Oi gente, meu nome é Anna. Recentemente descobri essa página onde pude ler alguns relatos que me deixaram fantasiando e com muito tesão, além de ter encontrado um lugar pra me soltar, porque a história que vou compartilhar não posso contar pra qualquer um, já que mudou minha vida completamente.
Vou começar me apresentando: me chamo Anna, tenho 27 anos atualmente, sou de Guadalajara mas moro em CDMX. Não quero ser metida nem pedante, mas me considero uma mulher atraente pros homens, e não só porque eu digo, mas pelos vários olhares e cantadas que recebo dos caras. Sou baixinha, tenho só 1,59m de altura, pele morena clara, lábios pequenos mas carnudos, olhos castanhos claros. Mesmo não tendo os peitos nem a bunda maiores, tenho uns peitos firmes e nada caídos e uma bunda redonda e dura que não fica devendo pra ninguém. Sempre tive um bom físico porque gosto de malhar, e isso realça um pouco mais meus peitos e bunda. E se quiserem continuar fantasiando comigo enquanto leem o relato, minhas medidas são 84-60-86.
Minha história começou há 3 anos e alguns meses. Na época, eu morava com meu ex, Jaime. Conheci o Jaime quando entrei no ensino médio, ele estava no último ano e eu no primeiro. Com ele tive minha primeira vez e com ele aprendi tudo que sabia sobre sexo até aquele momento. Passaram-se alguns anos até que Jaime conseguiu terminar a faculdade de arquitetura. Alguns meses depois, ele me pediu pra morar junto, mas tinha um problema: me mudar de Guadalajara pra Puebla, já que a família dele era de lá e podiam arrumar trabalho rápido pra ele. A família dele fazia parte de um comitê de trabalhadores da construção que recebia várias concessões tanto públicas quanto privadas. Como estava tão apaixonada pelo Jaime, não pensei muito e aceitei me mudar, mesmo minha família sendo contra. Fomos morar num apartamento muito bonito, embora um pouco afastado do centro da cidade. Os primeiros... Os meses vivendo com ele foram muito lindos, já que éramos um casal apaixonado. Eu fui uma garota educada à moda antiga, pois minha família sempre me criou para ser uma mulher recatada, fina, com o pensamento das famílias modelo: casar, ter filhos e sempre ser fiel ao meu marido. Mas, apesar da minha educação, sempre gostei de me vestir de forma sexy e na moda, mostrando meus atributos e a silhueta pela qual me esforcei na academia. Adoro que as pessoas percebam minha sensualidade de mulher, mas sem perder aquele toque de dama. Gosto de usar saias, vestidos e calças justas com camisas e blusas um pouco curtas, pois gosto de mostrar meu umbigo e um pouco de decote para dar um toque sexy, mas sempre sem perder meu ar de dama. E, claro, quase sempre com salto alto, devido à minha baixa estatura.
Naquela época, me dediquei apenas ao Javier e à minha casa. Fazia os afazeres domésticos, cozinhava (que é algo que adoro fazer), ia à academia para estar na melhor forma para o Javier. Às vezes, depois da academia, ia tomar um café ou dava uma volta na praça (já que a academia ficava dentro de uma praça) com algumas amigas que fiz lá. Com o Javier, tudo era perfeito: ele me dava toda a atenção, passávamos a maior parte do dia juntos, ele me apoiava em todas as decisões que eu tomava e, principalmente, transávamos todos os dias — nunca perdíamos a mínima oportunidade de fazer sexo.
Como podem perceber, esses meses ao lado do Javier foram muito lindos; nossa vida juntos era perfeita. Mas essa vida perfeita durou apenas uns 3 meses. O Javier trabalha com os primos dele, que nunca caíram bem para mim — achava eles arrogantes, mal-educados e aproveitadores. Além disso, sempre que me viam, eu podia sentir os olhares deles percorrendo meu corpo ou parando na minha bunda ou nos meus peitos. Também, em algumas ocasiões, ouvi comentários fora de lugar que eles faziam entre si, tipo: "Nossa, essa Anna tá uma gostosa, como eu queria comer ela", "Não me importa que o Javier seja... O marido dela, eu sim fodia ela. Se ela vacilar, como eu queria que ela me chupasse com esses lábios gostosos. Javier começou a ficar mais apegado a eles, então de uma hora para outra começou a chegar cada vez mais tarde em casa, começou a beber quase todo dia, chegava com cheiro de perfume de mulher, algumas vezes encontrei camisinhas no carro, alguns cartões de motel, começou a sumir por alguns dias ou até uma semana com os primos, com a desculpa de que iam para uma obra fora da cidade. Quase não me ligava e quando eu ligava e ele se dignava a atender, dava para ouvir música, gritos e vozes de mulheres. Nossa relação foi ladeira abaixo, quase todo dia discutíamos, mas não sei se era porque estava apaixonada ou era muito burra, que sempre com falsas promessas que ele me fazia, eu dava mais uma chance, que só durava alguns dias até começar de novo. Todas as manhãs, depois de discutir com Javier, eu saía para a academia para tentar esquecer meus problemas. Na saída do meu apartamento, quase todo dia eu encontrava meu vizinho Pedro (ele tinha uns 36 anos, é mais alto que eu, talvez 1,68m, pele mais escura que a minha, e mesmo sem ter o melhor físico, ele era bem atraente, olhos castanhos escuros e, embora não fosse muito bonito de rosto, era muito simpático). Sempre que ele me via triste, tentava me animar, fazia conversas divertidas ou interessantes para que eu esquecesse meus problemas. Algumas vezes me convidava para tomar um café ou se oferecia para me levar à academia, coisas que eu sempre recusei porque, pela minha educação, não achava certo. Um dia, Pedro pediu meu número, caso em algum momento eu quisesse conversar com ele. Eu, um pouco hesitante, passei. À noite, Pedro me mandou uma mensagem perguntando se eu queria sair no sábado para tomar um café e conversar um pouco. Eu disse que não, porque além de não achar certo, como estava tentando salvar minha relação com Javier, tinha planos com ele. Chegando o sábado, depois de ir à academia e comprar algumas coisas, me apressei para chegar em casa para dar um banho gostoso e raspar os pouquinhos pelos que tinha na minha bucetinha, o plano era sair para jantar, dançar um pouco, depois ir para uma festa com alguns amigos e fechar a noite com uma dose de sexo gostoso. Naquele dia, coloquei um vestido vermelho de alcinhas bem justo e curto, que chegava até as minhas coxas e mostrava muito bem minha bunda redonda e grande, com um pouco de decote que fazia meus peitos grandes e firmes brilharem, além de que, por ser tão justo, deixava a silhueta do meu corpo bem visível. Também coloquei um conjunto de sutiã de meia taça com meias-calças pretas, uma calcinha fio-dental de renda que comprei para a ocasião, uns saltos altos pretos e soltei o cabelo. Fui me olhar no espelho e percebi que estava muito provocante e sexy, mas, na verdade, não me importei se roubasse vários olhares, já que iria com Javier e ele seria o único a me aproveitar. Aliás, até me excitava um pouco pensar que me devorassem com os olhos, pois fazia alguns meses que não transava. Olhei a hora e fiquei um pouco impaciente, pois Javier ainda não tinha chegado. Depois de um tempo, ele me ligou; parecia meio bêbado e havia alguns murmúrios, que acho que eram os primos dele. Ele disse que não ia poder ir, pois tinha surgido um trabalho muito importante. Comecei a discutir com ele por alguns minutos, até que ele disse: "Não posso ir, estou trabalhando" e desligou. Fiquei muito brava, até chorei um pouco, pois não conseguia acreditar que Javier não se importava com nosso relacionamento. Não sei como lembrei tão rápido que Pedro tinha me convidado para tomar um café. Talvez tenha sido minha raiva que não me deixou pensar muito, e mandei uma mensagem para ele perguntando se o convite para o café ainda estava de pé. Em questão de segundos, ele disse que sim, que me esperava na frente do meu apartamento. Tentei me arrumar um pouco para que ele não percebesse que eu tinha chorado, além de que a ideia de trocar de roupa passava pela minha cabeça, pois estava muito provocante. Mas minha raiva me dizia: "Vai assim mesmo, então foda-se o Javier, ele preferiu outra coisa a você, além do mais, você só vai tomar um café e... um café e nada mais, saí do meu apê e o Pedro já estava me esperando. Ele me viu e fez uma cara de bobo enquanto percorria meu corpo de cima a baixo, ficou atordoado por alguns segundos até que eu falei:
—Oi, Pedro.
