
A história que vou contar agora é sobre minha sobrinha gostosa e deliciosa, a Vanesa. Ela é a filha mais nova da minha prima Maricarmen. Somos naturais de Atotonilco el Alto, Hidalgo. Meu nome é Manuel, sou um homem maduro de 50 anos, separado, e sempre fui muito voyeur, exibicionista e liberal quando o assunto é sexo. Gosto de ir a festas swing, filmar e tirar fotos transando... todas essas coisas. Tenho um pau de 22cm, grosso e com uma cabeça bem grande. A Vanesa sempre foi uma garotinha bem magrinha, mas quando fez 15 anos já estava com um corpo muito bonito. E agora, recém completados os 19 anos, puf... ela tem um corpo lindo e muito bem definido. A Vane tem 1,57m, é magrinha, cabelos longos ondulados e pretos, olhos grandes, negros e muito expressivos. Seios médios, mas bem redondinhos e empinados. A cintura é fina e os quadris, muito bonitos. As pernas, muito bem torneadas. E o melhor: a bunda dela, uff... para a altura e o biotipo dela, tem um traseiro muito gostoso. As nádegas são redondinhas e, o mais gostoso, bem empinadas. Enfim, é uma garota baixinha, mas tem tudo muito bem colocado no lugar. Sempre tivemos uma relação muito boa, nos vemos com frequência. A Vane e os irmãos sempre me cumprimentam com abraço e beijo. Mas, de um tempo para cá, notei que a Vane sempre me cumprimentava de forma mais efusiva, me dando um abraço bem forte e, logicamente, eu sentia os peitos deliciosos dela pressionando os meus. E, embora fosse difícil vê-la com outros olhos, com o tempo comecei a notar que, toda vez que ela me cumprimentava e me abraçava, eu não conseguia evitar uma pequena ereção no meu pau – que, modéstia à parte, tem 22cm, é um pouco grosso e com a cabeça grande, e tem uma pequena curvatura para cima, hehe. Apesar da minha idade, ainda tenho ereções muito boas e firmes. Enfim, tudo começou nas férias de verão passadas, quando uma das minhas filhas fez aniversário e me pediu para convidar a prima. Eu respondi que, por mim, não havia problema, desde que ela pedisse permissão à tia. E foi assim que... Eu, minhas filhas e minha sobrinha fomos para as lindas praias de Huatulco, e chegou o grande dia. Passamos na casa da minha sobrinha, não sem antes minha prima me dar mil e uma recomendações, hehe. Ela saiu toda contente, cumprimentou a mim e às minhas filhas, e partimos para pegar a estrada. A Vane estava vestida como toda garota da idade dela: uma minissaia bem justa e uma blusa meio decotada, o que me fez reparar como ela estava gostosa e delícia. A viagem toda elas ficaram ouvindo música e dando risada, até que finalmente chegamos. Fomos direto pegar a chave do nosso quarto. Lá dentro, eram duas camas de casal. Eu falei que ia ficar com minha filha mais nova, e a Vane com minha outra filha na outra cama. Elas pegaram as malas, colocaram nas camas e correram pro banheiro pra colocar o biquíni. Enquanto se trocavam, não resisti e olhei a mala da minha sobrina. Ela tinha levado umas roupas bem curtinhas, calcinhas cavadas e várias tangas. Não deu, fiquei de pau duro na hora. Quando saíram e vi a Vane, uau, ela estava super gostosa com aquele biquíni bem provocante. Eu tinha colocado um shorts larguinho e senti meu pau começando a endurecer. Fiquei nervoso, com medo que minhas filhas percebessem. Minha sobrina deu uma olhada disfarçada no meu volume e me lançou um olhar tipo "hmm". Aí eu falei pra elas irem na frente, que eu ia tomar um banho e já encontrava elas na piscina. Quando fiquei sozinho no quarto, não me aguentei e não parava de pensar na minha sobrina. Fiquei me questionando: "O que tá acontecendo, Manuel? É sua sobrina e você quer comer ela!" Peguei umas tangas da mala dela e pendurei como troféu no meu pau, que já estava bem duro e latejando. Fiquei um tempão me masturbando, e quando estava quase gozando, guardei as tangas de volta na mala e entrei no banho pra tentar esfriar a cabeça. Só de imaginar minha sobrina pelada, com aquele rabo delicioso que ela tem, já me deixava com tesão. Desci pra piscina, e no caminho não parava de pensar na minha sobrina e em como Que delícia que ela estava e eu pensei: calma, Manuel, você precisa fingir que quer vê-la e transar com ela, ou minhas filhas vão perceber. Cheguei e, como sempre fazia com minhas filhas, chamei elas para passar protetor solar, pois o sol estava pegando forte. Quando chegou a vez da Vane... puf, não conseguia parar de admirar seu corpo gostoso e, quando passei protetor nas costas dela, puf, senti outra ereção inevitável, mas me acalmei e disse para minhas filhas que elas mesmas passassem. Assim passamos a tarde toda nadando, conversando e tomando uns drinks, sem deixar de olhar disfarçadamente para minha sobrina e tirar muitas fotos. Sempre que dava, tirava fotos escondido da Vane, focando na sua bunda delícia e nos peitinhos redondos.Já no final da tarde, subimos para o quarto para tomar banho e nos trocar, para depois jantar e ir dançar; eu só tinha olhos para minha sobrina e para o quanto ela estava gostosa e boa. Ela colocou uma minissaia branca bem curtinha, com uma blusa daquelas bem decotadas na frente, e eu ficava imaginando a calcinha que ela estava usando ou um fio dental daqueles que tinha visto na mala dela. Minha sobrina estava virando uma obsessão, só de imaginar ela nos meus braços e comendo ela, era um tormento para mim, mas decidi parar de pensar nisso, pois a qualquer momento iam perceber que eu só ficava olhando para ela. Assim passou a noite e por volta da meia-noite fomos descansar.
