SÁBADO Minha mãe e sua amiga Carmen acabaram de ser estupradas no labirinto de espelhos e eu, infelizmente, não pude presenciar toda a cena como gostaria. Em troca, dei uns pegas numa garota da minha idade, enquanto estupravam a mãe dela. Na companhia da minha mãe e de Carmen, nos afastamos caminhando os três o mais rápido que podemos do local. Elas temem que sejam estupradas de novo e eu temo não poder presenciar. Encontramos uma cabine telefônica e nos aproximamos para avisar meu pai para que venha nos buscar com o carro. Enquanto minha mãe liga, Carmen não para de olhar para onde viemos, com o objetivo de localizar os comedores antes que elas sejam fodidas de novo. Eu aproveito para dar uma boa olhada nelas, não sem desejar dar uma boa gozada com o pau. Carmen usa uma minissaia e uma camiseta sem alças bem justa, que permite ver perfeitamente que ela não usa sutiã, então seus mamilos e auréolas estão bem desenhados. Por baixo da minissaia, eu sei muito bem que ela não está usando nada, já que a calcinha fio-dela está no meu bolso, pois peguei do chão enquanto via ela sendo estuprada. Minha mãe usa um vestido muito leve com a saia bem acima dos joelhos. Além disso, está rasgado na frente, totalmente aberto de cima a baixo, mas preso com algum alfinete de segurança, o que impede que abra completamente, mas permite vislumbrar a cada movimento que por baixo ela não está usando nada, que está pelada. Até algumas costuras estão estouradas, deixando ver sua carne rosada. É bem possível que a qualquer momento estoure em vários lugares e seja impossível cobrir a nudez da minha mãe, para delícia dos meus olhos e de qualquer espectador que presencie. A calcinha fio-dela também está no meu bolsillo, pois peguei do chão onde caiu quando foi arrancada. A roupa das duas está amarrotada e suja, o que indica que estavam no chão enquanto eram comidas. Ambas estão desarrumadas e com aparência de cansadas e assustadas, o primeiro pelo exercício a que as submeteram e, em segundo lugar, por medo de que as façam fazer muito mais exercício. Mas voltando ao presente, meu pai não atende o telefone, então agora é a Carmen quem liga para que venham nos buscar. Ela liga para o Adriano, seu atual parceiro. Um cara sarado, de uns trinta e poucos anos, com fama de comedor inveterado, e tenho a impressão de que ele já quis pegar minha mãe em mais de uma ocasião. Não sei se conseguiu, mas minha mãe não gosta da presença dele e, quando pode, o evita. Acontece que o tal Adriano está em casa e combina com a Carmen que chegará em pouco mais de meia hora. Eles marcam de se encontrar fora do parque, já que não é possível entrar com o carro lá dentro. Deixamos a cabine telefônica e entramos por um caminho entre as árvores para chegar ao local onde esperamos que ele nos pegue. Não encontramos ninguém pelo caminho, mas minha mãe parece inquieta e me diz, depois de já termos caminhado mais de dez minutos, para voltar à cabine telefônica e ver se a porra do meu pai vem nos buscar. Ela teme que o tal Adriano coma ela. Olha só, o cara está começando a me cair bem e eu confio que ele consiga e me deixe presenciar todo o espetáculo, sem perder um único instante. Deixo elas e volto sobre meus passos em direção à cabine. No caminho, me encontro a alguns metros do trilho com os moleques das litronas que, antes de chegar ao labirinto, disseram para minha mãe e sua amiga que iam comer elas. Acho uma boa ideia dar uma chance aos moleques, então saio do caminho e me aproximo deles. Mas caralho, se um deles é o Andrés, o animal da minha turma que queria estourar todos os buracos da mulher do filme pornô, ou seja, minha mãe! Ele me reconhece e se lembra das duas "coelhinhas" que me acompanhavam, então me pergunta por elas. Ele me agarra pela camiseta e me ameaça quebrar minha cara se não disser onde elas estão. Estou com muito medo do animal do Andrés, e ele