Olá a todos e todas. Para quem quiser, podem ler os dois relatos anteriores onde conto como conheci a Martina, como ela me iniciou a mim e ao meu amigo, e quando eu me transformei em Flor e meu amigo Lucas em Cande. Vejam: "Vizinha transexual mulata me desvirga a mim e ao meu amigo" e "2 jovens se transformam em 2 gostosas safadas". Para quem não quer ler, deixo um resumo desses dois relatos e depois continua a história para que se poupem as leituras prévias. Este relato é longo, mas vale a pena. Inclui muitas cenas de sexo nas férias que curti junto com a mulata, uma amiga transexual dela e vários amantes casuais que tivemos nesses dias.
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Resumo
No último ano do colégio, uma garota transexual se mudou para o meu prédio chamada Martina. Alta (1,80), mulata, ombros largos, olhos verdes, uma bunda e pernas potentes de dar um infarto e, o melhor de tudo, uma rola negra de mais de 20 cm e bem grossa. Naquela época, eu tinha dúvidas sobre minha sexualidade, já tinha me masturbado pensando na rola do meu amigo e colega de colégio Lucas, com quem havíamos compartilhado algumas punhetas. Assim que vi Martina, fiquei muito curioso e, depois de algumas semanas, começamos a nos conhecer. Com a desculpa de que ela me ensinasse inglês, fui ao apartamento dela, que ficava debaixo da minha casa, e foi a primeira vez que chupei ela. Até aquele momento, eu era virgem, não tinha ficado com ninguém além de uns amassos com namoradinhas da adolescência. Depois desse primeiro encontro, Martina desvirginou meu cuzinho apertado. Custou, doeu, mas ela era uma expert. A partir daí, fui seu jovem amante e ela me comia uma ou duas vezes por semana.
Meu amigo Lucas era um garoto bonito, de 1,70 de altura, loiro de pele branca e muito bonito de rosto, com um físico normal. Com pernas bonitas e uma bunda redonda com nádegas lindas. Quando viu Martina, também ficou impactado e, desde aquele dia, insistia comigo para poder conhecê-la. Ele não sabia de nada do que acontecia entre nós, mas um dia Martina me convidou para um bar gay e eu disse para o Lucas vir comigo. A mulata percebeu que o loiro estava morrendo de vontade de ficar com ela e o seduziu, depois nos convidou para o apartamento dela. Pra que se contentar com um bumbum virgem se podia ter dois? Assim como fez comigo, a Martina desvirginou o Lucas naquela noite, depois eu comi meu amigo e ele fez o mesmo comigo. Apesar de um tempo de desconforto com meu amigo Lucas, porque nenhum de nós queria aceitar o desejo, continuamos frequentando a casa da Martina, que seguiu transando com a gente. A relação com o loiro foi ficando mais tranquila quando ambos confessamos que ficávamos curiosos pra nos vestir de mulher. Naquela tarde, ele me ajudou a me depilar completamente e experimentar a calcinha da irmã dele. Transamos freneticamente e os dois começamos a usar fio dental. Um dia, nos apresentamos assim pra Martu, que começou a falar com a gente como se fôssemos meninas e nos incentivou a ir além. Junto com uma amiga cross dela, chamada Paula, de uns 40 anos, alta (mais de 1,80), magra e bem feminina, com pernas e um bumbum lindos, elas nos ajudaram. Entre as duas, nos maquiaram e vestiram, e assim as quatro garotas passamos uma tarde linda de prazer. Na intimidade com elas, eu virei Flor e meu amigo escolheu ser Cande. As quatro fomos passar uns dias numa cidade turística onde um amigo da Paula tinha uma casa, e pela primeira vez, Cande e eu saímos vestidas de garotas pra uma balada gay. Cande foi pra casa de um cara, e com Martu, fomos com dois caras terminar a noite. Foi minha primeira vez com um homem e uns dias incríveis com minhas amigas. Mesmo tendo decidido ser uma travesti de closet, algo novo nascia em mim, e eu sabia que ainda viriam muitas aventuras com Martu, Cande e Paula. -------------------- Depois desses dias, voltamos pra cidade e Paula ficou na casa do amigo. Martu me propôs irmos de férias pro litoral, mas era muito difícil. Eu tinha que ir