Elas se trocaram e deitaram na cama para assistir um pouco de TV. Minha sobrina deitou do lado esquerdo da cama, então, esperto, me deitei do lado direito da outra cama. Eu pensei: se durante a noite ela destapar ou se mexer, vou poder ver seu rabo gostoso, hehe. As três colocaram aqueles roupões fofos para dormir, nenhuma estava usando sutiã, mas o da minha sobrina, mesmo não sendo curto, era um pouco mais justo que o das minhas filhas, e também dava para ver seus peitos redondinhos e durinhos muito bem. Eu saí na varanda para tomar mais alguns tequilas, elas adormeceram e eu continuava pensando na minha sobrinha, finalmente fui me deitar, quando subi na cama, notei que minha sobrinha estava de costas para mim e em posição fetal, fiquei olhando para ver se ela se descobria e eu podia ver sua bunda, assim adormeci e em um daqueles movimentos que fiz, uau. Pude ver que minha sobrinha havia se descoberto e seu roupão estava levantado até a cintura, e não pude acreditar no que via hmmm, ela estava usando uma calcinha e pude finalmente ver sua deliciosa bunda, não pude evitar e comecei a ter uma ereção, mas pensei, vou dormir senão vão acordar e me ver com essa ereção enorme e mais porque eu dividia a cama com minha filha mais nova. No outro dia acordamos e fomos tomar café, depois nos trocar e ir para a praia, do que percebi que minha sobrinha já havia notado que eu não tirava o olho dos seus peitos e sua suculenta bunda, e por isso ela também não perdia a chance de disfarçadamente olhar minha virilha e já se mexia mais gostoso ao caminhar e de repente se agachava empinando a bunda para que eu visse melhor hehehe, então pensei, "Manuel! ela já sabe que você não tira o olho da bunda dela", pois agora eu não apenas olhava, mas já imaginava transando com ela, fantasiava com ter minha boca e língua percorrendo toda sua deliciosa vagina e clitóris, e lambendo cada dobra do seu ânus, para ensalivá-lo e esfregar a cabeça do meu pau no seu cuzinho apertado uau… isso estava me deixando louco para foder minha sobrinha, quando estava imerso nesses pensamentos, reagi ao sentir meu pau começando a ficar duro, me apressei em levantar e dar um mergulho na piscina, ao sair elas estavam deitadas nas espreguiçadeiras, sabia que se continuasse ali, notariam minha virilha, então decidi subir para o quarto para tomar um banho, e sem querer ao passar pela espreguiçadeira da Vane… disse a elas que voltava em um instante, não sem dar um tapinha na sua bunda… puf! pensei! O que fiz, mas subi sem olhar para trás. Cheguei no Quarto, me despi e entrei no banho, mas não antes de dar uma olhada pela varanda e ver que elas ainda estavam nas espreguiçadeiras tomando sol; sem parar de pensar na minha sobrinha e em comê-la, fiquei com um tesão enorme e não aguentei, comecei a me masturbar. Depois de um tempo batendo uma e antes de gozar, saí do banho pelado com a toalha na mão. Tudo aconteceu tão rápido que só ouvi a porta abrindo quando virei e vi a Vane... e ela só disse: "Tiooo!" Mas não tirou o olho do meu pau duro. Por instinto, me cobri com a toalha, mas o volume ainda dava pra ver, virei rápido e falei: "O que foi, filha?" Ela só cruzou o olhar comigo e disse: "Desculpa, tio, vim pegar umas toalhas", e saiu tão rápido quanto entrou. Foi aí que pensei... Manuel, você tem que comer essa gostosa, ela tá a fim de você e ainda mais do que você tem entre as pernas, hehe. Além disso, pensei: bom, ela é minha sobrinha, filha da minha prima, mas o pai da minha prima e minha mãe são meio-irmãos, então sobrinha direta ela não é, e além do mais, ela é super gostosa e dá pra ver que ela também quer ficar comigo na cama. Desde aquele momento, só pensava em como fazer para filmá-la pelada e admirar seu corpo delicioso. Assim passou o resto da semana, e a cada momento era mais notável como a Vane olhava para o meu pau bem disfarçadamente e andava de um jeito mais provocante para mim, sem perder a chance de me abraçar e esfregar os peitos em mim, e em várias