No dia seguinte, chegaram vários plugs anais que a Nuria tinha pedido pela internet. Ela me disse que usaria eles pra melhorar a dilatação do meu cu e me acostumar com a sensação de ser comido. Eram três. Um mais grosso, um mais comprido e outro menor que os outros dois, mas com um rabo de pelo rosa. Ela começou enfiando esse, que foi bem fácil de colocar. Ao me ver com ele enfiado, começou a sorrir e rir. Ela adorava me ver daquele jeito. Com a gaiola e o plug, eu tava um putinho submisso completo. Ela mandou eu ficar de quatro e engatinhar pelo quarto. Ela se sentou na cama e colocou os pés na minha cara. A real é que eu nunca fui um fetichista de pés. Nunca senti vontade de beijar ou chupar eles, embora também não me incomodassem, desde que não estivessem sujos. Ela esfregou as solas dos pés na minha cara toda, e eu senti o frio da pele dela. Depois, aproximou os dedos da minha boca, e eu comecei a chupar eles, enfiando na boca devagar. Mas ela largou a moleza e enfiou o pé inteiro na minha boca até o fundo. Eu reagi com um engasgo e recuei. — Não recua. Aguenta como a putinha que você é. Essa frase me desmontou, mas também me deixou com muito tesão. Me dava um puta tesão ser tratado assim. Fiz o que ela pediu, e ela enfiou o pé de novo. Dessa vez foi mais boazinha e não tentou empurrar até o fundo. Eu sentia os dedos dela pela minha boca toda, enquanto a gente se olhava fixo. Eu no chão, de quatro, e ela sentada na beirada da cama. Ela deixou o pé vários segundos na minha boca, e eu comecei a babar pra caralho. Aí ela tirou o pé, todo melado de saliva, e esfregou na minha cara, me molhando com a minha própria baba. Mesmo sem ter uma tara especial por pés, a real é que a situação tava me deixando com muito tesão. No fim das contas, chupar uns pés é um dos maiores atos de dominação, ainda mais quando o escravo não é fetichista de pés. Ela sabia disso, e por isso adorava fazer. Finalmente, ela pediu pra eu fazer um massagem nas costas, e depois disso a gente dormiu. No dia seguinte, Nuria ainda estava menstruada, e eu na minha gaiola. Já estava com ela há uma semana, embora tivesse gozado uma vez, dois dias atrás. Estranhamente, estava sendo mais difícil pra mim nos dias depois de gozar do que nos dias antes. O mais pesado foram os três primeiros dias, mas o quarto e o quinto foram mais tranquilos. Dava pra dizer que fui me acostumando a transar sem penetrar nem gozar. Só o fato de fazer atos sexuais já me dava um puta prazer, e como minha libido não tinha fim, eu podia passar horas nisso. Era a Nuria que não aguentava meu ritmo (coisa que antes da castidade nunca acontecia) e não me deixava tocar nela nem chupar a buceta dela sempre que eu queria. Ela, naturalmente, tinha a libido baixando depois de alguns orgasmos, e ficava satisfeita por algumas horas. Mas não era o meu caso. Como eu não tinha orgasmo, não tinha queda de libido. Era difícil me concentrar por mais de algumas horas em qualquer tarefa, porque involuntariamente eu começava a pensar em sexo. Não estava acostumado com isso, e era foda. Mas ao mesmo tempo era muito satisfatório, já que muitas vezes eu conseguia saciar pelo menos em parte meu apetite, mesmo que não levasse a orgasmo. Já no dia depois de gozar, não consegui aproveitar como antes. O prazer extremo do orgasmo e pós-orgasmo fazia qualquer tentativa de prazer substituto parecer insignificante. E ainda não podia chupar a buceta da Nuria, porque ela continuava menstruada. Mesmo assim, a brincadeira com os pés dela e a colocação do meu primeiro plug ajudaram. Contei pra Nuria a situação, e ela respondeu que isso significava que eu tinha que gozar menos vezes, mas que com o tempo, eu não ia precisar gozar, porque encontraria o mesmo prazer sendo fodido no cu ou fazendo sexo oral. Falei então que sentia falta de chupar a buceta dela por causa da menstruação, e