4 amigos vão ao cinema

QUINTA-FEIRADepois de passar uma noite ruim, onde acordei mais cansado do que quando me deitei, começa mais uma quinta-feira em que tenho que ir pra aula.

Meus pensamentos estão bem longe dos estudos, focados nos possíveis planos que o Jorge tem pra curtir a minha mãe, preocupado e excitado ao mesmo tempo.

No intervalo da manhã no colégio, encontro o Jorge, que me leva pra um parque perto, onde começa perguntando o que minha mãe vai fazer hoje. Eu respondo:

Hoje é quinta, minha mãe diz que vai passar a tarde toda na academia, então não vai voltar pra casa até umas dez da noite, que é quando meu pai costuma chegar. Eu enfatizo o "diz" porque, depois do que vi ontem, não confio nada na minha mãe, o que faz o Jorge sorrir. Ele me conta os planos dele pra essa tarde:

Já que você vai ficar sozinho em casa essa tarde, eu vou aí e vamos instalar várias câmeras na sua casa. Além disso, vou te dar um relógio que grava tudo, igual a outro que eu tenho. Se sua mãe gosta de se ver nua e transando nos filmes, a gente gosta de vê-la. Vamos ser diretores, câmeras, atores e plateia de um filme pornô onde sua mãe vai ser a protagonista absoluta. Não se preocupa, sua mãe nunca vai saber que a gente vê ou grava ela. O que a gente gravar vai ser só pra consumo nosso, seu e meu, então ninguém mais vai ver o filme. A gente vai poder ver e gravar o que sua mãe faz pelo seu computador e pelo computador da minha casa pela internet. As gravações vão rolar tanto se a gente estiver presente quanto se não estiver, desde que a gente ative a opção.

Em troca, consigo que o Jorge me prometa que essa tarde ele me dá o filme que gravou no cinema e me prometa que ninguém vai ver nem ele vai dar pra ninguém.

Não confio muito no Jorge, mas não tenho outra escolha.

Naquela tarde, quando minha mãe já não estava, o Jorge veio e colocou pequenas câmeras camufladas em vários cômodos e corredores do apartamento.

