Fala, comunidade poringa girl! Continuando a história da minha mãe. Como falei no último relato, o aniversário dela tava chegando. Fiquei na quarta-feira, quinta não rolou nada porque minha mãe foi visitar minha avó, mãe dela. O aniversário dela ia ser no sábado, e ela chegou na quinta à noite. Na sexta, ela tinha planos de ir no supermercado comprar coisas pra reunião de sábado. Na sexta, acordei umas 9 da manhã e decidi me arrumar pra acompanhar minha mãe nas compras. Saí do meu quarto e fui no dela pra falar que já tava pronto, ela também tava terminando de se maquiar e só de olhar pra ela já subiu a pica, porque naquele dia ela tava usando uma legging preta e um top esportivo com um decidaço, mas cobriu com um moletom.
Meu pai já estava esperando no carro. A gente se preparou pra ir pro supermercado, mas quando ela saiu e viu meu tio, ela perguntou se a gente não ia dar conta das coisas sozinhos e por que não levava ele. Eu falei que sim. A propósito, vou chamar minha mãe de Lisbeth e meu tio de Joaquim. Meu pai é Roberto.
Lisbeth - Bom dia, compadre. Ó, um favor, cê pode ir com a gente no supermercado e ajudar com as coisas que a gente vai comprar pra festa do meu aniversário amanhã?
Joaquim - Claro, comadre. E com aquele olhar de safado.
Nós três entramos no carro. Meu pai vê meu tio e diz: "Que bom que você vem junto, primo." E meu tio sorri. Meu pai dirigiu naquele dia. Minha mãe sentou na frente, do lado do meu pai, e eu e meu tio ficamos atrás.
Chegamos no supermercado e pegamos dois carrinhos. Compramos tudo que tava na lista. Durante o caminho pelos corredores, meu tio não parava de olhar pra rabeta da minha mãe, e uns outros tarados também ficavam de olho.
Teve uma hora que meu pai foi pegar uma coisa em outro corredor, e eu, minha mãe e meu tio ficamos num outro procurando umas paradas. Nisso, uns caras entre 40 e 55 anos se aproximam do meu tio e falam: "Puta que pariu, que buceta gostosa, hein, compadre." Deram um tapinha no ombro dele e foram embora, sem tirar o olho da raba da minha mãe. Meu tio só sorriu e não falou nada. Eu fingi que não ouvi, e minha mãe não ouviu porque tava meio longe catando as coisas.
Meu pai chegou, e a gente foi pras caixas pagar. Meu pai foi na frente pra pagar, minha mãe e meu tio ficaram no meio, e eu no final.
Enquanto a gente tirava as coisas do carrinho e colocava na esteira do caixa, meu tio se aproximou da minha mãe. Quando ela se abaixou pra pegar alguma coisa do carrinho, ele encostou num peito dela. Meu pai não percebeu, mas eu vi. De novo, fingi que não vi nada.
Terminamos de pagar e carregar as coisas no carro, mas teve um detalhe: meu pai comprou um ar-condicionado split, e ele só cabia no banco da frente. Então minha mãe tinha que ir com a gente atrás. Meu tio foi o primeiro a sentar no banco de trás. já que a parte de trás do carro também tava quase cheia, na minha imaginação eu vi que minha mãe ia ter que ir sentada no colo de um de nós dois. Meu pai não via nada de trás, só ouvia a gente, porque minha mãe comprou uma cortina que tampava a visão de trás. Meu pai falou pra minha mãe: "você vai ter que ir sentada no colo do seu filho, love." E nisso ele colocou a música, eu tava extasiado por sentir aquela bunda grande perto do meu pau, mas me veio outra ideia e falei pra minha mãe que não ia aguentar, que era melhor ela sentar no meu tio. No começo ela não quis.
Lisbeth — Como é que pode, vai falar assim pro meu compadre?
Joaquim — Não se preocupa, comadre, se meu sobrinho não aguenta e pode machucar ela. Pra mim não tem problema nenhum.
