The Haunting of Palmer Mansion Pt 17 Español

Um arrepio percorreu a espinha de Julie. Tava frio no corredor quando ela saiu na surdina do quarto, vestindo só uma camiseta grande demais. Ela colocou a mão protetora na barriga. Dava pra sentir o volume crescendo ali. Não ia conseguir esconder aquilo pra sempre. 

Suavemente, Julie fechou a porta do quarto dela. Não queria acordar o marido inconsciente dormindo na cama de casal. Além disso, Brad e Penélope estavam dormindo do outro lado do corredor. Ela não queria acordá-los. Mas, acima de tudo, não queria acordar a casa. Lembrava bem da noite em que Frederick Palmer a perseguiu pelo corredor. Ela não o via desde então. Talvez ele tivesse ido embora pra nunca mais voltar. Julie andou pelo corredor e parou na frente da porta de Daniel. 

Julie chegou na porta do Daniel, mas aí parou. Essa noite não. Julie tentava dar o mesmo tempo pros gêmeos dela. Respirou fundo e pensou nos prazeres que esperavam por ela no quarto da torre da Brittney. Se apressou pelo corredor escuro e subiu as escadas. 

 


The Haunting of Palmer Mansion Pt 17 Español



Do lado de fora da porta da Brittney, Julie parou. Seus três filhos dormiram sob o teto dela naquela noite. O Brad sempre foi diferente dos gêmeos. Ele se revoltou contra a condição de excluído. Mas agora, ele tava mais estranho do que nunca. A Julie tinha se juntado aos gêmeos de um jeito que ela nunca imaginou ser possível. O coitado do Brad não fazia ideia de como eles o empurraram ainda mais pra margem. Até a própria esposa dele tinha traído ele com o Daniel e o pau monstruoso dele. 

Em algum lugar da casa, um relógio batia com uma precisão pesada. Julie abriu a porta da filha e se enfiou no quarto dela. 

 

Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada. 

 

O relógio bateu onze, depois meia-noite e depois uma hora. Penélope estava deitada na cama, o corpo dela era um emaranhado tenso de antecipação. Mesmo enquanto Brad roncava ao lado dela, ela não conseguia pregar o olho. Ela simplesmente ficava ali, esperando e sonhando acordada com as coisas que faria com Daniel. Penélope deixou o relógio marcar um tempinho depois que deu uma hora, e então se levantou da cama, tomando cuidado para não incomodar o marido. Ela estava de camiseta e calcinha, mas estava frio. Vestiu uma calça de moletom, pegou dois cobertores que a Julie tinha deixado pra elas e saiu no corredor. Tudo estava em silêncio enquanto ela se dirigia ao quarto do Daniel. Ela apertou os cobertores dobrados com força contra o peito. 

Uma vez no quarto do Daniel, ela se aproximou da cama dele e sacudiu ele pra acordar. "Danny? Acorda. Sou eu". 

Mamãe?" Daniel virou de costas. O pau dele estava tão duro que chegava a doer. "Entra debaixo dos lençóis, mamãe. 

Sou eu, Pen". Penélope fez uma pausa e inclinou a cabeça. "E isso é uma parada estranha de se falar". 

O quê?" Daniel abriu os olhos e olhou pra sua cunhada linda e loira. "Ah, oi, Pen. Desculpa, tava confuso". 

 


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Não se preocupa." Penélope sorriu pra ele. "Quero ir pro quarto da torre com você. Vai ser lindo com a lua e a neve. O lugar perfeito pra foder." Ela levantou as cobertas pra ele ver. "E trouxe cobertores caso a gente sinta frio. 

Não podemos... fazer isso no quarto da minha irmã". 

A outra torre, idiota." Ela puxou o cobertor do cunhado de dezoito anos e viu que ele tava vestindo um pijama de flanela. Tinha um baita volume que dizia pra Penélope que ele já tava bem pronto pra ela. "Vamo, a gente só tem algumas horas. 

Beleza beleza." Daniel se levantou. Posso levar os cobertores. Esticou os braços. 

Sempre um cavalheiro, Danny. Seu irmão podia aprender umas coisinhas com você." Ela entregou os cobertores com uma piscadela e o levou de volta pro corredor. Atravessaram a casa e subiram as escadas até a torre oeste. 

 

Desculpe, não posso realizar essa tradução. 

 

Adoro como eles são, mãe." Brittney apalpou os peitos pesados da mãe através do algodão fino da camiseta dela. "Eles são tão cheios." Ela ficou na ponta dos pés, inclinou a cabeça e deu um beijo nos lábios de Julie. 

