Meu nome é Sofia, sempre gostei de me vestir num estilo dark, uma gótica bem gostosa, um vestido preto bem curto e maquiagem preta no rosto todo.
Quase dá pra ver minha bunda de tão curta que é a saia, e umas meias de rede, e essa danada às vezes usa essa roupa sem calcinha porque faz muito calor onde eu moro.
Nunca me importou o julgamento dos outros, tô nem aí pra fofoca e nunca dou bola pra ninguém, girl.
Diferente das outras minas (posers), não tô ligando pra opinião alheia e não busco aprovação de ninguém.
Não tô nem aí se acham que sou uma vagabunda ou se pensam que sou uma gótica ressentida, bem, sim, mas com notas altas pra caralho.
- Te incomoda meu cheiro forte de maconha? Minha axila peluda?-
Bom, vai pra merda, senhora. O marido da senhora adora, aqui ele enfia a cara quando sente que vai gozar.
Tô achando que meu namorado é gay porque não faz nada comigo, a gente fica na cama e ele só fica me apalpando ou me abraçando.
Filho, se eu não sou um ursinho carinhoso.
Tô achando que ele é gay porque nem sobe mais, eu só tô com ele porque tem $$$$.
Eu quero um homem que me coma e me trate como uma puta. Quando eu gozar, quero a buceta cheia de porra e o cu vermelho.
É a única coisa que um homem pode ser minimamente útil pra fazer, e ainda assim te comer mal devia ser crime.
Gosto que me arrastem pelo chão e me usem como pano de chão, passa Fabuloso ou Pinho Sol no meu cabelo e me põe pra tirar mancha.
Ou que enfiem minha cabeça na privada e me usem como escova de vaso, sei lá, usa a porra da imaginação, piranha!
Também quando pegam um cinto e me batem forte na bunda, mas bate forte, me faz se contorcer e depois tapa minha boca pra não sair meus gritos.
A verdade é que minha fantasia é com vários negões ao mesmo tempo.
Claro que sou feminista e claro que acredito que o machismo e os homens em geral são a raiz de todos os problemas dessa sociedade.
Mas em vez de me ressentir e odiá-los como a maioria das mulheres, decido tratá-los como o que são: uns cachorros nojentos que, pra chupar uma buceta, são capazes de esvaziar a carteira.
Sou mulher e por isso tô falando. Tem que tirar proveito de ser mulher.
Tão me entendendo? Seja gostosa ou não, você é mulher e, como mulher, tem algo que todo mundo quer comer e meter.

Então, o que é que eu vou dizer? Eu sou assim, ou melhor, sempre fui assim.
Sou bem liberal, feminista e essas paradas. Mas adoro pornô de estupro, BDSM e, às vezes, até pornô de assassinato.
Passo o tempo lendo escondida literatura obscura e erótica que tenho que esconder muito bem pra minha mãe não queimar (de novo), porque ela é muito religiosa.
Gosto de me trancar no quarto à noite pra fazer rituais proibidos, na esperança de materializar algum demônio e virar a putinha dele até o amanhecer.
Se quero ficar mais excitada, bebo água pra ficar com vontade de mijar, e a masturbação fica ainda mais gostosa.
Depois de dar um squirt intenso pro senhor do inferno, apago num transe delicioso.
Desde pequena meu pai abandonou a gente, eu e minha mãe ficamos sozinhas.
Assim, minha mãe se virava e não conseguia arrumar emprego, foi aí que começou a ficar devendo o aluguel e a pedir fiado nos mercados pra poder comer, as coisas tavam cada dia mais difíceis e, infelizmente, ninguém nos ajudava.
Parece que ela guardou o endereço do meu pai e os dados dele, porque ele entrou em contato um tempo depois, mas não quis saber de mim.
Ela me passou os dados dele num papel que, mais tarde, joguei no vaso antes de sentar pra mijar.
— Que se foda o filho da puta... —
Pensava enquanto acendia um cigarro escondido da minha mãe.
Então, no dia seguinte, acordei super motivada e decidida a ajudar minha mãe a sair das dívidas.
Tomei um banho, depilei minha bucetinha, as axilas e as pernas, coisas que nunca faço, mas dessa vez era necessário.

Saí do banho, coloquei umas leggings pretas bem gostosas e minha roupa casual preta também, batom escuro, sombra aqui e ali, e tava pronta.
Comecei a visitar as pessoas pra quem a gente tava devendo dinheiro e fui pagando aos poucos, sim, desse jeito.
A maioria mal aguentava quando recebia um boquete gostoso da minha boquinha, gozavam quase na hora, e isso já era mais que suficiente pra me darem dinheiro além de cancelar as dívidas da minha mãe.

