“Minha primeira vez”Capítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/4485799/Secretos-en-la-familia-Capitulo-l.htmlCapítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/4516897/Secretos-en-la-familia-Capitulo-V.htmlEu não tinha noção do que estava acontecendo, pra mim era como um sonho, onde depois de tudo de ruim, eu ganhava um prêmio. Era assim que eu via o beijo que minha tia me dava, seus lábios eram uma delícia e sua língua simplesmente encantadora. Minhas mãos passeavam entre suas curvas até chegar na sua bunda, que agarrei com firmeza e fiz a Vicky soltar um pequeno gemido. Ao nos afastarmos, eu respirei fundo e me preparei para tocar aquela boca delicada de novo.
Me enrolei de novo com aquela língua gostosa e minhas mãos travessas tentavam puxar aquele vestido para baixo. Como a Victoria não me parou, pensei que ela estava me dando permissão para tirar a roupa dela, tê-la pelada na minha frente era algo que eu estava louco para fazer, queria apertar aqueles peitos, chupá-los e mordê-los. No final consegui, com uma puxada, baixar o vestido até a metade. Os seios da minha tia pularam para fora, então minhas mãos foram direto para eles para acariciá-los.
Cego, eu não via que isso não estava agradando em nada a Vicky, que procurava uma maneira de me tirar de cima dela. No entanto, eu não dava trégua, a tinha completamente sob meu domínio. De tanto, seu vestido caiu no chão e eu me preparei para libertar meu pau, que estava totalmente duro dentro da minha calça. Ao me afastar de sua boca, me levantei e enquanto minha tia dizia algo, eu abaixei minha calça. Ela também se levantou, pois queria seu vestido, mas ficou de olhos arregalados ao ver meu pau ereto.
Vicky: Bruno…
Ela sussurrou, enquanto diminuía a distância entre nós, eu hipnotizado acariciei seu rosto, abri meus lábios e suavemente os encostei nos dela.–Tia-murmurei, segurando-a pela cintura novamente, sentia as batidas do meu coração ecoando nos meus ouvidos e minha respiração não parava de acelerar. Pensei que ia gozar, mas na minha mente surgiu a imagem da minha mãe com aqueles bastardos, o que me parou por alguns segundos, tempo suficiente para Victoria reagir.–“Bruno, eu só vou te ajudar com beijos, no máximo vou te dar um boquete, mas nada de sexo, tá bom?”ela disse, agitada. No entanto, eu estava fora de mim e tudo o que ela falava entrava por um ouvido e saía pelo outro. Me aproximei dela novamente, encurralei-a na parede e, segurando suas mãos, ouvi-a dizer para eu não fazer nenhuma loucura, mas já era tarde. Comecei a me esfregar nas suas coxas e, por mais que ela implorasse para eu parar, eu não parava. Pouco a pouco, meu pau foi se aproximando da sua buceta; quando rocei seus lábios vaginais, percebi que ela estava bem molhada e lembrei de quando fiz a mesma coisa no banheiro.
Eu: T-ti… Tia… Por-por que está se fazendo de difícil?
Vicky: Mmmhh… Bru-Bru… Bruno… Eu sou sua tia…
Eu: Sim… Mas você disse que ia me ensinar a ser um bom amante…
Vicky: Aaaghh… S-sim… Ma-mas eu me referia a outros aspectos…
Eu: Ah, é? Bom, com a Agustina já fizemos várias coisas, só falta transar. Imagino que ela pediu sua ajuda para que eu estreasse, porque você é uma mulher com muita experiência.
Seus olhos ficaram do tamanho de pratos ao ouvir isso.
Vicky: Bru… Bruno…
Sorrindo, continuei esfregando meu pênis na sua vagina molhada, aumentando a velocidade. Sentia seus líquidos banhando meu tronco, e ela se rendia à tentação. Seus gemidos eram um feitiço que me encorajavam a continuar e a ir mais longe. Justo quando ela acariciou minha bochecha direita e aproximou sua boquinha da minha, minha mãe bateu na porta.–“Victoria, você tá aí?”perguntou minha mãe, minha tia entre suspiros respondeu que sim, então mamãe perguntou o que ela estava fazendo no meu quarto, além de apressá-la para irem comprar, antes que minha tia dissesse algo, eu devorei seus lábios.
Isidora: Vicky, Vicky… ¡Vicky!
Gritou mamãe desesperada.
Vicky: J-ja… Já vou…
Expressou minha tia, totalmente entregue ao prazer. Ouvimos os passos da minha mãe se afastando, porque Emma estava chamando ela e continuamos nos beijando apaixonadamente, até que soltei minhas descargas. Ela, ofegante, se ajoelhou e provou meu sêmen com os dedos, eu, agitado, sentia como meu pau endurecia novamente, minha tia Victoria levantou o olhar e surpresa viu como eu o tinha ereto, pronto para continuar com a diversão. No entanto, ela ficou puta pelo que eu tinha feito,–“Bruno, eu falei nada de sexo e você quase enfiou em mim”–
–Desculpa, tia–eu fiquei de pau duro e entendi que tinha interpretado tudo errado. Ela, me vendo cabisbaixo, se agacha e lambe os lábios,–“Só pra você saber, eu só tô fazendo isso porque você é um cara muito fofo e sempre foi legal comigo”–Ela comentou e, pegando meu membro entre as mãos, respirou fundo enquanto passava o nariz por todo o meu pau.
Ela pôs a língua para fora e começou a lamber minhas bolas, aquilo foi espetacular, dava para ver que ela tinha experiência. Minha tia sorriu e voltou à cabeça, onde ainda havia um pouco de porra. Ela passou a língua suavemente, limpando tudo e deixando brilhando. Abriu a boca e engoliu meu pau até o fundo da garganta, para então começar a me chupar eufórica.
Uuughh… Ti-tia… Ooohhg…
Só conseguia gemir de prazer, nunca tinham chupado meu pau de um jeito tão selvagem assim, eu não queria que ela parasse, pelo contrário, só desejava que ela continuasse espremendo minhas bolas até me deixar completamente seco. Nem percebi o momento exato em que gozei dentro da boca da minha tia, ela engoliu toda minha porra e, massageando suavemente meu pau com a mão, fez ele ficar duro de novo. Dessa vez, ela colocou meu pênis entre seus peitos, que balançava freneticamente enquanto passava a língua pela cabeça, não aguentei o ritmo da minha tia e soltei outro jato forte.
Eu: Ca… Ca… Caralho… V-v-você… Você é uma Deusa, tia Victoria…
Vicky: Obrigada, garoto, devo admitir que você também não é nada mal. Porra, sei que não é certo, mas se você já fez de tudo com a Agustina menos transar, então acho que é minha responsabilidade te iniciar.
Nossos olhares mostravam a vontade que a gente tinha de devorar um ao outro, no entanto, quando Vicky estava pronta para me dar minha primeira experiência sexual, mamãe bateu furiosa na porta,–"Victoria! Você não acha que está demorando demais?! E que porra você está fazendo com meu filho?!disse com um tom de frustração.–“J-já… Já vou, Isi”–disse minha tia, levantando-se e se afastando de mim, para se vestir e ir com minha mãe fazer compras.
Eu rapidamente coloquei minha calça, pois mal minha tia abriu a porta, minha mãe entrou e ficou nos olhando para ambos. Era hipócrita dela estar com ciúmes, se ela se entregava a qualquer um, no entanto, em vez de ficar bravo e exigir que ela me contasse a verdade que estava escondendo, fiquei atordoado ao vê-la, sua testa franzida me parecia bonita e até fofa. Com tesão e enfeitiçado pela minha mãe, me aproximei para dar um abraço e me aconchegar em seus peitos, enquanto meu pau esfregava nela.
Isidora: Fi-filho…
Expressou surpresa, eu cheirando seu aroma que tanto me enlouquecia, aproximei meus lábios dos dela e murmurei,–“Tá com ciuminho, gostosa?”ele não conseguiu me dar uma resposta, só vi ele corar.–“Você não deveria estar, porque você é única e insubstituível para mim”–Com certeza, mamãe não esperava essa minha atitude e eu menos ainda, mas depois de processar tudo e saber que ela era uma puta que até abriria as pernas para o próprio filho, me excitou e eu quis fazer.
Mamãe sorriu e, mordendo os lábios, sussurrou que tinha que ir fazer compras. Eu a soltei e deixei que fosse junto com minha tia. Ao vê-las saindo do meu quarto, lambi os lábios. Não sabia por que a ideia de ter algo com minha mãe me fascinava, ser mais que seu filho, embora ao mesmo tempo outra ideia maluca passasse pela minha cabeça: poder aproveitar a buceta da Vicky na frente da minha própria mãe. Imaginá-la testemunhando como a irmã dela cavalgava em mim me deixou duro de novo.
Parei de fantasiar acordado para finalmente descer, no entanto, quando estava prestes a fazer isso, ouvi a voz da Agustina.–"Nossa, parece que você não perde tempo, vizinho"–comentou de maneira zombeteira. Virei meu olhar para a janela, onde a garota estava sentada. Fiquei de boca aberta, porque a sacana tinha se vestido de colegial e a roupa era muito ousada, ela estava sexy pra caralho, me deliciando e me deixando atordoado por ela.
Minha vizinha provocadora sabia que sua travessura tinha causado o efeito que ela esperava, me deixar maluco, seguindo-a com o olhar vi como essa garota brincalhona se ajoelhou na minha cama. Depois de alguns minutos paralisado, voltei à realidade e comecei a me aproximar dela. Não tinha a menor intenção de perguntar como ela tinha chegado ali, ou quanto tinha visto, muito menos o que queria. Simplesmente me aproximei e num murmúrio perguntei se ela tinha descoberto algo sobre minha irmã.
