🔥 Capítulo 5
Tanto Tommy quanto a mãe dele perceberam que o gelo tinha quebrado e não havia mais volta. O melhor que Sue podia esperar era controlar até onde as coisas iriam. No entanto, ela sabia que isso seria extremamente difícil. Afinal, ela também tinha suas próprias necessidades. Mas, ingenuamente, pensou que se conseguisse mantê-lo satisfeito oralmente, ele não tentaria ir além.
Na manhã seguinte, ela estava no banheiro só de sutiã e calcinha, se vestindo. Era sábado e, pela primeira vez, ela não ia trabalhar. Viu Tommy olhando para o banheiro pela porta entreaberta. Com um suspiro, virou-se e encarou ele. Tommy sorriu e empurrou a porta para abrir.
"Bom dia, mãe", disse ele entrando no banheiro.
"Bom dia, querido."
Sue deu um beijo rápido nos lábios dele e se virou para o espelho para se maquiar. Tommy se posicionou atrás dela e envolveu a cintura dela com os braços. Ela viu ele olhando por cima do ombro para o corpo dela, quase nu. Os mamilos dela começaram a endurecer por baixo do sutiã elástico bege. Então, viu as mãos dele se movendo lentamente pela barriga dela e subindo até as costelas. Quando as mãos dele alcançaram os seios cobertos pelo sutiã, os lábios dele tocaram a parte sensível do pescoço dela. Um arrepio percorreu Sue, e ela sussurrou: "Tommy". Mas não havia advertência na voz dela, e ela não mandou ele parar.
Devagar, Tommy enfiou os dedos por baixo do sutiã dela. "Quero ver seus peitos", sussurrou. Quando a mãe dele apenas gemeu, ele puxou o sutiã para cima com ousadia, deixando os dois seios à mostra. "Ah, meu Deus", gemeu ele ao ver os peitos grandes dela no espelho. As mãos dele cobriram a carne macia e começaram a amassar como se fosse massa de biscoito.
"Tommy", gemeu Sue de novo, perdendo o controle rapidamente. Ela sentia o pau duro do filho pressionando a bunda dela coberta pela calcinha. Os próprios quadris dela começaram a empurrar para trás. Com uma respiração funda, Sue se virou nos braços dele. braços de Tommy. Ela viu ele sorrir e quando ele se inclinou pra beijar os lábios dela. Em vez de dar os lábios, Sue se ajoelhou. Rapidamente desabotoou o shorts dele e puxou pra baixo. Ela ofegou quando o pau dele saltou e bateu na cara dela. Ele não tava de cueca. "Ah, Deus, mãe", gemeu Tommy quando a mãe dele pegou o pau na boca e começou a chupar. O quadril dele começou a se mexer pra frente e pra trás, enfiando o pau no fundo da garganta dela. Ele via a cara dela mostrando o prazer que sentia chupando ele. Tommy tava chegando rápido no ponto sem volta. "Mãe", ele sussurrou. Quando ela não respondeu, ele falou mais alto. "Mãe!" Sue gemeu em volta do pau do filho e olhou pra ele. "Mãe... posso foder seus pei... peitos?" Sue arregalou os olhos de surpresa. Caralho, ele parecia tanto com o pai dele. Essa era uma das coisas favoritas dela. Devagar, Sue tirou o pau da boca. Olhou pro Tommy e sorriu. Aí beijou com carinho a cabeça inchada antes de se sentar sobre os joelhos até o pau dele ficar entre os peitos dela. Ela procurou atrás, desabotoou o sutiã e deixou cair no chão. Depois pegou um vidro de creme no balcão. Sem dizer nada, jogou entre os peitos e fechou os montes em volta dele, prendendo ele na carne macia. "Aaaaaaaiiiii!!!" Tommy gemeu quando a carne quente envolveu ele. Ele olhou animado enquanto ela começava a mexer os peitos pra cima e pra baixo, a boca pegando a cabeça quando chegava nos lábios dela. Tommy sabia que não ia aguentar muito. Isso era selvagem demais. O quadril dele começou a se mexer rápido, forçando o pau entre os peitos dela tão rápido que ela não conseguia mais pegar a cabeça na boca. Sue segurou os peitos com força em volta do pau do filho, olhando a cara dele cheia de prazer. Ela viu ele fazer careta e soube que ele tava perto. "Ah, Deus, mãe... vou... aaaaaaaiiiii... gozaaaar!!!" De repente, o pau de Tommy pulsou e jorrou uma grande quantidade de suco no ar, batendo no queixo da mãe dele e escorrendo pelo peito dela. Então outra explosão a atingiu, e depois outra, espirrando pelo peito dela. Continuou vindo até que não sobrou nada além de um gotejamento lento. Quando ele espremeu a última gota, Tommy cambaleou para trás. Ele viu a mãe olhando para os peitos cobertos de porra. Então a viu começar a massagear o suco grosso na pele macia. Sue se perdeu no próprio mundo por alguns minutos. Quando percebeu que Tommy estava olhando para ela, ela se levantou. "Preciso me vestir agora, então me dá um pouco de privacidade, por favor." "Hã... tá bom", disse Tommy. Assim que Tommy saiu, Sue fechou a porta. Ela tirou a calcinha e começou a se masturbar com uma mão coberta de porra. Ela usou a outra mão para acariciar os seios cobertos de suco até que um clímax forte rugiu por ela. Finalmente, Sue suspirou e se vestiu, colocando o sutiã sobre os seios ainda úmidos. Estranhamente, agora ela se sentia menos culpada. Parecia que cada vez ficava um pouco mais fácil. Isso a preocupou. Na noite seguinte, Sue e Tommy tinham programado ir rua abaixo até a casa de um vizinho para uma festa de formatura. Sue usava um vestido de cocktail preto decotado. O vestido deixava boa parte dos peitos dela de fora e exigia um sutiã. Tommy reclamou de ter que usar gravata, mas quando viu como a mãe estava vestida, ele calou a boca. Os olhos dele ficaram vidrados no peito exposto dela. "Caralho, mãe!" foi tudo o que ele conseguiu dizer. "Vou levar como elogio", ela disse rindo. "Vamos nessa." Sue e Tommy caminharam