🔥 Capítulo 8
Quando Tommy acordou na manhã seguinte, a cama ao lado dele estava vazia. Ele olhou pro relógio e viu que eram dez da manhã. Se arrastou pra fora da cama, encontrou um par de shorts pra vestir e desceu as escadas. Enquanto caminhava em direção à cozinha, viu a mãe parada no fogão preparando o café da manhã com uma espátula na mão, olhando pela janela. A luz da janela recortava o corpo dela por baixo do roupão fino. Tommy parou e admirou a forma da mãe, sentindo a excitação começar a crescer.
A mente de Sue estava cheia de confusão de novo. Não tinha dúvida de que amava o filho como um homem. Na verdade, não se arrependia do que tinha acontecido. Mas sabia que ia ser difícil pra eles. O futuro era muito incerto. Pra onde iriam a partir dali? Como manteriam o relacionamento em segredo? E se alguém descobrisse? Tudo era tão complicado.
Tommy chegou por trás da mãe e a envolveu com os braços, beijando o pescoço dela e apertando com força. Sue se aproximou e tocou os braços de Tommy com amor, depois se inclinou e beijou as costas da mão dele. Uma onda de amor a tomou enquanto as lágrimas começavam a cair. Tommy ouviu a mãe soluçar e a virou.
— O que foi, mãe?
— Nada — ela disse, sorrindo por entre as lágrimas. — Eu te amo.
Os lábios deles se encontraram num beijo suave. Devagar, enquanto as línguas duelavam, a paixão crescia. Quando Tommy se afastou, havia fogo nos olhos dele de novo. Ele olhou nos olhos da mãe e levou as mãos ao roupão dela. De repente, com um puxão forte, Tommy rasgou a frente do vestido ao meio, espalhando botões por toda a cozinha. Sue gritou, assustada. Tommy empurrou o vestido arruinado dos ombros da mãe e deixou cair no chão. Depois, arrastou ela até a mesa da cozinha e a empurrou pra trás até que ela estivesse sentada nela. Puxou uma cadeira e se sentou entre as pernas dela.
— Ai, meu Deus, Tommy, o que você tá fazendo? — Sue ofegou. mas ela não lutou contra ele quando ele a empurrou para trás. "Café da manhã", respondeu Tommy enquanto sua boca cobria a buceta dela. Ele comeu ela como um louco. Seus lábios e língua estavam em todos os lugares que ele podia alcançar. Ignorou os gritos de prazer da mãe enquanto ela gozava uma e outra vez. Finalmente, quando sua mandíbula cansou, ele empurrou as pernas dela para o ar e a penetrou. "Ahhhhhh!!!" ela gritou quando o pau comprido dele foi até o fundo do buraco ainda molhado dela em uma única estocada. Enquanto ele fodia a mãe, a mesa rangeu e se moveu pelo chão, ameaçando desabar. Depois de ter tido tantos orgasmos na noite anterior, Tommy sabia que podia continuar por muito tempo. E continuou, levando ela a um orgasmo atrás do outro. Bem quando Sue pensou que tinha acabado e que ia gozar, ele a levantou e a abraçou contra a virilha dele como uma boneca. Ela se agarrou com força no pescoço dele enquanto ele a carregava pelo quarto, se movendo sem parar dentro e fora dela. Ele comeu ela na pia, no balcão, contra a geladeira e finalmente no chão. Derrubaram cadeiras e sacudiram a louça nos armários. Sue quase sentiu alívio quando ele disse que ia gozar. O pobre corpo dela mal aguentava mais. Quando ele gritou que ia gozar, ela o puxou para perto, as pernas dela se enroscaram na cintura dele e deixou ele gozar dentro do corpo dela mais uma vez. Sue não podia mais negar. Ela estava apaixonada pelo próprio filho. Não tinha volta, então decidiu que o futuro se ajeitaria sozinho. Apesar de toda a incerteza, tinha uma coisa certa: o amor deles. Eles iam seguir em frente com isso. ... A relação sexual entre Sue e Tommy continuou e até acelerou nos meses seguintes. Tommy era quase insaciável. Era como se ele estivesse tentando compensar os anos de escola. Os dois já tinham transado em quase todos os lugares possíveis e em todas as posições. No entanto, tinha uma coisa que eles não tinham feito, mas Tommy sentia coisa de perguntar. No aniversário de dezenove anos do Tommy, a Sue queria fazer algo especial pra ele. Ela preparou a comida favorita dele e fez os dois se arrumarem pro jantar. O Tommy reclamou de ter que vestir um terno, mas, como sempre, fez o que a mãe pedia. Quando o jantar acabou e os pratos ficaram na mesa, a Sue e o Tommy foram pra sala. A Sue colocou uma música lenta e pegou o Tommy nos braços dela. Enquanto dançavam, o Tommy acariciava a bunda da mãe através do vestido de cetim. O Tommy adorava como ela ficava naquele vestido. Ele destacava a bunda dela perfeitamente. Era justo e curto, com uma fenda até o quadril. Ele sabia que ela não tava de calcinha porque apareceria. Além disso, ela raramente usava roupa íntima. Só atrapalhava os encontros frequentes deles. A Sue beijou o pescoço do filho e deixou ele acariciar a bunda dela. Depois, sussurrou no ouvido dele: "Você gosta da minha bunda, né?" "Puta merda, sim", ele respondeu, apertando as nádegas firmes mas macias dela pra enfatizar. "Você quer?" O Tommy se afastou da mãe com um olhar curioso