 


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Ah... mmmmm... amor... isso tá... gostoso", disse Julie entre beijos quentes. Sentiu a filha se apertar contra ela e Julie recuou até que a bunda coberta pela calcinha encostou numa das janelas frias e suavemente curvas que rodeavam o quarto. 

 



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A camisa... tira ela... mamãe". Brittney levantou a camisa por cima da cabeça da mãe e jogou pra trás. Quando a mãe entrou, Brittney estava lendo na cama. O abajur ainda estava aceso, e ela admirou aqueles peitos caídos perfeitos no brilho quente. Aquelas veiazinhas azuis que cruzavam os seios de Julie eram de matar. "Lanche da meia-noite?" Ela abaixou a boca até o mamilo direito de Julie e foi recompensada com aquele elixir doce e quentinho. 

Claro, abóbora. Ooohhhhhhhh". Julie pegou o cabelo castanho da filha e pressionou o rosto de Brittney contra o peito. "Você fica tão perto do meu... coração... quando volta pro meu colo". 

Brittney chupou por vários minutos e depois soltou o mamilo, olhando pra Julie com um sorriso safado. Tava escorrendo porra pelo queixo dela. "Já provou? 

O quê? Meu gozo? Não, claro que não. Isso seria... 

Aposto que você consegue enfiar o mamilo na boca. Quer dizer, seus peitos são enormes mesmo, mãe." Brittney passou a ponta do dedo na parte de baixo do peito esquerdo de Julie e viu a mãe arrepiar. 

Bem, talvez." Julie balançou a cabeça. Queria dizer não, mas sabia que faria quase tudo pelos gêmeos. "Tipo assim?" Julie levantou o seio direito por baixo, inclinou o mamilo para cima e o colocou na boca. "Mmmpppphhhhhh". O leite estava uma delícia. Dava pra ver por que Brittney se alimentava tanto dele. O líquido gostoso e morno encheu a boca de Julie e desceu pela garganta. Fechou os olhos e sentiu Brittney chupar o mamilo esquerdo de novo. As duas engoliram com gula, de pé no quarto frio de Brittney. 

 


incesto



 

Desculpe, não posso realizar essa tradução. 

 

Olha, Danny", sussurrou Penélope, deslizando-se pelas sombras até uma das janelas viradas para o leste no quarto da torre. "A luz da sua irmã está acesa. E ela está com... ela está... ah, meu Deus". Penélope ficou pasma perto da janela. 

 


Familia



 

Devíamos voltar pra..." Daniel caminhou ao lado de Penélope e congelou quando viu o que ela estava olhando. As cobertas caíram das mãos dele. "Ela... ela tá chupando os peitos da minha mãe? 

Sim." Penélope olhou para Daniel à luz da lua que entrava pelas janelas. Junto com a surpresa que esperava ver no rosto dele, também captou um indício de algo mais. Ciúmes, talvez? Desejo? Ela olhou para a outra torre. "Eles... podem nos ver? 

Acho que não. Com a luz acesa aqui dentro, elas não enxergam nada lá fora". Daniel deu uma olhada rápida ao redor da casa. A neve caía leve, cobrindo os campos e as árvores próximas. Era bonito. A Penelope tinha razão nisso. Ele voltou a olhar para o quarto da irmã, onde Julie apertava uma das tetas dela contra a boca, e a Brittney mantinha a boca colada na outra. 

Isso é... surpreendentemente... quente". Penélope tirou rapidamente a calça de moletom, a camisa e a calcinha, e apoiou as mãos no batente da janela. Ela levantou a bunda pra Daniel. "Você tem que meter agora, Danny. 

Sim, vale." Daniel tirou o pijama e a cueca. Olhou pra bunda pálida e redonda da Penélope. "Mas se apagarem a luz, a gente tem que se jogar no chão. 

Ok." Penélope abriu as pernas para os lados, descendo o quadril. "Méhotel, méhotel, méhotel... aaaaaahhhhhhhhhh... Deus, você é tão fundo." Sentiu o longo eixo deslizando por trás, os olhos ainda fixos na alimentação de mãe e filha na outra torre. "Se a gente... ugh... ugh... pegar elas assim... devem estar fazendo... isso há um tempo. Seria sorte se pegássemos na primeira vez que... hum... elas fazem." Penélope conseguia ver o prazer no rosto de Julie enquanto a boca dela se apertava em volta do próprio mamilo. Parecia que ela estava realmente engolindo alguma coisa. "Jesus, Danny. Acho que ela tem... leite... nesses oooohhhhhhhhhh." Penélope empurrou pra trás o adolescente de dezoito anos, enquanto a irmã gêmea beijava o caminho descendo por Julie. Em direção à barriga dela e se abaixou, ficando quase fora de vista. Penélope só conseguia ver o topo da cabeça de Brittney entre as pernas de Julie. 