ela respondeu com um sorriso de orelha a orelha e um beijo doce na boca. Ela disse então que, apesar de que não podia chupar a buceta dela, sobrava outro buraco bem pertinho que dava pra adorar. O cu dela. Sinceramente, eu tinha muito receio de chupar ele, mas tava tão tarado que aceitei. Nuria foi no banheiro e limpou o melhor que pôde. Depois voltou pelada pro quarto e, me chamando de escravo, mandou eu ficar de joelhos. Ela colocou a bunda na minha cara, de pé, e com a mão esquerda segurou minha cabeça pra eu não tirar o rosto do cu dela. Procurei o cu dela na hora e comecei a chupar o melhor que conseguia. Era um espaço bem pequeno, então não tinha tanta brincadeira quanto com a buceta, mas mesmo assim eu gostava da sensação. Ela apertou tanto a bunda na minha cara que eu mal conseguia respirar, e ainda por cima o cu dela começou a suar. A cada dez segundos ela soltava um pouco minha cara pra eu respirar, enquanto ela se tocava no clitóris. Pelos gemidos dela, dava pra ver que tava adorando, então eu estiquei bem a língua e mexi o mais rápido e forte que pude, até penetrando de leve. Pouco tempo depois ela gozou, mas dessa vez eu não limpei, porque também tinha sangue no meio. Ela foi se limpar no banheiro, e depois deitamos juntos na cama, nos olhando fixamente nos olhos e com a mão de Coral na minha gaiola de castidade. Começamos a conversar. Trocamos nossas visões diferentes sobre essa experiência que estávamos tendo. Nuria disse que tava amando, que nunca tinha estado tão apaixonada por mim, e que com certeza queria continuar isso indefinidamente. Disse então que não queria que isso acabasse quando a quarentena terminasse, mas que tinha que ser a base pro futuro do nosso relacionamento. Eu respondi que pensava o mesmo, desde que os limites ficassem claros, tudo fosse consensual, e se estabelecesse uma barreira nítida entre o que é do jogo de papéis e a vida real de casal. Por exemplo, falei, tinha que ter momentos de pausa, onde pudesse rolar sexo normal. Por fim, expus minha opinião de que era preciso tomar cuidado para que o aspecto femdom da relação não invadisse outras áreas da nossa vida a dois, nem a reduzisse apenas à vida sexual. O femdom era foda, mas não podia tirar o fato de termos uma vida de casal relativamente normal, como fazer planos juntos, sair pra jantar ou viajar. Nuria disse que concordava totalmente, e que era preciso ter muito cuidado com isso. No entanto, não a vi muito convencida, mas não falei nada. Eu continuava com o plug da Booty no meu cu, e perguntei pra Coral se ela queria que eu continuasse usando. Ela disse que sim, e me deu um beijo. Eu tinha que me acostumar a usar ele, pra dilatar mais meu ânus e poder foder mais fundo nos próximos dias. E foi assim. Durante os dias seguintes, usei os plugs por várias horas por dia. No quinto dia, já tava usando o maior. Não foi fácil me acostumar. A sensação era de querer ir ao banheiro, com vontade de cagar. Pelo menos era assim que o corpo interpretava. Quando eu realmente precisava cagar, tirava o plug pra isso, o que me deixava uma sensação de vazio muito, muito gostosa. Com o passar dos dias, essa sensação de vazio ficava cada vez mais intensa e estranha. Pro meu corpo, já era quase tão normal ter o ânus penetrado quanto não ter. No sexto dia, experimentei também à noite, e junto com a gaiola de castidade, foi insuportável. Não preguei o olho a noite toda e falei isso pra Nuria. Ela insistiu e tentamos uma segunda noite, mas continuei igualmente mal, então ela decidiu que, pelo menos por enquanto, durante as noites eu não precisaria usar os plugs. Durante esses dias, além do progresso com os plugs anais, minha tortura com a gaiola de castidade continuou, embora a rotina também tenha mudado. Nuria tinha lido que é preciso liberar a rola da gaiola pelo menos uma vez por dia por alguns minutos, pra