Não usávamos proteção, então quando caí em mim já era tarde demais, o leite escorria pra dentro de mim. Pulei de uma vez, sentindo o esperma do meu vizinho cair em gotas pesadas pelo chão da cozinha. — Uffff... que trepada você me deu, gostosa... deixou minha piroc@ fumegando... haha! — ria o sem-vergonha enquanto se abanava a rola com uma mão. A única coisa que consegui fazer foi correr pro banheiro e me dar uma boa enxaguada no bidê, tentando expelir tudo que aquele filho da puta tinha gozado dentro de mim.
Depois tomei um banho e, enrolada numa toalha, voltei pra cozinha, mas ele já não estava mais lá. Achei que tinha me livrado da presença dele, mas o som da TV na sala me fez entender que não era bem assim. Vou pra lá e vejo ele ali, sentado no sofá, peladão e com uma ereção que parecia se recusar a baixar. — É melhor você ir embora — falo com lágrimas nos olhos, não sei se de vergonha, culpa ou prazer. — Cê acha? Pra mim a noite tá só começando, mamãe — ele responde num tom debochado, balançando a pica de um lado pro outro. — Já me comeu, o que mais você quer? — reclamo. — Bom, pra começar, um boquete não cairia mal — sugere. — Se você acha que vou chupar sua pica, tá maluco — recuso. — Então vou ficar aqui até seus filhos acordarem e seu marido voltar — ele ameaça. — Você não pode ser tão filho da puta — repreendo. — Sou sim, mamãe — ele fala como se tivesse orgulho disso. — Não me chama assim — peço. Já tava enchendo o saco esse negócio de "mamãe". — Como te chamo então? Puta, vagabunda, piranha? — Pelo visto, ele tava decidido a me humilhar. — Karla já basta... — Então Karla? Tô aqui esperando — insiste, com as mãos entrelaçadas atrás da cabeça, e a pica mais dura do que no começo. — Chupo sua pica e você vai embora, tem que me prometer — — Uma provinha desses lábios, mamãe... Karla, e você nunca mais me vê — Antes de tudo, vou até o quarto das crianças pra garantir que ainda estão dormindo. Tranco a porta com chave, pra evitar qualquer surpresa, e volto com o Pablo pra sala. Quando chego perto, ele arranca minha toalha de um puxão e passa os olhos cheios de tesão por todo meu corpo. — Como você é gostosa, Karlinha, olha, te comi bem comido, mas se dependesse de mim, continuaria te comendo a noite toda — — Você disse que eu chupava sua pica e você ia embora — lembro. — Sim, vem, vai, tô morrendo de vontade de provar essa boquinha — ele se anima. Ele tá sentado no sofá, com as pernas abertas, então me ajeito no chão e começo logo a cumprir. com a minha parte do trato.

Enquanto chupo ele, bato uma punheta com uma mão, tentando fazer ele gozar rápido e acabar logo com esse calvário, embora... não sei em que momento comecei a mostrar meu entusiasmo por estar nessa situação. De repente, tirei a mão e só usava minha boca pra deslizar em volta da pica dele. Mesmo achando repulsivo, devo admitir que o Pablo tem uma pica muito boa, dura, preta, cheia de veias, suculenta, eu tinha que me esforçar pra não demonstrar o quanto tava adorando ter ela na boca. Nem me recusei quando ele apertou a pica contra a barriga e me ofereceu os ovos pra eu chupar. — Fica assim, não se mexe — ele falou num certo momento, tirando de repente o doce da minha boca.
Eu já estava de joelhos, praticamente de quatro, pra aproveitar melhor aquele banquete todo, mas pelo visto ele tinha uma ideia melhor. Então fiquei ali deitada, enquanto ele se levantava e ficava atrás de mim, aí eu entendi o que ele queria. — Você... vai... me arrombar o cu? — Lembrei do que aquela mulher tinha dito, a que saiu correndo da casa dele: — Pelo cu não! — E, mesmo que eu nunca tivesse feito por ali, meu pensamento era um só, forte e claro: — Pelo cu sim! — A primeira coisa que senti foi um cuspe e depois os dedos dele espalhando a saliva e um pouco do meu melado lá dentro do meu buraco anal. — Uau, parece que hoje à noite vou desvirgar uma bunda gostosa — ele ri depois de descobrir que eu nunca tinha usado aquilo. — Vai doer? — pergunto com um leve tremor na voz. — Haha, isso é o melhor de tudo, que doa — ele respondeu debochado. Assim que ele enfiou, eu tremi toda; uma coisa é o sexo normal, outra bem diferente é buscar a alternativa. "A coletora", como ele mesmo tinha chamado. — Você gosta pela coletora, Lore? — ainda consigo ouvir o tom perverso e tarado dele. Mesmo nunca tendo feito por trás, não estava nem um pouco contra ele ser o primeiro. Ainda achava repulsivo, desagradável, mas a foda que ele tinha me dado na cozinha o autorizava a ir ainda mais longe. Já tinha me entregado como nunca me entreguei a ninguém, nem ao meu marido; um pouco mais não faria diferença nenhuma. Quando ele consegue enfiar algo mais que a cabeça, eu abafo um grito de dor, mas não peço pra ele parar, então ele continua empurrando pra frente, violando agora o último bastião virgem do meu corpo.

A metade do pau dele bem enfiado dentro de mim já me diz que de virgem não me sobrou nada. Ele deixa ali por um momento, pra que o buraco vá se acostumando com o que vai receber, e começa a se mover, de trás pra frente, enfiando a cada estocada um pedaço a mais de carne. A dor aumenta, uma dor aguda, insuportável, eu mordo o forro do sofá tentando canalizar de alguma forma aquele tormento que parece não ter fim. Um tormento doce e delicioso. Porque dói sim, mas é uma dor gostosa, prazerosa, que não se sofre de jeito nenhum, pelo contrário, se goza, se curte, é a primeira vez que me arrombam o cu, mas sei que não será a última. Ele continua avançando, sempre pra frente, firme e implacável, até que parece encontrar uma barreira que o impede de seguir na fenda. Ele recua, cospe de novo no meu buraco, agora já bem mais aberto, e continua empurrando, empurra, empurra e empurra até que se ouve (ou será que eu imagino?) um "CRACK" e o resto do pau dele finalmente encontra o caminho para a Glória. Tô com ele enfiado até o talo, e lá dentro sinto ele mais duro e grosso do que antes. Já com o pau todo dentro, ele começa a se mover, bem devagar no começo, como se estivesse se moldando às minhas medidas, e embora já tivesse arrombado meu cu, cada estocada fazia lágrimas saltarem dos meus olhos, não sei mais o que havia pra romper, mas cada vez que ele metia até o fundo parecia quebrar alguma coisa em mim.
- Ahhh... Ahhhhh... Ahhhhhhh! - eu me estremecia entre cada enfiada, deixando ele furar minha bunda até onde o tamanho da pica dele alcançava. Ele não ficou muito tempo me comendo devagar, porque se levantou nas pernas, me virou de lado, deixou minhas pernas pra cima, as mãos firmes na minha cintura, e partiu pra cima com tudo, metendo sem parar com uma força de arrasar.




Já tava com aquela parte toda dormente, as repetidas e incessantes estocadas que ele me dava uma atrás da outra faziam meu cu soltar faísca, trituravam meu esfíncter, porrada atrás de porrada. Eu já não gritava, também não chorava, o pior momento tinha passado (será que tinha passado?), agora só gemia e me contorcia sob o domínio dele. Me molhei duas ou três vezes mais, algo que nunca tinha acontecido comigo, sentindo ele agora perto do orgasmo, ofegando cada vez mais forte, até que no meio de uma última estocada, ele enfia bem fundo e goza dentro de mim entre exclamações exaltadas e profusas. Eu já tinha recebido a cum do Pablo por adiantado e agora recebia também por trás.