com minha família pro Brasil, e se eu não aceitasse, a opção era ficar em casa, já que não iam me dar dinheiro para as minhas minhas próprias férias, além de que eles não deviam saber com quem eu ia. Tudo era muito complicado, mas a Martu tornava tudo fácil. Ela me propôs esperar minha família ir embora e depois "escaparmos" para o litoral, ficar uma semana e voltar antes deles. Que eu usasse o dinheiro que me dessem para me manter em casa para as férias, e que ela se encarregaria de pagar o apartamento junto com uma amiga de Buenos Aires que também iria, e a viagem faríamos no carro dela. Tudo fechava, e eu poderia curtir uns dias sem dar explicações a ninguém e, se eu me animasse a estar em público como garota, algo que eu desejava desde que a morena me propôs a viagem. A Cande não pôde ir porque a obrigaram a viajar com a família, então encaramos a viagem só nós duas. Minha família partiu, e nós fizemos o mesmo dois dias depois. Esses dois dias não fiz outra coisa a não ser ficar no apartamento da Martu transando com ela e com a Cande, que ainda estava na cidade. A Cande me deu umas roupas da irmã dela para eu ir mais equipada, e pude levar alguns shorts, calcinhas fio-dental, biquínis, vestidos, saias e blusas. Algo para ter naquela semana. A Martu me emprestava o resto. A viagem foi divertida, com a Martina eu me dava super bem e nos divertíamos muito. Além disso, fizemos algumas paradas. No meio da manhã, já bem adentradas na estrada, eu disse à minha amiga que queria me vestir como garota para encarar a viagem assim. Ela entrou numa estrada de terra no meio do campo e, bem relaxada, me maquiei e depois coloquei um fio-dental branco com uns shorts de tecido justo que deixavam minhas longas pernas torneadas bem à mostra e destacavam minha bunda. Completei com umas sandálias, uma regata azul-claro e a peruca loira que a Paula me tinha dado. A Martu adorava quando eu "montava" e começamos a nos beijar no meio da estrada, paradas junto ao carro. Eu adorava sentir os braços fortes dela percorrendo meu corpo e seus lábios grossos envolvendo os meus. Eu me entregava completamente a ela, e em minutos estava de joelhos com o pau dela na minha boca e a Martu com seu vestidinho preto na cintura e seu thong nos joelhos, me dando aquela rola grossa que ficava bem dura. Não demorou muito para ela me virar de costas com minhas mãos apoiadas no carro, meu thong e meu shorts nos tornozelos e minha bunda empinada recebendo a rola dela que entrava e saía do meu buraquinho com força. Depois de tantas metidas eu já tinha me acostumado e a morena entrava com mais facilidade, mas nunca deixava de me fazer sentir bem cheia. Depois fiquei de quatro no banco do carro com a porta aberta e meu cuzinho pequeno pra fora para a morena continuar me dando prazer. A brisa da manhã ao ar livre me excitou muito e parece que a Martina também, porque ela me agarrava com força pelos quadris e me penetrava intensamente até encher minha bunda de muito gozo. Eu adorava quando ela gozava dentro de mim e ao tirar eu sentia aquele vazio e depois o sêmen escorrendo entre minhas nádegas. Eu não tinha gozado ainda, mas vimos um caminhão se aproximando ao longe, então decidimos nos vestir e seguir viagem. Durante o caminho ela me contou que a amiga que nos esperava no litoral era uma garota trans que ela conheceu na Colômbia, mas que era argentina. Uma garota muito linda segundo ela, de personalidade forte mas muito generosa. O apartamento era alugado por um amigo dessa garota e era uma das poucas chances de alugar para garotas trans, já que ninguém queria fazer isso. Certamente os vizinhos iam fazer um escândalo, mas elas já estavam acostumadas. Ao anoitecer chegamos na cidade. As duas estávamos muito cansadas da viagem, e ainda mais a Martu que dirigia. Chegamos num prédio a uma quadra da praia e avisamos a outra garota que nos abriu de cima. A cara do porteiro foi digna de cinema ao ver a Martina. Ela sempre gerava aquele olhar cheio de preconceito, mas também de desejo. