Tava na festa dos funcionários do comércio, convidada pela minha amiga (embora o convite tivesse preço pra quem não era afiliado, e eu era uma dessas, igual muita gente). A noite inteira tinha um gostosão me olhando fixamente e sorrindo de vez em quando. Em algum momento da noite, ele chegou na mesa e se apresentou como Sergio. Eu e minha amiga cumprimentamos, e ele ficou por ali com a gente, sabendo um pouco sobre nós. Roxana se mandou pra dançar com um colega, e eu e Sergio começamos a conversar sobre tudo um pouco. Depois fomos dançar, e mais tarde ele foi com outras pessoas, mas a todo momento a gente trocava olhares. Lá pelas 4 da manhã, avisei a Rôxi que ia embora, me despedi dela e, quando fui na mesa pegar minhas coisas, o Sergio chegou pra gente dançar. Falei que tava indo embora da festa, e ele insistiu pra gente tomar mais um drink. Aceitei até o táxi chegar. "Mas, bombom, eu te levo!" "Não quero encher o saco, além disso você tá curtindo a festa." "Sem problemas, te levo pra gente conversar mais um pouco, e a gente vê de tomar um drink noutro lugar mais tranquilo, outra hora." "Beleza, então toma essa dose e me leva, ok?" "Sim, bombom, te levo, faço o que você pedir." Olhei nos olhos dele enquanto a gente continuava bebendo e conversando, e entre várias piadas e coisas que ele falava, ele me fazia sorrir. Num momento, ele puxou o assunto pro sexo, se fazendo de coitado, que não tinha sorte com as mulheres. "Que conversa fiada, hahaha" "É verdade, eu chego, mas depois me deixam plantado lá sozinho." "Mentiroso, você deve ser um gato, olha só!" "É verdade, linda." "Olha agora, a gente se deu bem pra se divertir, e depois te levo em casa e vou embora. Viu?" "Que bobo, hahaha" "Tô perdendo o jeito, parece, hahaha" "Que enrolador, me leva, sim? Quero tirar toda essa roupa e relaxar. Essas botas tão me matando." "Vamos, então... Essa roupa tá um arraso em você, a mais gostosa da festa." Saímos, ele abriu a porta pra eu entrar, depois subiu e a gente partiu num instante. "Beleza. Indica o caminho, hein, gostosa. Moro perto daqui, umas dez quadras, pega por aqui. Comecei a indicar o caminho enquanto a gente conversava, ele me pediu pra sair uma noite pra tomar algo tranquilo, pediu meu número de celular. Quando a gente tava perto de casa, pedi pra ele estacionar na esquina. Ele fez isso, agradeci por ter me trazido. Espero poder te ver de novo e tomar algo tranquilo. Beleza, te aviso, esse fim de semana que vem, cê pode? Posso sim, quando você quiser. Então tá, me aproximei pra me despedir, dei um beijo na bochecha dele, quando coloquei a mão na porta pra descer, ele apoiou a mão no meu braço, olhei pra ele e ele buscou minha boca pra um beijo, aí correspondi ao beijo dele, a gente se beijou e nossas línguas se conheceram... Que mulher linda você é... O beijo dele me deixou excitada, olhei pra ele e beijei de novo, um tempinho assim, com a mão dele na minha cintura. Parei de beijar e falei pra ele me levar pra aquele lugar tranquilo que ele tinha dito. Ele arrancou e me levou pra um bairro afastado, perto do aeroporto, chegamos numa casa, do carro ele abriu o portão elétrico e entramos no pátio. Ali ele parou o carro e buscou me beijar, e a gente se enroscou num beijo apaixonado, uns minutos ali, descemos e entramos na casa dele. Assim que fechou a porta, me abraçou por trás e beijou meu pescoço, as mãos dele na minha cintura e a outra mão na minha barriga. Depois ele saiu de trás de mim, pegou minha bolsa, tirou minha jaqueta e ele pegou essas coisas, deixando num sofá individual, se aproximou e a gente começou a se beijar, já com mais paixão, nos tocando, as mãos dele acariciavam minha bunda por cima da