Há alguns anos, quando estava na faculdade, conheci uma gordinha muito gostosa, chamada Sam. Fisicamente, ela é branca, mas bronzeada, com cabelo liso preto até a cintura, tem menos de 1,55m, e uns cílios bem longos que ficam lindos quando ela olha pra você. É muito safadinha e, o melhor de tudo, é pervertida igual a mim. Já tinha visto ela várias vezes na escola e lembro que ela sempre falava de tudo, sem censura nenhuma, mas os assuntos que mais ouvia ela comentar eram feminismo e sexo – dominava os dois muito bem.
Por ser gordinha, ela tinha uns peitões que, com a altura dela, pareciam gigantes, e a bunda era do mesmo tamanho. Ver ela andar me excitava porque a bunda sempre balançava. Um dia, me passaram o Instagram dela, disseram que ela estava postando coisas interessantes, e essa putinha ficava publicando foto mostrando as tetas: umas com os mamilos bem duros, outras com blusas transparentes. Tinha uma foto com uma blusa branca bem decotada, os peitões em cima de uma mesa e ela apertando eles. E isso era no feed; nos stories, ela postava nudes ainda melhores, mostrando a bunda e a lingerie.
Alguns dias depois, quando a vi na faculdade, ela me pediu pra acompanhá-la pra comprar um livro de uma matéria de administração. Fomos pro centro da cidade, e no caminho ficamos conversando sobre como a gente gostava de transar. Foi bem fácil levar a conversa pra esse lado, porque era um assunto comum quando estávamos com outros amigos.
J: E qual fantasia você ainda não realizou?
S: Um monte, sempre acabo transando com uns caras que não sabem de nada.
J: Falta alguém com mais experiência pra você.
S: E com mais fôlego, porque nem todo mundo aguenta quando eu pulo, ou chupo e faço uma espanhola.
J: Eu aguentaria tudo isso.
S: Hahaha, não acredito, magrelo.
J: Por que duvida?
S: Você parece forte, mas tem cara de bonzinho pra transar, hahaha.
J: Acho que você fica nervosa porque já ouviu falar que eu sei educar direito.
Às vezes, em festas... quando eu comia alguém, meus amigos ouviam como eu fazia elas implorarem pra meter, e numa festa eu comi uma mina que era professora, eu sabia que tinham contado pra Sam, porque uns dias depois que a história se espalhou, ela postou umas fotos de saia de colegial, com umas tranças, tinha uma foto onde ela tava sentada e com a língua pra fora, dava pra ver os peitões dela através de uma blusa decotada e bem curta, e ela tava de meia-calça preta que me deixou louco, mas a descrição dela dizia "As meninas precisam de educação". A gente foi se esquentando a viagem toda, Sam tava muito excitada com as fantasias que eu ia contando, ela me perguntou como fazia anal, e eu expliquei que o mais importante é lubrificar antes, porque o cu não lubrifica igual a buceta, e também contei que tinha experiência fazendo anal, adoro sodomizar e humilhar enquanto ouço elas gritando. Sam já tinha ficado toda vermelha, dava pra ver que ela gostou da ideia de ser penetrada pelo cu. Fomos buscar o livro e quando a gente tava voltando, ela disse que a casa dela ficava no caminho, queria ir deixar o livro antes de voltar, pelo menos foi o que ela me disse, mas foi a desculpa pra eu realizar a fantasia dela. Chegamos na casa dela, só tava na cozinha a moça que fazia limpeza, os pais dela estavam trabalhando e a irmã tinha saído com os amigos, rapidamente ela me levou pro quarto dela, e a gente começou a se beijar, parecia que eu já conhecia aquele quarto por todas as nudes que eu tinha visto dele, comecei a masturbar ela, e senti como ela foi ficando molhada, comecei a chupar a buceta dela, e ela foi tirando a camisa e o sutiã, quando tirou eu vi os mamilos marrons bem duros, e mordi, isso fez ela gritar de prazer, mesmo a empregada estando lá embaixo a gente não achou que ela ia ouvir porque quando entramos tinha música tocando. Fiz a Sam ficar de joelhos na minha frente, e encostei a cara dela na minha calça, bem no volume do meu pau J: Quer sentir? S: Quero te chupar, vou te mamar J: Abre a boca, puta (quando ela abriu eu cuspi) S: Obrigada Tirei meu pau pra fora da calça e apontei pra boca dela.
J: Põe a língua pra fora, primeiro molha todo o meu pau.
Ela começou a fazer um boquete digno de uma boa sumida, só lambia meu pau e cuspia pra deixar molhado. Quando ia usar as mãos, eu parei ela — tinha que tratar do meu pau só com a boca. Ela implorou pra enfiar até a garganta, e quando eu deixei, ela chupou com força, querendo me fazer gozar, mas eu ia terminar nos intestinos dela, não na garganta.
