The Haunting of Palmer Mansion Pt 16 Español

Se a namorada dele é minha esposa, a casa me tira a vida", Maxamed balançava no sofá, sussurrando para si mesmo no quarto escuro. "Ele é um colonizador. Minha nação, mas a plantação dele. A casa vai arar no chão dele uma colheita de trabalho". Não tinha certeza do que estava dizendo. "A casa vai me substituir conforme eu a aprofundo. Eu vi. Isso é profecia. Tenho um presságio. A casa falou". 

Maxamed?" Khadra entrou na sala de estar e acendeu a luz. "Com quem você tá falando? 

Ninguém, querida". Maxamed se levantou, pegou a mão da esposa e beijou suavemente os nós dos dedos escuros dela. Você está deslumbrante esta noite. 

Você tá agindo tão estranho. Acho que a casa dos Anderson ainda te atrai." Ela afastou a mão dele devagar. "Talvez eu devesse voltar lá e ver se consigo um fechamento. 

—Não, não, não —sibilou Maxamed. "Nunca mais volte lá. Ela te quer". Olhou ao redor do quarto como um bicho acuado. "Cadê as crianças? 

Na casa da minha mãe". Khadra suspirou. Sentia falta das crianças. Elas estavam sempre na casa dos pais dela. 

Tá bom, tá bom." Maxamed concordou e se apoiou no ombro de Khadra com todo o peso dele. "Você é minha e eu não posso te perder", sussurrou no ouvido dela. "Eu vi o que ele faria, e nunca mais vai ser a mesma coisa. 

Fica tranquilo, Maxamed". Khadra deu uns tapinhas carinhosos nas costas dele e o levou até o quarto. "Sou seu, não precisa ter medo. Vamos te levar pra cama. Já é tarde". 

Sim, receio que seja tarde demais". Maxamed deixou sua esposa guiá-lo até a cama e cobri-lo. "Mas talvez eu possa mudar o rumo das coisas que estão por vir". 

Talvez." Khadra deu um beijo na bochecha do marido. "Agora descansa um pouco. Você vai se sentir melhor de manhã. 

 

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. 

 

Mãe?" Daniel olhou pro relógio na cabeceira. Já tava quase amanhecendo. "Acorda." Ele e a mãe tinham realmente se divertido na noite anterior, e ela tinha caído no sono. O pau dele era grande o bastante pra continuar dentro dela mesmo quando tava mole. Daniel passou as mãos pelos lados macios dela e sobre a curva maravilhosa do quadril dela. Dava pra ouvir a respiração suave dela enquanto dormia. "Já tá quase de dia, mãe. Você tem que voltar pro papai. 

O que... o que foi isso... abóbora?" Julia abriu os olhos. Levou um tempo pra perceber onde estava. Quando caiu a ficha de que era o quarto do filho, o sangue gelou. "Que horas são?" Meu Deus, será que aquele pau mole ainda estava dentro da buceta dela? Sua buceta deu uma apertada involuntária. Ah, não, e ele estava crescendo. 

São quatro e meia." Os dedos de Daniel apertaram a carne macia e flexível da bunda dela, mesmo sabendo que ela precisava ir. 

Ah, querido, ah, querido." Júlia ergueu os quadris e o tirou de dentro dela. Sêmen frio escorria pelas suas pernas. "Eu estava preocupada que isso fosse acontecer. Se seu pai algum dia descobrisse..." Ela pegou o sutiã e a calcinha, encontrando-os no chão sob a luz do luar. O ar frio arrepiou seus braços e pernas. Ela envolveu sua nudez num roupão. "Preciso ir, meu bem." Júlia virou-se em direção à porta. 

 


The Haunting of Palmer Mansion Pt 16 Español



 

Adeus, mamãe. Te amo. 

Eu também te amo." Julie virou-se para a cama e correu na direção de Daniel. Ela beijou os lábios dele e sua bochecha macia, depois correu para a porta. Te vejo no café da manhã daqui a algumas horas. Ela olhou por cima do ombro enquanto abria a porta e pôde ver o pau do filho de dezoito anos de novo durasso e apontando para o ar. Foi uma visão tão gostosa. 

Mamãe? 

Sim?" Julie parou na porta. 

Lembra daquela vez que a gente transou depois que você tava correndo na esteira no porão?" Daniel observou o rosto suave e gostoso dela flutuando nas sombras. 

Sim." Julie estremeceu ao pensar em como ele tinha comido ela por trás na máquina de lavar dela. 

Você poderia, talvez... hmm... ir correr pelado na esteira quando eu chegar da escola? 

Pelada? Não, Danny. Não posso fazer isso. Meus peitos precisam de sustentação. E seu pai vai estar em casa esta tarde, e sua irmã também. Por que você pediria uma coisa dessas?" A pergunta dela saiu mais dura do que ela pretendia. 