minissaia, de vez em quando acariciava minhas costas, minha nuca, meu cabelo, era um polvo, sentia as mãos dele em todo lugar a todo momento, dava pra sentir o pau dele crescendo por baixo daquelas duas roupas. Minhas mãos rodeavam o pescoço dele, dava pra sentir meu próprio cheiro de excitação e ele também, porque ele se apossava do meu pescoço chupando e beijando. A gente se separou, se olhando, ele pegou minha mão e me levou pro quarto dele. Lá dentro, sentei na cama, ele ligou a TV colocando música, se Ajoelhou-se perto de mim, me beijava enquanto ia desabotoando cada botão da minha camisa. Tirou minha camisa por completo, beijando meus ombros, desceu devagar até meu peito, seguindo em busca das minhas tetinhas, onde beijava e lambia meus mamilos. Já as mãos dele acariciavam minhas coxas, que se abriam devagar, fazendo a saia subir e revelando uma calcinha fio-dental preta de renda, já molhada. Ele se levantou, colocando meu corpo sobre a cama, começou a tirar minhas botas enquanto eu olhava, tocando meus mamilos. Inclinou-se, beijou meu umbigo e desceu para beijar minhas coxas, cheirando minha buceta. Tirou a saia devagar e apoiou a boca na minha buceta já inchada por cima daquela tela minúscula, beijou várias vezes e passou a língua ali. Meu corpo se arqueou ao sentir. Os dedos dele se enfiaram por baixo da calcinha, acariciando os lábios quentes, molhados e cheios de sucos. Levantou aquela tela e passou a língua ali, bem suave e devagar, arrancando uns gemidos da minha garganta. Minhas mãos agarravam os cabelos dele e acariciavam sua cabeça. Ficou ali uns minutos brincando assim, depois se levantou e, pegando minhas mãos, me fez ficar de pé junto com ele. Nos beijamos e ele tirou a camisa. Eu, beijando o peito dele, tirei seu cinto e abaixei suas calças, acariciando seu pau por cima da cueca. Estava quente, com a cabeça tão molhada quanto minha buceta, parecia grosso. Deitamos na cama, ele de barriga pra cima e eu por cima dele. Começamos a nos beijar, meus quadris rebolavam, as mãos dele acariciavam minha bunda e a boca dele alternava entre meu pescoço, boca e mamilos. Enquanto de quatro em cima dele, eu tentava aproximar minha buceta do pau dele ereto. Já meu tesão era total e desci pra procurar o pau dele com minha boca, com minha língua. Cheguei lá tão rápido, tirei aquela peça pra liberar aquela delícia e comecei a dar beijinhos molhados e lamber aquela cabeça que tinha seu mel. Assim até que fui colocando o pau dele na minha boca, envolvendo com minha língua e levando até o fundo da minha garganta. Era grosso, não tão comprido, mas suas veias marcavam, e as Sentia em todo seu esplendor, chupei aquela pica enchendo ela de saliva e tirando ela toda da minha boca, deixava cair saliva, e voltava a engolir. Agarrando minha cabeça, ele pediu minha buceta. "Dá, bebê, essa buceta. Vem." Girando sem tirar aquela delícia quente, gostosa e grossa, girei até colocar minha buceta na boca dele... que prazer!!!! A língua dele passava por todo meu canal, chupava o clitóris, mordia meus lábios e entrava com aquela língua bem fundo na minha buceta, depois beijava, saboreava e colocava a língua no meu cuzinho, que pulsava. Comecei a sentir que estava prestes a explodir, meus sucos estavam a caminho e a pica dele na minha boca ficava mais tensa. "Vou encher sua boca, bebê!!!" Mmmmm, sim, me dá, me dá mmmmm. Comecei a engolir porra quente, dois, três jatos que batiam na minha garganta enquanto eu me mexia gozando na boca dele, me esfregava gozando ele, as mãos dele batiam na minha bunda e um dedo cutucava ali querendo entrar, minha língua saboreava a porra que saía da pica dele, limpei toda aquela pica linda e beijava