Agustina sorriu e, me puxando pela camiseta, disse que a informação que tinha não me daria de graça. Eu respondi que faria qualquer coisa que ela desejasse, ao mesmo tempo que a segurei pela cintura. Atrevida como sempre, mordeu meus lábios - se havia uma mulher que me deixava mais louco que minha própria mãe e tia, era Agustina. Não sei se eram seus olhos, sua boca, sua personalidade ou seu corpo que me faziam me sentir totalmente atraído por ela.
Nossos lábios se fundiram num beijo ardente, enquanto minhas mãos desciam até sua bundinha. Cada segundo que passava, sentia que aquela boquinha era mais deliciosa que antes, um sabor único que me extasiava e eu queria continuar provando daquela iguaria. Mas antes que eu fizesse outro movimento, ela se afastou de mim. Ofegante, lambi meus lábios e ela, cruel à sua maneira, disse que duvidava que eu pudesse dar a ela o que queria, se já tinha gozado duas vezes com minha tia.
Eu: Nossa, então você nos viu desde o começo.
Agustina: Claro, não poderia perder esse espetáculo.
Respondeu enquanto mordiscava meu pescoço.
Agustina: Vou vir te ver lá pelas 20 horas, procure beber muita água e se alimentar bem. Ah, e que nenhuma te... clica aqui embaixo, entendeu? Eu apenas balancei a cabeça e a vi se afastar de mim, desaparecendo entre as cortinas. Deixei de admirar minha donzela de olhos verdes. Ao descer, não vi ninguém, sentei-me para comer e, enquanto comia, pensava na minha vizinha, tocando meus lábios. Revivi aquele beijo e saboreei minha saliva ainda misturada com a dela. Estava completamente alheio e viajando nas nuvens. Cada dia que passava ao lado dela me fazia sentir como se tivesse ganho na loteria, porque minha vida não era mais só desenhos, começava a viver novas aventuras. Quando terminei, levei uma garrafa de água para meu quarto, onde passaria um bom tempo sozinho pintando. Deixei de lado as telas com figuras de mulheres e liberei meu lado mais surreal. Nunca antes tinha me atrevido a pintar algo assim, pois temia ser julgado pelo meu pai e decepcionar minha mãe, ao dizer que não queria ser médico, mas me dedicar à arte. Todo esse medo se foi por causa da Agustina, por isso ela era a protagonista daquela pintura. Representada como uma bolha, que passava ao lado de um pincel com asas, uma em forma de pássaro e outra de borboleta, enquanto ao seu redor era cercada por espécies de demônios sombrios e alguns cômicos. Sentei na cama e bebi quase toda a água da garrafa. Havia muitos detalhes para aprimorar naquela tela à minha frente, mas me impressionava o que consegui fazer naquele tempo. Sorri, porém, aquele gesto iria desaparecer do meu rosto ao ouvir meu primo. Jorge: Nossa, pensei que essa coisa de pintura fosse passageira. Mas vejo que você tá mandando ver. Expressou em tom de deboche. Jorge: Agora ficou claro porque você sempre foi tão delicado e nunca te vi jogando futebol ou basquete. Eu: Você se engana, Jorge. Eu não jogava com você, o que é diferente, porque você é obcecado em me vencer e com certeza ia querer me humilhar como sempre. Em vez disso, preferia ficar ao lado da mamãe e da sua linda madrasta. Retruquei com certa ironia, e isso não agradou nem um pouco a ele. nada ao meu primo, que se aproximou furioso.
Jorge: O que você está insinuando com essa frase? Que você gosta da minha madrastra?
Eu: Se a Blanca me atrai ou eu gosto dela, isso não deveria te incomodar, porque seria hipócrita, não acha?
Jorge: Você é um doente.
Eu: Por quê? Por que a sua madrastra me deixa louco? Por que eu a desejo e quero comer ela?
Cada pergunta fazia com que o rosto do meu primo refletisse cada vez mais sua ira.
Eu: Não é a mesma coisa que você faz com a minha mãe? Por que eu não posso admirar a sua madrastra?
Jorge: Porque ela é sua...
Justo quando parecia que ele ia me dizer algo, minha mãe apareceu e o interrompeu. Jorge virou-se e baixou a cabeça, eu fiquei intrigado com essa declaração pela metade, no entanto, não me atrevi a pedir ao meu primo que terminasse o que queria dizer, já que mamãe estava muito puta. Na verdade, ela exigiu que Jorge fosse embora da casa ainda no mesmo dia, o que me deixou completamente chocado. Ele não disse nada, apenas pegou suas coisas e começou a fazer as malas, eu, desconcertado, só observava.
Eu deveria estar feliz porque ia me livrar do idiota do meu primo, que não incomodaria mais minha tia e não estaria comendo a mamãe. Mas em vez de felicidade, apenas dúvidas percorriam meu corpo e em meus pensamentos não conseguia parar de me perguntar: o que ele queria me dizer? Se eu só estava usando a madrastra dele para irritá-lo. Mamãe pegou minha mão e me levou até o quarto dela, onde me abraçou e começou a me dar beijos na bochecha.
Seus beijinhos foram se aproximando dos meus lábios, no entanto, ela parou e, após um suspiro, murmurou de seus lábios,–"Filho, por que você não me disse que foi você quem fez aquele retrato meu?apontando para aquele quadro que pendia na parede dela. O mais provável é que minha mãe, desde que viu aquele retrato que fiz para o Pedro, percebeu que fui eu quem a retratou, mas agiu como se não soubesse e só tivesse descoberto agora para tentar justificar sua atitude chata com meu primo.–"Meu filho, você não deve deixar que outros tomem crédito pelo que é seu, e se você temia que eu desaprovasse sua arte, pensou errado. Porque eu te amo e só quero te ver feliz"–ela sussurrou, sua declaração me deixou completamente sem reação, nunca esperaria essas palavras da mamãe.–"Então de agora em diante você não vai mais esconder suas pinturas e se precisar de uma modelo, aqui estou. Pode me desenhar do jeito que quiser, meu bebê, e depois dar amor para mamãe com esse pincel"–afirmou, segurando meu pau que ganhava vida com minha mãe luxuriosa.
Eu via seus lábios se aproximando dos meus, ela tinha conseguido seu objetivo de me fazer esquecer o que aconteceu no meu quarto, naquele instante eu só queria que minha mãe me desse um daqueles beijos safados e depois carregá-la para enfiá-la na cama dela. Mas antes que algo acontecesse, meu celular tocou, interrompendo tudo. Mamãe não queria me soltar, mas mesmo assim atendi a chamada e ao ouvir a voz do Pedro, ela se afastou de mim com medo.
Pedro: E aí, amigão. Tô te ligando porque você não respondeu minhas mensagens. Acho que ainda tá chateado com o que aconteceu ontem à noite, né?
Mamãe, ao ouvir isso, ficou desconcertada, e não era pra menos, já que ontem à noite ela tinha participado de uma orgia com aquele moleque e os amiguinhos dele, além do nosso ex-vizinho, e temia que eu tivesse visto.
Eu: Tô ocupado, por isso não vi suas mensagens, mas fala aí, o que você quer?
Pedro: É sobre o segundo trabalho que eu tinha comentado com você. Acontece que minha mãe, ao ver o retrato da vovó, quis um também, então te mandei uma foto dela, pra você fazer sua arte. Ah, e também, se prepara pro que vem por aí, com certeza você vai curtir.
Antes que ele dissesse mais alguma coisa, eu desliguei. Mamãe tentou se aproximar de mim, mas eu não permiti e só comentei que estava ocupado e que depois a gente conversaria sério. Escapei daquela tentação e, ao chegar no meu quarto, não havia nenhum sinal do Jorge. Sentei na cama e olhei as mensagens do imbecil do Pedro. Ao ver a foto da mãe dele, fiquei impressionado, porque a senhora era uma verdadeira gostosa, aquele filho da puta sempre a descrevia como horrível, com certeza pra ninguém cobiçar aquela mulherão.
Só de ver aquelas curvas e aquelas tetas que ela tinha, me deu um tesão enorme, que, junto com a curiosidade por ser a mãe daquele desgraciado, deixou meu pau bem duro. Algo me obrigava a me masturbar olhando a foto daquela mulher, mas antes que eu começasse a me tocar diretamente, Decidi deixar de lado o celular. Agitado, me levantei e caminhei até a janela para tomar ar. Não sei se foi a melhor decisão, já que Agustina estava tomando sol, assim como minha ex-vizinha fazia antes.
Vê-la de rabo de cavalo e num biquíni sensual me deixou sem alma. Aquele corpo maravilhoso que ela ostentava fez meu pau inchar ainda mais. Era como se fizesse parte do plano dela, porque segundos depois que me mostrei na janela, ela me encarou fixamente e com o dedo indicador me chamou para descer. Hesitei por alguns instantes, mas aquela garota já me tinha embriagado e em suas mãos, então fui até ela.
Ao sair, minha mãe me perguntou aonde eu ia, mas minha tia se intrometeu e disse para ela me deixar em paz. Começando assim uma discussão entre as duas, segui meu caminho como uma abelha em direção a uma flor. Ao chegar onde minha vizinha estava, ela ficou ainda mais provocante. Terminando de passar protetor nos braços, ela abaixou o top do biquíni e me mostrou aquelas preciosas tetas. Colocando um pouco de crema nas mãos, começou a massagear aquelas duas belezas, e eu, como um bebê, queria me aproximar daqueles mamilos duros para chupetar.
