Memorias del olvido p10

Memorias del olvido p10

-que mas tenes para mi?-
-para nene, calmate. no te voy a coger como querria, pero algo parecido vas a tener, vamos a casa asi no demoramos mas.-

Claro... que de que estoy hablando? de mi cuñadita y si queres saber como habiamos llegado hasta aqui, leete el relato anterior en el siguiente link.

https://m.poringa.net/posts/relatos/4509573/Memorias-del-olvido-p9.html

Manejè todo el camino pensando que traeria entre manos la pendeja esta... estaba muy desconsertado, ya me habia pegado flor de tirada de goma e insistia en que no ibamos a coger. Charle tratando de sacar data entre joda y joda.
- sale trio con sol?-
-sos boludo nene?!- no le habia gustado la broma pense. 
- sol no se prende ni loca- concluyo su frase y se rio.

Era demasiado brava, iba al frente sin drama y ya habia descubierto que a su cuñado lo podia calentar como queria.
Llegamos a casa, guarde el auto en el garage de la esquina que alquilaban y bajamos. Antes de salir del garage, vino a mi lado y me dijo
-para, quiero recordarlo para jugar un rato solita- mientras me paqueteaba.
Obviamente la pija se me hincho a mil de nuevo. La agarre de la nuca y la bese
-para nene!- me dijo entre risas pero apartandome
ajuste fuerza y la bese de nuevo. Accedio.
Con una mano en su cola la aprete contra mi, y mordiendole los labios, amenazante le dije
-pendeja, no me provoques que te cojo aca sobre el capot del auto y sin forro. no me importa nada-
La solte. Se aparto y se cago de risa. Era todo un juego para ella.
Caminamos a casa esa media cuadra y antes de entrar, se acerco a mi oido, y susurro
-CECI!-
Quede bloqueado, no supe qué ni pude preguntar mas, ya estabamos adentro de casa. 
Mi suegro me pregunto desde su cama -todo bien?-
-si si, vinimos despacio nomas. nunca faltan los machados- justifique el tiempo que habiamos demorado.
Entre le avise a mi novia y me acoste en la cama de la biblioteca, con la pija hinchada con ganas de clavarla a la pendeja y con la palabra que me habia dicho en la puerta de la casa "CECI" dando vueltas por mi cabeza.

