Naquela manhã de sábado, acordei com o sorriso da Pauli e a bandeja do café da manhã nas mãos dela. Ela estava esplêndida e parecia super ansiosa. Tomamos café e eu sentia ela dançando na cama.
- Tudo bem, terremoto? - perguntei, apontando para a cama.
- Sim, desculpa. Tô feliz. - ela respondeu passando manteiga numa torrada.
- Por quê?
- Porque hoje é sábado, passamos uma noite linda e agora vamos fazer as compras. - Tomou um mate rapidão, sem me olhar.
<> Perguntei a mim mesmo, enquanto tomava meu mate.
- Temos muito pra comprar. - Ela acrescentou, do nada. Talvez esperando uma resposta, um gesto meu. Que nunca veio. Tinha algo tácito rolando e eu não tinha certeza se queria continuar ou não.
Levantamos, acho que ela me beijou. Nos trocamos e ao sair, vi ela com o mesmo vestido da noite anterior, mas de tênis, sem salto, bem mais confortável. Intuía que o jogo estava deixando de ser uma alegoria ou pelo menos, aprofundando na realidade.
Caminhamos por uma hora e meia. O rosto da Pauli já não era o mesmo.
- Parece que não tem tantas ofertas. - Falei irônico.
- O quê? - Ela se surpreendeu, olhando sei lá o quê.
- Digo, como tô só com duas sacolas. - Levantei minhas mãos, com um sorriso.
- Ah, sim. Mas agora vamos comprar ali na esquina e depois as bebidas pra noite. - Ela balbuciou e começou o trajeto.
- O que tem hoje à noite? - Perguntei, surpreso, caminhando atrás dela, observando suas pernas que estavam me deixando louco desde ontem.
Pauli me olhou, bufou e acelerou o passo. Segui ela, apressado, revirando datas que poderiam ser importantes e nenhuma batia.
Ela parou, irritada, em frente ao lugar onde devíamos entrar.
- Não pode ser, Juan. Hoje é aniversário da mãe da Maca.
- Ah, e daí?
- A gente vai todo ano. - Sentenciou, quase sem me olhar.
- Não... Não lembrava. - Balbuciei.
- Sim, claro. - Olhou a vitrine e entrou.
- Vamos, entra. - Ela me disse.
- Melhor eu te esperar aqui. - Sorri. y Pauli entrou ofuscada. <> Olhei para dentro e o coração acelerou, a respiração descontrolou lentamente. De novo, as pontadas no estômago que não controlava, que não entendia. Era Lucio. Não hesitei e entrei. - Tudo bem? - Perguntei, me intrometendo na conversa como se não estivesse acontecendo, como se fosse um convencido, um egoísta que não registra nada além de nós dois. - Sim, amor. - Ele me sorriu e fez um gesto com os olhos para que eu me virasse. - Oi. Sou Lucio. - Estendeu a mão com um sorriso. Cumprimentei da mesma forma. Sem dizer meu nome, afinal tudo parecia supor que nos conhecíamos sem nos conhecer. - Já está, amor? - Me dirigi a Pauli, pegando mais duas sacolas. - Sim, sim, vida. Pago e já vamos. - Pauli se aproximou do caixa e eu fiquei ao lado do velho. Não olhava para ele, não conseguia, nem sabia por quê. - Então você é o famoso sortudo. - Ele me disse, sem me olhar. Só consegui sorrir e acenar com a cabeça. Pauli se aproximou. - Vamos? - Tocou meu braço, com um sorriso diferente, muito mais do que de manhã. Nos despedimos muito cordialmente e começamos a sair do comércio. - Espera... - Ela disse, voltando atrás. - Lucio, você tem muitas sacolas, não quer que a gente ajude? - Perguntou, no instante em que meu coração acelerou. - Não, neném. Fiquem tranquilas, vão vocês. Seu futuro marido deve estar cansado da semana e eu, devagar e sempre, chego. - Respondeu, se fazendo de vítima como um velho precisando de carinho. - Hoje somos duas, não tem problema. - Ela me sorriu, diante do meu silêncio. E o que eu ia dizer? Ou fazer? Não consegui! Ou não quis? Não sei! Mas momentos depois