A nova vizinhaCapítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/4485799/Secretos-en-la-familia-Capitulo-l.htmlTomás: Beleza, vamos continuar, Bruno.
Ele me disse bem animado, Tomás. Eu soltei um suspiro, pensando em como ia retomar a história. A última coisa que eu tinha mencionado foi que me masturbei dormindo enquanto sonhava com a dona Natacha. Depois daquele ato, fiquei acordado a noite toda, limpei o esperma que estava no meu corpo com um lençol e fiquei sentado na cama, cabisbaixo. Muita coisa tava passando pela minha cabeça naquele momento, sem perceber, as horas foram passando, o sol voltou a nascer e a luz dele entrava pela minha janela.
Rápido, igual tinha feito no dia anterior, levei meus lençóis pra lavar antes que meus pais chegassem, já que ninguém tinha feito isso de noite. Só ouvi a Emma voltar meio dolorida, porque ela tava reclamando baixinho de alguma coisa. Entrei no chuveiro e me lavei o mais rápido possível, pra não ter chance de pensar na dona Natacha, na Emma ou na minha mãe, e acabar ficando duro. Nisso, ouvi a voz dos meus pais, os dois pareciam estar discutindo por alguma coisa, mas não entendi direito.
Depois fui pro meu quarto e coloquei uns lençóis novos, esperando não sujar eles igual os da noite passada e do dia anterior. Meu plano era basicamente ficar no quarto o dia inteiro, só descer pra comer alguma coisa, sem olhar pra ninguém e ir no banheiro mijar. Sabia que aquela ideia não ia funcionar, mas queria tentar mesmo assim. Só que tudo desandou quando olhei pro calendário. Acontece que aquele dia era o aniversário da Emma, e eu tinha esquecido completamente, além de não ter comprado presente nenhum.
Meu coração foi acelerando cada vez mais, e tudo piorou quando ouvi a porta do quarto dos meus pais se abrir. Uns passos se aproximaram do meu quarto e bateram na porta. Era minha mãe, que com uma voz bem baixinha disse:–“Bruno, filho, você está acordado?”-Eu respondi que sim, aí ela me perguntou se podia entrar. Fiquei em silêncio pensando em alguma desculpa pra falar que não, mas percebi que tanto fazia, já que ela ia entrar de qualquer jeito.
Eu: Pode entrar, mãe.
Falei, enquanto me sentava na minha cama.–Tranquilo, é sua mãe, o de ontem foi só um caso sem maior importância.Eu disse pra mim mesmo. Minha mãe entrou no meu quarto e eu tava olhando pra janela, queria evitar a todo custo encarar ela, e ela de certa forma ajudou, porque diferente do comportamento provocante do dia anterior, ela ficou na dela comigo. Ela só queria falar sobre o aniversário da minha irmã e me perguntou se eu tinha um presente pra ela, eu falei que não, tinha esquecido, com meus olhos fixos num passarinho que tava voando.
Isidora: Mmmh, entendi, mas você tá com sorte, filho. Porque eu tenho um presente extra, que você pode passar como seu, pra Emma não ficar chateada.
Eu: Tá falando sério, mãe?
Isidora: Claro, filho, por que eu mentiria com uma coisa dessas? Vem buscar no meu quarto.
Ela saiu do meu quarto e eu fiquei completamente surpreso, tudo parecia ter voltado ao normal. Sem perder tempo, me levantei e fui até o quarto dos meus pais, a porta tava aberta, então entrei. Minha mãe me esperava com o presente nas mãos, sorrindo me entregou, tudo aquilo parecia algo do dia a dia, exceto por um pequeno detalhe: a minha querida mãe, naquele momento, só tava usando um roupão preto, que por sinal tava aberto, me convidando a olhar mais do que devia.
Fiquei paralisado e não consegui tirar os olhos do corpo lascivo dela, que estava me provocando. Meu pau não demorou pra ficar duro, deixando a situação toda extremamente excitante e meus desejos impuros começando a me dominar. Os minutos de silêncio entre nós dois só faziam aumentar a vontade que eu tinha dela, mas quando eu ia me aproximar da minha mãe e provar a boca dela, meu pai interrompeu a cena. Ele voltava do banho, só com uma toalha na cintura, fazendo minha ereção e tesão sumirem na hora.
Olhei pra minha mãe e agradeci pelo presente, virei as costas, cumprimentei meu pai e saí de lá. Voltei pro meu quarto de novo, querendo esquecer aquele sentimento de luxúria pela minha própria mãe, apagar aquela imagem dela com aquele robe preto e os lábios pedindo pra eu devorar. Não tive outra escolha a não ser sair pra dar uma volta no bairro pra clarear a mente, mas por mais que tentasse ignorar esses pensamentos, eles ficavam mais frequentes e eu praticamente tava delirando. Mergulhado em outra fantasia, via minha mãe me olhando de um jeito bem provocante e sussurrava pra mim:Vem, filho, vem pra mamãe que precisa de você
–Não é real, não é real, não é real–Eu repetia pra mim mesmo, mas era em vão, as ilusões ficavam mais frequentes e até mais safadas, inconscientemente eu ia cedendo à tentação, já que estava voltando pra casa. Parecia uma putinha que eu chamava com uma nota ou um peixe que mordia a isca, uma isca que parecia muito tentadora, mas o preço a pagar era muito alto.–“Para, pelo amor de Deus, para!”Uma voz distante murmurava dentro de mim, eu a ignorava e continuava me aproximando da minha perdição, até que senti uma batida e um golpe na cabeça.
Tomás: (Intrigado) O que te parou?
Eu: A… Agustina.
Tomás: Agustina? Sua nova vizinha?
Eu: Sim… Naquele momento em que eu estava completamente cego e dominado pelos meus desejos lascivos, minha nova vizinha tinha chegado junto com o pai. Ela estava com umas caixas na hora em que a gente colidiu, que tinham algumas coisas pessoais dela, e o que me acertou na cabeça foi um martelo.
Tomás: Um martelo?
Eu: Sim, um martelo… No decorrer dessa história você vai entender que a Agustina é uma garota bem peculiar.
Tomás riu, como se aquela frase trouxesse lembranças de algo ou alguém, eu soltei uma risada breve também, e depois continuei. Aquele golpe na cabeça literalmente me deixou por uns segundos nocauteado, devo ter caído no chão, porque quando abri os olhos, estava deitado, e ao meu redor estava Samuel, aquele homem era grisalho, meio corpulento e com um rosto sério, tão sério que chegava a dar medo.–“Medo?”–Perguntei entre risadas, Tomás, parecia que minha história era uma piada pra ele, no entanto, ele completou,–"Foi a mesma coisa que senti quando olhei pro meu sogro pela primeira vez"–
– O sogrão dela?Perguntei intrigado, ele me olhou e simplesmente me respondeu.—"ContinuaE foi isso que eu fiz. Depois de sentir aquele calafrio de pavor percorrer meu corpo, me sentei no chão. Aquele homem me perguntou se eu estava bem, eu fiquei em silêncio, porque a voz dele era tão intimidadora quanto a aparência.S-sim... Senhor...respondi com minhas pernas e braços tremendo.—"Agustina, vem cá"—gritou, enquanto de um puxão me levantava e, como se eu fosse um manequim ou um saco, me carregou nas costas. Não minto quando digo que pensei no pior, mas então na entrada da casa estava a filha dele, que ria da minha cara patética de medo.
A primeira impressão que tive da Agustina foi de tranquilidade, parecia ser uma garota bem normal, com aquele par de óculos até me dava a impressão de que era uma nerd. Diferente da minha irmã, ela era loira, de corpo magro, muito mais que a Emma, e parecia não ter peito nem bunda, muito enganado eu estava, porque ela usava roupas largas pra não chamar atenção. Mesmo assim, por algum motivo, ela me parecia a garota mais gostosa de todas, muito mais que a Emma. Samuel me deixou deitado num sofá, ele voltaria pra descarregar as outras coisas e pediu pra filha dele me dar uma bolsa de gelo e depois ir ajudá-lo.
Agustina obedeceu ao pai, enquanto procurava o gelo, eu dizia a mim mesmo— Gelo? De onde vocês vão tirar gelo? Se acabaram de se mudar...A mina chegou perto de mim com uma geladeira. Eu comecei a rir, de tão ingênuo que fui por não pensar numa geladeira como resposta. Ela ficou pasma de eu ter força pra rir, pelo menos foi o que pensei, mas na real, a cara dela era porque tava saindo sangue da minha cabeça. A mina chegou e esmagou o ferimento com o gelo.–“Papai, você já tirou as ataduras?”–consultou, aproximando os peitos dela do meu rosto.
Fiquei paralisado, o cheiro do perfume dela era doce e excitante, os peitos dela não eram tão pequenos quanto eu imaginava e pareciam ser bem macios. O mais certo é que ela e o pai dela tiveram uma conversinha, que eu não prestei atenção porque tava perdido olhando pra aquele par de peitos. Ela limpou meu ferimento e colocou um curativo, depois começou a enfaixar.—"Não se mexe, fica parado aíEla me disse, antes de voltar pra ajudar o pai dela a descer as coisas dela. Eu só fiquei olhando pra ela, e meus olhos não desgrudaram daquela figura; alguma coisa dentro de mim começou a florescer por aquela mina.
Quando os dois terminaram de descarregar o caminhão de mudança, eles se aproximaram. O cara me perguntou se eu já tava me sentindo melhor. Eu sentei no sofá, sentindo uma tontura leve, e respondi que sim.Beleza, então pode ir pra sua casaEle disse, virando as costas pra mim. Eu observei a moça que me sorria e me levantei. Minhas pernas tremiam, mas mesmo assim me esforcei pra ir até onde ele estava e manifestei meu desejo de ajudá-lo a arrumar. Samuel ficou surpreso com minha atitude e depois soltou uma gargalhada.
Samuel: Sem dúvida você é um garoto incomum. Mal consegue ficar de pé e quer me ajudar a arrumar? Moleque, é melhor ir pra casa e descansar.
Eu: Não, não quero... Por favor, me deixe ajudar vocês.
Samuel: Rapaz, não seja teimoso, usa essa energia que você tem pra voltar pra sua casa.
Eu: (Sorri) Moro ao lado, então não preciso de muita energia.
Agustina: Ao lado? Isso quer dizer que você é nosso vizinho?
Eu: Isso mesmo, Agustina.
Tanto o homem quanto a moça ficaram intrigados por eu saber o nome dela.
Agustina: Co-co-co-como você sabe meu nome?
Perguntou meio alterada. O pai dela me agarrou pela camiseta e me encostou na parede. Exaltado, exigia que eu dissesse de onde sabia o nome da filha. Meu corpo tremia e, depois de alguns segundos em silêncio, eu disse que era muito amigo dos antigos donos e que eles me contaram os nomes. Samuel não acreditou em mim, de fato fechou a mão. Eu fechei os olhos esperando aquele soco, que talvez fosse devastador pra mim, mas a moça segurou o pai.Já chega, pai.exclamou,—"Ele deve ser o Brunoacrescentou.
Eu: Sim, sim… Sim… Sou o Bruno.
Falei agitado, Samuel foi me soltando, enquanto fazia isso me disse que eu deveria ter me apresentado antes, para ter evitado aquele mal-entendido. Pedi desculpas pelo erro que cometi, não perguntei como sabiam meu nome, porque desconfiei que a dona Natacha tinha adiantado pra eles, assim como fez comigo. Ela me olhava sorrindo e eu também resolvi sorrir, embora isso fosse durar muito pouco, porque do nada, Samuel colocou nos meus braços uma caixa que estava bem pesada e pediu que eu a levasse para o segundo andar.
Com bastante dificuldade consegui fazer essa tarefa, fiquei exausto e incapaz de me mexer, sentando no chão pra descansar, vi uma sombra, ao levantar a vista percebi que era a Agustina. Ela continuava sorrindo, se aproximou pra pegar a caixa, que parecia não pesar nada pra ela, e levou pra um dos quartos. Quando saiu daquele cômodo, me disse pra levantar e descer pra ajudar. Suspirei, tirei energia e força que não tinha pra ajudá-los a organizar. Ficamos cerca de 3 horas pra deixar tudo em ordem, eu estava morto, então me deixei cair no chão.
Eles, diferente de mim, pareciam estar mais energéticos do que antes. Dele não me surpreendia, pois como sabia que era policial, esperava isso. No entanto, aquela garota, que era mais magra do que eu, não parecer ter sido afetada por todo aquele trabalho, isso sim me impressionava.O pouco costume—, foi a resposta que Samuel me deu. Imaginei que aquela garota devia fazer vários trabalhos pesados em casa. Ela se aproximou de mim com um copo de suco de laranja. Agradeci e bebi. A atitude de Samuel já não era tão assustadora como antes, pelo contrário, parecia ser um cara muito gente boa.
Agustina cuidou de preparar o almoço e, quando terminou, me convidaram pra comer com eles. Aceitei e, sem perceber, as horas foram passando, entre conversa e conversa. Ela me confessou que a mãe tinha morrido quando ela era só uma menina de 3 anos, e que o pai desde então sempre esteve ao lado dela, embora às vezes a superproteção dele não fosse algo que ela curtisse, porque espantava vários caras e, no geral, nem as mulheres queriam ser amigas dela, com medo de Samuel. Respondi que no começo também tive medo dele, mas depois percebi que não devia ter medo de nada, já que ele era um homem amigável.
Ele riu e me deu um tapinha nas costas, que me causou uma leve dor. Contei também um pouco sobre mim, algo breve, mas revelei que Emma era minha irmã adotiva, embora, apesar disso, nos déssemos muito bem. Quando quis ver as horas, percebi que tinha deixado meu celular no quarto, então perguntei a eles. Ao ouvir que eram 19h, não pude acreditar.–como o dia tinha passado tão rápido?-Fiquei pensando comigo mesmo, agradeci eles por tudo e pedi desculpas, dizendo que precisava voltar pra casa, com certeza meus pais e minha irmã já estavam me procurando.
