Sou novo escrevendo, então se tiverem alguma sugestão pra melhorar, podem falar nos comentários. Também deixo claro que os personagens são fictícios, não tenho direitos sobre as imagens usadas, já que foram tiradas da internet sem intenção de prejudicar ninguém. Tem poucas imagens porque não encontrei muitas que pudesse usar nesse contexto, e muito obrigado por lerem. Olá, vim contar a história mais louca e excitante que já presenciei. Me apresento: meu nome é Luís, sou de um vilarejo rural pequeno e afastado, e como é costume aqui, todo fim de semana as famílias se reúnem numa casa e passam um tempo de qualidade juntos. Eu moro com minha mãe; meu pai morreu quando eu era bem pequeno num acidente de carro. A questão é que a reunião dessa vez caiu num dia especial, em que se celebrava o aniversário de uma santa do povoado. Por isso, muitas famílias se juntaram pra levar a estátua da santa pra missa, e depois faziam uma festa pra comemorar. Eu tenho 22 anos e sou um jovem que sai bastante pra me divertir com os amigos, e às vezes fumo um baseado ou uso outro bagulho, mas não em quantidade, só pra curtir mais quando vou ao bar com a galera. A parada é que, como eu fazia uns bicos pra ganhar dinheiro, me inscrevi junto com um primo e um amigo pra ajudar nos preparativos da festa. O dia chegou, e a missa foi tranquila, de boa. Depois, tive que carregar a estátua com mais 7 pessoas, 2 em cada andor, e assim a gente a fez desfilar por todo o povoado. Depois disso, chegamos na área da festa e tivemos que fazer a santa dançar enquanto os músicos tocavam e soltavam foguetes, e o povo dançava ao redor. Depois, deixei a santa pra que mais gente pudesse dançar com ela e tive que ir ajudar a servir a comida pros outros convidados. Além disso, toda vez que faltava alguma coisa, eu tinha que ajudar, seja com o equipamento de som ou saindo pra comprar algo que estivesse faltando. Já entrando umas 10 da noite, minha mãe ficou com sono e foi pra minha casa. Fui pra casa dormir e eu fiquei na festa ajudando em mais coisas com meus amigos. Ficamos assim umas meia hora até chegar os pedidos de cerveja que tinham feito com uma vaquinha de todos os convidados pra festa, e nos deram a tarefa de despejar tudo num containerzão que parecia ter capacidade pra uns 100 litros, pra galera poder se servir à vontade nos copos. Quando terminamos de encher o container, meu amigo, do nada, tirou 4 cartelas de Viagra de 10 comprimidos cada e, com um sorriso maldoso, jogou tudo no containerzão. Quando eu tentei reclamar por que ele tinha feito aquilo e o que ia acontecer se descobrissem, meu primo entrou na jogada, tirou do bolso uns comprimidos brancos e jogou no container também. Aí, como eu era o único que não tinha jogado nada, os dois começaram a me cobrar. Então eu vasculhei meus bolsos rápido e achei um saquinho de pó branco e, nervoso, joguei também. Aí os dois me agarraram e falaram que agora éramos cúmplices e que nada do que aconteceu ali vazava. Quando eu ia falar alguma coisa, chegou um dos organizadores perguntando se a gente já tinha terminado. Falamos que sim, e o cara, educado, disse que a gente já podia ir curtir a festa e nos pagou. Eu fui pra onde estavam servindo a comida porque ainda não tinha jantado nada, mas meu primo e meu amigo foram atrás das mulheres. Eu também queria ir, mas ainda tava nervoso pelo que a gente tinha feito. Então, sentado, pedi pra minha tia, que tava ajudando na comida, me servir um prato e comecei a conversar com minha prima que também tava lá. Depois de meia hora, a comida acabou e a maioria da galera já tava dançando. Eu ajudei minha tia a guardar as panelas e via meus amigos de longe, conversando bem coladinhos com umas novinhas enquanto bebiam. De repente, chegaram duas vizinhas já coroas e o filho Renato de uma delas, que era meu amigo de jogar bola, tipo uns 50 anos a mãe. do meu amigo e a vizinha de uns 40 e poucos anos, mais ou menos. Minha tia tem 46 e minha prima tem 19. Elas chegaram com dois jarros grandes de cerveja pra dividir, mas pela cara vermelha delas, parecia que já tinham bebido. Aí começaram