Este relato é pura fantasia, os personagens e cenários são fictícios, o uso das minhas próprias imagens está sob meu direito. Meu nome é Paulina, tenho 28 anos, estou há 4 anos em um relacionamento com meu marido, morando juntos. Atualmente trabalho como secretária em uma empresa — não é um grande trampo, mas é bom pra manter uma vida bacana. Tenho um físico bem erótico e sensual.
Onde qualquer homem se sente atraído, meu marido é um homem de 30 anos. Nessa idade, muitos pensam que ele já deveria ter traços de alguém mais velho, mas ele parece ter 25. Ele trabalha numa empresa onde viaja com frequência. Com nossos empregos, conseguimos ter uma boa vida, uma casa confortável e espaçosa para nós dois. Eu chego em casa primeiro, e alguns minutos depois ele chega. Tento fazer a gente conviver como casal, conversando sobre o nosso dia, como foi, essas coisas. Mas, incomumente, sempre que jantamos ou almoçamos juntos, não tem muita interação. É raro a gente conversar, e quando acontece, são uns 2 minutos no máximo. Quero acreditar que é por causa do trabalho, que ele chega cansado ou de mau humor. Quando estamos juntos na cama, às vezes eu estou a fim de ter uma noite de sexo, mas ele quase não me toca mais. Só me fode, goza e pronto.
Não tem tesão, não tem capricho, isso me sufoca. Tô quase um ano sem ter intimidade com meu parceiro, isso não é normal. Qualquer cara juntado com uma mulher do meu físico ia tar louco me comendo todo dia, o dia inteiro, mas parece que eu não existo. Depois de umas semanas no meu trampo, tudo era sem graça, via meus colegas se olhando com vontade, mas nenhum deles me chamava a atenção. Naquele dia, não queria voltar pra casa cedo, todo dia era a mesma merda, então fiquei num banco pensando como fazer essa relação funcionar de novo como antes. Cheguei em casa e, pra minha surpresa, meu marido não tava. Decidi jantar sozinha, já tava me acostumando a comer em silêncio. A noite foi passando e ele não chegava, era estranho, não tinha viagem marcada. Liguei pra ele e o telefone caía na caixa postal. Continuei tentando por um tempo e nada. Dormi pensando ingenuamente que ia encontrá-lo do meu lado, mas a surpresa foi que só tinha eu ali naquela cama de casal. Passou o café da manhã e ainda não soube de nada. Tava começando a desconfiar, mas não queria acreditar, não conseguiria nem se me mostrassem. Pensei que era outra coisa, então decidi ir pro trampo como todo dia. Chegando no escritório, depois de uns minutos, entra uma pessoa que achei bem gostosa. Ela tava se aproximando do meu módulo: "Oi, bom dia, me chamo Lied, vim ver o sr. Kemper." Minha voz ficou trêmula na hora, por algum motivo me senti meio intimidada, mas não porque ele fosse grosso, e sim porque a voz dele era suave e te fazia sentir frágil. Respondi com a voz trêmula: "Cla... claro, daqui a pouco o diretor te atende, pode sentar na sala dele." "Valeu", e com um sorriso safado, ele me fez sentir diferente. Fiquei de olho pra ver se ele saía daquela sala, mas minha vontade de ir ao banheiro era enorme. Não aguentei e fui. Não sei se foi o destino ou meu azar, mas a gente se encontrou no corredor. Não vi ele até trombar de frente. Quase caí, mas ele me segurou firme pela cintura, e eu me apoiei nele. Meus ombros... me senti estranha, meu coração batia forte e minha respiração começou a acelerar. A única coisa que consegui dizer foi "você está bem?", mas parecia que isso valia mais pra mim, porque quase caí. Ele me colocou de pé de novo e se desculpou por não prestar atenção. Depois do que aconteceu, quando meu turno terminou, não vi ele sair, porque sabia que ele ainda estava lá dentro. Quis esperar ele sair, mas já era tarde. Cheguei em casa, parecia que ia ficar sozinha de novo, mas encontrei um pendrive na sala, o que é estranho porque não lembro de ter deixado ele ali. De manhã, revirei o quarto e algumas coisas estavam diferentes, parecia que meu marido tinha voltado pra pegar algumas coisas, mas por que ele não ficou? A curiosidade venceu, eu olhei o pendrive e minha surpresa foi que tinha vários vídeos. Assisti um deles e fiquei chocada: era meu marido com a encarregada dele. Não podia acreditar no que via. A pessoa que me jurou lealdade estava comendo a encarregada de viagens dele. Não acreditei que algo assim estava acontecendo comigo. Não sabia o que fazer, se chorar de tristeza, raiva, desespero... mas num ato diferente, me senti uma verdadeira puta. Me masturbei vendo os dois transando. Depois de um ano sem intimidade, me senti tesuda vendo meu marido comendo outra mulher. Gozei tanto que o chão parecia que alguém tinha jogado um balde d'água.