—Oii, Annaaa, que liiinda você está —ele disse meio engasgado.
Descemos para o carro dele enquanto conversávamos. Eu sentia que a cada passo que dava, meu vestido subia de tão curto que era. Eu tentava puxá-lo para baixo e aí percebi que o Pedro não perdia tempo para olhar minha bunda, mesmo tentando disfarçar um pouco. Chegamos ao carro e ele abriu a porta para mim. Perguntei para onde íamos e ele disse que era um café perto dali.
Pedro me perguntou por que eu tinha aceitado sair com ele de repente, já que eu tinha dito que tinha planos com o Javier. Eu, envergonhada e irritada, disse que ele tinha trabalho e não pôde cancelar. Ele respondeu:
—Com todo respeito, Anna, mas se eu tivesse uma mulher como você, nunca te deixaria na mão.
Mudei rápido de assunto porque tinha vergonha de falar sobre isso. Chegamos ao lugar, que era um café-bar muito bonito, com música e espaço para dançar. Entramos e nos sentamos em uma mesa no canto. Pedro pediu uma cerveja. Eu não costumo beber muito porque o álcool sobe rápido, mas como estava irritada, também pedi uma.
Eu estava muito à vontade com o Pedro, conversando e rindo, e o tempo voou. As cervejas continuavam chegando e eu, sem controle, continuei bebendo. Não sei em que momento o Pedro começou a se aproximar mais de mim, a ponto de colocar a mão na minha perna. Não sei se era porque o álcool tinha subido, mas deixei que ele esfregasse a mão na minha coxa. Mas o pouco juízo que ainda me restava dizia que não era certo o que eu estava fazendo, que não me educaram para ser uma puta.
Tirei a mão do Pedro, entre irritada e excitada. Quando ia me levantar para reclamar, ele rapidamente me pegou pela mão e me levou para dançar. Naquele momento estavam tocando salsa. Pedro começou a deslizar as mãos pela minha cintura, de cima a baixo... ele não desperdiçava a mínima oportunidade de tocar minha bunda enquanto eu tentava arrumar meu vestido, me puxou para perto dele até colar seu corpo no meu, o atrito entre nossos corpos fazia meu sutiã de renda esfregar nos meus mamilos que ficaram duros de excitação, ele enfiou a perna entre as minhas fazendo com que sua coxa tocasse minha bocetinha por causa da altura, eu segurava o vestido com uma mão para não subir mais enquanto a outra estava na nuca dele, ele começou a me dizer coisas como — que linda e sexy você está Anna, se eu fosse seu marido nunca te deixaria sozinha, não sei como aquele idiota do seu esposo te deixou na mão, eu nunca faria isso, te satisfaria em tudo, você é uma deusa, que corpo lindo você tem — eu não disse nada, só ouvia o que ele falava, Pedro movia a perna entre as minhas esfregando ainda mais minha xoxota que começava a liberar seus fluidos, cada segundo que passava meu tesão aumentava mais até que Pedro me beijou, aí o pouco juízo que ainda me restava voltou e eu o empurrei dando um tapa nele por instinto e dizendo para me levar para casa, saí de lá e ele me seguiu, entrei no carro dele e Pedro pediu desculpas, disse que não sabia por que tinha feito aquilo, que estava muito envergonhado, eu só fiquei calada pois me sentia confusa, não sabia se era porque já fazia alguns meses sem sexo ou se o álcool tinha subido à cabeça que meu corpo pedia para ser tocado, mas a pouca educação e razão que ainda me restavam diziam que o que eu estava fazendo era errado, que eu era casada e não podia trair o Javier e me tornar uma safada ou puta, no caminho percebi que meu vestido tinha subido e vi como Pedro olhava descaradamente para minhas pernas, isso em vez de me irritar me excitou ainda mais, chegando no nosso prédio fomos para nossos apartamentos, eu podia sentir minha boceta molhada escorrendo meus fluidos pela minha virilha a cada passo que dava, Pedro vinha atrás de mim e eu sentia seu olhar descarado e penetrante na minha bunda e isso me... Adorava, estava ficando louca sentindo o olhar de desejo dele nas minhas nádegas. Minha cabeça dava ainda mais voltas e meu tesão começou a vencer meu raciocínio. Meu corpo pedia para se sentir desejado de novo, pedia para sentir que alguém pudesse percorrê-lo, pedia que alguém aproveitasse de mim e, acima de tudo, pedia para satisfazer alguém com meus atributos. Chegando no meu apartamento, Pedro se desculpou de novo, deu meia-volta e aí meu corpo sentiu que eu ia perder o controle. Não aguentava mais, estava supertesuda. Peguei ele pela camisa, virei-o e beijei-o. Me afastei de Pedro e ele se atirou sobre mim. Começamos a nos beijar desesperadamente. Como pude, fechei a porta. Pedro me encurralou contra a parede. Meu vestido subia sozinho e ele aproveitou para colocar as mãos e massagear minhas nádegas. Beijou meu pescoço e desceu com beijos até chegar na altura do meu peito. Com uma das mãos, ele abaixou as alças do vestido e com a outra o levantou, deixando-o na altura da minha barriga. Fiquei só com meu sutiã e calcinha de renda.
— Então essa era a surpresa do seu marido? — ele disse.
— Sim, meu rei, mas agora é a sua surpresa. — Voltei a beijá-lo. Ele abaixou bruscamente meu sutiã, fazendo meus peitos saltarem. Agachou-se para beijá-los lentamente até chegar nos meus mamilos, que mordeu cuidadosamente. Depois, chupou-os como se fosse um bebê querendo leite. Soltei alguns gemidos tímidos enquanto segurava sua cabeça para que não se afastasse dos meus peitos. Pedro não deixava nenhum de lado: enquanto chupava um, massageava o outro e com os dedos beliscava delicadamente. Pegou minha mão e colocou sobre seu pau.