No meio de espasmos tranquilos, a gente cai no chão, ainda abraçados, curtindo juntos aqueles últimos arrepios de prazer. — Agora sim, por favor, goza dentro, meu amor — falo quando ele finalmente tira o pau do meu cu, sem nem olhar pra ele, embora eu adivinhasse no rosto dele um sorrisinho de superioridade, aquele típico de macho que sabe que te comeu como ninguém. Fico largada no chão, a única coisa que ouço quando ele vai embora é o barulho da porta batendo. Quero me levantar, mas as pernas não obedecem, não me aguentam, então tenho que ir quase me arrastando até o banheiro, passando antes pelo quarto dos meninos pra garantir que ainda tão dormindo, graças a Deus não perceberam nada. Encho a banheira com água quente, sais aromáticos e tomo um banho de imersão de quase uma hora. Quando saio, já são quase seis da manhã, daqui a duas horas tenho que ir trabalhar. Mesmo assim, me meto na cama, disposta a dormir pelo menos uns minutos. Tô com o corpo todo moído, doem articulações que nem sabia que existiam. Dói tudo, mas o que mais dói é o cu, então deito de lado, tentando não apoiar nessa área que foi tão abusada. Quando acordo, duas horas depois, dói muito mais ainda, sinto como se pulsasse por dentro, continuo sem conseguir sentar, e tô mancando de leve ao andar. Tô com medo de ter fissurado o ânus, o que é bem provável depois da brutalidade com que ele me comeu. Apesar de toda dolorida, levanto, me visto e saio pra rua antes dos meninos acordarem. Embora tenha duas ou três farmácias na esquina de casa, vou numa onde não me conheçam. Compro a pílula do dia seguinte e uma pomada pra irritação de áreas sensíveis. Passo também na padaria, compro pão doce e volto pra tomar café com meus filhos. Depois do café e enquanto eles brincam, me tranco no quarto, tomo a maldita pílula e passo generosamente a pomada em volta do todo o meu orifício anal. Depois ligo pro meu trabalho pra dar parte de doente. "Atestado médico por rompimento de bunda". E agora?, me pergunto depois. Como é que isso vai seguir daqui pra frente? O que o Pablo vai fazer depois de ter me possuído? O que eu vou fazer depois de ter sido dele como nunca fui de ninguém? Nem meu marido, que me deu dois filhos, tinha feito tudo o que ele fez comigo em uma única noite. Não sei o que vai acontecer amanhã, depois de amanhã, no dia seguinte, mas de uma coisa eu tenho certeza, além da dor e da culpa pelo que aconteceu, não me arrependo, pela primeira vez na vida eu aproveitei intensamente ser mulher. Continua...
Depois tomei um banho e, enrolada numa toalha, voltei pra cozinha, mas ele já não estava mais lá. Achei que tinha me livrado da presença dele, mas o som da TV na sala me fez entender que não era bem assim. Vou pra lá e vejo ele ali, sentado no sofá, peladão e com uma ereção que parecia se recusar a baixar. — É melhor você ir embora — falo com lágrimas nos olhos, não sei se de vergonha, culpa ou prazer. — Cê acha? Pra mim a noite tá só começando, mamãe — ele responde num tom debochado, balançando a pica de um lado pro outro. — Já me comeu, o que mais você quer? — reclamo. — Bom, pra começar, um boquete não cairia mal — sugere. — Se você acha que vou chupar sua pica, tá maluco — recuso. — Então vou ficar aqui até seus filhos acordarem e seu marido voltar — ele ameaça. — Você não pode ser tão filho da puta — repreendo. — Sou sim, mamãe — ele fala como se tivesse orgulho disso. — Não me chama assim — peço. Já tava enchendo o saco esse negócio de "mamãe". — Como te chamo então? Puta, vagabunda, piranha? — Pelo visto, ele tava decidido a me humilhar. — Karla já basta... — Então Karla? Tô aqui esperando — insiste, com as mãos entrelaçadas atrás da cabeça, e a pica mais dura do que no começo. — Chupo sua pica e você vai embora, tem que me prometer — — Uma provinha desses lábios, mamãe... Karla, e você nunca mais me vê — Antes de tudo, vou até o quarto das crianças pra garantir que ainda estão dormindo. Tranco a porta com chave, pra evitar qualquer surpresa, e volto com o Pablo pra sala. Quando chego perto, ele arranca minha toalha de um puxão e passa os olhos cheios de tesão por todo meu corpo. — Como você é gostosa, Karlinha, olha, te comi bem comido, mas se dependesse de mim, continuaria te comendo a noite toda — — Você disse que eu chupava sua pica e você ia embora — lembro. — Sim, vem, vai, tô morrendo de vontade de provar essa boquinha — ele se anima. Ele tá sentado no sofá, com as pernas abertas, então me ajeito no chão e começo logo a cumprir. com a minha parte do trato.