ocasiões passava perto de mim e roçava o meu pau com a bunda. Então, na noite antes de voltarmos para casa, eu disse a elas para carregarem bem os celulares e o tablet, já que a viagem era longa, umas 12 horas de Huatulco até a Cidade do México, e iríamos sair às 5 da manhã do hotel. Elas obedeceram e ocuparam todas as tomadas do quarto, fizeram as malas e deixaram tudo pronto para o dia seguinte. Depois do jantar, foram se banhando uma a uma, e a última a tomar banho foi a minha sobrinha. Eu estava na varanda tomando um café quando pensei: agora ou nunca... nunca; então parei e peguei a câmera de vídeo pronta e gravando, bati na porta do banheiro e disse à minha sobrinha: "Vane, posso entrar para conectar a câmera?" E ela respondeu: "Claro que sim, tio, pode entrar." Entrei, arrumei o mais rápido que pude e saí muito nervoso. Minutos depois, Vane saiu do banheiro já só de roupão e deitou. Eu fiz o mesmo; mas como todas as noites, costumava espiá-la para ver se ela se descobria de novo e eu podia ver sua bunda. E, como se ela estivesse pedindo, eram umas 2 da manhã, levantei para ir ao banheiro e voltei a deitar, sempre olhando para onde minha sobrinha estava. Naquele momento, ela meio que se descobriu e pude ver suas nádegas tão gostosas. Ela estava usando um fio dental e só dava para ver como o fio sumia entre suas nádegas, bem durinhas e gostosas, uau. Acabei dormindo pensando nela. No dia seguinte, bem cedo, enquanto elas se arrumavam, entrei para tomar banho e pude ver o vídeo que deixei gravando na noite anterior enquanto Vane tomava banho. Ao reproduzir, uau… era Vane totalmente pelada. Ela deve ter percebido que eu estava gravando, porque, de modo provocante, se secava e se agachava, mostrando suas nádegas gostosas e o ânus para a câmera. Depois, muito sexy, colocava seu fio dental vermelho, depois o roupão e saía do banheiro… pfff… não podia acreditar. Ela era toda uma garotinha muito safada e sexy, parecia que gostava de ser vista pelada. Finalmente chegamos à Cidade do México, por volta das 5 da tarde. Passamos para deixar minhas filhas em casa e de lá eram mais umas 2 horas de viagem até Atotonilco, nosso querido povoado, só eu e minha sobrinha. Eu estava decidido a fazer ela perceber o quanto eu a desejava e que eu queria comer ela, hehe. Partimos, e eu, malandrinho, comecei a bocejar e disse: "Ei, Vane, você não está com sono?" Ao que ela respondeu que não. "Pois é, dormiram o caminho todo, hehe." Vane me disse: "E você, tio, está cansado?" "Cansado não, mas com um pouco de sono. Se eu pegar no sono, a gente não chega, como você vê!" "Não chega como?", ela perguntou. "Pois é que… E aí eu acabo dormindo, é melhor descansar ou dormir num hotel e aí amanhã chegamos cedo, não acha? A Vane me respondeu: "Pois é, é melhor descansar, mas capaz da minha mãe dar um grito no céu hahaha". Ah, mas vocês, jovens, são espertíssimas pra inventar umas mentirinhas piedosas, né? Anda, Vane, fala com ela e vê o que você inventa, ou falo eu? "Mas, tio, ficar num hotel me dá vergonha e medo". Medo de quê, Vane? "Pois é, você e eu num hotel me deixa muito nervosa hahaha". Ai, mas a gente não acabou de passar uma semana num hotel ou o quê? "Ah, mas é diferente, estavam minhas primas". Ai, Vane, mas o que tem? Nada muda, só que em vez de 4 agora seremos só você e eu, além do mais, a gente vai pra descansar. Te garanto que não vai acontecer nada que você não queira que aconteça, tá? "Pois é, nisso você tem razão". Não me diga que você nunca entrou num motel? "Ai, tio, me dá vergonha! Olha, Vane, vamos fazer um trato, vai? O que acontecer ou se disser nesse carro, fica aqui, combinado?" Ela, com seu olhar doce mas sexy, me disse: "Vai, que vai, mas que minha mãe nunca fique sabendo, senão imagina!" Claro, o mesmo te digo, capaz de me pendurarem pelos tomates hahaha. A Vane soltou uma gargalhada daquelas hahahaha. "O que foi que eu disse?" Pois essa dos tomates, tio haha. Ok, estando de acordo, posso te fazer uma