já estava com nossas sacolas, as do velho e mais algumas de uma senhora que ainda não tinha pago. Começamos a caminhar até o apartamento do velho. O seguíamos mais atrás, devagar por causa do seu andar. - O que estamos fazendo? - sussurrei para a Pauli, com um pouco de sanidade. - Ajudando, amor. Nada mais que isso. - Ela me sorriu. Caminhamos mais um trecho e já estávamos, de fato, no mesmo prédio onde havíamos brincado outro dia. Lucio abriu a porta de entrada. Cavalheirescamente, deixou a Pauli passar. - Te espero. - Eu disse a ela. - Vá em frente, cara. Você tem todas as bolas. - Lucio me respondeu, fazendo um gesto com a mão para que eu entrasse. Pauli sorriu e seguiu pelo caminho que já conhecia. - Pra mim ajuda muito. - O velho me sussurrou, talvez tentando justificar que não estava tão mal. Não disse nada. Ele se adiantou um pouco. - Por que não vamos pelos elevadores? - Olhei para o lado das escadas. - Tão quebrados. Você sabe como são os condomínios. - - É, são terríveis, Lucio. Com a gente não é assim. - Ela respondeu, quase subindo. <> Pensei por um instante, sabendo que mentiam ou talvez não. Pauli começou a subir. Lucio, vários degraus atrás. - Olha, amor, que é íngreme. - Eu disse. - Vá com cuidado. - Ele replicou. Mantendo distância. Levantei a vista e entendi tudo. O corpo e a cabeça do Lucio me tapavam, mas eu podia observar o balanço do vestido da minha futura esposa. Será que ele realmente estava a deixando com tesão ou ela só se justificava? Não importava, eu só queria que aquilo acabasse porque ou meu pau explodia na calça ou meu coração acelerado. - Já chegamos. - exclamou Pauli, nos deixando para trás no patamar da escada. Entre o primeiro e o segundo andar. - Pra mim custa bastante. Os setenta e tantos não vêm sozinhos, hein! - Ele me disse, tirando a chave do bolso. Eu estava mudo. Enquanto ele abria, via a Pauli diferente, já não era só felicidade, era algo mais. Algo que ela não compartilhava comigo ou se compartilhava e eu não percebia. - O que você tá fazendo? - Sussurrei para ela, um pouco assustado. - Nada, amor. Estamos ajudando. Só isso. - Ela me sorriu e me deu passagem, enquanto o Lucio nos abria a porta, indicando onde ficava a cozinha. Eu me adiantei e me... dirigi até lá. Estava deixando as sacolas sobre a bancada e por um instante lembrei da noite anterior, a emoção do vinho, a voz dela e pude sentir um olhar por trás. Naquele momento, deixei as sacolas no chão. Me afastei. Lucio tinha se sentado numa cadeira, a um metro de distância. Não muito mais que isso. Vi o rosto da Pauli. Estava vermelho e não de vergonha.
- O banheiro? - perguntei, um pouco nervoso.
- Na porta ali. - Ela apontou a porta bem em frente à cozinha.
- Uh, amor! Você deixou as sacolas no chão. - Ela disse, e eu fechei os olhos.
Estava acontecendo o que ela me contava, estava sendo real e desde quando era tão real? Entrei devagar no banheiro. Deixei a porta como estava. Meu coração acelerou, assim como minha cabeça que latejava. Estava pra explodir. Saí devagar. Apenas espiando. Eu a vi. Minhas mãos tremiam. Pauli estava agachada, com as pernas levemente abertas. Dava pra ver de onde eu estava, que ela usava um fio dental branco, bem enfiado no cu, molhada, muito molhada. Lucio indicava o que ela tinha que ir colocando em cima, será que ele percebe? Será que ele acha que ela é uma puta? Uma biscate? Que eu sou um corno manso? Será um jogo entre eles e eu sou o secundário aqui? Não conseguia parar de pensar. Naquele momento, com a respiração acelerada, voltei e dei descarga.
