Continuamos com essa história incrível. Se vocês ainda não leram as partes anteriores, vão lá no meu perfil pra conferir.Todos nós estávamos muito cansados quando chegamos em casa depois daquela tarde de praia, cada um foi pro seu quarto pra dormir, e foi isso que fizemos.
Minha mãe e eu vestimos nossos pijamas e deitamos na cama, os dois em silêncio tentando pegar no sono. Eu sempre tive facilidade pra dormir rápido, e naquela noite não foi diferente — capotei rapidinho. Dormia tranquilão até sentir meu celular vibrar várias vezes. Quando desbloqueei, vi que tinha um monte de mensagens da minha prima:
“Preciso de você”
“Tô na cozinha”
Levantei da cama fazendo o menor barulho possível pra não acordar minha mãe, saí do quarto e fui pra cozinha. Quando entrei, vi minha prima só de lingerie.
-É assim que você costuma dormir?- perguntei sem tirar os olhos das tetas dela
-Você gosta?- ela perguntou enquanto se aproximava de mim
Não consegui responder, porque na mesma hora senti um empurrão que me jogou contra a parede, me deixando pressionado ali. Antes que eu pudesse reagir, minha prima começou a me beijar desesperadamente, com muita paixão
-Eu tô muito quente, os gemidos da praia me deixaram com muito tesão- disse ela enquanto continuava me beijando e passando a mão na minha virilha por cima da pijama
-Sério? Tavam gostosos?- respondi enquanto começava a apalpar as tetas dela
Dava pra ver nos olhos dela o desejo e a paixão, então enquanto a gente se beijava, deitamos na mesa da cozinha. Ela tirou o sutiã pra revelar as tetas lindas dela, eu beijei e comecei a acariciar, sabia que ela adorava. Depois de uns minutos beijando as tetas dela, nós dois tiramos o resto da roupa rapidinho
Depois de alguns minutos, ela virou pra ficar de bruços em cima de mim e deslizou o corpo até meu abdômen. Quando chegou lá, viu que meu pau tava duro que nem pedra e deu uns beijinhos nele, depois colocou meu pau duro entre as tetas dela e começou a esfregar pra cima e pra baixo. Nunca tinha fodido as tetas de uma mina antes, mas era uma sensação incrível e senti que ia gozar logo
-Carla, para que eu vou gozar- falei
-Então goza nas minhas tetas- ela sorriu e disse
Comecei a empurrar mais forte e mais rápido, gozei nas tetas e no pescoço dela. Ficamos ali uns minutos nos beijando, me dando tempo pra me recuperar. Enquanto a gente se beijava, eu beliscava e chupava os bicos dos peitos dela
Assim que me recuperei de vez, virei ela e comecei a chupar a buceta dela. Comecei devagar, lambendo de cima pra baixo, mordiscando o clitóris e comecei a enfiar dois dedos na buceta dela, deixando ela toda molhada, e comecei a empurrar devagar pra frente e pra trás
-Por favor, me fode, eu preciso de você dentro de mim- ela implorou depois de uns minutos Minutos depois, tirei meus dedos da buceta dela.
—Primeiro a gente te prova — falei, e dei meus dedos pra ela. Ela lambeu até deixar tudo limpinho, era uma cena fantástica. Ver a cara dela lambendo os próprios fluidos vaginais me excitava tanto que, depois de um beijo apaixonado, enfiei meu pau nela e comecei a comê-la.
Como já era altas horas da madrugada, a gente tentava não fazer muito barulho pra não ser descoberto. Pra abafar os gemidos dela, eu beijava ela, beijava enquanto meu pau metia violentamente naquela vagina molhada. A gente transou assim por uns minutos.
—Quero te comer de quatro — falei. Sempre fantasiei em poder comê-la assim. Ela se apoiou num móvel da cozinha, deixando eu ver aquele cuzinho delicioso.
—Vem e me come — ela dizia enquanto rebolava a bunda, me convidando pra penetrar ela. Dei um tapa em cada nádega e depois enfiei meu pau inteiro dentro dela, fazendo ela gemer. Sorri com aquele barulho e comecei a meter forte e rápido, do jeito que ela gostava.
— Isso, isso, assim — ela gemia, se divertindo pra caralho. Eu também tava, e de vez em quando dava uns tapas nela e apertava os peitos dela. Os dois távamos incrivelmente excitados, e mesmo assim tentávamos fazer o menor barulho possível. Toda vez que minha prima soltava um gemido alto, eu puxava o cabelo dela, sinal pra ela ficar quieta, o que ficava difícil porque a buceta dela começava a apertar mais, sinal de que ela tava prestes a gozar.
