una amiga casi que me violo y me gusto

minha parceirauna amiga casi que me violo y me gustoConvidei o Sergio e a Sara para virem no sábado à tarde em casa, para a piscina e ficarem para jantar. Não consegui encontrar uma desculpa séria para evitar.

Quando chegaram, já estavam de maiô, e trouxeram num bolso roupas para trocar para o jantar. Pegamos sol os quatro, conversamos, e a Sara em nenhum momento fez qualquer comentário, nem me fez gestos ou olhares estranhos. Tudo transcorria com tranquilidade. Antes do jantar, fui tomar um banho e me trocar. Quando terminei de me lavar, avisei à Sara que o banheiro estava livre e fui para meu quarto.

Estava me secando quando a porta se abriu e a Sara entrou, trancando por dentro.

“O que você está fazendo?” perguntei, irritada.

“Cala a boca.” Foi toda a resposta dela, e ela me jogou na cama. Ela subiu em mim, tapou minha boca com uma mão, enquanto começava a beijar meus seios e chupar meus mamilos. Tentei me soltar, mas ela me deu um tapa enorme no rosto que ficou ardendo.

“Cala a boca e fica quieta.” Ela ordenou. Surpresa e confusa, obedeci. Ela tampou minha boca de novo e voltou a chupar meus mamilos. Sua outra mão desceu e começou a brincar com meu clitóris. Tentei cruzar as pernas, mas ela me deu outro tapa, agora na perna. Eu não queria fazer escândalo, que meu marido percebesse, e deixei ela fazer.

Ela enfiou dois dedos na minha buceta e eu estava seca. Ela os colocou na minha boca e me fez chupá-los para enfiá-los de volta. Eu não sentia nada além de raiva, ódio. Ela ficou um tempo enfiando os dedos até que me disse:

“Vai abrir as pernas, e vai ficar de boquinha fechada.”

Eu fiz, e ela começou a chupar minha buceta. Voltou a enfiar os dedos e com a boca brincava com meu clitóris. Meu corpo começou a reagir e fiquei molhando. Ver o sorriso no rosto dela ao notar isso me deixou ainda mais irritada. Nunca tinha estado com uma mulher, e o Pablo nunca tinha me tratado daquela forma, muito menos chupado e fodido com os dedos daquele jeito. Ela ficou um tempo, me colocou de bruços com as pernas penduradas da cama.

Ela se levantou, fez que a ela veio e enquanto enfiava dedos na minha buceta, ela também metia na sua. Minha excitação aumentou e tive um orgasmo, que amaldiçoei com todas as minhas forças. Ao sentir isso, ela sorriu ainda mais. Parece que ela também teve um, e então abriu minhas nádegas e começou a chupar meu ânus.
“Não, isso não.” Disse.
“Cala a boca.” Ela repetiu, pegou meus pulsos e os amarrou com a toalha que eu tinha usado nas costas. Continuou chupando e enfiando os dedos na minha buceta. Saber-me dominada, sendo um objeto de prazer da Sara, aumentava minha excitação. De repente senti um dedo entrando na minha bunda. Tentei me mexer, mas ela não permitiu e deu uma palmada na minha bunda que ficou ardendo. Seu dedo entrava e saía, até que ela o tirou, meteu junto com outro na minha buceta, que estava inundada de fluidos, e os dois enfiou na minha bunda. Arquejei de prazer, não conseguia entender como reagia daquela forma, era a primeira vez que tinha dedos na minha bunda, nem o Paulo tinha metido, muito menos o pau dele.
Sara, aproveitando meu tesão, me virou, levantou minhas pernas e, segurando meus tornozelos, posicionou-se sobre minha boca e desceu para que eu a chupasse. Não fiz e ela desceu mais até quase me deixar sem ar, enquanto segurava minhas pernas com um braço e metia dois dedos na minha bunda. Ela levantou um pouco e comecei a chupar sua buceta. Ela esfregava-se contra meu rosto, seus dedos na minha bunda entrando e saindo. Tive outro orgasmo, mais forte que o anterior, e tive que apoiar minha boca em sua buceta para que meu grito de prazer não fosse ouvido. Ela também teve um orgasmo e encheu minha boca de seus fluidos.
Ela me soltou e me fez ficar em pé junto à cama, enquanto ela se sentava na cama.
“Quero que você meta dois dedos na buceta e se masturbe para mim.” Ela disse. Recusei, ela se levantou na minha frente, cuspiu no meu rosto e apenas disse: “Faz isso, puta.” Suas palavras me excitaram de novo, baixei minha mão e enfiei dois dedos. Ela se sentou De novo, ela me olhava. Eu estava morrendo de tesão, minha amiga, ela estava literalmente me fazendo de escrava. Ela me manteve assim por alguns minutos, até que disse:
“Vira de costas, abre as pernas e se inclina pra frente.”
Dessa forma, ela podia ver como meus dedos entravam perfeitamente, e aos meus dois dedos, ela somou mais dois dela. Minha buceta estava cheia, meu tesão subiu a níveis que eu nunca tinha sentido. Tive um orgasmo e ela me disse:
“Com a mão livre, abre uma nádega.”
Eu fiz, e ela abriu a outra. Tirou os dedos encharcados da minha buceta e só os apoiou no meu cu. Minha excitação era tanta, que eu mesma fiz força para enfiá-los. Consegui enfiar até o fundo e comecei a me mover como uma louca pra frente e pra trás.
Quando ela sentiu que eu estava quase gozando, os tirou. Ainda faltava o final, e terminar de submeter minha vontade completamente a ela.
“Você vai ficar de joelhos, meter dois dedos no seu cu, se masturbar e ao mesmo tempo chupar minha buceta até eu acabar.” Ela ordenou.
Como eu disse, sem vontade própria, eu fiz. Chupava como uma louca e movia meus dedos no meu cu na velocidade máxima.
“O que você é?” ela me disse.
“Uma puta.” Respondi.
“Muito bem, puta de quem?” Perguntou.
“Sua puta.” Respondi baixinho, quase inaudível.
“Não ouvi.” Disse e me deu um tapa.
“Sua puta.” Disse mais alto.
Naquele momento, ela gozou na minha boca e eu tive um orgasmo gigante ao senti-la gozar na minha boca.
Ela se levantou e me beijou na boca.
“Viu que você gostou, e da próxima vez vai gostar ainda mais.” Ela me disse enquanto torcia um dos meus mamilos.
Ela foi tomar banho, e eu atrás dela. Tomamos banho juntas e depois nos trocamos.
Descemos e nos juntamos aos nossos maridos, que não tinham percebido o tempo que demoramos.

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