- Bom, esperem aqui... - Disse Lucio, justo quando eu estava pra entrar. Ele tinha me ouvido. Sim, claramente ele estava gostando. Pauli me olhava, se levantando e abrindo um pouco mais as pernas pra mim. Ela estava fora de si, excitadíssima, como nunca a vi naquele estado.
- O que você tá fazendo?! - Eu a increpei, me aproximando dela, modulando as palavras.
- O que é tudo isso? - O ciúme pela primeira vez começou a me corroer.
- Estamos brincando, amor... - Ela me disse no ouvido, seguido de um beijo no pescoço.
- Você deu pra ele? - Perguntei bastante irritado.
- É ciúme ou tesão? - Ela sorriu, quando ouvimos Lucio voltar.
Fiquei desconcertado. Eu tinha ficado desconcertado. Estava com um tesão da porra, mas não entendia absolutamente Nada. O velho nos deu uns chocolates e contou que a família toda dele estava no norte. Pra ser sincero, não ouvi absolutamente nada. Uns minutos depois, acho que pela minha quantidade interminável de monossílabos, Lucio nos acompanhou até a porta. — Abre aí, meu filho — ele me ordenou, e eu obedeci. Atrás de mim, saiu a Pauli. Me virei e tudo aconteceu tão rápido, mas na minha mente, pude observar com clareza. Ela se despediu e, ao virar pra mim, ele tentou me cumprimentar. Eu vi, exatamente. Exatamente no momento em que a mão dele começou a subir, passou pela bunda da minha futura esposa. Acariciou? Aconteceu antes? Seguiu o movimento, como se nada tivesse acontecido, e sorriu pra mim, como quem se despede de um parente de longe. Vi ela também, que abriu os olhos e sorriu.
Lucio fechou a porta e ela se jogou pra me beijar. — Ele tocou na minha bunda, amor. Tocou… — suspirava, excitada. — Quantas vezes isso já aconteceu? — É a primeira vez que ele me toca. — Me beijou com paixão e pegou minha mão. — Vem. — Me arrastou pro cantinho perto da casa do velho.
Começou a me beijar desesperadamente, no silêncio daqueles prédios antigos da capital. — Não aguento mais, olha… — Pegou minha mão, levou por baixo do vestido e me fez tocar a buceta. Tava ardendo. — É esse velho que te deixa assim? — A situação… — sussurrou, enquanto eu começava a tocá-la. — Tá tão puta assim que gosta que o velho veja como a calcinha fica bem enfiada na sua buceta? — Será que ele me viu toda molhada? — Ela disse isso e eu olhei pra ela. Não sabia se com raiva ou com tesão, mas meu pau estava explodindo. — Você é muito puta… — Peguei ela pelos braços e virei de costas. Abaixei o zíper da calça e levantei o vestido dela. — Ai… Ele pode ver… — Ela disse. Disso que *ele* podia ver, não que *qualquer um* podia ver. — Tá morrendo de vontade que o velho saia e te veja, né, puta? — Ela não respondeu. Comecei a comer ela rápido, e ela me encarava. — Não, puta. — Agarrei forte o cabelo dela, e ela gemeu. — Agora, olha pra… Vamos ver se ele aparece. - Seus gemidos eram suaves mas ofegantes, eu não aguentava mais. - Você deu pra ele, sua puta? Me responde - falei com raiva no ouvido dela. - Ahn! me fode mais forte! - Ela gaguejou. - Responde... - Ela virou, sorrindo e entre gemidos. - Você já sabe a resposta... - Ela disse e eu explodi dentro.
Fazia tempo que não gozava daquele jeito com ela. Não sabia porquê, ou melhor, sabia sim mas não queria admitir.