a conversar, e minha tia e prima foram ficando cada vez mais vermelhas conforme a gente acabava com a bebida. As senhoras foram se aproximando de mim e do meu amigo. Minha tia parecia que tinha ficado tonta e foi pro banheiro com a desculpa de que tava se sentindo mal, mas minha prima ficou. Depois disso, meu amigo já tava quase em cima da minha prima, e as duas senhoras tinham colocado a mão nas minhas pernas, cada vez mais perto do meu pau. Como a gente tava na cozinha, num lugar meio escondido do pessoal da festa, tudo explodiu quando meu amigo, que é saudável e não costuma beber, não aguentou mais e começou a passar a mão na buceta da minha prima. Ela já não escondia mais os gemidos. Aí as vizinhas puxaram meu pau pra fora e começaram a chupar ali mesmo, enquanto eu metia a mão por dentro das saias delas e passava a mão na buceta. Depois eu levantei, coloquei elas de quatro no chão, tirei a calcinha das duas e meti primeiro na buceta da mãe do meu amigo, enquanto brincava com a buceta da outra. Minha prima começou a engatinhar e chegou perto da gente, e meu amigo ficou atrás dela, comendo ela gostoso. Minha prima se virou e começou a beijar a vizinha que eu tava masturbando, enquanto a mãe do meu parceiro gemia forte e, com a mão livre, eu brincava com o cu dela. Aí as três senhoras se juntaram e deram um beijo triplo. Meu parceiro tirou o pau da minha prima e meteu na senhora que tava livre. Então eu soltei a mãe dele, puxei minha prima pela cintura e meti de uma vez no cu dela. Ela soltou um gemido forte, que foi abafado pelos lábios da mãe do meu parceiro. A gente ficou um tempão trocando de casal, mas eu tinha que dar mais atenção pra mãe do meu amigo, porque ele não queria fazer nada com a própria mãe. Então eu comi com gosto as duas. Senhoras, e ele estava aproveitando minha prima, até que numa foda dupla que estávamos dando na vizinha, ele não aguentou mais e gozou com um gemido enorme enquanto se mijava, e meu amigo encheu a boca dela de porra enquanto eu enchia a buceta dela.
Algo parecido aconteceu com minha prima, já que o Renato comia a buceta dela enquanto se beijavam, e eu metia no cu dela puxando o cabelo enquanto me beijava com a mãe do meu amigo. Enchemos os dois buracos delas de muito leite, e as duas caíram de cansaço e por causa do álcool.
Depois disso, só fiquei eu e a mãe do Renato. Eu não caí porque sempre saía pra festas e já tinha bebido coisas mais fortes que só cerveza, e por causa do Viagra, meu pau ainda tava bem duro, insatisfeito. Metia com força na mãe do Renato, esfregava o clitóris dela enquanto chamava ela de puta, vagabunda, e dava beijos com mordidas nas costas dela. Ela só esfregava os peitos e gemia, gemia alto até gozar, soltando um squirt igual à outra vizinha, e caiu exausta. Eu tava insatisfeito porque já tinha experiência de transar em todas as minhas saídas pra festas, e agora com o Viagra ainda tinha lenha pra queimar por muito tempo. Até que me acalmei um pouco, voltei aos meus sentidos e comecei a ouvir muitos gemidos vindo de fora. Cheguei perto de uma janela e vi que lá fora era uma orgia. Embora não estivessem todos juntos, tinha muitos homens e mulheres reunidos atrás das barracas, nos bancos e atrás do palco da banda, todo mundo transando. Até dava pra ver, lá longe, meu amigo junto com meu primo e outros três caras dando amor pra uma senhora e duas novinhas.
O som era bem evidente, mas depois eu agucei mais meus ouvidos e consegui ouvir um gemido próximo que vinha de trás da porta que dá pro corredor do banheiro. Me aproximei na surdina e abri rápido. Me deparei com a imagem da minha tia ajoelhada no chão com a calça arriada e uma poça de urina por toda a masturbação que ela tinha feito. Quando ela me viu abrir a porta e percebeu que eu estava com o pau de fora, se assustou e ficou apavorada ao mesmo tempo. Então eu me aproximei, balançando meu pau de propósito na frente dela, dizendo coisas tipo:
— Eu: Ué, mas o que cê tá fazendo aqui, tia? Se tava com tanta vontade, podia ter se juntado à diversão.
— Eu: Olha só, cê tá com sorte. Eu mesmo vou te atender.