Quando cheguei em casa, todo mundo estava sentado à mesa, o rosto da Emma mostrava angústia, ela ainda não tinha cortado o bolo de aniversário dela. Só de me ver, os olhos dela começaram a brilhar. Já minha mãe se assustou com o curativo que eu tinha na cabeça. Ela já ia fazer um escândalo quando a Emma me abraçou emocionada. Eu correspondi ao abraço e falei:—Feliz aniversário, mana.Mas ela se afastou de mim bruscamente e, do nada, me deu um tapa forte, surpreendendo até meus pais.–E-E… Emma-balbuciei confuso, ela, irritada, me perguntou onde eu tinha estado. Fiquei em silêncio, porque ainda não tinha processado o que tinha acontecido.
Emma: Responde, Bruno! Onde e com quem você estava?
Eu: Co-como?
Emma: Não se faz de idiota, dá pra sentir o cheiro de outra garota na sua roupa.
Fiquei pasmo que ela conseguisse sentir o perfume da Agustina na minha roupa. Meu pai, enquanto se levantava, ria, me abraçou e me parabenizou por ter saído com uma garota, irritando ainda mais a Emma. Minha mãe, por outro lado, teve uma atitude bem hostil comigo, parecida com a da minha irmã, embora tentasse disfarçar, dizendo que eu não podia ter saído com uma menina sabendo que era o aniversário da minha irmã, além de me perguntar como eu tinha me machucado. Meu pai chamou as duas de exageradas, que não tinha nada de errado em eu ter um encontro, e cochichou no meu ouvido perguntando o nome da garota.
Eu: Agustina.
Respondi bem baixinho, olhando pra Emma, que continuava puta.
Daniel: Agustina, nome bonito. Espero que seja uma gostosa com um corpinho bem feito. De qualquer forma, qualquer dúvida que tiver, pode vir falar comigo, campeão.
Isidora: Agora você se acha o expert em love.
Daniel: Ah, qual é, para de ser tão mal-humorada e comemora que nosso filho finalmente tá virando homem.
Emma saiu dali e subiu pro segundo andar, batendo a porta com força quando fechou. Me senti culpado por ter magoado ela no aniversário dela e por ter sido tão egoísta. Meus pais começaram a discutir entre si, e eu aproveitei pra subir e ir pro meu quarto. Mas antes, parei na porta do quarto da minha irmã e tentei girar a maçaneta. Percebi que a porta estava trancada e duvidei que ela quisesse falar comigo. Deitado na minha cama, fiquei pensando nos sentimentos da Emma, em como ia pedir desculpas e no que ia fazer por ela amanhã pra compensar.
Não sei exatamente quanto tempo fiquei ali. Meditando, mas parei porque tava entrando muito vento pela janela. Levantei e fui fechar, mas quando ia fazer isso, vi a Agustina. Meu quarto dava de frente pro dela, minha jovem vizinha tava tirando a roupa, talvez fosse tomar banho ou colocar o pijama. O motivo era o de menos, meus olhos simplesmente não conseguiam parar de admirar o corpo gostoso dela. Ela levantou a vista e me viu, os olhos dela penetraram nos meus e pensei no pior.
Dominado pelo medo, fechei a persiana de uma vez. Demorei pra processar o que tinha rolado, sabia que desculpa não ia adiantar e que ela nunca ia engolir a história de que eu só queria fechar a janela. O vento continuava entrando e o frio percorria meu corpo, então resolvi levantar a persiana devagar pra fechar a janela de vez. Pra minha surpresa, a Agustina tava colada na janela e ainda nua, como se tivesse esperando eu aparecer de novo. Pensei que queria pregar alguma peça, mas ela me deu um sorriso safado e começou a exibir os peitos.
Eu não consegui recusar aquele espetáculo, principalmente porque a figura dela me lembrava alguém. Meu pau foi ficando cada vez mais duro, a ponto de eu ter que baixar a calça e me tocar. Ela soltou as tetas, mas em vez de parar, começou a se masturbar na minha frente. A bucetinha dela tava uma delícia, toda suculenta, queria provar. Agustina soltava uns suspiros gostosos, o olhar safado dela se encontrava com o meu e me excitava ainda mais. Eu comecei a desejar que ela visse como me deixava, mas a vergonha foi maior e mantive meu pau escondido. Vi minha vizinha gostosa gozar, e eu fiz o mesmo, sujando o chão.
Ela sorriu e fechou a persiana dela. Fiquei pasmo, sem tirar os olhos daquela janela. As horas foram passando e eu continuei ali parado, feito uma estátua. Minha vida tinha mudado em vários aspectos, mas eu não queria isso. aceitar, eu me recusava a enxergar a realidade das coisas, que logo dariam uma reviravolta total. Na manhã seguinte, praticamente sem dormir, eu me levantava pra ir pra escola.–Uma nova segunda-feira, já falta pouco pra acabar–Ela sussurrava pra mim. Minha irmã continuava com aquela atitude distante e eu não podia culpá-la, afinal, eu tinha magoado ela, mesmo assim, a gente foi junto.
Quando chegamos, tudo parecia exatamente igual. Os mesmos idiotas tirando sarro de mim, e eu, como sempre, ignorava e deixava eles falarem qualquer merda sobre mim. Contanto que não tocassem na Emma, tava tudo bem pra mim. Apoiei o cotovelo na mesa e a cabeça na mão, olhando pela janela, esperando o professor chegar e começar mais um dia de aula. Mas, do nada, senti tudo ficar em silêncio. Só ouvia uns passos, cada vez mais perto de mim, e aí meus olhos foram cobertos por umas mãos macias.–“Adivinha quem sou?, bom adivinhador”–Escuta, aquela voz era doce e suave, eu não conseguia reconhecer ela, será que realmente pertencia a alguém que eu conhecia?—A… Agustina...respondi lembrando do timbre da voz dela e ao sentir o perfume dela.—"Pensei por uns segundos que você tinha esquecido de mim, Brunitodisse ela, enquanto tirava a venda dos meus olhos e eu me virava pra olhar pra ela. O sorriso safado dela continuava me enfeitiçando, os olhos claros me deixando nervoso e a presença dela me esquentando. Ela sentou no banco do lado do meu, causando um rebuliço entre todo mundo ali.—Como um perdedor que nem eu conhecia uma mina tão gostosa?Era a pergunta que todo mundo fazia, mas ninguém tinha coragem de dizer, nem os idiotas que zoavam de mim. Pelo menos foi o que pensei, já que teve uma pessoa entre todos eles que se levantou e se aproximou, pra ter a resposta pra dúvida que todo mundo tinha. De todas as pessoas, nunca imaginei que a Emma faria isso.—"Bruno, quem é ela?perguntou confusa.—"Sou Agustina, sua nova colega de classe e uma boa amiga do Bruno"—respondeu a loira, me segurando pelo braço.
Emma: A… A-Agustina?
Minha irmã me olhou com uma cara de raiva, já que tinha acabado de conhecer a garota com quem eu tinha passado o dia anterior e por quem eu não fui no aniversário dela.
Agustina: Sim, e você é?
Eu: Ela é a Emma, minha irmã.
Interrompi, esperando que toda aquela tensão que estava se acumulando se dissipasse, mas Agustina, em vez de ajudar, só piorou as coisas.
Agustina: Ah, a adotada, verdade que ontem você falou dela pra mim.
Emma: Vejo que você tá por dentro da vida dele, idiota.
Emma foi embora pro lugar dela com raiva, meu coração batia acelerado, o dia mal tinha começado e eu já queria que terminasse. Durante a aula toda, Agustina ficou do meu lado, fazendo Emma ficar cada vez mais puta, mas o pior ainda estava por vir. Depois que as aulas acabaram, eu arrumei minhas coisas e esperei minha irmã pra voltar pra casa, mas quando ela estava chegando perto de mim, Agustina apareceu pelas minhas costas e me puxou pelo braço.—"Bruno, vamos ao cinemaEla disse e, sem esperar resposta, me levou com ela.
Pra ser sincero, nunca tinha ido ao cinema com uma garota antes, então aquela experiência era totalmente nova pra mim. Ela me levou pra ver uma comédia, mas isso nem importava, porque meus nervos só aumentavam cada vez que ela diminuía a distância entre a gente naquela sala escura. As mãos dela, de vez em quando, roçavam na minha virilha, onde um volume começava a se formar. Agustina parou quando me levantei pra ir ao banheiro — eu precisava de um respiro. Quando voltei, ela não fez mais nada de estranho até o filme acabar. Enquanto a gente caminhava pela rua, ela sussurrou no meu ouvido:—"Gostou do meu show de ontem?A pergunta dela me deixou desconcertado, obviamente na minha cabeça tava rodando o que rolou ontem à noite, desde que eu vi ela na escola, mas como ela não deu bola, eu também não quis tocar no assunto e agora ela soltou isso do nada.Hoje vou te dar um show melhor, dá uma espiada na sua janela umas 22h, ok?Falou com malícia, eu não respondi e, durante o caminho de volta pra casa, não trocamos uma palavra, só falamos na hora de nos despedir. Quando entrei em casa, vi a Emma sentada no sofá vendo TV, ela ficou quieta e evitou olhar na minha cara.
Não quis falar nada com ela, porque sabia que era perda de tempo tentar conversar com minha irmã. Minha intenção era ir pro meu quarto e esperar até as 22h pra ver o que a Agustina queria me mostrar, mas minha mãe apareceu e, puxando minha orelha, me levou pra cozinha pra me dar uma bronca. Ouvir o sermão dela foi a coisa mais chata do mundo, tipo, durante toda a minha vida, nunca dei problema e, pela única vez que saí com uma garota, ganhei uma bronca interminável, sem chance de apelar, porque se eu falasse alguma coisa, era capaz de só jogar gasolina no fogo.
Quando terminou, ela se aproximou de mim, encostando os peitos maduros e redondos no meu rosto. O cheiro da mamãe era hipnotizante, e ficar entre aqueles dois seios era uma sensação incrível. Eu segurei a cintura dela e a abracei. Ela, acariciando minha nuca, disse:Meu filho, não quero que você se deixe influenciar por uma mina que não vale nadaLevantei o olhar e apreciava aqueles lábios que no dia anterior tinham me provocado. A distância era tão pequena que era difícil me segurar, além disso, meu pau rapidamente foi tomando forma, minhas mãos não demoraram a descer pra aquela bundinha maravilhosa e firme.
Isidora: Filho…
Ela exclamou surpresa, embora estivesse convidando pra continuar e eu me atrever a ir mais longe, eu tava disposto a fazer qualquer coisa só de ter ela tão perto, no entanto, Emma apareceu na cozinha e todo aquele tesão se dissipou. Eu me afastei da mamãe e me sentei na cadeira pra meu tronco se acalmar e assim poder ir pro meu quarto. Minha irmã continuava me ignorando e acho que o que mais incomodava ela era minha atitude indiferente, mamãe não parava de me olhar de canto, dando a entender que ela tinha percebido minha ereção e queria mais de mim.
Relaxado, saí da cozinha e fui direto pro meu quarto, onde me joguei na cama e tentava entender a atitude da minha mãe nos últimos minutos, antes da Emma nos interromper. Pensando naquilo, fechei os olhos e acabei dormindo, acordei perto das 22:20, por um grito que ouvi. Sonolento, fiquei sentado na cama, me espreguiçando, pego meu celular e vejo que tenho várias mensagens de um número que não tinha salvo, quando olho as mensagens, senti a alma saindo do corpo, porque entre elas tinha um vídeo pequeno onde aparecia Agustina, minha vizinha, sendo macetada por um negão.
As outras mensagens eram,–“Ei, cê tá aí?”–Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.–“Oiiiiii”–Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.—"Bruno, por favor, dá uma olhada pela janelaNão vou mentir, tava com medo de olhar, porque aquele vídeo curto mas impactante me deixou curioso pra saber quem era a Agustina de verdade e que porra ela queria comigo. Mesmo assim, espiei pela janela, esperando ver ela dando pra aquele preto, mas não, ela tava sozinha igual na noite anterior, só que dessa vez vestida. Quando me viu, ela sorriu e me mandou mensagem.—"Você consegue sair da sua casa?Eu respondi que não, vi como ela ficou desanimada com minha resposta, mas em vez de tudo acabar ali, ela me surpreendeu mais uma vez.
De repente, ela desce da janela dela, com um pouco de dificuldade, mas consegue, depois corre e pula a cerca, chegando no quintal da minha casa, pega uma escada velha que meu pai tinha e sobe, chegando até onde eu estava.–“Oi”-afirmou sorrindo e com metade do corpo dentro do meu quarto,–Oi-oi—Gaguejei enquanto ajudava ela a entrar.— "Sabe, eu tinha uma surpresa enorme pra você, mas você demorou demais, então só fiquei esperando se você aparecesse mais tarde e fico feliz por ter feito isso, porque você apareceudisse me abraçando. Eu me afastei dela e sentei na minha cama, ainda não entendia aquela garota.
Agustina: Aconteceu alguma coisa?
Perguntou como se fosse normal mandar pra um cara que acabou de conhecer um vídeo onde ela aparece transando com outro.
Eu: O que você quer de mim? Sua surpresa era que ia dar pra um preto e me deixaria assistir?
Respondi irritado, ela suspirou e se aproximou de onde eu estava, sentando ao meu lado, pegou minhas mãos.
Agustina: Talvez.
Respondeu com um sorrisinho promíscuo.