aquele tronco e a cabeça, enquanto ele continuava chupando minha buceta e lambendo meu cu e já enfiava o dedo ali de vez em quando. Depois ele mordeu de leve minha buceta e me mandou montar nele. "Senta aqui, bebê." Mmmm, sim, buceta!!!! Que pica linda você tem!!!! Me acomodei em cima dele, segurando a pica ainda dura, e comecei a me mexer em cima dela, em círculos e descendo e subindo. Ele me abraçava e me beijava, o pescoço, o rosto, o queixo, mordia meus lábios, chupava minha língua, as mãos dele acariciavam minha bunda e davam tapas nela. Mudei de posição, já não estava de joelhos, mas sim de cócoras em cima dele, enfiando toda aquela pica, dava pra ouvir minha bunda batendo na pélvis dele e os tapas dele na minha bunda também. Assim por vários minutos até que eu saí de lá, beijei a pica dele e chupei por alguns segundos, ele se ajeitou de joelhos na cama e eu me deitei de barriga pra cima, ele lambeu minha buceta e levou minhas pernas pra se prenderem nos ombros dele, empurrando a pica bem fundo na minha buceta, começou a me comer com força. minhas mãos agarradas nos glúteos dele
ele me comia tão gostoso e profundo que arrancava gemidos, quase gritos de prazer, eu pedindo mais e mais. Maiss, assiiim, me come, papai, mais fundo, tudooooo. Sim, bebê, que gostosa usa a palavra: pussy. Você tem. Mudei a posição das minhas pernas, já não nos ombros dele, mas ao lado dos braços dele, assim ele começou de novo a comer bem fundo, sentia a carne quente do cock dele, a boca dele lambia e beijava minha boca, mordia também. Me agarrei nas costas dele chupando o pescoço enquanto as palavras dele perfuravam meus ouvidos: puta, gostosa, que mulher você é. Como você come, nena, como me excita, mamãe, essa usa a palavra: pussy quente e deliciosa,....mmmmm puta. Assiiim. Mmmmm como você me come, !!!! Que delícia. Me dá tudo, enche minha pussy, me enche!!! Sim, bebê, vou encher essa usa a palavra: pussy divina. Sim, o cock se fazia sentir pelo grosso, me esquentava enquanto entrava forte em mim, me chupava os peitos enlouquecendo meus mamilos. Vou gozar, papai. Vou acabar!!! Siiim. Você vai encher meu cock de sucos, puta??? Siiiii, papaiii. Vou encher você de sucos, bebê!!! Num instante ele tirou o cock de uma vez só. Fica de quatro, putinha!!!.... vem, puta. Fiquei de quatro rapidamente, tava quente, a ponto de explodir, ele deu uma chupada na usa a palavra: pussy de quatro, acariciou minha usa a palavra: pussy quente com o cock, deu vários tapas e enterrou esse cock de novo na minha pussy. Empurrou meu corpo na cama, pegou meus braços levando pra trás e segurando com uma das mãos, começou a foder com força, a outra mão agarrava meu cabelo. Minhas pernas começaram a tremer um pouco e eu sentia que ia explodir com o cock ali. Assim, assim, assim, assiiiiim. Vou gozar, filho da puta, vou encher você!!!! Soltou meu cabelo e começou a me comer com dois dedos no bum e o cock talhando a buraquinha inchada, ardendo, suculenta. Comecei a levantar minha bunda mais pra cima enquanto gozava. Ahhhhhh, mmmmmm assiiiiiii .....aaaahhhhhggggg. Assim, puta!!! Como você goza, puta, filha da puta !!! Mmmmm assim, filha da puta!!!!!! Que delícia!!!! Toma, papai!!!! Aaaahhhhgg. Ele continuava entrando e saindo, ouvindo minha buceta fazendo barulho com meus sucos escorrendo. Eu tava gozando, pequenos restos de fluidos escorrendo, os dois dedos dele no meu cu entrando tudo. Sentia ele babando na entrada da raba, tirou a pica e começou a bater com aquela pica dura no meu esfíncter, era porrada forte que saía dali. Agarrou minhas nádegas com as duas mãos abrindo meu cu. Deixou cair mais saliva e apoiou a pica... meu cu pulsava. Agarrou meu cabelo, me