Ela arrumou o vestido e começou a descer. Peguei seu braço, ela virou e ordenei que chupasse. Precisava vê-la mais submissa. - Você sabe que ele sabe que você faz de propósito? - Ela confirmou com a cabeça, enquanto limpava meu pau com a língua. - Como continua isso tudo? - Perguntei. Ela se levantou e me beijou. - É um jogo. Como sempre foi, nos divertindo. - Pegou minha mão e descemos.
Voltamos pro apartamento, tudo transcorreu como se nada tivesse acontecido. Eu sabia que tinha, mas não havia tempo pra discutir. À noite chegaria a hora de encarar a Maca com a Pauli. E sinceramente, talvez eu só quisesse aproveitar o momento.
- Tudo bem, terremoto? - perguntei, apontando para a cama.
- Sim, desculpa. Tô feliz. - ela respondeu passando manteiga numa torrada.
- Por quê?
- Porque hoje é sábado, passamos uma noite linda e agora vamos fazer as compras. - Tomou um mate rapidão, sem me olhar.
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- Temos muito pra comprar. - Ela acrescentou, do nada. Talvez esperando uma resposta, um gesto meu. Que nunca veio. Tinha algo tácito rolando e eu não tinha certeza se queria continuar ou não.
Levantamos, acho que ela me beijou. Nos trocamos e ao sair, vi ela com o mesmo vestido da noite anterior, mas de tênis, sem salto, bem mais confortável. Intuía que o jogo estava deixando de ser uma alegoria ou pelo menos, aprofundando na realidade.
Caminhamos por uma hora e meia. O rosto da Pauli já não era o mesmo.
- Parece que não tem tantas ofertas. - Falei irônico.
- O quê? - Ela se surpreendeu, olhando sei lá o quê.
- Digo, como tô só com duas sacolas. - Levantei minhas mãos, com um sorriso.
- Ah, sim. Mas agora vamos comprar ali na esquina e depois as bebidas pra noite. - Ela balbuciou e começou o trajeto.
- O que tem hoje à noite? - Perguntei, surpreso, caminhando atrás dela, observando suas pernas que estavam me deixando louco desde ontem.
Pauli me olhou, bufou e acelerou o passo. Segui ela, apressado, revirando datas que poderiam ser importantes e nenhuma batia.
Ela parou, irritada, em frente ao lugar onde devíamos entrar.
- Não pode ser, Juan. Hoje é aniversário da mãe da Maca.
- Ah, e daí?
- A gente vai todo ano. - Sentenciou, quase sem me olhar.
- Não... Não lembrava. - Balbuciei.
- Sim, claro. - Olhou a vitrine e entrou.
- Vamos, entra. - Ela me disse.
- Melhor eu te esperar aqui. - Sorri. y Pauli entrou ofuscada. <
- O banheiro? - perguntei, um pouco nervoso.
- Na porta ali. - Ela apontou a porta bem em frente à cozinha.
- Uh, amor! Você deixou as sacolas no chão. - Ela disse, e eu fechei os olhos.
Estava acontecendo o que ela me contava, estava sendo real e desde quando era tão real? Entrei devagar no banheiro. Deixei a porta como estava. Meu coração acelerou, assim como minha cabeça que latejava. Estava pra explodir. Saí devagar. Apenas espiando. Eu a vi. Minhas mãos tremiam. Pauli estava agachada, com as pernas levemente abertas. Dava pra ver de onde eu estava, que ela usava um fio dental branco, bem enfiado no cu, molhada, muito molhada. Lucio indicava o que ela tinha que ir colocando em cima, será que ele percebe? Será que ele acha que ela é uma puta? Uma biscate? Que eu sou um corno manso? Será um jogo entre eles e eu sou o secundário aqui? Não conseguia parar de pensar. Naquele momento, com a respiração acelerada, voltei e dei descarga.
- Bom, esperem aqui... - Disse Lucio, justo quando eu estava pra entrar. Ele tinha me ouvido. Sim, claramente ele estava gostando. Pauli me olhava, se levantando e abrindo um pouco mais as pernas pra mim. Ela estava fora de si, excitadíssima, como nunca a vi naquele estado.
- O que você tá fazendo?! - Eu a increpei, me aproximando dela, modulando as palavras.