— Vou gozar, me puxa o cabelo, vou gozar — ela dizia enquanto gemia, e com muito prazer fiz o que ela pediu. Peguei o cabelo loiro lindo dela e puxei com tanta força que o rosto dela ficou bem do lado do meu. Ela parecia que ia gritar, algo que eu não podia permitir, então enquanto com uma mão puxava o cabelo dela, com a outra tapei a boca dela, segurando o grito de prazer. A buceta dela escorria fluidos, sujando e molhando o chão da cozinha. Depois de uns segundos continuando a bombar meu pau dentro da minha prima, senti que tava prestes a gozar.
Com um puxão no cabelo, empurrei ela fazendo ela ficar de joelhos, e bruscamente enfiei meu pau na boca dela. Entrou inteiro até a garganta, e comecei a meter forte na boca dela. A cada estocada, sentia a ponta do meu pau chegando no fundo da garganta dela. A boca dela era tão quente, ainda mais com ela trabalhando os lábios e a língua com maestria. Quando tava prestes a gozar, empurrei meu pau completamente na garganta dela e segurei ali por uns segundos até finalmente gozar e esvaziar uma grande carga de porra dentro da boca dela, que parecia afogar minha prima. Quando tirei meu pau, minha prima cuspiu uma mistura de porra e saliva, que escorreu pelos peitos dela até cair no chão.
Nós dois Realmente ficamos exaustos depois de transar. Eu me sentei na cadeira mais próxima, enquanto minha prima ficou no chão. Quando recuperei o fôlego, me aproximei dela, que ainda estava no chão, e puxei seu cabelo com força.
— Por que você não limpa o chão? — falei enquanto empurrava a cabeça dela em direção às gotas que tinham escorrido pela cozinha. Ela não respondeu, só obedeceu. Começou a lamber o chão, e eu não conseguia distinguir se as gotas eram de porra, saliva ou os fluidos da buceta dela.
Era incrivelmente morbidão ver minha prima pelada lambendo o chão. O olhar de safadeza dela me fez perceber que minha prima sempre foi uma pessoa inquebrável, mas nunca pensei que fosse tão puta, e principalmente tão submissa. Levou uns minutos até ela terminar de limpar o chão. A gente se vestiu e foi para nossos quartos, mas antes eu dei um tapa forte na bunda dela de despedida.
Entrei no meu quarto e, graças a deus, minha mãe ainda tava dormindo profundamente, então pude ficar tranquilo e dormir de boa. Logo apaguei, porque era hora de recarregar as energias para o que viria depois.
Você é minha no colégio, então acordei bem cedo de manhã. Minha mãe e minha tia já estavam na cozinha preparando o café, então me apressei pra vestir o uniforme e desci pra tomar café.
— Bom dia — cheguei perto da minha mãe e dei um beijo na bochecha dela.
— E o meu bom dia? — disse minha tia. Notei que ela tava com ciúmes, porque depois do que rolou na praia, ela esperava que a gente tivesse mais intimidade.
— Bom dia, tia — falei enquanto me aproximava e dei um beijo na bochecha dela.
— Bom dia, meu menino — respondeu, enquanto com a mão massageava sutilmente minha virilha. Me afastei rápido quando senti a mão dela, porque não queria que ninguém nos descobrisse.
— Senta pra tomar café, filho, que a gente vai se atrasar — disse minha mãe enquanto servia meu café da manhã.
Tava comendo quando minha prima desceu com o uniforme dela. Pronto também nos preparamos para tomar café da manhã. Enquanto comíamos, minha tia comentou que ia ficar em casa porque não tinha emprego, mas que ia procurar um o mais rápido possível. Assim, fomos para a escola.
Ao chegar na escola e entrar na nossa sala de aula, descobrimos que o professor não ia dar aula porque estava doente. Sem nada pra fazer, eu e minha prima fomos até a cafeteria, onde encontramos a Paula, que parecia lembrar como ela tinha se comportado com a gente na festa dela.
— Oi, galera — ela disse com a voz doce e deu um sorriso safado enquanto passava do nosso lado. Ficamos estranhados, porque não era comum a Paula cumprimentar a gente, mas não demos importância.
