De Hétero a Sissy (Parte 3) Agora não tem volta

Agora não tem mais volta.

Depois da conversa que tive com meu melhor amigo, como era de esperar, as coisas ficaram meio tensas por uns dias. Mesmo morando juntos por um tempo, a gente quase não se falava. Quem tinha que cozinhar, cozinhava, a gente jantava, via um pouco de TV, eu ia dormir no quarto dos meus pais e ele no dele.

Foi assim por um tempo, até que numa noite comum, a gente já tinha jantado há um tempão e estava cada um no seu canto no sofá da sala. Eu fazendo zapping, de camiseta preta e shortinho, e meu amigo no outro lado, vidrado no celular, com uma regata de tecido e o shortinho de sempre. Se tem uma coisa que eu sei reconhecer depois de tantos anos de amizade é quando ele tá conversando com uma mina. Dá pra ver na cara dele, fica todo felizão, e agora que perdi um pouco da vergonha, dá pra notar até no volume da calça quando ele fala com uma gostosa.

R: Com quem você tá falando?
T: Que porra, sou sua namorada agora? haha não posso mais falar com uma putinha?
R: Fala sério, não fica bravo, só perguntei numa boa haha
T: Tava falando com uma puta da faculdade que, quando tá meio bêbada, manda nudes e eu aproveito pra bater uma bela punheta...

Com a mão livre, ele pega no volume por cima da calça e balança um pouco. Eu só fingi que tava vendo TV, como se não tivesse dado uma olhadinha segundos antes.

T: Então daqui a pouco vou pra cama, a menos que você queira vir de novo hahaha

Que filho da puta, como ele consegue fazer piada com isso? Ele trouxe o assunto de novo depois de uns dias e, como era de se esperar de mim, eu já tava interessado, mas não consegui responder...

Então o silêncio tomou conta da cena até que, depois de um tempo, Toni levantou sem dizer nada e foi pro quarto. Um tempo depois, eu também fui pro quarto dos meus pais. Entrei, fechei a porta, liguei a TV e me deitei. De barriga pra cima, tava meio tarado como quase sempre, então comecei a me tocar um pouco pra cock ficar dura e, quando tava pronta, tirei ela pra fora e comecei uma gostosa punheta, quando de repente ouço a porta abrir e rapidamente guardo a cock dentro da calça...

T: Epaaaaaa, que que tá rolando aqui? haha
R: Cê não sabe bater na porta, porra?
T: Não fica puto, é que eu tava entediado sozinho no outro quarto e a ruiva que tava falando comigo foi dormir e me deixou todo excitado.

Meu amigo termina de entrar no quarto e deita do meu lado na cama dos meus pais.

T: Olha essa puta! (Me mostrando no celular dele uma foto que parecia uma mina pelada, mas ele passou rápido e não consegui ver direito)... Cê não sabe como ela deixa minhas bolas. Olha, vou te mandar uma foto no WhatsApp e a gente faz uma punheta gostosa, acho que cê não vai ligar, já que cê viu e tocou mesmo hahaha

De Hétero a Sissy (Parte 3) Agora não tem mais volta

R: Mas essa não é a que cê me mostrou? Tava pelada ali...
T: Hahaha, olha, acho que cê não tá entendendo como é a parada, a foto pelada da ruiva é digna de um homem de verdade, ela manda essas porque tá louca de tesão por mim, se falasse com você, ia se decepcionar em meia hora, ou com quem é como você, se é que tem mais alguém com uma piquitinha assim, fica só com a foto vestida, cê não merece ver uma puta dessas nua.
Além disso, olha como cê já nem responde, fica todo submisso enquanto essa piquitinha vai endurecendo.

E realmente ele tinha razão, dava pra ver como a cock tava subindo debaixo do short...

Então lá estávamos de novo, dois melhores amigos deitados um do lado do outro, cada um com o celular na mão esquerda e a cock na mão direita.