Agustina: E aí, Brunito? Quer se divertir com essas duas?
Disse de maneira brincalhona, exibindo ainda mais seus seios lindos. Meus olhos não paravam de crescer, assim como meu pau.
Agustina: Vem, Brunito, chega aqui e massageia meus peitos pra mim, por favor.
O pedido dela foi como uma melodia linda pros meus ouvidos, que me motivou a dar um passo à frente. Agustina sorriu e, de maneira safada, se recostou na cadeira, mas antes me puxou pela camiseta e me puxou pra perto dela, ficando por cima. Nossos lábios começaram a se tocar e eu sentia uma vontade desesperada de provar aquela boquinha tão melada, mas minha vizinha me segurou bem na hora que eu queria devorá-la.–“Tranquilo, primeiro massageia meus peitos e depois eu deixo você me beijar”–sussurrou.
Tentando resistir à tentação de saborear aqueles lábios, fui colocando minhas mãos sobre aqueles peitos preciosos. Sentir a respiração dela tão perto era excitante pra caralho, mordendo o lábio me concentrei no que minha vizinha havia pedido, mas tocar aqueles seios macios e ouvi-la gemer me deixava impaciente, eu ansiava por enroscar minha língua na dela e perder a noção do tempo, me deixando levar.–“Bru-Bruno… Vai com mais calma, tá bom?”-ela sussurrou com uma carinha de santinha.
Agustina queria me fazer perder a cabeça, foi o que pensei enquanto acariciava com ternura aqueles peitos e meus lábios estavam colados nos dela, como se a boca da minha vizinha fosse um ímã atraindo a minha. Nossas respirações se misturavam de um jeito sufocante e cada vez mais nublava meus pensamentos. Cego, só percebi que o olhar daquela loira gostosa mudou para um olhar de pura luxúria. Continuei amassando seus seios e belisquei aqueles mamilos por alguns segundos, quando de repente senti a língua da minha vizinha invadindo minha boca.
Só isso bastou para que eu me soltasse de vez e, como um louco, apertasse forte aquelas tetas e me perdesse beijando ela por longos minutos, aproveitando aquele intercâmbio de saliva. Úmida, quente e viciante era a boca dela. Ao nos separarmos, me lambuzei sem parar de saborear a baba dela. Agustina, sorrindo de modo provocante, me sussurrou:–“Sabe, o papai tá dentro de casa, ainda quer continuar?”Conhecendo ela, era bem provável que estivesse me testando, querendo ver se eu era corajoso numa situação perigosa.
Num estado mais normal, eu teria hesitado em dar uma resposta, mas naquele momento, já não estava raciocinando e num murmurei que sim. Essa resposta deixou a garota do lado ainda mais excitada, que foi tirando minha camiseta e, assim que faz isso, começa a lamber e chupar meus mamilos. Nunca imaginei que essa parte do meu corpo fosse ser tão prazerosa. Depois disso, Agustina envolveu meu pescoço com os braços e, me olhando fixamente, pediu que a levasse para o quarto.
Não hesitei em pegá-la nos braços e carregá-la até seu quarto. Só queria fazer com aquela linda loira o que ainda não havíamos feito: transar. Estava morrendo de vontade de penetrá-la, de perder minha virgindade com ela, que me ensinasse o que era fazer sexo e chegar ao orgasmo dentro dela. Enquanto subíamos as escadas, meus olhos só se fixavam em Agustina e, com o atrito entre meu pau duro e sua buceta que com certeza já estava encharcada, minha vizinha me beijou de novo.
Finalmente chegamos ao seu quarto, onde deitei Agustina com cuidado e depois me virei para trancar a porta. Não queria que ninguém me impedisse de aproveitar aquela figura majestosa. Ela, sentada na cama, começa a tirar o maiô. Completamente pelada, eu via com ainda mais desejo aquele corpo que um dia admirei como arte e agora só queria torná-lo meu. Com o dedo indicador, ela me chamou para me aproximar, mas eu quis dar uma boa olhada com calma. Nossa, como minha vizinha era sensual.
Abaixando minhas calças, me aproximei de uma Agustina brincalhona, que deu algumas lambidinhas no meu tronco, sem parar de sorrir. Lentamente, seus lábios envolveram minha glande e ela foi chupando a cabeça do meu pau com delicadeza, mas com uma maestria única. Sem dúvida, Agustina chupava muito melhor que Emma e até me parecia... superior à minha tia, minhas pernas tremeram por alguns segundos, então ouvi um«Pop»ela afastou a boca do meu pau e uns fios de baba escorreram pelo queixo dela, e ela lambeu os lábios.–“Mmmhh, que delícia!”–exclamou minha vizinha com um sorrisinho malicioso. Antes que eu pudesse responder, ela se aproximou novamente do meu pau e deu uma beijadinha na cabecinha que já havia saboreado. Depois subiu até minha boca e novamente me envolveu em seus braços, para me beijar. Nossas línguas não paravam de se entrelaçar e nos estimular, eu sentia que ela me beijava cada vez com mais ânsia. Fomos nos deitando na cama dela, onde nossas peles não faziam outra coisa além de se roçar, aos poucos eu sentia um pequeno nervosismo, porque temia não estar à altura para satisfazê-la.
Ela percebeu isso e, acariciando meu rosto com suas mãos delicadas, sussurrou que eu não devia me preocupar com nada e apenas relaxar e aproveitar. Voltamos a nos beijar e nossas línguas brincavam como se nunca tivessem feito aquilo antes. Gradualmente fui encontrando um pouco de calma, ela foi abrindo as pernas e eu, timidamente, aproximei meus dedos para brincar com seu clitóris, enquanto meu pau esfregava aqueles lábios vaginais. Depois de alguns segundos, enfiei um dedo em sua buceta,–“Aaah... Issooo, Bruunooo...”disse ela.
Ouvir essas palavras me deixou mais tranquilo, já que sabia que ela estava curtindo aquela brincadeira. Fui tirando e colocando meu dedo com delicadeza enquanto com outro passava a acariciar sutilmente sua bucetinha. Fui vendo como seu peito se inflava porque sua respiração acelerava e ela mordia os lábios para controlar os gemidos. Aproximei minha boca da orelha dela e mordi, depois percorri com beijos seu pescoço fino até chegar nos mamilos durinhos.
Dei uns linguados carinhosos nos mamilos dela, antes de começar a mordiscá-los. Ela soltou um pequeno jato do seu mel, banhando assim minha mão, que levei à boca e lambi. Percebi pelo olhar dela que queria algo, então perguntei se queria provar seus suquinhos. Agustina sorriu e balançou a cabeça de um lado para o outro enquanto dizia que não.–“O que eu quero, Bruno. É que você me enfie isso”–murmurou, pegando minhas mãos no meu pau e o aproximando da sua buceta molhada.
Entendi que não dava mais para prolongar aquilo e me deixei levar pela minha luxúria. Os nervos definitivamente já tinham passado, os dois queríamos fazer isso, quando vi a cabeça do meu pau entrando na sua xoxota, suspirei e olhei nos seus olhos, perdidamente neles, só senti meu tronco mergulhando naquela vagina úmida e quente. Ela soltou um gemido,–“Aiii, meu Deeeus... Não paraaa...”–Ela me encorajou, soltando meu membro da mão e abraçou meus quadris com as pernas.
Seus braços envolveram meu pescoço novamente, enquanto eu com minhas mãos fui segurando sua cintura. Nossos lábios se roçavam enquanto movíamos nossos corpos e cada vez eu ia enfiando mais fundo meu pau, fazendo com que ela gemesse cada vez mais alto.–“Iissso... Continua assim...”–ele disse, mordendo meus lábios, eu mal tinha metido metade do meu pau, mas era incrível pra caralho estar dentro daquela buceta, que apertava e sugava meu tronco.
Não aguentei mais e a beijei ao mesmo tempo que enfiava meu pau mais fundo, ainda não assimilava que tinha perdido minha virgindade. Nossas bocas se separaram e eu cheguei ao fundo daquela vagina apertada. Minha vizinha sorria e, sem dizer nada, começou a mover os quadris, iniciando um coro de gemidos. Seus seios balançavam de baixo pra cima e ela voltou a morder meus lábios, saboreando assim sua doce saliva que me motivava a não ficar parado.
Eu: Ca-caralho, Agustina, sua bocetinha é uma delícia...
Garanti, começando a mover minha pélvis lentamente.
Agustina: Uuuff… Bru-Brunooo…
Exclamou, jogando a cabeça pra trás e fechando os olhos, enquanto arranhava minhas costas. Cada enfiada que eu dava era mais forte que a outra e ela adorava, dava pra ver pelo rosto e pelos gemidos. Além disso, as paredes dela apertavam meu membro com muita força, isso me deixou feliz e aumentei a intensidade ainda mais. Agustina começou a se contorcer de prazer e entre seus gritos me pediu pra não parar, eu obviamente não tinha a menor intenção de parar, mas aí, ouvi batidas na porta.
Samuel: Agustina, você está bem?
Perguntou o pai dela, me deixando gelado e paralisado porque nunca imaginei que aquele homem estivesse em casa.
Agustina: Siiim... Pai... Tô... Tô ótima...
Respondeu movendo os quadris e se aproximando do meu ouvido para sussurrar que eu não tivesse medo.
Samuel: Tem certeza? Porque você parece muito agitada, filha.
Agustina: Oohhh… Pai, eu tô bem, sério.