Desliguei o USB e coloquei de volta onde encontrei, limpei o lugar, mas não sabia o que fazer quando visse meu marido. Não sabia se dava um tapa nele pelo que ele tava fazendo, não fazia ideia. Fui pro trabalho no dia seguinte, mas sem muita vontade por causa do que tinha visto. Aí senti uma mão no meu ombro, era o Lied, o garoto de ontem. "Oi, Paulina, certo?" Com um sorriso, respondi. "Desculpa te interromper, você se importaria de tomar um café comigo? Ainda falta um tempinho pra entrar no trabalho." Entramos numa cafeteria muito bonita, nunca tinha ido lá. Pedimos dois cafés americanos e ficamos conversando. Percebi como esse garoto tinha um jeito gostoso de falar. Ele perguntou minha idade, falei "28". "Nossa, sério? Você parece ter uns 20, é tão gostosa que parece bem mais nova." Eu ri e perguntei a idade dele. Ele respondeu: "Tenho 19, vim pra esse trabalho por uma recomendação, já tô aqui há um tempo, mas no começo não gostava dessa central." Não acreditei que ele era tão novo. O rosto dele não tinha marcas de cansaço, e o cabelo comprido, mas bem arrumado, fazia ele parecer ainda mais novo. Quando terminamos nossos cafés, fomos pro trabalho. Ele era alto, uns 1,70, e eu mal chegava a 1,68. Senti que desde o primeiro momento em que cruzamos olhares, não ia conseguir escapar dele. Passar um tempo com ele me fez esquecer tudo da noite anterior. Na hora do almoço, fui em casa pegar umas coisas e notei que o carro do meu marido tava lá. Subi as escadas correndo pra entrar em casa. Ouvi a voz dele, mas tinha mais alguém. Alguém mais na minha casa. Não acreditei. Então entrei no nosso quarto e lá estava ele, sem vergonha nenhuma, transando com a amante. Tampei a boca, não conseguia desviar o olhar da pequena fresta que ele deixou ao não fechar a porta. Não sabia o que fazer, tava ficando com tesão, mas criei coragem e bati a porta. "QUE PORRA VOCÊ PENSA QUE TÁ FAZENDO, SEU MERDA! É ASSIM QUE CUMPRE A LEALDADE QUE JUROU QUANDO PEDIU EM CASAMENTO?" Puxei o cabelo daquela vagabunda que... Tava na minha cama e com um chute na bunda mandei ela pra fora do quarto. Dei um tapa no infeliz que ecoou pelo cômodo todo, deixando a marca. "Não quero te ver nunca mais, cai fora da minha casa, esquece de mim, pega suas coisas e some". Desabei em lágrimas naquela tarde, nem comi de tão horrível que foi aquela cena. Quando saí do trabalho, tava tão arrasada que senti umas mãos nos meus ombros. "Paulina, o que foi? Que cara é essa?" Ele colocou a mão na minha bochecha, não aguentei e abracei ele. Fiquei chorando no ombro dele, ele ficou lá me consolando.