pela rua até a casa dos Wilson. Era uma casa grande com pilares de pedra na frente e uma entrada circular. Nos fundos, eles tinham uma piscina grande com cercas vivas bem cuidadas para dar privacidade. A casa era a maior do bairro e quase destoava. Mas os Wilson eram pessoas boas e se encaixavam bem na comunidade. Shirley Wilson os recebeu na porta e abraçou Sue. Beijou Tommy na bochecha e convidou os dois pra entrar. Já tinha uma multidão dentro de casa. Em questão de segundos, várias mulheres puxaram Sue pra uma conversa. Tommy sorriu e foi andando pelo salão. Conhecia muitos dos moleques, mas não muitos dos adultos. Tinha umas meninas adolescentes que chegaram perto de Tommy, mas ele passou pouco tempo com elas. Ficou de olho na mãe. De vez em quando, Sue procurava Tommy. Ela sorria quando via ele olhando pra ela e depois fazia uma careta, indicando que ele devia se misturar com as garotas. Quando ele balançava a cabeça que não, ela franzia os lábios, exasperada. Sue já tinha bebido bastante vinho na primeira hora da festa. Toda vez que o copo dela ficava vazio, alguém enchia de novo. Logo, ela já tava sentindo os efeitos. Na próxima vez que procurou Tommy, viu ele perto da porta de vidro que dava pra piscina. Quando olhou nos olhos dele, viu ele fazer um movimento com a cabeça pra ela se juntar a ele. Teve a sensação de que ele tava tramando alguma coisa, então balançou a cabeça que não, mas sorriu docemente. Nos minutos seguintes, toda vez que ela via ele, ele fazia sinal pra ela segui-lo. Finalmente, ela se rendeu e foi até ele. "Vamos tomar um ar", disse Tommy, puxando a mãe pela porta de correr aberta. Era uma tarde linda, iluminada pela lua, com um céu sem nuvens e vagalumes piscando nos seus chamados de acasalamento. Tommy e Sue andaram pela calçada, passando pela cerca viva. Quando chegaram no fim, Tommy levou a mãe pro outro lado. Rapidamente, puxou ela pra dentro dos braços e aproximou os lábios dos dela. "Tomm... mmmmm..." Sue gemeu, tentando protestar. Isso era muito perigoso, pensou, mas não conseguiu dissuadi-lo quando a língua dele pressionou a boca dela. Logo, Sue parou de protestar e se derreteu nos braços fortes de Tommy. Sentiu as mãos dele deslizando pelas costas nuas dela e por cima do vestido. para afofar as nádegas dela. Tommy encostou a virilha da mãe na dele e fez ela sentir o quanto ele tava excitado. Sue gemeu de novo e pressionou pra trás. "Deus, eu tava precisando disso", disse Tommy sem fôlego quando os lábios deles se separaram depois de um beijo longo. "Toda vez que eu olhava pra você, queria correr e te beijar". Sue sentia a cabeça girando por causa do beijo e do vinho. Ela aproximou os lábios dos dele pra dar um segundo beijo que durou ainda mais. Enfiou a língua na boca dele e sentiu ele capturá-la na hora com os lábios. Ela gemeu quando pressionaram as partes íntimas juntas ainda mais forte. As mãos dele afofaram as nádegas dela por baixo do vestido justo, apertando a carne macia com os dedos fortes. Uma das mãos de Tommy deslizou e depois desceu até as coxas nuas de Sue. "Tommy", disse Sue quando sentiu ele movendo devagar pela perna dela. Apesar do aviso, as pernas dela se abriram ligeiramente. "Ai, meu Deus", sussurrou quando a mão dele chegou na buceta dela. Tommy gemeu quando os dedos sentiram as partes íntimas de uma mulher pela primeira vez. Ele podia sentir os lábios inchados e molhados sob os dedos que exploravam. Então um dedo encontrou o buraco que tava escorrendo. "Tommy, Tommy, por favor", implorou Sue como se não conseguisse parar ele. Um gemido lento escapou dos lábios dela quando o dedo dele deslizou devagar pra dentro do corpo dela. Em questão de segundos, a mão de Tommy tava pingando com o suco sexual da mãe dele. Ele moveu o dedo pra dentro e pra fora do buraco quente dela, amando a sensação da carne lisa por dentro. Rápido, antes que ela pudesse protestar, ele adicionou um segundo dedo. Ele ouviu ela gemer de novo e os quadris dela pressionaram pra baixo, engolindo os dois dedos até o fundo. Sue tinha perdido o controle. Os quadris dela começaram a subir e descer nos dedos do filho e a cabeça dela girava loucamente. Só precisou de mais algumas enfiadas antes que ela começasse a tremer. Tommy ficou um pouco surpreso quando a Mamãe começou a tremer. De repente, percebeu que estava chegando ao clímax nos dedos dele. Ele sorriu e os empurrou com mais força, criando um som forte de sucção na noite tranquila. Quando Sue parou de tremer, quase desabou nos braços de Tommy. Tommy olhou por cima da cerca viva e viu que ainda estavam sozinhos. Colocou as mãos nos ombros da mãe e começou a empurrá-la suavemente para baixo. "Chupa", sussurrou, enquanto ela se ajoelhava. A cabeça de Sue ainda estava nebulosa quando se ajoelhou na grama fresca. "Tommy, isso é loucura", disse ela, olhando para ele, os olhos ainda brilhando com fogo sob a luz da lua. No entanto, mesmo enquanto falava, estava abrindo a calça dele. Tommy não parava de olhar para trás, através da cerca viva, em direção à casa, para garantir que ninguém saísse. Virou-se a tempo de ver a mãe levar o pau à boca. "Aaaaaahhhh!!!" gemeu quando a boca talentosa dela tomou posse do seu eixo duro. Sue gemeu e provou o sabor doce do pau dele. Sentiu as mãos de Tommy na cabeça dela. Deixou que ele guiasse a cabeça dela para frente e para trás. Então começou a mover a mão para lá e para cá, tentando acabar rápido. Mesmo com o cérebro embaçado