Disse ela tentando fazer a voz não tremer e soar o mais natural possível. O fato do pai dela estar a metros de nós parecia excitá-la ainda mais, já que ela não parou de mover os quadris. Definitivamente, eu não podia ficar parado nem por mais um segundo e tinha que corresponder àquela garota maravilhosa com estocadas, como estava fazendo antes do Samuel interromper. Segurando sua cintura novamente, retomei as investidas, sentindo que entrava mais fundo e minha vizinha mal conseguia calar seus gemidos.
Seu pai hesitou em ir embora e tentou girar a maçaneta para entrar, porém, justo na hora seu celular tocou e ele saiu para atender a ligação. Aliviados, os dois soltamos um suspiro profundo e depois nos beijamos com veemência. Minhas mãos soltaram aquela cintura para agarrar aquele rabinho lindo, e ao apertá-lo, rocei com meus dedos aquele buraquinho que alguns dias atrás estava dilatado pelo plug que aquela sacana estava usando. Lembrando disso, perguntei onde estavam seus brinquedinhos, porque queria fazê-la gritar ainda mais.
Agustina: V-você é um tarado, Brunito…
Disse rindo.
Eu: Você que me transformou nisso, então assuma a responsabilidade.
Respondi, mordendo seu lábio inferior.
Agustina: E é isso que estou fazendo.
Replicou, me dando uns beijinhos rápidos.
Agustina: Vou te dar a melhor foda da sua vida, você nunca vai me esquecer.
Concluiu, me empurrando com as pernas para que eu continuasse me movendo dentro dela. Meu pau estava cada vez mais apertado naquela bucetinha e pronto para gozar, mas eu não queria ejacular sem que ela tivesse gozado pelo menos uma vez antes. Não podia me permitir vir quando ela estava curtindo tanto, mas a cada estocada que dava, sentia um jato escapando. Fui amassando seus seios com força e me concentrei nisso para não acabar descarregando.
Colada no meu ouvido, ouvi minha vizinha dizer,–“Diooooss... Bru-Bruno… Maaaais... Maaaais...”como eu poderia gozar se estávamos no melhor momento?, nunca imaginei que o sexo fosse tão gostoso, mas por mais que eu quisesse resistir e continuar fazendo a Agustina gozar, a verdade é que eu estava quase chegando lá e meu pau pulsava loucamente dentro dela, algo que minha vizinha percebeu.–“Goza... Encheeeeee... Com seu gozo...”ele sussurrou.
Aquela declaração fez com que eu soltasse toda a carga que estava reprimindo dentro dela. Agustina, ao sentir meu primeiro jato de sêmen, começou a liberar seus fluidos, que banhavam meu tronco enquanto eu ia perdendo força e vigor. Nos beijamos mais uma vez, ela sorriu satisfeita, embora eu também percebesse um sentimento de angústia em seus beijos gostosos. Ficamos totalmente exaustos na cama dela, ela se aconchegou em mim e eu a abracei, fechando os olhos.
Ao acordar, vi uma Agustina forçando um sorriso, algo que me deixou confuso. Quando perguntei o motivo daquele sorriso falso, ela não disse nada. Também não quis pressioná-la — e, provavelmente, se eu tivesse feito isso, talvez não estivesse aqui agora, nem teria descoberto todos os segredos dos meus pais. Ela ia verificar se o pai dela não estava no primeiro andar, para que eu pudesse sair, mas, para animá-la, disse que usaria a janela, como ela costumava fazer.
Ela soltou uma risadinha, que contrastava com seus olhos ainda tristes. Sem dizer mais nada, me aproximei da janela para ir embora, quando então ela exclamou meu nome e pegou minha mão. Eu me virei e vi seus lábios se fundirem com os meus novamente. Depois daquele beijo apaixonado, desci atordoado pela janela da minha vizinha. Ao chegar em casa com o rosto ainda sorridente, minha mãe perguntou onde eu tinha estado. Passei direto por ela, porque só queria ir pro meu quarto pintar e olhar para a garota do lado.
Embora Agustina não tenha aparecido na janela, eu sabia que ela estava me observando por trás das cortinas. Na manhã seguinte, acordei bem animado, tomei um banho rápido e saí para esperar minha vizinha. No entanto, ela parecia já ter ido embora, o que achei estranho. Mesmo assim, fui pra escola e, para minha surpresa, Agustina não estava na sala e não apareceu durante a primeira aula. Quando tocou o sinal do recreio, levantei sem muito ânimo, e foi aí que o idiota do Pedro se aproximou de mim.
Com apenas— ver ele, vinham as imagens daquela noite fatídica em que minha mãe foi a putinha dele e do grupinho dele.–“Brunito, meu amigo. Preciso falar com você”–ele falou com um sorriso debochado. Eu não disse nada, mas imaginei que tinha a ver com a mãe dele, porque não deixou nenhum dos seus amiguinhos nos seguir. Quando já estávamos longe o suficiente de todo mundo, ele sussurrou no meu ouvido,–“Ontem te mandei uma foto da minha mãe, espero que não te passe pela cabeça fazer algo tão idiota quanto compartilhar com os outros, porque se fizer, vai ser a sua mamãe que vai sofrer as consequências”–Para a surpresa do Pedro, eu soltei uma gargalhada,–“Que porra é essa? Eu fiz alguma piada?”retrucou irritado.–Fica tranquila, não vou compartilhar a foto com ninguém, mas não porque tô com medo da sua ameaça. Na real, tô pouco me lixando pro que você faça.eu respondi, ele ficou puto e me apertou o pescoço com o braço, soltando uns palavrões,–“Ah, é mesmo? Então a loira gostosa que anda com você vai ser a que vai se fuder”–Irritado, empurrei ele e o encostei na parede.
Isso chamou a atenção de um professor que estava passando pelo corredor e ele nos levou até a diretoria. Tentei ignorar o babaca do Pedro para não cair nas provocações dele, enquanto esperávamos do lado de fora do escritório do diretor. Foi quando uma figura esbelta com um quadril perfeito apareceu, suas pernas longas, sua bunda empinada, seus peitos enormes e a cabeleira loira me deixaram paralisado.–Caralho, que mulher gostosapensei comigo mesmo.–"Nossa, não esperava que você fosse confessar o que sentiu ao me ver, Bruno"–April disse algo surpresa e corada. Eu, ao perceber que havia revelado algo que deveria ter omitido, fiquei vermelho, ela soltou uma gargalhada e me pediu para continuar, que aquilo não a tinha incomodado e que eu não deveria ter vergonha. Demorei um pouco para continuar, pois só de lembrar o que senti ao vê-la pela primeira vez, meu coração acelerava de novo e eu ficava nervoso.
Seus olhos azuis pareciam me penetrar por dentro, ela esboçou um sorrisinho e, surpreendentemente, disse as palavras que estavam passando pela minha cabeça naquele momento,–“Ver ela andar com os peitos balançando foi um privilégio”–eu tava pirando, não conseguia acreditar que a April conseguia ler minha mente tão facilmente. Ela anotou algo no caderno e depois me encarou de novo, aí eu entendi por que o Benjamin parecia não estar preocupado quando eu avisei que a mãe dele estava em perigo.
April: Naquela manhã meu filho dormiu demais, eu poderia ter deixado ele ficar em casa, mas ao olhar a agenda dele percebi que ele tinha uma prova. Então acordei ele e levei pra escola, algo que tenho certeza que ele não gostou. Com o Tom nós não exigimos dos nossos filhos as melhores notas, nem que nos façam sentir orgulhosos com conquistas em coisas que eles não gostam, porém responsabilidade é algo que sim exigimos e o Ben sabe disso.
Ela comentou tentando me fisgar na história de novo e conseguiu. Depois dessa declaração, eu continuei relatando, contando que depois de vê-la e ficar babando, o Pedro chegou perto e sussurrou pra mim,–"É ela, a milf que eu quero pegar. Ufff, que gostosa, daria tudo pra chupar esses peitões e meter na bunda dela"–Parei de admirar ela quando percebi que o tarado do meu colega começou a se tocar na virilha.–“Você tá doente”–Falei com nojo, algo que pareceu não importar para ela.
Depois desse encontro, o dia passaria devagar e muito chato, sem nenhum sinal da Agustina. Quando eu mandava mensagem para perguntar onde ela estava, minhas mensagens não chegavam, e ao ligar, aparecia que o número não existia.–Algo estranho estava acontecendo, mas antes de ir pra casa e descobrir o que tinha acontecido com minha vizinha, Pedro e seus amiguinhos passaram do meu lado falando de você, April, dizendo que sabiam onde te encontrar e que era hora de executar o primeiro passo do plano deles–
April: Entendo, foi assim que você e aqueles moleques me encontraram com minha filha, brincando.
Eu: Sim, mas antes eu fui até o Benjamim.
April: Você se encontrou com o Ben?
Eu: Aham, mas ele não pareceu se importar e agora entendo melhor o motivo. Digo, você parece lidar muito bem com as situações, até as de risco.
April: Ah, qual é, não me elogie tanto, se seus colegas não eram tão espertos. Além disso, foi a Vanessa que teve a ideia de humilhá-los e, pensando bem, você não tirou os olhos da minha filha.
Lembrar da Vanessa fez surgir um sorriso no meu rosto. Tenho certeza que a April não sabe que a filha dela me ajudou a me vingar daqueles babacas e me livrar de vez de tudo que fizeram comigo. Pensando bem, ela tem sido meu raio de luz desde que a Agustina foi embora. Se não fosse pela Vanessa, eu provavelmente ainda seria o fantoche da mamãe.
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Bruno teve sua primeira experiência sexual com a Agustina, que misteriosamente desapareceu. Mas enquanto uma loira vai embora, outra chega, como a Vanessa, para virar tudo de cabeça para baixo. Espero que tenham gostado desse capítulo e aproveitado.