Depois do meu chororô, ele falou: "Vamos jantar". O carro dele era um modelo bem bonito, não era velho. Ele era bem cavalheiro. Me levou pra comer sushi, como se adivinhasse — eu amava sushi. Me diverti tanto naquele jantar com ele, todo meu rancor tinha ido embora. Quando terminamos de comer, fomos dar uma volta na praia. Era exatamente o que eu precisava, uma noite tão linda. Lied era um cara bem gostoso, mas não sei como interpretar isso. Será que eu tô afim dele ou o quê? Então me virei, fiquei de frente pra ele, peguei na gravata dele e beijei. Ele correspondeu, e as mãos dele tocavam meu rosto. Me fez sentir amada naquele pequeno momento.
Quando ele me levou pra casa, notei que o carro do meu marido idiota ainda estava lá. Fiquei furiosa. Tinha malas, eu ouvia as mesmas vozes no quarto de visitas. Tão fodendo de novo na minha casa. A porta tava trancada, eu não conseguia entrar, só batia forte na porta, gritava e chorava de desespero. Lied ouviu meus gritos, entrou e viu que eu queria abrir a porta. Com um chute, ele conseguiu arrombar o trinco. Tirou tanto aquela puta quanto meu ex-marido. Ele quis bater no Lied, mas o Lied foi mais rápido e expulsou os dois. Depois do drama, ele ia embora, mas eu, desconsolada, peguei na camisa dele: "Fica, por favor, não quero ficar sozinha essa noite." Relutante, ele aceitou meu convite. Emprestei umas roupas de homem que eu tinha guardado. Quando ele ia dormir no chão, falei que não, pra ele dormir na cama. Junto comigo, nós dois estávamos juntos. Eu me sentia estranha porque não tinha outro homem além do meu ex-marido, e dessa vez era outra pessoa (não sabia que você passava por esses problemas, Pao, devia ter sido difícil pra você ficar sozinha toda noite, esperando por algo assim, né). "É estranha a sensação, mas eu gosto. Posso, posso me grudar mais em você." Num instante, ele me puxou pra perto dele, as mãos dele tocavam meu rosto de novo. Não sei se foi o momento, mas a gente se beijou tanto, e se acariciou tanto, que eu me sentia tão bem, sem nenhum remorso de saber que estava cometendo uma infidelidade. Eu estava começando a esquentar (posso tocar mais pra baixo?). "Sim, por favor, me toca inteira, do jeito que você quiser." Eu queria que esse cara me possuísse, me fizesse esquecer de tudo. Num instante, os dedos dele estavam me fazendo sentir uma sensação que eu não lembrava mais. Os beijos dele, as massagens nos meus peitos... eu não aguentei e gozei.
Eu molhei a cama, tava tão excitada que queria mais, como se fosse uma psicopata, de novo eu tava me masturbando, meus gemidos eram tão altos que eu tapei a boca e ele continuou enfiando os dedos cada vez mais rápido, eles estavam encharcados. "Seu melado tem um gosto delicioso, mas quero provar direto", ele desceu e começou a me fazer um oral. Era tão gostoso que comecei a brincar com meus mamilos enquanto ele tava ocupado me comendo a buceta. Essa sensação, esse sentimento, fazia tempo que ninguém me satisfazia desse jeito. Minha buceta tava tão molhada que os dedos dele estavam encharcados, eu adorava como ele me fazia oral, era uma delícia.
Quando ela parou, eu sabia o que vinha a seguir, mas nisso—(me desculpa por parar tão de repente, mas o sono tá me vencendo. Te incomoda se a gente parar?)—não tem problema, vem cá, se aninha no meu peito, não seja tímido. Ele dormiu entre meus peitos, deixando assim uma noite que, com certeza, terá mais abraços. Espero que vocês gostem desse novo conto. É um projeto onde aqui não é o fim da história — vai ter mais partes. Espero que curtam e comentem o que acharam.