- O que é tudo isso? - O ciúme pela primeira vez começou a me corroer.
- Estamos brincando, amor... - Ela me disse no ouvido, seguido de um beijo no pescoço.
- Você deu pra ele? - Perguntei bastante irritado.
- É ciúme ou tesão? - Ela sorriu, quando ouvimos Lucio voltar.
Fiquei desconcertado. Eu tinha ficado desconcertado. Estava com um tesão da porra, mas não entendia absolutamente Nada. O velho nos deu uns chocolates e contou que a família toda dele estava no norte. Pra ser sincero, não ouvi absolutamente nada. Uns minutos depois, acho que pela minha quantidade interminável de monossílabos, Lucio nos acompanhou até a porta. — Abre aí, meu filho — ele me ordenou, e eu obedeci. Atrás de mim, saiu a Pauli. Me virei e tudo aconteceu tão rápido, mas na minha mente, pude observar com clareza. Ela se despediu e, ao virar pra mim, ele tentou me cumprimentar. Eu vi, exatamente. Exatamente no momento em que a mão dele começou a subir, passou pela bunda da minha futura esposa. Acariciou? Aconteceu antes? Seguiu o movimento, como se nada tivesse acontecido, e sorriu pra mim, como quem se despede de um parente de longe. Vi ela também, que abriu os olhos e sorriu.
Lucio fechou a porta e ela se jogou pra me beijar. — Ele tocou na minha bunda, amor. Tocou… — suspirava, excitada. — Quantas vezes isso já aconteceu? — É a primeira vez que ele me toca. — Me beijou com paixão e pegou minha mão. — Vem. — Me arrastou pro cantinho perto da casa do velho.
Começou a me beijar desesperadamente, no silêncio daqueles prédios antigos da capital. — Não aguento mais, olha… — Pegou minha mão, levou por baixo do vestido e me fez tocar a buceta. Tava ardendo. — É esse velho que te deixa assim? — A situação… — sussurrou, enquanto eu começava a tocá-la. — Tá tão puta assim que gosta que o velho veja como a calcinha fica bem enfiada na sua buceta? — Será que ele me viu toda molhada? — Ela disse isso e eu olhei pra ela. Não sabia se com raiva ou com tesão, mas meu pau estava explodindo. — Você é muito puta… — Peguei ela pelos braços e virei de costas. Abaixei o zíper da calça e levantei o vestido dela. — Ai… Ele pode ver… — Ela disse. Disso que *ele* podia ver, não que *qualquer um* podia ver. — Tá morrendo de vontade que o velho saia e te veja, né, puta? — Ela não respondeu. Comecei a comer ela rápido, e ela me encarava. — Não, puta. — Agarrei forte o cabelo dela, e ela gemeu. — Agora, olha pra… Vamos ver se ele aparece. - Seus gemidos eram suaves mas ofegantes, eu não aguentava mais. - Você deu pra ele, sua puta? Me responde - falei com raiva no ouvido dela. - Ahn! me fode mais forte! - Ela gaguejou. - Responde... - Ela virou, sorrindo e entre gemidos. - Você já sabe a resposta... - Ela disse e eu explodi dentro.
Fazia tempo que não gozava daquele jeito com ela. Não sabia porquê, ou melhor, sabia sim mas não queria admitir.
Ela arrumou o vestido e começou a descer. Peguei seu braço, ela virou e ordenei que chupasse. Precisava vê-la mais submissa. - Você sabe que ele sabe que você faz de propósito? - Ela confirmou com a cabeça, enquanto limpava meu pau com a língua. - Como continua isso tudo? - Perguntei. Ela se levantou e me beijou. - É um jogo. Como sempre foi, nos divertindo. - Pegou minha mão e descemos.
Voltamos pro apartamento, tudo transcorreu como se nada tivesse acontecido. Eu sabia que tinha, mas não havia tempo pra discutir. À noite chegaria a hora de encarar a Maca com a Pauli. E sinceramente, talvez eu só quisesse aproveitar o momento.
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