Agustina: Isso te deixou com ciúmes?
Completou encostando os lábios nos meus e enlaçando meu pescoço com os braços.
Eu: O-que-que você tá fazendo?
Agustina: Só te abraçando porque somos amigos, ou não é? Além disso, não sei por que você fica com esse ciúmezinho, já que no fundo me conhece muito bem, não é mesmo?Dalí 18".Comentou me deixando duro de susto e medo, como que essa mina sabia meu usuário do site onde eu via e pagava pelas fotos de buceta?LuxúriaeVerão 24Ela mordiscando minha orelha, murmurou.
Agustina: Você devia saber que não sou uma princesa igual sua irmã, nem uma nerd como pareço, sou mais uma puta e adoro foder ou me divertir com meu corpo.
Fiquei em silêncio e ela foi se aproximando, me jogando na cama, se colocou por cima de mim.
Agustina: E não, minha surpresa não era você me ver dando pra outro, era algo mais especial, mas já que você mencionou, me excita a ideia de você me ver dando, e você não? Embora talvez agora você se pergunte como descobri seu nome de usuário e queira saber tudo sobre mim, né?
Disse tudo aquilo com os lábios perto dos meus e o dedo indicador percorrendo meu rosto, eu me embriagava nos olhos dela e disse,S-sim...Ela sorriu e a gente se beijou. Foi meu primeiro beijo, nunca imaginei que trocar saliva e enroscar a língua com outra pessoa fosse tão gostoso. Ela, apesar da experiência que tinha, se mostrava inocente na minha boca, eu, por outro lado, tava enlouquecendo a cada segundo que passava provando aquela baba doce. Agustina me parou, a gente se olhou fixamente e meu pau, durasso, pedia alívio.
Agustina: Desculpa, me deixei levar.
Falou enquanto se deitava do meu lado.
Agustina: Hum, por onde eu começo? Com certeza você já sabe que comoVerão 24Só levei 3 meses e fiz isso, nada menos, porque um dia eu me perguntava como era sentir um pau dentro de mim. Depois de ver uns vídeos onde as mulheres gozavam com um pedaço de carne, quis viver a experiência.
Ele sussurrou, acariciando meu pacote com a palma da mão.
Agustina: Depois daquele dia, postei minhas primeiras fotos pelada no site, porque queria começar com algo leve. Para minha surpresa, fiz sucesso entre os usuários, e um tal de...Dalí 18de repente apareceu comprando várias fotos do meu corpo, o que me excitou ainda mais.
Eu podia ver nos olhos dele o prazer que aquela lembrança trazia, quando eu, por necessidade, entrei naquele site e, ao ver a figura magra dele, mas com umas curvas divinas, os braços longos e as pernas intermináveis, me motivei a comprar as fotos dele. Agora que me tornei mais safado, percebo que aquele par maravilhoso que ele tem na frente também me hipnotizou naquele momento.
Agustina: Depois daquelas fotos, decidi fazer uma transmissão ao vivo me masturbando e, embora tenha tido o mesmo impacto positivo que minhas fotos, não me senti muito à vontade, porque meu querido Dalí não se conectou para me ver.
Eu: S-ss-só comprei suas fotos por fins artísticos, nunca vi outros conteúdos seus.
Agustina: Sim, percebi isso, depois de fazer transmissões ao vivo por quase uma semana e você não aparecer. Então voltei a postar umas fotos minhas, e você as comprou de novo, não sei por que me excitava que você me visse, se era só mais um usuário, nem me mandava mensagem, só comprava.
Ela comentou mordendo o lábio inferior.
Agustina: Mas voltei a postar fotos minhas e você não comprou, continuei postando conteúdo, no entanto, você já não estava mais presente. Ingênua, pensei queDalí 18queria algo novo de mim, que gostaria de me ver transando, então aproveitando que papai quase nunca estava em casa por causa do trabalho, convidei o garoto que eu gostava na época pra fazer parte da minha ideia pervertida.
Eu: N-não tinha dinheiro, por-isso não comprava.
Agustina: Entendo, devia ter pensado nisso antes de me deitar com aquele cara, porque foi uma foda rápida e sem muita emoção, nem consegui ficar mais excitada do que já estava, então fiquei decepcionada, leva em conta que era minha primeira vez e eu esperava algo melhor. E não, meu problema não era o tamanho, porque ele tinha uma rola bem decente. O problema dele é que não sabia usar a ferramenta nem satisfazer uma mulher.
Ela falou isso enquanto segurava meu pau, que já pedia pra sair da minha calça e ser consolado.
Agustina: Como não curti aquela transa, decidi não postar aquele vídeo, os dias passaram e você não aparecia. Queria te mandar uma mensagem no privado, mas tinha medo de você ser um cara estranho ou perigoso, mesmo assim não conseguia te tirar da cabeça. Continuei achando que você voltaria a me ver se eu me publicasse transando.
Ela não parava de me contar cada detalhe e também não soltava meu pau, que a cada palavra que ela soltava ficava mais duro e meu corpo chegava a tremer. Enquanto no primeiro andar eu ouvia mamãe falando com Emma, tudo ficava mais excitante pra mim. A loira, por sua vez, me confessou que aquele garoto de quem ela gostava, ela convidou pra casa dela e lá conheceu o irmão dele, que era 2 anos mais velho. Os olhares deles desde o início foram de cúmplices e não demoraram pra se dar bem.
O cara se ofereceu pra levá-la de volta pra casa, ela aceitou super feliz, já que via aquilo como uma oportunidade de fazer aquela gravação que tinha em mente. Durante o trajeto, tudo foi ficando mais intenso pros dois, que não aguentaram mais quando ele estacionou na frente da casa da Agustina. Os dois se beijaram com fervor,Caralho, como aquele filho da puta bebia bemEla sussurrou enquanto seus lábios roçavam nos meus novamente.
Minha vizinha continuou contando, mencionando que propôs a ideia de gravar eles transando, e o sujeito de 20 anos topou na hora. Os dois foram para o quarto dela, onde ela preparou tudo. Mal ligou as câmeras pra gravar, ele já a beijou de um jeito muito excitante e as roupas foram caindo no chão. O pau daquele moleque parecia menor que o do outro, mas ele soube dar o prazer que ela procurava — as penetradas eram mais gostosas e até mais profundas.
Ela mexia os quadris tentando me mostrar como os movia naquele dia, mas só fazia o corpo dela se grudar mais no meu, e minha vontade de provar aqueles lábios de novo aumentava. Agustina continuou dizendo que depois de tornar aquele vídeo público, o corpo dela ficou embriagado de luxúria e ela queria repetir. Tinha me esquecido e continuou fazendo putaria, como com o negão do vídeo que me mandou. Ele era um jardineiro que ela seduziu e levou pra cama.
O cara, depois de brincar com aquele corpinho majestoso, não conseguiu se segurar e meteu de uma vez — e não o culpo, no lugar dele eu teria feito o mesmo, enfiar toda a minha pica naquela garota ardente. Ela me disse que adorou sentir sendo comida com força, a buceta dela amava ser destruída por aquele mastrão escuro que a fez gozar várias vezes. Eu não aguentava mais, sentia que ia explodir igual um vulcão. Minha vizinha também parecia sufocada, dava pra ver naquele decote umas gotas de suor escorrendo pelos peitos que eu morria de vontade de chupar.
Agustina: Me diz, Brunito… A-agora que você sabe que sou uma qualquer, quer continuar sendo meu amigo e querer me conhecer, ou, pelo contrário, vai me evitar pra sempre?
Eu: Po… Po-porra, Agustina… E-eu… Quero continuar sendo seu amigo.
Agustina: Só seu amigo?
Eu: Sim, por enquanto…
Agustina: Por enquanto?
Ela perguntou com um sorrisinho malicioso e safado.
Agustina: Depois, o que você quer que a gente seja, Brunito?
Eu: N-não… Não sei, mas Agora deixa eu baixar minha calça, que vou gozar em cima.
Agustina: Não, até você me responder o que quer de mim, menino safado.
Eu já não sabia mais nem como calar meus gemidos, então eles começaram a escapar. Pra minha má sorte, minha mãe tinha subido e ouviu tudo. Batendo na porta e chamando meu nome depois, começou a abrir. Olhei aterrorizado pra Agustina, que mordeu os lábios e sumiu entre meus lençóis. Minha mãe acendeu a luz do meu quarto e, estranhando, se aproximou de mim.—"Você tá bem, filho?consultou preocupada, tudo era uma puta loucura, porque minha mãe já tinha vestido a camisola dela pra dormir e tava linda pra caralho.
Eu: S-sim, mãe, tô de ma-mara-vilha…
Ela continuou se aproximando, até colocar os peitos bem na cara do meu rosto. O cheiro dela só me excitava mais, e ver aqueles biquinhos durinhos através do tecido fino e transparente me dava vontade de apertar aquele parzão, enquanto minha vizinha continuava puxando minha pica.
Isidora: Filho, você tá suando pra caramba, parece que tá com febre.
Eu: Não, mamãe… Tô bem…
Respondi ofegante, sem tirar os olhos daqueles peitos.
Isidora: Então por que você tá suando tanto?
Eu: Não sei, mamãe… A-acho que é por causa da temperatura…
Isidora: Mas se é uma noite gelada pra caralho, Bruno, do que você tá falando?
Minha mãe me olhou confusa e começou a notar um movimento leve debaixo das minhas cobertas. Pior de tudo é que comecei a gemer, tudo porque Agustina tinha dado uma lambida no meu pau, mesmo com o tecido da calça atrapalhando o contato da língua dela com minha pica, foi incrível aquilo. Ela não parou por aí e continuou, molhando rapidamente minha virilha. Antes que mamãe fizesse qualquer movimento e descobrisse a vizinha brincando com meu pacote, eu abracei ela.
Isso surpreendeu minha mãe, com certeza, porque meu rosto se enterrou nos peitões dela, ela não soube o que dizer, mas não demorou pra apoiar as mãos na minha cabeça e me sufocar com aqueles melões.—"Já entendi, tudo que o meu bebezinho quer é que a mamãe mime eledisse em um tom brincalhão, enquanto Agustina continuava chupando minha pica por cima da calça, o que já começava a ser mais uma tortura do que prazer.O corpo da mamãe tá geladinho, ideal pra você baixar a temperaturaminha mãe acrescentou, brincando. Eu já estava no meu limite e a sanidade parecia se desmanchar entre aqueles peitos, só queria gozar, soltar toda aquela carga que eu tava segurando, sem me importar que minha mãe descobrisse o que rolava. E quando eu tava prestes a ejacular, perdido naquela fragrância tão lasciva da minha mãe, o celular dela toca. Ela me solta e, como se estivesse desesperada pra ninguém ver quem tava ligando, correu pro quarto dela, sem fechar direito a minha porta. Agustina saiu de entre meus lençóis, passando a língua nos lábios e com uma cara bem obscena, não me dá tempo pra descansar e crava a boca dela na minha. Me enroscando de novo com a língua dela, cheia de safadeza, perdi o medo de alguém nos pegar, já tava pouco me fodendo pra tudo, minha vizinha tava me enlouquecendo.–"Porra, isso foi porra de tesão. Muito melhor que transar"–murmurou, enquanto observava um fio fino que ligava nossos lábios.
Agustina: O que foi?
Falou enquanto eu pensava em tudo que a gente tinha feito.
Eu: Nada, só que ainda não me explicou, como é que você sabia que eu era o Dalí 18?
Agustina: Ah, isso… Bom, a primeira pista eu tive ontem quando a gente se conheceu, lá você me disse que Dalí é seu pintor favorito. A segunda eu consegui hoje, quando olhei seus cadernos, notei que seu e-mail era exatamente o mesmo que você usava pra aquela conta, só mudando os números, e a última foi no cinema, enquanto você foi ao banheiro, deixou seu celular no banco e eu me dei a liberdade de dar uma olhada, percebendo que você tinha fotos de umas pinturas, entre elas um retrato de uma das fotos que você comprou pra mim.
Eu: Porra, e foi assim que você pegou meu número, né?
Agustina: Sim.
Sentenciou Agustina, a gente se olhou por uns segundos, eu não sabia o que fazer, no fundo do meu ser, só queria devorar a boca dela de novo e fazer ela assumir a responsabilidade pela minha ereção. Ela se levantou, pra ir pra casa dela, mas eu segurei ela, não queria que fosse embora, quando peguei na mão dela ela ficou surpresa, puxei ela pra perto de mim e abracei.–Só por hoje, fica aqui comigo-Ele sussurra no ouvido dela, ela corou, talvez porque entre todas as coisas que eu podia dizer, falei a mais besta e absurda. Pra minha surpresa, Agustina ficou do meu lado aquela noite.
Foi difícil, porque eu não parava de ter o pau duro e saber que do meu lado tinha uma mina muito gostosa me deixava mais excitado ainda. Tentei de vários jeitos me acalmar, mas não conseguia, meus pensamentos eram só um: queria transar ou pelo menos satisfazer aquela vontade que me dominava. Ela percebeu que eu tava inquieto e tarado, abraçou minhas costas, as mãos dela foram no meu pau, agarrando ele com força, e sussurrou:Relaxa, vou te ajudar com isso.A mão dela era bem macia e ela me bateu uma devagar, mas foi uma sensação espetacular.
Eu gemia de olhos fechados, imaginando que estava fodendo a Agustina, que ela tava de quatro e eu metia até o fundo. Virei a cabeça, ela chegou os lábios e me beijou. Não demorei pra gozar, soltei uma quantidade enorme, muito mais que nos dias anteriores e, sem dúvida, foi a melhor punheta de todas. Agustina olhou pra mão, quando viu que tinha meu leite, a putinha se limpou passando a língua. Ficamos nos encarando, mas não rolou mais nada entre nós, dormi satisfeito. Na manhã seguinte, quando acordei, tava sozinho, a Agustina tinha ido embora uns minutos antes.
