Nací para ser cornudo II - continuación

Nasci pra ser corno II – continuação

Quando cheguei em casa, a Naty ainda tava na cama, bem dormida, então nem me sentiu quando entrei.
Me aproximei e notei que ela ainda tava pelada, então imaginei que fazia pouco tempo que o Javier tinha ido embora e ela ficou na cama do jeito que ficou depois do sexo e acabou dormindo.

Lembrando que o Javier é o marido da melhor amiga dela (Florencia) e que há muito tempo, antes de todos nós casarmos, ele e minha esposa tiveram algo casual, nada sério, mas parece que ainda restam cinzas daquele fogo.

Fiquei sabendo disso há pouco tempo, quando a Naty me contou sobre o primeiro encontro deles, o relato anterior (http://www.poringa.net/posts/relatos/4504303/Nasci-para-ser-cuck.html).

Continuando o que eu tava contando, a Naty acordou quando me aproximei e, deitada na cama, me deu um beijo bem gostoso, me olhou com aqueles olhos cheios de felicidade, e eu só conseguia pensar no que tinha rolado ali naquela cama poucos minutos antes.

— Posso deitar na cama com você? — perguntei.
— Não, não, eu ia tomar banho, mas acabei dormindo. Já vou arrumar tudo e te deixo deitar, se quiser.

Aí entendi que ela tinha ficado morta e muito satisfeita.

— Não, amor — falei. — Quero deitar assim, agora, sentir você, te tocar e te beijar do jeito que você tá.

A Naty não entendia que o que eu queria era sentir o cheiro do macho dela, viver a sensação de humilhação e me sentir muito corno. Ela ainda não sacava meu papel, mesmo eu deixando ela ficar com o Javier.

Ela se aproximou e sussurrou no meu ouvido: — É que o Javier foi embora e eu acabei dormindo, tô toda…

Aí não aguentei mais. Me despi, me meti na cama com ela. Assim que apoiei a cabeça no travesseiro, senti o cheiro de homem, e não era o meu.

Quando me aproximei, senti que ainda tinham umas gotas de gozo frescas nos lençóis. Ela percebeu e ia comentar alguma coisa, mas tapei a boca dela com a mão e me enfiei debaixo das cobertas pra beijar o corpo todo dela.

A Naty reagiu e recusou de cara, até ameaçou… Levantar da cama, "te conto o que rolou se quiser, mas até aí chegamos", ela me disse.

Então, já que tava tudo perdido, pedi pra ela me dar um gostinho... deixar eu dar um beijo na bunda dela, mas também foi não.

De novo, como um sussurro, ela falou "lembra que o Javi gozou aí?". Me explodiu a cabeça!!! Mal consegui passar a mão e sentir aquela mistura de lubrificante com porra.

Como ela não tava muito a fim de me contar o que tinha rolado, negociamos cinco perguntas que eu faria e ela responderia...

1- De 0 a 10, quanta vontade você tava de ficar com o Javier? – Hum, nem tanta, digamos um 6.

2- Quem deu o primeiro passo quando vocês estavam em casa? – Ele, mas foi no carro, antes de chegar.
Qual foi o primeiro passo? – Ele passou a mão nos meus peitos por dentro da blusa enquanto a gente chegava.

3- O que você gosta mais de fazer com ele do que comigo? – O Javi é mais bruto, tipo mais "violento", por assim dizer.
(Quando quis pedir explicação, ela completou: "O Javi me come, você faz amor comigo", entende? E as duas coisas são gostosas.)

4- Ele fala putaria pra você? – Algumas.
Quais? – Ele fala que sou uma puta por dar pro marido da minha melhor amiga.
Você gosta disso? – Não sei se gosto, mas me excita pra caralho.

5- Ele te comeu de cu? – "Você já sabe a resposta", ela disse.
Mas me fala... – Sim, óbvio.
Como ele pediu? – Ele não pediu... eu pedi.

E pronto, ela falou, "já respondi um monte de perguntas, vou tomar um banho."

Ah... me faz um favor, troca os lençóis que ficaram todos manchados...

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