— Tia: Cê tá louco, sou sua tia... como... cê pode pensar... nisso.
— Eu: Mas isso não me importou com a minha prima, por que ia me importar agora?
— Tia: Ah!... isso... não... é certo. O que sua mãe ia dizer se te visse?
— Eu: *já muito louco por causa do álcool* A verdade é que não me importa. Como cê pode ver, lá fora todo mundo tá transando. E se minha mãe tivesse aqui, eu mesmo já teria enchido ela de porra. Quem sabe até teria engravidado ela, pra me dar uma filha com quem eu pudesse "brincar" numa festa de padroeiro quando ela crescesse.
— Tia: Ahh!!... mas que menino imoral! Como cê pode falar assim da sua mãe? Não tem respeito?
— Eu: Chega, tia. Cê me chama de imoral enquanto se masturba vendo a gente comer sua filha e suas vizinhas.
— Tia: Não, eu não queria... só que... o... álcool me nublou e... eu... não.
— Eu: Chega de enrolação, tia. Sabe o que é bom pra você, de minha mãe não estar aqui??
— Tia: Não... não sei... o que é... bom... hein?
— Eu: *seguro ela pelo queixo e me aproximo* O bom pra você é que quem vai encher de porra vai ser você.
Depois disso, beijei ela à força. Ela até tentou me empurrar, mas eu me joguei por cima dela e comecei a masturbar ela à força. Ela pedia pra eu não fazer, que éramos família, mas eu tava pouco me lixando e continuei beijando ela. pescoço e descia até os peitos dela, chupando, apertando e mordendo um pouco. Depois disso, quando vi que a resistência dela tava fraquejando, sussurrei safado no ouvido esquerdo dela que ia meter nela. Ela se assustou e pediu de novo pra eu não fazer, que era irmã da minha mãe, mas não fazia nenhum esforço pra se soltar, era só conversa fiada. Meus dedos dentro dela mostraram que ela queria sim, porque ficou mais molhada e a buceta dela se contraía cada vez mais nos meus dedos. Eu falei: "Mentirosa, seu corpo tá contando toda a verdade dos seus desejos." E me posicionei na entrada dela e enfiei de uma vez.
Completo, ela soltou um gemido forte e comecei o vai e vem, tirava tudo e ela pedia "não, mais" e eu metia de novo, assim uma, duas, três vezes. Depois, não tirava completo e fazia o vai e vem tradicional, mas mais rápido. Fiquei assim por um tempo até perceber pelos gemidos dela que ela estava perto de gozar. Então parei completamente, e ela ficou confusa, perguntando por que eu tinha parado na melhor parte, e começou a reclamar. Eu respondi com uma risada malvada, dizendo que se ela quisesse gozar, tinha que me pedir para deixá-la gozar, e se não fizesse isso, não daria mais nada e iria embora. Ela engoliu o que tinha dito antes e me pediu, por favor, para fazê-la gozar. Feliz, meti de novo, e dessa vez ia mais forte.
— Eu: Como é que é, tia? Que eu o quê?
— Tia: Me faz gozar, Luis, querido.
— Eu: Repete, tia, quero ouvir mais.
— Tia: Por favor, Luis, me dá o gozo que você daria pra minha irmã, me dá tudo.
— Eu: Parece que você realmente deseja isso com todo o corpo, tia.
— Tia: Sim, sobrinho, me enche, me enche toda.
Eu, depois de ouvir isso, continuei metendo forte e gozei dentro dela com toda a força, e ela também gozou.
