como um flash na minha cabeça e aumentou muito meu tesão e enfiei tudo pensando em como ele tinha comido minha mãezinha!!! Tudo até os testículos... e essa é uma foto que guardo com muito carinho e o ALARGAMENTO DO MEU CU!!
interminável, não terminava de entrar nunca, e cheguei no limite. Os caras dele batiam no fundo da minha buceta, ardia pra caralho, mas eu não queria que ele tirasse. Depois ele deitou e bem devagar fui engolindo ele assim, cavalgando sem parar. A foto mostra o momento:
O carneiro tirou a pica dele e mandou eu chupar, enquanto a vara do José não parava de entrar e sair do meu buraco que tava enorme... para, para que eu gozo, o José falou! Tirei a dele e comecei a chupar com muita vontade, de repente senti o paraguaio meter em mim, depois o carneiro tirou ele e meteu a dele, aí veio o Carlos de novo e me penetrou, já minha buceta era um buraco sem fim, dava pra engolir tudo que eles quisessem... nessa hora o José começou a gemer e jorrou um esguicho de porra que molhou minha cara, quente o leite, durou muito, bastante, pica bem grande e muita porra!!, chegou a vez do Carlos também encheu minha buceta de porra, depois veio o Antonio, o paraguaio, meteu de uma vez só, tirou, começou a bater punheta e gozou na boca, não jorrou tanto quanto o José, mas encheu minha boca de porra!! Só faltou o gordo que nunca participou da festa, mas fazer o que, ele perdeu... todos muito satisfeitos, cheios, meio bêbados, eu exausto e ainda faltava o final. Foram todos embora, o carneiro tomou um banho, eu tava de bruços me recuperando, ele deitou do meu lado e começou a tocar minha buceta, enfiando os dedos de dois em dois e depois a mão inteira, girando, entrando e saindo. – Gostou? ele perguntou – Sim, muito, eu falei – Vamos repetir outro dia, quer? – Sim, quando você quiser, ele me virou de lado e meteu até o fundo. Mexeu um pouco e falou: quero que você engula a porra!! Falei: beleza, então. Ele bateu punheta, segurou minha cabeça e abriu minha boca pra eu engolir toda a porra!! E eu fiz o que ele queria, tomei tudo, não deixei nem uma gota!!! buraco sem fundo, podia engolir tudo o que quisessem... naquele instante José começou a gemer e jorrou um esguicho de porra que lavou minha cara, quente pra caralho, muito leite, bastante, pauzão enorme e muita porra!!, chegou a vez do Carlos também encheu minha bunda de porra, depois veio Antonio o paraguaio meteu de uma vez só, tirou, começou a bater punheta e gozou na boca, não jorrou tanto quanto o José, mas encheu minha boca de porra!! Só faltava o gordo que nunca participava da festa, mas fazer o quê, ele perdeu... todos muito satisfeitos, cheios, meio bêbados, eu exausto e ainda faltava o final. Foram todos embora, o ovelha tomou um banho, eu tava de bruços me recuperando, ele deitou do meu lado e começou a mexer na minha bunda, enfiando dois dedos e depois a mão inteira, girando, entrando e saindo. –Gostou? ele perguntou, –Sim, muito, eu disse –Vamos repetir outro dia, quer? –Sim, quando quiser, ele me virou de lado e meteu até o fundo. Mexeu um pouco e falou quero que você engula a porra!! Beleza, falei, ele bateu punheta, segurou minha cabeça e abriu minha boca pra eu engolir toda a porra!! E eu fiz, tomei tudo, não deixei nem uma gota!!!
Assim termina a jornada de churrasco, música, cervejas e vinho, além de tudo de sexual, uma noite muito boa e inesquecível pra vida toda.
Ficou pendente você me contar se foi verdade a experiência da sua mãe com o José, isso vai ser outro capítulo pra contar.