Onde qualquer homem se sente atraído, meu marido é um homem de 30 anos. Nessa idade, muitos pensam que ele já deveria ter traços de alguém mais velho, mas ele parece ter 25. Ele trabalha numa empresa onde viaja com frequência. Com nossos empregos, conseguimos ter uma boa vida, uma casa confortável e espaçosa para nós dois. Eu chego em casa primeiro, e alguns minutos depois ele chega. Tento fazer a gente conviver como casal, conversando sobre o nosso dia, como foi, essas coisas. Mas, incomumente, sempre que jantamos ou almoçamos juntos, não tem muita interação. É raro a gente conversar, e quando acontece, são uns 2 minutos no máximo. Quero acreditar que é por causa do trabalho, que ele chega cansado ou de mau humor. Quando estamos juntos na cama, às vezes eu estou a fim de ter uma noite de sexo, mas ele quase não me toca mais. Só me fode, goza e pronto.
Não tem tesão, não tem capricho, isso me sufoca. Tô quase um ano sem ter intimidade com meu parceiro, isso não é normal. Qualquer cara juntado com uma mulher do meu físico ia tar louco me comendo todo dia, o dia inteiro, mas parece que eu não existo. Depois de umas semanas no meu trampo, tudo era sem graça, via meus colegas se olhando com vontade, mas nenhum deles me chamava a atenção. Naquele dia, não queria voltar pra casa cedo, todo dia era a mesma merda, então fiquei num banco pensando como fazer essa relação funcionar de novo como antes. Cheguei em casa e, pra minha surpresa, meu marido não tava. Decidi jantar sozinha, já tava me acostumando a comer em silêncio. A noite foi passando e ele não chegava, era estranho, não tinha viagem marcada. Liguei pra ele e o telefone caía na caixa postal. Continuei tentando por um tempo e nada. Dormi pensando ingenuamente que ia encontrá-lo do meu lado, mas a surpresa foi que só tinha eu ali naquela cama de casal. Passou o café da manhã e ainda não soube de nada. Tava começando a desconfiar, mas não queria acreditar, não conseguiria nem se me mostrassem. Pensei que era outra coisa, então decidi ir pro trampo como todo dia. Chegando no escritório, depois de uns minutos, entra uma pessoa que achei bem gostosa. Ela tava se aproximando do meu módulo: "Oi, bom dia, me chamo Lied, vim ver o sr. Kemper." Minha voz ficou trêmula na hora, por algum motivo me senti meio intimidada, mas não porque ele fosse grosso, e sim porque a voz dele era suave e te fazia sentir frágil. Respondi com a voz trêmula: "Cla... claro, daqui a pouco o diretor te atende, pode sentar na sala dele." "Valeu", e com um sorriso safado, ele me fez sentir diferente. Fiquei de olho pra ver se ele saía daquela sala, mas minha vontade de ir ao banheiro era enorme. Não aguentei e fui. Não sei se foi o destino ou meu azar, mas a gente se encontrou no corredor. Não vi ele até trombar de frente. Quase caí, mas ele me segurou firme pela cintura, e eu me apoiei nele. Meus ombros... me senti estranha, meu coração batia forte e minha respiração começou a acelerar. A única coisa que consegui dizer foi "você está bem?", mas parecia que isso valia mais pra mim, porque quase caí. Ele me colocou de pé de novo e se desculpou por não prestar atenção. Depois do que aconteceu, quando meu turno terminou, não vi ele sair, porque sabia que ele ainda estava lá dentro. Quis esperar ele sair, mas já era tarde. Cheguei em casa, parecia que ia ficar sozinha de novo, mas encontrei um pendrive na sala, o que é estranho porque não lembro de ter deixado ele ali. De manhã, revirei o quarto e algumas coisas estavam diferentes, parecia que meu marido tinha voltado pra pegar algumas coisas, mas por que ele não ficou? A curiosidade venceu, eu olhei o pendrive e minha surpresa foi que tinha vários vídeos. Assisti um deles e fiquei chocada: era meu marido com a encarregada dele. Não podia acreditar no que via. A pessoa que me jurou lealdade estava comendo a encarregada de viagens dele. Não acreditei que algo assim estava acontecendo comigo. Não sabia o que fazer, se chorar de tristeza, raiva, desespero... mas num ato diferente, me senti uma verdadeira puta. Me masturbei vendo os dois transando. Depois de um ano sem intimidade, me senti tesuda vendo meu marido comendo outra mulher. Gozei tanto que o chão parecia que alguém tinha jogado um balde d'água.