— Toca, Annita, no que você vai comer hoje. — Eu não disse nada, só peguei sua cabeça para que continuasse chupando meus mamilos. Esfreguei minha mão sobre sua calça, onde já podia sentir o tamanho do pau dele totalmente ereto. Pedro se afastou de mim e se agachou para tirar minha calcinha, ficando só de salto alto e meia-calça. Aí ele viu pela primeira vez minha... bucetinha totalmente depilada, ele pegou meu thong que estava encharcado dos meus fluidos e começou a cheirar
- Que delícia que tá sua xoxota, meu amor, sem nenhum pelinho e toda molhadinha, minha putinha -
- Sim, papai, você me deixou assim, toda molhada -
- Tá vendo que aquele cara, seu marido, não tinha te comido, né? - Ele colocou o thong no meu rosto enquanto passava suavemente a mão de cima a baixo na minha bucetinha, que já estava bem molhada. Meus gemidos começaram a aumentar, Pedro pegou uma das minhas pernas e colocou sobre a mesa da entrada, se agachou e ficou pertinho da minha xota, me olhou nos olhos e disse:
- Agora isso aqui é minha Aninha, tá entendido? - Eu não disse nada e ele repetiu: - Te perguntei se tá entendido -
- Sim, meu rei, minha buceta te pertence - Pedro começou a passar a língua de cima a baixo na minha bucetinha depilada, colocou dois dedos no meu clitóris, que ele massageava com cuidado, colocando um pouco de pressão. Meus gemidos aceleraram e ele enfiou a língua no meu buraquinho para me comer com ela, meteu dois dedos na minha boca para eu chupar, depois começou a passá-los em círculos no meu cu. Eu reagi, tentando tirar a mão dele, mas ele não deixou.
- Calma, putinha, você vai acabar gostando disso - Aos poucos, ele foi colocando pressão no meu cuzinho, que estava bem fechado, porque nunca tinham brincado com ele. Pedro ficou vários minutos me comendo com a língua enquanto massageava minha bunda e meu clitóris. Eu só gemía de prazer. Ele se levantou e me beijou de novo, enquanto dava pequenas batidinhas delicadas na minha bucetinha. Dessa vez, fui eu quem beijou seu pescoço, tirei a camiseta dele e pude ver que ele tinha um físico muito bom e uma selva de pelos que cobria todo o peito e o abdômen. Eu desci, entre beijos, por essa selva de pelos, enquanto com uma mão esfregava o pau dele. Parei um pouco nos mamilos, que lambi por alguns segundos, e continuei descendo pelo abdômen peludo e meio plano. Cheguei na cintura dele e esfreguei com as duas mãos o pau por cima da calça, tirei o cinto e abaixei a... Tirei a calça dele, deixando apenas a cueca, que já tinha uma mancha de sêmen. Comecei a beijar seu pau, onde já podia sentir seus pelos até chegar na mancha de sêmen, que eu lambi. Desci a cueca do Pedro e seu pau saiu feito uma mola, parando a poucos centímetros da minha boca. Suas bolas e seu pau eram maiores, peludos, escuros e mais grossos que os do Javier. O pau do Pedro devia ter uns 17 ou 18 centímetros e era totalmente peludo — era o pau maior que eu já tinha visto. Fiquei surpresa e um pouco assustada com o que minha bucetinha teria que aguentar, já que o pau do Javier tinha uns 12 ou 13 centímetros.
— Você gosta do meu pau, Annita? É todo seu, meu amor.
— Que delícia ele parece, papai, e o melhor é que é todo meu!
Mesmo estando um pouco surpresa, não liguei, porque meu tesão era maior. Então, olhei nos olhos dele e lambi suas bolas peludas. Com uma mão, comecei a masturbá-lo devagar. Aí pude ouvir os primeiros gemidos do Pedro. Chupei suas bolas enquanto, aos poucos, aumentava o ritmo da punheta. Subi com beijos das bolas até o tronco do pau dele, até ficar de frente pra sua cabecinha totalmente preta, inchada e com um pouco de sêmen na ponta. Virei pra olhar nos olhos do Pedro com cara de menina direitinha prestes a devorar seu chocolate gostoso recheado. Passei minha língua por toda a cabeça do pau dele, saboreando o pouco de sêmen que tinha, enquanto masturbava com uma mão e com a outra massageava suas bolas peludas. Comecei a devorar o pau dele aos poucos, sem parar de olhar nos olhos dele. Pedro gemeu cada vez mais rápido, tinha os olhos semicerrados e dava pra ver a cara de prazer dele. Aumentei o ritmo do boquete enquanto devorava cada centímetro do pau escuro dele, sem parar de massagear as bolas. Fiquei louca tendo aquele pau no meu poder. Tentei engolir tudo, mas não consegui, deixando só uns poucos centímetros de fora. Comecei a chupar o pau dele desesperada, batendo naquela selva de pelos. Ficava grudada no pau do Pedro por vários segundos, tentando devorar sua linda e peluda rola. engoli completamente, me engasgando com ela, ele me segurou pela cabeça puxando-me para ele tentando fazer eu engolir seu pau por inteiro, naquele momento eu sentia minha boceta pulsando prestes a explodir, sentia como se estivesse fervendo e meus líquidos escorriam cada vez mais, enfiei alguns dedos na minha boceta que entraram com facilidade, comecei a me masturbar no ritmo da minha chupada gemendo como uma louca, os gemidos do Pedro ecoavam por toda a entrada enquanto meus gemidos eram abafados pelo pau dele, as pernas do Pedro tremiam e seu pau duro pulsava, eu não queria que ele gozasse ainda sem me foder selvagemente, então parei e o beijei para que ele pudesse descansar um pouco, peguei sua mão e coloquei na minha xoxota para que ele me dedilhasse à vontade e assim ele fez, nos beijamos como dois adolescentes desesperados por alguns minutos enquanto ele continuava descansando, peguei sua mão e o levei para a sala, joguei-o contra o sofá maior e comecei a dançar para ele enquanto me tocava sensual, fiquei de quatro e me aproximei dele, dei algumas últimas chupadas e subi em cima dele, beijei-o apaixonadamente enquanto seu pauzão peludo e duro roçava minha vagina totalmente depilada e apertada, naquele momento não me importei se ele tinha camisinha, cuspi algumas vezes no pau dele e me deixei cair lentamente sobre seu pau, comecei a sentir a cabeçona do pau dele entrando lentamente na minha vagina fazendo eu soltar um grande gemido, minha vagina recebeu sem problemas a cabeça do pau dele de tão molhada que estava, continuei descendo aos poucos com os olhos semicerrados e gemendo levemente até chegar a um ponto onde pude sentir a largura do pau dele e comecei a gemer um pouco mais rápido, com cada centímetro que entrava em mim era mais difícil para minha boceta devorar seu pau largo, minha vagina que não tinha sido penetrada há vários meses apertava o pau enorme e largo do Pedro, cheguei um pouco abaixo da metade do pau dele onde ele ficava muito mais largo e minha boceta já conseguia descer mas, comecei a cavalgar lentamente no pau peludo do Pedro, -Teee gosstaa da minha bucetinha, meu reiii,
-Siii putinhaaa, é muuuito gostosinha e aperta deliciosooo - aproximei meus peitos do rosto do Pedro
-Pegaa, meu reiii, meus peitooos são seus, faaaz ooo que quiser com eles, chupa, morde, belisca, são seusss - ele começou a chupar meus peitos como um desesperado, enquanto eu acelerava o ritmo das minhas cavalgadas, nós dois começamos a gemer mais alto, me dei uns tapas na bunda e pedi pra ele me dar uns tapas também
-Dá tapa na minha bunda, meu coraçãooo, dá tapa, eu soou suauuu - Pedro me deu vários tapas, deixando minhas nádegas toda vermelhinha, nessa hora eu já tava subindo e descendo como uma louca no pau gostoso do Pedro, sentia a cada cavalgada que dava o pau dele, grande e grosso, entrando cada vez mais fundo na minha bocetinha, sentir aquela dorzinha gostosa do pau entrando e saindo da minha buceta quente e molhada me deixava no céu, era delicioso, mas o Pedro me parou
-Calma, putinha, agora é a minha vez de te comer - me beijou e me tirou de cima dele, me colocou de quatro com os joelhos no chão e o peito no sofá, deixando minha bunda no ar, passou a língua do meu cu até a minha bucetinha várias vezes, ficando alguns minutos lambendo meu cuzinho, eu tentei me soltar mas ele me empurrou contra o sofá - Calma, puta -
-Que cuzinho gostoso, puta, e se eu arrombar ele?