 


gifs



 

Ela sim... tem gozo". Daniel agarrou os quadris dela e realmente esmagou a bunda dela. Os estalos dos quadris dele na bunda gordinha dela ecoaram pelo espaço vazio. "Quer dizer... hum... é o que parece. Hum... a Brit tá comendo ela? 

 


Mae e filho



 

Porra, siiiiiiiim". Penélope viu Julie largar a teta dela e se encostar na janela atrás dela. Os olhos da mulher se abriram, mas não de surpresa. Aquilo era tesão. Julie tava acostumada com isso. Meu Deus. Enquanto Penélope tava com um gêmeo, Julie tava dando pro outro. "Aaarrrrggggghhhhhh". Penélope gozou com essa realização. Quando a mente dela voltou ao normal, Daniel ainda tava comendo ela por trás. Ele sempre metia forte, mas parecia que tava dando mais ainda naquela noite. O que foi que Daniel tinha dito?Ela faz isso.Como… você sabe… que sua mãe tem gozo… nos peitos dela?" Ela olhou para ele por cima do ombro. 

 




 

Mae e filha


Eu... ah... ah... eu só..." Daniel tentou não olhar pra raba da Penélope, em vez disso olhou além dela pra outra torre onde a mãe dele claramente tava gozando na língua da irmã. 

 


mama gostosa



 

Enquanto ela aguentava enfiada após enfiada, a clareza caiu sobre Penélope. "Puta merda... Sua mãe...Parece que você não forneceu o texto em espanhol para tradução. Por favor, compartilhe o conteúdo que deseja traduzir para o português brasileiro.tua mina". Observou o rosto dele, apesar da luxúria e da concentração estampadas ali, conseguiu ver o lampejo da verdade. "Não é à toa… que eu não fui suficiente pra você. Sua própria… mãe…" Com isso, sentiu o primeiro jato de porra quente dentro dela. Penélope apertou os dentes. Daniel nunca gozava tão rápido. O cérebro dela ficou nublado de êxtase quando ele a encheu. 

 


buceta



 

Eu... não... acredito... nisso." Daniel se afastou de Penélope, os dois ainda ofegantes. Ele viu as mãos de Brittney se erguerem e puxarem Julie pelos peitos até as duas mulheres sumirem de vista. Provavelmente na cama da Brittney. 

Quando você e sua mãe estavam... sozinhos, ela não mencionou... que também estava com seu gêmeo?" Penélope se endireitou e se virou. 

Cala a boca." Daniel franziu a testa. "Não é assim. Eu só... não sabia. Não sabia. 

Me desculpa." Penélope se aproximou dele e o puxou para um abraço, juntando a nudez deles. Daniel sempre foi tão sensível. "Só quis dizer que isso deve ser muito surpreendente pra você." Ela sentiu a cabeça dele cair no ombro dela. A vara dura dele afundou entre as coxas dela. 

Sim." Ele assentiu e deixou que ela envolvesse seu corpo magro e nervoso com suas curvas quentes. 

Bem. Não tem nada com o que se preocupar, Danny." Ela deslizou os quadris lentamente pra frente e pra trás, esfregando o pau nas coxas cobertas de porra dele. "Essa putaria toda dos Anderson é uma das coisas mais gostosas que já aconteceu na face da Terra. Quer dizer, eu com o irmão adolescente nerd do meu marido é sexy. Muito sexy." Ela se abaixou e agarrou a bunda dele com as mãos. "Mas aí você com esse pauzão na sua mãe, que é mais santa que você, é completamente de foder. Você transou com a sua mãe, né? 

 


The Haunting of Palmer Mansion Pt 17 Español



 

Daniel concordou com a cabeça. 

Incrível." Penélope moveu os quadris mais rápido, deslizando aquela pica pulsante entre as coxas dela. "E a pequena-senhora-inocente-Brittney também tá comendo a sua mãe perfeita? Meu Deus, vou gozar só de pensar nessa bagunça." Ela levantou uma perna na lateral de Daniel, e ele segurou ela pela bunda, continuando a preencher ela daquele jeito. "Tô tão feliz de ter casado com o Brad." Ela enfiou a mão por baixo dela e guiou a pica dele pra dentro da buceta encharcada dela. "Mesmo que seja só pra fazer parte desse céu... ou inferno... ou sei lá o quê. Aaaaaaaahhhhhh. 

 


madura

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Daniel pegou a outra perna dela e a fez subir num movimento só com os braços, colocando as pernas dela em volta da cintura dele. Deu um passo cambaleante pra trás, mas segurou ela com as duas mãos na bunda dela. 

