Bom, essa história é de um tempo atrás, mas é uma das minhas melhores gozadas. Agradeço à vida, porque ela foi bem generosa com esse seu criado. Me chamem de oportunista se quiserem, mas é na ousadia e no proibido que estão os melhores orgasmos. Minha colega M, da pós-graduação (sim, sou professor), tem um corpo verdadeiramente lindo. Quando tem confiança, se fala de tudo, até de sexo. Tenho que admitir que me excitava muito conversar com ela, a voz dela é super suave, isso me deixava ainda mais tesudo. Como a gente falava sobre o que ela fazia com o marido, o que ela gostava, o que gostaria de fazer, eu tinha vantagem sobre os outros que também estavam de olho. Numa conversa, ela me conta que sonhou comigo, que acordou com tesão, acordou o marido C, transaram e que enquanto isso, pensava que era eu. Imaginem como eu fiquei. Propus que não precisava imaginar, que a gente podia foder. Obviamente, ela riu e disse: "Nem louca, você tem sua mulher e eu tenho o C, come ela e pensa que sou eu." Aí eu falei que já fazia isso há um tempão. Ela riu ainda mais e disse: "Não." balançando o dedo, enquanto eu olhava pra ela, a boca linda dela, pintada de um vermelho furioso. Depois disso, um ano depois, muitas visitas, trabalhos de faculdade, um dia caio na casa dela, a gente faz nosso trabalho, ela diz: "Vou tomar um banho pra ganhar tempo, e aí a gente sai daqui direto." "Vou te espionar!" (meio brincando e muito sério). "Qual é, não seja punheteiro." "Qual é, burra, acha mesmo que vou te espionar? Como se você não me conhecesse." Obviamente (e me dá um pouco de vergonha), eu espiei. Gente, acreditem, ao ver os peitos dela, bem formados, com os mamilos bem rosadinhos (se um dia vocês virem o filme "23 Gramas", é igual aos peitos da loira). Uma bunda perfeita, uma buceta com uns pelinhos lindos (mas não dava pra ver em detalhe na hora). Nervoso e com o pau duro como mármore, me deu na telha de falar se podia passar porque tava apertado pra mijar. "Ah, agora? Espera, já vou sair." (Me ferrei) Ela saiu com uma toalha na cabeça e outra no corpo. corpo, entrei no banheiro, obviamente não tava com vontade de mijar, e se tivesse, não conseguiria de tão dura que tava a pica. Saí do banheiro, fui direto pro quarto, ela já tava de fio dental animal print (ou como caralhos se fala), mas peitada, tentou pegar a toalha pra se cobrir, mas eu falei: —Não se tapa, já te vi. Ela não se tapou, fui me aproximando, ela disse: —Não, pode vir alguém! —Quem vai vir? —Meu marido, minha cunhada, minha sogra, sei lá, alguém. Quando ela terminou a frase, já tava do lado dela, bem devagar comecei a passar a mão na buceta por cima do fio dental, comecei a beijar ela (nunca tinha beijado), já tava toda entregue, puxei o fio dental de lado, se abriu toda, aquela bucetinha rosada, quentinha, comecei a meter, e ela falou: —Goza fora porque a C pode perceber. A cama tinha uma barra de aço inoxidável, que ela me contou que o marido colocava ali pra ela se segurar quando ia comer a rabeta dela. Sabendo disso, virei ela de quatro, e quando vi aquele rabo branco lindo, com a boquinha da rabeta bem marronzinha, que dava um contraste divino, não me segurei e chupei tudo, ela ficou louca. Devagarinho fui levando ela até a barra, peguei uma mão dela, coloquei ali, depois a outra, já era manual o que ia rolar. Tirei da buceta, encostei e ela falou: —Espera. Pegou lubrificante na mesinha de cabeceira, passou em mim, e colocou na pica como toda uma profissional. Fui colocando devagar, ela reclamava um pouco, então com uma mão comecei a massagear o clitóris dela (sabe o cara), aos poucos ela começou a se contorcer até que entrou tudo naquele cu divino (um dos melhores que já comi na vida). Meti pra caralho, quando ela tava bem quente, me apressou: —Vamos, goza junto comigo!!! Aiiiiii— e foi assim, começou a sair a porra, enquanto ela se contorcia, peguei ela pelo cabelo, beijei e enfiei bem fundo enquanto a porra ainda tava saindo, perguntei: —Tá sentindo a porra entrando? —Aiii, siiiim!!! —Cê gosta? —Amo. 😍😍😍😍😍😍😍, a gente acabou junto 😃😃😃. Além da confiança e da zoação, sempre rolou um sentimento, mas na época ela era casada (depois se separou e agora tá com outro), e eu tava com minha mina. Numa conversa, depois do que aconteceu, ela confessou que: 1º, não tinha planos de me dar naquele dia, mas foi rolando, e ela curtiu como eu conduzi a situação. 2º, que em hipótese alguma tinha traído o marido até aquele dia. 3º, que se já não tava pensando em me dar, muito menos em levar no cu e eu encher de porra, mas ela não conseguiu recusar, porque nunca ninguém tinha chupado a buceta dela 🤦🤦🤦🤦🤦. Algo que eu não conseguia acreditar, mas ela acabou me convencendo. Um presente lindo da vida. Já aconteceu com vocês? Vocês gostariam que acontecesse com a parceira de vocês?