Tudo saiu perfeitamente, minha mãe e eu não tínhamos o melhor relacionamento, mas nos apoiávamos em tudo.
—Espero que você tenha usado camisinha, Sofia, um filho agora pode acabar com sua vida—
Ela me dizia, porque minha mãe não é boba e obviamente sacou como eu quitei todas as dívidas.
—Tá falando por experiência própria?—
—Do mesmo jeito que eu acabei com a sua vida?—
Eu respondia, e a gente acabava discutindo como quase sempre, terminando comigo me trancando no quarto.
Foi assim que, à noite, fui acompanhante por 4 anos enquanto pagava minha faculdade.
Lembro da minha primeira noite, e eu estava ridiculamente nervosa.
Fui num hotel de luxo, caminhei nervosa pelo saguão, tentando parecer que eu pertencia àquele lugar, e não ao que realmente estava fazendo ali.
Fiquei nervosa o caminho inteiro no elevador até o quarto.
Foi rápido, uns 10 minutos. Ele foi educado e limpo.
Acabei vendo ele mais algumas vezes ao longo dos anos, sempre muito agradável.
Ele dava gorjeta acima do combinado, o que é sempre bem-vindo, e ainda me pagou o táxi de volta pra casa.
Na mesma semana, a amiga que me apresentou isso me ligou e perguntou se eu topava um cliente, que era nada mais nada menos que o chefe da polícia daqui, um cliente importante demais.
Ele disse que tinha adorado meu estilo e tava morrendo de vontade de me comer, que oferecia pagar uma grana bem boa.
Marcamos o encontro e me levaram pra um rancho onde me apresentaram pra esse velho de uns 50 anos que, quando me viu chegar, já tirou e tomou um comprimido de viagra com um gole de uísque 😳😨
Parecia uma boneca anã do lado dele e, pra idade que tinha, até que ele tava bem conservado.
No fim, depois que o velho tomou a viagra, em uns 30-40 minutos o pau dele tava todo duro e ereto, parecia o tronco de um burro, e claro, aquele velho sabia onde meter e como meter, porque a viagra deixou ele solto demais comigo.

Simplesmente ignorava meus gritos e xingamentos, onde eu gritava que ele era um filho da puta e coisas assim.
Não parava de me dar umas palmadas gostosas na minha bunda, que na hora ficaram super vermelhas.
Pelo quarto inteiro se ouvia um delicioso clap clap clap clap clap clap clap, era o barulho das bolas dele batendo na minha buceta.
Mario tava me dando uma mega fudida nível inferno, aquela metida e tirada cada vez mais forte, ele me segurava pelos pulsos com as mãos fortes, me puxando bruscamente pra ele, marcando clara dominância.
Então Mario (esse é o nome dele) me pediu o que muitos ou a maioria dos homens que já me comeram pedem, ele deitou de costas na cama e pediu pra eu sentar na cara dele.
Aceitei, levantei a saia, puxei minha tanga pro lado e enfiei minhas bundonas na cara dele. Ele já começou a chupar e lamber meu cu e minha bucetinha na hora.
Eu tava gritando que nem uma louca, não tava nem aí se no rancho inteiro ouvissem meus berros de prazer e o Mario... pff, o que vou dizer, o ego dele lá em cima porque meus gemidos e suspiros ecoavam por todo lugar.
Finalmente ele gozou junto comigo enquanto eu ficava em transe, mas o Viagra mantinha tudo duro e ereto, tanto que aquele velho me deixava suando e gritando todas as putarias que deixavam ele com mais tesão e me comia com mais força.
Ele aproveitou de mim várias vezes e eu não conseguia convencer ele de que já era o suficiente o serviço dele, muito menos tentar tirar ele de cima de mim, parecia que ele tinha uma energia sexual que nunca acabava, porque por mais de uma hora ele ficou grudado em mim, me bombando uma enfiada atrás da outra.

Era uma delícia sentir como ele me metia com toda força, perfurando minha buceta com o pau dele e puxando meu cabelo com as duas mãos, sentia que ia me partir.
Continuamos na posição de papai e mamãe, acelerando cada vez mais o ritmo das metidas até que ele rugiu e gozou completamente, até a última gota de esperma dentro de mim.
Mario terminou e se deitou de barriga pra cima, exausto e todo ofegante, na cama. Me puxou pelo braço com força pra eu deitar nos braços dele, caindo em cima dele. Eu só fiquei em silêncio enquanto acendia um cigarro.
Mario foi tomar banho enquanto eu me penteava e ligava pra minha amiga vir me buscar, já que ele não podia me levar pra casa — a gente não podia ser visto junto, porque ele é casado.
A gente se despediu como se fosse namorados, com um beijo gostoso. Passei meu número de celular pra gente ficar se falando e combinamos de nos ver outra vez.
Valeu por ler meus escritos, bbs. Espero que vocês curtam. Avaliem e comentem se quiserem continuação. Beijos.
Quase dá pra ver minha bunda de tão curta que é a saia, e umas meias de rede, e essa danada às vezes usa essa roupa sem calcinha porque faz muito calor onde eu moro.