A confissão da Agustina só fez eu vê-la como alguém sincera e direta, não me incomodava saber que eraVerão 24Quando cheguei na escola, minha vizinha gostosa já estava me esperando no meu lugar. Sorrindo, ela me perguntou como eu tinha amanhecido, e eu, todo atrapalhado, respondi que acordei bem animado. Ela riu e o olhar dela foi direto pra minha entreperna. O clima foi ficando muito safado, embora a gente conseguisse manter a compostura. Infelizmente, nossos olhares provocantes eram interrompidos pelos idiotas que não aguentavam me ver com aquela mina, mas isso não impediu que eu e ela continuássemos juntos na escola e nos encontrássemos escondidos à noite.
Nas duas semanas seguintes, fui notando umas atitudes estranhas da minha mãe, tipo ela se arrumar algumas noites e sair. Comecei a perceber que meu pai sempre dava desculpa de que tava com muito trabalho e só chegaria tarde. Às vezes, eu pegava minha mãe falando baixinho, e quando me via, ficava vermelha e parava. Mesmo assim, não dei muita importância, porque minha vizinha vinha todas essas noites, por vontade própria, me punhetar com as mãos dela.
Comecei a viver experiências muito divertidas e safadas com a Agustina, até na escola. Teve um dia em que a tensão entre a gente era tão grande que a gente fugiu pro banheiro, se trancou num cubículo e se beijou. Ela abaixou o zíper da minha calça e, com as mãos finas dela, pegou meu pau duro e me masturbou. Mesmo com tudo sendo perfeito, pelo menos pra mim, Deus ainda tinha preparado uma prova difícil que eu teria que superar.
Isso aconteceu numa sexta-feira. Naquele dia, acordei com muita febre, não conseguia nem me mexer, então não fui pra aula. Minha mãe, ao me ver daquele jeito, ficou muito preocupada comigo e ficou do meu lado o máximo que pôde. Tudo estava normal, até que minha mãe decidiu lavar meu corpo suado. No começo, eu recusei, mas não tive argumentos fortes o bastante pra impedir. Quando senti aquela toalha molhada passando pelo meu torso, foi relaxante, mas logo tudo ficou estranho, porque os peitos da minha mãe Elas estavam bem perto de mim e eu conseguia ver pelo decote do suéter dela.
Ela notou meu pau duro, pra minha surpresa não falou nada e agiu como uma mãe normal. Me senti horrível por ter tido uma ereção com a minha mãe, que depois de ter refrescado meu corpo com aquela lavada, foi pro quarto dela se arrumar. Era o aniversário do meu tio José, o irmão do meu pai e o pai dos meus primos Jorge e Antonio, eles iam pra festa, embora por uns instantes minha mãe tenha hesitado em ir, por causa do estado que eu tava. Mas eu mostrei uma melhora, fazendo a preocupação dela diminuir e ela poder ir com meu pai pro aniversário do tio José.
Por causa disso, naquela noite eu ia ficar com a casa só pra mim, já que minha irmã tinha pedido permissão pra dormir na casa de uma amiga, meus pais só voltariam no outro dia. Então mandei uma mensagem pra Agustina perguntando se a gente podia se encontrar, ela não respondeu, mas em poucos segundos ouvi a campainha, abro a porta e era minha querida vizinha. Ela me abraça, dizendo que tinha sentido minha falta, nós dois fomos até a sala, onde Agustina se sentou toda safada. Mordiscando uma das minhas orelhas, ela me pergunta se eu tava mesmo doente ou só tinha fingido pra não ir pra escola.
Eu: (Rio) Tive febre quase o dia todo, acho até que cheguei a delirar, mas agora tô melhor.
Agustina: Febre? Pensei que era coisa pior, porque você vive quente, principalmente nessa área.
Ela com as mãos tocava meu pacote que já tava pronto pra receber aquela punheta diária que ela me dava.
Agustina: Fala a verdade, você bateu uma hoje?
Eu: Não… Mas fiquei de pau duro o dia inteiro e foi muito desconfortável.
Agustina: (Mordendo os lábios) Entendi, então deixa eu fazer meu trabalho.
A gente se beijou e ela começou a me despir, a primeira coisa que tirou foi a calça, depois minha camiseta e finalmente minha cueca. Embora antes que Se eu tivesse meu pau entre as mãos dela, ela foi rasgando o tecido da cueca com as unhas, a sensação era fabulosa e me excitava pra caralho. Quando eu já tava completamente pelado, ela continuou me beijando com paixão, os dedos apertavam minhas bolas que estavam bem inchadas e meu pau não parava de crescer. Agustina mordeu meus lábios, depois me empurrou no sofá, sentou no meu colo e tirou a camiseta que tava usando.
Os peitos dela estavam a centímetros da minha boca, só o sutiã no caminho pra eu poder chupá-los. Minha vizinha, sorrindo, cravou as unhas nas minhas costas e começou a beijar meu pescoço, eu só gemia, sentindo que meu pau não podia ficar mais duro do que já tava. Peguei ela pela cintura pra mordiscar o pescoço dela igual ela fazia com o meu, não demorei pra arrancar um gemido dela, que me deixava louco. A gente se olhou por uns segundos e de novo nossas bocas se devoravam, ela acariciava meu rosto e eu passava a mão nas costas dela até chegar no sutiã, que desabotoei.
Agustina jogou o sutiã preto fora, colando os peitos no meu peito, levou as mãos pro meu pau, que já tava inquieto. Foi massageando devagar, com os lábios quentes a poucos centímetros da minha boca, me perguntou se eu tava adorando como ela me punhetava. Eu, segurando ela com força na bunda, respondi que sim. Mais uma vez a gente se beijou com tudo, ela foi aumentando a velocidade da punheta e eu fui enfiando os dedos devagar dentro da saia dela, louco pra tocar aquela bunda nua.–"Você me enlouquece, Bruno… Você me enlouquece…"–Ela afirmou enquanto continuava aumentando a velocidade das mãos.–“Aiiiiiiii, Meuuuuuuu Deussssss… Meuuuuuuuuuuuuuuu…”–Exclamei extasiado, Agustina não parava de acelerar o ritmo da punheta dela, eu já tava no meu limite, mas ela, muito safada, parou bem na hora certa pra me deixar na vontade de gozar. Sem falar nada, ela levantou os peitos com as mãos, e eu entendi que ela queria que eu chupasse aquilo, e foi o que fiz. Eu beliscava e mordia aquelas tetas deliciosas, minha vizinha começou a gemer cada vez mais alto e, sem perceber, ela levou uma das mãos na bucetinha dela, que já tava bem molhada.
Agustina: Porra… Bru-Bruno…
Ela gaguejava, e eu não aguentei mais, levei minha mão direita naquela vulva que não parava de escorrer fluidos. Era a primeira vez que eu tocava uma buceta, não sabia se o que eu ia fazer ia deixar ela com tesão ou ia machucar. Mas já não tava pensando com a cabeça, só me deixava levar pelos meus impulsos e pela putaria que me consumia. Devagar, dois dos meus dedos foram entrando naquela xotinha loira, que era muito macia, molhada e quente. Deslizar meus dedos lá dentro era uma sensação incrível, ainda mais com os suspiros dela completando a cena.
A cara de Agustina era tão vulgar que me deixava ainda mais excitado. Sabia que no fundo ela nunca esperou que eu tivesse coragem de tocar ela ali e de masturbar ela, mas mesmo assim ela adorava e não queria que eu parasse. Continuei aumentando a velocidade, até sentir uma porrada de suco jorrando nos meus dedos, ela teve um orgasmo do caralho. Enquanto minha vizinha recuperava o fôlego, eu saboreava os fluidos dela que tinham ficado nos meus dedos. Eram uma delícia.–“E… E-você é… Muito tarado…”-disse uma agitada Agustina.
Eu: Desculpa, mas não consegui me controlar.
Agustina: Você... Você... Quer fazer isso?
Era a primeira vez que ela me perguntava se eu queria transar com ela, obviamente eu queria.
Eu: Eu... Eu sim...
No entanto, antes que eu terminasse a frase, Emma nos interrompeu. Minha irmã, ao me ver naquela posição com a vizinha, a garota que ela detestava, porque era com quem eu mais passava tempo agora, se enfureceu. Jogando uma garrafa que tinha nas mãos no chão, se aproximou da gente e puxou o cabelo de Agustina, chamando-a de *slut*. Minha vizinha se defendeu empurrando-a e torcendo levemente o pulso dela para que soltasse o cabelo. Emma, alterada, começou a chorar, caindo no chão, e suplicou para Agustina ir embora.
Agustina: O quê?
Emma: Por-favor... Sniff... Vai em-bora...
Agustina olhou para mim, como se esperasse que eu dissesse algo, mas eu estava tão surpreso quanto ela, então fui incapaz de falar qualquer palavra. Minha vizinha tomou a decisão de ir embora, então pegou a camiseta e o sutiã que estavam no chão, se vestiu e foi. Eu comecei a me vestir o mais rápido possível, mas Emma fez um movimento inesperado. Minha irmã, do chão, se aproximou de mim e agarrou meu pau, que ainda estava duro. Envergonhado e confuso, perguntei:–“O-o que você tá fazendo, ir-mã?”–Emma: É… Tá gorda e bem dura…
Ela exclamou, colocando meu pau do lado da boca e cheirando ele.
Eu: Hein… Irmã?
Emma: O cheiro é forte, mas eu gosto.
Mesmo com as mãos dela frias, meu cacete não parava de pulsar e crescer, igual tava com a Agustina. A sacanagem da minha irmã adotiva estar alucinando com minha ferramenta era foda demais, e não dava pra negar que eu tava adorando. Ela abriu a boquinha de leve e colocou a língua pra fora, passando ela suavemente na cabeça da minha vara. Aquele contato pequeno já foi suficiente pra me fazer tremer as pernas e soltar um pouco de esperma. Ela viu, sorriu e passou a língua de novo, saboreando meu leite.–“Aaahhh… Que gostoso”disse Emma, me olhando de um jeito provocante.
Minha irmã se levantou e, sem soltar meu pau, foi se aproximando da minha boca. Tentei recuar e acalmá-la, falando argumentos como que éramos irmãos e não devíamos fazer aquilo, que ela não estava pensando com clareza e que depois iria se arrepender. Mas meus esforços pra evitar qualquer contato com os lábios dela foram inúteis. Emma riu, me encurralando contra a parede, apoiou a mão livre nela e, abrindo a boca, sussurrou:–"Se deixa levar, maninho"–Ela mordeu meus lábios, me provocando pra eu beijar ela.
No fim, conseguiu o que queria, eu não me segurei e beijei ela com paixão, minhas mãos tocaram a bundinha dela e ela não soltava meu pau. Depois desse primeiro contato, ela se acendeu ainda mais e, sem parar de me olhar com safadeza, se despiu. Era o momento perfeito pra eu fugir e evitar que essa loucura continuasse, mas não fiz isso e fiquei olhando minha irmã tirar a roupa. Porque eu tava realizando uma das minhas fantasias sexuais e o desejo venceu a razão. Eu não tinha percebido antes, mas o corpo da Emma era lindo, sensual e muito gostoso, não tinha que invejar nada da Agustina.
Emma: Vamos, solta essa porra gostosa que você tem acumulada no meu corpo.
Ela falou se ajoelhando de novo no chão. Os olhos dela não paravam de admirar meu pau, por onde babava disfarçadamente. Eu fechei a distância entre nós e coloquei meu pau nos lábios dela, minha irmã não conseguiu controlar os impulsos, então abriu aquela boquinha tão ardente que tinha e deu uma lambida no tronco do meu pau. Como se estivesse completamente enfeitiçada e sob o domínio do meu pau, não parou de lamber, até deixar bem molhadinho pra enfiar no fundo da garganta dela, o que me surpreendeu, porque não esperava que a Emma me desse um boquete.–“Hhhhmmm… Siimmmmm…”–Eu reclamava, ao sentir a língua da minha irmã em volta do meu pau e cada vez mais dentro da boca dela. Apoiei minhas mãos na nuca dela e ajudei pra que ela engolisse o que faltava. Não posso mentir e negar que isso tava me deixando louco, não queria que a Emma parasse, parecia uma puta profissional, me chupava de um jeito incrível, então soltei a cabeça dela e ela tirou meu pau da boca pra respirar e me olhar com um sorriso sedutor.–“Agora, não precisa mais procurar ajuda em outra mina”–Ela disse, passando os dedos nas minhas bolas.
Eu: Ei, ma… mana…
Emma: Eu já te mostrei meu amor e lealdade, agora é sua vez, irmãozinho. Quero que você me banhe com seu leite.
Sem pensar, obedeci minha irmã, fui me masturbando, olhando pra aquela carinha safada e aquele corpo gostoso. Não demorou muito pra eu dar o que ela queria. Quando as primeiras porradas jorraram, Emma pareceu meio surpresa, talvez por não esperar que eu soltasse tanta porra no corpo dela.
Emma: (Rindo) Uau… Irmãozinho, espero que agora tenha ficado claro que essa sua piroca linda é minha e que você não deve mais dar ou buscar consolo naquela loira anoréxica.
O caminho do tesão com minha irmã começava. Ela se aproximou e lambeu a glande, deixando a cabeça do meu pau brilhando. Peguei minha roupa e me vesti. Emma ficou lá, se limpando do esperma que tinha no corpo. Ela me olhou de um jeito provocante e eu sabia que ela ia me fazer uma visita muito em breve.