Em janeiro, pleno verão e eu de férias, um belo dia o telefone fixo da minha casa tocou. Naquele momento eu estava sozinho, peguei o fone e era o "Carneiro" de novo, querendo falar com a minha mãe que não estava. E aí, por dentro de mim, correu um calor e uma excitação, começando um diálogo que há muito tempo não tínhamos:
- Oi, como cê tá? Quero falar com sua mãe, pode ser?
- Não, mãe tá trabalhando agora. Quer que eu diga pra ela que você ligou?
- Ah, que pena, tava com vontade de conversar com ela... E você, como cê tá? Lembra de tudo, né?
- Claro que lembro de tudo, de tudo que a gente fez e do que você me fez fazer!!
Minha excitação já começava a subir vários graus. Sentei no sofá, com uma mão segurava o telefone e com a outra comecei a me tocar. Apareceram imagens das experiências vividas e acho que ele percebeu. Continuou falando comigo, ele me conhecia, sabia que se dissesse coisas perversas me deixava ainda mais tesudo.
- Queria falar com sua mãe, porque tô com muita vontade de "comer ela" de novo!! Lembra quando eu comia ela na cama grande e você ficava olhando de canto, deitado na caminha pequena, haha? E lembra do dia que eu dormi com os... na sua casa?
- Sim, respondi, difícil de esquecer!!... Meu pau já bem duro me obrigava a me tocar cada vez mais...
- Cê tá de férias agora, não vai pra escola?
Eu era adolescente e morávamos em Buenos Aires.
- Sim, respondi, tô de férias!
E ele rapidamente diz:
- Vem pra cá uns dias, a gente vai se divertir pra caralho!! Cê topa??
Minha cabeça pareceu explodir, passaram todas as imagens do filme que vivi com ele, e meu tesão já era insustentável. Disse, pra disfarçar um pouco, que ia pensar e que ele ligasse na semana seguinte pra confirmar se eu ia. Os dias seguintes foram de excitação e preocupação pra conseguir o dinheiro pra viagem. O Carneiro morava em Córdoba capital, e além disso, o que eu ia dizer pra minha mãe? Não podia falar que ia passar 15 dias com o ex dela, além do
nosso grande segredo que ainda permanecia, bom, dei um jeito, inventei que um colega da escola tinha me
convidado e que eu só precisava pagar a passagem, não tinha mais gastos, e assim consegui montar as "férias". Na
semana seguinte, o Oveja me ligou de novo e confirmei que ia. "Que bom!", ele disse, contente... "Você vai ver
que a gente vai se divertir pra caralho! E quero mais uma coisa", ele fala: "quero que você traga calcinhas e algum vestido
ou minissaia da sua mãe!!" ...Eu pensava e fantasiava: isso vai ser muito excitante!!!
Depois de 10 dias e longas horas de ônibus até Córdoba, cheguei no fim da tarde/noite, com muito calor e cansado,
ele foi me esperar e chegamos num bairro bem humilde, afastado do centro. A casa dele era baixinha e pequena, uma sala
pequena, um banheiro comum e um quarto com uma cama de casal, tudo pequeno mas confortável pra um
homem sozinho. Apesar do cansaço, eu tava muito tesudo pelo que viria, aquele cara me dava um tesão danado.
ELE FOI O PRIMEIRO QUE PERDEU MINHA VIRGINDADE NO CU E ME COMEU DE TODAS AS MANEIRAS POSSÍVEIS!!, como contei nos relatos
anteriores. Tomei um banho, tava muito calor, saí do banheiro, depois de conversar um pouco, ele me diz:
"Trouxe o que te pedi?"
- "Sim!", respondi.