pelo vinho, Sue ainda sabia que alguém poderia encontrá-los a qualquer momento. Felizmente, Tommy não ia demorar muito para gozar na boca da mãe. No entanto, de repente, ele quis algo diferente, algo realmente nojento. Recuou, o pau saindo da boca da mãe com um estalo. Sue olhou para ele, surpresa. Então sentiu as mãos dele nos ombros dela, empurrando as alças do vestido e do sutiã para baixo dos braços dela. "O que você está fazendo?" ela sussurrou em pânico. Tommy não respondeu enquanto puxava as alças para baixo até que os peitos dela ficassem livres do sutiã. Apontou o pau para baixo. "Coloca o teu sutiã em mim", sussurrou animado. "Meu Deus, Tommy, não!" Sue exclamou em protesto. Ainda assim, ela... agarrou o pau dele e começou a masturbar. Ela puxava o pau dele com movimentos rápidos, a mão dela virando um borrão. "Isso, isso", gemeu Tommy enquanto as pernas dele ficavam tensas. Sue respirava pesado de novo. Não acreditava no que tava fazendo, mas mesmo assim tava excitando ela. Quando ouviu Tommy gemer, apontou a cabeça do pau dele pra uma taça do sutiã dela. Estremeceu ao ver o leite grosso e branco dele espirrar na taça. Quando vários jatos cobriram o forro daquela taça, moveu a cabeça rápido pra outra taça. Logo, os dois lados estavam cobertos com a porra grossa do Tommy e escorrendo pra baixo, formando uma poça no meio. De repente, ouviram vozes vindo da casa. Conforme as vozes se aproximavam, Sue rapidamente puxou a blusa pra cima e afundou os peitos no pano molhado. Gemeu quando o esperma quente do Tommy cobriu os mamilos dela. Depois ajudou Tommy a enfiar o pau de volta na calça. Bem na hora que se levantaram e saíram de trás da cerca viva, Shirley Wilson e um amigo passaram. "Ah, então é aí que você tá", disse Shirley. "Falei pra Marge que te vi saindo com o Tommy". "Ué... é, Tommy... eh e precisava pegar um ar". "Bom, vem comigo, quero que a Marge te conte sobre um projeto comunitário que ela tá tocando". Tommy observou as duas mulheres levando a mãe dele. Ele sorriu. Nossa, se elas soubessem! ele pensou. Sue seguiu as duas mulheres de volta pra casa. Sentia os fluidos sexuais dela encharcando a calcinha enquanto os peitos nadavam no leite do filho. Dava até pra sentir o cheiro e torcia pra ninguém mais sentir. Sabia que logo teria que dar um jeito de escapar delas e achar um banheiro pra cuidar da própria vontade que tinha voltado. .... Depois do episódio da festa, Sue e Tommy foram se acostumando com a nova relação. Sue ainda sabia que era errado pra caralho, mas já não se culpava mais por isso. Era o que o filho dela precisava naquele momento. racionalizou. Era o segredinho dela. Os dois ficaram bem à vontade com o pouco que se vestiam um na frente do outro. Pra Sue, parecia que Tommy sempre dava um jeito de aparecer pra conversar quando ela estava se vestindo. Tommy nunca demorava muito pra mostrar que tava interessado em mais do que papo. Sue raramente reclamava. Toda manhã ele passava por lá enquanto ela se arrumava pro trabalho. Em questão de segundos, ele já tava com o pau na boca dela. E um minuto depois, ela tava engolindo o esperma dele. Quase toda noite era a mesma coisa. Sue ficava realmente decepcionada quando perdiam uma manhã ou uma tarde. Ela quase sentiu que tinha viciado no leite do filho. Sue tava de roupão depois do banho numa manhã, uma semana depois. Tinha acabado de pegar a calcinha na gaveta quando Tommy bateu na porta. Sue mandou ele entrar. "Bom dia, mãe", disse Tommy animado, sentando na cama. "Oi, amor." "O que tem na agenda hoje?" Tommy perguntou, olhando a mãe de perto. "Bom, temos um monte de trabalho de jardinagem pra fazer, então acho melhor a gente ficar em casa e terminar." "Tá bom, se a gente também já fez", disse Tommy com uma falsa exasperação. Sue desamarrou o roupão e deixou cair dos ombros, ficando nua sem vergonha na frente de Tommy. "Nossa, você é linda", disse Tommy, sincero. "Valeu", sussurrou Sue. Ela já não sentia mais vergonha de ficar pelada na frente dele. Quando se abaixou pra pegar a calcinha, viu os olhos dele grudados nos peitos dela, balançando naturalmente. Ela demorou pra vestir a calcinha e começou a curtir o show. Quando a seda passou pelas coxas dela, ela virou de costas e ouviu ele ofegar. Tommy já tava de pau duro antes de entrar no quarto, mas agora pulsava apertado dentro do short. Quando a mãe foi pegar o sutiã, ele abaixou o zíper e soltou o pau da prisão. Foi a vez de Sue. de ofegar quando se virou e viu ele segurando o pau duro. Cada vez que ela via, parecia maior, pensou. Ela engoliu em seco enquanto ficava paralisada, segurando o sutiã na mão e observando ele mover a mão lentamente pra cima e pra baixo. Em todos os anos de casada, nunca tinha visto o marido bater uma. Embora já tivesse pedido pra ele fazer isso uma vez, ele sempre recusava. Dizia que ficaria envergonhado demais. Era óbvio que Tommy não tinha esse problema. Tommy observou o rosto da mãe enquanto ela o via se masturbar. Achou incrível que ela estivesse olhando. "Você gosta de me ver batendo uma?" Tommy perguntou, sem fôlego. Sue demorou um pouco pra responder. A garganta dela estava de repente seca. "Sim," ela engasgou num sussurro rouco. "Então senta e vou te mostrar como eu gosto de fazer." Sue recuou até sentar na penteadeira, sem tirar os olhos de Tommy. Tommy se levantou e lentamente tirou a camisa. Depois abriu o shorts e começou a abaixar. De repente, virou de costas pra mãe. Feito