Fiesta swinger privada

Como sempre começo descrevendo minha namorada.

Eve tem 29 anos, mede 1,70m, uma bunda linda, peitos operados, grandes, mas não desproporcionais, morena de cabelo liso e olhos meio verdes, meio castanhos, corpo puxando pra menina de academia, definido, mas sem ficar muito marcado.

Como vocês já sabem, tivemos várias experiências swingers, mas nunca havíamos ido a uma festa swinger, nem a uma boate (isso ainda está pendente).

Para o Ano Novo ficamos sozinhos, nossos planos foram interrompidos pelo COVID dos nossos amigos, eles se reuniram no Natal e quase todos que íamos passar a virada pegaram.

De propósito, comentei a história com um conhecido da balada, que sei que está no mundo sw, perguntei qual era a dele e ele me convidou para uma festa privada, só para casais swingers, um limite de 15 casais de mente aberta, respeitosos, com vacinação completa e sem sintomas.

Passamos as 12 com o casal do apartamento ao lado e por volta das 1:30 nos despedimos, e depois de Eve trocar de roupa partimos para um condomínio fechado em Pilar. Eve colocou um vestidinho preto, curtinho com um decote que, se ela desse uma volta rápida, dava pra ver a parte de baixo da bunda, uma calcinha fio-dental vermelha pequena e uns sapatos com salto fino, também vermelhos, e foi sem sutiã, coisa que me deixa louco.

Eu estava com uma camisa e calça social, mas enfim, ninguém liga pra como o homem se veste, né?

Chegamos, vários carros de alta gama, uma casa divina, por enquanto todos vestidos, numa parede enorme projetavam o vídeo de um set do Hernan Cattaneo filmado por uma câmera fixa, tudo simulando ser um palco, com luzes e tudo, parecia que ele estava lá, tocando pra gente.

Uma sala espetacular, com vários sofás, um bar com o que você quiser pra beber.

Nos explicam as regras, tudo com respeito, sempre com camisinha (tinha centenas e por todos os lados), sempre trocando ao mudar de parceira sexual, qualquer coisa que faça alguém se sentir desconfortável se fala e está tudo bem, etc...

Fomos pro bar pegar uns drinks e vimos que do lado tinha outra sala, tipo um quincho envidraçado com uma piscina de uns 3x3 metros, climatizada, com uma cascadinha. A gente foi se apresentando e olhando a galera, sondando. Nossos conhecidos ainda não tinham chegado. Com eles tá tudo bem, mas a verdade é que não nos atraem fisicamente.

Fomos dançar e aí eles chegaram, cumprimentaram todo mundo, dava pra ver que todo mundo conhece eles, são famosos nesse meio sw-vip da alta sociedade. Nos cumprimentam e ficamos conversando. Já deixam claro que quem não trepa no sofá trepa na piscina, mas que de boa, que as coisas vão rolando naturalmente, tomamos outros drinks, a verdade é que nenhum casal nos atraía, continuamos dançando e conversando com a galera, mas sem ir além disso.

S: Faltam chegar 2 casais.
E: Como você sabe?
S: Contei, somos 26.
E: Ou talvez desistiram, como saber?
S: Espero que não, mas enfim...
E: É, já sei, vamos acabar fucking entre a gente.
S: Isso óbvio, meu amor, sempre entre a gente.

Vemos chegar mais um carro, vamos andando pro bar pra ver melhor a entrada, os dois muito musculosos, tipo fisiculturistas, nada que nos esquentasse. Enquanto fazia um drink:

E: Amor, os que acabaram de entrar. Esses a gente tem que dar em cima.
S: Não, meu amor, muito musculoso, me brocha total um gatinho fisiculturista.
E: Não, eles não, tarado! Já sei seus gostos, os que vieram com eles, têm cara de perdidos, deve ser a primeira vez deles numa coisa assim. Faz de bobo e olha.
S: Opa... estamos de acordo. Ficamos no bar, com certeza cumprimentam todo mundo e vêm pra cá buscar alguma coisa.