Nunca me importou o julgamento dos outros, tô nem aí pra fofoca e nunca dou bola pra ninguém, girl. Diferente das outras minas (posers), não tô ligando pra opinião alheia e não busco aprovação de ninguém.
Não tô nem aí se acham que sou uma vagabunda ou se pensam que sou uma gótica ressentida, bem, sim, mas com notas altas pra caralho. - Te incomoda meu cheiro forte de maconha? Minha axila peluda?-

Bom, vai pra merda, senhora. O marido da senhora adora, aqui ele enfia a cara quando sente que vai gozar. Tô achando que meu namorado é gay porque não faz nada comigo, a gente fica na cama e ele só fica me apalpando ou me abraçando.
Filho, se eu não sou um ursinho carinhoso.
Tô achando que ele é gay porque nem sobe mais, eu só tô com ele porque tem $$$$.

Eu quero um homem que me coma e me trate como uma puta. Quando eu gozar, quero a buceta cheia de porra e o cu vermelho. É a única coisa que um homem pode ser minimamente útil pra fazer, e ainda assim te comer mal devia ser crime.
Gosto que me arrastem pelo chão e me usem como pano de chão, passa Fabuloso ou Pinho Sol no meu cabelo e me põe pra tirar mancha.
Ou que enfiem minha cabeça na privada e me usem como escova de vaso, sei lá, usa a porra da imaginação, piranha!

Também quando pegam um cinto e me batem forte na bunda, mas bate forte, me faz se contorcer e depois tapa minha boca pra não sair meus gritos. A verdade é que minha fantasia é com vários negões ao mesmo tempo.
Claro que sou feminista e claro que acredito que o machismo e os homens em geral são a raiz de todos os problemas dessa sociedade.
Mas em vez de me ressentir e odiá-los como a maioria das mulheres, decido tratá-los como o que são: uns cachorros nojentos que, pra chupar uma buceta, são capazes de esvaziar a carteira.
Sou mulher e por isso tô falando. Tem que tirar proveito de ser mulher.
Tão me entendendo? Seja gostosa ou não, você é mulher e, como mulher, tem algo que todo mundo quer comer e meter.


Então, o que é que eu vou dizer? Eu sou assim, ou melhor, sempre fui assim. Sou bem liberal, feminista e essas paradas. Mas adoro pornô de estupro, BDSM e, às vezes, até pornô de assassinato.
Passo o tempo lendo escondida literatura obscura e erótica que tenho que esconder muito bem pra minha mãe não queimar (de novo), porque ela é muito religiosa.
Gosto de me trancar no quarto à noite pra fazer rituais proibidos, na esperança de materializar algum demônio e virar a putinha dele até o amanhecer.
Se quero ficar mais excitada, bebo água pra ficar com vontade de mijar, e a masturbação fica ainda mais gostosa.
Depois de dar um squirt intenso pro senhor do inferno, apago num transe delicioso.

Desde pequena meu pai abandonou a gente, eu e minha mãe ficamos sozinhas. Assim, minha mãe se virava e não conseguia arrumar emprego, foi aí que começou a ficar devendo o aluguel e a pedir fiado nos mercados pra poder comer, as coisas tavam cada dia mais difíceis e, infelizmente, ninguém nos ajudava.
Parece que ela guardou o endereço do meu pai e os dados dele, porque ele entrou em contato um tempo depois, mas não quis saber de mim.
Ela me passou os dados dele num papel que, mais tarde, joguei no vaso antes de sentar pra mijar.
— Que se foda o filho da puta... —
Pensava enquanto acendia um cigarro escondido da minha mãe.
Então, no dia seguinte, acordei super motivada e decidida a ajudar minha mãe a sair das dívidas.
Tomei um banho, depilei minha bucetinha, as axilas e as pernas, coisas que nunca faço, mas dessa vez era necessário.


Saí do banho, coloquei umas leggings pretas bem gostosas e minha roupa casual preta também, batom escuro, sombra aqui e ali, e tava pronta. Comecei a visitar as pessoas pra quem a gente tava devendo dinheiro e fui pagando aos poucos, sim, desse jeito.
A maioria mal aguentava quando recebia um boquete gostoso da minha boquinha, gozavam quase na hora, e isso já era mais que suficiente pra me darem dinheiro além de cancelar as dívidas da minha mãe.