Ele tinha Tudo muito bem pensado.
Não sabia que ele tinha tanto conhecimento, habilidade e equipamento, além de experiência e, claro, motivação. Motivação não falta, a de ver minha mãe pelada e dando.
Com certeza ele já fez algo parecido mais de uma vez e deve ter em casa uma boa coleção de filmes gravados por ele mesmo.
Tava ficando dura de imaginar filmes onde aparecesse a mãe dele, que por sinal tinha um corpo bonito, mas nada parecido com o da minha mãe. Só a putaria de ver ela pelada e dando já deixava minha pica dura igual a uma panela.
Ia tentar fazer o Jorge me deixar ver a coleção de filmes dele antes de continuar ajudando.
Fizemos testes com os equipamentos instalados e foram perfeitos, com imagens e sons nítidos.
Hoje à noite faríamos mais testes quando minha mãe estivesse em casa.
Pouco antes das dez da noite, sem o Jorge em casa, minha mãe chegou. Eu tava no meu quarto, ela me cumprimentou e foi pro quarto dela se trocar.
Me conectei rapidamente nas câmeras, deixei o Jorge se conectar e nos preparamos pra curtir o espetáculo.
Dava pra ver perfeitamente minha mãe.
Acabou de entrar no quarto e fecha a porta, sem trancar.
Sem sentar, tira os sapatos e desabotoa o vestido.
Vejo os peitos dela, voltou sem sutiã. Talvez nem tenha levado.
Tira o vestido e vejo a bunda e a buceta dela.
Não tá de calcinha também!
Debaixo do vestido não tinha nada, tava totalmente pelada!
Deixa o vestido esticado na cama e anda pelo quarto olhando em gavetas e armários.
Tem um corpo incrível, com peitos enormes e empinados, bunda firme e arrebitada, pernas longas e torneadas, barriga lisa, buceta só com uma linha de pelinhos curtos ao longo da racha.
Não me surpreenderia se ela ainda trabalhasse em filmes pornô. Esse pensamento me perturba! Tomara que não!
Ela anda pelada pelo quarto pra pegar algo de uma gaveta, em cima de um móvel. Abre um armário de roupa e se estica pra pegar algo numa prateleira mais alta, se abaixa pra pegar algo do chão.
Não fode nada, só olha.
Entre os olhares dela, algum vai pra janela do quarto dela.
Mudo de câmera e percebo que a janela dela tá escancarada.
Mas na frente das nossas janelas tem um parque e um prédio meio longe pra alguém conseguir nos ver, a não ser que use uns binóculos bem potentes, tipo um telescópio!.
Ela continua andando totalmente pelada pelo quarto, chega perto da janela e faz de conta que tá olhando por ela, vira as costas pra janela e se abaixa, colocando a bunda empinada pra janela.
Finalmente fode um vestido, veste ele, calça uns tênis e sai do quarto indo pra cozinha preparar o jantar.
Fodo uns binóculos e vou rápido pra janela, mas antes apago a luz.
Foco os binóculos no prédio da frente, e numa janela tem um homem olhando por um telescópio na direção da nossa casa.
Um tarado!.
Ele larga o telescópio e vai pra outro cômodo.
Se ele não pode ver minha mãe, que sentido tem olhar pra nossa casa?
Ele tava vendo minha mãe pelada o tempo todo! Minha mãe sabia disso e se exibiu como se não soubesse! Ela gosta de ser vista pelada! Desde quando o tarado tá observando ela?
Além disso, é bem possível que ele também tenha visto eu e o Jorge colocando câmeras pela casa toda!
Tá complicando tudo demais!
Também me toquei do que o Jorge me disse ontem, que minha mãe se exibia sem calcinha em cima de uma cadeira, sabendo que o Jorge tava olhando. Isso encaixa com o que eu vi, minha mãe se exibe pelada na frente de um homem sabendo que ele tá olhando e sai do quarto sem calcinha. É bem possível que o Jorge não tivesse mentindo em nada.
Naquela noite, no jantar, coloco meu relógio espião e aproveito pra gravar minha mãe debaixo da mesa. Não tô totalmente convencido de que minha mãe não usa calcinha.
Depois do jantar, vou pro meu quarto. Fico ligado nas câmeras e aproveito pra ver o que gravei com o relógio.
É isso mesmo, minha mãe não tá de calcinha, dá pra ver perfeitamente a racha da buceta dela, quase toda raspada.
No quarto dos meus pais, agora meu pai tá de pijama na cama lendo uns papéis do trabalho e minha mãe no banheiro.
A janela do quarto continua aberta e o vizinho colado no telescópio dele.
Minha mãe tirou o vestido, e eu vejo de novo os peitos enormes dela, a bunda e a buceta. Adoro ver ela pelada.
Totalmente nua, ela sai do banheiro e para um momento olhando pro meu pai.
Meu pai não tira os olhos do livro.
Minha mãe chega perto da cama e sobe em cima dela, andando na direção do meu pai, que reclama que ela tá balançando a cama e ele não consegue se concentrar.
Minha mãe ficou de pé na altura do peito do meu pai, que teve que parar de ler e levantou os olhos, olhando pra buceta e pros peitos dela de baixo pra cima.
Ele fala pra ela:
"Para com essas brincadeiras, que você vai cair da cama e amanhã eu tenho que acordar cedo!"
Minha mãe apoia as mãos na parede e se aproxima mais da cabeceira da cama.
Ela coloca a buceta dela bem na cara do meu pai e se ajoelha, esfregando ela na cara dele.
Eu ouço ele reclamar e se mexer debaixo dela, ele vai acabar sufocado!
Os papéis dele caem no chão.
Minha mãe fica assim por um tempo, e levanta um pouco a bunda pra ele respirar, mas logo volta a tampar a cara dele.
Ele se mexe debaixo dela e coloca as mãos nos quadris e na bunda da minha mãe.
A agitação passou um pouco pra minha mãe.
A cara dela mudou e os peitos dela estão ainda maiores, com os bicos durinhos como cerejas.
Ele tá chupando a buceta dela, e ela tá adorando!
Eu ouço o barulho das lambidas do meu pai e os gemidos da minha mãe.
Minha mãe mexe o quadril e a bunda pra frente e pra trás, como se ela estivesse sendo fodida.
Ela geme mais alto agora. Ela deve ter gozado!
Ela levanta a bunda da cara do meu pai e sai da cama.
Meu pai limpa o rosto e A boca com um lenço, e diz pra ela:
— Tá satisfeita? Agora me deixa quieto, que tenho que ler um relatório pra amanhã!

Minha mãe entra no banheiro e toma um banho.
Quando sai, tá de camisola, se enfia na cama, dá um beijo na bochecha do meu pai e cai no sono, enquanto ele continua lendo.
Depois de uns minutos sem nada mudar, desligo as câmeras e apago meu computador pra dormir, não sem antes ver que o tarado largou o telescópio.