me dá a escolher entre a confissão acompanhada de um gole de uma de suas litronas, ou minha falta de cooperação acompanhada por uma litrona enfiada a força no meu cu. Claro, opto pela primeira. E enquanto dou um gole em uma das litronas quase vazias que ele me deixa, vejo os quatro correrem ao encontro da minha mãe e da Carmen. Apesar de continuar com medo no corpo, o desejo de ver como eles comem a minha mãe é muito mais forte, então logo abandono a litrona e vou correndo atrás deles a uma distância suficiente para não interromper seus desejos. Ouço eles gritando como possessos. Os caçadores encontraram suas presas. Vejo minha mãe e a Carmen começarem a correr, fugindo. Eles se lançam sobre elas. Andrés vai até minha mãe e a agarra pelo vestido, mas ele se solta e fica nas mãos do animal enquanto minha mãe corre nua, movendo seus glúteos e quadris de forma frenética. Andrés deixa o vestido cair no chão e a persegue correndo até que desaparecem entre algumas árvores. Ouço um grito de mulher perto de mim que me distrai. É a Carmen sendo segurada pelos outros três. Ela grita e a vejo lutar com eles, mas são muitos e a agarram, um pelas pernas, outro pelos quadris e o terceiro pelos braços. A carregam nos braços em direção a uma faixa de grama que ainda está verde debaixo de algumas árvores. Lá a estendem no chão, segurando-a para que não escape, e procedem a desnudá-la aos puxões, arrancam sua saia e sua camiseta. Vejo suas roupas voando, entre os gritos histéricos dela e as exclamações de espanto deles. Antes de seguir minha mãe, quero ver como eles comem a Carmen, então me aproximo do grupo que, sem perder um instante, já está aproveitando seu corpo e, principalmente, sua buceta. Ela está deitada de bruços sobre a grama verde. Um dos caras segura seus braços que estão esticados ao longo do corpo, outro segura suas pernas que estão abertas, enquanto o terceiro se posiciona entre elas, com seu Pau dentro da bucetinha da Carmen, metendo e sacando de novo e de novo, enquanto segura seus quadris para foder ela com intensidade. Os peitos da Carmen estão esplêndidos, enormes, morenos e empinados! Dá pra ver que ela dedicou horas e horas na academia e, claro, na cama pra mantê-los em forma! Já devem ter sido muito apalpados e amassados! Que sorte a desse tarado do Adriano! Quantas gozadas ele já deve ter dado só apertando esses peitos! Quantas espanholas já fez! E esse tom moreno dos peitos dela não foi com câmera de bronzeamento, não, foi sob o sol mesmo, com mais de um olhando ansioso! Agora, com a força da foda que estão dando nela, esses peitões balançam descontroladamente pra frente e pra trás. Os gritos angustiados que a Carmen soltava agora pouco viraram gemidos de prazer, que combinam com os gemidos do rapaz que está comendo ela. Os outros dois seguram ela, mas não perdem um detalhe, e dá pra ver eles babando, já antecipando a foda que vão dar nela. Faltam duas mãos pra massagear esses peitos, então me ajoelho ao lado da Carmen e coloco minhas mãos sobre seus seios. Eu os agarro. Sinto que estão duros, quentes, latejantes, principalmente seus mamilos escuros. Amasso seus peitos como se estivesse amassando pão, enquanto olho pra ela sorrindo, zombando dela. Ela me viu, me reconhece, mas o prazer que estão dando a ela impede que ela diga ou faça qualquer coisa, só geme. Um grito de mulher ao longe, minha mãe! Então deixo a Carmen sendo comida à vontade e corro pra não perder as gozadas na minha mãe. Entro entre as árvores por onde minha mãe e Andrés entraram, mas não os vejo, até ouvi-la gritar de novo e corro em direção ao lugar de onde veio o grito. E lá está ela, debaixo de uma árvore, na grama, deitada no chão, de barriga pra cima, se contorcendo e lutando com Andrés, que está deitado em cima dela, esfregando-se em seus peitos e em sua buceta, sem sem calças nem cuecas, mostrando sua bunda branca e