um stripper, foi descendo o shorts devagar por baixo da bunda. Tommy estava tão surpreso quanto a mãe com a própria ousadia. Sue ficou fascinada enquanto via o filho se despir pra ela. Tommy era só um garotinho da última vez que ela o viu pelado. Certamente não era mais um garotinho, pensou Sue enquanto o shorts caía aos pés dele e ele chutava pra longe. Ela examinou o corpo nu dele por trás. Os ombros eram largos e ondulados de músculo. A cintura era fina e o quadril avantajado de tanto treino pesado. Mas a bunda era o melhor que ele tinha. Eram dois globos duros como pedra e perfeitamente formados. As coxas eram fortes e magras, sem um pingo de gordura. Ele podia ser stripper masculino, pensou Sue. Devagar, Tommy se virou. O pau dele agora pulsava e tinha um longo fio de Líquido transparente escorrendo da ponta. Tommy começou a se masturbar de novo. Mais do seu melzinho claro borbulhou, se espalhando numa corrente prateada em direção ao carpete. "Ah, Deus, mamãe, tô perto", avisou. A mão de Tommy subia e descia rápido até as coxas ficarem tensas. Quando ele estava pronto pra gozar, segurou a mão debaixo da cabeça. De repente, começou a despejar o conteúdo das bolas na mão estendida. Sue observou fascinada e excitada o filho gozar na própria mão. Ela viu a mão dele encher de porra e começar a escorrer pelos lados. Com um gemido, ela caiu de joelhos e lambeu rápido o sêmen escorrendo da palma dele. Assim que Tommy terminou, Sue levou a mão cheia de porra à boca. Noutro dia, numa situação parecida, Tommy surpreendeu a mãe quando ela tava pronta pra sair pro trabalho. Puxou ela pra perto e beijou com paixão. "Tommy, minha maquiagem", ela reclamou enquanto ele beijava os lábios dela, depois o rosto e o pescoço. "Me chupa!" ele ordenou. Sue gemeu e ajoelhou rápido na frente do filho. Largou a bolsa e pegou o pau dele na mão. Ouviu ele gemer de longe quando pegou uma gota de melzinho escorrendo na língua, seguindo com a boca até a cabeça inchada. "Mmmmmmm!" ela gemeu fundo na garganta enquanto chupava a cabeça na boca. Tommy segurou o rosto da mãe com as mãos. Quando os quadris começaram a bombear pra frente e pra trás, ele via a cabeça do pau deslizando pra dentro e pra fora da boca dela por baixo das bochechas. Pressionou os polegares nas bochechas dela e sentiu a haste enquanto ela chupava fundo na garganta. Sue chupou Tommy até perceber que ele tava perto de gozar. Tava pronta pra beber a porra dele quando sentiu ele puxar os ombros dela. Surpresa, deixou o pau escapar da boca e se levantou. Deixou os lábios de Tommy capturarem os dela sem Proteste agora. A maquiagem dela podia ser arrumada depois. Enquanto os corpos se pressionavam, Sue sentia a ereção dele apertando contra a barriga dela. Ela gemeu quando os quadris começaram a se mover um contra o outro. Sabia que ia ficar com uma marca molhada na frente da saia. Quando sentiu a mão de Tommy descer pra levantar o vestido dela, começou a tremer. Mas quando ele pegou o pênis dele e empurrou entre as pernas dela, ela falou: "Tommy, não!" De repente, percebeu que tinha sorte de estar de calcinha. Era a única coisa impedindo a penetração. Sue quase suspirou quando ele não tentou fazer mais nada. Não tinha certeza se conseguiria parar ele. "Ah, meu Deus, mãe!" Tommy gemeu enquanto movia os quadris pra frente e pra trás entre as coxas quentes dela. Podia sentir os lábios da buceta dela pressionando a parte de cima do pau dele, o reforço da calcinha dela rapidamente encharcando com os sucos dos dois. Quando Sue teve certeza de que Tommy tava perto de gozar, empurrou ele pra longe. Tommy achou que ela ia se ajoelhar e chupar ele de novo. Mas se surpreendeu quando ela se abaixou e afastou a entreperna da calcinha da buceta dela. Então, por um segundo, Tommy pensou que ela ia deixar ele meter. Mas Sue tinha outras ideias. Pegou o pau de Tommy e colocou entre a entreperna molhada da calcinha dela e os lábios da buceta pingando. O pau dele tava num ângulo estranho, apontando pra baixo. Isso fez os lábios da buceta de Sue se abrirem e cobrirem o eixo com a carne molhada e inchada. Ela deslizou a calcinha sobre os lábios, prendendo o pau dele dentro do tecido sedoso. Aí, ela começou a se mover pra lá e pra cá de novo, massageando ele com os lábios inchados. Sabia que Tommy não ia durar muito. Quase assim que sentiu os lábios cheios de sangue no pau dele, gemeu e o pau dele tremeu, jogando o esperma grosso no reforço da calcinha vermelha pequena dela. O clímax de Sue não ficou atrás. Quando sentiu o esperma do filho espirrando dentro da buceta, as pernas dela tremeram e o corpo inteiro entrou em convulsão. Se o Tommy não estivesse segurando ela, teria desabado no chão. Quando Tommy sentiu o corpo da mãe parar de tremer, recuou cambaleando, exausto. Sue mal conseguia focar os olhos. Ela recuou, tropeçando, e se apoiou na porta da frente. Quando conseguiu recuperar o fôlego, balançou a cabeça. Deus, isso foi por pouco, pensou. Tommy sorriu para a mãe com o rosto cansado. Depois, enfiou o pau agora mole de volta dentro da calça e disse: "Tenha um bom dia". Sue pegou a maleta e abriu a porta. Quando saiu para a varanda da frente, de repente ficou muito consciente da buceta encharcada. Por um segundo, pensou em voltar pra casa pra se limpar. Uma emoção safada percorreu o corpo dela enquanto caminhava pela calçada até o carro. Sue foi trabalhar com os lábios da buceta nadando no esperma do Tommy. Continua...