Não entendo muito meu pai, o trabalho consome ele demais e ele larga minha mãe de mão.
Se eu tivesse no lugar dele, não parava de foder ela.

Do que sonhei naquela noite, só lembro disso:
Tem um estúdio onde gravam filmes, com refletores e um monte de gente em volta, uns filmando, outros dirigindo.
No meio do estúdio, tem uma cama bem iluminada.
Em cima da cama, tem uma mulher de costas pra câmera, pelada, sentada de joelhos em cima de um homem, que tá deitado de barriga pra cima na cama.
A mulher se move pra frente e pra trás bem rápido.
A bunda dela balança a cada estocada.
A pica do homem entra e sai muito rápido, aparece e desaparece toda dentro da buceta da mulher.
Tá fodendo ela!.
Agora dá pra ver a cara da mulher — é minha mãe!.
Ela tem uma cara de safada que distorce os traços dela.
Os peitões dela pulam a cada estocada, como se fossem bolas de basquete.
Umas mãos pousam nos peitos dela, acariciando, amassando, beliscando os bicos que parecem cerejas de milf.
Vejo minha cara — sou eu que tô fodendo minha mãe!.
Vejo minha pica entrando na buceta dela, uma vez e outra, até que eu expludo, tenho um orgasmo.
Aplausos e gritos!.
Vejo a cara do Jorge — é ele que tá gravando a cena com a câmera dele!.
Ele sorri pra mim, pisca um olho e levanta o polegar direito na minha direção, indicando que deu tudo certo.
E atrás tá meu pai, bem concentrado! — é o diretor do filme! — ele segura uns papéis nas mãos, os mesmos que ele tava lendo na cama! — é o roteiro do filme!. Mãe se levanta da cama e cumprimenta todo mundo com um sorrisão, beija meu pai e o Jorge, que não perde a chance de passar a mão na bunda e nos peitos dela, se despedindo com uns tapas. Esperava um novo dia.SEXTA-FEIRAAo chegar na aula, encontro o Jorge, que hoje tá eufórico pra caralho. Ele me abraça todo sorridente e me dá umas palmadas nas costas. Fala que foi espetacular e que minha mãe tá incrível, mas que é só o começo, que foi só um teste pra ver que os equipamentos funcionam perfeitamente e que ela é uma puta gostosa que a gente vai encher de tudo que ela gosta.

No intervalo da manhã, quando a gente fica sozinho, comento sobre o tarado e que talvez ele tenha visto a gente colocando as câmeras. Ele fica pensativo, meio preocupado, mas diz que não tem problema, que não atrapalha em nada nossos planos, só aumenta ainda mais o tesão da situação.

Falo pra ele que, se quer que o show continue, tem que me dar algo mais, tipo deixar eu ver os vídeos que ele gravou na casa dele. Ver a mãe dele pelada pode ser um bom começo. O Jorge no começo nega, diz que não tem mais vídeos, mas aos poucos vai cedendo, e acha justo que eu também veja a mãe dele nua e dando.

Comento que hoje, sexta-feira, minha mãe vai ficar em casa a tarde toda e à noite, quando meu pai chegar, eles vão sair pra jantar fora. Ele já tem um plano pra essa sexta, é bem simples.

Como minha mãe vai estar em casa essa tarde, o Jorge vai vir aqui igual no outro dia. Dessa vez a desculpa é que a gente vai dar uma volta, mas eu não vou sair do meu quarto e vou deixar o Jorge comer minha mãe, sem perder um detalhe com as câmeras.