Desliguei o USB e coloquei de volta onde encontrei, limpei o lugar, mas não sabia o que fazer quando visse meu marido. Não sabia se dava um tapa nele pelo que ele tava fazendo, não fazia ideia. Fui pro trabalho no dia seguinte, mas sem muita vontade por causa do que tinha visto. Aí senti uma mão no meu ombro, era o Lied, o garoto de ontem. "Oi, Paulina, certo?" Com um sorriso, respondi. "Desculpa te interromper, você se importaria de tomar um café comigo? Ainda falta um tempinho pra entrar no trabalho." Entramos numa cafeteria muito bonita, nunca tinha ido lá. Pedimos dois cafés americanos e ficamos conversando. Percebi como esse garoto tinha um jeito gostoso de falar. Ele perguntou minha idade, falei "28". "Nossa, sério? Você parece ter uns 20, é tão gostosa que parece bem mais nova." Eu ri e perguntei a idade dele. Ele respondeu: "Tenho 19, vim pra esse trabalho por uma recomendação, já tô aqui há um tempo, mas no começo não gostava dessa central." Não acreditei que ele era tão novo. O rosto dele não tinha marcas de cansaço, e o cabelo comprido, mas bem arrumado, fazia ele parecer ainda mais novo. Quando terminamos nossos cafés, fomos pro trabalho. Ele era alto, uns 1,70, e eu mal chegava a 1,68. Senti que desde o primeiro momento em que cruzamos olhares, não ia conseguir escapar dele. Passar um tempo com ele me fez esquecer tudo da noite anterior. Na hora do almoço, fui em casa pegar umas coisas e notei que o carro do meu marido tava lá. Subi as escadas correndo pra entrar em casa. Ouvi a voz dele, mas tinha mais alguém. Alguém mais na minha casa. Não acreditei. Então entrei no nosso quarto e lá estava ele, sem vergonha nenhuma, transando com a amante. Tampei a boca, não conseguia desviar o olhar da pequena fresta que ele deixou ao não fechar a porta. Não sabia o que fazer, tava ficando com tesão, mas criei coragem e bati a porta. "QUE PORRA VOCÊ PENSA QUE TÁ FAZENDO, SEU MERDA! É ASSIM QUE CUMPRE A LEALDADE QUE JUROU QUANDO PEDIU EM CASAMENTO?" Puxei o cabelo daquela vagabunda que... Tava na minha cama e com um chute na bunda mandei ela pra fora do quarto. Dei um tapa no infeliz que ecoou pelo cômodo todo, deixando a marca. "Não quero te ver nunca mais, cai fora da minha casa, esquece de mim, pega suas coisas e some". Desabei em lágrimas naquela tarde, nem comi de tão horrível que foi aquela cena. Quando saí do trabalho, tava tão arrasada que senti umas mãos nos meus ombros. "Paulina, o que foi? Que cara é essa?" Ele colocou a mão na minha bochecha, não aguentei e abracei ele. Fiquei chorando no ombro dele, ele ficou lá me consolando.Depois do meu chororô, ele falou: "Vamos jantar". O carro dele era um modelo bem bonito, não era velho. Ele era bem cavalheiro. Me levou pra comer sushi, como se adivinhasse — eu amava sushi. Me diverti tanto naquele jantar com ele, todo meu rancor tinha ido embora. Quando terminamos de comer, fomos dar uma volta na praia. Era exatamente o que eu precisava, uma noite tão linda. Lied era um cara bem gostoso, mas não sei como interpretar isso. Será que eu tô afim dele ou o quê? Então me virei, fiquei de frente pra ele, peguei na gravata dele e beijei. Ele correspondeu, e as mãos dele tocavam meu rosto. Me fez sentir amada naquele pequeno momento.