Enquanto chupo ele, bato uma punheta com uma mão, tentando fazer ele gozar rápido e acabar logo com esse calvário, embora... não sei em que momento comecei a mostrar meu entusiasmo por estar nessa situação. De repente, tirei a mão e só usava minha boca pra deslizar em volta da pica dele. Mesmo achando repulsivo, devo admitir que o Pablo tem uma pica muito boa, dura, preta, cheia de veias, suculenta, eu tinha que me esforçar pra não demonstrar o quanto tava adorando ter ela na boca. Nem me recusei quando ele apertou a pica contra a barriga e me ofereceu os ovos pra eu chupar. — Fica assim, não se mexe — ele falou num certo momento, tirando de repente o doce da minha boca.
Eu já estava de joelhos, praticamente de quatro, pra aproveitar melhor aquele banquete todo, mas pelo visto ele tinha uma ideia melhor. Então fiquei ali deitada, enquanto ele se levantava e ficava atrás de mim, aí eu entendi o que ele queria. — Você... vai... me arrombar o cu? — Lembrei do que aquela mulher tinha dito, a que saiu correndo da casa dele: — Pelo cu não! — E, mesmo que eu nunca tivesse feito por ali, meu pensamento era um só, forte e claro: — Pelo cu sim! — A primeira coisa que senti foi um cuspe e depois os dedos dele espalhando a saliva e um pouco do meu melado lá dentro do meu buraco anal. — Uau, parece que hoje à noite vou desvirgar uma bunda gostosa — ele ri depois de descobrir que eu nunca tinha usado aquilo. — Vai doer? — pergunto com um leve tremor na voz. — Haha, isso é o melhor de tudo, que doa — ele respondeu debochado. Assim que ele enfiou, eu tremi toda; uma coisa é o sexo normal, outra bem diferente é buscar a alternativa. "A coletora", como ele mesmo tinha chamado. — Você gosta pela coletora, Lore? — ainda consigo ouvir o tom perverso e tarado dele. Mesmo nunca tendo feito por trás, não estava nem um pouco contra ele ser o primeiro. Ainda achava repulsivo, desagradável, mas a foda que ele tinha me dado na cozinha o autorizava a ir ainda mais longe. Já tinha me entregado como nunca me entreguei a ninguém, nem ao meu marido; um pouco mais não faria diferença nenhuma. Quando ele consegue enfiar algo mais que a cabeça, eu abafo um grito de dor, mas não peço pra ele parar, então ele continua empurrando pra frente, violando agora o último bastião virgem do meu corpo.

A metade do pau dele bem enfiado dentro de mim já me diz que de virgem não me sobrou nada. Ele deixa ali por um momento, pra que o buraco vá se acostumando com o que vai receber, e começa a se mover, de trás pra frente, enfiando a cada estocada um pedaço a mais de carne. A dor aumenta, uma dor aguda, insuportável, eu mordo o forro do sofá tentando canalizar de alguma forma aquele tormento que parece não ter fim. Um tormento doce e delicioso. Porque dói sim, mas é uma dor gostosa, prazerosa, que não se sofre de jeito nenhum, pelo contrário, se goza, se curte, é a primeira vez que me arrombam o cu, mas sei que não será a última. Ele continua avançando, sempre pra frente, firme e implacável, até que parece encontrar uma barreira que o impede de seguir na fenda. Ele recua, cospe de novo no meu buraco, agora já bem mais aberto, e continua empurrando, empurra, empurra e empurra até que se ouve (ou será que eu imagino?) um "CRACK" e o resto do pau dele finalmente encontra o caminho para a Glória. Tô com ele enfiado até o talo, e lá dentro sinto ele mais duro e grosso do que antes. Já com o pau todo dentro, ele começa a se mover, bem devagar no começo, como se estivesse se moldando às minhas medidas, e embora já tivesse arrombado meu cu, cada estocada fazia lágrimas saltarem dos meus olhos, não sei mais o que havia pra romper, mas cada vez que ele metia até o fundo parecia quebrar alguma coisa em mim.