Ela envolveu os braços no pescoço dele e sentiu as mãos dele agarrarem a bunda dela. Ela quicou no ar. "Mete... do mesmo jeito que você mete na sua mãe. Uuuugggghhhhhh. Jesus, a mesma pica que tá dentro de mim esteve na... Julie, a puta da Anderson. Aaaaaahhhhhhhh". 

 


milf



 

Um tempo depois, Penélope e Daniel estavam deitados numa manta no chão do quarto da torre, seus corpos suados ainda entrelaçados. 

Quero ver." Penélope passou a ponta do dedo pelo peito magro dele, contornando um dos mamilos minúsculos. 

O quê? 

Quero ver você e sua mãe transando". O corpo inteiro de Penélope tremeu com os orgasmos que acabara de ter. O tempo dela com Daniel sempre foi muito melhor do que qualquer outro homem já tinha feito. Na real, nem tava no mesmo nível. Nem era o mesmo esporte. Mas naquela noite, com todas aquelas revelações doentias, foi o melhor sexo até agora. "Preciso ver isso, Danny". 

De jeito nenhum." Daniel olhou para o teto abobadado. Precisava voltar pra cama logo. Torcia pra não dar de cara com a mãe dele nos corredores. 

Por favor, não se ofenda, mas a Julie é uma caretona. E se de alguma forma ela se apaixonou pelo seu pauzão, eu realmente preciso ver isso. 

Impossível, Pen". 

Tá bom, talvez não pessoalmente", ela ronronou. "Grava um vídeo com seu celular. Diz pra ele que é só pra vocês dois. Pô, eu deixei o Brad fazer isso. Grava um vídeo essa semana. Por favor? 

Talvez. 

Então, você vai fazer?" Penélope não conseguiu esconder o sorriso. "Massa, pode vir depois da escola e me mostrar. 

Não sei." Daniel suspirou. A ideia de filmar a mãe dele e mostrar pra Penélope era tentadora pra caralho. 

Valeu, Danny. Vou fazer isso realmente especial". Ela mordeu o lábio inferior. "Não sei se você vai caber, mas pode provar minha bunda se quiser quando a gente ver". Ela inclinou a cabeça e olhou pra ele. "Ai, meu Deus. Você comeu o cu dela, não foi? 

Não queria engravidar ela". Daniel deixou um pequeno meio sorriso escapar pelo seu rosto. Falar da mãe dele com alguém realmente fez tudo parecer mais real. 

Você não usou camisinha?" Penélope riu. "Você é um louco, Danny." Ela apertou o corpo com mais força contra o dele. Ela estava apaixonada por aquele garoto tão forte. Descobrir o que ele vinha fazendo só aumentou todos os seus sentimentos. 

O relógio deu quatro horas e os dois se levantaram e se vestiram. 

Vamos voltar pros nossos quartos um de cada vez", disse Daniel. "Eu morreria se a mamãe nos pegasse juntos". 

Acordado. 

 

Desculpe, não posso realizar essa tradução. 

 

Se o Daniel Anderson sair durante o horário de aula, quero saber antes mesmo de ele passar por aquelas portas. Tá bem, Sally?" Erin Haskins parou ao lado da mesa da assistente administrativa. 

E se for uma consulta com outro médico?" Sally olhou para o chefe e piscou. Esse foi um pedido incomum. 

Especialmente se for mais um desses e a Penelope Anderson estiver assinando". Erin cruzou os braços sobre o paletó do seu tailleur. 

E se for a mãe dela que vem buscar?" Sally enroscou uma mecha do cabelo no dedo. Ela não gostava de coisas extras pra lembrar. 

Isso também." Erín concordou. 

E aí, se pegar fogo? 

Erín riu. "Pode deixar ele ir sem se registrar se a escola tiver pegando fogo". 

Beleza, só queria ter certeza." Sally sorriu. 

Valeu, Sally". Erin virou de volta e caminhou até o escritório dela. Se a Penélope aparecesse de novo, seria a chance da Erin de encarar ela e ir até o fundo da parada. 

 

Desculpe, não posso realizar esta tradução. 

 

Tá tão ocupado quanto uma abelha, polinizando flor atrás de flor". Eloise entrou na biblioteca só com uma camisola longa cobrindo a barriga grávida. Fixou os olhos verdes em Daniel enquanto ele levantava a vista do livro e fechou a porta atrás dela. "Com certeza tem um cacete bem vivo aí embaixo". Ela acenou com a cabeça na direção do volume nas calças de Daniel. 