no rosto. "O quê?" Ele conseguia ver que os olhos da mãe ardiam de tesão. "Sou virgem lá atrás". O Tommy demorou um segundo pra sacar o que ela tava dizendo. "Cê tá falando... cê tá falando que quer que eu te coma lá?" ele perguntou incrédulo. "Sim! Quero te dar minha bunda. É meu presente especial pro seu aniversário. Claro, se você não quiser..." "Não... quer dizer, sim... ai meu Deus, mãe, cê tá falando sério?" A Sue beijou os lábios do Tommy e depois pegou a mão dele. Ela o levou escada acima até o quarto dela. Deixou o Tommy sentar na cama e depois se virou pra ele desabotoar o vestido dela. As mãos do Tommy tremiam enquanto ele abaixava o zíper devagar. Ele conseguia ver as costas macias da mãe quando o vestido se abriu. O zíper ia até o topo da bunda dela. A Sue tirou o vestido, deixando ele cair aos pés dela, ficando nua exceto por uma Um par de saltos altos e meias de seda até as coxas. Ela tava de costas pra ele, deixando ele ver a forma nua dela. Aí ela olhou por cima do ombro e sorriu, dizendo: "Quer me comer no cu?" Ela se inclinou um pouco pra frente e se esticou pra trás, abrindo as bandas. "Ah, meu Deus", foi tudo que Tommy conseguiu dizer quando viu a mãe dele abrir as nádegas obscenamente na frente dele. "Tira a roupa", ela disse e se virou pra ajudar ele a se despir. Logo, eles estavam deitados na cama pelados e abraçados. Sue se virou e pegou um par de travesseiros, colocando eles debaixo da bunda dela. Quando ela ficou sentada de costas com as coxas abertas, fez sinal pro Tommy se colocar entre as pernas dela. Tommy correu pra obedecer. Quando ele tava ajoelhado entre as coxas levantadas dela, ela olhou nos olhos dele e disse: "Coloca teu pau na minha buceta primeiro e molha ele. Depois me come no cu". Tommy quase gozou na hora. Com as mãos tremendo, enfiou o pinto dele entre os lábios molhados da mãe. Um gemido escapou dos dois quando ele empurrou pra dentro dela. O buraquinho apertado dela era tão gostoso que ele não conseguia imaginar nada melhor. Depois que Tommy meteu várias vezes, Sue empurrou ele pra trás. Aí ela colocou as pernas dela nos ombros dele e levantou até o cu dela ficar exposto. As mãos dele tremiam quando ele se abaixou e separou as bandas dela. "Coloca", ela sussurrou animada. Tommy apontou a cabeçona do pau dele pro buraquinho marrom dela. Ele não conseguia imaginar como cabia num lugar tão pequeno. Devagar, ele empurrou pra frente. Ouviu a mãe gemer e parou pra olhar na cara dela. Ela tava com os olhos bem fechados, mas disse: "Vai fundo". Com as mãos nas coxas dela, Tommy puxou ela pra perto e empurrou ao mesmo tempo. "Ahhhh!" ela gemeu quando a cabeça do pau dele deslizou pra dentro do buraquinho apertado da mãe dele. O anel fechou de repente, apertando a cabeça como um torno. "Espera, espera", Sue respirou fundo. deixando que sua bunda se acostumbrasse à cabeça grande. Depois de alguns segundos insuportáveis para Tommy, ela disse: "Tá bom, me fode". Tommy empurrou de novo e viu, maravilhado, sua vara desaparecer no corpo da mãe. Centímetro por centímetro, ele foi se movendo até que todo o pau dele estivesse envolto no calor dela. A sensação foi incrível. Era macio, quente e apertado como a buceta dela, mas diferente. Apertava cada centímetro do eixo, da base à ponta. "Me fode!" implorou Sue. Quase a contragosto, Tommy começou a se mover, tirando o pau quase por completo antes de enfiar de novo. "Ai, Deus", gemeu quando o buraco macio dela o sugou para dentro. Tommy começou a acelerar. "Isso, isso, me fode, amante. Fode o cu da sua mãe!" Sue gritou enquanto se aproximava do clímax. Ela se abaixou e começou a esfregar o clitóris. "Ai, Deus, querido, vou gozar. Ai, sim, ai, sim", sussurrou enquanto o buraco dela se apertava em volta do pau de Tommy. "Ai, Deus, mãe", gemeu Tommy quando sentiu o corpo dela começar a tremer. "Eu também vou gozar", gemeu. Ele enfiou no buraco dela o mais fundo que pôde e congelou. Sue sentiu o pau dele tremer dentro do cu dela. Ficou surpresa por realmente conseguir sentir ele começando a gozar. Isso intensificou o orgasmo que estava crescendo nela. Os dois gritaram de prazer quando Tommy encheu o buraco traseiro da mãe com a porra dele. .... Dois anos depois... Os dois anos seguintes foram os mais felizes da vida de Sue. O trabalho dela era ótimo, o amante e filho dela eram ainda melhores. Eles eram verdadeiros amigos e amantes. A relação deles tinha evoluído a ponto de Tommy ter se mudado para o quarto da mãe, mas ainda guardava roupas num quarto vazio para parecer normal. Dormiam juntos toda noite e a vida sexual deles tinha ficado ainda mais intensa. Era difícil saber quem tinha o maior desejo. Tommy continuava insaciável, mas Sue acompanhava o ritmo. Tommy ia bem na a escola e havia decidido se especializar em engenharia. Agora era um jovem mais alto, mais forte e ainda mais gostoso. As experiências com a mãe dele o tinham deixado muito mais maduro do que