Ele é tipo Martin Garrix, muito parecido (por isso botei Martín), só um pouco mais alto que eu, igual o Garrix, 30 anos. Ela 27, olhos verdes, cabelo liso, boca carnuda, gata, pequenininha, 1,60m, peitos de acordo com o corpo, bunda que dava pra ver que era poderosa, divina. Vestida com um top lilás, uma saia curtinha preta e sapatos pretos de salto.

Ambos os casais iam E aí, sempre cumprimentando primeiro os marombas, claramente conheciam o esquema, depois nosso alvo, dava pra ver que estavam desconfortáveis.
Os 4 vieram pro bar, se apresentaram, tomaram uns drinks e conversamos um pouco os 6 juntos.
Confirmamos que o casal bombado era do meio, bem do meio, eles seguiram seu caminho e ficamos conversando com Martín e Julieta.

E: Primeira vez numa coisa assim, né?
M: É.
J: Tá muito na cara? Tô meio nervosa.
S: Fica tranquila, a gente também tá.
M: Mas vocês já fizeram swing, né? Não vão começar por isso?
S: Sim, tivemos experiências de swing, mas nunca algo assim, nem balada, nada. Vocês?
M: Pouca, 2 vezes com um casal amigo.
S: Os marombas?
J: Não, não!! Ela é minha irmã. Meia-irmã na verdade, mas enfim, crescemos juntas. Com uns amigos, contei pra minha irmã como se fosse uma aventura muito louca e ela me contou sobre todo esse mundo escondido à vista.
M: Como foi pra vocês chegar pela primeira vez numa coisa dessas?
E: É estranho... Não me vejo transando com geral tipo orgia multitudinária, acho que me daria um pouco de nojo. Não me interessa isso.
J: Pra mim também, nunca me deu vontade de foder com alguém que não compartilhou nada, no mínimo me leva pra dançar, me convida um drink.
S: Bom, drinks já temos, vamos dançar?
J: Vamos!
E: Ahhh rapidinha você com meu namorado.
J: Não fiz nada, aceitei que a gente dance os 4.
M: Por algum lugar se começa, vamos pra pista.

Martín pegou Eve pela cintura, eu peguei Juli pela mão e fomos os 4 dançar tipo grupinho, continuamos conversando sobre a festa, trabalho, coisas da vida, passavam outros casais, conversavam um pouco, mas fixo estávamos os 4 naquele setor, drink vai, drink vem...

J: Tão entrando na piscina!
E: Vamos ver, eu não trouxe nada pra entrar na piscina. Nem sabíamos que tinha uma.
M: Acho que justamente não precisa de nada.
S: Né, tão entrando pelados. Inclusive acabei de ver o pau do seu cunhado.
J: Não é algo que eu queira ver de novo.
S: Como voltar a ver?
J: Eu e minha irmã dividíamos quarto na casa dos meus pais, eles me acordaram fucking mil vezes e eu fingia que tava dormindo na hora. Nem quero imaginar as vezes que não me acordaram mas transaram do mesmo jeito.

A gente ficou olhando um pouco, bem tarados, já começavam a foder, a se tocar, a swingerear, eram umas 8 casais lá dentro e tava começando a virar um todos contra todos. Eve e Juli começam a conversar no ouvido com risadinhas e olhares de lado pra gente dois.

S: Tincho, acho que essas duas tão tramando alguma coisa.
M: Desde que deixem a gente olhar e depois não nos deixem de fora.
S: Ahhh, você é dos meus. Gosta de ver ela com outra.
M: Óbvio, ver minha mulher com outra gostosa é algo que eu quero muito ver, vai me deixar louco.
S: Compartilho totalmente o sentimento. Nunca tinha visto ela com outra gostosa?
M: Não, com esses amigos que a gente tava foi sempre troca-troca, entre elas se beijaram, mas só isso.
S: Mas ela já ficou com alguma gostosa?
M: Sim, antes de namorar comigo ela teve um rolo com uma gostosa, foi fazer massagem e acabou rolando tudo.
S: Zoa, isso é de um pornô.
M: Pensei exatamente a mesma coisa.
E: Bom, vamos fazer alguma coisa nós.