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Espero que tenham curtido esse novo capítulo. De agora em diante, vou publicar às terças e sextas.
Ele me disse bem animado, Tomás. Eu soltei um suspiro, pensando em como ia retomar a história. A última coisa que eu tinha mencionado foi que me masturbei dormindo enquanto sonhava com a dona Natacha. Depois daquele ato, fiquei acordado a noite toda, limpei o esperma que estava no meu corpo com um lençol e fiquei sentado na cama, cabisbaixo. Muita coisa tava passando pela minha cabeça naquele momento, sem perceber, as horas foram passando, o sol voltou a nascer e a luz dele entrava pela minha janela.
Rápido, igual tinha feito no dia anterior, levei meus lençóis pra lavar antes que meus pais chegassem, já que ninguém tinha feito isso de noite. Só ouvi a Emma voltar meio dolorida, porque ela tava reclamando baixinho de alguma coisa. Entrei no chuveiro e me lavei o mais rápido possível, pra não ter chance de pensar na dona Natacha, na Emma ou na minha mãe, e acabar ficando duro. Nisso, ouvi a voz dos meus pais, os dois pareciam estar discutindo por alguma coisa, mas não entendi direito.
Depois fui pro meu quarto e coloquei uns lençóis novos, esperando não sujar eles igual os da noite passada e do dia anterior. Meu plano era basicamente ficar no quarto o dia inteiro, só descer pra comer alguma coisa, sem olhar pra ninguém e ir no banheiro mijar. Sabia que aquela ideia não ia funcionar, mas queria tentar mesmo assim. Só que tudo desandou quando olhei pro calendário. Acontece que aquele dia era o aniversário da Emma, e eu tinha esquecido completamente, além de não ter comprado presente nenhum.
Meu coração foi acelerando cada vez mais, e tudo piorou quando ouvi a porta do quarto dos meus pais se abrir. Uns passos se aproximaram do meu quarto e bateram na porta. Era minha mãe, que com uma voz bem baixinha disse:–“Bruno, filho, você está acordado?”-Eu respondi que sim, aí ela me perguntou se podia entrar. Fiquei em silêncio pensando em alguma desculpa pra falar que não, mas percebi que tanto fazia, já que ela ia entrar de qualquer jeito.
Eu: Pode entrar, mãe.
Falei, enquanto me sentava na minha cama.–Tranquilo, é sua mãe, o de ontem foi só um caso sem maior importância.Eu disse pra mim mesmo. Minha mãe entrou no meu quarto e eu tava olhando pra janela, queria evitar a todo custo encarar ela, e ela de certa forma ajudou, porque diferente do comportamento provocante do dia anterior, ela ficou na dela comigo. Ela só queria falar sobre o aniversário da minha irmã e me perguntou se eu tinha um presente pra ela, eu falei que não, tinha esquecido, com meus olhos fixos num passarinho que tava voando.
Isidora: Mmmh, entendi, mas você tá com sorte, filho. Porque eu tenho um presente extra, que você pode passar como seu, pra Emma não ficar chateada.
Eu: Tá falando sério, mãe?
Isidora: Claro, filho, por que eu mentiria com uma coisa dessas? Vem buscar no meu quarto.
Ela saiu do meu quarto e eu fiquei completamente surpreso, tudo parecia ter voltado ao normal. Sem perder tempo, me levantei e fui até o quarto dos meus pais, a porta tava aberta, então entrei. Minha mãe me esperava com o presente nas mãos, sorrindo me entregou, tudo aquilo parecia algo do dia a dia, exceto por um pequeno detalhe: a minha querida mãe, naquele momento, só tava usando um roupão preto, que por sinal tava aberto, me convidando a olhar mais do que devia.
Fiquei paralisado e não consegui tirar os olhos do corpo lascivo dela, que estava me provocando. Meu pau não demorou pra ficar duro, deixando a situação toda extremamente excitante e meus desejos impuros começando a me dominar. Os minutos de silêncio entre nós dois só faziam aumentar a vontade que eu tinha dela, mas quando eu ia me aproximar da minha mãe e provar a boca dela, meu pai interrompeu a cena. Ele voltava do banho, só com uma toalha na cintura, fazendo minha ereção e tesão sumirem na hora.Olhei pra minha mãe e agradeci pelo presente, virei as costas, cumprimentei meu pai e saí de lá. Voltei pro meu quarto de novo, querendo esquecer aquele sentimento de luxúria pela minha própria mãe, apagar aquela imagem dela com aquele robe preto e os lábios pedindo pra eu devorar. Não tive outra escolha a não ser sair pra dar uma volta no bairro pra clarear a mente, mas por mais que tentasse ignorar esses pensamentos, eles ficavam mais frequentes e eu praticamente tava delirando. Mergulhado em outra fantasia, via minha mãe me olhando de um jeito bem provocante e sussurrava pra mim:Vem, filho, vem pra mamãe que precisa de você
–Não é real, não é real, não é real–Eu repetia pra mim mesmo, mas era em vão, as ilusões ficavam mais frequentes e até mais safadas, inconscientemente eu ia cedendo à tentação, já que estava voltando pra casa. Parecia uma putinha que eu chamava com uma nota ou um peixe que mordia a isca, uma isca que parecia muito tentadora, mas o preço a pagar era muito alto.–“Para, pelo amor de Deus, para!”Uma voz distante murmurava dentro de mim, eu a ignorava e continuava me aproximando da minha perdição, até que senti uma batida e um golpe na cabeça.
Tomás: (Intrigado) O que te parou?
Eu: A… Agustina.
Tomás: Agustina? Sua nova vizinha?
Eu: Sim… Naquele momento em que eu estava completamente cego e dominado pelos meus desejos lascivos, minha nova vizinha tinha chegado junto com o pai. Ela estava com umas caixas na hora em que a gente colidiu, que tinham algumas coisas pessoais dela, e o que me acertou na cabeça foi um martelo.
Tomás: Um martelo?
Eu: Sim, um martelo… No decorrer dessa história você vai entender que a Agustina é uma garota bem peculiar.
Tomás riu, como se aquela frase trouxesse lembranças de algo ou alguém, eu soltei uma risada breve também, e depois continuei. Aquele golpe na cabeça literalmente me deixou por uns segundos nocauteado, devo ter caído no chão, porque quando abri os olhos, estava deitado, e ao meu redor estava Samuel, aquele homem era grisalho, meio corpulento e com um rosto sério, tão sério que chegava a dar medo.–“Medo?”–Perguntei entre risadas, Tomás, parecia que minha história era uma piada pra ele, no entanto, ele completou,–"Foi a mesma coisa que senti quando olhei pro meu sogro pela primeira vez"–
– O sogrão dela?Perguntei intrigado, ele me olhou e simplesmente me respondeu.—"ContinuaE foi isso que eu fiz. Depois de sentir aquele calafrio de pavor percorrer meu corpo, me sentei no chão. Aquele homem me perguntou se eu estava bem, eu fiquei em silêncio, porque a voz dele era tão intimidadora quanto a aparência.S-sim... Senhor...respondi com minhas pernas e braços tremendo.—"Agustina, vem cá"—gritou, enquanto de um puxão me levantava e, como se eu fosse um manequim ou um saco, me carregou nas costas. Não minto quando digo que pensei no pior, mas então na entrada da casa estava a filha dele, que ria da minha cara patética de medo.
A primeira impressão que tive da Agustina foi de tranquilidade, parecia ser uma garota bem normal, com aquele par de óculos até me dava a impressão de que era uma nerd. Diferente da minha irmã, ela era loira, de corpo magro, muito mais que a Emma, e parecia não ter peito nem bunda, muito enganado eu estava, porque ela usava roupas largas pra não chamar atenção. Mesmo assim, por algum motivo, ela me parecia a garota mais gostosa de todas, muito mais que a Emma. Samuel me deixou deitado num sofá, ele voltaria pra descarregar as outras coisas e pediu pra filha dele me dar uma bolsa de gelo e depois ir ajudá-lo.
Agustina obedeceu ao pai, enquanto procurava o gelo, eu dizia a mim mesmo— Gelo? De onde vocês vão tirar gelo? Se acabaram de se mudar...A mina chegou perto de mim com uma geladeira. Eu comecei a rir, de tão ingênuo que fui por não pensar numa geladeira como resposta. Ela ficou pasma de eu ter força pra rir, pelo menos foi o que pensei, mas na real, a cara dela era porque tava saindo sangue da minha cabeça. A mina chegou e esmagou o ferimento com o gelo.–“Papai, você já tirou as ataduras?”–consultou, aproximando os peitos dela do meu rosto.
Fiquei paralisado, o cheiro do perfume dela era doce e excitante, os peitos dela não eram tão pequenos quanto eu imaginava e pareciam ser bem macios. O mais certo é que ela e o pai dela tiveram uma conversinha, que eu não prestei atenção porque tava perdido olhando pra aquele par de peitos. Ela limpou meu ferimento e colocou um curativo, depois começou a enfaixar.—"Não se mexe, fica parado aíEla me disse, antes de voltar pra ajudar o pai dela a descer as coisas dela. Eu só fiquei olhando pra ela, e meus olhos não desgrudaram daquela figura; alguma coisa dentro de mim começou a florescer por aquela mina.
Quando os dois terminaram de descarregar o caminhão de mudança, eles se aproximaram. O cara me perguntou se eu já tava me sentindo melhor. Eu sentei no sofá, sentindo uma tontura leve, e respondi que sim.Beleza, então pode ir pra sua casaEle disse, virando as costas pra mim. Eu observei a moça que me sorria e me levantei. Minhas pernas tremiam, mas mesmo assim me esforcei pra ir até onde ele estava e manifestei meu desejo de ajudá-lo a arrumar. Samuel ficou surpreso com minha atitude e depois soltou uma gargalhada.
Samuel: Sem dúvida você é um garoto incomum. Mal consegue ficar de pé e quer me ajudar a arrumar? Moleque, é melhor ir pra casa e descansar.
Eu: Não, não quero... Por favor, me deixe ajudar vocês.
Samuel: Rapaz, não seja teimoso, usa essa energia que você tem pra voltar pra sua casa.
Eu: (Sorri) Moro ao lado, então não preciso de muita energia.
Agustina: Ao lado? Isso quer dizer que você é nosso vizinho?
Eu: Isso mesmo, Agustina.
Tanto o homem quanto a moça ficaram intrigados por eu saber o nome dela.
Agustina: Co-co-co-como você sabe meu nome?
Perguntou meio alterada. O pai dela me agarrou pela camiseta e me encostou na parede. Exaltado, exigia que eu dissesse de onde sabia o nome da filha. Meu corpo tremia e, depois de alguns segundos em silêncio, eu disse que era muito amigo dos antigos donos e que eles me contaram os nomes. Samuel não acreditou em mim, de fato fechou a mão. Eu fechei os olhos esperando aquele soco, que talvez fosse devastador pra mim, mas a moça segurou o pai.Já chega, pai.exclamou,—"Ele deve ser o Brunoacrescentou.
Eu: Sim, sim… Sim… Sou o Bruno.
Falei agitado, Samuel foi me soltando, enquanto fazia isso me disse que eu deveria ter me apresentado antes, para ter evitado aquele mal-entendido. Pedi desculpas pelo erro que cometi, não perguntei como sabiam meu nome, porque desconfiei que a dona Natacha tinha adiantado pra eles, assim como fez comigo. Ela me olhava sorrindo e eu também resolvi sorrir, embora isso fosse durar muito pouco, porque do nada, Samuel colocou nos meus braços uma caixa que estava bem pesada e pediu que eu a levasse para o segundo andar.
Com bastante dificuldade consegui fazer essa tarefa, fiquei exausto e incapaz de me mexer, sentando no chão pra descansar, vi uma sombra, ao levantar a vista percebi que era a Agustina. Ela continuava sorrindo, se aproximou pra pegar a caixa, que parecia não pesar nada pra ela, e levou pra um dos quartos. Quando saiu daquele cômodo, me disse pra levantar e descer pra ajudar. Suspirei, tirei energia e força que não tinha pra ajudá-los a organizar. Ficamos cerca de 3 horas pra deixar tudo em ordem, eu estava morto, então me deixei cair no chão.
Eles, diferente de mim, pareciam estar mais energéticos do que antes. Dele não me surpreendia, pois como sabia que era policial, esperava isso. No entanto, aquela garota, que era mais magra do que eu, não parecer ter sido afetada por todo aquele trabalho, isso sim me impressionava.O pouco costume—, foi a resposta que Samuel me deu. Imaginei que aquela garota devia fazer vários trabalhos pesados em casa. Ela se aproximou de mim com um copo de suco de laranja. Agradeci e bebi. A atitude de Samuel já não era tão assustadora como antes, pelo contrário, parecia ser um cara muito gente boa.
Agustina cuidou de preparar o almoço e, quando terminou, me convidaram pra comer com eles. Aceitei e, sem perceber, as horas foram passando, entre conversa e conversa. Ela me confessou que a mãe tinha morrido quando ela era só uma menina de 3 anos, e que o pai desde então sempre esteve ao lado dela, embora às vezes a superproteção dele não fosse algo que ela curtisse, porque espantava vários caras e, no geral, nem as mulheres queriam ser amigas dela, com medo de Samuel. Respondi que no começo também tive medo dele, mas depois percebi que não devia ter medo de nada, já que ele era um homem amigável.
Ele riu e me deu um tapinha nas costas, que me causou uma leve dor. Contei também um pouco sobre mim, algo breve, mas revelei que Emma era minha irmã adotiva, embora, apesar disso, nos déssemos muito bem. Quando quis ver as horas, percebi que tinha deixado meu celular no quarto, então perguntei a eles. Ao ouvir que eram 19h, não pude acreditar.–como o dia tinha passado tão rápido?-Fiquei pensando comigo mesmo, agradeci eles por tudo e pedi desculpas, dizendo que precisava voltar pra casa, com certeza meus pais e minha irmã já estavam me procurando.