outros garotos da idade dele. Só tinha um problema na vida feliz dele e Sue queria consertar isso. No entanto, não tinha certeza de como abordar o assunto. Vinha pensando nisso há meses e finalmente tinha juntado coragem suficiente para trazer à tona. Tommy sentiu que ia ser uma noite especial esta noite. Ele e a mãe dele iam assistir a um espetáculo e depois voltariam para casa para jantar. Isso não era incomum. Mas ele via um brilho nos olhos da mãe dele, e isso sempre significava que algo especial ia rolar. Como de costume, Tommy estava esperando a mãe dele lá embaixo. Quando ela desceu, estava usando um vestido de noite preto justo, curto nas coxas e bem decotado. Usava um colar de pérolas no pescoço que Tommy tinha dado a ela na semana passada no aniversário de 39 anos dela. "Desculpa me atrasar, querido", ela sorriu ao passar. Tommy segurou o braço dela. Se inclinou perto do ouvido dela, como se alguém pudesse ouvir, e sussurrou: "Mãe, você tira a calcinha pra mim?". Ela olhou surpresa, mas rapidamente enfiou a mão por baixo do vestido e tirou a calcinha pelas pernas e pelos saltos altos. Sorrindo para o filho, entregou a ele. Observou divertida enquanto ele dobrava a calcinha e colocava no bolso do colete dele, e depois ajeitava. "Valeu, mãe, agora meu equipamento tá completo". Tommy deu um sorriso safado. "Você nunca para de me surpreender, meu amante", disse Sue, beijando a bochecha dele. A peça foi divertida e passou rápido. Mas Tommy notou que a mãe dele parecia preocupada com alguma coisa. Ela estava inquieta no assento. Ele achou que podia ser empolgação pela noite que vinha. Afinal, ela tinha adiado o sexo com ele por uma semana, dizendo que era o "período dela". Tommy não entendeu isso porque achou que ela tinha acabado de menstruar. umas semanas atrás. Mas ele deu de ombros. O que os caras entendem dessas coisas?, pensou. Sue tinha preparado tudo com antecedência. A mesa do jantar estava posta, com velas sobre a mesa, vinho gelado e a comida pronta pra esquentar e servir. Eles ficaram arrumados pro jantar. "Mãe, o jantar ficou perfeito. Obrigado", disse Tommy com sinceridade, levantando a taça de vinho pra brindar. Sue encostou a taça dela na dele. "De nada, Tommy", disse Sue, parecendo nervosa, como se tivesse algo a dizer. "O que foi, mãe?" perguntou Tommy, preocupado. "Tommy, tenho algo pra te perguntar. Não sei bem como dizer". Sue hesitou por um minuto e então continuou. "Você sabe que sempre quis ter mais filhos". "Eu sei, mãe. Me sinto mal por isso". "Tenho 39 anos e meu relógio biológico tá correndo. Nós nos comprometemos um com o outro, então é improvável que apareça outro homem na minha vida ou uma mulher na sua. Eu esperava que um dia você conhecesse alguém e casasse de novo pra eu poder ter os filhos que sempre quis. O problema é que me apaixonei pelo meu próprio filho e não quero mais ninguém". "Eu entendo como você se sente." O pensamento também tinha passado pela cabeça de Tommy. Mas ele via mais pelo lado dele, porque também queria ter filhos, mas não conseguia se imaginar com mais ninguém na vida. Eles estavam presos num paradoxo e parecia não ter solução. "Sei que não tô falando isso direito, então deixa eu te dar isso e talvez você entenda", disse Sue, entregando um pacote embrulhado. Tommy pegou o pacote com um olhar confuso no rosto. O pacote era pequeno, do tamanho de um CD de música. Com as mãos trêmulas, Tommy abriu, sem saber o que esperar. Quando terminou de abrir, segurou o conteúdo na mão com curiosidade. Tinha uma expressão totalmente besta no rosto. Olhou pra mãe e deu de ombros, confuso. Sue não disse uma palavra. Só esperou. Tommy olhou pro que tinha na mão. Cara. Era uma cartela redonda de pílulas. Tinha 30 espaços para os comprimidos, o que indicava que era pra tomar um por dia. Mas todos tinham sumido, menos os últimos sete. De repente, o Tommy olhou pra mãe dele com uma cara de choque. "Ah... que... você..." ele gaguejou, de boca aberta. A Sue se inclinou sobre a mesa e pegou na mão dele. "Sim, Tommy, são minhas pílulas anticoncepcionais e, sim, não tomei nos últimos sete dias. Por isso não deixei você me comer a semana toda." "Mas, eu, não entendo. Você não pode estar pensando que a gente..." "Deixa eu tentar explicar", interrompeu Sue. "Pesquisei muito nos últimos seis meses e descobri que a taxa de problemas pra crianças nascidas de uma relação incestuosa é bem pequena", disse ela, fazendo uma pausa pro Tommy absorver o que tava falando. "Meu Deus, mãe, cê tá falando sério?" perguntou Tommy. Não acreditava no que a mãe tava pedindo. "Sim." "Ah, meu Deus... você... quer um bebê e quer que eu seja o pai?" "Sim, Tommy, quero que você me engravide. Quero ter seu filho", disse Sue, e parou por um longo momento. "Tommy, antes de responder, precisa saber que isso é complicado pra gente. Tem todo tipo de problema potencial. Mesmo sem parentes morando perto, ainda é uma preocupação. Além