Eu — Vai, mãe, viu? Meu tio não tem problema nenhum.
Lisbeth — Tá bom, compadre, você me avisa se eu te machucar ou se não aguentar.
O rosto do meu tio se iluminou de felicidade quando eu falei pra minha mãe sentar no colo dele. Minha mãe se acomodou em cima do meu tio e eu entrei no carro. Falamos que távamos prontos pra ir pra casa, e ele se preparou pra sair. Nisso, minha mãe pediu pra ele ir devagar, e ele respondeu que sim, pra não me apertar. Eu falei pra não se preocupar, e minha mãe só sorriu pra mim. Coloquei meus fones e óculos e fingi que tava dormindo, mas obviamente não tava. Minha mãe soltava uns gemidinhos baixos e tava vermelha. Meu tio eu não via, mas imaginava que tava aproveitando aquela bunda enorme. A cada buraco que meu pai passava, minha mãe gemia, e meu tio segurava ela pela cintura, com a desculpa de que ela não caísse, já que ela tava segurando na cortina. Teve um momento que eu vi ela fazendo movimentos circulares no colo do meu tio.
Eu queria bater uma ali mesmo, porque estavam comendo minha mãe com a roupa no corpo, e com meu pai e eu tão perto. Mas como tudo que é bom acaba, fingi que acordava, desci rápido pra que meu pai não visse que minha mãe vinha sentada no colo do meu tio quando chegamos em casa. Ao descer, meu tio tinha uma mancha na calça e minha mãe estava com a legging mais enfiada no rego. De frente um pro outro, os dois só se olharam fixamente por uns segundos. Minha mãe decidiu ir pro quarto dela, pro banheiro, porque não aguentava mais, e nós três descemos as coisas. Durante o dia, minha mãe não desceu, disse que estava mal, que queria descansar, e pedimos comida pelo Uber. Comemos, e meu pai decidiu levar comida pro quarto dela pra minha mãe. Terminamos de comer, e meu pai também resolveu ir descansar um pouco enquanto chegavam as pessoas que iam decorar a casa. Falei pro meu pai que ia sair pra comprar o presente da minha mãe e disse pro meu tio se ele me acompanhava, e ele não hesitou em dizer que sim. Pegamos o carro e fomos pro shopping. Já lá dentro, eu tinha planejado dar algo de lingerie pra ela. Meu tio também queria dar um presente pra ela, então me perguntou o que podia dar. Eu falei que ia dar um conjunto de lingerie, e ele ficou surpreso, mas não disse nada e só respondeu: "Tá bom". Eu falei que ia comprar o meu presente e que ele procurasse o dele.
Fui até a loja de lingerie e escolhi um conjunto pequenininho de renda: fio dental, sutiã e meia arrastão pra ela ficar toda putinha. Também peguei umas calcinhas pequenas, queria que toda a lingerie dela fosse pequena e sexy. Terminei de comprar e nos encontramos no estacionamento. Meu tio estava com uma garrafa de vinho e uma pulseira de prata. Mostrei pra ele o que tinha comprado pra minha mãe, e ele ficou duas vezes surpreso. A reação dele foi: "Joaquim — Que barbaridade, sobrinho, com todo respeito, que linda que a sua mãe vai ficar nessa peça tão pequena, será que vai servir nela, com essas coxas enormes que ela tem?" Eu ri e falei: "Espero que não estoure, mas confio que vai servir, é uma surpresa." Só mostrei uma fio dental pequena pra ele. Seguimos pra casa e no caminho fui puxando assunto sobre minha mãe, como ela é gostosa, o corpão que ela tem. Meu tio me perguntou se muitos não queriam ter a sorte do meu pai de ter uma mulher tão gostosa em casa. E ele ficava segurando a rola por cima da calça. Eu comentei que sim, que ele era um sortudo de ver todo dia aquele corpão da minha mãe em roupas como as que comprei pra ela. Dei uma pausa e falei: "Por isso nós também vamos ter essa sorte no domingo, porque planejo ir a um parque aquático e deixar ela mostrar o biquíni que vou dar de presente." Meu tio, animado, disse: "E eu posso ir junto?