Matamos o tempo da aula conversando e brincando na cafeteria. Minha prima não tinha intenção de fazer nada ousado na escola, porque já tinham pegado casais transando mais de uma vez, e as consequências eram muito sérias. Então, não íamos nos arriscar a ser suspensos de vez.
As outras aulas passaram normal, apesar de ser a última semana antes das férias. Os professores sempre tentavam espremer o tempo ao máximo pra depois encher a gente de dever de casa e foder com as férias.
No fim do dia escolar, saí do colégio e lá me deparei com uma surpresa: uma pessoa que eu achava que nunca mais ia ver na vida. Encontrei meu pai. Ele estava encostado num carro, esperando alguém. Nossos olhares se cruzaram e ficamos nos encarando por alguns segundos pra confirmar que era mesmo a pessoa que a gente pensava. Ele correu na minha direção e eu na dele, e nos encontramos num abraço forte. Depois do divórcio dos meus pais, eu nunca mais tinha visto ele.
— Franco, filho, olha como você cresceu — ele disse, ainda me abraçando. Parecia que os olhos dele iam se encher de lágrimas, e o sentimento também me pegou, porque comecei a chorar. Eu era criança quando meus pais se... Se divorciaram, eu lembrava com dificuldade de alguns momentos em que ele e eu jogávamos futebol, ele me ensinou a andar de bicicleta e me deu a bike que eu tinha até hoje como lembrança de que eu tinha um pai. Por causa da minha pouca idade quando meus pais se separaram, minha mãe nunca me explicou os motivos do divórcio, por isso sempre tive essa curiosidade de saber por que meu pai tinha me abandonado.
— Por que você foi embora? — perguntei com lágrimas nos olhos.
— Filho, vou te explicar tudo no tempo certo. As coisas mudaram, agora eu tenho outra família e quero que você os conheça — ele disse, me olhando fixamente nos olhos. Como assim, outra família? Pensei. Não sabia se concordava muito em conhecê-los, então só balancei a cabeça.
— Francooo — ouvi alguém gritar meu nome. Quando virei, vi minha prima me apontando para minha mãe, que nos esperava no carro.
— Acho que você precisa ir, mas não se preocupa, amanhã vou te visitar pra te levar pra jantar com minha nova família — ele disse e se despediu de mim com um abraço forte.
Quando entrei no carro com minha mãe, ela me observou por alguns segundos até que se atreveu a perguntar:
— Quem era aquela pessoa com quem você estava falando?
— Depois te conto, mãe — respondi, porque não sabia como tocar nesse assunto com ela. Se ela nunca tinha me falado do meu pai, devia ter seus motivos, então eu contaria quando estivéssemos a sós. Ela simplesmente deixou o assunto de lado e fomos pra casa.
Quando chegamos em casa, percebemos que minha tia tinha preparado o almoço. Então sentamos à mesa pra comer enquanto conversávamos sobre como tinha sido nosso dia.
— Sabem quem vai conseguir um emprego? — disse minha tia, orgulhosa. — Um fotógrafo me encontrou no Instagram, achou que eu era muito gostosa e que poderíamos fazer uma sessão de fotos. — Ficamos todos de boca aberta com a notícia e, sem pensar duas vezes, apoiamos ela. Porque, realmente, minha tia era muito bonita e tinha toda chance de fazer uma sessão. Como modelo, todos nós sentiríamos muito orgulhosos.
— Pois é, por que a gente não compra algo pra beber e comemora que você vai ser uma modelo gostosa? — disse minha mãe, animada.
— É, tia, vou com você — respondeu a Carla, e assim foram, foram pra um supermercado, me deixando sozinho com minha tia.
— Ó, meu menino, vou tomar um banho rápido enquanto sua mãe não chega — ela me disse com um sorriso no rosto e, em seguida, me deu uma piscadela. Entendi aquilo como um sinal, mas não tinha certeza. Depois de alguns minutos que minha tia entrou no banho, me aproximei do banheiro e não me surpreendi ao encontrar a porta meio aberta, o suficiente pra ver ela nua, esfregando o corpo dela de um jeito sensual.