Ela deu um beijo no Martín e eu fiz o mesmo com Juli, a gente se beijou cruzado, apertamos legal assim e voltamos a dançar como se nada tivesse acontecido, mas marcou o começo da noite.

As garotas começam a se beijar enquanto olham pra gente, a gente se aproxima um pouco e as duas fazem sinal pra gente ficar a distância. Elas se beijam bem quente, agarrando a bunda uma da outra com as duas mãos. De mãos dadas vão pra uns sofás, Eve senta e Juli senta em cima, com Martín a gente ficou de lado pra observar o show que as garotas estavam dando pra gente. Elas se beijavam, Eve mandou as duas mãos por baixo da saia levantando ela, deixando à vista uma mini calcinha fio dental preta. Juli abaixou as alças do vestido e depois o vestido mesmo, deixando os peitos da minha namorada ao ar pra chupar eles.

Respiro fundo e olho ao meu redor. A piscina era um caos, já nem sei quantas pessoas tinham. Em outro sofá tinha um grupo de 6 pessoas e em mais outro, 2 casais. Minha pica estava ficando dura, olhei pro Martín e ele estava hipnotizado olhando pras garotas, já dava pra ver pelo volume que a pica dele estava dura e com uma mão ele ajeitou por dentro da calça, me olhou e sorriu.

M: E o que você quer que eu faça, boludo?
S: Aproveita como quiser, Tincho, seja livre.
M: Te incomoda se... -eu interrompi.
S: Seja livre, se fizer algo que chegue a incomodar a gente vai te avisar, aproveita.

Eve tirou o top da Juli deixando à vista uns peitos divinos, de tamanho bonito, naturais, com uns mamilos rosados delicados, deu vontade de chupar só de ver, mas foi o que minha namorada começou a fazer. As garotas se levantaram pra terminar de se despir, Juli tomou a iniciativa, sentou Eve, ajoelhou e começou a chupar a buceta da minha namorada enquanto enfiava os dedos. Minha namorada gemeu até ser interrompida pela pica do Martín que nem sei quando ele tinha se despido pra chegar com a pica na boca dela. Automaticamente Eve começou a chupar a pica dele, eu continuei de lado, olhando, mas me sentei num sofá, abri a camisa, tirei minha pica pra fora e comecei a me masturbar lentamente olhando a cena enquanto terminava de me despir.

E: Vamos trocar, senta aqui Martincito que vou me divertir com você e você Juli, ali tem o Santy, ele é bonzinho, eu treinei ele.

Martín sentou, Eve colocou uma camisinha e sentou nele, de costas, os dois olhando pra onde estávamos nós.
Juli sentou em mim e começou a esfregar a buceta dela na minha pica enquanto nos beijávamos e finalmente eu chupava seus peitos.

J: Acabei de chupar a buceta de uma garota que me recomendou seus serviços. Sua namorada me disse que você é bonzinho, tenho que comprovar.
S: Bom, vem aqui embaixo, senta e se prepara.
J: Sou toda sua. Por um tempinho. -ela sussurrou no meu ouvido.

Ela sentou e abriu as pernas me olhando com uma cara de puta que me deixou louco. Beijei ela, chupei seus peitos de novo e fui descendo. Encontrei uma buceta linda, 100% depilada, macia, rosadinha, parei um segundo para curtir o cheiro dela e comecei devagar a passar a língua. Bem de leve no começo, moderado depois, procurando o ritmo e a intensidade ideal para ela.