Me enrolei de novo com aquela língua gostosa e minhas mãos travessas tentavam puxar aquele vestido para baixo. Como a Victoria não me parou, pensei que ela estava me dando permissão para tirar a roupa dela, tê-la pelada na minha frente era algo que eu estava louco para fazer, queria apertar aqueles peitos, chupá-los e mordê-los. No final consegui, com uma puxada, baixar o vestido até a metade. Os seios da minha tia pularam para fora, então minhas mãos foram direto para eles para acariciá-los.
Cego, eu não via que isso não estava agradando em nada a Vicky, que procurava uma maneira de me tirar de cima dela. No entanto, eu não dava trégua, a tinha completamente sob meu domínio. De tanto, seu vestido caiu no chão e eu me preparei para libertar meu pau, que estava totalmente duro dentro da minha calça. Ao me afastar de sua boca, me levantei e enquanto minha tia dizia algo, eu abaixei minha calça. Ela também se levantou, pois queria seu vestido, mas ficou de olhos arregalados ao ver meu pau ereto.
Vicky: Bruno…
Ela sussurrou, enquanto diminuía a distância entre nós, eu hipnotizado acariciei seu rosto, abri meus lábios e suavemente os encostei nos dela.–Tia-murmurei, segurando-a pela cintura novamente, sentia as batidas do meu coração ecoando nos meus ouvidos e minha respiração não parava de acelerar. Pensei que ia gozar, mas na minha mente surgiu a imagem da minha mãe com aqueles bastardos, o que me parou por alguns segundos, tempo suficiente para Victoria reagir.–“Bruno, eu só vou te ajudar com beijos, no máximo vou te dar um boquete, mas nada de sexo, tá bom?”ela disse, agitada. No entanto, eu estava fora de mim e tudo o que ela falava entrava por um ouvido e saía pelo outro. Me aproximei dela novamente, encurralei-a na parede e, segurando suas mãos, ouvi-a dizer para eu não fazer nenhuma loucura, mas já era tarde. Comecei a me esfregar nas suas coxas e, por mais que ela implorasse para eu parar, eu não parava. Pouco a pouco, meu pau foi se aproximando da sua buceta; quando rocei seus lábios vaginais, percebi que ela estava bem molhada e lembrei de quando fiz a mesma coisa no banheiro.
Eu: T-ti… Tia… Por-por que está se fazendo de difícil?
Vicky: Mmmhh… Bru-Bru… Bruno… Eu sou sua tia…
Eu: Sim… Mas você disse que ia me ensinar a ser um bom amante…
Vicky: Aaaghh… S-sim… Ma-mas eu me referia a outros aspectos…
Eu: Ah, é? Bom, com a Agustina já fizemos várias coisas, só falta transar. Imagino que ela pediu sua ajuda para que eu estreasse, porque você é uma mulher com muita experiência.
Seus olhos ficaram do tamanho de pratos ao ouvir isso.
Vicky: Bru… Bruno…
Sorrindo, continuei esfregando meu pênis na sua vagina molhada, aumentando a velocidade. Sentia seus líquidos banhando meu tronco, e ela se rendia à tentação. Seus gemidos eram um feitiço que me encorajavam a continuar e a ir mais longe. Justo quando ela acariciou minha bochecha direita e aproximou sua boquinha da minha, minha mãe bateu na porta.–“Victoria, você tá aí?”perguntou minha mãe, minha tia entre suspiros respondeu que sim, então mamãe perguntou o que ela estava fazendo no meu quarto, além de apressá-la para irem comprar, antes que minha tia dissesse algo, eu devorei seus lábios.
Isidora: Vicky, Vicky… ¡Vicky!
Gritou mamãe desesperada.
Vicky: J-ja… Já vou…
Expressou minha tia, totalmente entregue ao prazer. Ouvimos os passos da minha mãe se afastando, porque Emma estava chamando ela e continuamos nos beijando apaixonadamente, até que soltei minhas descargas. Ela, ofegante, se ajoelhou e provou meu sêmen com os dedos, eu, agitado, sentia como meu pau endurecia novamente, minha tia Victoria levantou o olhar e surpresa viu como eu o tinha ereto, pronto para continuar com a diversão. No entanto, ela ficou puta pelo que eu tinha feito,–“Bruno, eu falei nada de sexo e você quase enfiou em mim”–
–Desculpa, tia–eu fiquei de pau duro e entendi que tinha interpretado tudo errado. Ela, me vendo cabisbaixo, se agacha e lambe os lábios,–“Só pra você saber, eu só tô fazendo isso porque você é um cara muito fofo e sempre foi legal comigo”–Ela comentou e, pegando meu membro entre as mãos, respirou fundo enquanto passava o nariz por todo o meu pau.
Ela pôs a língua para fora e começou a lamber minhas bolas, aquilo foi espetacular, dava para ver que ela tinha experiência. Minha tia sorriu e voltou à cabeça, onde ainda havia um pouco de porra. Ela passou a língua suavemente, limpando tudo e deixando brilhando. Abriu a boca e engoliu meu pau até o fundo da garganta, para então começar a me chupar eufórica.
Uuughh… Ti-tia… Ooohhg…Só conseguia gemir de prazer, nunca tinham chupado meu pau de um jeito tão selvagem assim, eu não queria que ela parasse, pelo contrário, só desejava que ela continuasse espremendo minhas bolas até me deixar completamente seco. Nem percebi o momento exato em que gozei dentro da boca da minha tia, ela engoliu toda minha porra e, massageando suavemente meu pau com a mão, fez ele ficar duro de novo. Dessa vez, ela colocou meu pênis entre seus peitos, que balançava freneticamente enquanto passava a língua pela cabeça, não aguentei o ritmo da minha tia e soltei outro jato forte.
Eu: Ca… Ca… Caralho… V-v-você… Você é uma Deusa, tia Victoria…
Vicky: Obrigada, garoto, devo admitir que você também não é nada mal. Porra, sei que não é certo, mas se você já fez de tudo com a Agustina menos transar, então acho que é minha responsabilidade te iniciar.
Nossos olhares mostravam a vontade que a gente tinha de devorar um ao outro, no entanto, quando Vicky estava pronta para me dar minha primeira experiência sexual, mamãe bateu furiosa na porta,–"Victoria! Você não acha que está demorando demais?! E que porra você está fazendo com meu filho?!disse com um tom de frustração.–“J-já… Já vou, Isi”–disse minha tia, levantando-se e se afastando de mim, para se vestir e ir com minha mãe fazer compras.
Eu rapidamente coloquei minha calça, pois mal minha tia abriu a porta, minha mãe entrou e ficou nos olhando para ambos. Era hipócrita dela estar com ciúmes, se ela se entregava a qualquer um, no entanto, em vez de ficar bravo e exigir que ela me contasse a verdade que estava escondendo, fiquei atordoado ao vê-la, sua testa franzida me parecia bonita e até fofa. Com tesão e enfeitiçado pela minha mãe, me aproximei para dar um abraço e me aconchegar em seus peitos, enquanto meu pau esfregava nela.
Isidora: Fi-filho…
Expressou surpresa, eu cheirando seu aroma que tanto me enlouquecia, aproximei meus lábios dos dela e murmurei,–“Tá com ciuminho, gostosa?”ele não conseguiu me dar uma resposta, só vi ele corar.–“Você não deveria estar, porque você é única e insubstituível para mim”–Com certeza, mamãe não esperava essa minha atitude e eu menos ainda, mas depois de processar tudo e saber que ela era uma puta que até abriria as pernas para o próprio filho, me excitou e eu quis fazer.
Mamãe sorriu e, mordendo os lábios, sussurrou que tinha que ir fazer compras. Eu a soltei e deixei que fosse junto com minha tia. Ao vê-las saindo do meu quarto, lambi os lábios. Não sabia por que a ideia de ter algo com minha mãe me fascinava, ser mais que seu filho, embora ao mesmo tempo outra ideia maluca passasse pela minha cabeça: poder aproveitar a buceta da Vicky na frente da minha própria mãe. Imaginá-la testemunhando como a irmã dela cavalgava em mim me deixou duro de novo.
Parei de fantasiar acordado para finalmente descer, no entanto, quando estava prestes a fazer isso, ouvi a voz da Agustina.–"Nossa, parece que você não perde tempo, vizinho"–comentou de maneira zombeteira. Virei meu olhar para a janela, onde a garota estava sentada. Fiquei de boca aberta, porque a sacana tinha se vestido de colegial e a roupa era muito ousada, ela estava sexy pra caralho, me deliciando e me deixando atordoado por ela.
Minha vizinha provocadora sabia que sua travessura tinha causado o efeito que ela esperava, me deixar maluco, seguindo-a com o olhar vi como essa garota brincalhona se ajoelhou na minha cama. Depois de alguns minutos paralisado, voltei à realidade e comecei a me aproximar dela. Não tinha a menor intenção de perguntar como ela tinha chegado ali, ou quanto tinha visto, muito menos o que queria. Simplesmente me aproximei e num murmúrio perguntei se ela tinha descoberto algo sobre minha irmã.
Agustina sorriu e, me puxando pela camiseta, disse que a informação que tinha não me daria de graça. Eu respondi que faria qualquer coisa que ela desejasse, ao mesmo tempo que a segurei pela cintura. Atrevida como sempre, mordeu meus lábios - se havia uma mulher que me deixava mais louco que minha própria mãe e tia, era Agustina. Não sei se eram seus olhos, sua boca, sua personalidade ou seu corpo que me faziam me sentir totalmente atraído por ela.