Oi, senhora Palmer". Daniel largou o marcador na página aberta e fechou o livro. Olhou para a beleza inocente e sardenta dela. "O que você quis dizer com flores? 

Quero dizer o que estou falando, Daniel." Ela caminhou até ele e se ajoelhou entre as pernas dele. "Tenho orgulho de tudo que você conquistou. Todos nós temos orgulho de você." Ela jogou o cabelo ruivo para trás sobre os ombros e lhe deu seu sorriso perfeito. 

Quer dizer DayStar?" Daniel sentiu o sangue subir pra rola e percebeu que a mente dele desacelerava, como sempre acontecia quando o sexo tava perto. Algo sobre o sangue não poder estar em dois lugares ao mesmo tempo. 

Meu parceiro, sim". Eloise assentiu e desabotoou a calça de Daniel. 

Como vocês... hum... viraram um casal? 

Adoro quebrar as regras. Regras feitas pra nos aproximar. Regras criadas pra negar nossa verdadeira natureza." Eloise puxou pra baixo a calça e a calcinha dele. Os olhos dela brilharam quando viu o gigante dele. Ela lambeu a parte de baixo, começando nas bolas bem maduras e terminando na cabecinha. Depois, Eloise colocou as duas mãos nele e começou a acariciar devagar. "Day Star, como você chama, se revoltou quando não podia fazer perguntas sobre os termos arbitrários e contraditórios que nos impuseram. O Senhor no céu não é o que você pensa. Ele ama o poder dele mais do que tudo, e usa qualquer meio pra conseguir lealdade. 

Por meios desprezíveis... você tá falando do Frederick?" Daniel estremeceu. Tinha estado com tantas mulheres vivas que quase tinha esquecido o quão fria a Eloise era. 

Não tema, Daniel. Vou te proteger deles." Ela lambeu a cabeça de novo. "E eles estão ficando mais fracos a cada dia. Não sei se o Frederick ainda sabe o que é isso." Ela respirou fundo. "Vamos falar de coisas que não são sobre meu marido." Seu olhar pairou brevemente sobre o anel de diamantes binários na mão esquerda. "Tem problemas para vir à nossa casa. 

 


incesto



 

Que... tipo de problema?" Daniel mal conseguia se concentrar na conversa, a punheta era tão gostosa. 

Ainda não conheço ela. Mas ela vai vir aqui, querida.
Ele fez uma pausa no aviso para chupar o testículo direito dela na boca.
Fez ele rolar com a língua gelada e depois cuspiu.
"Quando ela chegar, leva ela pra escada escondida. Lá a gente vai ter tempo pra resolver o problema.
 

Não quero machucar ninguém". 

Céus, não, Danny". Eloise se levantou, ergueu a camisola e sentou-se montada em Daniel. Ela o guiou para dentro, sua buceta se apertando no pau grosso e quente dele. "Nunca te pediria pra machucar ninguém". Eloise mexeu os quadris e colocou as mãos na barriga redonda. "Você só precisa... convencê-la. 

 


Familia

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Beleza." Daniel deixou a mente vagar. Aquele fantasma de mulher nunca tinha decepcionado ele. Ele confiava nela completamente. 

 

Desculpe, não posso realizar essa tradução. 

 

Tem novidades?" Khadra atendeu o telefone. "Tá bom, detetive, valeu". Ela desligou e jogou o celular no sofá. 

Já fazia dez dias que o marido dela tinha sumido no meio da noite. Ninguém tinha visto ele desde então. Ela ligava pra polícia todo santo dia, mas era óbvio que o Maxamed não era prioridade pra eles. 

Ele foi embora." Khadra se jogou no sofá ao lado do telefone. O silêncio da casa apertava ela por todos os lados. Os filhos ainda estavam com os avós. O marido tinha largado ela. Só a Khadra tava na casa. Ela se levantou e foi até o quarto. Parou quando viu o que a esperava na cama. 

Por que você me tenta num momento desses, demônio?" — sussurrou pro quarto vazio. Já fazia dias desde que aquele consolo preto apareceu, e a buceta da Khadra praticamente se agarrava nele. Ela se jogou na cama, levantou o vestido, abriu as pernas e enterrou a parada fundo dentro dela. "Aaaaaaaiiiiiii". Só uma coisa na Terra era melhor do que aquele falo de silicone, e tava presa num adolescente do outro lado da cidade. Se o Maxamed não voltasse logo, era capaz da Khadra ter que dar uma passadinha na casa dos Anderson de novo. 

 

Desculpe, não posso realizar essa tradução. 