peluda, tentando enfiar o pau no coelho, enquanto segura as mãos dela para que não o arranhe nem arranque seus olhos. Fico quieto escondido atrás das árvores, sem que percebam minha presença, observando a luta excitante, com meu pau duro como uma estaca, esperando que ele enfie na minha mãe e comece a comê-la. Ele conseguiu abrir as pernas da minha mãe e está enfiado entre elas, tentando ansiosamente penetrá-la com seu pau enorme e duro. Minha mãe grita, sentindo o pau prestes a entrar. “Não, não!”, “Socorro!” De repente, ela arfa, se cala. O pau entrou e Andrés se posiciona melhor, apoiando os pés nas raízes da árvore, começa a bombear, a se mover para frente e para trás, a comê-la. E eu estou lá na primeira fila, curtindo o espetáculo. Ele diz, sem parar de foder: Gosta, gostosa? Tô te comendo bem? Tô metendo como? Olha para os peitões dela, para, segura os dois pulsos dela com uma só mão, deixando livre uma das suas mãos para agarrar um dos peitos, para apertar. Vira de lado para apertar bem o peito. Um tapa enorme! Bem no meio da cara! Minha mãe deu uma joelhada bestial no meio da cara dele! Deixou ele inconsciente! Como estalou! Como se tivesse estourado um ovo! O animal está caído, sem se mover, meio em cima da minha mãe, que o empurra para tirá-lo de cima. Depois de empurrá-lo, minha mãe se levanta e, depois de dar uma olhada na pilha de lixo humano que está aos seus pés, olha em volta para ver se tem mais alguém. Eu me agacho instintivamente atrás da árvore para que ela não me veja. Ouço ela fazendo algo, levanto a cabeça e a vejo de costas para mim, agachada sobre o caído, começando a despir ele, a tirar a camiseta. Vejo sua bunda que me lembra uma maçã, se mexendo, e me dá uma vontade irresistível de comê-la, então me levanto e me jogo com os braços estendidos para agarrar e devorar. Agarro suas nádegas e as empurro até fazê-la cair no chão, de bruços, e eu em cima, pronto para terminar o que começou, meter nela, mas... zas! Dor! Escuridão! Ouço vozes, minha mãe? Minha cara dói enormemente, a cabeça, tudo. Abro os olhos como posso e vejo minha mãe me olhando. Ela diz algo, mas não entendo. Aos poucos vou entendendo alguma coisa, e digo algo desconexo. Percebo que estou no chão, olho e vejo minha mãe de pé, nua, vestindo a camiseta do moleque. Toco meu rosto, está ardendo, minha mão está com sangue, mas é do meu rosto, não das minhas mãos. Minha mãe se aproxima e me pergunta se já estou melhor. Nem sei o que respondo. Ela agarra minhas mãos e puxa para me levantar. Estou tonto, mas minha mãe me segura para eu não cair. Andrés continua deitado no chão, sem se mexer, mole, com a cabeça numa poça de sangue, e seu nariz e boca ainda sangrando. Será que está morto? Estou grogue e minha mãe me ajuda a caminhar. Aos poucos vou me recuperando, embora minha cara e cabeça doam muito. Acho que foi minha mãe quem me deu um soco na cara, talvez com o cotovelo, suponho que de forma instintiva, mas me deixou fora de combate por um tempo. Já caminho sozinho, cada vez melhor. Acho que vamos para onde combinamos com Adriano, o cara que atualmente deve estar comendo a Carmen regularmente. Minha mãe supõe que Carmen já deve estar dentro do carro, mas duvido muito. É bem possível que ainda estejam estuprando ela. Tem um esportivo vermelho estacionado onde combinamos com Adriano, deve ser o dele. Nos aproximamos. Tem um homem sentado ao volante, moreno e com cabelo comprido. Deve ser ele. Ele olha pelo retrovisor e dá um pulo no assento. Deve ter visto minha mãe com a camiseta branca mostrando a buceta e as pernas. Minha mãe abre a porta do carona, e Adriano a recebe com um sorriso de orelha a orelha, que divide o rosto em dois, e uns olhos enormes, arregalados. Ele tem cabelo preto comprido e liso, com barba de vários dias. Ele está usando uma camiseta vermelha de alcinha, bem justa, e uma bermuda que não esconde a enorme