Às sete e meia da tarde, com o computador e as câmeras ligadas, bloqueio meu PC pra não perder tempo quando voltar, e falo pra minha mãe, que tá no banheiro dela: "Vou sair rapidinho! Não levei as chaves. Meu amigo Jorge vai chegar perto das nove, então espero voltar antes dele chegar." Desço pra rua e na esquina combinada vejo o Jorge, faço um sinal pra ele. Volto pra casa, mas entro pela porta de serviço e o Jorge pela principal. Claro que tô com as chaves, entro sem fazer barulho e me tranco no meu quarto. Vou pro meu quarto, destravando o computador e colocando meus fones.
Pelo computador, vejo que minha mãe tá no banheiro do quarto dela.
Ela tá completamente pelada!
Puta que pariu, que peitão e que rabo ela tem! Tudo! E a buceta dela quase toda depilada!
Ela tá secando o cabelo com um secador e uma escova.
Nessa hora, batem na porta da frente.
Ela ouve, desliga o secador, enrola uma toalha na cabeça rápido, pega outra e sai pelada do banheiro.
Se o tarado tá olhando pra ela, deve estar adorando o que vê.
Minha mãe grita:
Já vou!
Ela vai pelada até a porta de entrada.
Não vai abrir pelada, vai?
Ela para um instante perto da porta pra enrolar a toalha no corpo enquanto fala com quem chamou:
O que você esqueceu agora, filho? Espera aí que já vou abrir.
Ela acha que sou eu, que esqueci alguma coisa e voltei pra pegar!
Abre a porta e, de fato, é o Jorge, todo sorridente.
Minha mãe não esperava por isso.
Ela faz um movimento inesperado de susto e a toalha que cobre o corpo cai no chão!
Ela fica pelada na frente do Jorge! Paralisada!
O sorriso do Jorge congela, enquanto os olhos dele descem do rosto da minha mãe pros peitos e pra buceta dela.
O momento parece eterno, até que Jorge reage, vai na direção dela com os braços abertos e coloca as mãos nos peitos dela.
Minha mãe reage, recua, tentando desviar das mãos do Jorge, mas ele parece grudado nos peitos dela.
Ela se vira, tentando dar as costas, mas Jorge desce a mão direita pro rabo dela, dá um tapa e agarra.
Minha mãe consegue tirar a mão esquerda do Jorge do peito dela e começa a correr pelo corredor fugindo dele.
Mais do que correr, ela quica! Igual os peitos dela, que quicam como bolas de basquete!
Jorge vai atrás, agarra ela pela cintura tentando segurar, mas ela se solta e vai pra sala, onde entra.
A toalha da cabeça dela se solta. cabeça e cai no chão
Jorge também entra na sala, atrás da minha mãe.
Pega ela de novo, vira ela pra ele, desce as mãos até a bunda dela e o rosto até os peitos dela, beija eles, chupa eles.
Ela tenta se soltar, mas Jorge segura ela agarrando as nádegas dela e puxando ela pra perto.
Ela grita, exclama várias vezes “Não!”.
Jorge vai levando ela devagar pro sofá.
Quer comer ela ali mesmo!
Mas minha mãe consegue se soltar e corre pra mesa redonda da sala, Jorge atrás.
Minha mãe tá de um lado da mesa e Jorge do outro, de frente, se olhando, se ameaçando, ela tenta fugir e Jorge se aproximar, pegar ela.
A cada movimento minha mãe solta um gritinho e os peitos dela pulam e balançam.
Jorge tem um sorriso feroz e os olhos fixos na minha mãe, que parece que tá entre assustada e sorrindo com a situação.
De repente ela corre pra
porta, fugindo, mas Jorge alcança ela, agarra ela por trás da cintura, segura ela, gruda nela, sobe as mãos pros peitos dela, aperta eles.
Ele dá uma rasteira nela, puxa ela pro sofá, coloca ela de bruços em cima dele, fica de joelhos em cima dela e tira a camiseta e os sapatos.
Minha mãe debaixo, tenta convencer ele a soltar ela, implora:
Não, por favor, que meu filho e meu marido tão em casa! Me solta que não vou falar nada! Eu tenho idade pra ser sua mãe!
Jorge tira agora o cinto da calça e levanta um pouco, o que faz minha mãe tentar se levantar, mas rapidinho ele pega as mãos dela e amarra elas por trás das costas, uma na outra, usando o cinto, pra depois se apoiar nela de novo.
Minha mãe tá no sofá de bruços com as mãos amarradas nas costas e com a bunda empinada.
Ela tem uma bunda formidável, firme, empinada, morena, sem nenhum sinal de celulite!
Jorge aproveita pra dar um tapa numa das nádegas dela com a mão direita, minha mãe solta um gritinho.