J: Vou arrebentar seu cu, puta.
S: Me fode todinha, seu maldito.
Puxei ela pelo cabelo pra parar de me chupar e coloquei na beirada da cama, pra ela empinar bem a bunda. Enquanto tirava a calça, coloquei meu cinto no pescoço dela — queria que minha putinha tivesse coleira. Enquanto a asfixiava, ela ficava mais e mais molhada. Aí descobri que ela era sadomasoquista: juntava as mãos no pescoço e abria as pernas pra arquear mais o cu.
Meu pau já não tinha saliva nenhuma, tinha secado tudo, mas como vi que ela estava muito excitada, comecei a forçar meu pau no cu dela.
S: Aaahhh... paraaaa!
J: Só recebe meu pau, gata.
S: Poooor favoooor, nãoooo, ayyy…
J: Tem que ser uma putinha boa.
Sam estava gozando a jatos — a humilhação e a dor que eu estava causando tinham tocado os desejos mais íntimos dela. Mas ela estava colocando as mãos pra trás e não me deixava enfiar no cu. Continuei puxando o pescoço dela com o cinto e vi que num móvel perto da cama tinha um lenço verde da marcha do aborto. Peguei o lenço e comecei a amarrar as mãos dela, pra não conseguir impedir.
J: Agora sim, puta. Vou te comer pelo cu.
S: ¡Ah! (Começou a gritar e abafava os gritos na cama.)
J: Ninguém vai te ajudar. Vou arrombar seu cu, puta. Você sempre andava de gostosa provocando no Instagram, e agora vai ter que aguentar meu pau inteiro. Vou te deixar bem aberta.
Sam estava gemendo, e quando meu pau entrou de vez, ouvi ela começar a chorar — mas também estava gozando. Ela gostava de ser humilhada, tudo que ela… ela dizia que me deixava cada vez mais excitado porque sua bunda me apertava e eu sentia como ela me sugava, quando entrei até a metade, deixei ali um tempo, só continuei humilhando-a. J: Você acabou sendo mais vadia do que eu imaginava, se soubesse antes te teria comido nos banheiros da escola. Tirei seu rosto da cama e vi que queria dizer algo, então afrouxei o cinto. S: Sou sua vadia. Isso me deixou com muito tesão e enfiei a outra metade do meu pau, ela soltou um grito altíssimo, mas já não me importava se a empregada ouvia, continuei comendo ela pelo cu até que ela gozou, eu ainda não tinha acabado mas tirei meu pau todo de sua bunda para ver o quão aberto estava. Sua bunda parecia uma caverna escura e no meu pau havia restos de merda, isso me deu muito nojo então peguei o lenço das mãos dela e comecei a me limpar, mas ao vê-la com a bunda tão aberta, me veio uma ideia. J: Sam, você está muito suja, vou te limpar. Comecei a passar o lenço em seu ânus e a limpá-la, mas aos poucos fui enfiando o lenço em sua bunda, Sam sentiu que algo diferente do meu pau estava entrando e queria se virar mas eu a subjugava para que continuasse sem poder girar, quando meti metade do lenço voltei a enfiar meu pau, senti como o lenço dava mais grossura à minha penetração. J: Agora sim você leva o feminismo por dentro. Sam virou para me olhar com o rosto cheio de lágrimas, mas sua vagina novamente começou a escorrer e pela primeira vez quis provar o quão molhada estava. Tirei meu pau mas queria que o lenço continuasse dentro, então peguei uma escova de cabelo que tinha o cabo fino, enrolei com a metade do lenço que estava para fora e enfiei, quando senti sua vagina percebi o quão diferente era de seu ânus, sua vagina estava muito molhada e quando enfiei tomou a forma do meu pau, sentia ela acolchoada, e me sugava. S: Você come muito gostoso. J: É assim que vou te comer sempre. S: Me come quando quiser. J: Vai ser minha vadia? S: Sua vadia, sua submissa, sua escrava, sua vadia. Nasci para você me usar. J: Engole meu pau. Eu estava quase gozando, então tirei e ajoelhei ela, ela começou a me chupar com muita vontade e me masturbava com seus peitões
J: Engole tudo
Eu enfiei fundo na garganta dela e gozei. Foi tanta porra que escorreu da boca dela
J: Você tem que engolir tudo
Sam se abaixou e começou a lamber do chão o sêmen que tinha derramado.
J: Boa garota
S: Você tira o lenço do meu cu?
J: Dessa vez sim, quando eu enfiar de novo você vai ter que empurrar
S: Tá bom
Ela tirou o pente e o lenço, seu ânus estava tão aberto que minha mão teria entrado facilmente
S: Agora eu sou sua puta
J: E sempre vai ser assim
S: Falei sério, pode me foder quando quiser
Nos beijamos e depois nos vestimos, eu fui para a universidade e ela disse que ia ficar, quando saí a empregada teve que me abrir a porta e me olhava com muita curiosidade.