Nossos lábios se fundiram num beijo ardente, enquanto minhas mãos desciam até sua bundinha. Cada segundo que passava, sentia que aquela boquinha era mais deliciosa que antes, um sabor único que me extasiava e eu queria continuar provando daquela iguaria. Mas antes que eu fizesse outro movimento, ela se afastou de mim. Ofegante, lambi meus lábios e ela, cruel à sua maneira, disse que duvidava que eu pudesse dar a ela o que queria, se já tinha gozado duas vezes com minha tia.
Eu: Nossa, então você nos viu desde o começo.
Agustina: Claro, não poderia perder esse espetáculo.
Respondeu enquanto mordiscava meu pescoço.
Agustina: Vou vir te ver lá pelas 20 horas, procure beber muita água e se alimentar bem. Ah, e que nenhuma te... clica aqui embaixo, entendeu? Eu apenas balancei a cabeça e a vi se afastar de mim, desaparecendo entre as cortinas. Deixei de admirar minha donzela de olhos verdes. Ao descer, não vi ninguém, sentei-me para comer e, enquanto comia, pensava na minha vizinha, tocando meus lábios. Revivi aquele beijo e saboreei minha saliva ainda misturada com a dela. Estava completamente alheio e viajando nas nuvens. Cada dia que passava ao lado dela me fazia sentir como se tivesse ganho na loteria, porque minha vida não era mais só desenhos, começava a viver novas aventuras. Quando terminei, levei uma garrafa de água para meu quarto, onde passaria um bom tempo sozinho pintando. Deixei de lado as telas com figuras de mulheres e liberei meu lado mais surreal. Nunca antes tinha me atrevido a pintar algo assim, pois temia ser julgado pelo meu pai e decepcionar minha mãe, ao dizer que não queria ser médico, mas me dedicar à arte. Todo esse medo se foi por causa da Agustina, por isso ela era a protagonista daquela pintura. Representada como uma bolha, que passava ao lado de um pincel com asas, uma em forma de pássaro e outra de borboleta, enquanto ao seu redor era cercada por espécies de demônios sombrios e alguns cômicos. Sentei na cama e bebi quase toda a água da garrafa. Havia muitos detalhes para aprimorar naquela tela à minha frente, mas me impressionava o que consegui fazer naquele tempo. Sorri, porém, aquele gesto iria desaparecer do meu rosto ao ouvir meu primo. Jorge: Nossa, pensei que essa coisa de pintura fosse passageira. Mas vejo que você tá mandando ver. Expressou em tom de deboche. Jorge: Agora ficou claro porque você sempre foi tão delicado e nunca te vi jogando futebol ou basquete. Eu: Você se engana, Jorge. Eu não jogava com você, o que é diferente, porque você é obcecado em me vencer e com certeza ia querer me humilhar como sempre. Em vez disso, preferia ficar ao lado da mamãe e da sua linda madrasta. Retruquei com certa ironia, e isso não agradou nem um pouco a ele. nada ao meu primo, que se aproximou furioso.
Jorge: O que você está insinuando com essa frase? Que você gosta da minha madrastra?
Eu: Se a Blanca me atrai ou eu gosto dela, isso não deveria te incomodar, porque seria hipócrita, não acha?
Jorge: Você é um doente.
Eu: Por quê? Por que a sua madrastra me deixa louco? Por que eu a desejo e quero comer ela?
Cada pergunta fazia com que o rosto do meu primo refletisse cada vez mais sua ira.
Eu: Não é a mesma coisa que você faz com a minha mãe? Por que eu não posso admirar a sua madrastra?
Jorge: Porque ela é sua...
Justo quando parecia que ele ia me dizer algo, minha mãe apareceu e o interrompeu. Jorge virou-se e baixou a cabeça, eu fiquei intrigado com essa declaração pela metade, no entanto, não me atrevi a pedir ao meu primo que terminasse o que queria dizer, já que mamãe estava muito puta. Na verdade, ela exigiu que Jorge fosse embora da casa ainda no mesmo dia, o que me deixou completamente chocado. Ele não disse nada, apenas pegou suas coisas e começou a fazer as malas, eu, desconcertado, só observava.
Eu deveria estar feliz porque ia me livrar do idiota do meu primo, que não incomodaria mais minha tia e não estaria comendo a mamãe. Mas em vez de felicidade, apenas dúvidas percorriam meu corpo e em meus pensamentos não conseguia parar de me perguntar: o que ele queria me dizer? Se eu só estava usando a madrastra dele para irritá-lo. Mamãe pegou minha mão e me levou até o quarto dela, onde me abraçou e começou a me dar beijos na bochecha.
Seus beijinhos foram se aproximando dos meus lábios, no entanto, ela parou e, após um suspiro, murmurou de seus lábios,–"Filho, por que você não me disse que foi você quem fez aquele retrato meu?apontando para aquele quadro que pendia na parede dela. O mais provável é que minha mãe, desde que viu aquele retrato que fiz para o Pedro, percebeu que fui eu quem a retratou, mas agiu como se não soubesse e só tivesse descoberto agora para tentar justificar sua atitude chata com meu primo.–"Meu filho, você não deve deixar que outros tomem crédito pelo que é seu, e se você temia que eu desaprovasse sua arte, pensou errado. Porque eu te amo e só quero te ver feliz"–ela sussurrou, sua declaração me deixou completamente sem reação, nunca esperaria essas palavras da mamãe.–"Então de agora em diante você não vai mais esconder suas pinturas e se precisar de uma modelo, aqui estou. Pode me desenhar do jeito que quiser, meu bebê, e depois dar amor para mamãe com esse pincel"–afirmou, segurando meu pau que ganhava vida com minha mãe luxuriosa.
Eu via seus lábios se aproximando dos meus, ela tinha conseguido seu objetivo de me fazer esquecer o que aconteceu no meu quarto, naquele instante eu só queria que minha mãe me desse um daqueles beijos safados e depois carregá-la para enfiá-la na cama dela. Mas antes que algo acontecesse, meu celular tocou, interrompendo tudo. Mamãe não queria me soltar, mas mesmo assim atendi a chamada e ao ouvir a voz do Pedro, ela se afastou de mim com medo.
Pedro: E aí, amigão. Tô te ligando porque você não respondeu minhas mensagens. Acho que ainda tá chateado com o que aconteceu ontem à noite, né?
Mamãe, ao ouvir isso, ficou desconcertada, e não era pra menos, já que ontem à noite ela tinha participado de uma orgia com aquele moleque e os amiguinhos dele, além do nosso ex-vizinho, e temia que eu tivesse visto.
Eu: Tô ocupado, por isso não vi suas mensagens, mas fala aí, o que você quer?
Pedro: É sobre o segundo trabalho que eu tinha comentado com você. Acontece que minha mãe, ao ver o retrato da vovó, quis um também, então te mandei uma foto dela, pra você fazer sua arte. Ah, e também, se prepara pro que vem por aí, com certeza você vai curtir.
Antes que ele dissesse mais alguma coisa, eu desliguei. Mamãe tentou se aproximar de mim, mas eu não permiti e só comentei que estava ocupado e que depois a gente conversaria sério. Escapei daquela tentação e, ao chegar no meu quarto, não havia nenhum sinal do Jorge. Sentei na cama e olhei as mensagens do imbecil do Pedro. Ao ver a foto da mãe dele, fiquei impressionado, porque a senhora era uma verdadeira gostosa, aquele filho da puta sempre a descrevia como horrível, com certeza pra ninguém cobiçar aquela mulherão.
Só de ver aquelas curvas e aquelas tetas que ela tinha, me deu um tesão enorme, que, junto com a curiosidade por ser a mãe daquele desgraciado, deixou meu pau bem duro. Algo me obrigava a me masturbar olhando a foto daquela mulher, mas antes que eu começasse a me tocar diretamente, Decidi deixar de lado o celular. Agitado, me levantei e caminhei até a janela para tomar ar. Não sei se foi a melhor decisão, já que Agustina estava tomando sol, assim como minha ex-vizinha fazia antes.
Vê-la de rabo de cavalo e num biquíni sensual me deixou sem alma. Aquele corpo maravilhoso que ela ostentava fez meu pau inchar ainda mais. Era como se fizesse parte do plano dela, porque segundos depois que me mostrei na janela, ela me encarou fixamente e com o dedo indicador me chamou para descer. Hesitei por alguns instantes, mas aquela garota já me tinha embriagado e em suas mãos, então fui até ela.
Ao sair, minha mãe me perguntou aonde eu ia, mas minha tia se intrometeu e disse para ela me deixar em paz. Começando assim uma discussão entre as duas, segui meu caminho como uma abelha em direção a uma flor. Ao chegar onde minha vizinha estava, ela ficou ainda mais provocante. Terminando de passar protetor nos braços, ela abaixou o top do biquíni e me mostrou aquelas preciosas tetas. Colocando um pouco de crema nas mãos, começou a massagear aquelas duas belezas, e eu, como um bebê, queria me aproximar daqueles mamilos duros para chupetar.
Agustina: E aí, Brunito? Quer se divertir com essas duas?Disse de maneira brincalhona, exibindo ainda mais seus seios lindos. Meus olhos não paravam de crescer, assim como meu pau.
Agustina: Vem, Brunito, chega aqui e massageia meus peitos pra mim, por favor.
O pedido dela foi como uma melodia linda pros meus ouvidos, que me motivou a dar um passo à frente. Agustina sorriu e, de maneira safada, se recostou na cadeira, mas antes me puxou pela camiseta e me puxou pra perto dela, ficando por cima. Nossos lábios começaram a se tocar e eu sentia uma vontade desesperada de provar aquela boquinha tão melada, mas minha vizinha me segurou bem na hora que eu queria devorá-la.–“Tranquilo, primeiro massageia meus peitos e depois eu deixo você me beijar”–sussurrou.
