Não sou puta de profissão, adoro ser o que sou: uma puta de coração. Sou uma mulher de 40 anos, casada há mais de cinco anos. Não me considero feia, pelo contrário, me acho gostosa. Meus peitos são de tamanho normal, com umas carnes a mais sem ser gorda, e o que é meu maior orgulho é meu cu, o buraco do meu rabo. Com ele, espremo a pica de todo mundo, até no meu quarto tenho um espelho grande, porque adoro ver como minhas nádegas se mexem toda vez que tão comendo meu cu. A verdade é que adoro transar, não me importa quem são, se são solteiros ou casados, jovens, bonitos ou feios, a única coisa que importa é que me dêem uma boa fodida, mas claro, prefiro sem proteção. Não discrimino ninguém, dou pra todo mundo, mas não sei por que sempre gostei de homens de pau grande, fortes e grandões, daqueles com cara de poucos amigos. Acho que é porque a maioria deles é bem selvagem na cama, e é isso que eu gosto. Gosto que me comam com força, que se sintam donos de mim, que me batam, me humilhem, que me tratem como um pano de chão, que me chamem e eu chame eles de muitos nomes, tipo que sou uma puta, que vão me comer sempre, que me usem e coisas assim. Mas também gosto muito dos coroas. Na verdade, tenho um pote com comprimidos de Viagra pra aqueles que às vezes não conseguem ficar duros. Gosto deles porque alguns são bem carinhosos e eu consigo convencê-los a deixar eu comer eles, meter meus dedos nos cuzinhos gostosos deles, massagear a próstata e fazê-los gozar em jatos grossos de porra pra eu lamber até a última gota. Mas como já disse, EU NÃO DESPREZO NINGUÉM.







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