E foi assim que nasceu minha vontade de humilhar.
Por ser gordinha, ela tinha uns peitões que, com a altura dela, pareciam gigantes, e a bunda era do mesmo tamanho. Ver ela andar me excitava porque a bunda sempre balançava. Um dia, me passaram o Instagram dela, disseram que ela estava postando coisas interessantes, e essa putinha ficava publicando foto mostrando as tetas: umas com os mamilos bem duros, outras com blusas transparentes. Tinha uma foto com uma blusa branca bem decotada, os peitões em cima de uma mesa e ela apertando eles. E isso era no feed; nos stories, ela postava nudes ainda melhores, mostrando a bunda e a lingerie.
Alguns dias depois, quando a vi na faculdade, ela me pediu pra acompanhá-la pra comprar um livro de uma matéria de administração. Fomos pro centro da cidade, e no caminho ficamos conversando sobre como a gente gostava de transar. Foi bem fácil levar a conversa pra esse lado, porque era um assunto comum quando estávamos com outros amigos.
J: E qual fantasia você ainda não realizou?
S: Um monte, sempre acabo transando com uns caras que não sabem de nada.
J: Falta alguém com mais experiência pra você.
S: E com mais fôlego, porque nem todo mundo aguenta quando eu pulo, ou chupo e faço uma espanhola.
J: Eu aguentaria tudo isso.
S: Hahaha, não acredito, magrelo.
J: Por que duvida?
S: Você parece forte, mas tem cara de bonzinho pra transar, hahaha.
J: Acho que você fica nervosa porque já ouviu falar que eu sei educar direito.
Às vezes, em festas... quando eu comia alguém, meus amigos ouviam como eu fazia elas implorarem pra meter, e numa festa eu comi uma mina que era professora, eu sabia que tinham contado pra Sam, porque uns dias depois que a história se espalhou, ela postou umas fotos de saia de colegial, com umas tranças, tinha uma foto onde ela tava sentada e com a língua pra fora, dava pra ver os peitões dela através de uma blusa decotada e bem curta, e ela tava de meia-calça preta que me deixou louco, mas a descrição dela dizia "As meninas precisam de educação". A gente foi se esquentando a viagem toda, Sam tava muito excitada com as fantasias que eu ia contando, ela me perguntou como fazia anal, e eu expliquei que o mais importante é lubrificar antes, porque o cu não lubrifica igual a buceta, e também contei que tinha experiência fazendo anal, adoro sodomizar e humilhar enquanto ouço elas gritando. Sam já tinha ficado toda vermelha, dava pra ver que ela gostou da ideia de ser penetrada pelo cu. Fomos buscar o livro e quando a gente tava voltando, ela disse que a casa dela ficava no caminho, queria ir deixar o livro antes de voltar, pelo menos foi o que ela me disse, mas foi a desculpa pra eu realizar a fantasia dela. Chegamos na casa dela, só tava na cozinha a moça que fazia limpeza, os pais dela estavam trabalhando e a irmã tinha saído com os amigos, rapidamente ela me levou pro quarto dela, e a gente começou a se beijar, parecia que eu já conhecia aquele quarto por todas as nudes que eu tinha visto dele, comecei a masturbar ela, e senti como ela foi ficando molhada, comecei a chupar a buceta dela, e ela foi tirando a camisa e o sutiã, quando tirou eu vi os mamilos marrons bem duros, e mordi, isso fez ela gritar de prazer, mesmo a empregada estando lá embaixo a gente não achou que ela ia ouvir porque quando entramos tinha música tocando. Fiz a Sam ficar de joelhos na minha frente, e encostei a cara dela na minha calça, bem no volume do meu pau J: Quer sentir? S: Quero te chupar, vou te mamar J: Abre a boca, puta (quando ela abriu eu cuspi) S: Obrigada Tirei meu pau pra fora da calça e apontei pra boca dela.
J: Põe a língua pra fora, primeiro molha todo o meu pau.
Ela começou a fazer um boquete digno de uma boa sumida, só lambia meu pau e cuspia pra deixar molhado. Quando ia usar as mãos, eu parei ela — tinha que tratar do meu pau só com a boca. Ela implorou pra enfiar até a garganta, e quando eu deixei, ela chupou com força, querendo me fazer gozar, mas eu ia terminar nos intestinos dela, não na garganta.
J: Vou arrebentar seu cu, puta.
S: Me fode todinha, seu maldito.