Tanto Tommy quanto a mãe dele perceberam que o gelo tinha quebrado e não havia mais volta. O melhor que Sue podia esperar era controlar até onde as coisas iriam. No entanto, ela sabia que isso seria extremamente difícil. Afinal, ela também tinha suas próprias necessidades. Mas, ingenuamente, pensou que se conseguisse mantê-lo satisfeito oralmente, ele não tentaria ir além.
Na manhã seguinte, ela estava no banheiro só de sutiã e calcinha, se vestindo. Era sábado e, pela primeira vez, ela não ia trabalhar. Viu Tommy olhando para o banheiro pela porta entreaberta. Com um suspiro, virou-se e encarou ele. Tommy sorriu e empurrou a porta para abrir.
"Bom dia, mãe", disse ele entrando no banheiro.
"Bom dia, querido."
Sue deu um beijo rápido nos lábios dele e se virou para o espelho para se maquiar. Tommy se posicionou atrás dela e envolveu a cintura dela com os braços. Ela viu ele olhando por cima do ombro para o corpo dela, quase nu. Os mamilos dela começaram a endurecer por baixo do sutiã elástico bege. Então, viu as mãos dele se movendo lentamente pela barriga dela e subindo até as costelas. Quando as mãos dele alcançaram os seios cobertos pelo sutiã, os lábios dele tocaram a parte sensível do pescoço dela. Um arrepio percorreu Sue, e ela sussurrou: "Tommy". Mas não havia advertência na voz dela, e ela não mandou ele parar.
Devagar, Tommy enfiou os dedos por baixo do sutiã dela. "Quero ver seus peitos", sussurrou. Quando a mãe dele apenas gemeu, ele puxou o sutiã para cima com ousadia, deixando os dois seios à mostra. "Ah, meu Deus", gemeu ele ao ver os peitos grandes dela no espelho. As mãos dele cobriram a carne macia e começaram a amassar como se fosse massa de biscoito.
"Tommy", gemeu Sue de novo, perdendo o controle rapidamente. Ela sentia o pau duro do filho pressionando a bunda dela coberta pela calcinha. Os próprios quadris dela começaram a empurrar para trás. Com uma respiração funda, Sue se virou nos braços dele. braços de Tommy. Ela viu ele sorrir e quando ele se inclinou pra beijar os lábios dela. Em vez de dar os lábios, Sue se ajoelhou. Rapidamente desabotoou o shorts dele e puxou pra baixo. Ela ofegou quando o pau dele saltou e bateu na cara dela. Ele não tava de cueca. "Ah, Deus, mãe", gemeu Tommy quando a mãe dele pegou o pau na boca e começou a chupar. O quadril dele começou a se mexer pra frente e pra trás, enfiando o pau no fundo da garganta dela. Ele via a cara dela mostrando o prazer que sentia chupando ele. Tommy tava chegando rápido no ponto sem volta. "Mãe", ele sussurrou. Quando ela não respondeu, ele falou mais alto. "Mãe!" Sue gemeu em volta do pau do filho e olhou pra ele. "Mãe... posso foder seus pei... peitos?" Sue arregalou os olhos de surpresa. Caralho, ele parecia tanto com o pai dele. Essa era uma das coisas favoritas dela. Devagar, Sue tirou o pau da boca. Olhou pro Tommy e sorriu. Aí beijou com carinho a cabeça inchada antes de se sentar sobre os joelhos até o pau dele ficar entre os peitos dela. Ela procurou atrás, desabotoou o sutiã e deixou cair no chão. Depois pegou um vidro de creme no balcão. Sem dizer nada, jogou entre os peitos e fechou os montes em volta dele, prendendo ele na carne macia. "Aaaaaaaiiiii!!!" Tommy gemeu quando a carne quente envolveu ele. Ele olhou animado enquanto ela começava a mexer os peitos pra cima e pra baixo, a boca pegando a cabeça quando chegava nos lábios dela. Tommy sabia que não ia aguentar muito. Isso era selvagem demais. O quadril dele começou a se mexer rápido, forçando o pau entre os peitos dela tão rápido que ela não conseguia mais pegar a cabeça na boca. Sue segurou os peitos com força em volta do pau do filho, olhando a cara dele cheia de prazer. Ela viu ele fazer careta e soube que ele tava perto. "Ah, Deus, mãe... vou... aaaaaaaiiiii... gozaaaar!!!" De repente, o pau de Tommy pulsou e jorrou uma grande quantidade de suco no ar, batendo no queixo da mãe dele e escorrendo pelo peito dela. Então outra explosão a atingiu, e depois outra, espirrando pelo peito dela. Continuou vindo até que não sobrou nada além de um gotejamento lento. Quando ele espremeu a última gota, Tommy cambaleou para trás. Ele viu a mãe olhando para os peitos cobertos de porra. Então a viu começar a massagear o suco grosso na pele macia. Sue se perdeu no próprio mundo por alguns minutos. Quando percebeu que Tommy estava olhando para ela, ela se levantou. "Preciso me vestir agora, então me dá um pouco de privacidade, por favor." "Hã... tá bom", disse Tommy. Assim que Tommy saiu, Sue fechou a porta. Ela tirou a calcinha e começou a se masturbar com uma mão coberta de porra. Ela usou a outra mão para acariciar os seios cobertos de suco até que um clímax forte rugiu por ela. Finalmente, Sue suspirou e se vestiu, colocando o sutiã sobre os seios ainda úmidos. Estranhamente, agora ela se sentia menos culpada. Parecia que cada vez ficava um pouco mais fácil. Isso a preocupou. Na noite seguinte, Sue e Tommy tinham programado ir rua abaixo até a casa de um vizinho para uma festa de formatura. Sue usava um vestido de cocktail preto decotado. O vestido deixava boa parte dos peitos dela de fora e exigia um sutiã. Tommy reclamou de ter que usar gravata, mas quando viu como a mãe estava vestida, ele calou a boca. Os olhos dele ficaram vidrados no peito exposto dela. "Caralho, mãe!" foi tudo o que ele conseguiu dizer. "Vou levar como elogio", ela disse rindo. "Vamos nessa." Sue e Tommy caminharam pela rua até a