disso, tem meu trabalho e sua faculdade. Tem todo tipo de pergunta que não tenho resposta. Mas tô disposta a correr o risco. Só que depende de você. Se não quiser isso, pode só me devolver as pílulas. Se quiser que eu tenha seu filho, joga as pílulas no lixo." Tommy praticamente pulou da cadeira e jogou as pílulas no lixo. Correu de volta pra mesa e ajudou a mãe a se levantar. Agora as lágrimas escorriam pelo rosto dela. Mãe e filho se beijaram com carinho, se abraçando forte. De repente, Tommy se afastou da mãe e se ajoelhou. "Mãe, eu sei que Isso é uma bobagem e que nunca poderemos realmente ser casados, mas meu amor e compromisso com você é mais forte que qualquer casamento. Adoraria ser o pai do seu filho", disse Tommy, com lágrimas escorrendo pelo rosto. Sue levantou o filho e olhou nos olhos dele. "Ai, meu Deus, Tommy, tem certeza do que está dizendo?" "Mãe, eu te amo mais do que pensei que poderia amar alguém. Você é tudo pra mim e eu faria qualquer coisa por você. Eu quero isso. Quero que você tenha meu bebê." Mãe e filho juntaram os lábios no beijo mais doce que já tinham dado. Tommy levantou a mãe nos braços e a levou em silêncio até a cama. Deitou ela e rapidamente se despiu, depois se arrastou para a cama ao lado dela. Beijando-a nos lábios, deslizou lentamente as alças do vestido pelos braços dela até que os peitos ficaram nus. Passou os lábios pelo pescoço dela até o peito ofegante. Chupou um mamilo e depois o outro dentro da boca, arrancando um gemido da mãe. Então se virou até que a cabeça dele ficasse entre as pernas dela e o pau dele perto da boca dela. Ouviu a mãe gemer quando ela o pegou na boca. Os lábios dele cobriram a buceta dela e ele começou a chupar. Trabalharam um no outro com fervor antes de parar para tirar a roupa de Sue. Tommy empurrou a mãe para trás na cama, pegou um travesseiro e colocou debaixo do quadril dela. Sabia que isso daria a penetração mais profunda. Ajoelhou-se entre as pernas dela, o pau duro pulsando sobre a buceta esperando da mãe. Os olhos deles se encontraram. "Diz, mãe, diz o que você quer", falou Tommy segurando a cabeça inchada perto da buceta igualmente excitada dela. "Por favor, Tommy, fode a sua mãe. Quero esse pauzão bem fundo na minha buceta fértil. Quero que você dê um bebê pra sua mãe! Me fode, por favor", gemeu Sue enquanto se abaixava e abria os lábios suculentos. "Olha como eu tô pronta pra você. Tá vendo como meu suco tá escorrendo? Quero seu esperma potente jorrando da minha buceta. Buceta a noite inteira". "Ai, meu Deus, mamãe", gemeu Tommy, excitado com as palavras sujas dela. Tommy levou o pau até o buraquinho molhado e aberto dela. Devagar, colocou a cabeça na entrada. Tanto a mãe quanto o filho gemeram quando ele deslizou fundo dentro dela. A sensação parecia muito maior por causa do que iam fazer; ele ia engravidar a própria mãe. Era o maior tabu de todos. Sue sentiu Tommy começar a entrar e sair dela com um movimento lento e constante, sem pressa, aumentando o calor e a excitação. Ela envolveu as pernas em volta do filho e empurrou contra ele. Quando ele bateu no fundo, provocou outro gemido dos dois. "Me fode, me fode com força. Preciso tanto, por favor, me fode", ofegou Sue. Tommy começou a meter na mãe como nunca antes. O suor começou a escorrer dele enquanto ele enfiava o pau rapidamente dentro e fora dela. Dava pra sentir o melado dela espirrando nas bolas dele, escorrendo pros lençóis. As metidas continuavam sem parar. Nenhum dos dois conseguia se fartar do outro. "Tô perto, mamãe. Posso gozar dentro de você?" "Sim, sim, tô perto também, continua me fodendo. Ai, meu Deus, ai, meu Deus, tô gozando!!!", gritou Sue, empurrando os quadris pra cima pra encontrar o filho. "Aí vem, mamãe, aí vem, recebe, recebe todo o meu leite", respondeu Tommy, sentindo a força da porra viajando pelo pau e entrando no corpo da mãe. Jato após jato de esperma potente jorrou de Tommy pra dentro da mãe. Os dois gemiam e tremiam enquanto o clímax mútuo fluía de um corpo pro outro. Finalmente, Tommy desabou exausto em cima da mãe. Os lábios deles se encontraram num beijo final enquanto pegavam no sono. Dentro da mãe, o esperma de Tommy começava a jornada que mudaria a vida deles pra sempre. Finalmente tinham cruzado a linha. FIM
Este é o fim desta excitante história incestuosa. Espero que tenham curtido. Não coloquei imagens antes porque um texto se baseia principalmente na imaginação do leitor. As aparências de Sue e Tom foram descritas quase superficialmente, para que cada leitor possa imaginar esses detalhes ao seu gosto. Afinal, nem todo mundo tem as mesmas preferências, e pensei que mostrar imagens no decorrer da história poderia atrapalhar essa experiência gostosa. Um relato textual é um relato textual, a necessidade de imagens é pouca na minha opinião, mas vou mudar isso no futuro se vocês quiserem. Vêm mais histórias por aí, e a maioria vai ser de incesto com certeza.