- "Então quero que você vista!", obviamente obedeci, sempre fantasiava que ele era o macho não só da
minha mãe, mas meu também. Fui até minha mala e tinha pegado as calcinhas mais pequenininhas da mamãe e uns vestidos que nela já ficavam muito curtos e ela não usava mais, e já tava todo arrumado, muito
tesudo!! Ele tava sentado na sala e na mesa tinha um batom bem vermelho e ele ordena: "Vai
passar esse batom, sua putinha!!" De novo obedeci, fui ao banheiro e passei. O vestido ficava bem em mim, minhas pernas,
por causa da minha idade, não tinham pelos em quase todo o corpo, só um pouquinho nos meus genitais, então eu era quase
uma menina toda, e acho que isso dava muito tesão nele. Quando saí do banheiro, ele já não tava mais na sala, me chamou do
quarto, tava totalmente nu, batendo uma pra cabeça brilhava e reluzia mais que o normal, o ventilador ajudava a amenizar o calorão, e com minha câmera sempre à mão... e tenho essas fotos autênticas que ainda guardo:
Me aproximei e comecei a chupar bem as bolas dele, igualzinho a mamãe fazia, até chegar no tronco, naquela piroca longa e cheia de veias. Chegando na cabeça, enfiei tudo na minha boca, tava muito quente apesar do cansaço da viagem. Senti ele enfiar a mão por baixo da calcinha, tocando meu buraquinho da raba, e bem devagar enfiou o dedo. — Que grande que você tem esse cu promíscuo, comeu muita pica depois da minha, né? — Sim, umas a mais! — respondi (e não menti nada, kkk). Fiquei um tempão chupando a piroca dele, enquanto ele enfiava o dedo, primeiro um, depois dois, três, até dilatar bem meu cu. Ele levantou meu vestido e começou a chupar meus bicos, enquanto eu batia uma bem devagar pra ele. Tirou meu vestido e a calcinha da mamãe, me virou de bruços e começou a lamber bem o meu buraquinho, que já tava bem aberto. Passou a língua sem parar, eu gozava como nunca. Me mandou ficar de quatro e senti ele apoiar a cabeça na minha raba, com saliva no meio, e bem devagar começou a meter. Senti que custou pra cabeça entrar, ardeu um pouco. Ele tirou, babou a piroca toda de novo, pediu mais saliva pra mim, e aí foi viagem sem volta: cabeça, corpo e tronco até bater nas bolas! Parecia que minha raba ia rachar no meio, foi uma mistura de dor com prazer. Ele continuou se movendo devagar, sem tirar; tronco até a cabeça. Me fez deitar sempre de bruços, apoiou o peitão enorme cheio de pelo nas minhas costas, começou a lamber minhas orelhas e pescoço, e eu explodia de tesão. A dor já tinha ido embora, era só prazer total! Depois me pegou por trás, na clássica colherzinha, e continuou me comendo. Aí a iniciativa foi minha: fiz ele deitar de barriga pra cima, chupei ele de novo, esfregava as bolas e a piroca no meu rosto, ele adorava aquilo. Até que eu sentei bem devagar, fui engolindo tudo até chegar nas bolas, igualzinho a mamãe naquela vez. Comecei a rebolar (muita gente falou que meus movimentos são quase melhores que os de uma mulher). assim, cada vez mais, e ele apertava meus mamilos, e eu apoiava eles no peito dele, que é uma coisa que também me excita muito, homens com muito pelo no peito. — Vai, se mexe!! — ele me dizia, e eu enlouquecia e tirava, dentro do que dava, algumas fotos (que mostro mais abaixo). — Vai, vai que eu vou gozar!! — ele falou. E foi assim mesmo, uma porra pesada dele, encheu minha buceta de leite. Saí com muito cuidado, escorrendo a porra pelas minhas nádegas. Vi que ele ainda tinha o pau quase duro e não me segurei, chupei ele de novo, limpando o resto de porra que escorria pela cabeça e parte do pau. Deixei ele bem limpinho. As únicas fotos que sobraram dessa trepada:
O calor tava forte, tomei outro banho e desabei de cansaço, dormi tranquilão na minha primeira noite com o amante/macho da minha mãe, que encheu minha buceta de porra e o que viria depois seria tudo muito excitante. Cheguei em Córdoba numa quarta, na quinta saí pra dar uma volta, não teve sexo e na sexta ele me diz: "toda sexta à noite meus amigos vêm jogar baralho, falei que você ia estar aqui e queria que você fizesse o que quiser com eles! Eles já sabem da situação, são tudo pervertido igual a mim", ele falava rindo!! "Então tão com carta branca pra fazer o que quiserem com você!! Quer?" Ele me perguntou... E entre eles tá o Carlos, meu primo, lembra bem dele, né? É o do texto 2, impossível esquecer dele kkk eu dizia!! E além disso, um dos meus amigos tem um pauzão enorme, dizem!!! Eu pergunto: "Como eu me visto?" "Coloca uma calcinha e um vestidinho bem curtinho, e aqui arrumei uns sapatos que minha irmã me emprestou, salto alto, coloca também, quero você bem putinha!!" Já tava super excitada com a ideia e com o que podia rolar!! O Ovelha e os amigos dele tinham entre 40 e 60 anos, tudo véio, eu mal uma adolescente.
E chegou a sexta à noite, ele começou a preparar um churrasco e os amigos foram chegando: Carlos, primo/amigo, José, o pauzudo, Héctor, um gordo (o único que não participou), Arturo, baixinho e fortão, e Antonio, um paraguaio. E o Ovelha teve o trabalho de tirar fotos de todos, aproveitando a bebedeira de alguns, e depois me deu de presente; essas aqui:
ARTURO
ESTE É O QUE ME DISSE QUE TINHA UM GRANDE PAU E NÃO ERROU, VERDADE? NOME DELE: JOSÉ
CARLOS, o primo (ESSE AQUI COMEU A MINHA MÃE, recomendo aquele post)
ANTÔNIO, o paraguaio
HÉCTOR a maioria trabalhava na construção lá em Córdoba, música rolando e todo mundo vinha com cerveja e
vinho, muito, muito álcool, no total com o Oveja eram 6, já estavam todos, eu no quarto terminando meu
look, passei bem o batom, molhei bem o cabelo... e senti que ele me chama, entre tímido e com vergonha abri a
porta e saí:

Todo mundo ficou de cara, cumprimentei um por um, música, calor e cachaça... fui lá pro fundo ver como tava o churrasco e ele me pergunta: "E aí, curtiu meus amigos? Gostou deles?" Não soube o que responder, só sei que tava muito excitado! "Vai lá pra dentro bater um papo com eles", falou meu macho!! E fui, tavam jogando baralho, me perguntaram se queria jogar, falei que não sabia, e me chamaram pra beber cerveja, isso aceitei de boa, eles se divertiam pra caralho enquanto eu sentado de perna cruzada observava. O paraguaio Antonio não tirava os olhos de mim, percebi que ele tava muito afim. José pergunta pro gordo Héctor se ele tinha trazido "aquilo", "trouxe sim", fala o gordo e tira da bolsa umas 5 ou 6 revistas pornô pra emprestar. Os outros quando viram, gritaram: "Mostra as revistas! Vai, queremos ver!" E ele não teve escolha, mostrou. Eu olhava de canto, eles passavam de um pro outro e depois pra mim. "As fotos são boas, né?", me perguntaram. "Sim, muito gostosas", respondi. "Olha essa", me fala Arturo; a foto era de uma mina dando o cu. "É boa, né?", fala o paraguaio. "Claro", falei, enquanto tomava minha cerveja. Os olhos desse cara tavam saltando, ele babava todo, os outros riam. Carlos, o único que eu conhecia, levanta e fala: "Vamos dançar esse quarteto", e dançamos enquanto os outros batiam palma. Carlos esfregava o corpo no meu, me pegava por trás e eu com movimentos circulares mexia, sentindo o volume dele. Depois Arturo chega e danço com ele, e