-Não, Pedro, eu sou virgem e vai doer -
-Vai, só um pouquinho, puta, você vai ver que depois vai gostar - colocou o pau no meu cu e começou a fazer pressão como se quisesse enfiar, -Não por aí não, Pedro, por aí não - falei enquanto tentava me soltar
-Tá bom, minha putinha, mas se prepara porque da próxima vez eu vou arrombar seu cu mesmo - Pedro cuspiu algumas vezes na minha bucetinha e, sem avisar, enfiou de uma vez só, fazendo eu soltar um gemido enorme, forte e longo que ecoou pela sala toda, senti uma dor enorme porque ele tinha enfiado o pau todo - Prontoo, viuu como cabee todinho, minha putinha linda - coceira de ser fodida com ferocidade, arremetendo contra minha buceta sem piedade, nossos gemidos ecoavam por toda a sala junto com o som das minhas nádegas batendo contra seus ovos peludos, não duvidava que alguém mais pudesse nos ouvir, eu sentia um pouco de dor que a cada enfiada desaparecia e eu começava a gostar mais, Pedro se cansou e diminuiu o ritmo das suas investidas, mas eu, como uma puta, jogava minha bunda para trás para que ele continuasse me comendo, ele me deu várias palmadas nas nádegas, depois juntou minhas pernas, abriu as dele e se colocou em cima de mim, cuspiu algumas vezes no meu cuzinho e com seu pau sob sua saliva até minha xoxota, colocou seu piru na entrada da minha boceta
- Agora sim, minha puta, me diz quanto você gosta do meu pau
- Eu adoro, meu amor, é fabuloso
- Pois se gosta tanto, enfia você sozinha
Voltei a jogar minha bunda para trás lentamente para poder aproveitar cada centímetro do grande pau do Pedro, eu não conseguia fazer minha boceta devorar todo o seu pau completamente, comecei uma deliciosa metida e tirada lenta enquanto aos poucos aumentava o ritmo, ele não quis ficar para trás e também começou a me comer, me pegou pelo cabelo e puxou para que eu arqueasse mais as costas, eu jogava minha bunda contra seus ovos peludos e ele me fodia sem compaixão, era delicioso, nenhum dos dois cedia nem diminuía o ritmo, nossos gemidos e o barulho das minhas nádegas batendo contra as dele soavam cada vez mais alto, inundando completamente o apartamento, agora não tinha dúvida de que alguém mais tinha me ouvido transando, pensando que era com Javier sem saber que era meu vizinho Pedro, sentia um delicioso calorzinho invadindo minha xoxota fazendo com que cada vez apertasse mais forte e rápido o pau do Pedro, coloquei minha mão no meu clitóris e esfreguei rapidamente, estava na glória sentindo o que há tempos Javier não me fazia, aliás, sentia o que ele nunca tinha conseguido me dar, pois o pau do Pedro era muito melhor, mais longo, mais grosso e isso fazia minha bucetinha se abrir e eu desfrutar de uma sensação que Javier nunca me Dio, ele diminuía o ritmo e eu continuava apertando e me fodendo como uma louca, algo que nunca tinha feito com Javier. Já não era uma dama fina, agora era uma foxy, uma puta, uma qualquer. Pedro se deixou cair sobre mim, pegou meu rosto, virou e me beijou. Nos beijamos apaixonadamente como dois adolescentes apaixonados, nossos gemidos se escondiam entre nossos beijos, fazendo com que só se ouvisse o bater dos seus ovos na minha bunda. Estava no céu, aproveitando a largura e o comprimento do seu pau, enquanto sentia minha buceta fervendo e molhada de tão quente que estava.
De repente, senti ele diminuir o ritmo das suas investidas e senti seu pau pulsar dentro de mim. Seus gemidos ficaram mais fortes e longos, podia sentir que a qualquer momento ele ia gozar. Mas, em vez de diminuir meu ritmo e deixá-lo descansar, eu jogava minha bunda para trás cada vez mais rápido e minha xaninha apertava mais forte que nunca seu pau gostoso e peludo.
De repente, Pedro me disse: "Vou gozar, ana, vou gozar!" Senti que não saiu a tempo e vários jatos de porra ele jogou dentro de mim. Tentou me virar, mas não deu tempo, gozando nas minhas costas e no sofá, pois saíram abundantes jatos de porra por todos os lados.
Pedro ficou muito cansado e se sentou ao meu lado. Pude ver que por toda sua cabecinha preta havia porra e, como boa puta, me aproximei para limpá-la e não desperdiçar o pouco gozo que podia saborear. Aproveitei o sabor delicioso do seu gozo. Dava pra ver que ele tinha tempo sem transar, pois tinha um sabor muito forte, mas era uma delícia. Apertei seu pau semi ereto para tirar até a última gota que tivesse, até que seu pau não pôde mais e ficou totalmente mole.
Pedro riu e me disse: "Que tal, gostou, mami?"
"Sim, meu rei, mas não me deu meu gozo", respondi fazendo biquinho.
"Não se preocupe, na próxima fuck vou te dar toda sua vitamina, puta."
"E você gosta do meu pau, foxy?"
"Sim, papi, é delicioso, longo e largo."
"É melhor que o do seu marido?"
"Claro, amor, é mais bonito e tem um sabor mais gostoso, mas tem muitos pelos."
"Pois você vai... ter que se acostumar como a putinha safada que você é, pois não vou me depilar - eu só ri
-Mas você sim, amor, eu gosto da sua bucetinha toda depilada-
-Você gosta da minha xoxota, meu rei?
-Sim, tem um gosto delicioso, aperta muito gostoso e é tão macia e está super quente, só falta treino pra aguentar tudo isso-
-Mas você vai me treinar, né? haha-
-Claro, amor- Pedro terminou de se trocar, me deu um beijo na testa, viu que não tinha ninguém e foi embora. Eu fiquei deitada no sofá por alguns minutos descansando, minha razão começou a voltar, fazendo a culpa invadir minha mente, mas eu lembrava do que tinha acontecido poucos minutos antes e começava a ficar excitada, além de que a culpa ia embora quando eu lembrava do jeito que Javier tinha me tratado tão mal. Arrumei tudo, pois estava uma bagunça, e entrei no banho para tirar o sêmen das minhas costas. No chuveiro, a água quente despertou meus instintos de puta, que eu tinha solto há algumas horas. Brinquei por vários minutos com minha boceta, coisa que nunca fazia, lembrando do que fiz com Pedro, passando minha mão de cima a baixo nela enquanto com a outra brincava com meus peitos e os chupava, acariciei meu clitóris e introduzi meu dedo do meio para aproveitar um pouco mais. Terminei de me banhar e, como já estava amanhecendo, fui dormir. No outro dia cedo, Javier chegou com um buquê de flores pedindo perdão. Fingi estar brava para ele não notar nada estranho e passei o dia com ele. Bom, pessoal, espero que tenham gostado do meu relato, fiquei muito feliz se deixei vocês fantasiando ou se causei alguma excitação. Sem mais, gostaria que deixassem uma mensagem para saber se vocês gostariam que eu escrevesse mais aventuras minhas. Deixo uma fotinha minha e espero que tenham um lindo dia.
