Oi, me apresento, sou um chileno de 28 anos com gosto por lingerie e transformismo.
Minhas primeiras experiências com o mesmo sexo foram por volta dos 8 anos, com um primo uns 4 ou 5 anos mais velho. Ele começou a fazer perguntas sobre se eu me tocava, e até aquele momento eu nem sabia o que era masturbação, muito menos tinha praticado. Depois, as perguntas dele foram ficando mais diretas, tipo se minhas partes coçavam e como eu coçava. Aà as perguntas foram subindo de tom até que, em um momento, ele já estava se masturbando na minha frente e depois fez comigo. Depois dessa experiência, comecei a me masturbar vendo pornô que passava na TV a cabo da época, no canal Isat ou no The Film Zone. Com meu primo, a gente continuou com essa brincadeira quando ele vinha pra minha casa. Como ele era do interior, ficava na nossa casa e, por falta de espaço, dormia comigo, então a gente soltava a imaginação e fazia masturbação mútua. Com o tempo, eu tentava reprimir essas sensações porque me considerava hétero e achava que era só uma fase. Meu primo parou de vir em casa, então esse sentimento ficou escondido dentro de mim. Tudo isso ficou guardado por anos, até que entrei no pré-vestibular e conheci um colega que também era do litoral. Num fim de semana prolongado, fomos pra casa dele. Levamos o PlayStation pra jogar um dia e no outro curtir. Naquela noite, enquanto jogávamos Winning Eleven, ele mudou de canal. A TV tinha Directv e os canais premium de pornô liberados, o que já esquentou um pouco o clima, mas não passou disso. Em um momento, desligamos o videogame pra dormir, e comecei a ouvir um sussurro no meu ouvido, como se ele estivesse tentando me provocar pra que eu o masturbasse. Eu estava de costas pra ele e, por dentro, estava ficando muito excitado. De repente, minha mão já estava no pau dele e comecei a punhetá-lo. Sentia que o pau dele era muito maior que o meu, tanto no tamanho quanto na grossura, e isso me excitava demais. Esse membro na minha mão, num momento ele me pedia pra chupar, mas eu não estava muito seguro se queria fazer aquilo. Ele então me propôs: se ele me chupasse primeiro, depois eu chuparia ele. Começou a me chupar e eu estava no limite do prazer, até que num momento gozei dentro da boca do meu amigo. Ele percebeu e foi se limpar no banheiro. Eu queria dar uma de desentendido sobre chupá-lo, porque além disso minha tesão já tinha baixado, mas como ele já tinha chupado o meu, tive que retribuir. Chupo ele um pouco, senti uma sensação estranha, gostei de ter o pauzinho dentro da minha boca. Depois disso, fomos dormir.
No dia seguinte, eu queria sentir de novo a sensação da noite anterior, mas meu amigo me freou, não queria que nada acontecesse. Naquele fim de semana, fiquei com vontade de mais. Depois disso, tive mais algumas experiências com meu amigo, mas não passaram da masturbação. Com essa experiência, ativou-se um bichinho dentro de mim que foi crescendo e crescendo: a curiosidade sobre sexo anal. Já tinha saÃdo do pré-vestibular, então não tinha muito contato com meu amigo, e comecei a consumir pornô gay, depois entrei no mundo do pornô transsexual, e até hoje gosto de ver como mulheres deslumbrantes dominam homens, ver o prazer que causavam nos homens me excitava. Me arrependia das experiências anteriores, de não ter explorado o sexo anal.
Nessa época, voltei a ter contato com meu primo, com quem tive minhas primeiras experiências. Um dia, depois de uma festa, chegando na casa dele, voltamos a ter nossos momentos, agora incluindo sexo oral, e eu queria ser penetrado. Entre a bebida e o tesão da situação, também fiquei excitado. Aqui levei uma surpresa, porque na minha infância lembrava o pênis do meu primo maior do que realmente era, então não era tão prazeroso quanto a rola do meu amigo. Tentei ser passivo com ele, mas ele não conseguia me penetrar. então, em vez de aliviar a tensão, eu continuava com vontade de ser furado. Fiquei assim por alguns anos, só consumindo pornô transsexual, principalmente aqueles em que elas eram ativas. Depois, comecei a buscar por famosas travestis do mundo e do Chile, encontrando umas gostosas que, se eu fosse milionário, gastaria uma fortuna para transar com elas.
Logo chegou um momento em que a tesão era tanta que comecei a enfiar os dedinhos na minha bunda e sonhava com o dia em que iam arrombar meu cu. Nessa época, comecei um relacionamento hétero, então passei a ter acesso à lingerie da minha parceira. Com o tempo, ela começou a deixar roupas Ãntimas na minha casa, à s vezes uns fio-dental ou calcinhas de renda. Eu adorava ver as peças nela, mas num momento de solidão em casa, comecei a vestir as tangas dela. A sensação de sentir a renda ou o toque macio dos tecidos me deixava a mil, ainda mais quando sentia o fio-dental entrando na minha bunda. Em pouco tempo, virou uma vÃcio: eu desejava ficar sozinho em casa para vestir os fio-dental que mais me excitavam. Assim foi crescendo meu gosto por lingerie e pelo mundo trans. Acabo postando algumas fotos minhas.