— Oi, gatinha — ela disse ao me ver parado na porta do banheiro
— Poxa, não consigo ensaboar minhas costas, pode me ajudar? — falou num tom que me deixou louco de tesão. Tirei a roupa e entrei no chuveiro com minha tia
Meu instinto tarado não falhou e logo a envolvi com meus braços pra beijá-la
— Oi, tia — falei enquanto a beijava, e ela começou a esfregar meu pau já duro. Sexo no chuveiro era uma fantasia que eu tinha, e fazer isso com minha tia me enchia de tesão
Beijei fundo, molhado, brincando com minha língua, e na hora percebi como ela ficava excitada. Massageava de leve a buceta dela enquanto me beijava. A mão dela começou a percorrer meu corpo, acariciou meu pau escorregadio de sabão e, quase sem perceber, desci minha mão rápido pra entreperna dela. Meu dedo tocou o clitóris dela, que já tava bem sensível. Mesmo ela soltando vários gemidos, não parou de me masturbar. Enfiei o dedo bruto bem fundo, e ela deixou escapar um grito — isso me excitou ainda mais. Virei ela rápido, apoiando os peitos e o rosto dela na parede fria, e enfiei de uma vez
Segurei ela pela cintura e ela ficou na ponta dos pés pra eu meter bem fundo. Tava dando umas estocadas violentas. Peguei ela pelo cabelo e comecei a puxar com força
— Tá gostando? — perguntei sem parar de meter. Fodia ela tão forte que logo senti a buceta dela começar a se contrair e apertar mais, sinal de que ia gozar. Ela soltou gritos e gemidos altos sem dar trégua, mas eu sentia tanto prazer que a gente tava gemendo e gritando tão alto que não duvido que os vizinhos ouviram a gente transar
Peguei shampoo e comecei a deixar cair gotas nas costas dela, gotas grandes e frias, descendo devagar da nuca até chegar na bunda dela, onde fiquei vários minutos passando bem. Tirei meu pau da buceta dela e abri bem as pernas dela, pra brincar com o sabão que tinha nas nádegas dela até que, de repente, enfiei meu dedo no cu dela A bunda dela, de novo, me fez gritar.
Eu tava brincando com a bunda dela, enquanto a água nos cobria, descia pelas costas dela e escorria pelo meu corpo. A água ardia, queimava, mas me excitava ainda mais. A gente tava muito quente. Comecei a mexer meu dedo mais rápido, e não aguentei: meti no cu dela com uma enfiada forte. Enquanto comia ela pelo cu, com minhas mãos comecei a massagear o clitóris dela. Tava masturbando ela enquanto fodía ela pelo cu. Que gostoso, que prazer. Tava quase gozando de novo, e ela sabia. Ela tava me esperando. Quando meu pau começou a pulsar dentro do cu dela, não passaram nem uns segundos até meu pau explodir, enchendo o cu dela de porra grossa. Gozei de um jeito incrível.
Ao sair do chuveiro, a gente riu, se abraçou, se beijou.
— Vou vestir um vestido e vou sem calcinha, assim vou sentir seu leite escorrendo entre minhas pernas — ela sussurrou no meu ouvido e foi pro quarto dela se vestir.
Nessa hora, ouvi o carro da minha mãe chegando, então me apressei pra me vestir e ajudar a descer as coisas que elas tinham comprado.
— E aí, mãe, como foi? — perguntei.
— Ah, Franco, se eu te contar... Tinha um trânsito infernal — ela respondeu. Descemos as coisas do carro e percebi que elas tinham comprado bebida pra caralho, então a noite ia ser longa.
Preparamos na sala umas frituras junto com as bebidas, e, como tinha prometido, minha tia apareceu com um vestido incrivelmente gostoso.
Começamos a beber, cantamos, dançamos por várias horas, nos divertimos pra caralho. A química que minha tia e minha mãe tinham era incrível, a irreverência delas, o carisma, fizeram a gente se divertir muito. As horas passaram, os copos acabaram, o álcool já tava subindo na minha cabeça e minha mãe percebeu isso.
— Vamos dormir, Franco, que amanhã tem escola — ela disse enquanto me ajudava a levantar.
Entramos no nosso quarto pra mim e minha mãe deitarmos e dormir.
— Mãe, a pessoa que eu tava conversando na escola era meu pai — falei pra ela.
— Franco, você tá bêbado, vai dormir — respondeu ela, seca.
— Mãe, ele foi me ver na escola e quer que eu vá com ele conhecer a nova família dele — falei, olhando nos olhos dela. Ela viu que eu tava falando a verdade, só baixou o olhar.
— Sabia que esse dia ia chegar. Você tem direito de conviver com seu pai, mas lembra quem esteve do seu lado todo esse tempo — respondeu, dava pra perceber que ela tava meio irritada.
— Mãe, acho que tenho direito de conviver com meu pai e não se preocupa, nunca vou embora do seu lado. Te amo — respondi e dei um beijo na bochecha dela, seguido de um abraço bem longo.Valeu por ter chegado até aqui, comentários, pontos e mensagens com contribuições são bem-vindos.