pergunta? "Claro, fala!" Suponho que você tem ou já teve namorados, não me diga que com eles você nunca entrou num motel? A Vane ficou meio vermelha e com seu olhar penetrante me respondeu: "Ah, claro que sim, tenho namorado e já fomos a motéis hehe". Pois então, o que tem de ruim a gente entrar num? Repito, não vai acontecer nada que você não queira. Tudo isso ia rolando no trânsito da cidade, já um pouco mais tranquilo, e eu via que a Vane não dizia nada. A cada palavra e risada que a gente dava, eu não perdia a chance de pegar na perna dela na altura do joelho e dar uma apertadinha. E isso me levou a ter uma ereção considerável, que dava pra notar no moletom que eu tava usando, mas a Vane, mesmo assim... Discretamente, ela não tirava o olho do meu pau, que já estava bem duro debaixo da minha calça. Paramos para abastecer e estávamos comentando como íamos falar com minha prima, quando meu celular tocou. Era minha prima Maricarmen: "Priminho, como vão as coisas?" "Pois é, Mari, estamos abastecendo. Já passei para deixar minhas filhas, mas o trânsito está um inferno, e ainda não saímos de Indios Verdes". A Vane ficava me olhando com um sorriso de safada que não dava para segurar, e com as mãos ela me perguntava o que a mãe dela estava dizendo. Eu pegava na perna dela e dizia com o olhar para ela aguentar um pouco, hahaha. Ela também pegou na minha perna e respondeu com o olhar que sim. "Ouvi, prima, a verdade é que já estou bem cansado e com sono, e queria te dizer se não tem problema da Vane e eu passarmos a noite na casa da minha mãe, e aí amanhã cedo vamos para Atotonilco. O que acha?" "Ok, priminho, tudo bem. Mas agora eu te peço um favor: olha, amanhã tenho que sair cedo para Pachuca por um trabalho que me pediram, não sei a que hora volto. Quando chegarem, se você puder passar para deixá-la com o irmão dela, ou você cuida dela e à noite, quando eu chegar, passo na sua casa para buscá-la". Puta, as coisas não poderiam ter saído melhor. Eu respondi feliz e contente, olhando para a Vane e pegando na perna dela, mas dessa vez deslizando da joelheira para a parte interna e mais acima da coxa, e fiz um sinal de positivo com o polegar de que estava tudo pronto, hehe. Desliguei e ela, já quase em cima de mim, me perguntou o que tinha acontecido. Só disse: "Tudo pronto, sem problemas". A Vane perguntou: "Sério, tiooo?" "Sim, filha, não se preocupa". Já com minha mão na coxa dela e acariciando, meu pau já estava latejando e ela, igualmente, não parava de olhar para minha virilha, de um jeito provocante. Feliz com o que tinha acontecido, ela me abraçou e me deu um beijo. "Uau, tio, não pensei que isso fosse acontecer, ainda mais com minha mãe me vigiando tanto, hehe". Eu respondi: "Pois é, é assim que você tem que se comportar, sua peste". Enquanto tudo isso acontecia, eu não parava de pegar na perna dela, cada vez mais alto e perto da sua... Buceta, eu percebia que ela gostava daquela carícia e me olhava de um jeito bem safado, com uma olhadinha pra minha rola. Na real, o trânsito tava terrível e a gente mal tinha saído de Indios Verdes pra pegar a estrada. Eu pensei comigo: "Manuel! É a hora de sondar a Vane direitinho, pra ver o quão quente e cachorra ela é". E já tava na minha cabeça pra qual motel a gente ia, rsrs. Só de pensar que em alguns momentos finalmente ia ter a Vane nas minhas mãos, ver ela pelada e meter como um louco, minha rola ficou duríssima. E a Vane, nervosa, olhando pros carros e também já mais descaradamente olhando pra minha rola. Ela até se inclinou mais pra mim, como querendo se encostar no meu ombro. Aí eu passei o braço por cima dos ombros dela e delicadamente peguei a cabeça dela, puxando pra perto de mim. Ela já não resistia, mas dava pra ver o nervosismo. "Ai, tio, na real tô com vergonha!" nervosa e com medo. "Por quê, Vane?" "É que sei lá, o que você vai pensar de mim?" "Não se preocupa, não tô pensando nada de ruim. É só que somos duas pessoas do sexo oposto que curtem aproveitar ao máximo a