- Ahhh... Ahhhhh... Ahhhhhhh! - eu me estremecia entre cada enfiada, deixando ele furar minha bunda até onde o tamanho da pica dele alcançava. Ele não ficou muito tempo me comendo devagar, porque se levantou nas pernas, me virou de lado, deixou minhas pernas pra cima, as mãos firmes na minha cintura, e partiu pra cima com tudo, metendo sem parar com uma força de arrasar.




Já tava com aquela parte toda dormente, as repetidas e incessantes estocadas que ele me dava uma atrás da outra faziam meu cu soltar faísca, trituravam meu esfíncter, porrada atrás de porrada. Eu já não gritava, também não chorava, o pior momento tinha passado (será que tinha passado?), agora só gemia e me contorcia sob o domínio dele. Me molhei duas ou três vezes mais, algo que nunca tinha acontecido comigo, sentindo ele agora perto do orgasmo, ofegando cada vez mais forte, até que no meio de uma última estocada, ele enfia bem fundo e goza dentro de mim entre exclamações exaltadas e profusas. Eu já tinha recebido a cum do Pablo por adiantado e agora recebia também por trás.
No meio de espasmos tranquilos, a gente cai no chão, ainda abraçados, curtindo juntos aqueles últimos arrepios de prazer. — Agora sim, por favor, goza dentro, meu amor — falo quando ele finalmente tira o pau do meu cu, sem nem olhar pra ele, embora eu adivinhasse no rosto dele um sorrisinho de superioridade, aquele típico de macho que sabe que te comeu como ninguém. Fico largada no chão, a única coisa que ouço quando ele vai embora é o barulho da porta batendo. Quero me levantar, mas as pernas não obedecem, não me aguentam, então tenho que ir quase me arrastando até o banheiro, passando antes pelo quarto dos meninos pra garantir que ainda tão dormindo, graças a Deus não perceberam nada. Encho a banheira com água quente, sais aromáticos e tomo um banho de imersão de quase uma hora. Quando saio, já são quase seis da manhã, daqui a duas horas tenho que ir trabalhar. Mesmo assim, me meto na cama, disposta a dormir pelo menos uns minutos. Tô com o corpo todo moído, doem articulações que nem sabia que existiam. Dói tudo, mas o que mais dói é o cu, então deito de lado, tentando não apoiar nessa área que foi tão abusada. Quando acordo, duas horas depois, dói muito mais ainda, sinto como se pulsasse por dentro, continuo sem conseguir sentar, e tô mancando de leve ao andar. Tô com medo de ter fissurado o ânus, o que é bem provável depois da brutalidade com que ele me comeu. Apesar de toda dolorida, levanto, me visto e saio pra rua antes dos meninos acordarem. Embora tenha duas ou três farmácias na esquina de casa, vou numa onde não me conheçam. Compro a pílula do dia seguinte e uma pomada pra irritação de áreas sensíveis. Passo também na padaria, compro pão doce e volto pra tomar café com meus filhos. Depois do café e enquanto eles brincam, me tranco no quarto, tomo a maldita pílula e passo generosamente a pomada em volta do todo o meu orifício anal. Depois ligo pro meu trabalho pra dar parte de doente. "Atestado médico por rompimento de bunda". E agora?, me pergunto depois. Como é que isso vai seguir daqui pra frente? O que o Pablo vai fazer depois de ter me possuído? O que eu vou fazer depois de ter sido dele como nunca fui de ninguém? Nem meu marido, que me deu dois filhos, tinha feito tudo o que ele fez comigo em uma única noite. Não sei o que vai acontecer amanhã, depois de amanhã, no dia seguinte, mas de uma coisa eu tenho certeza, além da dor e da culpa pelo que aconteceu, não me arrependo, pela primeira vez na vida eu aproveitei intensamente ser mulher. Continua...
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