Minha mãe e eu vestimos nossos pijamas e deitamos na cama, os dois em silêncio tentando pegar no sono. Eu sempre tive facilidade pra dormir rápido, e naquela noite não foi diferente — capotei rapidinho. Dormia tranquilão até sentir meu celular vibrar várias vezes. Quando desbloqueei, vi que tinha um monte de mensagens da minha prima:
“Preciso de você”
“Tô na cozinha”
Levantei da cama fazendo o menor barulho possível pra não acordar minha mãe, saí do quarto e fui pra cozinha. Quando entrei, vi minha prima só de lingerie.
-É assim que você costuma dormir?- perguntei sem tirar os olhos das tetas dela -Você gosta?- ela perguntou enquanto se aproximava de mim
Não consegui responder, porque na mesma hora senti um empurrão que me jogou contra a parede, me deixando pressionado ali. Antes que eu pudesse reagir, minha prima começou a me beijar desesperadamente, com muita paixão
-Eu tô muito quente, os gemidos da praia me deixaram com muito tesão- disse ela enquanto continuava me beijando e passando a mão na minha virilha por cima da pijama
-Sério? Tavam gostosos?- respondi enquanto começava a apalpar as tetas dela
Dava pra ver nos olhos dela o desejo e a paixão, então enquanto a gente se beijava, deitamos na mesa da cozinha. Ela tirou o sutiã pra revelar as tetas lindas dela, eu beijei e comecei a acariciar, sabia que ela adorava. Depois de uns minutos beijando as tetas dela, nós dois tiramos o resto da roupa rapidinho
Depois de alguns minutos, ela virou pra ficar de bruços em cima de mim e deslizou o corpo até meu abdômen. Quando chegou lá, viu que meu pau tava duro que nem pedra e deu uns beijinhos nele, depois colocou meu pau duro entre as tetas dela e começou a esfregar pra cima e pra baixo. Nunca tinha fodido as tetas de uma mina antes, mas era uma sensação incrível e senti que ia gozar logo
-Carla, para que eu vou gozar- falei
-Então goza nas minhas tetas- ela sorriu e disse
Comecei a empurrar mais forte e mais rápido, gozei nas tetas e no pescoço dela. Ficamos ali uns minutos nos beijando, me dando tempo pra me recuperar. Enquanto a gente se beijava, eu beliscava e chupava os bicos dos peitos dela
Assim que me recuperei de vez, virei ela e comecei a chupar a buceta dela. Comecei devagar, lambendo de cima pra baixo, mordiscando o clitóris e comecei a enfiar dois dedos na buceta dela, deixando ela toda molhada, e comecei a empurrar devagar pra frente e pra trás
-Por favor, me fode, eu preciso de você dentro de mim- ela implorou depois de uns minutos Minutos depois, tirei meus dedos da buceta dela.
—Primeiro a gente te prova — falei, e dei meus dedos pra ela. Ela lambeu até deixar tudo limpinho, era uma cena fantástica. Ver a cara dela lambendo os próprios fluidos vaginais me excitava tanto que, depois de um beijo apaixonado, enfiei meu pau nela e comecei a comê-la.
Como já era altas horas da madrugada, a gente tentava não fazer muito barulho pra não ser descoberto. Pra abafar os gemidos dela, eu beijava ela, beijava enquanto meu pau metia violentamente naquela vagina molhada. A gente transou assim por uns minutos.
—Quero te comer de quatro — falei. Sempre fantasiei em poder comê-la assim. Ela se apoiou num móvel da cozinha, deixando eu ver aquele cuzinho delicioso.

—Vem e me come — ela dizia enquanto rebolava a bunda, me convidando pra penetrar ela. Dei um tapa em cada nádega e depois enfiei meu pau inteiro dentro dela, fazendo ela gemer. Sorri com aquele barulho e comecei a meter forte e rápido, do jeito que ela gostava.— Isso, isso, assim — ela gemia, se divertindo pra caralho. Eu também tava, e de vez em quando dava uns tapas nela e apertava os peitos dela. Os dois távamos incrivelmente excitados, e mesmo assim tentávamos fazer o menor barulho possível. Toda vez que minha prima soltava um gemido alto, eu puxava o cabelo dela, sinal pra ela ficar quieta, o que ficava difícil porque a buceta dela começava a apertar mais, sinal de que ela tava prestes a gozar.