Tentando resistir à tentação de saborear aqueles lábios, fui colocando minhas mãos sobre aqueles peitos preciosos. Sentir a respiração dela tão perto era excitante pra caralho, mordendo o lábio me concentrei no que minha vizinha havia pedido, mas tocar aqueles seios macios e ouvi-la gemer me deixava impaciente, eu ansiava por enroscar minha língua na dela e perder a noção do tempo, me deixando levar.–“Bru-Bruno… Vai com mais calma, tá bom?”-ela sussurrou com uma carinha de santinha.
Agustina queria me fazer perder a cabeça, foi o que pensei enquanto acariciava com ternura aqueles peitos e meus lábios estavam colados nos dela, como se a boca da minha vizinha fosse um ímã atraindo a minha. Nossas respirações se misturavam de um jeito sufocante e cada vez mais nublava meus pensamentos. Cego, só percebi que o olhar daquela loira gostosa mudou para um olhar de pura luxúria. Continuei amassando seus seios e belisquei aqueles mamilos por alguns segundos, quando de repente senti a língua da minha vizinha invadindo minha boca.
Só isso bastou para que eu me soltasse de vez e, como um louco, apertasse forte aquelas tetas e me perdesse beijando ela por longos minutos, aproveitando aquele intercâmbio de saliva. Úmida, quente e viciante era a boca dela. Ao nos separarmos, me lambuzei sem parar de saborear a baba dela. Agustina, sorrindo de modo provocante, me sussurrou:–“Sabe, o papai tá dentro de casa, ainda quer continuar?”Conhecendo ela, era bem provável que estivesse me testando, querendo ver se eu era corajoso numa situação perigosa.
Num estado mais normal, eu teria hesitado em dar uma resposta, mas naquele momento, já não estava raciocinando e num murmurei que sim. Essa resposta deixou a garota do lado ainda mais excitada, que foi tirando minha camiseta e, assim que faz isso, começa a lamber e chupar meus mamilos. Nunca imaginei que essa parte do meu corpo fosse ser tão prazerosa. Depois disso, Agustina envolveu meu pescoço com os braços e, me olhando fixamente, pediu que a levasse para o quarto.
Não hesitei em pegá-la nos braços e carregá-la até seu quarto. Só queria fazer com aquela linda loira o que ainda não havíamos feito: transar. Estava morrendo de vontade de penetrá-la, de perder minha virgindade com ela, que me ensinasse o que era fazer sexo e chegar ao orgasmo dentro dela. Enquanto subíamos as escadas, meus olhos só se fixavam em Agustina e, com o atrito entre meu pau duro e sua buceta que com certeza já estava encharcada, minha vizinha me beijou de novo.
Finalmente chegamos ao seu quarto, onde deitei Agustina com cuidado e depois me virei para trancar a porta. Não queria que ninguém me impedisse de aproveitar aquela figura majestosa. Ela, sentada na cama, começa a tirar o maiô. Completamente pelada, eu via com ainda mais desejo aquele corpo que um dia admirei como arte e agora só queria torná-lo meu. Com o dedo indicador, ela me chamou para me aproximar, mas eu quis dar uma boa olhada com calma. Nossa, como minha vizinha era sensual.
Abaixando minhas calças, me aproximei de uma Agustina brincalhona, que deu algumas lambidinhas no meu tronco, sem parar de sorrir. Lentamente, seus lábios envolveram minha glande e ela foi chupando a cabeça do meu pau com delicadeza, mas com uma maestria única. Sem dúvida, Agustina chupava muito melhor que Emma e até me parecia... superior à minha tia, minhas pernas tremeram por alguns segundos, então ouvi um«Pop»ela afastou a boca do meu pau e uns fios de baba escorreram pelo queixo dela, e ela lambeu os lábios.–“Mmmhh, que delícia!”–exclamou minha vizinha com um sorrisinho malicioso. Antes que eu pudesse responder, ela se aproximou novamente do meu pau e deu uma beijadinha na cabecinha que já havia saboreado. Depois subiu até minha boca e novamente me envolveu em seus braços, para me beijar. Nossas línguas não paravam de se entrelaçar e nos estimular, eu sentia que ela me beijava cada vez com mais ânsia. Fomos nos deitando na cama dela, onde nossas peles não faziam outra coisa além de se roçar, aos poucos eu sentia um pequeno nervosismo, porque temia não estar à altura para satisfazê-la.
Ela percebeu isso e, acariciando meu rosto com suas mãos delicadas, sussurrou que eu não devia me preocupar com nada e apenas relaxar e aproveitar. Voltamos a nos beijar e nossas línguas brincavam como se nunca tivessem feito aquilo antes. Gradualmente fui encontrando um pouco de calma, ela foi abrindo as pernas e eu, timidamente, aproximei meus dedos para brincar com seu clitóris, enquanto meu pau esfregava aqueles lábios vaginais. Depois de alguns segundos, enfiei um dedo em sua buceta,–“Aaah... Issooo, Bruunooo...”disse ela.
Ouvir essas palavras me deixou mais tranquilo, já que sabia que ela estava curtindo aquela brincadeira. Fui tirando e colocando meu dedo com delicadeza enquanto com outro passava a acariciar sutilmente sua bucetinha. Fui vendo como seu peito se inflava porque sua respiração acelerava e ela mordia os lábios para controlar os gemidos. Aproximei minha boca da orelha dela e mordi, depois percorri com beijos seu pescoço fino até chegar nos mamilos durinhos.
Dei uns linguados carinhosos nos mamilos dela, antes de começar a mordiscá-los. Ela soltou um pequeno jato do seu mel, banhando assim minha mão, que levei à boca e lambi. Percebi pelo olhar dela que queria algo, então perguntei se queria provar seus suquinhos. Agustina sorriu e balançou a cabeça de um lado para o outro enquanto dizia que não.–“O que eu quero, Bruno. É que você me enfie isso”–murmurou, pegando minhas mãos no meu pau e o aproximando da sua buceta molhada.
Entendi que não dava mais para prolongar aquilo e me deixei levar pela minha luxúria. Os nervos definitivamente já tinham passado, os dois queríamos fazer isso, quando vi a cabeça do meu pau entrando na sua xoxota, suspirei e olhei nos seus olhos, perdidamente neles, só senti meu tronco mergulhando naquela vagina úmida e quente. Ela soltou um gemido,–“Aiii, meu Deeeus... Não paraaa...”–Ela me encorajou, soltando meu membro da mão e abraçou meus quadris com as pernas.
Seus braços envolveram meu pescoço novamente, enquanto eu com minhas mãos fui segurando sua cintura. Nossos lábios se roçavam enquanto movíamos nossos corpos e cada vez eu ia enfiando mais fundo meu pau, fazendo com que ela gemesse cada vez mais alto.–“Iissso... Continua assim...”–ele disse, mordendo meus lábios, eu mal tinha metido metade do meu pau, mas era incrível pra caralho estar dentro daquela buceta, que apertava e sugava meu tronco.
Não aguentei mais e a beijei ao mesmo tempo que enfiava meu pau mais fundo, ainda não assimilava que tinha perdido minha virgindade. Nossas bocas se separaram e eu cheguei ao fundo daquela vagina apertada. Minha vizinha sorria e, sem dizer nada, começou a mover os quadris, iniciando um coro de gemidos. Seus seios balançavam de baixo pra cima e ela voltou a morder meus lábios, saboreando assim sua doce saliva que me motivava a não ficar parado.
Eu: Ca-caralho, Agustina, sua bocetinha é uma delícia...
Garanti, começando a mover minha pélvis lentamente.
Agustina: Uuuff… Bru-Brunooo…
Exclamou, jogando a cabeça pra trás e fechando os olhos, enquanto arranhava minhas costas. Cada enfiada que eu dava era mais forte que a outra e ela adorava, dava pra ver pelo rosto e pelos gemidos. Além disso, as paredes dela apertavam meu membro com muita força, isso me deixou feliz e aumentei a intensidade ainda mais. Agustina começou a se contorcer de prazer e entre seus gritos me pediu pra não parar, eu obviamente não tinha a menor intenção de parar, mas aí, ouvi batidas na porta.
Samuel: Agustina, você está bem?
Perguntou o pai dela, me deixando gelado e paralisado porque nunca imaginei que aquele homem estivesse em casa.
Agustina: Siiim... Pai... Tô... Tô ótima...
Respondeu movendo os quadris e se aproximando do meu ouvido para sussurrar que eu não tivesse medo.
Samuel: Tem certeza? Porque você parece muito agitada, filha.
Agustina: Oohhh… Pai, eu tô bem, sério.
Disse ela tentando fazer a voz não tremer e soar o mais natural possível. O fato do pai dela estar a metros de nós parecia excitá-la ainda mais, já que ela não parou de mover os quadris. Definitivamente, eu não podia ficar parado nem por mais um segundo e tinha que corresponder àquela garota maravilhosa com estocadas, como estava fazendo antes do Samuel interromper. Segurando sua cintura novamente, retomei as investidas, sentindo que entrava mais fundo e minha vizinha mal conseguia calar seus gemidos.
Seu pai hesitou em ir embora e tentou girar a maçaneta para entrar, porém, justo na hora seu celular tocou e ele saiu para atender a ligação. Aliviados, os dois soltamos um suspiro profundo e depois nos beijamos com veemência. Minhas mãos soltaram aquela cintura para agarrar aquele rabinho lindo, e ao apertá-lo, rocei com meus dedos aquele buraquinho que alguns dias atrás estava dilatado pelo plug que aquela sacana estava usando. Lembrando disso, perguntei onde estavam seus brinquedinhos, porque queria fazê-la gritar ainda mais.