Eu respondi na hora que sim. Vamos nos divertir pra caramba, mano. 😂🍆 Bom, amigos, amanhã vou postar a próxima parte, que é o dia do aniversário da minha mãe, onde ela ganha os presentes e outras coisas mais.
Meu pai já estava esperando no carro. A gente se preparou pra ir pro supermercado, mas quando ela saiu e viu meu tio, ela perguntou se a gente não ia dar conta das coisas sozinhos e por que não levava ele. Eu falei que sim. A propósito, vou chamar minha mãe de Lisbeth e meu tio de Joaquim. Meu pai é Roberto.Lisbeth - Bom dia, compadre. Ó, um favor, cê pode ir com a gente no supermercado e ajudar com as coisas que a gente vai comprar pra festa do meu aniversário amanhã?
Joaquim - Claro, comadre. E com aquele olhar de safado.
Nós três entramos no carro. Meu pai vê meu tio e diz: "Que bom que você vem junto, primo." E meu tio sorri. Meu pai dirigiu naquele dia. Minha mãe sentou na frente, do lado do meu pai, e eu e meu tio ficamos atrás.
Chegamos no supermercado e pegamos dois carrinhos. Compramos tudo que tava na lista. Durante o caminho pelos corredores, meu tio não parava de olhar pra rabeta da minha mãe, e uns outros tarados também ficavam de olho.
Teve uma hora que meu pai foi pegar uma coisa em outro corredor, e eu, minha mãe e meu tio ficamos num outro procurando umas paradas. Nisso, uns caras entre 40 e 55 anos se aproximam do meu tio e falam: "Puta que pariu, que buceta gostosa, hein, compadre." Deram um tapinha no ombro dele e foram embora, sem tirar o olho da raba da minha mãe. Meu tio só sorriu e não falou nada. Eu fingi que não ouvi, e minha mãe não ouviu porque tava meio longe catando as coisas.
Meu pai chegou, e a gente foi pras caixas pagar. Meu pai foi na frente pra pagar, minha mãe e meu tio ficaram no meio, e eu no final.
Enquanto a gente tirava as coisas do carrinho e colocava na esteira do caixa, meu tio se aproximou da minha mãe. Quando ela se abaixou pra pegar alguma coisa do carrinho, ele encostou num peito dela. Meu pai não percebeu, mas eu vi. De novo, fingi que não vi nada.
Terminamos de pagar e carregar as coisas no carro, mas teve um detalhe: meu pai comprou um ar-condicionado split, e ele só cabia no banco da frente. Então minha mãe tinha que ir com a gente atrás. Meu tio foi o primeiro a sentar no banco de trás. já que a parte de trás do carro também tava quase cheia, na minha imaginação eu vi que minha mãe ia ter que ir sentada no colo de um de nós dois. Meu pai não via nada de trás, só ouvia a gente, porque minha mãe comprou uma cortina que tampava a visão de trás. Meu pai falou pra minha mãe: "você vai ter que ir sentada no colo do seu filho, love." E nisso ele colocou a música, eu tava extasiado por sentir aquela bunda grande perto do meu pau, mas me veio outra ideia e falei pra minha mãe que não ia aguentar, que era melhor ela sentar no meu tio. No começo ela não quis.
Lisbeth — Como é que pode, vai falar assim pro meu compadre?
Joaquim — Não se preocupa, comadre, se meu sobrinho não aguenta e pode machucar ela. Pra mim não tem problema nenhum.
Eu — Vai, mãe, viu? Meu tio não tem problema nenhum.
Lisbeth — Tá bom, compadre, você me avisa se eu te machucar ou se não aguentar.