Jorge dá outro, ela solta outro gritinho.
Repete várias vezes, tapa e gritinho, tapa e Gritinho, enquanto abre a calça.
Minha mãe começa a ficar com as nádegas vermelhas.
Ele começa a esfregar a virilha dela, a buceta, entre os glúteos, cada vez com mais insistência, mais rápido, com mais força.
Minha mãe começa a gemer.
Ela gosta!, ele tá masturbando ela!
Jorge se levanta e abaixa rápido a calça e a cueca, tira tudo, mostrando um pau grande, duro e ereto.
Minha mãe se revira, tenta se levantar, mas, com as mãos amarradas nas costas, não consegue.
Jorge agarra ela pela cintura e coloca ela de novo de bruços, com o rosto no sofá, de joelhos e com a bunda empinada.
Segura ela e fica atrás da minha mãe, apoiando uma perna no sofá, com o pau apontando direto pro cu dela.
Minha mãe grita:
Não! Pelo cu não, por favor, que dói quando enfiam!
Porra, minha mãe!
Já comeram minha mãe pelo cu!
Quantos já comeram ela por trás? Meu pai? Não consigo imaginar.
Não é à toa, trabalhando em filmes pornô, devem ter enfiado em tudo que é buraco!
Jorge fala pra ela:
E o que você me dá se eu não fizer?
Minha mãe implora:
O que você quiser, mas por favor, não enfia no meu cu.
Então você vai dar sempre que eu quiser.
E sem esperar resposta da minha mãe, ele começa a meter na buceta dela.
Minha mãe solta um som como se estivesse prendendo o ar.
Aos poucos, o pau vai sumindo dentro da buceta da minha mãe.
Ele começa a foder ela, devagar no começo, depois cada vez mais rápido.
Ele tá fodendo minha mãe!
Ela geme, cada vez mais, mas de prazer.
Os peitos dela balançam pra frente e pra trás com as estocadas do Jorge, assim como as nádegas.
Jorge dá um tapa com a mão na nádega direita dela, ela dá um gritinho.
Depois de um tempo, ele dá outro tapa e ela solta outro gritinho.
Ele é um cavaleiro montando uma gostosa, e esporando ela pra ir mais rápido, pra excitar ela, pra se excitar.
A bunda da minha mãe começa a ficar vermelha de tanto tapa.
Jorge para. Ao se mover, tira o pau pra fora, levanta do sofá, vira ela e coloca de barriga pra cima no sofá, com as mãos amarradas debaixo do corpo dela.
Os peitos dela estão magníficos! Que melões pra um belo banquete!
Ele abre as pernas dela, se ajoelha entre elas, segura ela pela cintura e enfia de novo devagar.
Minha mãe geme e a cara dela mostra que tá sentindo prazer com a entrada da vara do Jorge.
O pau dele aparece e desaparece dentro da buceta da minha mãe, cada vez mais rápido.
Minha mãe tá com os olhos semicerrados, passa a língua rosada nos lábios, mostrando os dentes brancos.
Ela geme, cada vez mais alto e mais rápido, até virar gritos de prazer.
Jorge também respira pesado a cada estocada.
Ele para um momento, levanta as pernas da minha mãe, coloca nos ombros dele e continua fodendo ela com força.
Eu não paro de olhar pra ela, como se tivesse hipnotizado, os peitos balançando sem controle.
De repente, Jorge grita, para, teve um orgasmo, tira o pau devagar, ele tá cheio de esperma, gozou dentro dela.
Ele senta no sofá perto dos pés da minha mãe, que continua de barriga pra cima no sofá, respirando fundo.
Por alguns segundos, sem parar de olhar pra ela, Jorge recupera as forças por um tempo, sem dizer nada, até que levanta, chega perto da minha mãe e coloca as mãos nos peitos dela.
Ele apalpa, amassa por um tempo, cada vez com mais vontade.
Abaixa a cabeça e começa a beijar os peitos dela, a lamber tudo.
Os mamilos da minha mãe parecem cerejas na boca do meu amigo, e o pau do Jorge começa a inchar e subir de novo.
Ele enfia a mão direita na virilha dela e começa a apalpar a buceta.
Minha mãe se contorce de tesão, chupa e morde os lábios, enquanto fecha os olhos e geme.
Ela vai se virando devagar até que o Jorge, com cada vez mais dificuldade de lamber os peitos dela, levanta a cabeça e vê a bunda dela.
Acabou de colocar ela de quatro. De bruços no sofá e começa agora a passar a mão na bunda dela, a apalpar, beijar, lamber.
Ele abre os glúteos dela e vê os buracos dela, passa a mão, beija e acaricia, enfia os dedos, uma e outra vez, cada vez com mais insistência.
Minha mãe volta a gemer, mais e mais, até que grita de prazer.
Ele a masturbou!.