Quando Tommy acordou na manhã seguinte, a cama ao lado dele estava vazia. Ele olhou pro relógio e viu que eram dez da manhã. Se arrastou pra fora da cama, encontrou um par de shorts pra vestir e desceu as escadas. Enquanto caminhava em direção à cozinha, viu a mãe parada no fogão preparando o café da manhã com uma espátula na mão, olhando pela janela. A luz da janela recortava o corpo dela por baixo do roupão fino. Tommy parou e admirou a forma da mãe, sentindo a excitação começar a crescer.
A mente de Sue estava cheia de confusão de novo. Não tinha dúvida de que amava o filho como um homem. Na verdade, não se arrependia do que tinha acontecido. Mas sabia que ia ser difícil pra eles. O futuro era muito incerto. Pra onde iriam a partir dali? Como manteriam o relacionamento em segredo? E se alguém descobrisse? Tudo era tão complicado.
Tommy chegou por trás da mãe e a envolveu com os braços, beijando o pescoço dela e apertando com força. Sue se aproximou e tocou os braços de Tommy com amor, depois se inclinou e beijou as costas da mão dele. Uma onda de amor a tomou enquanto as lágrimas começavam a cair. Tommy ouviu a mãe soluçar e a virou.
— O que foi, mãe?
— Nada — ela disse, sorrindo por entre as lágrimas. — Eu te amo.
Os lábios deles se encontraram num beijo suave. Devagar, enquanto as línguas duelavam, a paixão crescia. Quando Tommy se afastou, havia fogo nos olhos dele de novo. Ele olhou nos olhos da mãe e levou as mãos ao roupão dela. De repente, com um puxão forte, Tommy rasgou a frente do vestido ao meio, espalhando botões por toda a cozinha. Sue gritou, assustada. Tommy empurrou o vestido arruinado dos ombros da mãe e deixou cair no chão. Depois, arrastou ela até a mesa da cozinha e a empurrou pra trás até que ela estivesse sentada nela. Puxou uma cadeira e se sentou entre as pernas dela.
— Ai, meu Deus, Tommy, o que você tá fazendo? — Sue ofegou. mas ela não lutou contra ele quando ele a empurrou para trás. "Café da manhã", respondeu Tommy enquanto sua boca cobria a buceta dela. Ele comeu ela como um louco. Seus lábios e língua estavam em todos os lugares que ele podia alcançar. Ignorou os gritos de prazer da mãe enquanto ela gozava uma e outra vez. Finalmente, quando sua mandíbula cansou, ele empurrou as pernas dela para o ar e a penetrou. "Ahhhhhh!!!" ela gritou quando o pau comprido dele foi até o fundo do buraco ainda molhado dela em uma única estocada. Enquanto ele fodia a mãe, a mesa rangeu e se moveu pelo chão, ameaçando desabar. Depois de ter tido tantos orgasmos na noite anterior, Tommy sabia que podia continuar por muito tempo. E continuou, levando ela a um orgasmo atrás do outro. Bem quando Sue pensou que tinha acabado e que ia gozar, ele a levantou e a abraçou contra a virilha dele como uma boneca. Ela se agarrou com força no pescoço dele enquanto ele a carregava pelo quarto, se movendo sem parar dentro e fora dela. Ele comeu ela na pia, no balcão, contra a geladeira e finalmente no chão. Derrubaram cadeiras e sacudiram a louça nos armários. Sue quase sentiu alívio quando ele disse que ia gozar. O pobre corpo dela mal aguentava mais. Quando ele gritou que ia gozar, ela o puxou para perto, as pernas dela se enroscaram na cintura dele e deixou ele gozar dentro do corpo dela mais uma vez. Sue não podia mais negar. Ela estava apaixonada pelo próprio filho. Não tinha volta, então decidiu que o futuro se ajeitaria sozinho. Apesar de toda a incerteza, tinha uma coisa certa: o amor deles. Eles iam seguir em frente com isso. ... A relação sexual entre Sue e Tommy continuou e até acelerou nos meses seguintes. Tommy era quase insaciável. Era como se ele estivesse tentando compensar os anos de escola. Os dois já tinham transado em quase todos os lugares possíveis e em todas as posições. No entanto, tinha uma coisa que eles não tinham feito, mas Tommy sentia coisa de perguntar. No aniversário de dezenove anos do Tommy, a Sue queria fazer algo especial pra ele. Ela preparou a comida favorita dele e fez os dois se arrumarem pro jantar. O Tommy reclamou de ter que vestir um terno, mas, como sempre, fez o que a mãe pedia. Quando o jantar acabou e os pratos ficaram na mesa, a Sue e o Tommy foram pra sala. A Sue colocou uma música lenta e pegou o Tommy nos braços dela. Enquanto dançavam, o Tommy acariciava a bunda da mãe através do vestido de cetim. O Tommy adorava como ela ficava naquele vestido. Ele destacava a bunda dela perfeitamente. Era justo e curto, com uma fenda até o quadril. Ele sabia que ela não tava de calcinha porque apareceria. Além disso, ela raramente usava roupa íntima. Só atrapalhava os encontros frequentes deles. A Sue beijou o pescoço do filho e deixou ele acariciar a bunda dela. Depois, sussurrou no ouvido dele: "Você gosta da minha bunda, né?" "Puta merda, sim", ele respondeu, apertando as nádegas firmes mas macias dela pra enfatizar. "Você quer?" O Tommy se afastou da mãe com um olhar curioso no rosto. "O quê?" Ele