assim com todos, até com o Ovelha. José chegou também, e com o Ovelha na frente e José atrás, começaram a me apalpar, entre risadas, palmas, cervejas e vinho. Tava morrendo de vontade de mijar e falei pro Ovelha: "Vou no banheiro", e vi ele fazer um sinal pro paraguaio me seguir, tentando disfarçar que eu não percebia... Entrei no banheiro, baixei a calcinha, sentei, tava mijando e de repente a porta abre, era ele. Antonio, o paraguaio velho, com o pau preto na mão como se fosse mijar, e me diz: — Huuuyy, desculpa, desculpa, pensei que você tava lá fora!! Se fazendo de desentendido, o pau dele era preto, bem grosso, não tão comprido, mas encorpado. Eu já sabia que ele tinha vindo de propósito, lembrando dos sinais do Ovelha. — Fica tranquilo, tá tudo bem, não tem problema!! Falei enquanto continuava sentado no vaso. — Assim não tem problema? Eu tava com as pernas quase fechadas, quase sem pelo, e ele diz: parece que tu tem uma buceta aí!! Falou... chegou mais perto e disse: chupa um pouco!! E sem falar nada, meti o pau preto dele na minha boca. O paraguaio entrava e saía da minha boca, quase perto de gozar, eu mandei ele parar. Me ajoelhei em cima do vaso e ele começou a me apoiar por trás, esfregou o pau todo na minha bunda e encostou. Antonio tava louco, eu gemia de prazer, era algo tão perverso. Não deixei ele me penetrar, tirei o pau e falei que a gente continuava depois, e ele foi embora todo excitado. Quando ele abriu a porta, o baixinho Arturo tava atrás dela, tinha ouvido tudo que rolou no banheiro... eu saio e ele me diz: fica tranquilo, não vou contar nada, haha! Bom, valeu, falei e passei a mão na braguilha dele. Cheguei na sala e o Ovelha pisca um olho pra mim, como quem aprova o que aconteceu. O paraguaio parecia super excitado. Jantamos, com piadas no meio, sempre com música, e a cerveja não parava. Comemos o churrasco que tava uma delícia, sobremesa, e colocam uma música mais lenta e ele me tira pra dançar. Começamos a nos apertar, ele me apalpava toda, passava a mão por baixo da minissaia, me tocava os peitos, e o resto aplaudia e olhava. Depois ele me manda dançar sozinha e fazer um striptease. Fiquei meio envergonhada, mas a cerveja que eu já tinha tomado ajudou. Ele colocou uma música nova e mandou Carlos, José, Arturo e Antonio ficarem do meu lado pra eu dar minhas roupas pra eles enquanto ia tirando. O único que não participou foi o Hector, o gordo, ele não gostava de viado, me falou depois, e o Ovelha que ficava olhando. sentados no espetáculo. Comecei a me despir, tirei a blusa e entreguei pro Carlos, que tava beijando ela; a saia pro José; a calcinha pro Arturo; e as meias pretas de renda pro Antonio. Fiquei completamente pelada, rebolando no ritmo da música, e eles começaram a me tocar e apalpar tudo. Mordiam meu pescoço, meus bicos, o Arturo se abaixou e mordeu bem devagar minha bunda. Todos com mãos calejadas, grandes por causa do trampo. O José molhou o dedo e passou na minha buceta sem penetrar, depois na minha bunda, isso me deixou com muito tesão, a grossura do dedo. Ele mostrou o dedão, bem mais grosso, chupou ele e aí sim enfiou no meu buraco e empurrou. Foi muito gostoso sentir ele entrando, tão grosso, tão áspero, mas mesmo assim eu engoli tudo. E o Ovelha fala: "Tirem os paus, rapaziada, pra ela chupar, hahaha!!!" E foi isso, os 4 baixaram as calças e tiraram as camisetas. Três bem peludos, do jeito que eu gosto, e os paus de todo calibre, só um era normal, os outros bem grandes, todos, menos um, o do José, o moreno grandão, ele tinha tudo grandão!!!!
