Lola viciada em sexo anal

Fala, hoje quero contar uma nova história com uma das mulheres mais putas que já peguei. Vou dar um contexto: conheci ela mais ou menos em 2010, quando ela tinha uns 24 e eu 21. Ela trabalhava numa empresa de limpeza no shopping. Morena, magrinha, bunda boa mas pequena e bem apertadinha, quase não tinha peito. Por causa do trampo, parei de ver ela, mas graças ao Facebook encontrei ela em 2017. E foi assim que começamos a trocar ideia e zoar, até que ela me chamou na casa dela pra tomar um negócio. Uma noite depois do jantar, fui pra casa dela e levei umas latinhas. Tava tudo muito tranquilo, já que os filhos dela estavam dormindo e o apê era bem pequeno, com divisórias de drywall. Minha esperança de comer ela ia sumindo com o tempo. Mas a sorte virou pra mim: depois de conversar e tomar umas cervejas, ela me chamou pro sofá, dizendo que tava meio cansada e que era mais confortável que as cadeiras onde a gente tava. Era minha chance e não podia desperdiçar. Beijei ela e rapidamente coloquei minhas mãos na cintura dela. Apertando o quadril dela com as mãos, sem tocar na bunda. Isso esquentou ela pra caralho, e ela ficou no clima na hora. Uma das minhas mãos foi pros peitos dela e a outra pra aquela bunda linda. Desde que cheguei na casa dela, meus olhos não tinham largado aquela bunda. Como falei antes, não era uma bunda grande, mas era muito tentadora. A legging deixava ver que ela tava de fio dental bem fininho. A brincadeira de apalpar durou uns 5 minutos mais ou menos, nós dois távamos super excitados. Ela apalpava meu pau (tava duro) por fora da calça, e eu, mais ousado, chupava os peitos dela e mordia os bicos de leve. Ela respondia com um gemido de prazer. Eu não queria que ela fizesse barulho por causa dos filhos — ia ter que me acabar na punheta se me cortassem a transa. O único jeito de calar ela era colocando algo na boca dela, e foi assim que abaixei o zíper da calça e ela sozinha entendeu que tinha que começar a chupar pau. Ela se jogou. como uma profissional, brincava com a cabeça da pica, chupava os ovos, passava a língua no tronco inteiro. Tava feliz e quietinha, que era o importante pra ninguém nos ouvir. Me joguei no sofá e pedi pra gente fazer um 69, queria provar a buceta dela. Ela topou na hora, a buceta dela era bem fechadinha, mesmo sendo mãe não dava pra notar nada. Chupei aquela pussy com muita vontade, tinha um cheiro e gosto gostoso, e nem um único pelo. Comecei a ficar mais e mais excitado, sentia que minha pica ia explodir, não me importava de gozar na boca dela sem avisar. Mas dava pra ver que ela era mais esperta, parou de chupar minha pica e começou a esfregar a pussy dela no meu rosto inteiro. Levantou um pouquinho e abriu as bandas do cu pra eu chupar. Porra, se a pussy dela era uma delícia, o cu dela era uma maravilha, queria meter minha língua dentro daquele cu, era uma coisa linda. Ela não me deixou saborear muito, mas me deu outro prêmio. Pediu pra eu levantar e se jogou no sofá dizendo… L: Faz meu cu, papai, enche ele de porra que não aguento mais… Eu fiquei louco de ver aquela imagem, uma mulher desesperada pra levar no cu. Só a Lucre, uma amiga, tinha sido assim comigo, mas isso é história pra outro dia. Molhei a cabeça da pica com saliva e comecei a meter devagar, entrou com uma facilidade. Ela começou a rebolar e gemer, não tava sentindo dor, tava aproveitando como uma puta. E como uma puta, decidi puxar o cabelo dela com força e começar a falar umas coisas. Y: Cê gosta assim, puta?! Que cu lindo que você tem, vou encher ele de porra! L: Sim, papai!! É todo seu, come ele! Mais forte, mais. Sua puta aguenta!! Y: Vai, puta, se mexe e tira minha porra, onde você quer?? Quer na boquinha? L: Nãooo!! Tudo na raba! Adoro porra na raba. Me dá, me dá logo. Eu parecia um escravo, fazia tudo que ela pedia porque quando ela terminou de falar, minha pica inchou e ela, percebendo que eu ia gozar, apertou o cu. e recebi toda a minha porra quente. Tive que tapar a boca dela pra não gritar, ela tava doida, gritando e se mexendo, senti cada jato de porra dentro do cu dela. Quando não tinha mais porra, minhas pernas fraquejaram e eu caí, mas não cheguei a desmaiar, embora tenha passado bem perto. Ela me olhou, olhou pra minha pica com um pouco de porra, chupou pra limpar e me sorriu. Foi direto pro banheiro e se higienizou. Naquele momento terminei de confirmar que a Lola era uma ninfomaníaca do sexo e que, a partir daquela noite, teria muitas aventuras com ela.

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