Depois disso, eu continuei duro e continuei metendo forte, massageando o clitóris dela com força pra ela ter múltiplos orgasmos. Eu gozei dentro dela de novo, e ficamos assim por um bom tempo até que eu não aguentava mais e ela caiu no chão, exausta. Eu sentei, meio esgotado de tudo, e vejo minha prima acordar de onde estava largada e me ver acabando de encher a mãe dela de porra. Mas talvez a cena fosse lasciva demais pra ela, que me soltou um sorriso safado, olhando pra mãe dela e pra mim. Eu me aproximei dela, e ela me beijou apaixonadamente e disse que, de agora em diante, sempre que eu quisesse, poderia ir na casa dela passar um tempo gostoso e, se o pai dela não estivesse, poderíamos fazer um menage com a mãe dela. Ela também disse pra eu não me preocupar, que ela ia cuidar pra minha tia ser só minha puta daqui pra frente e que daria um jeito pro pai dela não tocar nela. Eu só sorri pra ela e falei que contava com ela. Aí me levantei pra ir embora, mas ela me segurou. Disse que eu ainda não podia ir, que faltava uma mulher que eu tinha que dar minha porra, e apontou pra mãe do Renato, que tinha desmaiado quando gozou, mas não me fez gozar. Eu não tava muito a fim, tava cansado de todo o sexo que rolou, mas ela começou a me chupar e me forçou a ter uma gozada. Mas quando eu ia gozar na boca dela, ela parou e guiou meu pau pra mãe do Renato. Eu, pra me livrar, só fiz umas metidas rápidas com o pau meio duro que eu tinha e gozei dentro da mãe do meu amigo, mesmo não sendo tanto quanto antes, foi uma boa quantidade. Terminado isso, minha prima lambeu o que saía da buceta da senhora e me olhou de um jeito pervertido, dizendo que eu era muito guloso, porque ela achava que eu queria engravidar a mãe do meu amigo. Eu refutei, dizendo que ela me obrigou a dar uma gozada, mas ela respondeu falando que só me disse pra dar uma gozada na mãe do Renato, nunca disse dentro da buceta dela, e que eu podia ter gozado no cu dela, como fiz com ela, enquanto ria de mim. Envergonhado, não falei mais nada e comecei a ir embora, mas perguntei se ela podia cuidar da galera de lá. Ela disse que sim, pra eu não me preocupar. E parti de volta pra casa, já que eu morava num sítio que era meio afastado da cidade. Pra chegar em casa, tinha que caminhar umas meia hora. Quando cheguei, o portão tava fechado, mas eu tinha minha chave reserva. Entrei em casa e fui pro quarto que divido com minha mãe. Já que meu pai morreu, minha mãe se sentia muito sozinha, e por isso eu dormia com ela e dividia o quarto até hoje. Ao entrar no quarto, vi minha mãe dormindo de pijama, que é uma camiseta meio velha e uma saia. Eu tirei a roupa porque tava fedendo a álcool e sexo, e me meti na cama, deitando atrás dela, tipo colherinha. Aí lembrei das palavras da minha tia quando eu tava fodendo ela e a frase "me dá o leite que você daria pra sua mãe" foi o que passou na minha cabeça naquele momento. E por causa do tesão, com a mão, levantei a saia dela e baixei a calcinha da minha mãe até os joelhos. Depois, me encostei nela, tipo colherinha, e coloquei meu pau inteiro, pelado, naquela racha linda da bunda dela. Me grudei nela e meti a mão debaixo da camiseta dela, agarrando um peito dela com a mão toda. Eu sabia que minha mãe tem o sono pesado e não tinha medo de ela acordar. Queria brincar um pouco antes de deixar tudo normal de novo, mas o calor dos lençóis junto com o cansaço fizeram o sono me vencer, e eu acabei dormindo naquela posição com minha mãe. No dia seguinte, minha mãe parecia meio feliz e brincalhona, embora não tenha dito nada. Só comentou que no dia anterior eu tinha chegado muito bêbado e feito umas travessuras quando voltei. Aí, nervoso, me fiz de desentendido. O rosto dela mudou pra uma expressão de leve decepção, e seguimos como se nada tivesse acontecido. Duas semanas depois, fiquei sabendo que minha prima tava grávida do meu amigo, mas ele não quis assumir a responsabilidade, com a desculpa de que não lembrava de nada do que tinha rolado naquele dia. dia da comemoração (e eu até acredito nela em parte, porque ele sempre teve fama de não aguentar bebida) e fugiu da cidade, deixando a mãe sozinha também. Isso fez com que meu tio expulsasse minha prima de casa, e ela veio morar com a gente. Além disso, o que aconteceu naquele dia, a cidade inteira abafou, ninguém falava sobre isso, mas culparam meu amigo por tudo, por ter colocado Viagra no álcool, já que ele era de outra cidade e só veio visitar. Então, meu primo e eu saímos ilesos por pouco, mas nunca mais vimos nosso amigo. Ele foi embora da cidade no dia seguinte depois de ser acusado de tudo, e nunca mais o