evitar problemas de higiene e também pra evitar futuros problemas de disfunção erétil. Portanto, pela Noite, meu pau era liberado, e eu limpava e esfregava ele com um creme hidratante. Também, por meu pedido, Nuria deixava eu esfregar a rola um pouco na bunda dela, mas sem nunca poder penetrar, embora eu esperasse que mais cedo ou mais tarde ela deixasse, pelo menos por um tempo. Por causa da gaiola, agora eu demorava mais pra ter uma ereção, mas quando tinha, era difícil de baixar. Surpreendentemente, o que sempre funcionava pra baixar a ereção era eu ser comido pelo cu. Não sei explicar por quê, mas meu pau simplesmente perdia a ereção depois de menos de um minuto sendo penetrado com o dildo, enfiando e tirando devagar. Pelo visto, Nuria tinha lido sobre isso na internet, e acontecia com muitos caras, então era um jeito eficaz de colocar a gaiola de castidade de volta no lugar. De resto, a rotina não mudava muito. Como Nuria não tinha tanta libido quanto eu, ela tinha se cansado de ter que recusar meus pedidos, então a regra foi estabelecida de que seria ela quem, em todo caso, me mandaria adorar ela sexualmente ou não. Eu podia fazer leves insinuações, como chegar minha mão na buceta dela, ou beijar ela, mas nada mais. Se ela não tivesse a fim, acabava ali, e a única coisa que eu podia fazer nesses casos era usar os dildos, coisa que comecei a fazer sempre, já que não dava nem pra bater punheta. Nuria começou também a me restringir cada vez mais o poder de chupar a buceta dela, e depois de uns dias ela admitiu que não fazia isso porque não queria, também, mas principalmente porque sabia que isso me deixaria ainda mais desesperado pra chupar ela. Me ver naquela situação tão vulnerável era o que mais a excitava e agradava. Era uma sensação muito mais poderosa e forte do que qualquer orgasmo, e por isso ela estava disposta a abrir mão de alguns, se com isso a sensação de dominação sobre mim aumentasse. Assim, comecei a chupar a buceta dela no máximo uma vez por dia, embora Tinha dias que nem isso. No resto do tempo, a gente levava uma vida normal. Tava chegando a época de provas, que seriam online, e a gente não tinha muito tempo livre, então isso também ajudou a reduzir nossa vida sexual. De noite, isso sim, continuava o ritual de me soltar da jaula e me foder um pouco. Cada vez eu tava mais acostumado, e o tamanho dos dildos ia aumentando. Eu tava progredindo muito na grossura: meu cu ia dilatando cada vez mais. O que eu não conseguia aumentar era o comprimento, porque por dentro batia no fundo muito rápido, por mais que a gente tentasse achar posições que penetrassem mais fundo. Já no deep throat, aí sim eu tinha feito grandes progressos de comprimento. Nuria tinha comprado um dildo especial pra isso, que era de um material macio que imitava a pele de forma bem realista e não me machucava nada ao passar pela garganta, ao contrário de outros dildos feitos pra anal. Nuria ficava doida vendo como eu engolia até o fundo o strap-on dela. Antes de ser fodido, eu tinha que chupar ele até deixar bem babado. Eu começava no meu ritmo, engolindo até o fundo e ficando uns segundos, e depois Nuria pegava minha cabeça e fodía minha boca do jeito que ela queria. No começo isso era desagradável, mas fui me acostumando a parar de resistir e a controlar melhor minha respiração, que era a chave pra aguentar mais tempo sem me afogar. Fios de saliva caíam da minha boca e queixo, o que deixava Nuria louca por causa da fissura dela por essa substância, e muitas vezes ela me colocava de cabeça pra baixo na beirada da cama pra foder minha boca, de um jeito que a saliva escorria pelo meu rosto e olhos, até chegar no meu cabelo. Até uma vez, depois ela cuspiu na minha cara, pra depois me foder no cu com toda a saliva ainda no meu rosto. CONTINUA
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