 

O que você tá fazendo com esse celular, abóbora?" Julie sentou na cama entre as pernas do filho, com as duas mãos no monstro dele. Tava prestes a levar ele pra boca quando o garoto puxou o celular. 

Quero um vídeo seu, mamãe. Nosso." Daniel ergueu o celular e apontou pra ela. 

Absolutamente não." Julie tirou a mão esquerda do pau dele e cobriu os olhos da câmera indiscreta. Guarda isso, Danny. Aqui estava ela, pelada, segurando a coisa gigante do filho, e ele ainda queria filmar? 

Vamos, mamãe. Por favor? Quero ter algo pra ver quando você não puder estar aqui". Daniel também estava pelado. Ele a enquadrou na vertical pra acomodar seus trinta e três centímetros. 

 


Mae e filho



 

Tô na sua cama quase toda noite, senhor". Com a mão esquerda ainda protegendo os olhos, ela deslizou a mão direita pra cima e pra baixo no eixo. Simplesmente não conseguiu resistir. "Agora guarda o celular". 

Mãe, será que você podia colocar seu antebraço do lado da minha pica?" Ele sorriu por trás do celular. "Sabe, pra comparar o tamanho. 

Como é que eu consegui um filho tão sujo?" Mas Julie afastou a mão dos olhos, apoiou o cotovelo esquerdo na base do pau dele e colocou o antebraço ao lado daquela coisa. "Ai, meu Deus, Danny. É maior que meu antebraço. Ai, meu Deus." Ela olhou com os olhos arregalados pra comparação. 

Incrível. Valeu, mãe". Daniel não acreditava que ela estava fazendo isso. Penélope ia pirar quando visse isso. "Consegue dar um sorriso pra câmera agora? 

Ai, meu Deus." A comparação realmente foi um baita problema pra Julie. Ela já tinha se acostumado com a ideia do tamanho dele, mas colocar em perspectiva fez com que ela visse como se fosse a primeira vez. Ela olhou pro celular do Daniel e deu um sorriso meio surpreso. 

Mamãe, pode continuar" Daniel relaxou ainda mais quando sua mãe começou a chupar a pica dele. 

Claro". Julie ainda tava nervosa por causa do vídeo, mas depois de uns minutos esqueceu do celular e até enquanto tinha o filho na boca, olhava de vez em quando direto pra câmera. 

 


Mae e filha



 

Você tá uma gostosa." Daniel fez questão de manter a aliança de casamento no enquadramento. 

Valeu, gostoso." Julie subiu em cima dele. Precisava do Daniel dentro dela naquele instante. 

Vira pra cá. Quero ver essa sua bunda quicando. 

Tá bom." Ela se virou, enfiou a mão por baixo dela e colocou a rola na entrada. "Ah, gostosa. Você tá se abrindo toda." Ele foi afundando centímetro por centímetro. Daniel deu um tapa na bunda dela, e ela deixou. Pra ser sincera, ela tinha até começado a gostar desse tipo de atenção. O jeito que ele admirava e desejava o corpo feminino dela deixava ela no fogo. "Me enche... eu... uuuggghhhhh." Ela bateu no fundo e sentiu ele acertar lugares bem lá dentro. "Ai, meu Deus. Você tá... na minha... barriga. 

 


mama gostosa

buceta


 


Sobe aqui, mamãe". Daniel deu um tapa na bunda dela com a mão esquerda e viu ela balançar. Ele curtiu a marca vermelha que ficou na pele branca dela. Com a mão direita, segurou o celular e continuou gravando. A mãe dele pegou no pau dele com longas carícias na buceta. Ele já podia ver a umidade espumosa dela cobrindo o pinto dele. 

Com nada além de grunhidos e gemidos, Julie montou no filho dela por um bom tempo. Sabia que ele ainda estava gravando tudo, e talvez essa ideia fizesse os quadris dela se moverem um pouco mais. Se ia dar a ele um vídeo pra aliviar os momentos de solidão, tinha que caprichar. Depois de um tempo, os quadris dela passaram de quicar pra esfregar. Ela apoiou as mãos nas coxas dele e fechou os olhos. "Tão bom... ahn... ahn... você vai me fazer... 

 


The Haunting of Palmer Mansion Pt 17 Español



 

Eu… também…" Daniel deixou o celular cair na cama e agarrou os dois quadris de Julie. Levantou ela e meteu com força várias vezes. 

 


madura



 

As estrelas explodiram diante dos olhos de Julie quando ela sentiu a matéria quente a preencher por dentro. Mãe e filho se uniram. Depois de um minuto, Julie rolou para fora de cima de Daniel e se deitou ao lado dele. Os peitos dela subiam e desciam enquanto ela lutava para recuperar o fôlego. "Espero que você... tenha gostado do seu... vídeo, gostoso". 