vimos, ele também trocou de número. Dois dias depois, recebi a visita da mãe do meu amigo, que não se responsabilizou, e da vizinha com quem eu tinha transado, e elas me deram a notícia de que ambas estavam esperando um filho meu e que esperavam que eu assumisse a responsabilidade por elas. Eu queria fugir, não sabia o que responder, mas minha mãe me segurou com um tapa na cabeça, e dava pra ver a raiva que ela sentia de mim. Então, fui obrigado, por causa da minha mãe, a acolher as duas mulheres no rancho e arrumar um quarto para elas, já que, por algum motivo, minha mãe não queria parar de dividir o quarto comigo. Naquela mesma tarde, minha prima descobriu que eu tinha engravidado as outras mulheres e me disse, com uma cara de medo e nervosismo, que minha tia também estava grávida de mim. Fiquei pasmo, não sabia o que pensar, mas ela me disse que fizeram meu tio acreditar que o filho era dele, que ele tinha transado com ela no dia da festa e não lembrava porque estava muito bêbado. Eu já estava suando frio. Ela me contou que carregou meu tio até em casa porque o encontrou caído, dormindo no chão atrás de uma barraca, com o pênis pra fora, enquanto dois caras comiam uma garota ao lado dele, e ela usou meu sêmen escorrendo da minha tia como prova de que eles dois tinham transado naquele dia, embora meu tio não estivesse muito convencido. 9 meses depois, todos nasceram. bebês, no total tive 4 filhas, duas gêmeas da mãe do meu amigo, uma da vizinha e uma da minha tia. Ter netas fez com que a raiva da minha mãe por mim sumisse e ela sempre ficava feliz. A vizinha que eu engravidei se chama Marta, a mãe do meu amigo é Juana, minha mãe é Brigit, minha prima que também teve uma menina se chama Paola, e minha tia se chama Liliana. Como a Marta era dona de uma loja na cidade, fraldas e suprimentos não foram problema pra conseguir, mas o tesão que minha prima provocou ao longo dos meses era tão forte que as senhoras e minha prima estavam vendo como fazer minha mãe se juntar a elas e também virar minha mulher. Claro, eu sempre gostei dessa parada de incesto e também tava a favor de ter minha mãe como esposa, mas tudo ia dar merda porque meu tio nunca engoliu completamente a história de que tinham transado no dia da festa e mandou fazer um teste de DNA pra ver se a filha era dele ou não. Então não tive escolha a não ser confessar tudo e ganhei o desprezo da minha mãe. Minha tia veio morar com a minha mãe, minha prima, minhas mulheres e eu, já que o tio botou ela pra fora de casa com o bebê e tudo. Minha mãe ficou puta comigo de novo, mas as netas fizeram ela voltar a ser feliz, mesmo estando brava com a irmã dela. E assim termina essa história maluca onde a cidade inteira teve uma orgia e eu acabei com um harém de mulheres. Espero que tenham gostado, e a inspiração desse relato veio graças a um comentário no meu texto anterior e a um meme que vi no Facebook sobre uma festa de padroeiro que terminou em orgia. Tô pensando em escrever mais contos eróticos. Qual gênero vocês recomendam eu escrever agora? Gêneros: Bissexual, Dominação Homens, Dominação Mulheres, Fantasias / Paródias, Fetichismo, Gays, Heterossexuais, Incesto em Família, Infidelidade, Trocas, Trios, Sadomasoquismo, Sexo com MILF, Sexo Virtual, Travestis, Transexuais.
Algo parecido aconteceu com minha prima, já que o Renato comia a buceta dela enquanto se beijavam, e eu metia no cu dela puxando o cabelo enquanto me beijava com a mãe do meu amigo. Enchemos os dois buracos delas de muito leite, e as duas caíram de cansaço e por causa do álcool.
Depois disso, só fiquei eu e a mãe do Renato. Eu não caí porque sempre saía pra festas e já tinha bebido coisas mais fortes que só cerveza, e por causa do Viagra, meu pau ainda tava bem duro, insatisfeito. Metia com força na mãe do Renato, esfregava o clitóris dela enquanto chamava ela de puta, vagabunda, e dava beijos com mordidas nas costas dela. Ela só esfregava os peitos e gemia, gemia alto até gozar, soltando um squirt igual à outra vizinha, e caiu exausta. Eu tava insatisfeito porque já tinha experiência de transar em todas as minhas saídas pra festas, e agora com o Viagra ainda tinha lenha pra queimar por muito tempo. Até que me acalmei um pouco, voltei aos meus sentidos e comecei a ouvir muitos gemidos vindo de fora. Cheguei perto de uma janela e vi que lá fora era uma orgia. Embora não estivessem todos juntos, tinha muitos homens e mulheres reunidos atrás das barracas, nos bancos e atrás do palco da banda, todo mundo transando. Até dava pra ver, lá longe, meu amigo junto com meu primo e outros três caras dando amor pra uma senhora e duas novinhas.