sexualidade, ou não?" "E por que nervosa?" "É que nunca fiquei com um homem bem mais velho que eu, e mesmo sendo família distante, a gente ainda é família, né? Rsrs... Ai, você reparando nisso!" "Não pense que eu também não tô nervoso. A gente tem que ter muito cuidado se for dar esse passo, tem que ser tudo super discreto, entende?" A Vane disse que sim. Enquanto isso, eu continuava acariciando as pernas dela, cada vez mais perto da buceta e da parte de dentro da coxa. Ela tava com um jeans super apertado e uma blusa decotada, dava pra ver os peitos redondos e gostosos dela. Mas já dava pra sentir o calor da buceta dela, isso me deixou a mil e super excitado. Ficou um silêncio de uns 10 minutos, já quase chegando no motel, quando eu perguntei: "E medo de quê?" A Vane soltou uma gargalhada e, olhando pro meu volume já bem óbvio, disse: "Ai, tio, na real dá vergonha, mas vou falar: na real, meus 3 namorados que... Eu tive, tipo, hmm... como te digo? E ela olhou pro meu pau, aí eu acho que as meninas são normais, mas você, nossa, tenho medo disso, vai doer muito, nunca tinha visto um assim tão grande e grosso. Lembra do dia que te vi saindo do banheiro? Juro que não dormi mais nada de pensar no tamanho que você tem, hehe... Sério, eu disse. A Vane me falou e confirmou com a cabeça que sim. Naquele momento, ela já não parava de olhar pro meu pau e pros meus olhos. "Olha, Vane!" Peguei a mão dela e coloquei sobre meu pau por cima da calça. "Sente e acaricia, me diz o que você sente." Na verdade, ela pareceu meio relutante no começo, mas eu fiz um pouco de força na mão dela e fiz ela pegar e acariciar, mmm... Já não estava me aguentando e senti um líquido começando a sair do meu pau, que estava duríssimo e empinado. Ela se virou, mas não parou de esfregar meu pau, e eu, por minha parte, já comecei a acariciar a buceta dela por cima do jeans apertado, e senti como ela começou a ficar molhada, e uns gemidos baixinhos começaram a sair da boca dela. Ela, com os olhos fechados, se deixando levar pelo momento, e eu comecei a ouvir a respiração dela ficando ofegante, e automaticamente ela começou a abrir as pernas, uau! Eu já não me aguentava mais.
Finalmente, na altura de Tizayuca, Hidalgo, entrei num motel que eu já conhecia. Era um motel bem confortável, com jacuzzi e espelhos por todos os lados. Quando entramos, o atendente ficou me encarando, porque viu a diferença de idade, e ela parecia muito novinha. Eu me adiantei antes que ele dissesse algo e falei: "Quer que eu mostre a identidade dela?" Ele respondeu: "Não, não tem problema nenhum", me deu as chaves e fomos para o quarto.
Apressado, saí para abrir a porta e dar a mão pra ela. Com um olhar doce e sensual, ela disse: "Que lindo, tio, obrigada!" Desci a mala dela e subimos para o quarto. Quando entrou e viu o jacuzzi e todos os espelhos, seus olhinhos de espanto percorreram o quarto. Ela se virou, me abraçou e disse: "Uau, tio, tá lindíssimo! E acho que vai cair bem um bom mergulho no jacuzzi. É verdade, eu tava cansado, peguei ela pela cintura e levei até a cama. Ela se jogou de bruços, comprida como era, e pude ver aquele bumbum lindo, redondo e empinado. "Vane, você não quer colocar algo mais confortável? Com essa calça super apertada que só Deus sabe como você conseguiu vestir, deve estar muito desconfortável. Foram muitas horas de viagem." Nessa hora já eram umas 18:30. Pra falar a verdade, eu também tava cansado, mas só de pensar que ia foder minha sobrinha, o cansaço sumiu na hora. Ela virou pra me olhar e soltou uma gargalhada: "Hahaha, sim, mas será que vou colocar o pijama e dormir? Hahaha". "Claro que não, bobinha, mas eu adoraria ver você com a mini branca que você usou em Huatulco." "Ahh", ela disse, "tá bom. Me dá licença, vou ao banheiro." Ela abriu a mala e tirou a mini. "Vane, sem vergonha, ok?" "Ai, tio, pra falar a verdade, dá uma vergonhinha, mas tudo bem. De qualquer forma, deixa eu ir ao banheiro, tô com vontade de fazer xixi, hehe." E entrou.