Desculpa." Daniel abaixou a cabeça. "Só achei que ia ser sexy. 

Gostosa?" A ideia de satisfazer sua insaciável adolescente ainda era bem nova e excitante para Julie. Ele realmente queria ela. "Talvez outra hora, tá? 

Beleza." Daniel observou a figura dela de túnica sumir pela porta. Precisava de uma punheta. Só de pensar no corpo dela se mexendo naquela esteira, ondas de prazer percorreram seus nervos. 

 

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. 

 

Tá ouvindo isso, amor?" George parou de trabalhar num remendo de gesso no quarto de hóspedes, ajoelhou no chão e escutou. 

O quê?" Julie fez uma pausa enquanto arrumava a cama. Brad e Penelope iam ficar com eles amanhã à noite, e ela queria que o quarto de hóspedes estivesse pronto pra eles. Ela escutou a casa. Parece o tique-taque de um relógio, George. Terminou de enfiar o lençol de cima. 

Sei que é um relógio". Jorge largou as ferramentas, tirou as luvas e se levantou. O jeito que a esposa dele preenchia aquele vestido era de outro mundo. Doía o coração dele só de contemplar a beleza dela. "Mas a gente não tem um relógio de chão. Nem nenhum relógio que faça tique-taque, pra falar a verdade". Ele se moveu pra trás dela e agarrou as ancas largas dela. A mão dele subiu pela barriga dela. Tinha mais curva ali do que ele lembrava. Talvez aqueles peitos maiores fossem um presságio de mais gordura por vir. Jorge não tava nem aí. 

 


madura



 

Para, George. Tô arrumando a cama". Julie afastou as mãos dele. "Talvez seja água pingando em algum lugar". Mas Julie sabia que era um relógio. Nunca tinha visto, mas ouvia ele há meses. 

Tomara que não. Imagina aquele desastre?" Ele a girou e beijou a esposa nos lábios. 

Tá sujo do serviço, George. Talvez mais tarde". Julie afastou ele de novo, meio sem jeito. 

Tá uma delícia, Jules". Com um sorriso, George empurrou ela pra cama, levantou o vestido dela e montou. 

Você precisa de uma camisinha". Mas Julie não insistiu nisso. Ela deixou ele fazer do jeito dele. Era justo que ele tivesse uma vez depois do que o filho dela tinha feito com ele na noite anterior. 

Vou ser cuidadoso." George afastou a calcinha dela pro lado e meteu. Três minutos depois, tava deitado ofegante em cima dela, todo exausto. "Como é que foi? 

Incrível", mentiu Julie. Mal tinha sentido alguma coisa. Ele tinha gozado quase antes de começar. Passou boa parte da vida achando que sexo com George era bom sexo. Ela estava tão enganada. "Agora sai de cima, tenho que arrumar a cama de novo". 

Me dá um minuto." George bufou e ofegou. 

O filho do senhor e a nora vão dormir aqui amanhã. Nessa mesma cama. O senhor não tem vergonha, seu Anderson? Julie deu um tapinha brincalhão no ombro dele, pensando em todas as vezes que Daniel tinha destruído a buceta dela na cama de casal. 

Nenhuma." George saiu de cima da esposa e subiu as calças. "Vou voltar pro trabalho, acho. 

 

Desculpe, não posso realizar essa tradução. 

 

Amigão, tua cunhada tá aqui de novo". Hassan deu uma cotovelada no Daniel enquanto observava a gostosa loira andando pela biblioteca. Ela tava impecável com uma bolsa preta pendurada no ombro, um vestido florido na altura do joelho que abraçava as curvas dela de um jeito maravilhoso e só um toque de maquiagem. Hassan tentou não babar. 

 


milf



 

Sério?" Daniel olhou para cima. Tava sentado no chão perto das pilhas de livros com um na perna. Deixou cair o marcador e fechou a cópia de Psicose. Melhor eu ir ver o que ela quer. 

Sim, você é melhor". Hassan concordou e observou Daniel se levantar e andar pela biblioteca. 

A bibliotecária, a senhoraNancy Pemberton,viu a Penélope. "Senhorita Johnson? O que cê tá fazendo aqui? 

Agora é a senhora Anderson. Penélope levantou a mão esquerda pra Nancy ver o anel. "Tô aqui pra buscar meu cunhado". 

Ah, então você acabou casando com o Brad, hein. Que bom pra você." Só que a Nancy não tava falando sério. O Brad era um saco. Nada a ver com o irmão mais novo, que era mais na dele. Nancy observou o rapaz cumprimentar a cunhada. Ela olhou pro Daniel. "A última vez que vi essa guria, ela era a rainha do baile de boas-vindas. Tava toda radiante. 