O som era bem evidente, mas depois eu agucei mais meus ouvidos e consegui ouvir um gemido próximo que vinha de trás da porta que dá pro corredor do banheiro. Me aproximei na surdina e abri rápido. Me deparei com a imagem da minha tia ajoelhada no chão com a calça arriada e uma poça de urina por toda a masturbação que ela tinha feito. Quando ela me viu abrir a porta e percebeu que eu estava com o pau de fora, se assustou e ficou apavorada ao mesmo tempo. Então eu me aproximei, balançando meu pau de propósito na frente dela, dizendo coisas tipo:— Eu: Ué, mas o que cê tá fazendo aqui, tia? Se tava com tanta vontade, podia ter se juntado à diversão.
— Eu: Olha só, cê tá com sorte. Eu mesmo vou te atender.
— Tia: Cê tá louco, sou sua tia... como... cê pode pensar... nisso.
— Eu: Mas isso não me importou com a minha prima, por que ia me importar agora?
— Tia: Ah!... isso... não... é certo. O que sua mãe ia dizer se te visse?
— Eu: *já muito louco por causa do álcool* A verdade é que não me importa. Como cê pode ver, lá fora todo mundo tá transando. E se minha mãe tivesse aqui, eu mesmo já teria enchido ela de porra. Quem sabe até teria engravidado ela, pra me dar uma filha com quem eu pudesse "brincar" numa festa de padroeiro quando ela crescesse.
— Tia: Ahh!!... mas que menino imoral! Como cê pode falar assim da sua mãe? Não tem respeito?
— Eu: Chega, tia. Cê me chama de imoral enquanto se masturba vendo a gente comer sua filha e suas vizinhas.
— Tia: Não, eu não queria... só que... o... álcool me nublou e... eu... não.
— Eu: Chega de enrolação, tia. Sabe o que é bom pra você, de minha mãe não estar aqui??
— Tia: Não... não sei... o que é... bom... hein?
— Eu: *seguro ela pelo queixo e me aproximo* O bom pra você é que quem vai encher de porra vai ser você.
Depois disso, beijei ela à força. Ela até tentou me empurrar, mas eu me joguei por cima dela e comecei a masturbar ela à força. Ela pedia pra eu não fazer, que éramos família, mas eu tava pouco me lixando e continuei beijando ela. pescoço e descia até os peitos dela, chupando, apertando e mordendo um pouco. Depois disso, quando vi que a resistência dela tava fraquejando, sussurrei safado no ouvido esquerdo dela que ia meter nela. Ela se assustou e pediu de novo pra eu não fazer, que era irmã da minha mãe, mas não fazia nenhum esforço pra se soltar, era só conversa fiada. Meus dedos dentro dela mostraram que ela queria sim, porque ficou mais molhada e a buceta dela se contraía cada vez mais nos meus dedos. Eu falei: "Mentirosa, seu corpo tá contando toda a verdade dos seus desejos." E me posicionei na entrada dela e enfiei de uma vez.
Completo, ela soltou um gemido forte e comecei o vai e vem, tirava tudo e ela pedia "não, mais" e eu metia de novo, assim uma, duas, três vezes. Depois, não tirava completo e fazia o vai e vem tradicional, mas mais rápido. Fiquei assim por um tempo até perceber pelos gemidos dela que ela estava perto de gozar. Então parei completamente, e ela ficou confusa, perguntando por que eu tinha parado na melhor parte, e começou a reclamar. Eu respondi com uma risada malvada, dizendo que se ela quisesse gozar, tinha que me pedir para deixá-la gozar, e se não fizesse isso, não daria mais nada e iria embora. Ela engoliu o que tinha dito antes e me pediu, por favor, para fazê-la gozar. Feliz, meti de novo, e dessa vez ia mais forte. — Eu: Como é que é, tia? Que eu o quê?
— Tia: Me faz gozar, Luis, querido.
— Eu: Repete, tia, quero ouvir mais.
— Tia: Por favor, Luis, me dá o gozo que você daria pra minha irmã, me dá tudo.
— Eu: Parece que você realmente deseja isso com todo o corpo, tia.