Eu aproveitei o momento pra pedir algo leve pra jantar e uma garrafa de vinho tinto. Rapidão, tirei a cueca e só coloquei o moletom. E dava pra ver minha pica no máximo, já saindo muito líquido da ponta. Quando a Vane saiu, eu tava deitado de costas na cama, só de moletom, com a pica dura que parecia uma barraca, hahaha. Ela só abriu os olhos e disse: "Tiooo..." sem parar de olhar pra minha pica. "O que foi, Vane?" "Não, isso aí não vai caber em mim." "Fica tranquila que eu me encarrego de fazer caber onde eu quiser." Me levantei, peguei ela pela cintura e beijei seus lábios pela primeira vez. Ela só fechou os olhos e se deixou levar. Em seguida, virei ela de costas, encostei minha pica naquelas nádegas deliciosas e com uma mão comecei a acariciar seus peitos, beijando delicadamente seu pescoço. Ela só começou a esfregar mais as nádegas e movê-las sobre minha pica. Assim, comecei a desabotoar sua blusa e sutiã, me ajoelhei atrás dela e comecei a mordiscar e beijar suas nádegas. Uau, aquele rabo estava espetacular com o fio dental vermelho quase sumindo. Eu só ouvia como ela começava a gemer e mover a bunda esfregando na minha cara, mmm que delícia o seu cheiro, eu já queria enfiar o pau nela como um louco, mas me disse: "Não, Manuel! Calma, você tem que dar o serviço da vida dela e fazer com que ela peça pra você meter". Eu me levantei e sentei na cama e pedi que ela levantasse a minissaia, e ela, obediente, disse que tudo bem, e começou a levantar lentamente e a se mexer de um jeito muito sexy, uau! Ela fez com uma sensualidade e safadeza que deu pra ver bem como o fio roçava o ânus suculento dela. Ela virou de modo provocante e com o dedo indicador me chamou pra me aproximar. Ela se aproximou de mim e disse: "E aí, tio, gostou de mim?" E eu respondi: "Ai, Vane, como não vou gostar? Olha só como você me deixou". Eu acariciei meu pau por cima da calça. Me levantei e não aguentei mais, comecei a beijá-la com ternura e luxúria por todo o pescoço, boca, acariciando a bunda gostosa e redonda dela. Comecei a beijar e chupar os peitos e mamilos dela. A Vane não fazia nada além de gemer como uma louca e contorcer o corpo todo, e não parava de esfregar a buceta no meu pau. Foi nesse momento que, pela primeira vez, ela meteu a mão por baixo da minha calça e começou a esfregar meu pau de cima a baixo e a acariciar minhas bolas com a ponta das unhas, mmm. Nós dois estávamos eufóricos e super excitados. Eu não parava de gemer e dizer: "Assim, gostosa, assim, não para, você me faz gozar demais". Num instante, ela virou de costas pra mim pra esfregar gostoso a bunda no meu pau, que nessa altura minha sobrinha não soltava mais e não parava de acariciar, da ponta até as bolas. Nesse momento, bateram na porta. Ela se afastou de mim bruscamente, me olhou e disse: "Quem é?" A carinha dela estava surpresa e assustada. Eu disse: "Calma, Vane, pedi um pouco de janta e umas garrafas de vinho tinto". Ela suspirou e me disse com cara de reclamação: "Ai, tio, que susto você me deu, pensei o pior, hahaha…" Ela se deitou na cama. Eu fui buscar as coisas e coloquei numa salinha que o quarto tinha. Ela se sentou só com a minissaia e a calcinha fio vermelha. Pronta e ela me disse: "Ai, eu estava precisando de um gole, tio". Servi duas taças, beijei-a na boca e disse: "Vane, vamos brindar por esse momento lindo. Você me faz o homem mais feliz do mundo, e pela garota mais linda e gostosa que já conheci. Saúde!" Ela se apressou para beber a taça toda e pediu outra. A abracei e derramei um pouco de vinho no seu pescoço e peitos, comecei a lambê-los. Ela começou a gemer na hora e a esfregar mais o corpo no meu pau, que naquele momento já tinha baixado um pouco, mas não parava de babar e vazar líquido. Ela sentia e apertava as pernas contra meu pau para se lambuzar... Mmm, que gostoso isso, tio, você gosta? "Sim, é delicioso", mmm, continua assim, tio, mmm. Uau, o fato de ela me chamar de tio e saber que era minha sobrinha era um tesão delicioso, me deixava mais quente cada vez que ela dizia. Virei-a de costas para mim e finalmente tirei seu minivestido. E o que vi, uau, que bunda linda aparecendo com esse fio dental vermelho. Finalmente, também tirei minha calça e comecei a esfregar meu pau na sua vagina. Ela se contorcia de prazer e começou a ficar super molhada, muito gostoso. De vez em quando, eu encostava só a cabeça na entrada da sua vagina, e ela instintivamente empurrava em minha direção para que eu enfiasse tudo, mas eu só deixava a pontinha entrar, e ela gemia de prazer até que chegou o momento em que ela disse: "Agora, tio, mete! Quero sentir dentro". Deitei-a na beirada da cama, desci sua calcinha com a boca até a altura dos joelhos, abri suas lindas pernas e comecei a chupar sua vagina e clitóris gostosos. Ela só se contorcia de prazer e não parava de gemer, já estava encharcada. Continuei assim por um bom tempo, enfiando minha língua na sua vagina e também um dedo, depois dois, até que chegou o momento em que ela quase gritou: "Tiooo, eu vou gozar!" "Sim, guria, me dá seus sucos, quero saboreá-los e senti-los na minha boca, mmm". Ela começou a se convulsionar freneticamente até que senti ela gozando, mmm. Sentir seus fluidos vaginais escorrendo me deixava louco. que engula todos eles, mas sem parar de lamber e chupar seu clitóris super inchado, mmm. Naquela hora, meu pau já estava super inchado, duro e babando. "Vem cá, pequena, agora é sua vez de me dar uma chupada. Vem, ajoelha." Ela obedeceu e, quando o viu na sua frente, virou para mim com aquela risadinha safada e disse: "Uau, tio... tá grande e gostoso mesmo, hein?". Começou me dando um beijinho na cabeça, depois lambeu todo o tronco e, pouco a pouco, foi enfiando meu pau na boca. Quando já tinha mais ou menos metade dentro, ela tirou e falou: "Não entra tudo, hehe". "Continua, neném, e relaxa. Vai ver que aos poucos você se acostuma com ele." Ela seguiu por um bom tempo, e eu gemendo e me contorcendo de sentir aquela boquinha de uma garotinha de 19 anos me chupando.