Agustina: V-você é um tarado, Brunito…
Disse rindo.
Eu: Você que me transformou nisso, então assuma a responsabilidade.
Respondi, mordendo seu lábio inferior.
Agustina: E é isso que estou fazendo.
Replicou, me dando uns beijinhos rápidos.
Agustina: Vou te dar a melhor foda da sua vida, você nunca vai me esquecer.
Concluiu, me empurrando com as pernas para que eu continuasse me movendo dentro dela. Meu pau estava cada vez mais apertado naquela bucetinha e pronto para gozar, mas eu não queria ejacular sem que ela tivesse gozado pelo menos uma vez antes. Não podia me permitir vir quando ela estava curtindo tanto, mas a cada estocada que dava, sentia um jato escapando. Fui amassando seus seios com força e me concentrei nisso para não acabar descarregando.
Colada no meu ouvido, ouvi minha vizinha dizer,–“Diooooss... Bru-Bruno… Maaaais... Maaaais...”como eu poderia gozar se estávamos no melhor momento?, nunca imaginei que o sexo fosse tão gostoso, mas por mais que eu quisesse resistir e continuar fazendo a Agustina gozar, a verdade é que eu estava quase chegando lá e meu pau pulsava loucamente dentro dela, algo que minha vizinha percebeu.–“Goza... Encheeeeee... Com seu gozo...”ele sussurrou.
Aquela declaração fez com que eu soltasse toda a carga que estava reprimindo dentro dela. Agustina, ao sentir meu primeiro jato de sêmen, começou a liberar seus fluidos, que banhavam meu tronco enquanto eu ia perdendo força e vigor. Nos beijamos mais uma vez, ela sorriu satisfeita, embora eu também percebesse um sentimento de angústia em seus beijos gostosos. Ficamos totalmente exaustos na cama dela, ela se aconchegou em mim e eu a abracei, fechando os olhos.
Ao acordar, vi uma Agustina forçando um sorriso, algo que me deixou confuso. Quando perguntei o motivo daquele sorriso falso, ela não disse nada. Também não quis pressioná-la — e, provavelmente, se eu tivesse feito isso, talvez não estivesse aqui agora, nem teria descoberto todos os segredos dos meus pais. Ela ia verificar se o pai dela não estava no primeiro andar, para que eu pudesse sair, mas, para animá-la, disse que usaria a janela, como ela costumava fazer.
Ela soltou uma risadinha, que contrastava com seus olhos ainda tristes. Sem dizer mais nada, me aproximei da janela para ir embora, quando então ela exclamou meu nome e pegou minha mão. Eu me virei e vi seus lábios se fundirem com os meus novamente. Depois daquele beijo apaixonado, desci atordoado pela janela da minha vizinha. Ao chegar em casa com o rosto ainda sorridente, minha mãe perguntou onde eu tinha estado. Passei direto por ela, porque só queria ir pro meu quarto pintar e olhar para a garota do lado.
Embora Agustina não tenha aparecido na janela, eu sabia que ela estava me observando por trás das cortinas. Na manhã seguinte, acordei bem animado, tomei um banho rápido e saí para esperar minha vizinha. No entanto, ela parecia já ter ido embora, o que achei estranho. Mesmo assim, fui pra escola e, para minha surpresa, Agustina não estava na sala e não apareceu durante a primeira aula. Quando tocou o sinal do recreio, levantei sem muito ânimo, e foi aí que o idiota do Pedro se aproximou de mim.
Com apenas— ver ele, vinham as imagens daquela noite fatídica em que minha mãe foi a putinha dele e do grupinho dele.–“Brunito, meu amigo. Preciso falar com você”–ele falou com um sorriso debochado. Eu não disse nada, mas imaginei que tinha a ver com a mãe dele, porque não deixou nenhum dos seus amiguinhos nos seguir. Quando já estávamos longe o suficiente de todo mundo, ele sussurrou no meu ouvido,–“Ontem te mandei uma foto da minha mãe, espero que não te passe pela cabeça fazer algo tão idiota quanto compartilhar com os outros, porque se fizer, vai ser a sua mamãe que vai sofrer as consequências”–Para a surpresa do Pedro, eu soltei uma gargalhada,–“Que porra é essa? Eu fiz alguma piada?”retrucou irritado.–Fica tranquila, não vou compartilhar a foto com ninguém, mas não porque tô com medo da sua ameaça. Na real, tô pouco me lixando pro que você faça.eu respondi, ele ficou puto e me apertou o pescoço com o braço, soltando uns palavrões,–“Ah, é mesmo? Então a loira gostosa que anda com você vai ser a que vai se fuder”–Irritado, empurrei ele e o encostei na parede.
Isso chamou a atenção de um professor que estava passando pelo corredor e ele nos levou até a diretoria. Tentei ignorar o babaca do Pedro para não cair nas provocações dele, enquanto esperávamos do lado de fora do escritório do diretor. Foi quando uma figura esbelta com um quadril perfeito apareceu, suas pernas longas, sua bunda empinada, seus peitos enormes e a cabeleira loira me deixaram paralisado.–Caralho, que mulher gostosapensei comigo mesmo.–"Nossa, não esperava que você fosse confessar o que sentiu ao me ver, Bruno"–April disse algo surpresa e corada. Eu, ao perceber que havia revelado algo que deveria ter omitido, fiquei vermelho, ela soltou uma gargalhada e me pediu para continuar, que aquilo não a tinha incomodado e que eu não deveria ter vergonha. Demorei um pouco para continuar, pois só de lembrar o que senti ao vê-la pela primeira vez, meu coração acelerava de novo e eu ficava nervoso.
Seus olhos azuis pareciam me penetrar por dentro, ela esboçou um sorrisinho e, surpreendentemente, disse as palavras que estavam passando pela minha cabeça naquele momento,–“Ver ela andar com os peitos balançando foi um privilégio”–eu tava pirando, não conseguia acreditar que a April conseguia ler minha mente tão facilmente. Ela anotou algo no caderno e depois me encarou de novo, aí eu entendi por que o Benjamin parecia não estar preocupado quando eu avisei que a mãe dele estava em perigo.
April: Naquela manhã meu filho dormiu demais, eu poderia ter deixado ele ficar em casa, mas ao olhar a agenda dele percebi que ele tinha uma prova. Então acordei ele e levei pra escola, algo que tenho certeza que ele não gostou. Com o Tom nós não exigimos dos nossos filhos as melhores notas, nem que nos façam sentir orgulhosos com conquistas em coisas que eles não gostam, porém responsabilidade é algo que sim exigimos e o Ben sabe disso.
Ela comentou tentando me fisgar na história de novo e conseguiu. Depois dessa declaração, eu continuei relatando, contando que depois de vê-la e ficar babando, o Pedro chegou perto e sussurrou pra mim,–"É ela, a milf que eu quero pegar. Ufff, que gostosa, daria tudo pra chupar esses peitões e meter na bunda dela"–Parei de admirar ela quando percebi que o tarado do meu colega começou a se tocar na virilha.–“Você tá doente”–Falei com nojo, algo que pareceu não importar para ela.
Depois desse encontro, o dia passaria devagar e muito chato, sem nenhum sinal da Agustina. Quando eu mandava mensagem para perguntar onde ela estava, minhas mensagens não chegavam, e ao ligar, aparecia que o número não existia.–Algo estranho estava acontecendo, mas antes de ir pra casa e descobrir o que tinha acontecido com minha vizinha, Pedro e seus amiguinhos passaram do meu lado falando de você, April, dizendo que sabiam onde te encontrar e que era hora de executar o primeiro passo do plano deles–
April: Entendo, foi assim que você e aqueles moleques me encontraram com minha filha, brincando.
Eu: Sim, mas antes eu fui até o Benjamim.
April: Você se encontrou com o Ben?
Eu: Aham, mas ele não pareceu se importar e agora entendo melhor o motivo. Digo, você parece lidar muito bem com as situações, até as de risco.
April: Ah, qual é, não me elogie tanto, se seus colegas não eram tão espertos. Além disso, foi a Vanessa que teve a ideia de humilhá-los e, pensando bem, você não tirou os olhos da minha filha.
Lembrar da Vanessa fez surgir um sorriso no meu rosto. Tenho certeza que a April não sabe que a filha dela me ajudou a me vingar daqueles babacas e me livrar de vez de tudo que fizeram comigo. Pensando bem, ela tem sido meu raio de luz desde que a Agustina foi embora. Se não fosse pela Vanessa, eu provavelmente ainda seria o fantoche da mamãe.
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Bruno teve sua primeira experiência sexual com a Agustina, que misteriosamente desapareceu. Mas enquanto uma loira vai embora, outra chega, como a Vanessa, para virar tudo de cabeça para baixo. Espero que tenham gostado desse capítulo e aproveitado.
3 comentários - Segredos de Família. Capítulo VI:
Espero el siguiente capitulo Saludos 🤗
"Jorge: Porque ella es tu…" ¿Madre, Prima, hermana, nodriza, ada de los dientes?🤔 ¿Y Agustina? Mi hipótesis es que su desaparición tiene que ver con su Padre. 🤔 Bruno se atrevera a darle el zarpazo a la madre de Pedro? 🤔 Por lo que nos cuentas, en el futuro Bruno no manda a la mierd* a Isidora por las metiras, 😠 ya que vanesa lo ayuda a no seguir siendo su titere. 😑😑😑 A la espera del capítulo 7. 😉