El juego de la ruleta rusa del sexo

Olá, meu nome é Juli e sou nova na comunidade. Sempre consumi esses relatos, mas dessa vez quis compartilhar o meu, que marcou minha vida. Não sei se vão ler ou se vão se importar, mas pelo menos queria desabafar, já que é uma história real.

Aconteceu uns anos atrás, quando eu tinha só 19. Hoje, com 26, teria pensado mil vezes antes de fazer o que fiz. Naquela época, eu estava numa dessas relações adolescentes onde nada é sério, tudo é bagunçado. Não me achava muito bonita — sempre fui magrinha, tinha umas sardas, óculos de nerd e uma bundinha, mas peito quase não tinha.

Minha família nunca teve muito dinheiro. Meu pai bebia pra caralho e minha mãe vivia fora trabalhando, então a gente sempre teve que se virar pra conseguir o que dava. Naquela época, eu saía bastante com minhas amigas, tava no primeiro ano da faculdade e tinha uns caras com quem transava, mas tudo casual, sem compromisso — não tava nem aí.

Não esqueço a noite em que bateram na porta. Acho que foi 12 ou 13 de abril, umas 8 da noite, ouvi os golpes na frente. Hugo, o dono do bar onde meu pai ia se embebedar, trouxe ele nos braços, como se fosse um saco de batata.

— Oi, Ju, desculpa vir deixar seu velho aqui. Posso jogar ele no sofá?
— Oi, Hugo. Pode deixar ali, no lugar de sempre.

A gente já tava acostumada a ver algum amigo trazer meu pai carregado ou ter que ir buscar ele numa esquina porque alguém encontrou ele caído e chamou a polícia.

— Quer tomar alguma coisa? — perguntei pro Hugo.
— Não, querida, preciso ir. Tenho que fechar uns negócios do bar, a gente tá crescendo pra caramba e tô cheio de coisa.
— Beleza, me avisa se precisar de uma garçonete ou algo assim, hein.

Sempre dava em cima do Hugo pra ver se conseguia um trampo. No fim das contas, me afastava de casa, e aquele era o lugar onde eu ia com minhas amigas, então tudo significava drinks. Grátis e ainda fofocando com as amigas, o combo perfeito.

- Sabe que ainda não podemos contratar, mas se eu souber de algo, te aviso. Mesmo número de sempre?
- Sim, nunca mudei. Qualquer coisa me chama, sou uma ótima funcionária.
- Não duvido, agora me desculpa que tenho que ir. Tchau, gostosa - ela se despediu me dando um beijo na bochecha.

Os dias passaram, minha vida não mudava muito. Eu estudava, ajudava em casa com as comidas e limpava de vez em quando. Quando dava, eu dava um rolê com minhas amigas no bar onde geralmente me pagavam os drinks porque sabiam que eu não podia pagar.

Umas três semanas depois e, para minha surpresa, Hugo me mandou uma mensagem: "Oi Ju, ainda tá procurando um trampo?". Claro que minha resposta foi sim. Não hesitei em dizer que sim e já avisar minhas amigas que ia trabalhar no bar do Hugo.

Era 3 de maio quando fui pra entrevista. Achei que era uma formalidade, porque eu conhecia ele desde os 14 anos, quando meu pai tinha virado viciado. Atravesso a porta de madeira e ele me esperava, sorrindo e com um monte de papéis.

- Vem, senta aqui - ele falou com a voz calma.
- Valeu, Hugo, juro que nunca... - ele me interrompeu
- Para, Juli, antes de tudo quero te falar que é um trampo de uma vez só e é agora mesmo, não tenho muito tempo. Aqui nesses papéis tá o valor que você recebe, são 500.000 pesos como adiantamento, mais uma chance no futuro de fazer de novo pelo dobro -
- O quê? Tanto assim? Pra quê? - já não tava gostando pra onde a conversa tava indo.
- Sexo, Juli, não comigo, com uns caras, mas os pais deles têm muita grana e curtem umas minas gostosas e, bom, pensei em você, mas fica tranquila porque se não quiser, não precisa. É um jogo, na verdade, não é com todo mundo junto, nem vão ver seu rosto -

Eu já tinha brincado de jogos sexuais, não vou mentir, e tava curiosa com a chance de fazer 1 milhão e meio de pesos por duas vezes jogando.