ereção que ele teve ao ver minha mãe. Na mão, segura um óculos de sol que tirou para ver minha mãe melhor. Nos pés, um par de sandálias de dedo. Entramos no carro, minha mãe na frente e eu atrás. Minha mãe diz a ele que Carmen está prestes a chegar, mas ele não presta atenção no que ela diz, tem todos os cinco sentidos concentrados na visão que percorre o corpo da minha mãe. Minha mãe puxa a camiseta para baixo com uma mão, tentando esconder o possível "coelhinho". É quando o cara surta, literalmente babando, com um sotaque de "maluco": Porra, gata! Mas que gostosa você está! Tá no ponto pra dar agora mesmo! Ele não entendeu nada, só tem na cabeça comer minha mãe. Como o desejo dele combina com o meu, de que ela seja comida, abro rapidamente a porta do carro e digo: Vou buscar a Carmen. Já volto. E saio rápido, ignorando tanto a cara assustada da minha mãe quanto a voz histérica dela gritando: Não, não! Fechei a porta e fui embora, mas não antes de ver a cara do Adriano pronto pra entrar "pra matar". Enquanto me afasto, ouço Adriano rugindo: Dessa vez você não escapa, gata, já tô com vontade de você! E minha mãe gritando: Não, não! Socorro! Para não interromper a cena, corro de volta para onde viemos, para onde estavam violentando a Carmen, embora com vontade de ficar e ver como vão pegar minha mãe. À medida que me afasto, deixo de ouvir o que acontece no carro. Corro entre as árvores procurando por Carmen. Ele ainda está deitado no chão, sem se mover, o animal que comeu minha mãe, mas passo sem me aproximar. Passo por algumas árvores e vejo ainda um garoto em cima da Carmen, que ainda está a comendo. Os outros dois já não estão, devem ter cansado de meter nela. A camiseta e a saia dela estão penduradas nos galhos da árvore sob a qual estão a fodendo. Me aproximo com cuidado, e o garoto já deve ter... terminar, já que ele se levanta puxando a calça e o zíper. Enquanto ele vai embora, eu me aproximo, e lá está Carmen deitada de bruços, totalmente nua, com aquele rabão enorme, que parece estar me dizendo "me come". E é o que faço, já que não tem ninguém por perto para me impedir, abaixo minha calça e cueca, tiro tudo, me ajoelho entre as pernas de Carmen e, uma vez localizada a buceta, que aliás estava bem aberta de tanto ser comida, eu enfio até o fundo. Entra sem problemas, desliza ajudada pela quantidade de porra que tem dentro e que está escorrendo, e começo a meter. Cada vez mais rápido, até que ela volta à vida, volta a gemer com a nova foda que está recebendo. Enquanto como ela, não perco detalhe dos seus glúteos, como se movem com minhas investidas, e até dou algumas palmadas nas suas nádegas, o que me excita mais e mais. Mas por mais que eu meta, não consigo gozar. Deve ser pela surra que levei da minha mãe e pelas gozadas que dei na garota dentro do labirinto. Por isso, paro de comê-la, tiro o pau, e puxo Carmen até que ela fique de costas. Seus peitos enormes, assim como o resto do seu corpo, estão manchados de terra e pedacinhos de grama, além de restos de sêmen. Dá pra ver que gozaram nos seus peitos e os usaram para fazer mais de uma boa espanhola. Ela me olha com os olhos semicerrados, mas a visão daquelas tetas me devolve a vontade de continuar comendo ela, então, uma vez localizada novamente a entrada da buceta, eu enfio de novo, e começo a meter de novo, segurando bem seus quadris e com os olhos fixos nas suas tetas e em como se movem com minhas investidas. Depois de um tempo, gozo novamente com grande prazer. Tiro e me levanto, colocando minha roupa. Nossos olhares se cruzam e eu digo calmamente: Quer que eu te ajude a levantar ou prefere esperar outro vir te comer? Sem me dizer nada, ela começa a se levantar devagar, enquanto eu a observo. Ela se vira para se apoiar nos braços e eu, ao ver sua bunda, aproveito para dar uma boa palmada que soa como glória celestial. Enquanto ela vai se