casa dos Wilson. Era uma casa grande com pilares de pedra na frente e uma entrada circular. Nos fundos, eles tinham uma piscina grande com cercas vivas bem cuidadas para dar privacidade. A casa era a maior do bairro e quase destoava. Mas os Wilson eram pessoas boas e se encaixavam bem na comunidade. Shirley Wilson os recebeu na porta e abraçou Sue. Beijou Tommy na bochecha e convidou os dois pra entrar. Já tinha uma multidão dentro de casa. Em questão de segundos, várias mulheres puxaram Sue pra uma conversa. Tommy sorriu e foi andando pelo salão. Conhecia muitos dos moleques, mas não muitos dos adultos. Tinha umas meninas adolescentes que chegaram perto de Tommy, mas ele passou pouco tempo com elas. Ficou de olho na mãe. De vez em quando, Sue procurava Tommy. Ela sorria quando via ele olhando pra ela e depois fazia uma careta, indicando que ele devia se misturar com as garotas. Quando ele balançava a cabeça que não, ela franzia os lábios, exasperada. Sue já tinha bebido bastante vinho na primeira hora da festa. Toda vez que o copo dela ficava vazio, alguém enchia de novo. Logo, ela já tava sentindo os efeitos. Na próxima vez que procurou Tommy, viu ele perto da porta de vidro que dava pra piscina. Quando olhou nos olhos dele, viu ele fazer um movimento com a cabeça pra ela se juntar a ele. Teve a sensação de que ele tava tramando alguma coisa, então balançou a cabeça que não, mas sorriu docemente. Nos minutos seguintes, toda vez que ela via ele, ele fazia sinal pra ela segui-lo. Finalmente, ela se rendeu e foi até ele. "Vamos tomar um ar", disse Tommy, puxando a mãe pela porta de correr aberta. Era uma tarde linda, iluminada pela lua, com um céu sem nuvens e vagalumes piscando nos seus chamados de acasalamento. Tommy e Sue andaram pela calçada, passando pela cerca viva. Quando chegaram no fim, Tommy levou a mãe pro outro lado. Rapidamente, puxou ela pra dentro dos braços e aproximou os lábios dos dela. "Tomm... mmmmm..." Sue gemeu, tentando protestar. Isso era muito perigoso, pensou, mas não conseguiu dissuadi-lo quando a língua dele pressionou a boca dela. Logo, Sue parou de protestar e se derreteu nos braços fortes de Tommy. Sentiu as mãos dele deslizando pelas costas nuas dela e por cima do vestido. para afofar as nádegas dela. Tommy encostou a virilha da mãe na dele e fez ela sentir o quanto ele tava excitado. Sue gemeu de novo e pressionou pra trás. "Deus, eu tava precisando disso", disse Tommy sem fôlego quando os lábios deles se separaram depois de um beijo longo. "Toda vez que eu olhava pra você, queria correr e te beijar". Sue sentia a cabeça girando por causa do beijo e do vinho. Ela aproximou os lábios dos dele pra dar um segundo beijo que durou ainda mais. Enfiou a língua na boca dele e sentiu ele capturá-la na hora com os lábios. Ela gemeu quando pressionaram as partes íntimas juntas ainda mais forte. As mãos dele afofaram as nádegas dela por baixo do vestido justo, apertando a carne macia com os dedos fortes. Uma das mãos de Tommy deslizou e depois desceu até as coxas nuas de Sue. "Tommy", disse Sue quando sentiu ele movendo devagar pela perna dela. Apesar do aviso, as pernas dela se abriram ligeiramente. "Ai, meu Deus", sussurrou quando a mão dele chegou na buceta dela. Tommy gemeu quando os dedos sentiram as partes íntimas de uma mulher pela primeira vez. Ele podia sentir os lábios inchados e molhados sob os dedos que exploravam. Então um dedo encontrou o buraco que tava escorrendo. "Tommy, Tommy, por favor", implorou Sue como se não conseguisse parar ele. Um gemido lento escapou dos lábios dela quando o dedo dele deslizou devagar pra dentro do corpo dela. Em questão de segundos, a mão de Tommy tava pingando com o suco sexual da mãe dele. Ele moveu o dedo pra dentro e pra fora do buraco quente dela, amando a sensação da carne lisa por dentro. Rápido, antes que ela pudesse protestar, ele adicionou um segundo dedo. Ele ouviu ela gemer de novo e os quadris dela pressionaram pra baixo, engolindo os dois dedos até o fundo. Sue tinha perdido o controle. Os quadris dela começaram a subir e descer nos dedos do filho e a cabeça dela girava loucamente. Só precisou de mais algumas enfiadas antes que ela começasse a tremer. Tommy ficou um pouco surpreso quando a Mamãe começou a tremer. De repente, percebeu que estava chegando ao clímax nos dedos dele. Ele sorriu e os empurrou com mais força, criando um som forte de sucção na noite tranquila. Quando Sue parou de tremer, quase desabou nos braços de Tommy. Tommy olhou por cima da cerca viva e viu que ainda estavam sozinhos. Colocou as mãos nos ombros da mãe e começou a empurrá-la suavemente para baixo. "Chupa", sussurrou, enquanto ela se ajoelhava. A cabeça de Sue ainda estava nebulosa quando se ajoelhou na grama fresca. "Tommy, isso é loucura", disse ela, olhando para ele, os olhos ainda brilhando com fogo sob a luz da lua. No entanto, mesmo enquanto falava, estava abrindo a calça dele. Tommy não parava de olhar para trás, através da cerca viva, em direção à casa, para garantir que ninguém saísse. Virou-se a tempo de ver a mãe levar o pau à boca. "Aaaaaahhhh!!!" gemeu quando a boca talentosa dela tomou posse do seu eixo duro. Sue gemeu e provou o sabor doce do pau dele. Sentiu as mãos de Tommy na cabeça dela. Deixou que ele guiasse a cabeça dela para frente e para trás. Então começou a mover a mão para lá e para cá, tentando acabar rápido. Mesmo com o cérebro embaçado pelo vinho, Sue ainda