- Jogos como o quê, Hugo? Perguntei
- É tipo roleta russa, tem 3 mulheres no meio de 9 homens. Eles vão comendo vocês por tempo e quando o apito toca, passam pro próximo. O jogo acaba quando um dos 9 goza dentro de alguma de vocês, claro, sem camisinha.
- E se eu ficar...? - ela me interrompeu de novo
- Fica tranquila, se gozarem dentro de você, esse jogador é o perdedor e vai ter que te pagar o dobro da pensão do moleque, é um futuro garantido. Além disso, qual a chance de ser com você?

Pensei e discuti um pouco com o Hugo, mas não tinha muito tempo. Ele disse que eu tinha 2 minutos pra decidir, e imaginei o quanto podia ajudar minha família, então assinei e ele me fez entrar rápido no saguão, onde estavam minhas duas colegas.

- Meninas, a partir daqui é proibido conversar. Passando aquela porta branca, os caras já estão em posição, e o árbitro vai determinar as trocas e o perdedor. A primeira rodada vai ser de 1 minuto só, quando completarem os 9, vai pra 3 minutos, depois 5, e assim até um dos caras gozar.

Nós três nos olhamos e não falamos nada enquanto tirávamos toda a roupa. Só pensava na grana, mesmo não gostando da ideia de ficar grávida, pensei em ir devagar com ele pra não ter tanta pressa.

Assim que as três ficaram completamente peladas, um apito soou do outro lado da porta. Era nossa ordem pra entrar. Primeiro entrou a loira, uma mina com um corpo muito gostoso, e mesmo não sendo tão bonita de rosto, as tetas que ela tinha compensavam tudo. Depois foi a vez da ruiva, mais pálida e com menos curvas, mas também com um bom par na frente. Finalmente, eu cruzei a porta e vi o círculo que íamos enfrentar.

Os caras estavam num círculo bem separados um do outro, pelados, de olhos vendados, sentados numa cadeira com encosto e com as mãos amarradas pra trás. O quarto era meio frio, mas tinha um foco de luz em cima de cada um deles, era a única coisa que iluminava o lugar, além de uns números. vermelhos, como se aquele lugar fosse específico pra esse jogo. O árbitro era um gordo quase sem cabelo, e veio até nós, sem falar nada nos deu a mão e nos levou pras nossas posições, que eram intercaladas, pra dar um tempo de descanso. Ele nos colocou na frente do nosso lugar de onde a rodada ia começar e foi pra cadeira dele num dos cantos.

Lá estávamos nós, sentadas na frente das picas duras de caras da nossa idade, jogando nosso destino, torcendo pra desgraçada ser alguma outra de nós três.

Quando o árbitro apitou, a gente tinha que montar, e no segundo apito começar a subir e descer nos paus desses caras. E foi assim, o primeiro cara era loiro, com barba rala e aparelho nos dentes, acho que tinha entre 17 e 18 anos.

Comecei a cavalgar devagar, e sentia os gemidos de prazer dele. Não acreditava no que tava fazendo. O cara falava "vai, putinha, pula, pula que é pra isso que te pagam, é assim que você vai sustentar um cara, de tão puta que é". Ali eu senti de verdade que não queria jogar, mas o apito parou o minuto.

Desci com umas lágrimas nos olhos e andei os 3 metros até o cara da direita. Ele era moreno, com uma pica maior e ainda não tinha comido nenhuma outra garota, porque a gente tava intercalada.

O apito soou de novo e eu tive que começar a cavalgar ele. O som no quarto era só de gemidos, dos jogadores e da gente, sentindo aquela pica entrando e saindo. Mesmo ainda com lágrimas, abracei ele pra sentir um pouco mais do calor dele, e ouvi como ele gritava e queria se soltar das algemas nas costas.

Outro apito e o minuto tinha acabado. Agora era uma nova posição, com outro cara, e assim por diante. Eu sabia que enquanto o tempo passava, tudo ficava mais perigoso, porque você encontrava picas que sentia o líquido e torcia pra ser da loira ou da ruiva que já tinham passado por ali.

Quando terminamos a volta, as As rodadas passaram a ser de 3 minutos. De novo, coube a mim começar com o garoto do aparelho, e eu sabia que aquelas picas não iam aguentar muito mais. Depois do primeiro apito, coloquei a ponta do pau dele bem na entrada da minha buceta, esperando o sinal do árbitro. Segundos antes de começar, o cara me diz: "se prepara, putinha, porque é você que eu quero deixar cheia de leite".