Jorge para e olha para a câmera mais próxima, piscando um olho sorridente enquanto levanta a mão direita fazendo o sinal de “OK”, o filho da puta, conseguiu o que queria!, comer minha mãe!, e eu presenciei tudo e fiquei de pau duro!.
Jorge se levanta, pega ela pelos ombros, obriga ela a se levantar do sofá e diz:
— Agora vamos comer na sua cama! Vamos!.
Ele obriga ela a ir na frente até o quarto dela, com as mãos amarradas nas costas com o cinto.
Entram no quarto, ele empurra ela para a cama e obriga ela a deitar de lado.
Deita atrás dela, levanta uma perna dela, se enfia entre as pernas dela, segura a cintura dela e enfia de novo devagar na buceta dela.
Começa pela terceira vez a foder ela.
Aumenta o ritmo, cada vez com mais força e rapidez.
Se Jorge gozou há poucos minutos, vai demorar bem mais pra ter outro orgasmo.
Eu levanto e vou rápido até a janela com os binóculos pra ver se o tarado está espiando com o telescópio, mas não está, não deve estar em casa.
Volto rápido pro meu computador pra continuar olhando.
Jorge fica um tempo fodendo ela de lado, mas não consegue ter um novo orgasmo, então tira o pau, obriga ela a montar em cima dele, de joelhos, de frente pra ele, e enfia de novo, segurando ela pela cintura.
Jorge impulsiona o pau entrando e saindo da buceta da minha mãe, que ofega, mas aos poucos é minha mãe que faz o movimento de quadril, e Jorge olha pra ela, a princípio surpreso, e para de se mexer.
— Agora é ela que está fodendo ele! Pra cima e pra baixo, pra frente e pra trás!.
De repente, minha mãe solta os braços que estavam amarrados nas costas nas costas, mas longe de agredi-lo, ela coloca as mãos no peito dele e continua fodendo com mais força.
Ela tá cavalgando no pau do Jorge! Pra cima e pra baixo!
Os peitões dela, enormes e empinados, pulam igual bolas de basquete, enquanto ela encara ele com uma expressão feroz.
As mãos do Jorge vão da cintura da minha mãe pra bunda dela.
As unhas da minha mãe cravam no peito do Jorge, fazendo arranhões vermelhos que começam a sangrar.
Jorge grita de susto e dor!
Minha mãe continua quicando em cima da rola do Jorge, com o pau entrando e saindo com força e rapidez.
De repente, Jorge segura o quadril dela pra parar — ele gozou — mas minha mãe, longe de parar, continua pulando no cacete do Jorge.
Jorge grita de dor, mas minha mãe continua fodendo ele, até que para, olha com uma expressão divertida pra cara de sofrimento do Jorge, que diz, com lágrimas nos olhos:
— Por favor, chega!
Minha mãe tira ele de cima, olha com desprezo por um momento e fala devagar:
— Quando eu sair do banheiro, não quero te ver aqui.
E entra nua no banheiro, fechando a porta.
Jorge se levanta devagar da cama e sai encurvado do quarto, segurando os próprios genitais, com uma cara de dor genuína.
Minha mãe tá no chuveiro, se lavando sem nenhuma preocupação aparente.
Fiquei chocado!
Jorge vai pra sala, pega a roupa dele, veste com cuidado, sai devagar e encurvado em direção à porta da frente e vai embora, fechando a porta com cuidado.
Aproveitando que minha mãe ainda tá no banho, desligo o computador rápido e, sem fazer barulho, saio de casa pela porta de incêndio.
Na rua, não vejo o Jorge — ele foi embora sem falar nada comigo.
Ela machucou ele pra caralho! No final, minha mãe é quem venceu! Ela é uma fera!
Tô assustado e agora tenho que voltar pra casa como se não soubesse de nada!
Depois de meia hora na rua, volto pra casa e, depois de bater na porta, ela abre. minha mãe.
Tá usando um daqueles vestidos curtos que ela sempre usa em casa.
Me cumprimenta, como sempre, como se nada tivesse acontecido.
Pergunto se o Jorge veio, e ela responde com um “não” seco, como se não desse importância, enquanto continua fazendo o que tava fazendo.
Como o tempo passa e o Jorge não aparece nem liga, ligo pra casa dele.
A mãe dele atende e diz que ele não veio, nem sabe onde ele tá, mas quando ele chegar vai falar que eu liguei.
Naquela noite, não tive nenhuma notícia do Jorge, mas minha mãe foi jantar fora com meu pai, como quase toda sexta-feira.
Pra ela, não tinha acontecido nada! Ou será que sim?

0 comentários - 4 amigos vão ao cinema