Não faz muito tempo, teve o aniversário de 15 da prima da minha namorada (Flor, 24) e ela vestiu um vestido bem putaria. Todos os babacas e parentes viravam pra olhar a raba dela quando passava, mas a história é outra. Lá em cima do salão tinha uma parte com sofás onde não ficou ninguém a noite toda. E num certo momento ela me falou pra ir deitar um pouco num sofá porque tinha acordado muito cedo. Ela deitou de bruços e o vestido ficava na beirada da bunda, obviamente. Como não tinha ninguém, passei a mão, apalpei um pouco a raba e usei a palavra: buceta, e ela já tava quase dormindo. Ajeitei o vestido dela e desci pra festa.
De agora em diante vou escrever do ponto de vista dela. Mais ou menos meia hora depois que eu desci, alguém senta do lado dela (supostamente eu) e começa a passar a mão na perna dela. Ela meio dormindo não ligou, além disso tava de bruços e de costas pra quem tava sentado com ela. Num certo momento a mão começa a subir e levanta o vestido dela bem devagar. Ela, achando que era eu, supôs que não tinha ninguém por perto e se deixou. A mão, supostamente minha, começa a acariciar a raba dela e desce até a buceta. Depois volta pra raba, mas mais agitada, porque dava pra ver que a mão tava se mexendo um pouco. Ao perceber que ele tava se masturbando, ela fala: "vai, Martín, vão te ver". Mas em vez de parar, ouviu uns gemidos e de repente nada mais. Ele abaixou o vestido dela e foi embora. Quando Flor percebeu que o vestido tava todo cheio de porra, foi pro banheiro puta da vida, se limpou e veio me xingar. Me xingar por algo que eu nunca fiz. Nunca descobrimos quem foi.
De agora em diante vou escrever do ponto de vista dela. Mais ou menos meia hora depois que eu desci, alguém senta do lado dela (supostamente eu) e começa a passar a mão na perna dela. Ela meio dormindo não ligou, além disso tava de bruços e de costas pra quem tava sentado com ela. Num certo momento a mão começa a subir e levanta o vestido dela bem devagar. Ela, achando que era eu, supôs que não tinha ninguém por perto e se deixou. A mão, supostamente minha, começa a acariciar a raba dela e desce até a buceta. Depois volta pra raba, mas mais agitada, porque dava pra ver que a mão tava se mexendo um pouco. Ao perceber que ele tava se masturbando, ela fala: "vai, Martín, vão te ver". Mas em vez de parar, ouviu uns gemidos e de repente nada mais. Ele abaixou o vestido dela e foi embora. Quando Flor percebeu que o vestido tava todo cheio de porra, foi pro banheiro puta da vida, se limpou e veio me xingar. Me xingar por algo que eu nunca fiz. Nunca descobrimos quem foi.
6 comentários - Cumpleaños de 15 (real)