Sem tempo pra muito, o apito soou e o cara deu um pulo pra cima com a cadeira. Com aquele empurrão, ele enfiou o pau todo em mim, e eu soltei um gemido tão alto que vi os outros caras que não estavam transando endurecerem ainda mais. Até tive que me agarrar no garoto do aparelho, porque senti que algo ia se romper.

Eu pulava normal, sabia que tinha 3 minutos e que era um tempo muito longo pra um adolescente cheio de tesão. Já dava pra ouvir mais gritos de esforço dos homens do que gemidos das mulheres; ninguém queria perder, exceto o que eu estava montada. "Vim aqui só pra você nunca esquecer que me pertence, putinha", ele disse, enquanto eu chorava desesperadamente.

Ele começou a se mexer e a ficar duro; sabia que ia perder, mas a verdadeira perdedora seria eu. O que vou fazer com um moleque de 17 anos? Como explico isso pra minha família?

- "Ah, sim, ah, sim, putinha, olha como vou te comer todinha, toda minha você vai ser, putinha" - o cara não parava de falar.

Olhei pro relógio, faltava 1 minuto, ainda dava pra aguentar, mas ele já tinha encontrado um ritmo na cadeira, e a cabeça do pau estava prestes a estourar dentro de mim. Não podia acreditar, chorava sem parar, e como ele tinha se reclinado, minhas lágrimas caíam no peito dele enquanto eu pulava, já sabendo do meu destino.

De repente, os gemidos e o barulho das cadeiras se movendo são cortados por um grito estrondoso:

- NÃOOOOOOOOOOOOOOOOO, PELO AMOR DE DEUS, NÃOOOOOOOO

A loira chorava no chão, ao lado de um dos caras. O árbitro apitou duas vezes, e eu saí imediatamente de cima do nojento do garoto do aparelho. e me aproximei da minha colega de jogo.

- Senhora, por favor abra as pernas e deixe-me examiná-la - disse o árbitro enquanto a loira não parava de chorar no chão desconsolada.
- PELO AMOR DE DEUS NÃO, TEM QUE SER UM ERRO
- Fim de jogo senhores, tem uma impregnação! - gritou o árbitro.

Eu não parei de me aliviar e rapidamente me afastei do círculo junto com a ruiva. Deixamos a loira no chão chorando desconsoladamente, enquanto nos olhávamos incrédulas.

Rapidamente o Hugo entrou no quarto e nos levou para o lobby para tomar banho e trocar de roupa, afinal tínhamos sido fodidas por 9 paus de adolescentes e quase gozaram dentro da gente.

Depois de nos higienizar, o Hugo nos juntou e deu um cartão para cada uma com 500.000 pesos de saldo. Nenhuma de nós duas quis falar muito.

- Peguem, meninas, a parte de vocês, foram as vencedoras do jogo da roleta russa, parabéns. Lembrem que da próxima vez se quiserem participar é só me escrever e vão receber o dobro, é sempre bom ter jogadoras repetidas - falou o Hugo com o sorriso de sempre
- O que vai acontecer com a... - interromperam a tentativa de pergunta da ruiva
- Fica tranquila, disso a gente cuida, mas lembrem que não podem falar nada do que aconteceu aqui, vocês assinaram e ali diz que podemos tomar medidas legais porque concordaram com tudo isso.

Ambas pegamos os cartões e fomos embora. Ainda dava pra ver lágrimas nos meus olhos quando cheguei em casa e me vi no espelho, com a ruiva não conversei, mas pela tranquilidade dela suspeito que já tinha estado lá. Enquanto isso, quando cheguei, meu velho estava dormindo na frente da televisão e minha casa em absoluto silêncio.

À noite, sentia como tinham me comido por dinheiro e pensava no que teria acontecido com a loira e com o cara que gozou dentro dela, mas tentava me afastar disso. O que não conseguia parar de me arrepender era cada vez que usava o cartão que o Hugo tinha me dado, aquele cartão que marcava meu destino, aquele cartão que indicava que eu estive muito perto de perder na roleta russa e ser obrigada a criar um bebê de um tasty, como se fosse uma escrava.

5 comentários - El juego de la ruleta rusa del sexo

ObyJuan +1
Muy bueno hace rato que no participó en una si me pones en contacto te lo agradezco
Espectacular relato! Me encantó! Segui haciendo mas por favor, van +10