conseguia ver que os olhos da mãe ardiam de tesão. "Sou virgem lá atrás". O Tommy demorou um segundo pra sacar o que ela tava dizendo. "Cê tá falando... cê tá falando que quer que eu te coma lá?" ele perguntou incrédulo. "Sim! Quero te dar minha bunda. É meu presente especial pro seu aniversário. Claro, se você não quiser..." "Não... quer dizer, sim... ai meu Deus, mãe, cê tá falando sério?" A Sue beijou os lábios do Tommy e depois pegou a mão dele. Ela o levou escada acima até o quarto dela. Deixou o Tommy sentar na cama e depois se virou pra ele desabotoar o vestido dela. As mãos do Tommy tremiam enquanto ele abaixava o zíper devagar. Ele conseguia ver as costas macias da mãe quando o vestido se abriu. O zíper ia até o topo da bunda dela. A Sue tirou o vestido, deixando ele cair aos pés dela, ficando nua exceto por uma Um par de saltos altos e meias de seda até as coxas. Ela tava de costas pra ele, deixando ele ver a forma nua dela. Aí ela olhou por cima do ombro e sorriu, dizendo: "Quer me comer no cu?" Ela se inclinou um pouco pra frente e se esticou pra trás, abrindo as bandas. "Ah, meu Deus", foi tudo que Tommy conseguiu dizer quando viu a mãe dele abrir as nádegas obscenamente na frente dele. "Tira a roupa", ela disse e se virou pra ajudar ele a se despir. Logo, eles estavam deitados na cama pelados e abraçados. Sue se virou e pegou um par de travesseiros, colocando eles debaixo da bunda dela. Quando ela ficou sentada de costas com as coxas abertas, fez sinal pro Tommy se colocar entre as pernas dela. Tommy correu pra obedecer. Quando ele tava ajoelhado entre as coxas levantadas dela, ela olhou nos olhos dele e disse: "Coloca teu pau na minha buceta primeiro e molha ele. Depois me come no cu". Tommy quase gozou na hora. Com as mãos tremendo, enfiou o pinto dele entre os lábios molhados da mãe. Um gemido escapou dos dois quando ele empurrou pra dentro dela. O buraquinho apertado dela era tão gostoso que ele não conseguia imaginar nada melhor. Depois que Tommy meteu várias vezes, Sue empurrou ele pra trás. Aí ela colocou as pernas dela nos ombros dele e levantou até o cu dela ficar exposto. As mãos dele tremiam quando ele se abaixou e separou as bandas dela. "Coloca", ela sussurrou animada. Tommy apontou a cabeçona do pau dele pro buraquinho marrom dela. Ele não conseguia imaginar como cabia num lugar tão pequeno. Devagar, ele empurrou pra frente. Ouviu a mãe gemer e parou pra olhar na cara dela. Ela tava com os olhos bem fechados, mas disse: "Vai fundo". Com as mãos nas coxas dela, Tommy puxou ela pra perto e empurrou ao mesmo tempo. "Ahhhh!" ela gemeu quando a cabeça do pau dele deslizou pra dentro do buraquinho apertado da mãe dele. O anel fechou de repente, apertando a cabeça como um torno. "Espera, espera", Sue respirou fundo. deixando que sua bunda se acostumbrasse à cabeça grande. Depois de alguns segundos insuportáveis para Tommy, ela disse: "Tá bom, me fode". Tommy empurrou de novo e viu, maravilhado, sua vara desaparecer no corpo da mãe. Centímetro por centímetro, ele foi se movendo até que todo o pau dele estivesse envolto no calor dela. A sensação foi incrível. Era macio, quente e apertado como a buceta dela, mas diferente. Apertava cada centímetro do eixo, da base à ponta. "Me fode!" implorou Sue. Quase a contragosto, Tommy começou a se mover, tirando o pau quase por completo antes de enfiar de novo. "Ai, Deus", gemeu quando o buraco macio dela o sugou para dentro. Tommy começou a acelerar. "Isso, isso, me fode, amante. Fode o cu da sua mãe!" Sue gritou enquanto se aproximava do clímax. Ela se abaixou e começou a esfregar o clitóris. "Ai, Deus, querido, vou gozar. Ai, sim, ai, sim", sussurrou enquanto o buraco dela se apertava em volta do pau de Tommy. "Ai, Deus, mãe", gemeu Tommy quando sentiu o corpo dela começar a tremer. "Eu também vou gozar", gemeu. Ele enfiou no buraco dela o mais fundo que pôde e congelou. Sue sentiu o pau dele tremer dentro do cu dela. Ficou surpresa por realmente conseguir sentir ele começando a gozar. Isso intensificou o orgasmo que estava crescendo nela. Os dois gritaram de prazer quando Tommy encheu o buraco traseiro da mãe com a porra dele. .... Dois anos depois... Os dois anos seguintes foram os mais felizes da vida de Sue. O trabalho dela era ótimo, o amante e filho dela eram ainda melhores. Eles eram verdadeiros amigos e amantes. A relação deles tinha evoluído a ponto de Tommy ter se mudado para o quarto da mãe, mas ainda guardava roupas num quarto vazio para parecer normal. Dormiam juntos toda noite e a vida sexual deles tinha ficado ainda mais intensa. Era difícil saber quem tinha o maior desejo. Tommy continuava insaciável, mas Sue acompanhava o ritmo. Tommy ia bem na a escola e havia decidido se especializar em engenharia. Agora era um jovem mais alto, mais forte e ainda mais gostoso. As experiências com a mãe dele o tinham deixado muito mais maduro do que outros garotos da idade