—Muito obrigado, senhora Pemberton. Penélope se virou para Daniel. E o pegou pelo ombro. "Vem agora, tá na hora da consulta com seu médico". 

Beleza." Daniel pegou a mochila dele ao sair e deu um tchau rápido pro Hassan. O amigo respondeu, mas os olhos dele estavam grudados na bunda da Penelope. "Devo ter esquecido", disse Daniel. "Tchau, dona Pemberton. 

Continue lendo, Sr. Anderson", gritou o bibliotecário. 

Vou sim." Daniel deixou Penélope empurrá-lo pelo corredor. "Qual é a pressa? Eu disse que ia te visitar amanhã. 

Já fazem três dias", sussurrou Penélope no ouvido dele. "Quatro dias é tempo demais". Ela olhou em volta no corredor, não viu ninguém e deu um tapinha na bunda dele. "Você tem uma jaqueta?" Penélope pegou sua jaqueta de plumas de um gancho perto da entrada principal da escola. 

Não." Daniel estava só de jeans e um suéter. 

Tá nevando, Danny". Ela lançou um olhar falsamente sério pra ele. "Se você pegar um resfriado e morrer, vou ficar muito puta". 

Você vai ter que me manter quentinha, Pen. 

Missão aceita." Deu mais um tapa na bunda dela e tirou Daniel da escola, indo em direção à neve que caía. 

 

Desculpe, não posso realizar essa tradução. 

 

Do calor do escritório dela, a Sra. Erin Haskins observou o par de Anderson caminhando lado a lado em direção ao estacionamento. Flocos brancos e pequenos rodopiavam ao redor deles. Típico dos garotos do ensino médio, Daniel tinha esquecido de trazer um casaco. Como diretora, Erin sempre tentava lembrar os moleques de que não eram imunes ao frio. A juventude fazia a gente se sentir invencível. Mas não tornava ninguém invencível. 

Essa estranha dupla tinha a atenção de Erin. Ela tamborilou os dedos na mesa enquanto dava um gole no café. Dava pra ver o próprio reflexo sobreposto aos Anderson se afastando.a. Era uma mulher gordinha, usando um tailleur cinza claro, com o cabelo cortado na altura dos ombros num tom elegante de cavalo. Os Anderson eram um casal de jovens que se divertiam pra caramba, se empurrando, dando tapinhas de brincadeira e ficando perto demais. Pareciam amantes pros olhos treinados da Erin. Mas claro, isso era impossível. Certo? Erin não conhecia a família da Penelope, mas conhecia a Julie e o George Anderson da igreja. Daniel era um bom garoto. O casal subiu numa caminhonete. Erin voltou pro monitor e abriu uns arquivos no computador. 

 


incesto



 

Penélope tinha ido ver o Daniel direto nos últimos meses. Consultas médicas, né? A Erin teria que dar uma olhada nisso. Erin checou as notas do Daniel. Tavam caindo ultimamente. O filho da Erin tinha saído com a irmã gêmea do Daniel por um tempo. Ia ter que perguntar pro Ted sobre os Anderson quando chegasse em casa. Ela suspirou, se virou e viu a caminhonete saindo do estacionamento. Erin não sabia o que tava rolando, mas confiava no instinto dela. E o instinto dela dizia que tinha algo suspeito acontecendo bem debaixo do nariz dela. 

 

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. 

 

Tinha esquecido que você era a Rainha do Baile de Boas-Vindas". Daniel olhou para Penélope. Ela parecia tão séria com seus olhos azuis fitando a estrada. Provavelmente isso era algo bom, ele não queria que eles derrapassem num pouco de gelo e acabassem numa vala. 

Ah, sim. O engraçado é que o Brad não ganhou o prêmio do Rei". Penélope tirou a mão direita do volante e a colocou no colo de Daniel. Ela desabotoou e abriu habilmente a calça dele, e então puxou para fora o pau pesado e meio duro. Estava tão quente nos dedos frios dela. 

 


Familia



 

Talvez manter as duas mãos no volante?" Daniel adorava atenção, mas gostava ainda mais de continuar vivo. A neve voava contra o para-brisa e lembrava ele das estrelas quando uma nave espacial de um dos seus filmes favoritos disparava em alta velocidade. 

Brad tava com tanto ciúme do Ryan. Achou que ele tava traindo ele com o capitão do time de futebol. Que idiota, né?" Penélope sorriu e se arriscou a olhar pro Daniel. A mão dela acariciava o pau dele de cima a baixo. A cada bombada, ele ficava maior e maior. "Talvez ele achou que eu ia trair porque era isso que ele teria feito". Penélope riu com esse pensamento, um risinho suave. "Com uma mina, quero dizer. Todo mundo era apaixonado pelo DeQuan. Todo mundo amava o Rei. Mas o adolescente burro só tinha olhos pro Brad". 