Minhas primeiras experiências com o mesmo sexo foram por volta dos 8 anos, com um primo uns 4 ou 5 anos mais velho. Ele começou a fazer perguntas sobre se eu me tocava, e até aquele momento eu nem sabia o que era masturbação, muito menos tinha praticado. Depois, as perguntas dele foram ficando mais diretas, tipo se minhas partes coçavam e como eu coçava. Aà as perguntas foram subindo de tom até que, em um momento, ele já estava se masturbando na minha frente e depois fez comigo. Depois dessa experiência, comecei a me masturbar vendo pornô que passava na TV a cabo da época, no canal Isat ou no The Film Zone. Com meu primo, a gente continuou com essa brincadeira quando ele vinha pra minha casa. Como ele era do interior, ficava na nossa casa e, por falta de espaço, dormia comigo, então a gente soltava a imaginação e fazia masturbação mútua. Com o tempo, eu tentava reprimir essas sensações porque me considerava hétero e achava que era só uma fase. Meu primo parou de vir em casa, então esse sentimento ficou escondido dentro de mim. Tudo isso ficou guardado por anos, até que entrei no pré-vestibular e conheci um colega que também era do litoral. Num fim de semana prolongado, fomos pra casa dele. Levamos o PlayStation pra jogar um dia e no outro curtir. Naquela noite, enquanto jogávamos Winning Eleven, ele mudou de canal. A TV tinha Directv e os canais premium de pornô liberados, o que já esquentou um pouco o clima, mas não passou disso. Em um momento, desligamos o videogame pra dormir, e comecei a ouvir um sussurro no meu ouvido, como se ele estivesse tentando me provocar pra que eu o masturbasse. Eu estava de costas pra ele e, por dentro, estava ficando muito excitado. De repente, minha mão já estava no pau dele e comecei a punhetá-lo. Sentia que o pau dele era muito maior que o meu, tanto no tamanho quanto na grossura, e isso me excitava demais. Esse membro na minha mão, num momento ele me pedia pra chupar, mas eu não estava muito seguro se queria fazer aquilo. Ele então me propôs: se ele me chupasse primeiro, depois eu chuparia ele. Começou a me chupar e eu estava no limite do prazer, até que num momento gozei dentro da boca do meu amigo. Ele percebeu e foi se limpar no banheiro. Eu queria dar uma de desentendido sobre chupá-lo, porque além disso minha tesão já tinha baixado, mas como ele já tinha chupado o meu, tive que retribuir. Chupo ele um pouco, senti uma sensação estranha, gostei de ter o pauzinho dentro da minha boca. Depois disso, fomos dormir.No dia seguinte, eu queria sentir de novo a sensação da noite anterior, mas meu amigo me freou, não queria que nada acontecesse. Naquele fim de semana, fiquei com vontade de mais. Depois disso, tive mais algumas experiências com meu amigo, mas não passaram da masturbação. Com essa experiência, ativou-se um bichinho dentro de mim que foi crescendo e crescendo: a curiosidade sobre sexo anal. Já tinha saÃdo do pré-vestibular, então não tinha muito contato com meu amigo, e comecei a consumir pornô gay, depois entrei no mundo do pornô transsexual, e até hoje gosto de ver como mulheres deslumbrantes dominam homens, ver o prazer que causavam nos homens me excitava. Me arrependia das experiências anteriores, de não ter explorado o sexo anal.
Nessa época, voltei a ter contato com meu primo, com quem tive minhas primeiras experiências. Um dia, depois de uma festa, chegando na casa dele, voltamos a ter nossos momentos, agora incluindo sexo oral, e eu queria ser penetrado. Entre a bebida e o tesão da situação, também fiquei excitado. Aqui levei uma surpresa, porque na minha infância lembrava o pênis do meu primo maior do que realmente era, então não era tão prazeroso quanto a rola do meu amigo. Tentei ser passivo com ele, mas ele não conseguia me penetrar. então, em vez de aliviar a tensão, eu continuava com vontade de ser furado. Fiquei assim por alguns anos, só consumindo pornô transsexual, principalmente aqueles em que elas eram ativas. Depois, comecei a buscar por famosas travestis do mundo e do Chile, encontrando umas gostosas que, se eu fosse milionário, gastaria uma fortuna para transar com elas.
Logo chegou um momento em que a tesão era tanta que comecei a enfiar os dedinhos na minha bunda e sonhava com o dia em que iam arrombar meu cu. Nessa época, comecei um relacionamento hétero, então passei a ter acesso à lingerie da minha parceira. Com o tempo, ela começou a deixar roupas Ãntimas na minha casa, à s vezes uns fio-dental ou calcinhas de renda. Eu adorava ver as peças nela, mas num momento de solidão em casa, comecei a vestir as tangas dela. A sensação de sentir a renda ou o toque macio dos tecidos me deixava a mil, ainda mais quando sentia o fio-dental entrando na minha bunda. Em pouco tempo, virou uma vÃcio: eu desejava ficar sozinho em casa para vestir os fio-dental que mais me excitavam. Assim foi crescendo meu gosto por lingerie e pelo mundo trans. Acabo postando algumas fotos minhas.









6 comentários - Mis primeras experiencias
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