T: Tira essa piquitinha da calça se quiser ficar mais confortável, porque eu vou tirar a minha.
(E assim, como se nada, ele liberta a besta dele, meio borrachuda, e eu sem...) discutir nada, fiz a mesma coisa).
T: Haha, Rama, você percebe que nem subiu pra mim e já tem o tamanho do seu duro? Olha, eu não quero ser filho da puta, mas você não me deixa muita escolha... Faz o seguinte, vamos tirar essa dúvida agora mesmo, vai na cozinha que a régua de outro dia deve estar lá, traz ela e a gente mede.
R: Precisa mesmo?
T: Não te perguntei se queria, foi uma ordem!

Aí levantei rápido pra pegar ela e voltei meio apressado com a régua.

T: Vamos fazer uma aposta pequena, se seu pintinho não chegar a 15 cm de comprimento, você vai ter que repetir o que fez outro dia, assim você tira a porra que essa puta deixou aqui. Maaaas, como já tô vendo que você vai perder haha, não vai ter contra-aposta, se você perder, bom, também vou te ajudar a aliviar seu problema, até porque se for como da outra vez não leva tempo haha.
R: Bom, também não me sobra outra opção.
T: Tá aprendendo, hein, me dá aqui, primeiro a minha... (Apoiando a régua com uma cara de tesão do caralho e eu sem conseguir tirar os olhos dessa pica, ele diz) 19 cm haja, isso é um pau de verdade, agora você, traz pra cá.

Eu me aproximei dele ajoelhado em cima da cama com meu pau apontado pro meu amigo, ele estende a mão direita rápido e pega no meu quase com desprezo total e ao mesmo tempo aproxima a régua com a outra mão, coloca por cima e se inclina pra olhar...

T: Naaa, não acredito haja, mano, faltam milímetros pra você chegar nos 11 cm haha, nem 11 e pensar que eu falei 15 com toda a boa vontade do mundo... Rama, você percebe que o meu é quase o dobro do seu? haha, você nunca mais come uma novinha na sua vida...

As palavras que mais ecoaram na minha cabeça esses últimos dias.

T: Vai lá, guarda isso se quiser e vem trabalhar haja.

Continuo ajoelhado em cima da cama a poucos centímetros do meu melhor amigo, puxo o elástico da minha calça e tento esconder meu pau porque é hora de outra coisa chamar a atenção e eu tô desesperado por esse momento. Meu amigo solta o próprio pau e coloca as mãos atrás da nuca, como se estivesse me dizendo sem palavras que eu faça o que quiser com ele, então eu aproximo minha mão do pau dele.
Meu deus, parece até maior do que eu lembrava, começo a passar minha mão com a palma aberta por todo o comprimento do pau dele, e agora percebo algo que não tinha visto antes, tem uma veia gigante que quase se estende por todo o comprimento, é realmente um espécime incrível de potência.
Convido minha mão esquerda para brincar e agora seguro o pau dele com as duas, um pouco também daquelas bolas enormes, quando de repente ele se mexe um pouco sem dizer nada, tira a regata e coloca os braços de volta como antes, o filho da puta tá ali marcando músculo como se não bastasse a ferramenta de baixo.

T: Que gostoso que você bate punheta, putinha hein, olha, já fiquei com umas gostosas, mas agora entendo que a vantagem você leva no conhecimento haha vem cá, chega mais, fica como outro dia, sobe um pouco, mas espera, tira minha roupa agora que eu não alcanço lá embaixo.

Levanto um pouquinho pra me colocar sobre as pernas dele na altura dos joelhos, e com as duas mãos seguro as laterais da calça e da cueca pra começar a deslizar pra baixo, me afasto um pouco pra sair pelos pés e pronto, quando levanto o olhar a primeira coisa que vejo é aquele pau duro me chamando aos gritos, então engatinhando por cima das pernas dele me aproximei pra bater uma punheta de cima pra baixo de novo, meu amigo gemia de prazer e eu não conseguia parar de olhar hipnotizado...