— Tia: Sim, sobrinho, me enche, me enche toda.
Eu, depois de ouvir isso, continuei metendo forte e gozei dentro dela com toda a força, e ela também gozou.
Depois disso, eu continuei duro e continuei metendo forte, massageando o clitóris dela com força pra ela ter múltiplos orgasmos. Eu gozei dentro dela de novo, e ficamos assim por um bom tempo até que eu não aguentava mais e ela caiu no chão, exausta. Eu sentei, meio esgotado de tudo, e vejo minha prima acordar de onde estava largada e me ver acabando de encher a mãe dela de porra. Mas talvez a cena fosse lasciva demais pra ela, que me soltou um sorriso safado, olhando pra mãe dela e pra mim. Eu me aproximei dela, e ela me beijou apaixonadamente e disse que, de agora em diante, sempre que eu quisesse, poderia ir na casa dela passar um tempo gostoso e, se o pai dela não estivesse, poderíamos fazer um menage com a mãe dela. Ela também disse pra eu não me preocupar, que ela ia cuidar pra minha tia ser só minha puta daqui pra frente e que daria um jeito pro pai dela não tocar nela. Eu só sorri pra ela e falei que contava com ela. Aí me levantei pra ir embora, mas ela me segurou. Disse que eu ainda não podia ir, que faltava uma mulher que eu tinha que dar minha porra, e apontou pra mãe do Renato, que tinha desmaiado quando gozou, mas não me fez gozar. Eu não tava muito a fim, tava cansado de todo o sexo que rolou, mas ela começou a me chupar e me forçou a ter uma gozada. Mas quando eu ia gozar na boca dela, ela parou e guiou meu pau pra mãe do Renato. Eu, pra me livrar, só fiz umas metidas rápidas com o pau meio duro que eu tinha e gozei dentro da mãe do meu amigo, mesmo não sendo tanto quanto antes, foi uma boa quantidade. Terminado isso, minha prima lambeu o que saía da buceta da senhora e me olhou de um jeito pervertido, dizendo que eu era muito guloso, porque ela achava que eu queria engravidar a mãe do meu amigo. Eu refutei, dizendo que ela me obrigou a dar uma gozada, mas ela respondeu falando que só me disse pra dar uma gozada na mãe do Renato, nunca disse dentro da buceta dela, e que eu podia ter gozado no cu dela, como fiz com ela, enquanto ria de mim. Envergonhado, não falei mais nada e comecei a ir embora, mas perguntei se ela podia cuidar da galera de lá. Ela disse que sim, pra eu não me preocupar. E parti de volta pra casa, já que eu morava num sítio que era meio afastado da cidade. Pra chegar em casa, tinha que caminhar umas meia hora. Quando cheguei, o portão tava fechado, mas eu tinha minha chave reserva. Entrei em casa e fui pro quarto que divido com minha mãe. Já que meu pai morreu, minha mãe se sentia muito sozinha, e por isso eu dormia com ela e dividia o quarto até hoje. Ao entrar no quarto, vi minha mãe dormindo de pijama, que é uma camiseta meio velha e uma saia. Eu tirei a roupa porque tava fedendo a álcool e sexo, e me meti na cama, deitando atrás dela, tipo colherinha. Aí lembrei das palavras da minha tia quando eu tava fodendo ela e a frase "me dá o leite que você daria pra sua mãe" foi o que passou na minha cabeça naquele momento. E por causa do tesão, com a mão, levantei a saia dela e baixei a calcinha da minha mãe até os joelhos. Depois, me encostei nela, tipo colherinha, e coloquei meu pau inteiro, pelado, naquela racha linda da bunda dela. Me grudei nela e meti a mão debaixo da camiseta dela, agarrando um peito dela com a mão toda. Eu sabia que minha mãe tem o sono pesado e não tinha medo de ela acordar. Queria brincar um pouco antes de deixar tudo normal de novo, mas o calor dos lençóis junto com o cansaço fizeram o sono me vencer, e eu acabei dormindo naquela posição com minha mãe. No dia seguinte, minha mãe parecia meio feliz e brincalhona, embora não tenha dito nada. Só comentou que no dia anterior eu tinha chegado muito bêbado e feito umas travessuras quando voltei. Aí, nervoso, me fiz de desentendido. O rosto dela mudou pra uma expressão de leve decepção, e seguimos como se nada tivesse acontecido. Duas semanas depois, fiquei sabendo que minha prima tava grávida do meu amigo, mas ele