CECI era esa amiguita de bren que les contaba en el episodio anterior. Una morocha fuerte, grandota, de piernas potentes y buena cola, las gomas eran demasiado grandes para mi gusto, de esas que un poco que cuelgan, pero tenia una dulzura en la mirada que hacia que todo lo anterior fuera lo de menos.
morenaEu tinha visto ela poucas vezes, raramente a gente se encontrava na casa dos meus sogros, mas quando eu via, não conseguia tirar os olhos dela. Algum fim de semana a gente tinha se encontrado na piscina e o espetáculo era mais que apreciável. Que pedaço de mulher! Naquela noite, dormi e umas 9 da manhã a Solange me ligou, me acordou com um beijo, nem imaginava o que tinha rolado naquela noite com a irmã dela. — Gordo, vamos correr? — Fala, deixa eu tomar um banho e a gente come alguma coisa no caminho. — Sim, sim, eu preparo algo agora. Foi assim, saímos um tempinho no parque, umas voltas, e voltamos andando pra casa. — Você vai ficar um pouco à tarde, gordo? — ela me perguntou. — Sei não, acho que não, tô mais a fim de ir descansar em casa. — Eu ia te falar pra ficar pra gente entrar na piscina, mas as amigas da Bren tão vindo... — Aaaah — eu falei. Por dentro pensei: "Tinha que ficar pra ver qual é". — Quer que eu fique pra te fazer companhia? — perguntei. — Assim você não fica entediada à tarde... — Bom, a gente vê. Comemos umas 2 da tarde e umas 3 chegaram quatro amigos da Bren. A Paty, dois carinhas e a CECI. Zoaram um tempo e foram pra piscina... eu colocava música com uma caixinha de som da janela da biblioteca, com minha mina do lado, e ficava de olho na piscina de vez em quando. A Paty também era muito gostosa, mas eu não tirava os olhos da Ceci. Ela tava com um biquíni rosinha cor de chiclete, bem apertadinho e cavado, as nádegas dela sobressaíam mais que o normal e a parte do "sutiã" era branca, que na pele morena dela destacava ainda mais os peitões. A verdade é que ela não olhou pra mim a tarde inteira, mas de vez em quando se juntavam pra cochichar com a Bren e morriam de rir. — Se quiser ir descansar, não me incomoda, né? — interrompeu minha observação minha mina. — Também quero deitar e dormir um pouco — concluiu. — Beleza, amor, já me arrumo e vou. Saí, pra voltar pra casa, e 10 minutos depois de ter saído, recebo uma mensagem da Bren: "ADOREI COMO AMASSASSOU O 'MACHÃO'"…"…"ACHEI QUE TINHA ENTENDIDO ONTEM À NOITE" Eu: "DO QUE CÊ TÁ FALANDO, GATA?" Bren: "DA CECI, SEU BURRO, DA CECI." Eu: "É QUE EU NÃO ENTENDI O QUE ROLA COM A CECI" Bren: "CÊ NÃO ENTENDE NADA, MESMO, MOLOQUE, DEIXA PRA LÁ" Não soube o que responder e fiquei esperando alguma outra mensagem. Nada… Tinha que fazer ou falar algo. Mandei texto de novo. Eu: "BREN, ME FALA O QUE ROLA, SENÃO NÃO TE EMPRESTO MAIS ELA. HAHAHA" Bren: "FICA TRANQUILO QUE EU SEI COMO FAZER O QUE EU QUISER COM VOCÊ, MAS VOU TE FALAR PORQUE CÊ É MAIS BURRO DO QUE EU IMAGINAVA"…"ARRUMEI PRA CÊ SE ENCONTRAR COM A CECI, SEMPRE PERCEBI COMO CÊ OLHAVA PRA ELA E SEI QUE CÊ GOSTA DELA"…"ISSO SIM, NADA DAQUILO DE ONTEM À NOITE. HAHAHA" De novo não soube o que responder… Eu: "HAHA. TÁ BOM, ME AVISA" Bren: "ANOTA AÍ, BURRO: 15536…." "APAGA TUDO, MINHA IRMÃ ME MATA" Não sabia o que fazer… mando ou não? Foda-se, quase comi a irmã dela, isso é menos grave. Eu: "CECI, COMO CÊ TÁ?" Ela não respondeu até a noite. Umas 23h me mandou, eu já tava na cama. Ceci: "COMO CÊ TÁ? A BREN ME FALOU QUE CÊ PEDIU MEU NÚMERO" (que mina filha da puta, pensei… me fez entrar cego. Hahaha) Eu: "É, NA REAL EU COMENTEI COMO CÊ TAVA LINDA E ELA MEIO QUE DE SACANAGEM PASSOU SEU NÚMERO, ESPERO QUE NÃO CONTE PRA SOL" Com essa mensagem esperava deixar claras minhas intenções e as regras do jogo… Ceci: "AI, CÊ É UM DOCE, PARECE BEM LEGAL PRA CARALHO" Eu: "MAS…?" Ceci: "SEM MAS" Eu: "ENTÃO SE EU TE CONVIDAR UM DIA PRA SAIR OU TOMAR ALGO, TÁ DE BOA?" Ceci: "TÁ, MAIS QUE DE BOA, ATÉ SEI QUE CÊ MORA PELA ZONA NORTE, NÉ?" Realmente eu morava pela zona norte da cidade. Eu: "CÊ TAVA AVERIGUANDO?" Ceci: "NEM TANTO… MAS TAVA. HAHA" Conversamos mais um pouco e combinamos de nos ver um desses dias. Quinta à noite, fui comprar no mercado dos chineses e trombei com ela, cumprimentou meio sem graça, tava com a mãe dela… entendi a genética. Mãe gostosa. Comprei minhas coisas e saí. Uns metros adiante ela me esperava encostada numa parede. Nos olhamos e rimos. -Vai pra lá?- perguntou apontando com a mão. - Ajam — acenei com a cabeça —. Vai me acompanhar?
- Só um pouquinho, pode ser — respondi.
- Ok, pega essa bolsa e me espera aqui —
Voltei pro chinês e peguei duas latas de cerveja.
- Agora vamos? — brinquei, segurando as latas.
- Kkkk, sabia que você era gente boa —
Caminhamos as quatro quadras até minha casa e convidei ela pra entrar.
- Não, não. Vamos ficar aqui, tá gostoso —
Sentamos na calçada e batemos papo mais um pouco.
- Bom, vou nessa, minha mãe tá me esperando —
- Fala, espera aí que vou pegar uma jaqueta e te acompanho —
- Me empresta uma também? Tô com frio —
- Fala —
Nossa conversa tava bem solta, não falávamos de nada específico, mais zuando, como qualquer vizinho.
Acompanhei ela até o apê dela, umas seis quadras de casa, e me despedi.
Ela me abraçou e me beijou na bochecha, bem perto da comissura dos lábios. Apertei a cintura dela, sem mãos, mais com os braços, e abracei de volta. A sensação dos peitos dela apertando em mim era muito excitante. Me afastei e voltei pra casa.