Eh... Pen?" Daniel adorou a ideia do Brad com ciúmes do Rei do Baile de Boas-Vindas e da lealdade inabalável da Penélope. O pensamento prendeu tanto a imaginação dele que as bolas dele se remexeram. 

Lembra da briga que o Brad arrumou no último ano?" O sorriso branco de Penélope se alargou. "Ele tava com um olho roxo na formatura, lembra? Aquele era o DeQuan. O Brad, burro como ele é, acusou o DeQuan de ter roubado a mina dele e deu um soco. Claro, o DeQuan se defendeu". 

Vou... gozar... Pen". 

Ah." Penélope parou na calçada da rua suburbana deserta. "Não podemos deixar você fazer uma bagunça no meu carro." Ela olhou em volta, deixou o carro em ponto morto e depois abaixou a cabeça até o colo de Daniel. Ela engasgou um pouco quando forçou o tamanho monstruoso dele pela garganta. Que sensação tão poderosa. Com a mão esquerda, massageou as bolas pesadas dele. Pensar que aqueles testículos balançando logo estariam batendo na bunda dela. Sua buceta cremosa. 

Mi... Rainha... do Baile de Boas-Vindas", disse Daniel. Com a neve caindo suavemente ao redor do carro, Daniel grunhiu e se esvaziou direto na barriga dela. Os sons da fome dele engolindo encheram o carro. 

 


Mae e filho



 

Penélope limpou cuidadosamente a cabeça com a língua. Finalmente, recostou-se no próprio banco e sorriu. "Pronto, vamos te levar de volta pra minha casa". Ligou o carro de novo e entrou na estrada. Percebeu que Daniel não tinha escondido o pau ainda duro. Isso foi bom pra ela. Cada momento que ela pôde ver aquela coisa foi um presente. 

Dez minutos depois, Penélope estava só de sutiã. Ela apertou as mãos contra a cama. As fotos emolduradas no criado-mudo balançavam a cada estocada que ela recebia por trás. "Eu... ahn... ahn... ahn... adoro isso, Danny. Você tá... mexendo comigo por dentro...". Ela sentia os dedos dele apertando a carne em volta do quadril, e o desejo que eles transmitiam era sublime. 

 


The Haunting of Palmer Mansion Pt 16 Español



 

Não transe com... Brad... por uma semana". Daniel olhou para uma das fotos que quicavam, uma foto de casamento com o véu de Penélope jogado para trás e seu buquê. Aquela mulher não sabia que em breve se renderia a um garoto sentado entre a multidão naquele dia. 

 


madura



 

Por quê?" Penélope olhou para uma foto diferente. Ela e Brad na lua de mel, os dois de biquíni na praia. Brad estava tão bronzeado e musculoso. Mas no fim, não era grande onde realmente importava. 

Só quero... que ele vá embora sem... um pouco". Daniel levantou uma mão e puxou o próprio cabelo. 

Okkkkayyyyy... ggggggzzzzzzzzzzz..." Penelope gozou enquanto olhava para seu eu desavisado do passado, tão feliz na praia. Quando se recuperou, Daniel ainda estava metendo nela por trás com estocadas longas e poderosas. "Eu... eu... preciso te contar... uma coisa. 

Sim? 

Tô... eu..." Era tão difícil de falar, mas eu queria desesperadamente que o Daniel soubesse. "Tô grávida. 

O quê?" Daniel parou de empurrar e segurou o pau completamente dentro dela. "Sério? É do Brad?" Ele afrouxou o aperto no cabelo dela. 

Penélope balançou a cabeça e empurrou a bunda pálida dele. 

É meu? 

Penélope concordou e olhou por cima do ombro. "É uma coisa boa, Danny. Eu quero o seu bebê". 

Pensei que você estava tomando a pílula?" Daniel sentia a buceta dela apertando ele enquanto ficava imóvel dentro dela. A avalanche de emoções foi contraditória e confusa. 

Acontece." Penélope deu de ombros.Principalmente, quando você esquece de tomar a pílula por algum motivo doido.Não disse. 

Será que eu devia parar? Quer dizer, será que vou machucar o bebê? 

Não, tá de boa." Penélope rebateu a bunda contra ele pra retomar o ritmo. "Vai fundo, Danny. 

 


milf



 

Uau." Daniel colocou as mãos de volta na cintura dela e começou a se mover devagar, pra dentro e pra fora, acelerando o ritmo aos poucos. "O que a gente vai fazer a respeito disso? 

 


incesto



 

Eu não... ah... sei, Danny. Vou ter o bebê... com o Brad... acho". Penélope sentia a onda de outro orgasmo se aproximando. Ela tinha dito a ele que ele era pai. Ela foi a primeira a dar esse presente a ele, não aquela noiva idiota dele. Isso a fez sentir muito orgulhosa. "A gente resolve tudo... aaahhhhhhhh... depois". 