— Vou gozar, me puxa o cabelo, vou gozar — ela dizia enquanto gemia, e com muito prazer fiz o que ela pediu. Peguei o cabelo loiro lindo dela e puxei com tanta força que o rosto dela ficou bem do lado do meu. Ela parecia que ia gritar, algo que eu não podia permitir, então enquanto com uma mão puxava o cabelo dela, com a outra tapei a boca dela, segurando o grito de prazer. A buceta dela escorria fluidos, sujando e molhando o chão da cozinha. Depois de uns segundos continuando a bombar meu pau dentro da minha prima, senti que tava prestes a gozar.
Com um puxão no cabelo, empurrei ela fazendo ela ficar de joelhos, e bruscamente enfiei meu pau na boca dela. Entrou inteiro até a garganta, e comecei a meter forte na boca dela. A cada estocada, sentia a ponta do meu pau chegando no fundo da garganta dela. A boca dela era tão quente, ainda mais com ela trabalhando os lábios e a língua com maestria. Quando tava prestes a gozar, empurrei meu pau completamente na garganta dela e segurei ali por uns segundos até finalmente gozar e esvaziar uma grande carga de porra dentro da boca dela, que parecia afogar minha prima. Quando tirei meu pau, minha prima cuspiu uma mistura de porra e saliva, que escorreu pelos peitos dela até cair no chão.
Nós dois Realmente ficamos exaustos depois de transar. Eu me sentei na cadeira mais próxima, enquanto minha prima ficou no chão. Quando recuperei o fôlego, me aproximei dela, que ainda estava no chão, e puxei seu cabelo com força.
— Por que você não limpa o chão? — falei enquanto empurrava a cabeça dela em direção às gotas que tinham escorrido pela cozinha. Ela não respondeu, só obedeceu. Começou a lamber o chão, e eu não conseguia distinguir se as gotas eram de porra, saliva ou os fluidos da buceta dela.
Era incrivelmente morbidão ver minha prima pelada lambendo o chão. O olhar de safadeza dela me fez perceber que minha prima sempre foi uma pessoa inquebrável, mas nunca pensei que fosse tão puta, e principalmente tão submissa. Levou uns minutos até ela terminar de limpar o chão. A gente se vestiu e foi para nossos quartos, mas antes eu dei um tapa forte na bunda dela de despedida.
Entrei no meu quarto e, graças a deus, minha mãe ainda tava dormindo profundamente, então pude ficar tranquilo e dormir de boa. Logo apaguei, porque era hora de recarregar as energias para o que viria depois.
Você é minha no colégio, então acordei bem cedo de manhã. Minha mãe e minha tia já estavam na cozinha preparando o café, então me apressei pra vestir o uniforme e desci pra tomar café.
— Bom dia — cheguei perto da minha mãe e dei um beijo na bochecha dela.
— E o meu bom dia? — disse minha tia. Notei que ela tava com ciúmes, porque depois do que rolou na praia, ela esperava que a gente tivesse mais intimidade.
— Bom dia, tia — falei enquanto me aproximava e dei um beijo na bochecha dela.
— Bom dia, meu menino — respondeu, enquanto com a mão massageava sutilmente minha virilha. Me afastei rápido quando senti a mão dela, porque não queria que ninguém nos descobrisse.
— Senta pra tomar café, filho, que a gente vai se atrasar — disse minha mãe enquanto servia meu café da manhã.
Tava comendo quando minha prima desceu com o uniforme dela. Pronto também nos preparamos para tomar café da manhã. Enquanto comíamos, minha tia comentou que ia ficar em casa porque não tinha emprego, mas que ia procurar um o mais rápido possível. Assim, fomos para a escola.
Ao chegar na escola e entrar na nossa sala de aula, descobrimos que o professor não ia dar aula porque estava doente. Sem nada pra fazer, eu e minha prima fomos até a cafeteria, onde encontramos a Paula, que parecia lembrar como ela tinha se comportado com a gente na festa dela.
— Oi, galera — ela disse com a voz doce e deu um sorriso safado enquanto passava do nosso lado. Ficamos estranhados, porque não era comum a Paula cumprimentar a gente, mas não demos importância.
Matamos o tempo da aula conversando e brincando na cafeteria. Minha prima não tinha intenção de fazer nada ousado na escola, porque já tinham pegado casais transando mais de uma vez, e as consequências eram muito sérias. Então, não íamos nos arriscar a ser suspensos de vez.