Ceci: “TO COM SUA JAQUETA E UM PRETEXTO PRA TE VER. KKK”
Eu: “KKK. QUANDO QUISER”
Ceci: “MAS NÃO SEI SE DEVOLVO, TO AMANDO O PERFUME”
Eu: “VAI TER QUE ME TRAZER ALGUMA COISA” (Aquela jaqueta tinha sido presente da Solange)
Ceci: “MINHA PRESENÇA BASTA?”
Eu: “SE TROUXER MINHA JAQUETA, SIM”
Ceci: “OLHA QUE VOU SÓ COM SUA JAQUETA VESTIDA, HEIN? ASSIM NÃO TEM COMO NÃO TRAZER DE VOLTA”
Eu: “KKKK. VENDIDO PRA DONA DOS PEITOS DE FORA”
Ceci: “KKKK. VOU INDO, VOU COMER”
Entendam que naquela época não tinha WhatsApp, era pacote de SMS e se comunicar não era tão fluido como hoje.
Cortei o papo naquela noite e fui dormir.
Na noite seguinte, sexta-feira, umas 7 da tarde, chegou SMS (que velho me sinto)
Ceci: “TÁ AÍ?”
Eu: “TÔ SIM. TUDO BEM?”
Ceci: “TÁ NA SUA CASA, BURRO?”
Eu: “KKK. TÔ SIM. AQUI”
Ceci: “SOZINHO?”
Eu: “TÔ SIM, TUDO BEM”
Passaram uns 4, 5 minutos e chegou outro SMS
Ceci: “SAI”
Eu já desconfiava que ela tava lá fora. Abri a porta e vi ela. Cabelinho preso, franja na testa, legging. negra e camiseta preta de algodão super justa nas tetas. Uma latinha de cerveja em cada mão e amarrada na cintura, minha jaqueta — cortesia devolvida — ela disse e sorriu. Era daquelas pessoas tímidas e logo se via nas bochechas dela, que ficavam vermelhas, deixando o sorriso ainda mais doce. — Passa — falei. Ela deu um passo pra frente e eu peguei os punhos da minha jaqueta, que ainda prendiam o quadril dela, e puxei ela pra perto de mim. Tendo ela na minha frente, tentei desamarrar minha jaqueta e aproveitei pra tocar o quadril dela e uma parte da barriguinha. Ela continuava com os braços abertos segurando as latas, mas olhando atenta pro que minhas mãos faziam. Levantei a cabeça pra reclamar que ela tinha marcado a cintura por causa do nó que ela fez, mas quando vi ela, toda corada, não tive escolha melhor do que puxar as mangas da minha jaqueta, que ainda envolvia o corpo dela por cima da bunda, apertando ela contra mim, e beijei a boca dela. A mina, com a carinha meiga e o jeito inocente, me deixava a mil... A gente se pegou um tempo e eu soltei o clássico — Coloco uma música? — Ela balançou a cabeça e abriu bem os olhos "animada" enquanto dava um gole na cerveja. Levei ela pro quarto, lá tinha o computador e eu sentei pra escolher. — O que boto? — O que você quiser — respondeu enquanto fuçava minhas coisas numa estante. Ela amarrou de novo a jaqueta na cintura e sentou no meu colo, passando a mão por trás do meu pescoço, como se a gente fosse namorado há anos. Tentei desamarrar minha jaqueta de novo e ela me parou, colocando o dedo indicador no meu queixo — Você vai ter que merecer! — A gente começou a se beijar de novo e eu abracei tudo que dava. As pernas daquela mulher eram perfeitas e, mesmo com a legging, dava pra ver que eram firmes e bem torneadas, terminando nuns glúteos grandes, empinados e duros. Minha mão confirmava, passando por elas.rabaoEstiquei a regata dela pra soltar da minha jaqueta, passei a mão por baixo da regata e levei pro lado da buceta dela pra começar as carícias de leve. Com a mão que tava livre, ela ajudou e deslizou a regata pra fora da pressão da jaqueta. Ela se mexeu pra trás e tirou ela de vez. A inocência dela tinha ficado do lado de fora do meu quarto. Vou insistir no tamanho dos peitos dela, eram grandes demais, a ponto das alças do sutiã estarem mais que esticadas aguentando o peso daqueles dois peitos que pendiam. Feliz da vida, comecei a beijar ela no meio dos peitos. Levantei ela e levei pra cama, a música tocando de fundo.fio dentalPego os pés dela e tiro os tênis e as meias, comecei a beijá-los e notei que ela tava adorando demais. Parei neles. Subi em cima dela e ela tira minha camiseta, continuamos nos apertando e eu comecei a esfregar meu pau na buceta dela. Tirei a legging dela e ela soltou o sutiã, deixando à mostra aqueles peitos gostosos. Tirei meu calçado e a calça de forma violenta, desesperada, e de cueca voltei a deitar em cima dela. — Vai me fazer coisinhas? — com voz de neném — eu só quero minha jaqueta — ironizei. Ainda tava amarrada nela. — Tira — ela pediu de novo com voz de bebê. Chupei os bicos dos peitos dela abrindo a boca bem grande pra meter o máximo de peito que dava na boca. Fui até a altura da jaqueta e tentei desamarrar. Ela virou de bruços pra evitar que eu desatasse e deixou a raba dela à minha disposição, mas ainda coberta pela jaqueta. Passei minha mão por baixo da barriga dela, tentando safadamente achar o nó. Entre um movimento e outro, levei minha mão no meio da buceta dela por cima da calcinha fio-dental, acariciei e ela suspirou. Meti minha mão por baixo da calcinha. A putinha tava depilada, e isso, junto com a buceta gordinha e carnuda, fez minha pica inchar ainda mais. Sem tirar minha mão de lá e com ela de bruços, comecei a brincar com a raba dela. Carícias por baixo da jaqueta fizeram ela se mexer devagar… levantei a jaqueta e vi como aquela calcinha fio-dental parecia fina diante daquela rabuda. Me aproximei e mordi a nádega dela. Aquela raba era gigante, mas super firme. Puxei a calcinha com os dedos e comecei a beijar a linha da raba, só beijos, sem língua. Tudo na garota era lindo: os perfumes, a textura e a firmeza da pele dela. O cuzinho dela era branco, liso e bem fechadinho.peitoes gigantesFrena. Pergunta.
—Você vai me dar minha jaqueta?
—Foda-se o que você quiser.