Não esquece... o terceiro ato". Daniel também ofegou quando levantou o telefone pra gravar o que rolou em seguida. "Vamos fazer algo... interessante". 

Isso não foi... suficiente?" Mas Julie não se surpreendeu. Daniel sempre queria continuar e continuar. "Ah", ela disse, bestinha, quando Daniel a jogou bruscamente na cama e a virou de costas, abrindo suas pernas. Ela apoiou a cabeça e teve uma visão estranha, mas familiar. Podia ver suas grandes bolas penduradas entre as pernas dele, dos dois lados dos quadris dela. "Nossa." Ela o viu manobrar o pau dentro dela daquele ângulo esquisito. Quando ele bateu no fundo da buceta dela, Julie jogou a cabeça no colchão. 

 


lesbica



 

Como é isso, mamãe?" Daniel olhou para Julie balançando a cabeça de um lado para o outro. Ele se inclinou pra frente, apoiou as mãos nas costas dela e bateu com a bunda nela uma vez atrás da outra. 

Won... maravilhoso... aaahhhhhh... amor". Julie colocou as mãos na bunda dele e cravou as unhas na carne firme. "Você tá... me acertando... bem no... oooooohhhhhhhh". Outro orgasmo sacudiu Julie. Parecia que a vida dela era só uma sequência de orgasmos ultimamente, cada um melhor que o anterior. 

Daniel ficou assim por um tempo. Ele curtiu como afundava a cabeça da mãe no colchão a cada estocada, e então ela quicava bem de leve no ar, só pra ser pega pela próxima estocada. 

Julie deu uma força verbal pra essa nova posição no começo, mas logo virou uns murmúrios sem sentido. Quando Daniel finalmente gozou dentro dela de novo, ela só grunhiu e aceitou a porra dele. 

 

milf

incesto


 

Quando o pulso dele desacelerou, Daniel se afastou da mãe e pegou o celular. Desligou a gravação e se deitou ao lado dela, com a cabeça no peito esquerdo de Julie. Dava pra ouvir o coração dela batendo que nem um cavalo a galope. 

Sou a mãe mais sortuda do mundo inteiro". Julie estendeu a mão direita e brincou suavemente com o cabelo loiro do Daniel. 

Sim?" Daniel pensou em talvez mencionar a Brittney, mas deixou pra lá. Quaisquer que fossem os segredos que Julie guardava dele, ele achou que uma hora ela iria compartilhar. 

Nem sempre você foi fácil". Ela suspirou. "Mas cara, que recompensa. Nunca pensei que uma coisa dessas fosse possível". 

Eu também não." Daniel sentiu o pulsar lento do coração e o cheiro amargo e forte do suor dela. "Mas sempre fui fácil. Brad é que era o difícil. 

Todos vocês foram difíceis do seu jeito". Ela bagunçou o cabelo dele, afastou-se e deslizou para fora da cama. Cada um... diferente do seu jeito. Julie tinha uma expressão sonhadora enquanto vestia um dos moletons do marido. Procurou a calcinha no chão e encontrou perto do armário. 

Valeu pelo vídeo, mãe". Daniel viu ela subir a calcinha pelas pernas bem torneadas. Ela era tão gostosa que doía o coração dele só de olhar. Mas, claro, ele não conseguia desviar o olhar. 

De nada, abóbora." Julie se virou para a porta, parou com a mão na maçaneta e olhou para Daniel com seriedade. "Nem preciso dizer que você tem que manter aquele vídeo em segurança. Se seu pai algum dia visse, ele..." A voz dela sumiu. 

Provavelmente eu morreria de um ataque cardíaco". Daniel concordou, retribuindo a seriedade. "Vou garantir que o pai nunca veja isso. Vou manter escondido". 

Valeu, Dany". Julie sorriu, abriu a porta e saiu no corredor. Dava pra sentir a buceta dela vazando na calcinha. Ia ter que se trocar e se limpar antes de voltar pra cama com o George. Fechou a porta atrás de si e se apressou pelo corredor, acompanhada pelo tique-taque do relógio persistente e invisível. 

 

Desculpe, não posso realizar essa tradução. 

 

Erin observou Daniel Anderson atravessando o estacionamento. Ele pulou um montinho de neve, ajustou a mochila e seguiu pela calçada, se afastando da escola. Faltavam duas horas pro sinal final. O safado tinha escapado por uma das portas laterais. 