não quis assumir a responsabilidade, com a desculpa de que não lembrava de nada do que tinha rolado naquele dia. dia da comemoração (e eu até acredito nela em parte, porque ele sempre teve fama de não aguentar bebida) e fugiu da cidade, deixando a mãe sozinha também. Isso fez com que meu tio expulsasse minha prima de casa, e ela veio morar com a gente. Além disso, o que aconteceu naquele dia, a cidade inteira abafou, ninguém falava sobre isso, mas culparam meu amigo por tudo, por ter colocado Viagra no álcool, já que ele era de outra cidade e só veio visitar. Então, meu primo e eu saímos ilesos por pouco, mas nunca mais vimos nosso amigo. Ele foi embora da cidade no dia seguinte depois de ser acusado de tudo, e nunca mais o vimos, ele também trocou de número. Dois dias depois, recebi a visita da mãe do meu amigo, que não se responsabilizou, e da vizinha com quem eu tinha transado, e elas me deram a notícia de que ambas estavam esperando um filho meu e que esperavam que eu assumisse a responsabilidade por elas. Eu queria fugir, não sabia o que responder, mas minha mãe me segurou com um tapa na cabeça, e dava pra ver a raiva que ela sentia de mim. Então, fui obrigado, por causa da minha mãe, a acolher as duas mulheres no rancho e arrumar um quarto para elas, já que, por algum motivo, minha mãe não queria parar de dividir o quarto comigo. Naquela mesma tarde, minha prima descobriu que eu tinha engravidado as outras mulheres e me disse, com uma cara de medo e nervosismo, que minha tia também estava grávida de mim. Fiquei pasmo, não sabia o que pensar, mas ela me disse que fizeram meu tio acreditar que o filho era dele, que ele tinha transado com ela no dia da festa e não lembrava porque estava muito bêbado. Eu já estava suando frio. Ela me contou que carregou meu tio até em casa porque o encontrou caído, dormindo no chão atrás de uma barraca, com o pênis pra fora, enquanto dois caras comiam uma garota ao lado dele, e ela usou meu sêmen escorrendo da minha tia como prova de que eles dois tinham transado naquele dia, embora meu tio não estivesse muito convencido. 9 meses depois, todos nasceram. bebês, no total tive 4 filhas, duas gêmeas da mãe do meu amigo, uma da vizinha e uma da minha tia. Ter netas fez com que a raiva da minha mãe por mim sumisse e ela sempre ficava feliz. A vizinha que eu engravidei se chama Marta, a mãe do meu amigo é Juana, minha mãe é Brigit, minha prima que também teve uma menina se chama Paola, e minha tia se chama Liliana. Como a Marta era dona de uma loja na cidade, fraldas e suprimentos não foram problema pra conseguir, mas o tesão que minha prima provocou ao longo dos meses era tão forte que as senhoras e minha prima estavam vendo como fazer minha mãe se juntar a elas e também virar minha mulher. Claro, eu sempre gostei dessa parada de incesto e também tava a favor de ter minha mãe como esposa, mas tudo ia dar merda porque meu tio nunca engoliu completamente a história de que tinham transado no dia da festa e mandou fazer um teste de DNA pra ver se a filha era dele ou não. Então não tive escolha a não ser confessar tudo e ganhei o desprezo da minha mãe. Minha tia veio morar com a minha mãe, minha prima, minhas mulheres e eu, já que o tio botou ela pra fora de casa com o bebê e tudo. Minha mãe ficou puta comigo de novo, mas as netas fizeram ela voltar a ser feliz, mesmo estando brava com a irmã dela. E assim termina essa história maluca onde a cidade inteira teve uma orgia e eu acabei com um harém de mulheres. Espero que tenham gostado, e a inspiração desse relato veio graças a um comentário no meu texto anterior e a um meme que vi no Facebook sobre uma festa de padroeiro que terminou em orgia. Tô pensando em escrever mais contos eróticos. Qual gênero vocês recomendam eu escrever agora? Gêneros: Bissexual, Dominação Homens, Dominação Mulheres, Fantasias / Paródias, Fetichismo, Gays, Heterossexuais, Incesto em Família, Infidelidade, Trocas, Trios, Sadomasoquismo, Sexo com MILF, Sexo Virtual, Travestis, Transexuais.
2 comentários - A festa virou orgia