Os vidros das molduras das fotos tremeram quando Daniel se aproximou do próprio orgasmo. Ele tinha plantado uma semente dentro da cunhada e ela já tinha criado raízes. A ideia era perturbadora, mas também profundamente convincente. Pensou em todas as vezes que gozaria dentro da mãe dele. Será que realmente tinham escapado dessa? E a Khadra também. "Aaaaaaaahhhhhhhhh". Gozou dentro da buceta da Penélope, pensando em todos os bebês que poderia fazer. 

 


Familia



 

Quando os dois se acalmaram um pouco, Penélope tirou ele de dentro dela, virou-se e caiu de joelhos. Trabalhou com a língua pra limpar a mistura do sêmen deles. Entre lambidas, olhou pro Daniel. "Posso ser sua namorada?" Tinha um gosto tão salgado e tão bom. "Quer dizer... Eu sei que você já tem essa namorada misteriosa." Enfiou ele na boca, girou a língua e depois tirou de novo. "Mas posso ser sua namorada secreta também? 

O que o Daniel poderia dizer? Ele já tinha deixado ela grávida. "Claro, Pen. Você também é minha namorada secreta". 

Ah, então sua outra namorada é um segredo?" Penélope deu um beijo em cada uma das bolas dele e se levantou. Andou pelo corredor para pegar suas roupas. Precisava que Daniel voltasse pra escola. 

Eu não disse isso". Daniel se vestiu sozinho, observando a bunda larga e pálida de Penélope se mexendo enquanto ela colocava a calcinha. 

Se fez sim." Penélope se virou e piscou um olho pra ele. "Um dia eu descubro, sabichão. 

Tanto faz, Pen". Daniel suspirou e calçou os sapatos. "Tenho uma prova daqui a pouco, pode me levar pra escola? 

Claro." Penélope foi pegar a bolsa dela. "Tenho certeza de que você vai se sair bem. Sempre foi um nerd." Ela revirou os olhos de brincadeira, mas ficou de olho na reação dele. Ele riu, e Penélope soltou um suspiro de alívio. Sabia que ele às vezes era sensível quando ela zoava ele. "Você ainda vem amanhã? 

Seguro." Daniel se aproximou e deu um tapa na bunda dela por cima do vestido. Pensou em falar algo sobre o bebê, mas ainda não sabia o que dizer. 

Não se preocupa com o bebê, Danny". Penélope levou a mão até a barriga. "O Brad vai achar que é dele. Tudo vai ficar bem". 

Sim." Daniel assentiu. "Vai ficar tudo bem." E seguiu Penélope até a garagem pra voltar a tempo pra prova dele. 

 

Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo. 

 

O ar frio do porão se instalou ao redor de Julie enquanto ela se despia. Primeiro, tirou os tênis de corrida. Depois as meias, a calça de yoga, a calcinha, a camisa e o sutiã esportivo. Ficou nua e arrepiou. A esteira ganhou vida quando ela apertou o botão de iniciar e subiu. Aumentou a velocidade aos poucos, até pegar um trote bom. Os peitos dela balançavam em longas estocadas, de um lado pro outro e pra cima e pra baixo. Doíam, mas não tanto quanto Julie esperava. 

Já era hora dos gêmeos chegarem da escola e normalmente ela não esperaria ninguém descer pro porão. Mas tinha deixado um bilhete bem gostoso pra Daniel na mesa dele, dizendo onde encontrá-la e em que estado de pelada ela estaria. Então, Julie tava esperando o filho chegar a qualquer momento. 

 


Mae e filho



 

Que porra você tá fazendo, Jules?" George estava no pé da escada do porão, olhando a esposa nua correndo na esteira. O jeito que a bunda dela tremia a cada passo era fascinante, mas também escandaloso. E se alguém que não fosse o marido dela tivesse descido pro porão? 

Julie olhou por cima do ombro e quase caiu da esteira. Recuperou o equilíbrio com uma mão no corrimão e tirou os pés da fita giratória. "George. Eu só estava..." Desceu da esteira de vez e cobriu os peitos e os pelinhos castanhos com as mãos e os braços. 

O quê? Você era só o quê?" George atravessou o porão em direção à lavanderia. "Sorte a sua que fui eu que te encontrei correndo pelado que nem um hippie maluco. Os gêmeos vão voltar pra casa a qualquer hora. E se um deles viesse parar aqui? 

Correr pelada é... dizem que é bom pra..." Julie olhou pro teto enquanto pensava numa mentira. "Li na internet que correr pelada é bom pra mulher que tá envelhecendo. Ajuda o corpo da gente a não ficar caído. Sabe, na época do Paleolítico, as mulheres não tinham sutiã de sustentação". 