colocou de quatro apoiando as mãos na cama, apertou meu pescoço e no meu ouvido disse que ia comer aquele cu. Vou arrebentar esse rabo, bebê!!! É meu hoje à noite. Sim, papai, faz do meu cuzinho o que quiser. Enche meu cu de porra... vai!!! A cabeça dele tava quente ali, começou a empurrar, sentia ele abrindo caminho, até que em segundos entrou inteiro. Ahhhhh!!!!!!! Siiiiim!!!!! Uuufffff, assim!!!!!! Filha da puta!!!!! Como come esse cu!!! Você é uma filha da puta, gatinha!!!! Ahhhhgggģgg, toda, toda, me come, aaaahhgg me come. Começou a entrar e sair do meu cu devagar, até pegar um ritmo enlouquecedor. Dava pra sentir aquela pica, era delicioso. Uma ardência que me fascina sentir, parecia que tava quebrando meu esfíncter e entrando mais fundo. Se agarrou nas minhas cadeiras e começou a me comer muito forte, sem parar. Que raba gostosa você tem, filha da puta, que puta que você é. Ahhh ahhh ahhh mmmm uuufffffff. Mmmmmm cê gosta da pica, puta!!! Gosta que arrebentem teu cu!!! Siiim. Maiss maiss. Toda, bebê!!!! Me arrebenta, me enche. Mmmmmm ahhh uuffff!!! Putinha!!!! Toma, gostosa, tomaaa, vou encher teu cu de porra!!! Tirou a pica do meu cu, olhou pra ela, cuspiu e se levantou na cama, se abaixou e colocou a pica de novo no meu cu, e me comia com desespero e mais forte, deixava o corpo cair completamente flexionando as pernas, aquela pica era tão boa que arrancava gemidos, berros, gritos e xingamentos. Asiii asiii mas mas mas... ahhhhhhhh AAhi te encho, puta!!!! Ahi te encho o cu!!!! Aahhhhhh tomaaaa filha da putaaa, tomaaaa Mmmmmmm siiiiii ahhhhggggggg Começou a encher meu cu de porra, dava pra sentir o calor no meu intestino, a porra quente dele, minhas pernas abertas na merce dele e esse homem continuava me comendo ainda, o pau dele começou a perder a dureza. Não tira, deixa ela aí dentro, papai... Senti ele se apoiar nas minhas costas, estávamos suados, o cheiro de sexo, de porra, de buceta, de lubrificação, de perfumes, tudo se misturava ali. A boca dele beijava minhas costas, meu pescoço. A barriga dele na minha costa suada, eu me mexia devagar sentindo o pau dele ainda ali dentro, contraía meu esfíncter pra apertar o pau dele, adorava sentir ele ali dentro, aquela cabeça. Não mexe, papai, deixa eu sentir ela saindo. Que puta você é, o que cê tá fazendo, putinha??? Mmmmmm. Adoro isso... Você é demais, isso me agrada, bebê. Eu ia pra frente devagar pra que o pau dele saísse devagar, mas enquanto apertava e soltava meu esfíncter, até conseguir que a cabeça do pau dele ficasse só na entrada... esperei uns segundos e, com um puxão pra frente, a cabeça dele saiu do meu cu, fazendo um barulhinho, e jorrou porra pelas minhas pernas. Ahhhhhh, filha da puta!!!! Que delícia!!!! Que puta gostosa. Haaaa. Mmmmm que lindo, bebê. Ele ficou ali ajoelhado na cama, eu me coloquei na frente dele e desci pra limpar o pau dele, com restos de porra e umas gotinhas na cabeça. O pinto dele meio mole ficou limpo pela minha língua. Beijei ele todo, o tronco, as bolas, lambi, passei minha língua ali, vários beijinhos na cabecinha, ele segurando minha cara, me encarou e começamos a nos beijar, ele rodeava meu corpo, acariciava minha cintura, minhas costas e minha bunda, tocava minha buceta aberta como uma flor, e meu cu que deixava escapar porra em fios finos descendo pelas minhas pernas. Nós deitamos na cama, nos acariciando enquanto ele me dizia o quanto eu era puta, o quanto eu era vagabunda... Um banho??? Não, papai. Quero chegar em casa assim, sentir sua porra ainda. Isso me excita. Que Sua puta gostosa. Ela me deu um beijo, e depois acendeu um cigarro enquanto eu me trocava. Fui ao banheiro, arrumei meu cabelo e pedi um táxi.