O rosto do meu tio se iluminou de felicidade quando eu falei pra minha mãe sentar no colo dele. Minha mãe se acomodou em cima do meu tio e eu entrei no carro. Falamos que távamos prontos pra ir pra casa, e ele se preparou pra sair. Nisso, minha mãe pediu pra ele ir devagar, e ele respondeu que sim, pra não me apertar. Eu falei pra não se preocupar, e minha mãe só sorriu pra mim. Coloquei meus fones e óculos e fingi que tava dormindo, mas obviamente não tava. Minha mãe soltava uns gemidinhos baixos e tava vermelha. Meu tio eu não via, mas imaginava que tava aproveitando aquela bunda enorme. A cada buraco que meu pai passava, minha mãe gemia, e meu tio segurava ela pela cintura, com a desculpa de que ela não caísse, já que ela tava segurando na cortina. Teve um momento que eu vi ela fazendo movimentos circulares no colo do meu tio.
Eu queria bater uma ali mesmo, porque estavam comendo minha mãe com a roupa no corpo, e com meu pai e eu tão perto. Mas como tudo que é bom acaba, fingi que acordava, desci rápido pra que meu pai não visse que minha mãe vinha sentada no colo do meu tio quando chegamos em casa. Ao descer, meu tio tinha uma mancha na calça e minha mãe estava com a legging mais enfiada no rego. De frente um pro outro, os dois só se olharam fixamente por uns segundos. Minha mãe decidiu ir pro quarto dela, pro banheiro, porque não aguentava mais, e nós três descemos as coisas. Durante o dia, minha mãe não desceu, disse que estava mal, que queria descansar, e pedimos comida pelo Uber. Comemos, e meu pai decidiu levar comida pro quarto dela pra minha mãe. Terminamos de comer, e meu pai também resolveu ir descansar um pouco enquanto chegavam as pessoas que iam decorar a casa. Falei pro meu pai que ia sair pra comprar o presente da minha mãe e disse pro meu tio se ele me acompanhava, e ele não hesitou em dizer que sim. Pegamos o carro e fomos pro shopping. Já lá dentro, eu tinha planejado dar algo de lingerie pra ela. Meu tio também queria dar um presente pra ela, então me perguntou o que podia dar. Eu falei que ia dar um conjunto de lingerie, e ele ficou surpreso, mas não disse nada e só respondeu: "Tá bom". Eu falei que ia comprar o meu presente e que ele procurasse o dele.
Fui até a loja de lingerie e escolhi um conjunto pequenininho de renda: fio dental, sutiã e meia arrastão pra ela ficar toda putinha. Também peguei umas calcinhas pequenas, queria que toda a lingerie dela fosse pequena e sexy. Terminei de comprar e nos encontramos no estacionamento. Meu tio estava com uma garrafa de vinho e uma pulseira de prata. Mostrei pra ele o que tinha comprado pra minha mãe, e ele ficou duas vezes surpreso. A reação dele foi: "Joaquim — Que barbaridade, sobrinho, com todo respeito, que linda que a sua mãe vai ficar nessa peça tão pequena, será que vai servir nela, com essas coxas enormes que ela tem?" Eu ri e falei: "Espero que não estoure, mas confio que vai servir, é uma surpresa." Só mostrei uma fio dental pequena pra ele. Seguimos pra casa e no caminho fui puxando assunto sobre minha mãe, como ela é gostosa, o corpão que ela tem. Meu tio me perguntou se muitos não queriam ter a sorte do meu pai de ter uma mulher tão gostosa em casa. E ele ficava segurando a rola por cima da calça. Eu comentei que sim, que ele era um sortudo de ver todo dia aquele corpão da minha mãe em roupas como as que comprei pra ela. Dei uma pausa e falei: "Por isso nós também vamos ter essa sorte no domingo, porque planejo ir a um parque aquático e deixar ela mostrar o biquíni que vou dar de presente." Meu tio, animado, disse: "E eu posso ir junto?
Eu respondi na hora que sim. Vamos nos divertir pra caramba, mano. 😂🍆 Bom, amigos, amanhã vou postar a próxima parte, que é o dia do aniversário da minha mãe, onde ela ganha os presentes e outras coisas mais.
5 comentários - Madre Infiel em Casa. Parte 4. 🍆😈😈😈😈