É pra você correr que nem um homem das cavernas?" George parou na porta da lavanderia e inclinou a cabeça. Era uma teoria interessante. 

Uma mulher das cavernas. Sim". Julie concordou e se vestiu. 

Não precisa se preocupar com flacidez, Jules". George viu os peitos dela sumirem dentro do sutiã esportivo. "Quer dizer, claro que seus peitos caem um pouco. Mas ficam maravilhosos. Melhor que no dia do nosso casamento". 

Valeu, gostosa." Julie corou e vestiu a calça. 

Caramba, mãe, eu..." Daniel congelou no pé da escada. "Ah, oi, pai". 

Desvia o olhar, Danny. Sua mãe tá se vestindo. George deu pra Julie aquele olhar de *eu te avisei*. Quando ela terminou de vestir a camisa, ele olhou de novo pro Daniel. "Bem-vindo em casa. É quase como se eu tivesse acabado de avisar alguém sobre essa situação exata. 

O quê?" Daniel ergueu as sobrancelhas e olhou de um lado pro outro entre os pais. "Olha, desculpa interromper. Recebi seu bilhete, mãe. E pensei..." Daniel deu de ombros exageradamente. 

Nota?" George sentiu que estava perdendo alguma coisa. 

Ah, acabei de deixar um bilhete na mesa do Danny dando boas-vindas pra ele em casa e parabenizando pela prova dele." Julie estudou George de perto pra ver o efeito dessa mentira. Parecia que tinha funcionado. Quando é que mentir tinha virado um hábito pra ela? Quando é que ela tinha ficado boa nisso? 

Prova?" Jorge se animou. "Foi bem numa prova? 

Sim, tirei uma nota boa na prova de matemática hoje". Daniel franziu a testa. Isso era mentira. Na verdade, ele mal tinha passado na prova de matemática depois que a Penelope deixou ele na escola. Não tinha conseguido se concentrar depois das notícias que ela tinha dado pra ele. A falta de estudo também não tinha ajudado. 

Excelente. Sobremesa extra pra você hoje à noite, garoto". George sorriu, abriu a porta e sumiu no quarto de lavanderia. 

Daniel deu em Julie um olhar que diziaque porra ele tá fazendo aquiDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação. 

Julie articulou a palavraDesculpa.a Daniel. "Sim, muitas guloseimas pra você esta noite, Danny. Agora sobe lá em cima que a gente te alcança mais tarde". Ela piscou pra ele. "Se você estiver no seu quarto, posso trazer uma sobremesa mais cedo daqui a alguns minutos". 

Ah, tá bom. Valeu, mãe". Daniel sorriu e subiu as escadas de novo. 

George. Cê tá ocupado na próxima hora?" Julie chamou da lavanderia. 

Sim, tenho que trabalhar nessa válvula que tá vazando perto do aquecedor. Por quê, cê precisa de algo?" George chamou ela. 

Não. Tá bem, querida". Julie não conseguiu segurar o sorriso que se formou no rosto dela. "Tá bem. Te encontro no jantar". 

Parece bom. A água vai ficar cortada por um tempo". George fechou o registro e começou a trabalhar. Essa casa com certeza não deixava ele parado. 

Não é um problema." Julie deu meia-volta e foi em direção às escadas. Com sorte, a água estaria de volta quando ela precisasse de um banho. Iam ter que fazer isso rápido. No máximo uma hora, prometeu a si mesma. 

 

Desculpe, não posso traduzir esse texto. 

 

Tava pensando que hoje você podia meter no meu cu. O que você quer, gostoso?" Julie acariciava o pau dele com os peitos, dando uma lambida na cabeça de vez em quando. 

 


The Haunting of Palmer Mansion Pt 16 Español



 

Sobre isso..." Daniel respirou fundo. Ele realmente esperava que ela não ficasse brava com ele. Melhor contar enquanto os peitos dela estavam enroscados no pau dele. Pensou que assim seria menos provável que ela desse uma bronca nele. "Os lábios verdadeiros duram para sempre, mas a língua mentirosa é só por um momento. Né? 

Não fica citando a bíblia enquanto eu tô fazendo isso por você, abóbora". Julie olhou pra ele com adoração. Quando é que ele ia montar nela? É melhor ele fazer isso logo ou o tempo vai acabar pra eles. 

Deixei uma mina grávida". 

O quê?" Julie parou de mover os peitos pra cima e pra baixo e os segurou, com o pau dele ainda enterrado entre eles. Ela olhou com os olhos incrédulos e bem abertos pro filho gostoso dela. "Você fez o quê? 

Foi um acidente. 