Bom, essa história é de um tempo atrás, mas é uma das minhas melhores gozadas. Agradeço à vida, porque ela foi bem generosa com esse seu criado. Me chamem de oportunista se quiserem, mas é na ousadia e no proibido que estão os melhores orgasmos. Minha colega M, da pós-graduação (sim, sou professor), tem um corpo verdadeiramente lindo. Quando tem confiança, se fala de tudo, até de sexo. Tenho que admitir que me excitava muito conversar com ela, a voz dela é super suave, isso me deixava ainda mais tesudo. Como a gente falava sobre o que ela fazia com o marido, o que ela gostava, o que gostaria de fazer, eu tinha vantagem sobre os outros que também estavam de olho. Numa conversa, ela me conta que sonhou comigo, que acordou com tesão, acordou o marido C, transaram e que enquanto isso, pensava que era eu. Imaginem como eu fiquei. Propus que não precisava imaginar, que a gente podia foder. Obviamente, ela riu e disse: "Nem louca, você tem sua mulher e eu tenho o C, come ela e pensa que sou eu." Aí eu falei que já fazia isso há um tempão. Ela riu ainda mais e disse: "Não." balançando o dedo, enquanto eu olhava pra ela, a boca linda dela, pintada de um vermelho furioso. Depois disso, um ano depois, muitas visitas, trabalhos de faculdade, um dia caio na casa dela, a gente faz nosso trabalho, ela diz: "Vou tomar um banho pra ganhar tempo, e aí a gente sai daqui direto." "Vou te espionar!" (meio brincando e muito sério). "Qual é, não seja punheteiro." "Qual é, burra, acha mesmo que vou te espionar? Como se você não me conhecesse." Obviamente (e me dá um pouco de vergonha), eu espiei. Gente, acreditem, ao ver os peitos dela, bem formados, com os mamilos bem rosadinhos (se um dia vocês virem o filme "23 Gramas", é igual aos peitos da loira). Uma bunda perfeita, uma buceta com uns pelinhos lindos (mas não dava pra ver em detalhe na hora). Nervoso e com o pau duro como mármore, me deu na telha de falar se podia passar porque tava apertado pra mijar. "Ah, agora? Espera, já vou sair." (Me ferrei) Ela saiu com uma toalha na cabeça e outra no corpo. corpo, entrei no banheiro, obviamente não tava com vontade de mijar, e se tivesse, não conseguiria de tão dura que tava a pica. Saí do banheiro, fui direto pro quarto, ela já tava de fio dental animal print (ou como caralhos se fala), mas peitada, tentou pegar a toalha pra se cobrir, mas eu falei: —Não se tapa, já te vi. Ela não se tapou, fui me aproximando, ela disse: —Não, pode vir alguém! —Quem vai vir? —Meu marido, minha cunhada, minha sogra, sei lá, alguém. Quando ela terminou a frase, já tava do lado dela, bem devagar comecei a passar a mão na buceta por cima do fio dental, comecei a beijar ela (nunca tinha beijado), já tava toda entregue, puxei o fio dental de lado, se abriu toda, aquela bucetinha rosada, quentinha, comecei a meter, e ela falou: —Goza fora porque a C pode perceber. A cama tinha uma barra de aço inoxidável, que ela me contou que o marido colocava ali pra ela se segurar quando ia comer a rabeta dela. Sabendo disso, virei ela de quatro, e quando vi aquele rabo branco lindo, com a boquinha da rabeta bem marronzinha, que dava um contraste divino, não me segurei e chupei tudo, ela ficou louca. Devagarinho fui levando ela até a barra, peguei uma mão dela, coloquei ali, depois a outra, já era manual o que ia rolar. Tirei da buceta, encostei e ela falou: —Espera. Pegou lubrificante na mesinha de cabeceira, passou em mim, e colocou na pica como toda uma profissional. Fui colocando devagar, ela reclamava um pouco, então com uma mão comecei a massagear o clitóris dela (sabe o cara), aos poucos ela começou a se contorcer até que entrou tudo naquele cu divino (um dos melhores que já comi na vida). Meti pra caralho, quando ela tava bem quente, me apressou: —Vamos, goza junto comigo!!! Aiiiiii— e foi assim, começou a sair a porra, enquanto ela se contorcia, peguei ela pelo cabelo, beijei e enfiei bem fundo enquanto a porra ainda tava saindo, perguntei: —Tá sentindo a porra entrando? —Aiii, siiiim!!! —Cê gosta? —Amo. 😍😍😍😍😍😍😍, a gente acabou junto 😃😃😃. Além da confiança e da zoação, sempre rolou um sentimento, mas na época ela era casada (depois se separou e agora tá com outro), e eu tava com minha mina. Numa conversa, depois do que aconteceu, ela confessou que: 1º, não tinha planos de me dar naquele dia, mas foi rolando, e ela curtiu como eu conduzi a situação. 2º, que em hipótese alguma tinha traído o marido até aquele dia. 3º, que se já não tava pensando em me dar, muito menos em levar no cu e eu encher de porra, mas ela não conseguiu recusar, porque nunca ninguém tinha chupado a buceta dela 🤦🤦🤦🤦🤦. Algo que eu não conseguia acreditar, mas ela acabou me convencendo. Um presente lindo da vida. Já aconteceu com vocês? Vocês gostariam que acontecesse com a parceira de vocês?
2 comentários - Minha companheira casada