





Desta vez vou contar essa que é, definitivamente, uma das melhores histórias que tenho. Vou dividir em várias partes porque, apesar de não ter terminado bem com essa mulher, tenho que dizer que ela transava como uma verdadeira deusa, além de ser muito gostosa e ter um corpaço. Isso começou por volta de junho de 2015. Naquela época, eu já estava começando a trabalhar no Uber e, fuçando no Facebook (quando ainda era realmente fácil encontrar acompanhantes), vi as fotos de uma garota que me atraiu desde o primeiro momento em que a vi. Ela se chamava Itzel. No anúncio dela, apareciam as fotos que deixei na parte de cima, exatamente iguais. Inclusive, ela se anunciava com outra mina para fazer um menage. A verdade é que a outra não me importava, eu ia atrás dela. Lembro que trocamos números de telefone e algumas fotos por mensagem. Ela me passou muita confiança e marcamos num hotel em Tlalpan, que já tinha se tornado meu lugar de confiança. Nos encontramos num horário X à tarde, mas, para minha surpresa, ela não chegava. Na verdade, ela era bem impontual, coisa que em muitas mulheres é normal. Depois de uns 45 minutos, já estava ficando desesperado e, quando olhei meu celular, ela tinha me mandado uma mensagem dizendo que já estava do lado de fora do meu quarto, mas que eu poderia abrir a porta. Fiz isso na hora. Ao vê-la, fiquei surpreso porque, pessoalmente, ela era simplesmente linda, além de ter um corpo incrível. Comecei a beijá-la e, enquanto tirava a roupa dela, percebi que ela estava usando exatamente o sutiã que aparece na foto (ela sentada na pia do hotel, com uma porta de vidro atrás). A verdade é que meu pau ficou duro na hora. Desde o início, quando abaixei a calcinha dela, notei que ela costumava se depilar, coisa que nunca gostei muito, mas acabei me acostumando. Ao tirar o sutiã, vi que os peitos dela são daqueles com bico grande e levemente caídos, muito pouco, mas o suficiente para se mexerem e pularem com uma elegância e uma delícia únicas. Fizemos várias posições e, no final, coloquei ela. Perninhas no ombro e gozei (com meu respectivo camisinha na hora). Ficamos pelados conversando na cama, ela me contava da vida dela, eu da minha, enquanto eu apalpava os peitos dela. Depois de um tempo, ela ia tomar banho, então sugeri a gente tomar junto, e ela topou. Já no chuveiro, comecei a beijar o pescoço dela por trás, enfiei os dedos na buceta dela e senti o gemido dela acelerando aos poucos. Aí comecei a encostar meu pau na buceta dela e a esfregar. Ela parou um momento pra dizer que ia pegar um camisinha, mas não respondi nada e continuei excitando ela. Nessa hora, ela abriu as pernas e se inclinou um pouco, me dando com o movimento o consentimento que eu precisava, e meti até o fundo. Lembro que no vai e vem da bunda dela, olhei no espelho que tinha fora do banheiro e fiquei excitado vendo ela de quatro recebendo tudo até o fundo... Sabia que ela adorava porque tava muito lubrificada, entrava e saía com maior facilidade, até que senti que ia gozar. Diferente das outras acompanhantes, lembrava que ela não podia mais ter filhos, já era operada, então gozei jorrando dentro dela... Dizem que recordar é viver, e olha que é mesmo... Nos vestimos e cada um seguiu sua vida. Uns dias depois, a gente se falou e ela me contou que, quando tava indo pra casa no trem suburbano sentido Cuautitlán, todo meu gozo escorreu da buceta dela no caminho. Ela, envergonhada, se cobriu e seguiu até o destino. A partir daí começou nossa história, que vou contar em vários capítulos, e tenho muitas fotos que vou compartilhando...
1 comentários - Itzel, a escort que virei minha amante... 1