Vou começar me apresentando: me chamo Anna, tenho 27 anos atualmente, sou de Guadalajara mas moro em CDMX. Não quero ser metida nem pedante, mas me considero uma mulher atraente pros homens, e não só porque eu digo, mas pelos vários olhares e cantadas que recebo dos caras. Sou baixinha, tenho só 1,59m de altura, pele morena clara, lábios pequenos mas carnudos, olhos castanhos claros. Mesmo não tendo os peitos nem a bunda maiores, tenho uns peitos firmes e nada caídos e uma bunda redonda e dura que não fica devendo pra ninguém. Sempre tive um bom físico porque gosto de malhar, e isso realça um pouco mais meus peitos e bunda. E se quiserem continuar fantasiando comigo enquanto leem o relato, minhas medidas são 84-60-86.
Minha história começou há 3 anos e alguns meses. Na época, eu morava com meu ex, Jaime. Conheci o Jaime quando entrei no ensino médio, ele estava no último ano e eu no primeiro. Com ele tive minha primeira vez e com ele aprendi tudo que sabia sobre sexo até aquele momento. Passaram-se alguns anos até que Jaime conseguiu terminar a faculdade de arquitetura. Alguns meses depois, ele me pediu pra morar junto, mas tinha um problema: me mudar de Guadalajara pra Puebla, já que a família dele era de lá e podiam arrumar trabalho rápido pra ele. A família dele fazia parte de um comitê de trabalhadores da construção que recebia várias concessões tanto públicas quanto privadas. Como estava tão apaixonada pelo Jaime, não pensei muito e aceitei me mudar, mesmo minha família sendo contra. Fomos morar num apartamento muito bonito, embora um pouco afastado do centro da cidade. Os primeiros... Os meses vivendo com ele foram muito lindos, já que éramos um casal apaixonado. Eu fui uma garota educada à moda antiga, pois minha família sempre me criou para ser uma mulher recatada, fina, com o pensamento das famílias modelo: casar, ter filhos e sempre ser fiel ao meu marido. Mas, apesar da minha educação, sempre gostei de me vestir de forma sexy e na moda, mostrando meus atributos e a silhueta pela qual me esforcei na academia. Adoro que as pessoas percebam minha sensualidade de mulher, mas sem perder aquele toque de dama. Gosto de usar saias, vestidos e calças justas com camisas e blusas um pouco curtas, pois gosto de mostrar meu umbigo e um pouco de decote para dar um toque sexy, mas sempre sem perder meu ar de dama. E, claro, quase sempre com salto alto, devido à minha baixa estatura.
Naquela época, me dediquei apenas ao Javier e à minha casa. Fazia os afazeres domésticos, cozinhava (que é algo que adoro fazer), ia à academia para estar na melhor forma para o Javier. Às vezes, depois da academia, ia tomar um café ou dava uma volta na praça (já que a academia ficava dentro de uma praça) com algumas amigas que fiz lá. Com o Javier, tudo era perfeito: ele me dava toda a atenção, passávamos a maior parte do dia juntos, ele me apoiava em todas as decisões que eu tomava e, principalmente, transávamos todos os dias — nunca perdíamos a mínima oportunidade de fazer sexo.
Como podem perceber, esses meses ao lado do Javier foram muito lindos; nossa vida juntos era perfeita. Mas essa vida perfeita durou apenas uns 3 meses. O Javier trabalha com os primos dele, que nunca caíram bem para mim — achava eles arrogantes, mal-educados e aproveitadores. Além disso, sempre que me viam, eu podia sentir os olhares deles percorrendo meu corpo ou parando na minha bunda ou nos meus peitos. Também, em algumas ocasiões, ouvi comentários fora de lugar que eles faziam entre si, tipo: "Nossa, essa Anna tá uma gostosa, como eu queria comer ela", "Não me importa que o Javier seja... O marido dela, eu sim fodia ela. Se ela vacilar, como eu queria que ela me chupasse com esses lábios gostosos. Javier começou a ficar mais apegado a eles, então de uma hora para outra começou a chegar cada vez mais tarde em casa, começou a beber quase todo dia, chegava com cheiro de perfume de mulher, algumas vezes encontrei camisinhas no carro, alguns cartões de motel, começou a sumir por alguns dias ou até uma semana com os primos, com a desculpa de que iam para uma obra fora da cidade. Quase não me ligava e quando eu ligava e ele se dignava a atender, dava para ouvir música, gritos e vozes de mulheres. Nossa relação foi ladeira abaixo, quase todo dia discutíamos, mas não sei se era porque estava apaixonada ou era muito burra, que sempre com falsas promessas que ele me fazia, eu dava mais uma chance, que só durava alguns dias até começar de novo. Todas as manhãs, depois de discutir com Javier, eu saía para a academia para tentar esquecer meus problemas. Na saída do meu apartamento, quase todo dia eu encontrava meu vizinho Pedro (ele tinha uns 36 anos, é mais alto que eu, talvez 1,68m, pele mais escura que a minha, e mesmo sem ter o melhor físico, ele era bem atraente, olhos castanhos escuros e, embora não fosse muito bonito de rosto, era muito simpático). Sempre que ele me via triste, tentava me animar, fazia conversas divertidas ou interessantes para que eu esquecesse meus problemas. Algumas vezes me convidava para tomar um café ou se oferecia para me levar à academia, coisas que eu sempre recusei porque, pela minha educação, não achava certo. Um dia, Pedro pediu meu número, caso em algum momento eu quisesse conversar com ele. Eu, um pouco hesitante, passei. À noite, Pedro me mandou uma mensagem perguntando se eu queria sair no sábado para tomar um café e conversar um pouco. Eu disse que não, porque além de não achar certo, como estava tentando salvar minha relação com Javier, tinha planos com ele. Chegando o sábado, depois de ir à academia e comprar algumas coisas, me apressei para chegar em casa para dar um banho gostoso e raspar os pouquinhos pelos que tinha na minha bucetinha, o plano era sair para jantar, dançar um pouco, depois ir para uma festa com alguns amigos e fechar a noite com uma dose de sexo gostoso. Naquele dia, coloquei um vestido vermelho de alcinhas bem justo e curto, que chegava até as minhas coxas e mostrava muito bem minha bunda redonda e grande, com um pouco de decote que fazia meus peitos grandes e firmes brilharem, além de que, por ser tão justo, deixava a silhueta do meu corpo bem visível. Também coloquei um conjunto de sutiã de meia taça com meias-calças pretas, uma calcinha fio-dental de renda que comprei para a ocasião, uns saltos altos pretos e soltei o cabelo. Fui me olhar no espelho e percebi que estava muito provocante e sexy, mas, na verdade, não me importei se roubasse vários olhares, já que iria com Javier e ele seria o único a me aproveitar. Aliás, até me excitava um pouco pensar que me devorassem com os olhos, pois fazia alguns meses que não transava. Olhei a hora e fiquei um pouco impaciente, pois Javier ainda não tinha chegado. Depois de um tempo, ele me ligou; parecia meio bêbado e havia alguns murmúrios, que acho que eram os primos dele. Ele disse que não ia poder ir, pois tinha surgido um trabalho muito importante. Comecei a discutir com ele por alguns minutos, até que ele disse: "Não posso ir, estou trabalhando" e desligou. Fiquei muito brava, até chorei um pouco, pois não conseguia acreditar que Javier não se importava com nosso relacionamento. Não sei como lembrei tão rápido que Pedro tinha me convidado para tomar um café. Talvez tenha sido minha raiva que não me deixou pensar muito, e mandei uma mensagem para ele perguntando se o convite para o café ainda estava de pé. Em questão de segundos, ele disse que sim, que me esperava na frente do meu apartamento. Tentei me arrumar um pouco para que ele não percebesse que eu tinha chorado, além de que a ideia de trocar de roupa passava pela minha cabeça, pois estava muito provocante. Mas minha raiva me dizia: "Vai assim mesmo, então foda-se o Javier, ele preferiu outra coisa a você, além do mais, você só vai tomar um café e... um café e nada mais, saí do meu apê e o Pedro já estava me esperando. Ele me viu e fez uma cara de bobo enquanto percorria meu corpo de cima a baixo, ficou atordoado por alguns segundos até que eu falei:
—Oi, Pedro.