Quando cheguei em casa, todo mundo estava sentado à mesa, o rosto da Emma mostrava angústia, ela ainda não tinha cortado o bolo de aniversário dela. Só de me ver, os olhos dela começaram a brilhar. Já minha mãe se assustou com o curativo que eu tinha na cabeça. Ela já ia fazer um escândalo quando a Emma me abraçou emocionada. Eu correspondi ao abraço e falei:—Feliz aniversário, mana.Mas ela se afastou de mim bruscamente e, do nada, me deu um tapa forte, surpreendendo até meus pais.–E-E… Emma-balbuciei confuso, ela, irritada, me perguntou onde eu tinha estado. Fiquei em silêncio, porque ainda não tinha processado o que tinha acontecido.
Emma: Responde, Bruno! Onde e com quem você estava?
Eu: Co-como?
Emma: Não se faz de idiota, dá pra sentir o cheiro de outra garota na sua roupa.
Fiquei pasmo que ela conseguisse sentir o perfume da Agustina na minha roupa. Meu pai, enquanto se levantava, ria, me abraçou e me parabenizou por ter saído com uma garota, irritando ainda mais a Emma. Minha mãe, por outro lado, teve uma atitude bem hostil comigo, parecida com a da minha irmã, embora tentasse disfarçar, dizendo que eu não podia ter saído com uma menina sabendo que era o aniversário da minha irmã, além de me perguntar como eu tinha me machucado. Meu pai chamou as duas de exageradas, que não tinha nada de errado em eu ter um encontro, e cochichou no meu ouvido perguntando o nome da garota.
Eu: Agustina.
Respondi bem baixinho, olhando pra Emma, que continuava puta.
Daniel: Agustina, nome bonito. Espero que seja uma gostosa com um corpinho bem feito. De qualquer forma, qualquer dúvida que tiver, pode vir falar comigo, campeão.
Isidora: Agora você se acha o expert em love.
Daniel: Ah, qual é, para de ser tão mal-humorada e comemora que nosso filho finalmente tá virando homem.
Emma saiu dali e subiu pro segundo andar, batendo a porta com força quando fechou. Me senti culpado por ter magoado ela no aniversário dela e por ter sido tão egoísta. Meus pais começaram a discutir entre si, e eu aproveitei pra subir e ir pro meu quarto. Mas antes, parei na porta do quarto da minha irmã e tentei girar a maçaneta. Percebi que a porta estava trancada e duvidei que ela quisesse falar comigo. Deitado na minha cama, fiquei pensando nos sentimentos da Emma, em como ia pedir desculpas e no que ia fazer por ela amanhã pra compensar.
Não sei exatamente quanto tempo fiquei ali. Meditando, mas parei porque tava entrando muito vento pela janela. Levantei e fui fechar, mas quando ia fazer isso, vi a Agustina. Meu quarto dava de frente pro dela, minha jovem vizinha tava tirando a roupa, talvez fosse tomar banho ou colocar o pijama. O motivo era o de menos, meus olhos simplesmente não conseguiam parar de admirar o corpo gostoso dela. Ela levantou a vista e me viu, os olhos dela penetraram nos meus e pensei no pior.
Dominado pelo medo, fechei a persiana de uma vez. Demorei pra processar o que tinha rolado, sabia que desculpa não ia adiantar e que ela nunca ia engolir a história de que eu só queria fechar a janela. O vento continuava entrando e o frio percorria meu corpo, então resolvi levantar a persiana devagar pra fechar a janela de vez. Pra minha surpresa, a Agustina tava colada na janela e ainda nua, como se tivesse esperando eu aparecer de novo. Pensei que queria pregar alguma peça, mas ela me deu um sorriso safado e começou a exibir os peitos.
Eu não consegui recusar aquele espetáculo, principalmente porque a figura dela me lembrava alguém. Meu pau foi ficando cada vez mais duro, a ponto de eu ter que baixar a calça e me tocar. Ela soltou as tetas, mas em vez de parar, começou a se masturbar na minha frente. A bucetinha dela tava uma delícia, toda suculenta, queria provar. Agustina soltava uns suspiros gostosos, o olhar safado dela se encontrava com o meu e me excitava ainda mais. Eu comecei a desejar que ela visse como me deixava, mas a vergonha foi maior e mantive meu pau escondido. Vi minha vizinha gostosa gozar, e eu fiz o mesmo, sujando o chão.
Ela sorriu e fechou a persiana dela. Fiquei pasmo, sem tirar os olhos daquela janela. As horas foram passando e eu continuei ali parado, feito uma estátua. Minha vida tinha mudado em vários aspectos, mas eu não queria isso. aceitar, eu me recusava a enxergar a realidade das coisas, que logo dariam uma reviravolta total. Na manhã seguinte, praticamente sem dormir, eu me levantava pra ir pra escola.–Uma nova segunda-feira, já falta pouco pra acabar–Ela sussurrava pra mim. Minha irmã continuava com aquela atitude distante e eu não podia culpá-la, afinal, eu tinha magoado ela, mesmo assim, a gente foi junto.
Quando chegamos, tudo parecia exatamente igual. Os mesmos idiotas tirando sarro de mim, e eu, como sempre, ignorava e deixava eles falarem qualquer merda sobre mim. Contanto que não tocassem na Emma, tava tudo bem pra mim. Apoiei o cotovelo na mesa e a cabeça na mão, olhando pela janela, esperando o professor chegar e começar mais um dia de aula. Mas, do nada, senti tudo ficar em silêncio. Só ouvia uns passos, cada vez mais perto de mim, e aí meus olhos foram cobertos por umas mãos macias.–“Adivinha quem sou?, bom adivinhador”–Escuta, aquela voz era doce e suave, eu não conseguia reconhecer ela, será que realmente pertencia a alguém que eu conhecia?—A… Agustina...respondi lembrando do timbre da voz dela e ao sentir o perfume dela.—"Pensei por uns segundos que você tinha esquecido de mim, Brunitodisse ela, enquanto tirava a venda dos meus olhos e eu me virava pra olhar pra ela. O sorriso safado dela continuava me enfeitiçando, os olhos claros me deixando nervoso e a presença dela me esquentando. Ela sentou no banco do lado do meu, causando um rebuliço entre todo mundo ali.—Como um perdedor que nem eu conhecia uma mina tão gostosa?Era a pergunta que todo mundo fazia, mas ninguém tinha coragem de dizer, nem os idiotas que zoavam de mim. Pelo menos foi o que pensei, já que teve uma pessoa entre todos eles que se levantou e se aproximou, pra ter a resposta pra dúvida que todo mundo tinha. De todas as pessoas, nunca imaginei que a Emma faria isso.—"Bruno, quem é ela?perguntou confusa.—"Sou Agustina, sua nova colega de classe e uma boa amiga do Bruno"—respondeu a loira, me segurando pelo braço.
Emma: A… A-Agustina?
Minha irmã me olhou com uma cara de raiva, já que tinha acabado de conhecer a garota com quem eu tinha passado o dia anterior e por quem eu não fui no aniversário dela.
Agustina: Sim, e você é?
Eu: Ela é a Emma, minha irmã.
Interrompi, esperando que toda aquela tensão que estava se acumulando se dissipasse, mas Agustina, em vez de ajudar, só piorou as coisas.
Agustina: Ah, a adotada, verdade que ontem você falou dela pra mim.
Emma: Vejo que você tá por dentro da vida dele, idiota.
Emma foi embora pro lugar dela com raiva, meu coração batia acelerado, o dia mal tinha começado e eu já queria que terminasse. Durante a aula toda, Agustina ficou do meu lado, fazendo Emma ficar cada vez mais puta, mas o pior ainda estava por vir. Depois que as aulas acabaram, eu arrumei minhas coisas e esperei minha irmã pra voltar pra casa, mas quando ela estava chegando perto de mim, Agustina apareceu pelas minhas costas e me puxou pelo braço.—"Bruno, vamos ao cinemaEla disse e, sem esperar resposta, me levou com ela.
Pra ser sincero, nunca tinha ido ao cinema com uma garota antes, então aquela experiência era totalmente nova pra mim. Ela me levou pra ver uma comédia, mas isso nem importava, porque meus nervos só aumentavam cada vez que ela diminuía a distância entre a gente naquela sala escura. As mãos dela, de vez em quando, roçavam na minha virilha, onde um volume começava a se formar. Agustina parou quando me levantei pra ir ao banheiro — eu precisava de um respiro. Quando voltei, ela não fez mais nada de estranho até o filme acabar. Enquanto a gente caminhava pela rua, ela sussurrou no meu ouvido:—"Gostou do meu show de ontem?A pergunta dela me deixou desconcertado, obviamente na minha cabeça tava rodando o que rolou ontem à noite, desde que eu vi ela na escola, mas como ela não deu bola, eu também não quis tocar no assunto e agora ela soltou isso do nada.Hoje vou te dar um show melhor, dá uma espiada na sua janela umas 22h, ok?Falou com malícia, eu não respondi e, durante o caminho de volta pra casa, não trocamos uma palavra, só falamos na hora de nos despedir. Quando entrei em casa, vi a Emma sentada no sofá vendo TV, ela ficou quieta e evitou olhar na minha cara.
Não quis falar nada com ela, porque sabia que era perda de tempo tentar conversar com minha irmã. Minha intenção era ir pro meu quarto e esperar até as 22h pra ver o que a Agustina queria me mostrar, mas minha mãe apareceu e, puxando minha orelha, me levou pra cozinha pra me dar uma bronca. Ouvir o sermão dela foi a coisa mais chata do mundo, tipo, durante toda a minha vida, nunca dei problema e, pela única vez que saí com uma garota, ganhei uma bronca interminável, sem chance de apelar, porque se eu falasse alguma coisa, era capaz de só jogar gasolina no fogo.
Quando terminou, ela se aproximou de mim, encostando os peitos maduros e redondos no meu rosto. O cheiro da mamãe era hipnotizante, e ficar entre aqueles dois seios era uma sensação incrível. Eu segurei a cintura dela e a abracei. Ela, acariciando minha nuca, disse:Meu filho, não quero que você se deixe influenciar por uma mina que não vale nadaLevantei o olhar e apreciava aqueles lábios que no dia anterior tinham me provocado. A distância era tão pequena que era difícil me segurar, além disso, meu pau rapidamente foi tomando forma, minhas mãos não demoraram a descer pra aquela bundinha maravilhosa e firme.
Isidora: Filho…
Ela exclamou surpresa, embora estivesse convidando pra continuar e eu me atrever a ir mais longe, eu tava disposto a fazer qualquer coisa só de ter ela tão perto, no entanto, Emma apareceu na cozinha e todo aquele tesão se dissipou. Eu me afastei da mamãe e me sentei na cadeira pra meu tronco se acalmar e assim poder ir pro meu quarto. Minha irmã continuava me ignorando e acho que o que mais incomodava ela era minha atitude indiferente, mamãe não parava de me olhar de canto, dando a entender que ela tinha percebido minha ereção e queria mais de mim.
Relaxado, saí da cozinha e fui direto pro meu quarto, onde me joguei na cama e tentava entender a atitude da minha mãe nos últimos minutos, antes da Emma nos interromper. Pensando naquilo, fechei os olhos e acabei dormindo, acordei perto das 22:20, por um grito que ouvi. Sonolento, fiquei sentado na cama, me espreguiçando, pego meu celular e vejo que tenho várias mensagens de um número que não tinha salvo, quando olho as mensagens, senti a alma saindo do corpo, porque entre elas tinha um vídeo pequeno onde aparecia Agustina, minha vizinha, sendo macetada por um negão.
As outras mensagens eram,–“Ei, cê tá aí?”–Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.–“Oiiiiii”–Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.—"Bruno, por favor, dá uma olhada pela janelaNão vou mentir, tava com medo de olhar, porque aquele vídeo curto mas impactante me deixou curioso pra saber quem era a Agustina de verdade e que porra ela queria comigo. Mesmo assim, espiei pela janela, esperando ver ela dando pra aquele preto, mas não, ela tava sozinha igual na noite anterior, só que dessa vez vestida. Quando me viu, ela sorriu e me mandou mensagem.—"Você consegue sair da sua casa?Eu respondi que não, vi como ela ficou desanimada com minha resposta, mas em vez de tudo acabar ali, ela me surpreendeu mais uma vez. De repente, ela desce da janela dela, com um pouco de dificuldade, mas consegue, depois corre e pula a cerca, chegando no quintal da minha casa, pega uma escada velha que meu pai tinha e sobe, chegando até onde eu estava.–“Oi”-afirmou sorrindo e com metade do corpo dentro do meu quarto,–Oi-oi—Gaguejei enquanto ajudava ela a entrar.— "Sabe, eu tinha uma surpresa enorme pra você, mas você demorou demais, então só fiquei esperando se você aparecesse mais tarde e fico feliz por ter feito isso, porque você apareceudisse me abraçando. Eu me afastei dela e sentei na minha cama, ainda não entendia aquela garota.
Agustina: Aconteceu alguma coisa?
Perguntou como se fosse normal mandar pra um cara que acabou de conhecer um vídeo onde ela aparece transando com outro.
Eu: O que você quer de mim? Sua surpresa era que ia dar pra um preto e me deixaria assistir?
Respondi irritado, ela suspirou e se aproximou de onde eu estava, sentando ao meu lado, pegou minhas mãos.
Agustina: Talvez.
Respondeu com um sorrisinho promíscuo.
Agustina: Isso te deixou com ciúmes?
Completou encostando os lábios nos meus e enlaçando meu pescoço com os braços.