T: Você sabe o que tem que fazer agora, né? Ou preciso falar? Aposto que tá morrendo de vontade, putinha.

Acho que a essa altura todo mundo já pode imaginar o que vinha depois e a verdade é que naquele momento não era que eu queria fazer, eu precisava fazer, precisava chupar aquela pica.
Lá vou eu, aproximo lentamente meu rosto sem tirar os olhos da pica dele e a primeira coisa que faço é esticar a língua e apoiar na pontinha, como se fosse um sorvete no dia mais quente do ano, acompanhado Por um "Ufffff" que se ouviu do meu amigo. Apoiei a língua na ponta e, enquanto seguro o pau dele com a mão, desço arrastando minha língua até a base. Agora que estou tão perto, não consigo evitar pensar em duas coisas novas que descobri: o gosto salgado do líquido pré-seminal dele e o cheiro que esse pau exala, uma mistura de suor com algo mais que não consigo definir, mas que tava me deixando louca.

T: Ei, tudo bem com o sorvetinho, mas será que você também come, ou não sabe? Sua namorada não te chupava o pau?

(Eu levanto a cabeça, olhando nos olhos dele, ainda com o pau na mão, e respondo)

R: Sim, claro, embora não muitas vezes. Geralmente era no meu aniversário, e mesmo quando eu pedia pra ela engolir a porra, ela dizia que não gostava, que tinha um gosto horrível, pedia pra avisar quando eu fosse gozar e continuava batendo uma pra me fazer terminar.

T: Corno do caralho, amigo. Tem duas opções: ou sua namorada era a mais frígida da história, ou você é um corno fudido. Como é que uma gatinha não vai gostar de chupar um pau bom e engolir toda a porra? Ah, verdade, seu pau, hahaha.

Acho que a essa altura da história vocês já perceberam que, se eu não respondo aos abusos constantes dele, é porque finalmente entendi meu lugar. Eu ficava excitado com a humilhação dele em cima de mim, principalmente quando usava minha ex-namorada pra isso.

Então, sem dar nenhuma resposta, simplesmente abro a boca o máximo que posso e engulo primeiro a cabeça dele, a parte mais grossa do pau inteiro. Saboreio e tento descer um pouco mais, até perceber que não consigo ir mais fundo na garganta, e ainda metade do pau dele tava descoberto pela minha boca. Então aproveito pra bater uma da base até a metade, enquanto com a boca começo a subir e descer até bater na minha própria mão. Pra ser sincera, tava com muito medo de fazer merda ou machucar ele, mas o Toni tava lá deitado, de olhos fechados, gemendo e aproveitando. Num momento, soltei o pau dele e arqueei um Só mais um pouco meu corpo, estiquei os braços e comecei a acariciar o peito dele enquanto chupava o pau dele sem usar as mãos, e acho que ele gostou bastante, porque ele gemia baixinho. Uns segundos depois, senti as duas mãos dele sobre as minhas, que estavam no peito dele, e aos poucos ele foi descendo pelo meu braço até chegar na minha cabeça, passou os dedos no meu cabelo e fez pressão pra baixo. Definitivamente, ele tava me forçando a chupar mais forte. Ele mexia minha cabeça mais do que minha garganta aguentava, e então comecei a sentir que tava me engasgando. Tentei falar pra ele parar, mas não saía voz porque eu tinha um pedaço daqueles na boca. Comecei a tossir num momento, e o filho da puta cada vez me segurava com mais força, até que de repente senti de novo aquela tremedeira nas pernas dele, aquela respiração acelerada. Ele ia gozar, e o desgraçado não me soltava, e eu não queria que ele gozasse dentro da minha boca, mas logo senti: uns jatos dentro da minha boca e garganta, inundando de um líquido viscoso que só fazia me engasgar mais. Mas o mais louco era que o esperma dele parecia fervendo, e não tive outra escolha senão engolir um pouco, enquanto a maior parte ficou grudada no pau dele enquanto ele ia puxando minha cabeça pra trás.