—Oii, Annaaa, que liiinda você está —ele disse meio engasgado.
Descemos para o carro dele enquanto conversávamos. Eu sentia que a cada passo que dava, meu vestido subia de tão curto que era. Eu tentava puxá-lo para baixo e aí percebi que o Pedro não perdia tempo para olhar minha bunda, mesmo tentando disfarçar um pouco. Chegamos ao carro e ele abriu a porta para mim. Perguntei para onde íamos e ele disse que era um café perto dali.
Pedro me perguntou por que eu tinha aceitado sair com ele de repente, já que eu tinha dito que tinha planos com o Javier. Eu, envergonhada e irritada, disse que ele tinha trabalho e não pôde cancelar. Ele respondeu:
—Com todo respeito, Anna, mas se eu tivesse uma mulher como você, nunca te deixaria na mão.
Mudei rápido de assunto porque tinha vergonha de falar sobre isso. Chegamos ao lugar, que era um café-bar muito bonito, com música e espaço para dançar. Entramos e nos sentamos em uma mesa no canto. Pedro pediu uma cerveja. Eu não costumo beber muito porque o álcool sobe rápido, mas como estava irritada, também pedi uma.
Eu estava muito à vontade com o Pedro, conversando e rindo, e o tempo voou. As cervejas continuavam chegando e eu, sem controle, continuei bebendo. Não sei em que momento o Pedro começou a se aproximar mais de mim, a ponto de colocar a mão na minha perna. Não sei se era porque o álcool tinha subido, mas deixei que ele esfregasse a mão na minha coxa. Mas o pouco juízo que ainda me restava dizia que não era certo o que eu estava fazendo, que não me educaram para ser uma puta.
Tirei a mão do Pedro, entre irritada e excitada. Quando ia me levantar para reclamar, ele rapidamente me pegou pela mão e me levou para dançar. Naquele momento estavam tocando salsa. Pedro começou a deslizar as mãos pela minha cintura, de cima a baixo... ele não desperdiçava a mínima oportunidade de tocar minha bunda enquanto eu tentava arrumar meu vestido, me puxou para perto dele até colar seu corpo no meu, o atrito entre nossos corpos fazia meu sutiã de renda esfregar nos meus mamilos que ficaram duros de excitação, ele enfiou a perna entre as minhas fazendo com que sua coxa tocasse minha bocetinha por causa da altura, eu segurava o vestido com uma mão para não subir mais enquanto a outra estava na nuca dele, ele começou a me dizer coisas como — que linda e sexy você está Anna, se eu fosse seu marido nunca te deixaria sozinha, não sei como aquele idiota do seu esposo te deixou na mão, eu nunca faria isso, te satisfaria em tudo, você é uma deusa, que corpo lindo você tem — eu não disse nada, só ouvia o que ele falava, Pedro movia a perna entre as minhas esfregando ainda mais minha xoxota que começava a liberar seus fluidos, cada segundo que passava meu tesão aumentava mais até que Pedro me beijou, aí o pouco juízo que ainda me restava voltou e eu o empurrei dando um tapa nele por instinto e dizendo para me levar para casa, saí de lá e ele me seguiu, entrei no carro dele e Pedro pediu desculpas, disse que não sabia por que tinha feito aquilo, que estava muito envergonhado, eu só fiquei calada pois me sentia confusa, não sabia se era porque já fazia alguns meses sem sexo ou se o álcool tinha subido à cabeça que meu corpo pedia para ser tocado, mas a pouca educação e razão que ainda me restavam diziam que o que eu estava fazendo era errado, que eu era casada e não podia trair o Javier e me tornar uma safada ou puta, no caminho percebi que meu vestido tinha subido e vi como Pedro olhava descaradamente para minhas pernas, isso em vez de me irritar me excitou ainda mais, chegando no nosso prédio fomos para nossos apartamentos, eu podia sentir minha boceta molhada escorrendo meus fluidos pela minha virilha a cada passo que dava, Pedro vinha atrás de mim e eu sentia seu olhar descarado e penetrante na minha bunda e isso me... Adorava, estava ficando louca sentindo o olhar de desejo dele nas minhas nádegas. Minha cabeça dava ainda mais voltas e meu tesão começou a vencer meu raciocínio. Meu corpo pedia para se sentir desejado de novo, pedia para sentir que alguém pudesse percorrê-lo, pedia que alguém aproveitasse de mim e, acima de tudo, pedia para satisfazer alguém com meus atributos. Chegando no meu apartamento, Pedro se desculpou de novo, deu meia-volta e aí meu corpo sentiu que eu ia perder o controle. Não aguentava mais, estava supertesuda. Peguei ele pela camisa, virei-o e beijei-o. Me afastei de Pedro e ele se atirou sobre mim. Começamos a nos beijar desesperadamente. Como pude, fechei a porta. Pedro me encurralou contra a parede. Meu vestido subia sozinho e ele aproveitou para colocar as mãos e massagear minhas nádegas. Beijou meu pescoço e desceu com beijos até chegar na altura do meu peito. Com uma das mãos, ele abaixou as alças do vestido e com a outra o levantou, deixando-o na altura da minha barriga. Fiquei só com meu sutiã e calcinha de renda.
— Então essa era a surpresa do seu marido? — ele disse.
— Sim, meu rei, mas agora é a sua surpresa. — Voltei a beijá-lo. Ele abaixou bruscamente meu sutiã, fazendo meus peitos saltarem. Agachou-se para beijá-los lentamente até chegar nos meus mamilos, que mordeu cuidadosamente. Depois, chupou-os como se fosse um bebê querendo leite. Soltei alguns gemidos tímidos enquanto segurava sua cabeça para que não se afastasse dos meus peitos. Pedro não deixava nenhum de lado: enquanto chupava um, massageava o outro e com os dedos beliscava delicadamente. Pegou minha mão e colocou sobre seu pau.
— Toca, Annita, no que você vai comer hoje. — Eu não disse nada, só peguei sua cabeça para que continuasse chupando meus mamilos. Esfreguei minha mão sobre sua calça, onde já podia sentir o tamanho do pau dele totalmente ereto. Pedro se afastou de mim e se agachou para tirar minha calcinha, ficando só de salto alto e meia-calça. Aí ele viu pela primeira vez minha... bucetinha totalmente depilada, ele pegou meu thong que estava encharcado dos meus fluidos e começou a cheirar
- Que delícia que tá sua xoxota, meu amor, sem nenhum pelinho e toda molhadinha, minha putinha -
- Sim, papai, você me deixou assim, toda molhada -
- Tá vendo que aquele cara, seu marido, não tinha te comido, né? - Ele colocou o thong no meu rosto enquanto passava suavemente a mão de cima a baixo na minha bucetinha, que já estava bem molhada. Meus gemidos começaram a aumentar, Pedro pegou uma das minhas pernas e colocou sobre a mesa da entrada, se agachou e ficou pertinho da minha xota, me olhou nos olhos e disse:
- Agora isso aqui é minha Aninha, tá entendido? - Eu não disse nada e ele repetiu: - Te perguntei se tá entendido -
- Sim, meu rei, minha buceta te pertence - Pedro começou a passar a língua de cima a baixo na minha bucetinha depilada, colocou dois dedos no meu clitóris, que ele massageava com cuidado, colocando um pouco de pressão. Meus gemidos aceleraram e ele enfiou a língua no meu buraquinho para me comer com ela, meteu dois dedos na minha boca para eu chupar, depois começou a passá-los em círculos no meu cu. Eu reagi, tentando tirar a mão dele, mas ele não deixou.