levantando, pego suas roupas dos galhos da árvore. Mesmo sujas, amarrotadas e com mais de um rasgo, acho que podem cobrir seus encantos o suficiente para que não seja detida por escândalo público, então as entrego e até ajudo a vesti-las. Não sei se seus peitos cresceram com tanto sexo, mas a camiseta está bem apertada, então aproveito enquanto a coloco para dar uns bons apertões. Depois ajudo a colocar a minissaia, sem deixar, claro, de apalpar sua bunda, coxas e buceta. Todas essas apalpadas deixaram minhas mãos e braços manchados e melados pelo esperma que deixaram como lembrança, então me limpo com grama e galhos. Assim que localizo seu calçado, vou em direção ao carro, onde certamente o amigo Adriano deve estar dando uma foda espetacular na minha querida mãe. Olho para trás e vejo Carmen me seguindo a uns 20 metros. O esportivo não está onde o deixei, mas, ao me aproximar do local, consigo vê-lo um pouco mais longe, a uns 50 metros, fora da estrada, meio escondido entre as árvores. Imagino que Adriano o moveu para poder foder minha mãe melhor, sem serem incomodados. Me aproximo e, de fato, há movimento dentro do carro. Conforme vou chegando perto, vejo que é minha mãe que está por cima, se movendo freneticamente. Vejo suas costas, ela está meio curvada para frente, e se move para frente e para trás, para cima e para baixo, com vontade. Eles abaixaram os bancos da frente e estão transando sobre eles. Minha mãe está de joelhos, sentada sobre o pau do cara, e suas nádegas maciças quicam na virilha de Adriano, enquanto ele a segura pelos quadris, alternando com apertões em sua bunda. Debaixo da bunda da minha mãe aparecem as bolas peludas de Adriano, e seu enorme O pau que aparece e desaparece dentro da boceta da minha mãe. Ouço eles ofegando com o esforço do entra e sai. Porra, minha mãe! Pensei que estivessem estuprando ela, e no fim é ela que tá mais ativa, quem tá cavalgando em cima! Fico maravilhado vendo como minha mãe fode, a energia que ela gasta, e admirando, principalmente, a bunda esplêndida dela, sem que nem ela nem o comedor percebam minha presença. Mas ouço à minha esquerda a voz da Carmen dizendo: Porra, que família puta! Não param! O filho e a mãe! Boceta! E ela bate alguns golpes com os nós dos dedos no vidro, o que faz minha mãe e o Adriano perceberem a presença dela. Adriano, deitado nu de costas no banco, olha pra Carmen e diz com aquele sotaque típico de maluco: Mas onde você tava, mina? Como você não apareceu... bem, tá vendo. Ao que Carmen responde de má maneira: Cala a boca, seu puto cabrão, e amadurece terminando logo que a gente tem que ir embora! Minha mãe ri, enquanto desmonta dele, deixando à mostra o pau enorme e duro do Adriano, que, na hora, me lembra um copo alongado e grosso de uísque, mas marcado por veias azuis enormes que surgem de um tufo de pelos quase inexistente. Carmen abre a porta do carro e eu me agacho rapidamente pra minha mãe não perceber que eu vi ela fodendo, e me afasto do carro pra me esconder atrás de uns arbustos. Não sei se tenho vergonha de minha mãe saber que eu vi ela fodendo, ou se prefiro que ela não saiba pra pegá-la desprevenida e foder ela. Fico uns breves segundos escondido sem querer nem olhar, até que levanto a cabeça e vejo que minha mãe tá fora do carro colocando a camiseta, enquanto Adriano sai do carro, ainda com o pau duro como uma estaca, e Carmen olha pra ele com cara de querer matar. Assim que minha mãe coloca a camiseta, saio do meu esconderijo como se não tivesse visto nada e me aproximo do carro de novo. Minha mãe e Carmen tão conversando sobre ir pra casa que Carmen e Adriano dividem pra tomar banho. que minha mãe possa colocar alguma roupa antes de irmos para casa. Nós quatro entramos no carro, com minha mãe e eu atrás, e partimos do parque onde passamos momentos tão excitantes.
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