"Vem pra cá!!" Ouvi de repente, e meu amigo se levantou. Eu ainda tava paralisado, tentando processar tudo, enquanto ele faz um gesto pra eu sair de cima das pernas dele. Me mexo um pouco pro lado, e ele vem pra cima de mim, me agarra pelos ombros com os dois braços e me guia até a cama, me deixa deitado do jeito que ele tava antes. Eu não sabia o que ia acontecer, era tudo muito rápido. Acho que pensei "bom, agora é minha vez de fazer o mesmo", mas então meu amigo fala...

T: Não, não, abre as pernas. Não vou ficar por cima de você, o que cê pensa que eu sou, viado?

Como eu não me mexia nem falava nada, Toni simplesmente se aproximou, puxou minha calça pra tirar até eu ficar pelado, e com as duas mãos apoiadas na parte interna dos meus joelhos, empurro para os lados abrindo as pernas e em menos de um segundo meu amigo estava entre minhas pernas, pelado com a pica dele no ar que ainda escorria gotas de esperma no colchão e em parte do meu corpo. A primeira coisa que ele fez foi se aproximar com a pica na mão e quase que soltou ela em cima da minha, batendo e quicando um pouco.

T: Viu? Isso é uma pica, o que você tem aí entre as pernas se chama clitóris, é o que as meninas têm, entendeu agora?

Com a mão direita ele agarra a minha pica agora enquanto ia me falando essas coisas e com a esquerda me batia com a pica dele, e então começou a me punhetar com tudo, com a mão, de cima pra baixo, forte, e sem parar. Eu tava morrendo de prazer, era tudo junto um sonho, como se sentia fisicamente e como aquele filho da puta tava queimando minha cabeça, num momento ele soltou minha pica e apoiando as mãos nas minhas coxas por baixo me fez flexionar os joelhos e então fez algo que até hoje acho que nunca na minha vida vou conseguir esquecer, ele pegou a pica molhada com o próprio gozo e apoiou na parte exposta da minha bunda e deslizou a pica até bater nas minhas bolinhas, deixando toda aquela área molhada de sêmen. A mão esquerda dele agora é que atacou minha pica e começou a punhetar com força, enquanto com a mão direita ele agarrou minhas bolas, abriu a mão e com o dedo do meio começou a seguir o caminho que fez com a pica ao contrário, só que dessa vez ao chegar na minha bunda ele abriu a palma da mão, empurrou meu quadril mais pra cima enquanto me abria a bunda e então tudo foi pro caralho, ouvi o que pareceu uma cuspida que se misturava com o esperma que ele tinha deixado e então com a ajuda de um pouco de lubrificação, começou a empurrar com o dedo do meio no meu cu.

Eu tava deitado na cama pelado com meu amigo entre minhas pernas me punhetando tanto a pica quanto o cu sem ligar pra nada, nem pra dor inicial do dedo dele entrando no meu corpo me tava tão gostoso que eu não aguentava mais, ia gozar a qualquer momento, aí quando meu amigo se aproximou, ele falou:

T: Qual é o seu nome?
R: Quê? Aaaaaaaaahgg
T: Me fala seu nome, sua puta!
R: Aaaaaah Ramiro, Rama.
T: Não! Não! Você não tá entendendo, meu amigo já foi embora faz tempo, qual é o seu nome, sua puta?
R: Aaaaaaahggg (não conseguia nem responder porque tava prestes a ter o orgasmo da minha vida)
T: Sofi, é seu nome, né? Isso! Sofi, igual à puta da ex do meu amigo, capaz que vocês se parecem então.

E chegou o momento, explodi de porra do meu pau com a punheta que meu amigo tava batendo, tremia cada parte do meu corpo, o pau, as pernas, as mãos, a bunda, tudo. Tava com a barriga toda cheia da minha própria porra e aí olhei pro meu amigo se levantando da posição dele, me encarando nos olhos pra me dizer...

T: Até amanhã, Sofi, boa noite.

CONTINUA...

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