Eu: O-que-que você tá fazendo?
Agustina: Só te abraçando porque somos amigos, ou não é? Além disso, não sei por que você fica com esse ciúmezinho, já que no fundo me conhece muito bem, não é mesmo?Dalí 18".Comentou me deixando duro de susto e medo, como que essa mina sabia meu usuário do site onde eu via e pagava pelas fotos de buceta?LuxúriaeVerão 24Ela mordiscando minha orelha, murmurou.
Agustina: Você devia saber que não sou uma princesa igual sua irmã, nem uma nerd como pareço, sou mais uma puta e adoro foder ou me divertir com meu corpo.
Fiquei em silêncio e ela foi se aproximando, me jogando na cama, se colocou por cima de mim.
Agustina: E não, minha surpresa não era você me ver dando pra outro, era algo mais especial, mas já que você mencionou, me excita a ideia de você me ver dando, e você não? Embora talvez agora você se pergunte como descobri seu nome de usuário e queira saber tudo sobre mim, né?
Disse tudo aquilo com os lábios perto dos meus e o dedo indicador percorrendo meu rosto, eu me embriagava nos olhos dela e disse,S-sim...Ela sorriu e a gente se beijou. Foi meu primeiro beijo, nunca imaginei que trocar saliva e enroscar a língua com outra pessoa fosse tão gostoso. Ela, apesar da experiência que tinha, se mostrava inocente na minha boca, eu, por outro lado, tava enlouquecendo a cada segundo que passava provando aquela baba doce. Agustina me parou, a gente se olhou fixamente e meu pau, durasso, pedia alívio.
Agustina: Desculpa, me deixei levar.
Falou enquanto se deitava do meu lado.
Agustina: Hum, por onde eu começo? Com certeza você já sabe que comoVerão 24Só levei 3 meses e fiz isso, nada menos, porque um dia eu me perguntava como era sentir um pau dentro de mim. Depois de ver uns vídeos onde as mulheres gozavam com um pedaço de carne, quis viver a experiência.
Ele sussurrou, acariciando meu pacote com a palma da mão.
Agustina: Depois daquele dia, postei minhas primeiras fotos pelada no site, porque queria começar com algo leve. Para minha surpresa, fiz sucesso entre os usuários, e um tal de...Dalí 18de repente apareceu comprando várias fotos do meu corpo, o que me excitou ainda mais.
Eu podia ver nos olhos dele o prazer que aquela lembrança trazia, quando eu, por necessidade, entrei naquele site e, ao ver a figura magra dele, mas com umas curvas divinas, os braços longos e as pernas intermináveis, me motivei a comprar as fotos dele. Agora que me tornei mais safado, percebo que aquele par maravilhoso que ele tem na frente também me hipnotizou naquele momento.
Agustina: Depois daquelas fotos, decidi fazer uma transmissão ao vivo me masturbando e, embora tenha tido o mesmo impacto positivo que minhas fotos, não me senti muito à vontade, porque meu querido Dalí não se conectou para me ver.
Eu: S-ss-só comprei suas fotos por fins artísticos, nunca vi outros conteúdos seus.
Agustina: Sim, percebi isso, depois de fazer transmissões ao vivo por quase uma semana e você não aparecer. Então voltei a postar umas fotos minhas, e você as comprou de novo, não sei por que me excitava que você me visse, se era só mais um usuário, nem me mandava mensagem, só comprava.
Ela comentou mordendo o lábio inferior.
Agustina: Mas voltei a postar fotos minhas e você não comprou, continuei postando conteúdo, no entanto, você já não estava mais presente. Ingênua, pensei queDalí 18queria algo novo de mim, que gostaria de me ver transando, então aproveitando que papai quase nunca estava em casa por causa do trabalho, convidei o garoto que eu gostava na época pra fazer parte da minha ideia pervertida.
Eu: N-não tinha dinheiro, por-isso não comprava.
Agustina: Entendo, devia ter pensado nisso antes de me deitar com aquele cara, porque foi uma foda rápida e sem muita emoção, nem consegui ficar mais excitada do que já estava, então fiquei decepcionada, leva em conta que era minha primeira vez e eu esperava algo melhor. E não, meu problema não era o tamanho, porque ele tinha uma rola bem decente. O problema dele é que não sabia usar a ferramenta nem satisfazer uma mulher.
Ela falou isso enquanto segurava meu pau, que já pedia pra sair da minha calça e ser consolado.
Agustina: Como não curti aquela transa, decidi não postar aquele vídeo, os dias passaram e você não aparecia. Queria te mandar uma mensagem no privado, mas tinha medo de você ser um cara estranho ou perigoso, mesmo assim não conseguia te tirar da cabeça. Continuei achando que você voltaria a me ver se eu me publicasse transando.
Ela não parava de me contar cada detalhe e também não soltava meu pau, que a cada palavra que ela soltava ficava mais duro e meu corpo chegava a tremer. Enquanto no primeiro andar eu ouvia mamãe falando com Emma, tudo ficava mais excitante pra mim. A loira, por sua vez, me confessou que aquele garoto de quem ela gostava, ela convidou pra casa dela e lá conheceu o irmão dele, que era 2 anos mais velho. Os olhares deles desde o início foram de cúmplices e não demoraram pra se dar bem.
O cara se ofereceu pra levá-la de volta pra casa, ela aceitou super feliz, já que via aquilo como uma oportunidade de fazer aquela gravação que tinha em mente. Durante o trajeto, tudo foi ficando mais intenso pros dois, que não aguentaram mais quando ele estacionou na frente da casa da Agustina. Os dois se beijaram com fervor,Caralho, como aquele filho da puta bebia bemEla sussurrou enquanto seus lábios roçavam nos meus novamente.
Minha vizinha continuou contando, mencionando que propôs a ideia de gravar eles transando, e o sujeito de 20 anos topou na hora. Os dois foram para o quarto dela, onde ela preparou tudo. Mal ligou as câmeras pra gravar, ele já a beijou de um jeito muito excitante e as roupas foram caindo no chão. O pau daquele moleque parecia menor que o do outro, mas ele soube dar o prazer que ela procurava — as penetradas eram mais gostosas e até mais profundas.
Ela mexia os quadris tentando me mostrar como os movia naquele dia, mas só fazia o corpo dela se grudar mais no meu, e minha vontade de provar aqueles lábios de novo aumentava. Agustina continuou dizendo que depois de tornar aquele vídeo público, o corpo dela ficou embriagado de luxúria e ela queria repetir. Tinha me esquecido e continuou fazendo putaria, como com o negão do vídeo que me mandou. Ele era um jardineiro que ela seduziu e levou pra cama.
O cara, depois de brincar com aquele corpinho majestoso, não conseguiu se segurar e meteu de uma vez — e não o culpo, no lugar dele eu teria feito o mesmo, enfiar toda a minha pica naquela garota ardente. Ela me disse que adorou sentir sendo comida com força, a buceta dela amava ser destruída por aquele mastrão escuro que a fez gozar várias vezes. Eu não aguentava mais, sentia que ia explodir igual um vulcão. Minha vizinha também parecia sufocada, dava pra ver naquele decote umas gotas de suor escorrendo pelos peitos que eu morria de vontade de chupar.
Agustina: Me diz, Brunito… A-agora que você sabe que sou uma qualquer, quer continuar sendo meu amigo e querer me conhecer, ou, pelo contrário, vai me evitar pra sempre?
Eu: Po… Po-porra, Agustina… E-eu… Quero continuar sendo seu amigo.
Agustina: Só seu amigo?
Eu: Sim, por enquanto…
Agustina: Por enquanto?
Ela perguntou com um sorrisinho malicioso e safado.
Agustina: Depois, o que você quer que a gente seja, Brunito?
Eu: N-não… Não sei, mas Agora deixa eu baixar minha calça, que vou gozar em cima.
Agustina: Não, até você me responder o que quer de mim, menino safado.
Eu já não sabia mais nem como calar meus gemidos, então eles começaram a escapar. Pra minha má sorte, minha mãe tinha subido e ouviu tudo. Batendo na porta e chamando meu nome depois, começou a abrir. Olhei aterrorizado pra Agustina, que mordeu os lábios e sumiu entre meus lençóis. Minha mãe acendeu a luz do meu quarto e, estranhando, se aproximou de mim.—"Você tá bem, filho?consultou preocupada, tudo era uma puta loucura, porque minha mãe já tinha vestido a camisola dela pra dormir e tava linda pra caralho.
Eu: S-sim, mãe, tô de ma-mara-vilha…
Ela continuou se aproximando, até colocar os peitos bem na cara do meu rosto. O cheiro dela só me excitava mais, e ver aqueles biquinhos durinhos através do tecido fino e transparente me dava vontade de apertar aquele parzão, enquanto minha vizinha continuava puxando minha pica.
Isidora: Filho, você tá suando pra caramba, parece que tá com febre.
Eu: Não, mamãe… Tô bem…
Respondi ofegante, sem tirar os olhos daqueles peitos.
Isidora: Então por que você tá suando tanto?
Eu: Não sei, mamãe… A-acho que é por causa da temperatura…
Isidora: Mas se é uma noite gelada pra caralho, Bruno, do que você tá falando?
Minha mãe me olhou confusa e começou a notar um movimento leve debaixo das minhas cobertas. Pior de tudo é que comecei a gemer, tudo porque Agustina tinha dado uma lambida no meu pau, mesmo com o tecido da calça atrapalhando o contato da língua dela com minha pica, foi incrível aquilo. Ela não parou por aí e continuou, molhando rapidamente minha virilha. Antes que mamãe fizesse qualquer movimento e descobrisse a vizinha brincando com meu pacote, eu abracei ela.
Isso surpreendeu minha mãe, com certeza, porque meu rosto se enterrou nos peitões dela, ela não soube o que dizer, mas não demorou pra apoiar as mãos na minha cabeça e me sufocar com aqueles melões.—"Já entendi, tudo que o meu bebezinho quer é que a mamãe mime eledisse em um tom brincalhão, enquanto Agustina continuava chupando minha pica por cima da calça, o que já começava a ser mais uma tortura do que prazer.O corpo da mamãe tá geladinho, ideal pra você baixar a temperaturaminha mãe acrescentou, brincando. Eu já estava no meu limite e a sanidade parecia se desmanchar entre aqueles peitos, só queria gozar, soltar toda aquela carga que eu tava segurando, sem me importar que minha mãe descobrisse o que rolava. E quando eu tava prestes a ejacular, perdido naquela fragrância tão lasciva da minha mãe, o celular dela toca. Ela me solta e, como se estivesse desesperada pra ninguém ver quem tava ligando, correu pro quarto dela, sem fechar direito a minha porta. Agustina saiu de entre meus lençóis, passando a língua nos lábios e com uma cara bem obscena, não me dá tempo pra descansar e crava a boca dela na minha. Me enroscando de novo com a língua dela, cheia de safadeza, perdi o medo de alguém nos pegar, já tava pouco me fodendo pra tudo, minha vizinha tava me enlouquecendo.–"Porra, isso foi porra de tesão. Muito melhor que transar"–murmurou, enquanto observava um fio fino que ligava nossos lábios.
Agustina: O que foi?
Falou enquanto eu pensava em tudo que a gente tinha feito.
Eu: Nada, só que ainda não me explicou, como é que você sabia que eu era o Dalí 18?
Agustina: Ah, isso… Bom, a primeira pista eu tive ontem quando a gente se conheceu, lá você me disse que Dalí é seu pintor favorito. A segunda eu consegui hoje, quando olhei seus cadernos, notei que seu e-mail era exatamente o mesmo que você usava pra aquela conta, só mudando os números, e a última foi no cinema, enquanto você foi ao banheiro, deixou seu celular no banco e eu me dei a liberdade de dar uma olhada, percebendo que você tinha fotos de umas pinturas, entre elas um retrato de uma das fotos que você comprou pra mim.
Eu: Porra, e foi assim que você pegou meu número, né?
Agustina: Sim.
Sentenciou Agustina, a gente se olhou por uns segundos, eu não sabia o que fazer, no fundo do meu ser, só queria devorar a boca dela de novo e fazer ela assumir a responsabilidade pela minha ereção. Ela se levantou, pra ir pra casa dela, mas eu segurei ela, não queria que fosse embora, quando peguei na mão dela ela ficou surpresa, puxei ela pra perto de mim e abracei.–Só por hoje, fica aqui comigo-Ele sussurra no ouvido dela, ela corou, talvez porque entre todas as coisas que eu podia dizer, falei a mais besta e absurda. Pra minha surpresa, Agustina ficou do meu lado aquela noite.
Foi difícil, porque eu não parava de ter o pau duro e saber que do meu lado tinha uma mina muito gostosa me deixava mais excitado ainda. Tentei de vários jeitos me acalmar, mas não conseguia, meus pensamentos eram só um: queria transar ou pelo menos satisfazer aquela vontade que me dominava. Ela percebeu que eu tava inquieto e tarado, abraçou minhas costas, as mãos dela foram no meu pau, agarrando ele com força, e sussurrou:Relaxa, vou te ajudar com isso.A mão dela era bem macia e ela me bateu uma devagar, mas foi uma sensação espetacular.
Eu gemia de olhos fechados, imaginando que estava fodendo a Agustina, que ela tava de quatro e eu metia até o fundo. Virei a cabeça, ela chegou os lábios e me beijou. Não demorei pra gozar, soltei uma quantidade enorme, muito mais que nos dias anteriores e, sem dúvida, foi a melhor punheta de todas. Agustina olhou pra mão, quando viu que tinha meu leite, a putinha se limpou passando a língua. Ficamos nos encarando, mas não rolou mais nada entre nós, dormi satisfeito. Na manhã seguinte, quando acordei, tava sozinho, a Agustina tinha ido embora uns minutos antes.