- Calma, putinha, você vai acabar gostando disso - Aos poucos, ele foi colocando pressão no meu cuzinho, que estava bem fechado, porque nunca tinham brincado com ele. Pedro ficou vários minutos me comendo com a língua enquanto massageava minha bunda e meu clitóris. Eu só gemía de prazer. Ele se levantou e me beijou de novo, enquanto dava pequenas batidinhas delicadas na minha bucetinha. Dessa vez, fui eu quem beijou seu pescoço, tirei a camiseta dele e pude ver que ele tinha um físico muito bom e uma selva de pelos que cobria todo o peito e o abdômen. Eu desci, entre beijos, por essa selva de pelos, enquanto com uma mão esfregava o pau dele. Parei um pouco nos mamilos, que lambi por alguns segundos, e continuei descendo pelo abdômen peludo e meio plano. Cheguei na cintura dele e esfreguei com as duas mãos o pau por cima da calça, tirei o cinto e abaixei a... Tirei a calça dele, deixando apenas a cueca, que já tinha uma mancha de sêmen. Comecei a beijar seu pau, onde já podia sentir seus pelos até chegar na mancha de sêmen, que eu lambi. Desci a cueca do Pedro e seu pau saiu feito uma mola, parando a poucos centímetros da minha boca. Suas bolas e seu pau eram maiores, peludos, escuros e mais grossos que os do Javier. O pau do Pedro devia ter uns 17 ou 18 centímetros e era totalmente peludo — era o pau maior que eu já tinha visto. Fiquei surpresa e um pouco assustada com o que minha bucetinha teria que aguentar, já que o pau do Javier tinha uns 12 ou 13 centímetros.
— Você gosta do meu pau, Annita? É todo seu, meu amor.
— Que delícia ele parece, papai, e o melhor é que é todo meu!
Mesmo estando um pouco surpresa, não liguei, porque meu tesão era maior. Então, olhei nos olhos dele e lambi suas bolas peludas. Com uma mão, comecei a masturbá-lo devagar. Aí pude ouvir os primeiros gemidos do Pedro. Chupei suas bolas enquanto, aos poucos, aumentava o ritmo da punheta. Subi com beijos das bolas até o tronco do pau dele, até ficar de frente pra sua cabecinha totalmente preta, inchada e com um pouco de sêmen na ponta. Virei pra olhar nos olhos do Pedro com cara de menina direitinha prestes a devorar seu chocolate gostoso recheado. Passei minha língua por toda a cabeça do pau dele, saboreando o pouco de sêmen que tinha, enquanto masturbava com uma mão e com a outra massageava suas bolas peludas. Comecei a devorar o pau dele aos poucos, sem parar de olhar nos olhos dele. Pedro gemeu cada vez mais rápido, tinha os olhos semicerrados e dava pra ver a cara de prazer dele. Aumentei o ritmo do boquete enquanto devorava cada centímetro do pau escuro dele, sem parar de massagear as bolas. Fiquei louca tendo aquele pau no meu poder. Tentei engolir tudo, mas não consegui, deixando só uns poucos centímetros de fora. Comecei a chupar o pau dele desesperada, batendo naquela selva de pelos. Ficava grudada no pau do Pedro por vários segundos, tentando devorar sua linda e peluda rola. engoli completamente, me engasgando com ela, ele me segurou pela cabeça puxando-me para ele tentando fazer eu engolir seu pau por inteiro, naquele momento eu sentia minha boceta pulsando prestes a explodir, sentia como se estivesse fervendo e meus líquidos escorriam cada vez mais, enfiei alguns dedos na minha boceta que entraram com facilidade, comecei a me masturbar no ritmo da minha chupada gemendo como uma louca, os gemidos do Pedro ecoavam por toda a entrada enquanto meus gemidos eram abafados pelo pau dele, as pernas do Pedro tremiam e seu pau duro pulsava, eu não queria que ele gozasse ainda sem me foder selvagemente, então parei e o beijei para que ele pudesse descansar um pouco, peguei sua mão e coloquei na minha xoxota para que ele me dedilhasse à vontade e assim ele fez, nos beijamos como dois adolescentes desesperados por alguns minutos enquanto ele continuava descansando, peguei sua mão e o levei para a sala, joguei-o contra o sofá maior e comecei a dançar para ele enquanto me tocava sensual, fiquei de quatro e me aproximei dele, dei algumas últimas chupadas e subi em cima dele, beijei-o apaixonadamente enquanto seu pauzão peludo e duro roçava minha vagina totalmente depilada e apertada, naquele momento não me importei se ele tinha camisinha, cuspi algumas vezes no pau dele e me deixei cair lentamente sobre seu pau, comecei a sentir a cabeçona do pau dele entrando lentamente na minha vagina fazendo eu soltar um grande gemido, minha vagina recebeu sem problemas a cabeça do pau dele de tão molhada que estava, continuei descendo aos poucos com os olhos semicerrados e gemendo levemente até chegar a um ponto onde pude sentir a largura do pau dele e comecei a gemer um pouco mais rápido, com cada centímetro que entrava em mim era mais difícil para minha boceta devorar seu pau largo, minha vagina que não tinha sido penetrada há vários meses apertava o pau enorme e largo do Pedro, cheguei um pouco abaixo da metade do pau dele onde ele ficava muito mais largo e minha boceta já conseguia descer mas, comecei a cavalgar lentamente no pau peludo do Pedro, -Teee gosstaa da minha bucetinha, meu reiii,
-Siii putinhaaa, é muuuito gostosinha e aperta deliciosooo - aproximei meus peitos do rosto do Pedro
-Pegaa, meu reiii, meus peitooos são seus, faaaz ooo que quiser com eles, chupa, morde, belisca, são seusss - ele começou a chupar meus peitos como um desesperado, enquanto eu acelerava o ritmo das minhas cavalgadas, nós dois começamos a gemer mais alto, me dei uns tapas na bunda e pedi pra ele me dar uns tapas também
-Dá tapa na minha bunda, meu coraçãooo, dá tapa, eu soou suauuu - Pedro me deu vários tapas, deixando minhas nádegas toda vermelhinha, nessa hora eu já tava subindo e descendo como uma louca no pau gostoso do Pedro, sentia a cada cavalgada que dava o pau dele, grande e grosso, entrando cada vez mais fundo na minha bocetinha, sentir aquela dorzinha gostosa do pau entrando e saindo da minha buceta quente e molhada me deixava no céu, era delicioso, mas o Pedro me parou
-Calma, putinha, agora é a minha vez de te comer - me beijou e me tirou de cima dele, me colocou de quatro com os joelhos no chão e o peito no sofá, deixando minha bunda no ar, passou a língua do meu cu até a minha bucetinha várias vezes, ficando alguns minutos lambendo meu cuzinho, eu tentei me soltar mas ele me empurrou contra o sofá - Calma, puta -
-Que cuzinho gostoso, puta, e se eu arrombar ele?