Senti que ela abriu um pouco mais as pernas e acessei aquela buceta linda, que já estava bem molhada. Chupei ela por um bom tempo, usei a palavra: buceta e ela se inclinou, levantando a raba. Me afastei e fiquei atrás dela. Ainda tinha minha jaqueta amarrada. Puxei a calcinha dela, sem tirar, e abaixei minha cueca, tirei meu pau e encostei, pronto pra meter. Ela empurrou com força e enfiou o pau todo até o fundo da buceta. A grossura da buceta dela fazia meu pau sentir apertado até a base, pegamos o ritmo e ela ficou ainda mais molhada. Eu não parava de olhar pra raba dela. Peguei a jaqueta como rédea e meti com força, coordenávamos muito bem os movimentos. Minhas bolas balançavam e batiam nos lábios dela, quicando. Sem tirar o pau de dentro, levantei ela pelos ombros e apoiei na parede, desci um pé da cama e meti de novo. Coloquei minha mão na buceta gorda dela e procurei o clitóris pra apressar o orgasmo dela. Ela começou a gemer. A voz dela gemendo me deixou mais duro, a qualquer hora eu gozava. Ela sentiu meu vigor e gozou com um grito abafado, mordendo os lábios. Tirei o pau e apontei pra raba dela. Ela ainda gemia baixinho. Só de pensar em meter, não consegui me segurar e comecei a gozar. Terminei me masturbando e jogando porra na bundinha dela.
—Sua raba me deixa louco— falei.
—Por enquanto você só leva a jaqueta— respondeu.

Abrimos a cerveja que sobrou, bebemos e ela ficou por mais umas duas cervejas. Daí a pouco chegou uma mensagem: “GOSTOU DA SURPRESA, cunhado?” A saga continua…

1 comentários - Memorias del olvido p10

tremendo regalo de tu cuñada, deberías recompensarla
Ya llegara esa historia tambien. 👍