Bom, já imaginava isso." As mãos dela se moveram, quase como se tivessem vontade própria, e apertaram os peitos dele devagar, pra cima e pra baixo de novo. "Quem é? É alguma das suas colegas de classe? Você usou as camisinhas que eu comprei? Não, isso deve ter acontecido antes de você conseguir elas. Cheguei tarde demais?" As mãos dela aceleraram. 

Ela não é uma colega de classe". Daniel se recostou na cama. Não podia acreditar que ela ainda estava fazendo uma siririca com os peitos depois de ter dado a notícia. 

Conquistou um adolescente com essa coisa enorme, né?" Julie se levantou, montou no filho e colocou o pau dele na entrada. Ela deveria estar com raiva. Furiosa, até. Mas a ideia de que ele pegou uma daquelas alunas do ensino médio, desenterrou ela e deixou toda cheia fez Julie ficar tonta. Queria ter visto os olhos daquela garota quando Daniel encheu o útero dela. "Aaaaaahhhhhhhhh". Julie sentou no pau dele e sentiu ele deslizando centímetro por centímetro. "Esse é o pau que... uuugggghhhhhhh... penetrou uma garota inocente. 

 


madura

milf



 

Te falei... uh... uh... uh... mamãe". Daniel grunhiu quando a mãe dele fincou os pés na cama e montou nele com movimentos longos e quicando. "Ela é mais velha". 

Você fez isso?" Julie, com o rosto contorcido de tesão, olhou nos olhos azuis de Daniel e soube. Uma mãe sempre sabe dessas coisas. "Você... aaaahhh... não parou de comer a Penélope. Fez, não fez? 

Daniel balançou a cabeça e viu aqueles peitões enormes quicando e balançando. 

Ah, meu Deus, Danny. Você engravidou a esposa do seu irmão?" A ideia incendiou Julie. Ela mudou os movimentos e esfregou o clitóris nele com giros duros e retorcidos. "O que você fez? 

Ela... tava tomando a pílula". 

Tua semente foi tão forte que... oooohhhhhh... venceu o controle de natalidade dela?" Quantas camadas diferentes de maldade foram cuidadosamente colocadas nesse momento? Um orgasmo avassalador tomou conta de Julie, e ela se contorceu com espasmos rápidos em cima de Daniel. "Aaaaaahhhhhhhhhhhh". Bem quando estava descendo do orgasmo, sentiu os jatos quentes dentro dela e ouviu os gemidos baixos e familiares de Daniel. Outro clímax a atingiu, um em cima do outro. Ela fechou os olhos e se deixou levar pelo êxtase. 

 


incesto



 

Uns minutos depois, Julie abriu os olhos e olhou pro Daniel. Ele tava com aquele olhar sonhador pós-gozo no rosto, mas também parecia meio preocupado. Ela colocou as mãos no peito dele e sentiu que o pauzão ainda tava aninhado dentro dela. "Tá tudo bem." Ela não ia ser hipócrita. Dificilmente era do tipo que joga pedra sobre o assunto de bebê. "Sei que o Brad e a Penélope tavam pensando em formar uma família daqui a um ou dois anos. É um pouco cedo. Vai dar tudo certo. Cê tá feliz em ser tio? 

Sim?" Daniel não tinha certeza de qual era a resposta certa. 

Beleza." Julie pensou em algo e seus ombros se enrijeceram. "Você falou pra ela sobre a gente? Eu sei como é o papo de travesseiro. 

Não." Daniel balançou a cabeça firmemente. "Não contei pra ninguém. 

Garoto bonzinho." Julie apertou a buceta contra o pau dele e sentiu Daniel flexionar aquela coisa gigante nela. "Tô decepcionada que você não me ouviu e continuou vendo ela. Mas entendo como é com adolescente. Você tá muito tarado." Julia sorriu pra ele. "Me promete que vai usar camisinha de agora em diante. Não importa o que a mina falar sobre anticoncepcional. 

Eu prometo." Daniel, sem dúvida, ia tentar. 

E não pode mais transar com sua cunhada". Julie tentou parecer brava, mas era difícil fazer isso enquanto estava pelada e montada no colo do filho. "Não vou deixar você partir o coração do Brad". 

Eu prometo." Daniel se aproximou e acariciou os peitos dela. Tinha certeza de que não ia se meter em encrenca de verdade. Pensou no que teria acontecido se tivesse contado pra mãe dele que engravidou a cunhada antes de se mudarem pra Palmer Mansion. Teria sido fogo e enxofre. Mas agora, nem tanto. 