ele me comia tão gostoso e profundo que arrancava gemidos, quase gritos de prazer, eu pedindo mais e mais. Maiss, assiiim, me come, papai, mais fundo, tudooooo. Sim, bebê, que gostosa usa a palavra: pussy. Você tem. Mudei a posição das minhas pernas, já não nos ombros dele, mas ao lado dos braços dele, assim ele começou de novo a comer bem fundo, sentia a carne quente do cock dele, a boca dele lambia e beijava minha boca, mordia também. Me agarrei nas costas dele chupando o pescoço enquanto as palavras dele perfuravam meus ouvidos: puta, gostosa, que mulher você é. Como você come, nena, como me excita, mamãe, essa usa a palavra: pussy quente e deliciosa,....mmmmm puta. Assiiim. Mmmmm como você me come, !!!! Que delícia. Me dá tudo, enche minha pussy, me enche!!! Sim, bebê, vou encher essa usa a palavra: pussy divina. Sim, o cock se fazia sentir pelo grosso, me esquentava enquanto entrava forte em mim, me chupava os peitos enlouquecendo meus mamilos. Vou gozar, papai. Vou acabar!!! Siiim. Você vai encher meu cock de sucos, puta??? Siiiii, papaiii. Vou encher você de sucos, bebê!!! Num instante ele tirou o cock de uma vez só. Fica de quatro, putinha!!!.... vem, puta. Fiquei de quatro rapidamente, tava quente, a ponto de explodir, ele deu uma chupada na usa a palavra: pussy de quatro, acariciou minha usa a palavra: pussy quente com o cock, deu vários tapas e enterrou esse cock de novo na minha pussy. Empurrou meu corpo na cama, pegou meus braços levando pra trás e segurando com uma das mãos, começou a foder com força, a outra mão agarrava meu cabelo. Minhas pernas começaram a tremer um pouco e eu sentia que ia explodir com o cock ali. Assim, assim, assim, assiiiiim. Vou gozar, filho da puta, vou encher você!!!! Soltou meu cabelo e começou a me comer com dois dedos no bum e o cock talhando a buraquinha inchada, ardendo, suculenta. Comecei a levantar minha bunda mais pra cima enquanto gozava. Ahhhhhh, mmmmmm assiiiiiii .....aaaahhhhhggggg. Assim, puta!!! Como você goza, puta, filha da puta !!! Mmmmm assim, filha da puta!!!!!! Que delícia!!!! Toma, papai!!!! Aaaahhhhgg. Ele continuava entrando e saindo, ouvindo minha buceta fazendo barulho com meus sucos escorrendo. Eu tava gozando, pequenos restos de fluidos escorrendo, os dois dedos dele no meu cu entrando tudo. Sentia ele babando na entrada da raba, tirou a pica e começou a bater com aquela pica dura no meu esfíncter, era porrada forte que saía dali. Agarrou minhas nádegas com as duas mãos abrindo meu cu. Deixou cair mais saliva e apoiou a pica... meu cu pulsava. Agarrou meu cabelo, me colocou de quatro apoiando as mãos na cama, apertou meu pescoço e no meu ouvido disse que ia comer aquele cu. Vou arrebentar esse rabo, bebê!!! É meu hoje à noite. Sim, papai, faz do meu cuzinho o que quiser. Enche meu cu de porra... vai!!! A cabeça dele tava quente ali, começou a empurrar, sentia ele abrindo caminho, até que em segundos entrou inteiro. Ahhhhh!!!!!!! Siiiiim!!!!! Uuufffff, assim!!!!!! Filha da puta!!!!! Como come esse cu!!! Você é uma filha da puta, gatinha!!!! Ahhhhgggģgg, toda, toda, me come, aaaahhgg me come. Começou a entrar e sair do meu cu devagar, até