sabia que alguém poderia encontrá-los a qualquer momento. Felizmente, Tommy não ia demorar muito para gozar na boca da mãe. No entanto, de repente, ele quis algo diferente, algo realmente nojento. Recuou, o pau saindo da boca da mãe com um estalo. Sue olhou para ele, surpresa. Então sentiu as mãos dele nos ombros dela, empurrando as alças do vestido e do sutiã para baixo dos braços dela. "O que você está fazendo?" ela sussurrou em pânico. Tommy não respondeu enquanto puxava as alças para baixo até que os peitos dela ficassem livres do sutiã. Apontou o pau para baixo. "Coloca o teu sutiã em mim", sussurrou animado. "Meu Deus, Tommy, não!" Sue exclamou em protesto. Ainda assim, ela... agarrou o pau dele e começou a masturbar. Ela puxava o pau dele com movimentos rápidos, a mão dela virando um borrão. "Isso, isso", gemeu Tommy enquanto as pernas dele ficavam tensas. Sue respirava pesado de novo. Não acreditava no que tava fazendo, mas mesmo assim tava excitando ela. Quando ouviu Tommy gemer, apontou a cabeça do pau dele pra uma taça do sutiã dela. Estremeceu ao ver o leite grosso e branco dele espirrar na taça. Quando vários jatos cobriram o forro daquela taça, moveu a cabeça rápido pra outra taça. Logo, os dois lados estavam cobertos com a porra grossa do Tommy e escorrendo pra baixo, formando uma poça no meio. De repente, ouviram vozes vindo da casa. Conforme as vozes se aproximavam, Sue rapidamente puxou a blusa pra cima e afundou os peitos no pano molhado. Gemeu quando o esperma quente do Tommy cobriu os mamilos dela. Depois ajudou Tommy a enfiar o pau de volta na calça. Bem na hora que se levantaram e saíram de trás da cerca viva, Shirley Wilson e um amigo passaram. "Ah, então é aí que você tá", disse Shirley. "Falei pra Marge que te vi saindo com o Tommy". "Ué... é, Tommy... eh e precisava pegar um ar". "Bom, vem comigo, quero que a Marge te conte sobre um projeto comunitário que ela tá tocando". Tommy observou as duas mulheres levando a mãe dele. Ele sorriu. Nossa, se elas soubessem! ele pensou. Sue seguiu as duas mulheres de volta pra casa. Sentia os fluidos sexuais dela encharcando a calcinha enquanto os peitos nadavam no leite do filho. Dava até pra sentir o cheiro e torcia pra ninguém mais sentir. Sabia que logo teria que dar um jeito de escapar delas e achar um banheiro pra cuidar da própria vontade que tinha voltado. .... Depois do episódio da festa, Sue e Tommy foram se acostumando com a nova relação. Sue ainda sabia que era errado pra caralho, mas já não se culpava mais por isso. Era o que o filho dela precisava naquele momento. racionalizou. Era o segredinho dela. Os dois ficaram bem à vontade com o pouco que se vestiam um na frente do outro. Pra Sue, parecia que Tommy sempre dava um jeito de aparecer pra conversar quando ela estava se vestindo. Tommy nunca demorava muito pra mostrar que tava interessado em mais do que papo. Sue raramente reclamava. Toda manhã ele passava por lá enquanto ela se arrumava pro trabalho. Em questão de segundos, ele já tava com o pau na boca dela. E um minuto depois, ela tava engolindo o esperma dele. Quase toda noite era a mesma coisa. Sue ficava realmente decepcionada quando perdiam uma manhã ou uma tarde. Ela quase sentiu que tinha viciado no leite do filho. Sue tava de roupão depois do banho numa manhã, uma semana depois. Tinha acabado de pegar a calcinha na gaveta quando Tommy bateu na porta. Sue mandou ele entrar. "Bom dia, mãe", disse Tommy animado, sentando na cama. "Oi, amor." "O que tem na agenda hoje?" Tommy perguntou, olhando a mãe de perto. "Bom, temos um monte de trabalho de jardinagem pra fazer, então acho melhor a gente ficar em casa e terminar." "Tá bom, se a gente também já fez", disse Tommy com uma falsa exasperação. Sue desamarrou o roupão e deixou cair dos ombros, ficando nua sem vergonha na frente de Tommy. "Nossa, você é linda", disse Tommy, sincero. "Valeu", sussurrou Sue. Ela já não sentia mais vergonha de ficar pelada na frente dele. Quando se abaixou pra pegar a calcinha, viu os olhos dele grudados nos peitos dela, balançando naturalmente. Ela demorou pra vestir a calcinha e começou a curtir o show. Quando a seda passou pelas coxas dela, ela virou de costas e ouviu ele ofegar. Tommy já tava de pau duro antes de entrar no quarto, mas agora pulsava apertado dentro do short. Quando a mãe foi pegar o sutiã, ele abaixou o zíper e soltou o pau da prisão. Foi a vez de Sue. de ofegar quando se virou e viu ele segurando o pau duro. Cada vez que ela via, parecia maior, pensou. Ela engoliu em seco enquanto ficava paralisada, segurando o sutiã na mão e observando ele mover a mão lentamente pra cima e pra baixo. Em todos os anos de casada, nunca tinha visto o marido bater uma. Embora já tivesse pedido pra ele fazer isso uma vez, ele sempre recusava. Dizia que ficaria envergonhado demais. Era óbvio que Tommy não tinha esse problema. Tommy observou o rosto da mãe enquanto ela o via se masturbar. Achou incrível que ela estivesse olhando. "Você gosta de me ver batendo uma?" Tommy perguntou, sem fôlego. Sue demorou um pouco pra responder. A garganta dela estava de repente seca. "Sim," ela engasgou num sussurro rouco. "Então senta e vou te mostrar como eu gosto de fazer." Sue recuou até sentar na penteadeira, sem tirar os olhos de Tommy. Tommy se levantou e lentamente tirou a camisa. Depois abriu o shorts e começou a abaixar. De repente, virou de costas pra mãe. Feito um stripper, foi descendo