Depois, deitei ela na beirada da cama, fiz com que segurasse as próprias pernas, e com a calcinha nos joelhos... era o máximo de tesão vê-la daquele jeito. Com suas lindas pernas nos meus ombros – como ela era bem magrinha e baixinha, tinha uma flexibilidade absurda –, ela só olhava pro meu pau e fechou os olhos. Quando sentiu a ponta começando a perfurar sua buceta, soltou um gritinho: "Ai, tio, dói!". "Relaxa, minha pequena, só relaxa." Bem devagar, comecei a enfiar, centímetro por centímetro, até que meti mais da metade. Ela começou a se mexer muito gostoso, em círculos, e de repente, sozinha, deu um empurrão e enfiou tudo. "Ai, tio, que gostoso... deixa assim dentro, mmm, que gostoso que eu sinto, mmm..."
Pouco a pouco e devagar, comecei com o vai e vem. Ela gemida, gritava, e depois, já bem lubrificada, comecei a meter e tirar mais rápido, e com um empurrão brusco, deixava até o fundo da sua buceta. "Assim, tiooo, não para! Me fode assim, não para, aiii..." Ela gozou duas vezes, até que me disse: "Tio, agora vem! Quero sentir você dentro, aiii, me dá tudo!" Vane pedia que eu gozasse dentro dela, porque toda a família sabia que, desde que minha filha mais nova nasceu, eu tinha feito vasectomia. Por isso essa sobrinha tarada pedia por porra. E assim continuou, não. parecia assim, assim tão gostoso aiii mmmm, me come me come, até que ele gozou pela terceira vez, logo soltei toda minha porra dentro dela aiii que gostoso mano que delícia, deixei dentro um bom tempo e ao tirar olhei como saía meu sêmen da buceta dela super molhada dos nossos fluidos mmmm… que delícia Vane, você me deixou seco, ai mano e agora não tem mais! hahaha com uma cara de safada ela disse, calma Vane, claro que tem mais, ela se levantou da cama se agachou na minha frente muito sensual e tirou a calcinha que ainda estava na altura dos joelhos e jogou em mim, quando ela andou vi como minha porra escorria pelas pernas dela, pegou uma taça de vinho e tomou de um gole depois serviu outra para ela e para mim, andando muito tesuda e foi para o jacuzzi para começar a encher. Vem mano, vamos relaxar um pouco, na verdade fiquei um pouco dolorida mas foi uma delícia; fui para o jacuzzi ainda com meu pau molhado pelos fluidos da Vane, quando entramos tomamos algumas taças e Vane começou a acariciar meu pau de novo, não parava de brincar com minhas bolas quando comecei a ficar duro de novo mmm, fiz ela ficar de frente e de costas para mim e se apoiar na borda do jacuzzi, para admirar sua bunda gostosa ela já um pouco bêbada se inclinou de tal forma que pude admirar seu ânus gostoso, uau Vane que cu tão gostoso você tem, ela virou bem sensual e me olhou dizendo, você gosta! E com certeza quer comer né mano, pois claro me levantei e servi mais vinho, ela estava bem inclinada e com um gole de vinho na boca, me ajoelhei atrás de suas nádegas, as abri e cuspi o vinho no seu ânus para depois passar minha língua mmmm… ela começou a gemer e mover seus quadris em círculo e me disse, assim tio lambe meu cu eu adoro sentir sua língua aiii que gostoso mmmm, depois de um tempo chupando o cu da minha sobrinha me sentei na borda do jacuzzi e disse vamos ver Vane, chupa meu pau de novo, ela se ajoelhou de tal forma que suas que delícia essa bunda e ela começou a chupar meu pau, e como ela estava meio bêbada começou a me dar uma mamada incrível no pau e nas bolas, e já cabia mais pau na boca dela, mmmm tiooo que delícia você tá duro e grande, nunca tinha pego um assim tão grosso e grande mmmm, não para gostosa assim, eu me esticava de um jeito que abria suas nádegas pra ver seu cu, já que tinha espelhos por toda parte do quarto e dava pra ver de qualquer ângulo. Depois nos acomodamos bem na jacuzzi de um jeito que desse pra ver tudo nos espelhos, ela sentou em mim e arqueando a cintura, me dizia, tiooo você tá bem duro de novo, é assim minha gostosa linda, você quer de novo? Siii me dá outra vez. Então a posicionei de um jeito que, sentada assim, ela começasse a enfiar de novo, quando meu pau tava dentro da sua buceta