Puxei ela pelo cabelo pra parar de me chupar e coloquei na beirada da cama, pra ela empinar bem a bunda. Enquanto tirava a calça, coloquei meu cinto no pescoço dela — queria que minha putinha tivesse coleira. Enquanto a asfixiava, ela ficava mais e mais molhada. Aí descobri que ela era sadomasoquista: juntava as mãos no pescoço e abria as pernas pra arquear mais o cu.
Meu pau já não tinha saliva nenhuma, tinha secado tudo, mas como vi que ela estava muito excitada, comecei a forçar meu pau no cu dela.
S: Aaahhh... paraaaa!
J: Só recebe meu pau, gata.
S: Poooor favoooor, nãoooo, ayyy…
J: Tem que ser uma putinha boa.
Sam estava gozando a jatos — a humilhação e a dor que eu estava causando tinham tocado os desejos mais íntimos dela. Mas ela estava colocando as mãos pra trás e não me deixava enfiar no cu. Continuei puxando o pescoço dela com o cinto e vi que num móvel perto da cama tinha um lenço verde da marcha do aborto. Peguei o lenço e comecei a amarrar as mãos dela, pra não conseguir impedir.
J: Agora sim, puta. Vou te comer pelo cu.
S: ¡Ah! (Começou a gritar e abafava os gritos na cama.)
J: Ninguém vai te ajudar. Vou arrombar seu cu, puta. Você sempre andava de gostosa provocando no Instagram, e agora vai ter que aguentar meu pau inteiro. Vou te deixar bem aberta.
Sam estava gemendo, e quando meu pau entrou de vez, ouvi ela começar a chorar — mas também estava gozando. Ela gostava de ser humilhada, tudo que ela… ela dizia que me deixava cada vez mais excitado porque sua bunda me apertava e eu sentia como ela me sugava, quando entrei até a metade, deixei ali um tempo, só continuei humilhando-a. J: Você acabou sendo mais vadia do que eu imaginava, se soubesse antes te teria comido nos banheiros da escola. Tirei seu rosto da cama e vi que queria dizer algo, então afrouxei o cinto. S: Sou sua vadia. Isso me deixou com muito tesão e enfiei a outra metade do meu pau, ela soltou um grito altíssimo, mas já não me importava se a empregada ouvia, continuei comendo ela pelo cu até que ela gozou, eu ainda não tinha acabado mas tirei meu pau todo de sua bunda para ver o quão aberto estava. Sua bunda parecia uma caverna escura e no meu pau havia restos de merda, isso me deu muito nojo então peguei o lenço das mãos dela e comecei a me limpar, mas ao vê-la com a bunda tão aberta, me veio uma ideia. J: Sam, você está muito suja, vou te limpar. Comecei a passar o lenço em seu ânus e a limpá-la, mas aos poucos fui enfiando o lenço em sua bunda, Sam sentiu que algo diferente do meu pau estava entrando e queria se virar mas eu a subjugava para que continuasse sem poder girar, quando meti metade do lenço voltei a enfiar meu pau, senti como o lenço dava mais grossura à minha penetração. J: Agora sim você leva o feminismo por dentro. Sam virou para me olhar com o rosto cheio de lágrimas, mas sua vagina novamente começou a escorrer e pela primeira vez quis provar o quão molhada estava. Tirei meu pau mas queria que o lenço continuasse dentro, então peguei uma escova de cabelo que tinha o cabo fino, enrolei com a metade do lenço que estava para fora e enfiei, quando senti sua vagina percebi o quão diferente era de seu ânus, sua vagina estava muito molhada e quando enfiei tomou a forma do meu pau, sentia ela acolchoada, e me sugava. S: Você come muito gostoso. J: É assim que vou te comer sempre. S: Me come quando quiser. J: Vai ser minha vadia? S: Sua vadia, sua submissa, sua escrava, sua vadia. Nasci para você me usar. J: Engole meu pau. Eu estava quase gozando, então tirei e ajoelhei ela, ela começou a me chupar com muita vontade e me masturbava com seus peitões
J: Engole tudo
Eu enfiei fundo na garganta dela e gozei. Foi tanta porra que escorreu da boca dela
J: Você tem que engolir tudo
Sam se abaixou e começou a lamber do chão o sêmen que tinha derramado.
J: Boa garota
S: Você tira o lenço do meu cu?
J: Dessa vez sim, quando eu enfiar de novo você vai ter que empurrar
S: Tá bom
Ela tirou o pente e o lenço, seu ânus estava tão aberto que minha mão teria entrado facilmente
S: Agora eu sou sua puta
J: E sempre vai ser assim
S: Falei sério, pode me foder quando quiser
Nos beijamos e depois nos vestimos, eu fui para a universidade e ela disse que ia ficar, quando saí a empregada teve que me abrir a porta e me olhava com muita curiosidade.
E foi assim que nasceu minha vontade de humilhar.
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