Se formou uma espécie de círculo, eu me ajoelhei e comecei a chupar e bater punheta ao mesmo tempo, os caras estavam muito tarados e bêbados, e vi o Oveja tirando umas fotos enormes, ele gozava com aquela cena me olhando: Levantei, tinha um que me apoiava e esfregava o pau por trás, outros dois chupando meus peitos e o quarto, que eu batia punheta, tudo muito quente!!! O Oveja disse: "Vão pro quarto", e fomos pra lá. O paraguaio se deitou de barriga pra cima, atravessado na cama, e comecei a chupar o pau preto dele de novo... Carlos me colocou de quatro, abriu bem minhas pernas e começou a chupar minha bunda enquanto José e Arturo batiam punheta sem parar. De repente, Carlos começou a me penetrar, senti minha bunda se abrindo bem devagar até chegar nos ovos. Carlos já conhecia bem minha bunda, já tinha me comido muitas vezes. Depois, Arturo fez o mesmo com o pau normal dele, senti muito pouco e ainda gozou rápido, encheu minha bunda de porra, me deixou bem lubrificado para o que vinha. Eu já imaginava, mas nunca pensei que seria tanto. José se aproximou, o pau dele estava durasso, os outros incentivavam e perguntavam: "Você vai aguentar?" Hahaha, era um pau enorme, com letras maiúsculas. Mandei ele deitar e fui enfiando aos poucos, parecia que não ia conseguir, doía muito, me abria toda, era um pau muito grande!!! "Vai, promíscua, come ele!" gritavam os outros. O Oveja entrou no quarto, viu a situação e disse: "Vai, faz por mim!!" Tirando fotos, "Me faz ficar bem com meus amigos!! Vai, esse mesmo pau que sua mãe também comeu!! Ou não, José?" Perguntei e ele disse: "Sim!!!! E engoliu tudo pelo cu!!" Isso foi como um flash na minha cabeça e aumentou muito minha tesão, e enfiei tudo pensando em como ele tinha comido minha mãe!!! Bem até os testículos... e essa é uma foto que guardo com muito carinho e o alargamento do meu cu!! chupavam as tetas e o quarto, enquanto eu batia uma pra ele, tudo muito quente!!! O Ovelha mandou a gente ir pro quarto e fomos, o paraguaio deitou de barriga pra cima atravessado na cama e comecei a chupar o pau preto dele de novo... Carlos me colocou de quatro, abriu bem minhas pernas e começou a chupar minha bunda enquanto Jose e Arturo batiam uma sem parar, de repente Carlos começou a me penetrar, senti minha bunda se abrindo bem devagar até chegar nos ovos, Carlos já conhecia bem minha bunda, já tinha me comido várias vezes, depois Arturo fez o mesmo com o pau normal dele, senti muito pouco e ainda gozou rápido, encheu minha bunda de porra, me deixou bem lubrificado pro que vinha, eu já imaginava mas nunca pensei que seria tanto, Jose se aproximou com o pau durasso, os outros incentivavam e perguntavam: vai aguentar? Hahaha, era um pauzão com letras maiúsculas, mandei ele deitar e fui enfiando aos poucos, parecia que não ia conseguir, doía pra caralho, me abria tudo, era um pau enorme!! Vai, promíscua, come ele! gritavam os outros, o Ovelha entrou no quarto e viu a situação e falou: Vai, faz por mim!! Tirando fotos, Me faz ficar bem com meus amigos!! Vai, que esse mesmo pau também comeu sua mãezinha!! Ou não, Jose? Perguntei e ele disse Sim!!!! E engoliu tudo pelo cu!! Isso foi como um flash na minha cabeça e aumentou muito meu tesão e enfiei tudo pensando em como ele tinha comido minha mãezinha!!! Tudo até os testículos... e essa é uma foto que guardo com muito carinho e o ALARGAMENTO DO MEU CU!!