As outras aulas passaram normal, apesar de ser a última semana antes das férias. Os professores sempre tentavam espremer o tempo ao máximo pra depois encher a gente de dever de casa e foder com as férias.
No fim do dia escolar, saí do colégio e lá me deparei com uma surpresa: uma pessoa que eu achava que nunca mais ia ver na vida. Encontrei meu pai. Ele estava encostado num carro, esperando alguém. Nossos olhares se cruzaram e ficamos nos encarando por alguns segundos pra confirmar que era mesmo a pessoa que a gente pensava. Ele correu na minha direção e eu na dele, e nos encontramos num abraço forte. Depois do divórcio dos meus pais, eu nunca mais tinha visto ele.
— Franco, filho, olha como você cresceu — ele disse, ainda me abraçando. Parecia que os olhos dele iam se encher de lágrimas, e o sentimento também me pegou, porque comecei a chorar. Eu era criança quando meus pais se... Se divorciaram, eu lembrava com dificuldade de alguns momentos em que ele e eu jogávamos futebol, ele me ensinou a andar de bicicleta e me deu a bike que eu tinha até hoje como lembrança de que eu tinha um pai. Por causa da minha pouca idade quando meus pais se separaram, minha mãe nunca me explicou os motivos do divórcio, por isso sempre tive essa curiosidade de saber por que meu pai tinha me abandonado.
— Por que você foi embora? — perguntei com lágrimas nos olhos.
— Filho, vou te explicar tudo no tempo certo. As coisas mudaram, agora eu tenho outra família e quero que você os conheça — ele disse, me olhando fixamente nos olhos. Como assim, outra família? Pensei. Não sabia se concordava muito em conhecê-los, então só balancei a cabeça.
— Francooo — ouvi alguém gritar meu nome. Quando virei, vi minha prima me apontando para minha mãe, que nos esperava no carro.
— Acho que você precisa ir, mas não se preocupa, amanhã vou te visitar pra te levar pra jantar com minha nova família — ele disse e se despediu de mim com um abraço forte.
Quando entrei no carro com minha mãe, ela me observou por alguns segundos até que se atreveu a perguntar:
— Quem era aquela pessoa com quem você estava falando?
— Depois te conto, mãe — respondi, porque não sabia como tocar nesse assunto com ela. Se ela nunca tinha me falado do meu pai, devia ter seus motivos, então eu contaria quando estivéssemos a sós. Ela simplesmente deixou o assunto de lado e fomos pra casa.
Quando chegamos em casa, percebemos que minha tia tinha preparado o almoço. Então sentamos à mesa pra comer enquanto conversávamos sobre como tinha sido nosso dia.
— Sabem quem vai conseguir um emprego? — disse minha tia, orgulhosa. — Um fotógrafo me encontrou no Instagram, achou que eu era muito gostosa e que poderíamos fazer uma sessão de fotos. — Ficamos todos de boca aberta com a notícia e, sem pensar duas vezes, apoiamos ela. Porque, realmente, minha tia era muito bonita e tinha toda chance de fazer uma sessão. Como modelo, todos nós sentiríamos muito orgulhosos.
— Pois é, por que a gente não compra algo pra beber e comemora que você vai ser uma modelo gostosa? — disse minha mãe, animada.
— É, tia, vou com você — respondeu a Carla, e assim foram, foram pra um supermercado, me deixando sozinho com minha tia.
— Ó, meu menino, vou tomar um banho rápido enquanto sua mãe não chega — ela me disse com um sorriso no rosto e, em seguida, me deu uma piscadela. Entendi aquilo como um sinal, mas não tinha certeza. Depois de alguns minutos que minha tia entrou no banho, me aproximei do banheiro e não me surpreendi ao encontrar a porta meio aberta, o suficiente pra ver ela nua, esfregando o corpo dela de um jeito sensual.