Sempre digo que fazer um boquete é fácil, quase todos os homens gostam da mesma coisa, mas chupar uma buceta é uma arte, cada mulher é diferente, com preferências diferentes, o que deixa uma louca dificilmente é a preferência da próxima. Tem que saber ler os sinais, primeiro a respiração, gemidos, movimentos, tanto voluntários quanto involuntários. Me dediquei um bom tempo a descobrir a buceta da Juli, enquanto eu comia ela fui brincando com um dedinho até conseguir que ela gozasse.

S: Tô aprovado?
J: Um 10.
S: Valeu, me esforcei pra essa nota.
J: Vem aqui embaixo você, quero te comer como sua namorada está comendo meu namorado.
S: Assim direto? Não sou tão fácil.
J: Sim, direto. Já sei que você quer, mas te chupo depois. - Ela disse enquanto abria a embalagem de uma camisinha, colocou em mim e logo em seguida começou a me foder enquanto a gente assistia os outros transando.

Eve e Martín estavam nos olhando transar, nós olhávamos eles, adoro ver minha namorada se divertindo com outro, ainda mais se eu estou me divertindo tanto com a namorada dele.

Minha namorada gozou, Martín fez o mesmo quase no mesmo momento. A Juli se levantou e sentou de novo em cima de mim para cavalgar, mas de frente, agarrei sua bunda com as duas mãos, chupava seus peitos e a beijava, ela gozou, senti as contrações da buceta dela provocadas pelo orgasmo, fortíssimas, as mais fortes que já senti na vida. Nem sei como consegui não gozar.

Olhei pro outro sofá, eles estavam nos olhando enquanto conversavam.

A Juli começou a chupar meu pau, seus lábios são divinos, bem carnudos. Eve e Martín vieram ver. Tincho não parava de se masturbar. Olhando como a namorada dele chupava meu pau. Eve me beijou. E: Que chupada gostosa no pau que nossa nova amiga está dando, né meu amor?
S: Linda chupada no pau mesmo, ela é uma gênia.
E: E você, como gosta de chupar o pau do meu namorado?
J: Adoro, ele tem um pau divino. Te incomoda se eu chupar sem camisinha? Me incomoda um pouco.
E: Pra chupar não precisa, Ju, relaxa. Seu namorado também tem um pau divino. Senta aqui, querido, também tô com vontade de comer um pau.

O Martín sentou do meu lado e minha namorada começou a chupar o pau dele.
Eu não aguentei mais e gozei, o primeiro jato na boca, o resto nos peitos da Ju. Ao ver isso, o Martín gozou, minha namorada engoliu até a última gota. Depois beijou a Juli e, chupando os peitos dela, foi engolindo até a última gota do meu leite.

Ficamos os quatro no sofá, pelados, conversando sobre tudo até o final da festa.
Passamos os contatos antes de ir embora e criamos um grupo no WhatsApp.

Hoje, pouco mais de 2 meses depois de conhecê-los, nos vimos várias vezes, saímos os quatro algumas vezes, os convidamos para alguns encontros com amigos, eles também, voltamos a fazer swing mais algumas vezes, nos divertimos bem, é uma amizade de casais com benefícios, tipo ficantes, mas entre casais.

4 comentários - Fiesta swinger privada

despues de la quinta que tenian en moreno santi y laura les perdi el contacto, alguno lo tiene?
San34 +1
Epa, otro más con Santy y Laura...
No, nos dueños no se llaman así.
¿Una en Paso del Rey decís?
Hace años me invitaron varias veces a esa, pero la verdad ya era demasiado "orgía" para mi gusto, pero me tentaba ir igual. Mi "compañera" sexual de ese momento no me quiso acompañar y no fui.
La persona que me había invitado dejó la vida SW, se enamoró hasta la médula de alguien a quién no le va eso.
De ahí se viralizaron videos, hace unos años. se armó un quilombo terrible, el hijo