interminável, não terminava de entrar nunca, e cheguei no limite. Os caras dele batiam no fundo da minha buceta, ardia pra caralho, mas eu não queria que ele tirasse. Depois ele deitou e bem devagar fui engolindo ele assim, cavalgando sem parar. A foto mostra o momento:
O carneiro tirou a pica dele e mandou eu chupar, enquanto a vara do José não parava de entrar e sair do meu buraco que tava enorme... para, para que eu gozo, o José falou! Tirei a dele e comecei a chupar com muita vontade, de repente senti o paraguaio meter em mim, depois o carneiro tirou ele e meteu a dele, aí veio o Carlos de novo e me penetrou, já minha buceta era um buraco sem fim, dava pra engolir tudo que eles quisessem... nessa hora o José começou a gemer e jorrou um esguicho de porra que molhou minha cara, quente o leite, durou muito, bastante, pica bem grande e muita porra!!, chegou a vez do Carlos também encheu minha buceta de porra, depois veio o Antonio, o paraguaio, meteu de uma vez só, tirou, começou a bater punheta e gozou na boca, não jorrou tanto quanto o José, mas encheu minha boca de porra!! Só faltou o gordo que nunca participou da festa, mas fazer o que, ele perdeu... todos muito satisfeitos, cheios, meio bêbados, eu exausto e ainda faltava o final. Foram todos embora, o carneiro tomou um banho, eu tava de bruços me recuperando, ele deitou do meu lado e começou a tocar minha buceta, enfiando os dedos de dois em dois e depois a mão inteira, girando, entrando e saindo. – Gostou? ele perguntou – Sim, muito, eu falei – Vamos repetir outro dia, quer? – Sim, quando você quiser, ele me virou de lado e meteu até o fundo. Mexeu um pouco e falou: quero que você engula a porra!! Falei: beleza, então. Ele bateu punheta, segurou minha cabeça e abriu minha boca pra eu engolir toda a porra!! E eu fiz o que ele queria, tomei tudo, não deixei nem uma gota!!! buraco sem fundo, podia engolir tudo o que quisessem... naquele instante José começou a gemer e jorrou um esguicho de porra que lavou minha cara, quente pra caralho, muito leite, bastante, pauzão enorme e muita porra!!, chegou a vez do Carlos também encheu minha bunda de porra, depois veio Antonio o paraguaio meteu de uma vez só, tirou, começou a bater punheta e gozou na boca, não jorrou tanto quanto o José, mas encheu minha boca de porra!! Só faltava o gordo que nunca participava da festa, mas fazer o quê, ele perdeu... todos muito satisfeitos, cheios, meio bêbados, eu exausto e ainda faltava o final. Foram todos embora, o ovelha tomou um banho, eu tava de bruços me recuperando, ele deitou do meu lado e começou a mexer na minha bunda, enfiando dois dedos e depois a mão inteira, girando, entrando e saindo. –Gostou? ele perguntou, –Sim, muito, eu disse –Vamos repetir outro dia, quer? –Sim, quando quiser, ele me virou de lado e meteu até o fundo. Mexeu um pouco e falou quero que você engula a porra!! Beleza, falei, ele bateu punheta, segurou minha cabeça e abriu minha boca pra eu engolir toda a porra!! E eu fiz, tomei tudo, não deixei nem uma gota!!!
Assim termina a jornada de churrasco, música, cervejas e vinho, além de tudo de sexual, uma noite muito boa e inesquecível pra vida toda. Ficou pendente você me contar se foi verdade a experiência da sua mãe com o José, isso vai ser outro capítulo pra contar.
2 comentários - Férias: bem viado, bem festeiro