— Oi, gatinha — ela disse ao me ver parado na porta do banheiro — Poxa, não consigo ensaboar minhas costas, pode me ajudar? — falou num tom que me deixou louco de tesão. Tirei a roupa e entrei no chuveiro com minha tia
Meu instinto tarado não falhou e logo a envolvi com meus braços pra beijá-la
— Oi, tia — falei enquanto a beijava, e ela começou a esfregar meu pau já duro. Sexo no chuveiro era uma fantasia que eu tinha, e fazer isso com minha tia me enchia de tesão
Beijei fundo, molhado, brincando com minha língua, e na hora percebi como ela ficava excitada. Massageava de leve a buceta dela enquanto me beijava. A mão dela começou a percorrer meu corpo, acariciou meu pau escorregadio de sabão e, quase sem perceber, desci minha mão rápido pra entreperna dela. Meu dedo tocou o clitóris dela, que já tava bem sensível. Mesmo ela soltando vários gemidos, não parou de me masturbar. Enfiei o dedo bruto bem fundo, e ela deixou escapar um grito — isso me excitou ainda mais. Virei ela rápido, apoiando os peitos e o rosto dela na parede fria, e enfiei de uma vez
Segurei ela pela cintura e ela ficou na ponta dos pés pra eu meter bem fundo. Tava dando umas estocadas violentas. Peguei ela pelo cabelo e comecei a puxar com força
— Tá gostando? — perguntei sem parar de meter. Fodia ela tão forte que logo senti a buceta dela começar a se contrair e apertar mais, sinal de que ia gozar. Ela soltou gritos e gemidos altos sem dar trégua, mas eu sentia tanto prazer que a gente tava gemendo e gritando tão alto que não duvido que os vizinhos ouviram a gente transar
Peguei shampoo e comecei a deixar cair gotas nas costas dela, gotas grandes e frias, descendo devagar da nuca até chegar na bunda dela, onde fiquei vários minutos passando bem. Tirei meu pau da buceta dela e abri bem as pernas dela, pra brincar com o sabão que tinha nas nádegas dela até que, de repente, enfiei meu dedo no cu dela A bunda dela, de novo, me fez gritar.
Eu tava brincando com a bunda dela, enquanto a água nos cobria, descia pelas costas dela e escorria pelo meu corpo. A água ardia, queimava, mas me excitava ainda mais. A gente tava muito quente. Comecei a mexer meu dedo mais rápido, e não aguentei: meti no cu dela com uma enfiada forte. Enquanto comia ela pelo cu, com minhas mãos comecei a massagear o clitóris dela. Tava masturbando ela enquanto fodía ela pelo cu. Que gostoso, que prazer. Tava quase gozando de novo, e ela sabia. Ela tava me esperando. Quando meu pau começou a pulsar dentro do cu dela, não passaram nem uns segundos até meu pau explodir, enchendo o cu dela de porra grossa. Gozei de um jeito incrível.
Ao sair do chuveiro, a gente riu, se abraçou, se beijou.
— Vou vestir um vestido e vou sem calcinha, assim vou sentir seu leite escorrendo entre minhas pernas — ela sussurrou no meu ouvido e foi pro quarto dela se vestir.
Nessa hora, ouvi o carro da minha mãe chegando, então me apressei pra me vestir e ajudar a descer as coisas que elas tinham comprado.
— E aí, mãe, como foi? — perguntei.
— Ah, Franco, se eu te contar... Tinha um trânsito infernal — ela respondeu. Descemos as coisas do carro e percebi que elas tinham comprado bebida pra caralho, então a noite ia ser longa.
Preparamos na sala umas frituras junto com as bebidas, e, como tinha prometido, minha tia apareceu com um vestido incrivelmente gostoso.
Começamos a beber, cantamos, dançamos por várias horas, nos divertimos pra caralho. A química que minha tia e minha mãe tinham era incrível, a irreverência delas, o carisma, fizeram a gente se divertir muito. As horas passaram, os copos acabaram, o álcool já tava subindo na minha cabeça e minha mãe percebeu isso.— Vamos dormir, Franco, que amanhã tem escola — ela disse enquanto me ajudava a levantar.
Entramos no nosso quarto pra mim e minha mãe deitarmos e dormir.
— Mãe, a pessoa que eu tava conversando na escola era meu pai — falei pra ela.
— Franco, você tá bêbado, vai dormir — respondeu ela, seca.
— Mãe, ele foi me ver na escola e quer que eu vá com ele conhecer a nova família dele — falei, olhando nos olhos dela. Ela viu que eu tava falando a verdade, só baixou o olhar.
— Sabia que esse dia ia chegar. Você tem direito de conviver com seu pai, mas lembra quem esteve do seu lado todo esse tempo — respondeu, dava pra perceber que ela tava meio irritada.
— Mãe, acho que tenho direito de conviver com meu pai e não se preocupa, nunca vou embora do seu lado. Te amo — respondi e dei um beijo na bochecha dela, seguido de um abraço bem longo.Valeu por ter chegado até aqui, comentários, pontos e mensagens com contribuições são bem-vindos.
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