Julie suspirou e seus quadris balançaram pra frente e pra trás. "Tá bom, talvez mais uma vez antes de eu fazer o jantar. Seu pai deve estar ocupado no porão por mais um tempinho". Na verdade, já tinha passado da hora que ela tinha se programado, mas Julie estava se sentindo otimista. Me enche... mais... uma... vez. Daniel bateu os quadris e ela pôde ouvir os sons de chupada quando aquele pau duro deslocou o esperma que ele já tinha gozado dentro dela. Por que o sexo com o filho dela tinha que ser tão perfeito? 

 


Familia

Mae e filho



 

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. 

O carro deslizou até parar no estacionamento coberto de neve. Maxamed tava a umas duas milhas da casa dos Anderson, mas não queria estacionar mais perto. Não queria que a casa visse ele chegando. Os pneus patinaram e giraram quando Maxamed parou. Essa noite foi uma noite perfeitamente lúcida pra ele. Se sentiu com a cabeça limpa. Tinha acordado às duas da manhã, escapado da cama e sabia exatamente o que tinha que fazer. 

Maxamed saiu do carro, abriu o porta-malas, pegou a tocha tiki e acendeu com o isqueiro. Não era um fogo violento, mas bom o bastante pra queimar aquele lugar desgraçado até o chão. Parecia estranho andar na rua com uma tocha acesa, mas com a neve caindo, ele precisava de algo pra iluminar o caminho. As botas dele estalavam na neve fresca enquanto ele começava a andar. 

Um tempo depois, ele chegou. Ajustando bem o paletó com a mão esquerda, Maxamed segurou a tocha com a direita. Piscou na neve diante da sombra das duas torres vitorianas que se erguiam sobre ele. "Você não pode ter minha esposa", sussurrou. 

Maxamed caminhou penosamente pela calçada da frente. A neve cobria o lugar em silêncio. Quando chegou à porta principal, se surpreendeu ao encontrá-la escancarada. Seria aquele o convite da casa para a própria destruição? Maxamed entrou e ergueu a tocha bem alto. A mansão não era como ele lembrava. Tinha pinturas estranhas e sombrias nas paredes e móveis novos. Os brancos estavam sempre mudando a decoração. Uma porta à sua esquerda estava aberta e um brilho quente tremeluzia lá de dentro. 

Um lampejo de memória atingiu Maxamed. Ali era onde ele tinha levado o garoto pro exorcismo. E algo mais tinha acontecido ali. Algo horrível. Maxamed decidiu tocar fogo ali e depois acordar os Anderson pra eles fugirem. Assim que o fogo pegasse, não daria pra parar. Ele atravessou o salão de entrada, passou pela escada principal e entrou no quarto que antes estava trancado. Parou de repente ao entrar, o coração quase pulando pra fora do peito. Atrás dele, a porta se fechou em silêncio. 

Bem-vindo ao meu quarto favorito, Sr....?" Um homem alto, de terno de três peças e cartola, estava relaxando numa poltrona no outro lado do quarto. 

Samatar". Maxamed encarou o homem e o ambiente ao redor. O sujeito tinha um bigode grosso e escuro e os olhos mais pretos que Maxamed já tinha visto. A fumaça subia devagar de um cachimbo na mão esquerda dele. O cômodo tinha um sofá, um aparador, um lampião aceso e a poltrona. Maxamed lembrou de repente que tinha amarrado o Daniel Anderson naquela cadeira. Mas o que mais chamava a atenção no lugar era um urso pardo gigante, parado bem do lado da poltrona, com a pata dianteira esquerda apoiada no ombro direito do cara. Ele olhava pra Maxamed com uma fome intensa. 

Sr. Samatar. Ah." O homem tirou o chapéu na frente de Maxamed. "Sou o Sr. Frederick Palmer e esta é a minha casa." Ele deu uma tragada no cachimbo e soltou a fumaça no ar, vendo ela se contorcer e se enroscar. 

Você está enganado, essa é a casa de um demônio". Maxamed segurou a tocha na frente dele, como se fosse se proteger desse novo mal. 

O diabo tem seus anzóis nesse lugar, sem dúvida". Frederick assentiu com um olhar pensativo. "Mas Deus também. Porque eu sou Seu agente, mensageiro e guardião. E Ele está cheio de ira. Nosso Deus é um Deus vingativo". 

Não reconheço o teu deus". Maxamed olhou pro sofá. Um lugar bom pra tocar fogo. O urso se mexeu um pouco, mudando o peso. Alá o ajude, a porra tava viva. Maxamed tinha esperado que fosse taxidermia. Os joelhos de Maxamed começaram a tremer. 

Mas Ele reconhece o seu rosto". O olhar de Frederick brilhou friamente no quarto. "E ele não liga pra isso. Você está tão obcecado em ter essa mulher que tocaria fogo na minha casa e queimaria vivos os que moram nela? 

Eu vou tirar eles primeiro". 

Esse é um plano ruim". O sorriso de Frederick parecia mais gelo que carne humana. "Dize

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