pegar um ritmo enlouquecedor. Dava pra sentir aquela pica, era delicioso. Uma ardência que me fascina sentir, parecia que tava quebrando meu esfíncter e entrando mais fundo. Se agarrou nas minhas cadeiras e começou a me comer muito forte, sem parar. Que raba gostosa você tem, filha da puta, que puta que você é. Ahhh ahhh ahhh mmmm uuufffffff. Mmmmmm cê gosta da pica, puta!!! Gosta que arrebentem teu cu!!! Siiim. Maiss maiss. Toda, bebê!!!! Me arrebenta, me enche. Mmmmmm ahhh uuffff!!! Putinha!!!! Toma, gostosa, tomaaa, vou encher teu cu de porra!!! Tirou a pica do meu cu, olhou pra ela, cuspiu e se levantou na cama, se abaixou e colocou a pica de novo no meu cu, e me comia com desespero e mais forte, deixava o corpo cair completamente flexionando as pernas, aquela pica era tão boa que arrancava gemidos, berros, gritos e xingamentos. Asiii asiii mas mas mas... ahhhhhhhh AAhi te encho, puta!!!! Ahi te encho o cu!!!! Aahhhhhh tomaaaa filha da putaaa, tomaaaa Mmmmmmm siiiiii ahhhhggggggg Começou a encher meu cu de porra, dava pra sentir o calor no meu intestino, a porra quente dele, minhas pernas abertas na merce dele e esse homem continuava me comendo ainda, o pau dele começou a perder a dureza. Não tira, deixa ela aí dentro, papai... Senti ele se apoiar nas minhas costas, estávamos suados, o cheiro de sexo, de porra, de buceta, de lubrificação, de perfumes, tudo se misturava ali. A boca dele beijava minhas costas, meu pescoço. A barriga dele na minha costa suada, eu me mexia devagar sentindo o pau dele ainda ali dentro, contraía meu esfíncter pra apertar o pau dele, adorava sentir ele ali dentro, aquela cabeça. Não mexe, papai, deixa eu sentir ela saindo. Que puta você é, o que cê tá fazendo, putinha??? Mmmmmm. Adoro isso... Você é demais, isso me agrada, bebê. Eu ia pra frente devagar pra que o pau dele saísse devagar, mas enquanto apertava e soltava meu esfíncter, até conseguir que a cabeça do pau dele ficasse só na entrada... esperei uns segundos e, com um puxão pra frente, a cabeça dele saiu do meu cu, fazendo um barulhinho, e jorrou porra pelas minhas pernas. Ahhhhhh, filha da puta!!!! Que delícia!!!! Que puta gostosa. Haaaa. Mmmmm que lindo, bebê. Ele ficou ali ajoelhado na cama, eu me coloquei na frente dele e desci pra limpar o pau dele, com restos de porra e umas gotinhas na cabeça. O pinto dele meio mole ficou limpo pela minha língua. Beijei ele todo, o tronco, as bolas, lambi, passei minha língua ali, vários beijinhos na cabecinha, ele segurando minha cara, me encarou e começamos a nos beijar, ele rodeava meu corpo, acariciava minha cintura, minhas costas e minha bunda, tocava minha buceta aberta como uma flor, e meu cu que deixava escapar porra em fios finos descendo pelas minhas pernas. Nós deitamos na cama, nos acariciando enquanto ele me dizia o quanto eu era puta, o quanto eu era vagabunda... Um banho??? Não, papai. Quero chegar em casa assim, sentir sua porra ainda. Isso me excita. Que Sua puta gostosa. Ela me deu um beijo, e depois acendeu um cigarro enquanto eu me trocava. Fui ao banheiro, arrumei meu cabelo e pedi um táxi.


10 comentários - Festa da putaria no trabalho
Saludos