dele. Só tinha um problema na vida feliz dele e Sue queria consertar isso. No entanto, não tinha certeza de como abordar o assunto. Vinha pensando nisso há meses e finalmente tinha juntado coragem suficiente para trazer à tona. Tommy sentiu que ia ser uma noite especial esta noite. Ele e a mãe dele iam assistir a um espetáculo e depois voltariam para casa para jantar. Isso não era incomum. Mas ele via um brilho nos olhos da mãe dele, e isso sempre significava que algo especial ia rolar. Como de costume, Tommy estava esperando a mãe dele lá embaixo. Quando ela desceu, estava usando um vestido de noite preto justo, curto nas coxas e bem decotado. Usava um colar de pérolas no pescoço que Tommy tinha dado a ela na semana passada no aniversário de 39 anos dela. "Desculpa me atrasar, querido", ela sorriu ao passar. Tommy segurou o braço dela. Se inclinou perto do ouvido dela, como se alguém pudesse ouvir, e sussurrou: "Mãe, você tira a calcinha pra mim?". Ela olhou surpresa, mas rapidamente enfiou a mão por baixo do vestido e tirou a calcinha pelas pernas e pelos saltos altos. Sorrindo para o filho, entregou a ele. Observou divertida enquanto ele dobrava a calcinha e colocava no bolso do colete dele, e depois ajeitava. "Valeu, mãe, agora meu equipamento tá completo". Tommy deu um sorriso safado. "Você nunca para de me surpreender, meu amante", disse Sue, beijando a bochecha dele. A peça foi divertida e passou rápido. Mas Tommy notou que a mãe dele parecia preocupada com alguma coisa. Ela estava inquieta no assento. Ele achou que podia ser empolgação pela noite que vinha. Afinal, ela tinha adiado o sexo com ele por uma semana, dizendo que era o "período dela". Tommy não entendeu isso porque achou que ela tinha acabado de menstruar. umas semanas atrás. Mas ele deu de ombros. O que os caras entendem dessas coisas?, pensou. Sue tinha preparado tudo com antecedência. A mesa do jantar estava posta, com velas sobre a mesa, vinho gelado e a comida pronta pra esquentar e servir. Eles ficaram arrumados pro jantar. "Mãe, o jantar ficou perfeito. Obrigado", disse Tommy com sinceridade, levantando a taça de vinho pra brindar. Sue encostou a taça dela na dele. "De nada, Tommy", disse Sue, parecendo nervosa, como se tivesse algo a dizer. "O que foi, mãe?" perguntou Tommy, preocupado. "Tommy, tenho algo pra te perguntar. Não sei bem como dizer". Sue hesitou por um minuto e então continuou. "Você sabe que sempre quis ter mais filhos". "Eu sei, mãe. Me sinto mal por isso". "Tenho 39 anos e meu relógio biológico tá correndo. Nós nos comprometemos um com o outro, então é improvável que apareça outro homem na minha vida ou uma mulher na sua. Eu esperava que um dia você conhecesse alguém e casasse de novo pra eu poder ter os filhos que sempre quis. O problema é que me apaixonei pelo meu próprio filho e não quero mais ninguém". "Eu entendo como você se sente." O pensamento também tinha passado pela cabeça de Tommy. Mas ele via mais pelo lado dele, porque também queria ter filhos, mas não conseguia se imaginar com mais ninguém na vida. Eles estavam presos num paradoxo e parecia não ter solução. "Sei que não tô falando isso direito, então deixa eu te dar isso e talvez você entenda", disse Sue, entregando um pacote embrulhado. Tommy pegou o pacote com um olhar confuso no rosto. O pacote era pequeno, do tamanho de um CD de música. Com as mãos trêmulas, Tommy abriu, sem saber o que esperar. Quando terminou de abrir, segurou o conteúdo na mão com curiosidade. Tinha uma expressão totalmente besta no rosto. Olhou pra mãe e deu de ombros, confuso. Sue não disse uma palavra. Só esperou. Tommy olhou pro que tinha na mão. Cara. Era uma cartela redonda de pílulas. Tinha 30 espaços para os comprimidos, o que indicava que era pra tomar um por dia. Mas todos tinham sumido, menos os últimos sete. De repente, o Tommy olhou pra mãe dele com uma cara de choque. "Ah... que... você..." ele gaguejou, de boca aberta. A Sue se inclinou sobre a mesa e pegou na mão dele. "Sim, Tommy, são minhas pílulas anticoncepcionais e, sim, não tomei nos últimos sete dias. Por isso não deixei você me comer a semana toda." "Mas, eu, não entendo. Você não pode estar pensando que a gente..." "Deixa eu tentar explicar", interrompeu Sue. "Pesquisei muito nos últimos seis meses e descobri que a taxa de problemas pra crianças nascidas de uma relação incestuosa é bem pequena", disse ela, fazendo uma pausa pro Tommy absorver o que tava falando. "Meu Deus, mãe, cê tá falando sério?" perguntou Tommy. Não acreditava no que a mãe tava pedindo. "Sim." "Ah, meu Deus... você... quer um bebê e quer que eu seja o pai?" "Sim, Tommy, quero que você me engravide. Quero ter seu filho", disse Sue, e parou por um longo momento. "Tommy, antes de responder, precisa saber que isso é complicado pra gente. Tem todo tipo de problema potencial. Mesmo sem parentes morando perto, ainda é uma preocupação. Além disso, tem meu trabalho e