-Não, Pedro, eu sou virgem e vai doer -
-Vai, só um pouquinho, puta, você vai ver que depois vai gostar - colocou o pau no meu cu e começou a fazer pressão como se quisesse enfiar, -Não por aí não, Pedro, por aí não - falei enquanto tentava me soltar
-Tá bom, minha putinha, mas se prepara porque da próxima vez eu vou arrombar seu cu mesmo - Pedro cuspiu algumas vezes na minha bucetinha e, sem avisar, enfiou de uma vez só, fazendo eu soltar um gemido enorme, forte e longo que ecoou pela sala toda, senti uma dor enorme porque ele tinha enfiado o pau todo - Prontoo, viuu como cabee todinho, minha putinha linda - coceira de ser fodida com ferocidade, arremetendo contra minha buceta sem piedade, nossos gemidos ecoavam por toda a sala junto com o som das minhas nádegas batendo contra seus ovos peludos, não duvidava que alguém mais pudesse nos ouvir, eu sentia um pouco de dor que a cada enfiada desaparecia e eu começava a gostar mais, Pedro se cansou e diminuiu o ritmo das suas investidas, mas eu, como uma puta, jogava minha bunda para trás para que ele continuasse me comendo, ele me deu várias palmadas nas nádegas, depois juntou minhas pernas, abriu as dele e se colocou em cima de mim, cuspiu algumas vezes no meu cuzinho e com seu pau sob sua saliva até minha xoxota, colocou seu piru na entrada da minha boceta
- Agora sim, minha puta, me diz quanto você gosta do meu pau
- Eu adoro, meu amor, é fabuloso
- Pois se gosta tanto, enfia você sozinha
Voltei a jogar minha bunda para trás lentamente para poder aproveitar cada centímetro do grande pau do Pedro, eu não conseguia fazer minha boceta devorar todo o seu pau completamente, comecei uma deliciosa metida e tirada lenta enquanto aos poucos aumentava o ritmo, ele não quis ficar para trás e também começou a me comer, me pegou pelo cabelo e puxou para que eu arqueasse mais as costas, eu jogava minha bunda contra seus ovos peludos e ele me fodia sem compaixão, era delicioso, nenhum dos dois cedia nem diminuía o ritmo, nossos gemidos e o barulho das minhas nádegas batendo contra as dele soavam cada vez mais alto, inundando completamente o apartamento, agora não tinha dúvida de que alguém mais tinha me ouvido transando, pensando que era com Javier sem saber que era meu vizinho Pedro, sentia um delicioso calorzinho invadindo minha xoxota fazendo com que cada vez apertasse mais forte e rápido o pau do Pedro, coloquei minha mão no meu clitóris e esfreguei rapidamente, estava na glória sentindo o que há tempos Javier não me fazia, aliás, sentia o que ele nunca tinha conseguido me dar, pois o pau do Pedro era muito melhor, mais longo, mais grosso e isso fazia minha bucetinha se abrir e eu desfrutar de uma sensação que Javier nunca me Dio, ele diminuía o ritmo e eu continuava apertando e me fodendo como uma louca, algo que nunca tinha feito com Javier. Já não era uma dama fina, agora era uma foxy, uma puta, uma qualquer. Pedro se deixou cair sobre mim, pegou meu rosto, virou e me beijou. Nos beijamos apaixonadamente como dois adolescentes apaixonados, nossos gemidos se escondiam entre nossos beijos, fazendo com que só se ouvisse o bater dos seus ovos na minha bunda. Estava no céu, aproveitando a largura e o comprimento do seu pau, enquanto sentia minha buceta fervendo e molhada de tão quente que estava.
De repente, senti ele diminuir o ritmo das suas investidas e senti seu pau pulsar dentro de mim. Seus gemidos ficaram mais fortes e longos, podia sentir que a qualquer momento ele ia gozar. Mas, em vez de diminuir meu ritmo e deixá-lo descansar, eu jogava minha bunda para trás cada vez mais rápido e minha xaninha apertava mais forte que nunca seu pau gostoso e peludo.
De repente, Pedro me disse: "Vou gozar, ana, vou gozar!" Senti que não saiu a tempo e vários jatos de porra ele jogou dentro de mim. Tentou me virar, mas não deu tempo, gozando nas minhas costas e no sofá, pois saíram abundantes jatos de porra por todos os lados.
Pedro ficou muito cansado e se sentou ao meu lado. Pude ver que por toda sua cabecinha preta havia porra e, como boa puta, me aproximei para limpá-la e não desperdiçar o pouco gozo que podia saborear. Aproveitei o sabor delicioso do seu gozo. Dava pra ver que ele tinha tempo sem transar, pois tinha um sabor muito forte, mas era uma delícia. Apertei seu pau semi ereto para tirar até a última gota que tivesse, até que seu pau não pôde mais e ficou totalmente mole.
Pedro riu e me disse: "Que tal, gostou, mami?"
"Sim, meu rei, mas não me deu meu gozo", respondi fazendo biquinho.
"Não se preocupe, na próxima fuck vou te dar toda sua vitamina, puta."
"E você gosta do meu pau, foxy?"
"Sim, papi, é delicioso, longo e largo."
"É melhor que o do seu marido?"
"Claro, amor, é mais bonito e tem um sabor mais gostoso, mas tem muitos pelos."
"Pois você vai... ter que se acostumar como a putinha safada que você é, pois não vou me depilar - eu só ri
-Mas você sim, amor, eu gosto da sua bucetinha toda depilada-
-Você gosta da minha xoxota, meu rei?
-Sim, tem um gosto delicioso, aperta muito gostoso e é tão macia e está super quente, só falta treino pra aguentar tudo isso-
-Mas você vai me treinar, né? haha-
-Claro, amor- Pedro terminou de se trocar, me deu um beijo na testa, viu que não tinha ninguém e foi embora. Eu fiquei deitada no sofá por alguns minutos descansando, minha razão começou a voltar, fazendo a culpa invadir minha mente, mas eu lembrava do que tinha acontecido poucos minutos antes e começava a ficar excitada, além de que a culpa ia embora quando eu lembrava do jeito que Javier tinha me tratado tão mal. Arrumei tudo, pois estava uma bagunça, e entrei no banho para tirar o sêmen das minhas costas. No chuveiro, a água quente despertou meus instintos de puta, que eu tinha solto há algumas horas. Brinquei por vários minutos com minha boceta, coisa que nunca fazia, lembrando do que fiz com Pedro, passando minha mão de cima a baixo nela enquanto com a outra brincava com meus peitos e os chupava, acariciei meu clitóris e introduzi meu dedo do meio para aproveitar um pouco mais. Terminei de me banhar e, como já estava amanhecendo, fui dormir. No outro dia cedo, Javier chegou com um buquê de flores pedindo perdão. Fingi estar brava para ele não notar nada estranho e passei o dia com ele. Bom, pessoal, espero que tenham gostado do meu relato, fiquei muito feliz se deixei vocês fantasiando ou se causei alguma excitação. Sem mais, gostaria que deixassem uma mensagem para saber se vocês gostariam que eu escrevesse mais aventuras minhas. Deixo uma fotinha minha e espero que tenham um lindo dia.
4 comentários - Infiel con mi vecino
La mitad del relato es para meter excusas de que soy infiel porque los otros son malos y nada es mi culpa.