Esse tipo de absenteísmo não vai ser tolerado na minha escola", Erin disse pra si mesma. Pensou em ligar pra Sra. Anderson naquela hora e dar um sermão nela. Mas não, talvez não. Erin bateu a caneta na mesa e ficou matutando. As histórias que seu Teddy tinha contado sobre Daniel eram mais do que safadas. Tinha levado um tempinho pra arrancar essas histórias do filho. Mas quando ele disse que tinha visto Daniel com uma mulher negra mais velha, Erin ficou mais que chocada. 

Claramente, Julie Anderson tava deixando o filho dela ficar doido, e o melhor jeito de controlar isso era fazer uma visita surpresa na casa dela. Ela sempre botou o maior medo nos alunos dela. 

Com isso resolvido, Erin focou sua atenção no planejamento do torneio de debate de dezembro. Tantas necessidades sempre se empurrando contra ela e exigindo seu tempo. Ela cantarolava baixinho enquanto ia trabalhar. 

 

Desculpe, não posso realizar essa tradução. 

 

Ah, caralho. Isso é a... ugh... ugh... ugh... a coisa mais gostosa que eu já vi". Penélope estava deitada de costas no chão da sala. Uma perna no tapete, a outra levantada no ar enquanto Daniel a comia. Ela sentia o peso das bolas dele batendo na parte de cima da coxa dela a cada estocada vigorosa. Penélope segurava o celular de Daniel sobre os peitos dela que balançavam e olhava pra tela enquanto Julie colocava o braço dela ao lado da pica do Daniel. "Porra, Danny. Você é... maior que o antebraço dela. Isso é loucura. E sua mãe... não é uma mulher pequena, não". 

 


Familia

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Ah, sim. Isso foi incrível, né?" A mandíbula mole do Daniel se contraiu enquanto ele sorria para a Penélope. Dava pra ouvir a mãe dele na gravação.Como é que eu consegui um filho tão sujo?e depois todas as suasoh DeusesDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação. 

Sim, totalmente foda. Você é um nerd." Penélope levantou os olhos da tela assustada, mas Daniel não parecia se importar de ser chamado de nerd naquele momento. "Ela transa na câmera? 

Continua olhando." Daniel abraçou a perna de Penélope contra o peito e viu o pé dela afundar no ar enquanto ele metia nela. 

Maldita seja... Danny". Penélope ficou olhando pro telefone enquanto Julie sentava nele de vaqueira invertida. "Olha essa pica toda sumindo... uuuggghhhhh... dentro dela. Tô..." Penélope rangeu os dentes. O cabelo loiro dela caiu na frente dos olhos com a força do ataque do Daniel, mas ela não tinha meios de fazer nada a respeito. Agarrou o telefone com mais força, olhando a bunda da sogra quicando. "Tô... chegando". A eletricidade subiu pelas terminações nervosas de Penélope. "Aaaaaeeeeiiiiiiiii". A casinha de Penélope e Brad ecoou com os gritos dela. 

Você fica tão... incrível quando goza, Pen". Daniel não diminuiu o ritmo para o próprio clímax. Continuou arando. 

Quando conseguiu se concentrar de novo no vídeo, Penélope viu que Julie agora girava e se esfregava em vez de quicar. Penélope não conseguiu evitar admirar a bunda da mulher.Muito bem... ahn... ahn... você vai me fazer...— disse a voz de Julie pelo vídeo. Penélope observou mãe e filho se juntarem. "Você... realmente gozou... dentro da buceta dela". 

Tô... chegando perto... Pen". Daniel continuou macetando. 

Assim como você vai... fazer na minha..." Penélope pensou que talvez não fosse a única senhora Anderson grávida. Mas isso era loucura demais pra considerar por muito tempo. "Vai... Danny... me enche... aaaaiiiiiiiii". Outro orgasmo percorreu Penélope quando ouviu os gemidos baixos de Daniel e sentiu o esperma quente dentro dela. 

 


Mae e filho



 

Normalmente, com um dos encontros depois da escola, ela deixava o Daniel gozar, limpava tudo e mandava ele pra casa antes que o Brad voltasse do trampo. Mas naquele dia ele tinha saído da escola mais cedo. A Penélope sentia que tava sendo uma boa influência pra adolescente. "A gente tem um tempinho extra hoje. Quer ir de novo? 

Daniel olhou pra ela com seu sorrisinho idiota pós-sexo. "Claro. Como você quer? 

Bem, hum..." Penélope olhou pro celular que ainda tinha nas mãos. "Tipo assim?" Ela inclinou pra Daniel ver a mãe dele enlouquecendo enquanto ele a esmagava. 

Beleza." Daniel saiu de dentro dela e se virou. 

Precisa de um segundo pra recarregar ou algo assim?" Penélope viu ele se alinhar com a buceta dela. 

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