o shorts devagar por baixo da bunda. Tommy estava tão surpreso quanto a mãe com a própria ousadia. Sue ficou fascinada enquanto via o filho se despir pra ela. Tommy era só um garotinho da última vez que ela o viu pelado. Certamente não era mais um garotinho, pensou Sue enquanto o shorts caía aos pés dele e ele chutava pra longe. Ela examinou o corpo nu dele por trás. Os ombros eram largos e ondulados de músculo. A cintura era fina e o quadril avantajado de tanto treino pesado. Mas a bunda era o melhor que ele tinha. Eram dois globos duros como pedra e perfeitamente formados. As coxas eram fortes e magras, sem um pingo de gordura. Ele podia ser stripper masculino, pensou Sue. Devagar, Tommy se virou. O pau dele agora pulsava e tinha um longo fio de Líquido transparente escorrendo da ponta. Tommy começou a se masturbar de novo. Mais do seu melzinho claro borbulhou, se espalhando numa corrente prateada em direção ao carpete. "Ah, Deus, mamãe, tô perto", avisou. A mão de Tommy subia e descia rápido até as coxas ficarem tensas. Quando ele estava pronto pra gozar, segurou a mão debaixo da cabeça. De repente, começou a despejar o conteúdo das bolas na mão estendida. Sue observou fascinada e excitada o filho gozar na própria mão. Ela viu a mão dele encher de porra e começar a escorrer pelos lados. Com um gemido, ela caiu de joelhos e lambeu rápido o sêmen escorrendo da palma dele. Assim que Tommy terminou, Sue levou a mão cheia de porra à boca. Noutro dia, numa situação parecida, Tommy surpreendeu a mãe quando ela tava pronta pra sair pro trabalho. Puxou ela pra perto e beijou com paixão. "Tommy, minha maquiagem", ela reclamou enquanto ele beijava os lábios dela, depois o rosto e o pescoço. "Me chupa!" ele ordenou. Sue gemeu e ajoelhou rápido na frente do filho. Largou a bolsa e pegou o pau dele na mão. Ouviu ele gemer de longe quando pegou uma gota de melzinho escorrendo na língua, seguindo com a boca até a cabeça inchada. "Mmmmmmm!" ela gemeu fundo na garganta enquanto chupava a cabeça na boca. Tommy segurou o rosto da mãe com as mãos. Quando os quadris começaram a bombear pra frente e pra trás, ele via a cabeça do pau deslizando pra dentro e pra fora da boca dela por baixo das bochechas. Pressionou os polegares nas bochechas dela e sentiu a haste enquanto ela chupava fundo na garganta. Sue chupou Tommy até perceber que ele tava perto de gozar. Tava pronta pra beber a porra dele quando sentiu ele puxar os ombros dela. Surpresa, deixou o pau escapar da boca e se levantou. Deixou os lábios de Tommy capturarem os dela sem Proteste agora. A maquiagem dela podia ser arrumada depois. Enquanto os corpos se pressionavam, Sue sentia a ereção dele apertando contra a barriga dela. Ela gemeu quando os quadris começaram a se mover um contra o outro. Sabia que ia ficar com uma marca molhada na frente da saia. Quando sentiu a mão de Tommy descer pra levantar o vestido dela, começou a tremer. Mas quando ele pegou o pênis dele e empurrou entre as pernas dela, ela falou: "Tommy, não!" De repente, percebeu que tinha sorte de estar de calcinha. Era a única coisa impedindo a penetração. Sue quase suspirou quando ele não tentou fazer mais nada. Não tinha certeza se conseguiria parar ele. "Ah, meu Deus, mãe!" Tommy gemeu enquanto movia os quadris pra frente e pra trás entre as coxas quentes dela. Podia sentir os lábios da buceta dela pressionando a parte de cima do pau dele, o reforço da calcinha dela rapidamente encharcando com os sucos dos dois. Quando Sue teve certeza de que Tommy tava perto de gozar, empurrou ele pra longe. Tommy achou que ela ia se ajoelhar e chupar ele de novo. Mas se surpreendeu quando ela se abaixou e afastou a entreperna da calcinha da buceta dela. Então, por um segundo, Tommy pensou que ela ia deixar ele meter. Mas Sue tinha outras ideias. Pegou o pau de Tommy e colocou entre a entreperna molhada da calcinha dela e os lábios da buceta pingando. O pau dele tava num ângulo estranho, apontando pra baixo. Isso fez os lábios da buceta de Sue se abrirem e cobrirem o eixo com a carne molhada e inchada. Ela deslizou a calcinha sobre os lábios, prendendo o pau dele dentro do tecido sedoso. Aí, ela começou a se mover pra lá e pra cá de novo, massageando ele com os lábios inchados. Sabia que Tommy não ia durar muito. Quase assim que sentiu os lábios cheios de sangue no pau dele, gemeu e o pau dele tremeu, jogando o esperma grosso no reforço da calcinha vermelha pequena dela. O clímax de Sue não ficou atrás. Quando sentiu o esperma do filho espirrando dentro da buceta, as pernas dela tremeram e o corpo inteiro entrou em convulsão. Se o Tommy não estivesse segurando ela, teria desabado no chão. Quando Tommy sentiu o corpo da mãe parar de tremer, recuou cambaleando, exausto. Sue mal conseguia focar os olhos. Ela recuou, tropeçando, e se apoiou na porta da frente. Quando conseguiu recuperar o fôlego, balançou a cabeça. Deus, isso foi por pouco, pensou. Tommy sorriu para a mãe com o rosto cansado. Depois, enfiou o pau agora mole de volta dentro da calça e disse: "Tenha um bom dia". Sue pegou a maleta e abriu a porta. Quando saiu para a varanda da frente, de repente ficou muito consciente da buceta encharcada. Por um segundo, pensou em voltar pra casa pra se limpar. Uma emoção safada percorreu o corpo dela enquanto caminhava pela calçada até o carro. Sue foi trabalhar com os lábios da buceta nadando no esperma do Tommy. Continua...
2 comentários - Mãe e filho #5