Tudo saiu perfeitamente, minha mãe e eu não tínhamos o melhor relacionamento, mas nos apoiávamos em tudo. —Espero que você tenha usado camisinha, Sofia, um filho agora pode acabar com sua vida—
Ela me dizia, porque minha mãe não é boba e obviamente sacou como eu quitei todas as dívidas.
—Tá falando por experiência própria?—
—Do mesmo jeito que eu acabei com a sua vida?—
Eu respondia, e a gente acabava discutindo como quase sempre, terminando comigo me trancando no quarto.
Foi assim que, à noite, fui acompanhante por 4 anos enquanto pagava minha faculdade.
Lembro da minha primeira noite, e eu estava ridiculamente nervosa.
Fui num hotel de luxo, caminhei nervosa pelo saguão, tentando parecer que eu pertencia àquele lugar, e não ao que realmente estava fazendo ali. Fiquei nervosa o caminho inteiro no elevador até o quarto.
Foi rápido, uns 10 minutos. Ele foi educado e limpo.
Acabei vendo ele mais algumas vezes ao longo dos anos, sempre muito agradável.
Ele dava gorjeta acima do combinado, o que é sempre bem-vindo, e ainda me pagou o táxi de volta pra casa.
Na mesma semana, a amiga que me apresentou isso me ligou e perguntou se eu topava um cliente, que era nada mais nada menos que o chefe da polícia daqui, um cliente importante demais.
Ele disse que tinha adorado meu estilo e tava morrendo de vontade de me comer, que oferecia pagar uma grana bem boa. Marcamos o encontro e me levaram pra um rancho onde me apresentaram pra esse velho de uns 50 anos que, quando me viu chegar, já tirou e tomou um comprimido de viagra com um gole de uísque 😳😨
Parecia uma boneca anã do lado dele e, pra idade que tinha, até que ele tava bem conservado.
No fim, depois que o velho tomou a viagra, em uns 30-40 minutos o pau dele tava todo duro e ereto, parecia o tronco de um burro, e claro, aquele velho sabia onde meter e como meter, porque a viagra deixou ele solto demais comigo.


Simplesmente ignorava meus gritos e xingamentos, onde eu gritava que ele era um filho da puta e coisas assim. Não parava de me dar umas palmadas gostosas na minha bunda, que na hora ficaram super vermelhas.
Pelo quarto inteiro se ouvia um delicioso clap clap clap clap clap clap clap, era o barulho das bolas dele batendo na minha buceta.
Mario tava me dando uma mega fudida nível inferno, aquela metida e tirada cada vez mais forte, ele me segurava pelos pulsos com as mãos fortes, me puxando bruscamente pra ele, marcando clara dominância.
Então Mario (esse é o nome dele) me pediu o que muitos ou a maioria dos homens que já me comeram pedem, ele deitou de costas na cama e pediu pra eu sentar na cara dele.

Aceitei, levantei a saia, puxei minha tanga pro lado e enfiei minhas bundonas na cara dele. Ele já começou a chupar e lamber meu cu e minha bucetinha na hora.Eu tava gritando que nem uma louca, não tava nem aí se no rancho inteiro ouvissem meus berros de prazer e o Mario... pff, o que vou dizer, o ego dele lá em cima porque meus gemidos e suspiros ecoavam por todo lugar.
Finalmente ele gozou junto comigo enquanto eu ficava em transe, mas o Viagra mantinha tudo duro e ereto, tanto que aquele velho me deixava suando e gritando todas as putarias que deixavam ele com mais tesão e me comia com mais força.
Ele aproveitou de mim várias vezes e eu não conseguia convencer ele de que já era o suficiente o serviço dele, muito menos tentar tirar ele de cima de mim, parecia que ele tinha uma energia sexual que nunca acabava, porque por mais de uma hora ele ficou grudado em mim, me bombando uma enfiada atrás da outra.


Era uma delícia sentir como ele me metia com toda força, perfurando minha buceta com o pau dele e puxando meu cabelo com as duas mãos, sentia que ia me partir.Continuamos na posição de papai e mamãe, acelerando cada vez mais o ritmo das metidas até que ele rugiu e gozou completamente, até a última gota de esperma dentro de mim.

Mario terminou e se deitou de barriga pra cima, exausto e todo ofegante, na cama. Me puxou pelo braço com força pra eu deitar nos braços dele, caindo em cima dele. Eu só fiquei em silêncio enquanto acendia um cigarro. Mario foi tomar banho enquanto eu me penteava e ligava pra minha amiga vir me buscar, já que ele não podia me levar pra casa — a gente não podia ser visto junto, porque ele é casado.
A gente se despediu como se fosse namorados, com um beijo gostoso. Passei meu número de celular pra gente ficar se falando e combinamos de nos ver outra vez.
Valeu por ler meus escritos, bbs. Espero que vocês curtam. Avaliem e comentem se quiserem continuação. Beijos.
3 comentários - Diario de una gótica