Quando ele me levou pra casa, notei que o carro do meu marido idiota ainda estava lá. Fiquei furiosa. Tinha malas, eu ouvia as mesmas vozes no quarto de visitas. Tão fodendo de novo na minha casa. A porta tava trancada, eu não conseguia entrar, só batia forte na porta, gritava e chorava de desespero. Lied ouviu meus gritos, entrou e viu que eu queria abrir a porta. Com um chute, ele conseguiu arrombar o trinco. Tirou tanto aquela puta quanto meu ex-marido. Ele quis bater no Lied, mas o Lied foi mais rápido e expulsou os dois. Depois do drama, ele ia embora, mas eu, desconsolada, peguei na camisa dele: "Fica, por favor, não quero ficar sozinha essa noite." Relutante, ele aceitou meu convite. Emprestei umas roupas de homem que eu tinha guardado. Quando ele ia dormir no chão, falei que não, pra ele dormir na cama. Junto comigo, nós dois estávamos juntos. Eu me sentia estranha porque não tinha outro homem além do meu ex-marido, e dessa vez era outra pessoa (não sabia que você passava por esses problemas, Pao, devia ter sido difícil pra você ficar sozinha toda noite, esperando por algo assim, né). "É estranha a sensação, mas eu gosto. Posso, posso me grudar mais em você." Num instante, ele me puxou pra perto dele, as mãos dele tocavam meu rosto de novo. Não sei se foi o momento, mas a gente se beijou tanto, e se acariciou tanto, que eu me sentia tão bem, sem nenhum remorso de saber que estava cometendo uma infidelidade. Eu estava começando a esquentar (posso tocar mais pra baixo?). "Sim, por favor, me toca inteira, do jeito que você quiser." Eu queria que esse cara me possuísse, me fizesse esquecer de tudo. Num instante, os dedos dele estavam me fazendo sentir uma sensação que eu não lembrava mais. Os beijos dele, as massagens nos meus peitos... eu não aguentei e gozei.
Eu molhei a cama, tava tão excitada que queria mais, como se fosse uma psicopata, de novo eu tava me masturbando, meus gemidos eram tão altos que eu tapei a boca e ele continuou enfiando os dedos cada vez mais rápido, eles estavam encharcados. "Seu melado tem um gosto delicioso, mas quero provar direto", ele desceu e começou a me fazer um oral. Era tão gostoso que comecei a brincar com meus mamilos enquanto ele tava ocupado me comendo a buceta. Essa sensação, esse sentimento, fazia tempo que ninguém me satisfazia desse jeito. Minha buceta tava tão molhada que os dedos dele estavam encharcados, eu adorava como ele me fazia oral, era uma delícia.
Quando ela parou, eu sabia o que vinha a seguir, mas nisso—(me desculpa por parar tão de repente, mas o sono tá me vencendo. Te incomoda se a gente parar?)—não tem problema, vem cá, se aninha no meu peito, não seja tímido. Ele dormiu entre meus peitos, deixando assim uma noite que, com certeza, terá mais abraços. Espero que vocês gostem desse novo conto. É um projeto onde aqui não é o fim da história — vai ter mais partes. Espero que curtam e comentem o que acharam.
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