sua faculdade. Tem todo tipo de pergunta que não tenho resposta. Mas tô disposta a correr o risco. Só que depende de você. Se não quiser isso, pode só me devolver as pílulas. Se quiser que eu tenha seu filho, joga as pílulas no lixo." Tommy praticamente pulou da cadeira e jogou as pílulas no lixo. Correu de volta pra mesa e ajudou a mãe a se levantar. Agora as lágrimas escorriam pelo rosto dela. Mãe e filho se beijaram com carinho, se abraçando forte. De repente, Tommy se afastou da mãe e se ajoelhou. "Mãe, eu sei que Isso é uma bobagem e que nunca poderemos realmente ser casados, mas meu amor e compromisso com você é mais forte que qualquer casamento. Adoraria ser o pai do seu filho", disse Tommy, com lágrimas escorrendo pelo rosto. Sue levantou o filho e olhou nos olhos dele. "Ai, meu Deus, Tommy, tem certeza do que está dizendo?" "Mãe, eu te amo mais do que pensei que poderia amar alguém. Você é tudo pra mim e eu faria qualquer coisa por você. Eu quero isso. Quero que você tenha meu bebê." Mãe e filho juntaram os lábios no beijo mais doce que já tinham dado. Tommy levantou a mãe nos braços e a levou em silêncio até a cama. Deitou ela e rapidamente se despiu, depois se arrastou para a cama ao lado dela. Beijando-a nos lábios, deslizou lentamente as alças do vestido pelos braços dela até que os peitos ficaram nus. Passou os lábios pelo pescoço dela até o peito ofegante. Chupou um mamilo e depois o outro dentro da boca, arrancando um gemido da mãe. Então se virou até que a cabeça dele ficasse entre as pernas dela e o pau dele perto da boca dela. Ouviu a mãe gemer quando ela o pegou na boca. Os lábios dele cobriram a buceta dela e ele começou a chupar. Trabalharam um no outro com fervor antes de parar para tirar a roupa de Sue. Tommy empurrou a mãe para trás na cama, pegou um travesseiro e colocou debaixo do quadril dela. Sabia que isso daria a penetração mais profunda. Ajoelhou-se entre as pernas dela, o pau duro pulsando sobre a buceta esperando da mãe. Os olhos deles se encontraram. "Diz, mãe, diz o que você quer", falou Tommy segurando a cabeça inchada perto da buceta igualmente excitada dela. "Por favor, Tommy, fode a sua mãe. Quero esse pauzão bem fundo na minha buceta fértil. Quero que você dê um bebê pra sua mãe! Me fode, por favor", gemeu Sue enquanto se abaixava e abria os lábios suculentos. "Olha como eu tô pronta pra você. Tá vendo como meu suco tá escorrendo? Quero seu esperma potente jorrando da minha buceta. Buceta a noite inteira". "Ai, meu Deus, mamãe", gemeu Tommy, excitado com as palavras sujas dela. Tommy levou o pau até o buraquinho molhado e aberto dela. Devagar, colocou a cabeça na entrada. Tanto a mãe quanto o filho gemeram quando ele deslizou fundo dentro dela. A sensação parecia muito maior por causa do que iam fazer; ele ia engravidar a própria mãe. Era o maior tabu de todos. Sue sentiu Tommy começar a entrar e sair dela com um movimento lento e constante, sem pressa, aumentando o calor e a excitação. Ela envolveu as pernas em volta do filho e empurrou contra ele. Quando ele bateu no fundo, provocou outro gemido dos dois. "Me fode, me fode com força. Preciso tanto, por favor, me fode", ofegou Sue. Tommy começou a meter na mãe como nunca antes. O suor começou a escorrer dele enquanto ele enfiava o pau rapidamente dentro e fora dela. Dava pra sentir o melado dela espirrando nas bolas dele, escorrendo pros lençóis. As metidas continuavam sem parar. Nenhum dos dois conseguia se fartar do outro. "Tô perto, mamãe. Posso gozar dentro de você?" "Sim, sim, tô perto também, continua me fodendo. Ai, meu Deus, ai, meu Deus, tô gozando!!!", gritou Sue, empurrando os quadris pra cima pra encontrar o filho. "Aí vem, mamãe, aí vem, recebe, recebe todo o meu leite", respondeu Tommy, sentindo a força da porra viajando pelo pau e entrando no corpo da mãe. Jato após jato de esperma potente jorrou de Tommy pra dentro da mãe. Os dois gemiam e tremiam enquanto o clímax mútuo fluía de um corpo pro outro. Finalmente, Tommy desabou exausto em cima da mãe. Os lábios deles se encontraram num beijo final enquanto pegavam no sono. Dentro da mãe, o esperma de Tommy começava a jornada que mudaria a vida deles pra sempre. Finalmente tinham cruzado a linha. FIM

Este é o fim desta excitante história incestuosa. Espero que tenham curtido. Não coloquei imagens antes porque um texto se baseia principalmente na imaginação do leitor. As aparências de Sue e Tom foram descritas quase superficialmente, para que cada leitor possa imaginar esses detalhes ao seu gosto. Afinal, nem todo mundo tem as mesmas preferências, e pensei que mostrar imagens no decorrer da história poderia atrapalhar essa experiência gostosa. Um relato textual é um relato textual, a necessidade de imagens é pouca na minha opinião, mas vou mudar isso no futuro se vocês quiserem. Vêm mais histórias por aí, e a maioria vai ser de incesto com certeza.
5 comentários - Mãe e Filho #8 Final