A confissão da Agustina só fez eu vê-la como alguém sincera e direta, não me incomodava saber que eraVerão 24Quando cheguei na escola, minha vizinha gostosa já estava me esperando no meu lugar. Sorrindo, ela me perguntou como eu tinha amanhecido, e eu, todo atrapalhado, respondi que acordei bem animado. Ela riu e o olhar dela foi direto pra minha entreperna. O clima foi ficando muito safado, embora a gente conseguisse manter a compostura. Infelizmente, nossos olhares provocantes eram interrompidos pelos idiotas que não aguentavam me ver com aquela mina, mas isso não impediu que eu e ela continuássemos juntos na escola e nos encontrássemos escondidos à noite.
Nas duas semanas seguintes, fui notando umas atitudes estranhas da minha mãe, tipo ela se arrumar algumas noites e sair. Comecei a perceber que meu pai sempre dava desculpa de que tava com muito trabalho e só chegaria tarde. Às vezes, eu pegava minha mãe falando baixinho, e quando me via, ficava vermelha e parava. Mesmo assim, não dei muita importância, porque minha vizinha vinha todas essas noites, por vontade própria, me punhetar com as mãos dela.
Comecei a viver experiências muito divertidas e safadas com a Agustina, até na escola. Teve um dia em que a tensão entre a gente era tão grande que a gente fugiu pro banheiro, se trancou num cubículo e se beijou. Ela abaixou o zíper da minha calça e, com as mãos finas dela, pegou meu pau duro e me masturbou. Mesmo com tudo sendo perfeito, pelo menos pra mim, Deus ainda tinha preparado uma prova difícil que eu teria que superar.
Isso aconteceu numa sexta-feira. Naquele dia, acordei com muita febre, não conseguia nem me mexer, então não fui pra aula. Minha mãe, ao me ver daquele jeito, ficou muito preocupada comigo e ficou do meu lado o máximo que pôde. Tudo estava normal, até que minha mãe decidiu lavar meu corpo suado. No começo, eu recusei, mas não tive argumentos fortes o bastante pra impedir. Quando senti aquela toalha molhada passando pelo meu torso, foi relaxante, mas logo tudo ficou estranho, porque os peitos da minha mãe Elas estavam bem perto de mim e eu conseguia ver pelo decote do suéter dela.
Ela notou meu pau duro, pra minha surpresa não falou nada e agiu como uma mãe normal. Me senti horrível por ter tido uma ereção com a minha mãe, que depois de ter refrescado meu corpo com aquela lavada, foi pro quarto dela se arrumar. Era o aniversário do meu tio José, o irmão do meu pai e o pai dos meus primos Jorge e Antonio, eles iam pra festa, embora por uns instantes minha mãe tenha hesitado em ir, por causa do estado que eu tava. Mas eu mostrei uma melhora, fazendo a preocupação dela diminuir e ela poder ir com meu pai pro aniversário do tio José.
Por causa disso, naquela noite eu ia ficar com a casa só pra mim, já que minha irmã tinha pedido permissão pra dormir na casa de uma amiga, meus pais só voltariam no outro dia. Então mandei uma mensagem pra Agustina perguntando se a gente podia se encontrar, ela não respondeu, mas em poucos segundos ouvi a campainha, abro a porta e era minha querida vizinha. Ela me abraça, dizendo que tinha sentido minha falta, nós dois fomos até a sala, onde Agustina se sentou toda safada. Mordiscando uma das minhas orelhas, ela me pergunta se eu tava mesmo doente ou só tinha fingido pra não ir pra escola.
Eu: (Rio) Tive febre quase o dia todo, acho até que cheguei a delirar, mas agora tô melhor.
Agustina: Febre? Pensei que era coisa pior, porque você vive quente, principalmente nessa área.
Ela com as mãos tocava meu pacote que já tava pronto pra receber aquela punheta diária que ela me dava.
Agustina: Fala a verdade, você bateu uma hoje?
Eu: Não… Mas fiquei de pau duro o dia inteiro e foi muito desconfortável.
Agustina: (Mordendo os lábios) Entendi, então deixa eu fazer meu trabalho.
A gente se beijou e ela começou a me despir, a primeira coisa que tirou foi a calça, depois minha camiseta e finalmente minha cueca. Embora antes que Se eu tivesse meu pau entre as mãos dela, ela foi rasgando o tecido da cueca com as unhas, a sensação era fabulosa e me excitava pra caralho. Quando eu já tava completamente pelado, ela continuou me beijando com paixão, os dedos apertavam minhas bolas que estavam bem inchadas e meu pau não parava de crescer. Agustina mordeu meus lábios, depois me empurrou no sofá, sentou no meu colo e tirou a camiseta que tava usando.
Os peitos dela estavam a centímetros da minha boca, só o sutiã no caminho pra eu poder chupá-los. Minha vizinha, sorrindo, cravou as unhas nas minhas costas e começou a beijar meu pescoço, eu só gemia, sentindo que meu pau não podia ficar mais duro do que já tava. Peguei ela pela cintura pra mordiscar o pescoço dela igual ela fazia com o meu, não demorei pra arrancar um gemido dela, que me deixava louco. A gente se olhou por uns segundos e de novo nossas bocas se devoravam, ela acariciava meu rosto e eu passava a mão nas costas dela até chegar no sutiã, que desabotoei.
Agustina jogou o sutiã preto fora, colando os peitos no meu peito, levou as mãos pro meu pau, que já tava inquieto. Foi massageando devagar, com os lábios quentes a poucos centímetros da minha boca, me perguntou se eu tava adorando como ela me punhetava. Eu, segurando ela com força na bunda, respondi que sim. Mais uma vez a gente se beijou com tudo, ela foi aumentando a velocidade da punheta e eu fui enfiando os dedos devagar dentro da saia dela, louco pra tocar aquela bunda nua.–"Você me enlouquece, Bruno… Você me enlouquece…"–Ela afirmou enquanto continuava aumentando a velocidade das mãos.–“Aiiiiiiii, Meuuuuuuu Deussssss… Meuuuuuuuuuuuuuuu…”–Exclamei extasiado, Agustina não parava de acelerar o ritmo da punheta dela, eu já tava no meu limite, mas ela, muito safada, parou bem na hora certa pra me deixar na vontade de gozar. Sem falar nada, ela levantou os peitos com as mãos, e eu entendi que ela queria que eu chupasse aquilo, e foi o que fiz. Eu beliscava e mordia aquelas tetas deliciosas, minha vizinha começou a gemer cada vez mais alto e, sem perceber, ela levou uma das mãos na bucetinha dela, que já tava bem molhada.
Agustina: Porra… Bru-Bruno…
Ela gaguejava, e eu não aguentei mais, levei minha mão direita naquela vulva que não parava de escorrer fluidos. Era a primeira vez que eu tocava uma buceta, não sabia se o que eu ia fazer ia deixar ela com tesão ou ia machucar. Mas já não tava pensando com a cabeça, só me deixava levar pelos meus impulsos e pela putaria que me consumia. Devagar, dois dos meus dedos foram entrando naquela xotinha loira, que era muito macia, molhada e quente. Deslizar meus dedos lá dentro era uma sensação incrível, ainda mais com os suspiros dela completando a cena.
A cara de Agustina era tão vulgar que me deixava ainda mais excitado. Sabia que no fundo ela nunca esperou que eu tivesse coragem de tocar ela ali e de masturbar ela, mas mesmo assim ela adorava e não queria que eu parasse. Continuei aumentando a velocidade, até sentir uma porrada de suco jorrando nos meus dedos, ela teve um orgasmo do caralho. Enquanto minha vizinha recuperava o fôlego, eu saboreava os fluidos dela que tinham ficado nos meus dedos. Eram uma delícia.–“E… E-você é… Muito tarado…”-disse uma agitada Agustina.
Eu: Desculpa, mas não consegui me controlar.
Agustina: Você... Você... Quer fazer isso?
Era a primeira vez que ela me perguntava se eu queria transar com ela, obviamente eu queria.
Eu: Eu... Eu sim...
No entanto, antes que eu terminasse a frase, Emma nos interrompeu. Minha irmã, ao me ver naquela posição com a vizinha, a garota que ela detestava, porque era com quem eu mais passava tempo agora, se enfureceu. Jogando uma garrafa que tinha nas mãos no chão, se aproximou da gente e puxou o cabelo de Agustina, chamando-a de *slut*. Minha vizinha se defendeu empurrando-a e torcendo levemente o pulso dela para que soltasse o cabelo. Emma, alterada, começou a chorar, caindo no chão, e suplicou para Agustina ir embora.
Agustina: O quê?
Emma: Por-favor... Sniff... Vai em-bora...
Agustina olhou para mim, como se esperasse que eu dissesse algo, mas eu estava tão surpreso quanto ela, então fui incapaz de falar qualquer palavra. Minha vizinha tomou a decisão de ir embora, então pegou a camiseta e o sutiã que estavam no chão, se vestiu e foi. Eu comecei a me vestir o mais rápido possível, mas Emma fez um movimento inesperado. Minha irmã, do chão, se aproximou de mim e agarrou meu pau, que ainda estava duro. Envergonhado e confuso, perguntei:–“O-o que você tá fazendo, ir-mã?”–Emma: É… Tá gorda e bem dura…
Ela exclamou, colocando meu pau do lado da boca e cheirando ele.
Eu: Hein… Irmã?
Emma: O cheiro é forte, mas eu gosto.
Mesmo com as mãos dela frias, meu cacete não parava de pulsar e crescer, igual tava com a Agustina. A sacanagem da minha irmã adotiva estar alucinando com minha ferramenta era foda demais, e não dava pra negar que eu tava adorando. Ela abriu a boquinha de leve e colocou a língua pra fora, passando ela suavemente na cabeça da minha vara. Aquele contato pequeno já foi suficiente pra me fazer tremer as pernas e soltar um pouco de esperma. Ela viu, sorriu e passou a língua de novo, saboreando meu leite.–“Aaahhh… Que gostoso”disse Emma, me olhando de um jeito provocante.
Minha irmã se levantou e, sem soltar meu pau, foi se aproximando da minha boca. Tentei recuar e acalmá-la, falando argumentos como que éramos irmãos e não devíamos fazer aquilo, que ela não estava pensando com clareza e que depois iria se arrepender. Mas meus esforços pra evitar qualquer contato com os lábios dela foram inúteis. Emma riu, me encurralando contra a parede, apoiou a mão livre nela e, abrindo a boca, sussurrou:–"Se deixa levar, maninho"–Ela mordeu meus lábios, me provocando pra eu beijar ela.
No fim, conseguiu o que queria, eu não me segurei e beijei ela com paixão, minhas mãos tocaram a bundinha dela e ela não soltava meu pau. Depois desse primeiro contato, ela se acendeu ainda mais e, sem parar de me olhar com safadeza, se despiu. Era o momento perfeito pra eu fugir e evitar que essa loucura continuasse, mas não fiz isso e fiquei olhando minha irmã tirar a roupa. Porque eu tava realizando uma das minhas fantasias sexuais e o desejo venceu a razão. Eu não tinha percebido antes, mas o corpo da Emma era lindo, sensual e muito gostoso, não tinha que invejar nada da Agustina.
Emma: Vamos, solta essa porra gostosa que você tem acumulada no meu corpo.
Ela falou se ajoelhando de novo no chão. Os olhos dela não paravam de admirar meu pau, por onde babava disfarçadamente. Eu fechei a distância entre nós e coloquei meu pau nos lábios dela, minha irmã não conseguiu controlar os impulsos, então abriu aquela boquinha tão ardente que tinha e deu uma lambida no tronco do meu pau. Como se estivesse completamente enfeitiçada e sob o domínio do meu pau, não parou de lamber, até deixar bem molhadinho pra enfiar no fundo da garganta dela, o que me surpreendeu, porque não esperava que a Emma me desse um boquete.–“Hhhhmmm… Siimmmmm…”–Eu reclamava, ao sentir a língua da minha irmã em volta do meu pau e cada vez mais dentro da boca dela. Apoiei minhas mãos na nuca dela e ajudei pra que ela engolisse o que faltava. Não posso mentir e negar que isso tava me deixando louco, não queria que a Emma parasse, parecia uma puta profissional, me chupava de um jeito incrível, então soltei a cabeça dela e ela tirou meu pau da boca pra respirar e me olhar com um sorriso sedutor.–“Agora, não precisa mais procurar ajuda em outra mina”–Ela disse, passando os dedos nas minhas bolas.
Eu: Ei, ma… mana…
Emma: Eu já te mostrei meu amor e lealdade, agora é sua vez, irmãozinho. Quero que você me banhe com seu leite.
Sem pensar, obedeci minha irmã, fui me masturbando, olhando pra aquela carinha safada e aquele corpo gostoso. Não demorou muito pra eu dar o que ela queria. Quando as primeiras porradas jorraram, Emma pareceu meio surpresa, talvez por não esperar que eu soltasse tanta porra no corpo dela.
Emma: (Rindo) Uau… Irmãozinho, espero que agora tenha ficado claro que essa sua piroca linda é minha e que você não deve mais dar ou buscar consolo naquela loira anoréxica.
O caminho do tesão com minha irmã começava. Ela se aproximou e lambeu a glande, deixando a cabeça do meu pau brilhando. Peguei minha roupa e me vesti. Emma ficou lá, se limpando do esperma que tinha no corpo. Ela me olhou de um jeito provocante e eu sabia que ela ia me fazer uma visita muito em breve.
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Espero que tenham curtido esse novo capítulo. De agora em diante, vou publicar às terças e sextas.
4 comentários - Segredos na Família. Capítulo II