ela mesma começou a subir e descer, cada vez mais e mais rápido, ai mmmm que gostoso assim me fode mais mais que delícia, ela gritava e gemía de prazer com os olhos fechados e a língua passando de um lado pro outro dos lábios, mmmm que gostoso minha gostosa linda você me deixa louco de prazer, era a glória ter uma garota fodendo como louca, assim Vane não para que você me deixa louco, quando senti que ia gozar pedi pra ela parar, e saímos da jacuzzi, Vane saiu e sem soltar meu pau fomos pra cama, eu não parava de olhar os espelhos e ver aquela garota que podia ser minha filha, agarrando meu pau mmmm. Deitei ela na cama de lado e me coloquei atrás dela da mesma forma, Vane virou pra me olhar e disse? E agora em que pose você vai me fazer, aposto que nunca fez assim Vane? Não, na verdade nisso de poses e muitas outras coisas nunca experimentei variedade e soltou sua risadinha nervosa haha; bom você só se deixa levar e aproveita ok, tá bom; assim os dois de lado eu atrás levantei levemente sua perna e comecei a meter e tirar da sua delícia e molhadíssima buceta, mmm que gostoso assim mmm não parávamos de gemer, os movimentos cada vez mais frenéticos, quando dava uma empurrada pra enfiar até o fundo, ela empurrava a bunda assim pra eu enfiar tudo, ai caraa que gostoso não para assim mais mmmm me come não para, gritava e gemida mmm assim mais enfia tudo uau que gostoso ufff eu vou gozar, sim meu amor goza mmm que gostoso sentia como escorriam seus líquidos mmm assim ela quis parar porque gozou gostoso pra caralho, mas eu continuei metendo e sacando e ela começou de novo a se mexer que nem louca, pedindo mais pau assim caraa vai sim não para ayyy que gostoso, me dá teu leite caraa me dá tudo quero sentir dentro de mim ai mmmm já me dá; eu socando e prestes a descarregar meu leite, perguntei onde você quer gostosa, ¡ela gemendo me disse joga na minha bunda Siii! Eu continuei metendo que nem louco não queria tirar e assim fiquei mais um bom tempo ela pedia pra eu gozar mas eu continuei comendo minha sobrinha gostoso demais mmmm, coloquei ela agora deitada de bruços pra admirar a bunda dela, me ajoelhei em cima dela e ela abriu as pernas o máximo que pôde, levantou o cuzinho e por um momento pensei em deixar ir no cu, mas preferi que fosse em outra ocasião, então enfiei tudo apoiado com meus punhos na cama, começou o vai e vem, olhávamos no espelho e a imagem que víamos era a mais tesuda, ver aquele corpo pequenininho e magrinho, engolindo meu pau uau era tesão demais, então ela pra ter tudo dentro levantou mais a bunda e assim continuamos por mais um tempo, ¡até a Vane me disse! Já tio goza quero sentir na minha bunda sim vamos logo goza, então tirei e comecei a bater uma e a Vane via no espelho como eu batia e levantava bem gostoso a bundinha e me dizia sim assim goza me enche de teu leite, então não aguentei mais e uau saíram vários jatos de leite que encheram as costas e bunda dela, terminei exausto e deitei em cima dela, que loucura Vane você me deixou seco; ela me abraçou me beijou e agarrando meu pau me disse no ouvido, ai tiooo foi incrível, mas a verdade é que você me deixou dolorida, não sei como entrou tudo hehe….foi gostoso demais, pegou meu pau entre as mãos e Acariciei e, olhando nos meus olhos, ela me perguntou: "Ei, tio, quanto mede de verdade esse negócio grande, hehe?" Eu a beijei e em um sussurro disse: "Quer saber quanto mede? A verdade é que eu já medi e são 22cm. Hehe." "O quê? Sério? Isso é enorme, uau!" Conversamos um pouco sobre como tínhamos que ser discretos e coisas assim, e assim, entrelaçados, cansados da viagem e da transa gostosa que demos, acabamos dormindo profundamente até as 8 da manhã. Depois, levantamos, tomamos banho, esquentamos um pouco e fomos para a cidade, hehe. Se você quer saber o que aconteceu quando chegamos e ver como, pouco a pouco, fui transformando minha sobrina em uma verdadeira amante e numa mulher safada na cama: fique ligado na próxima história da minha sobrina Vanesa… "Continuar".

3 comentários - Minha sobrinha Vanesa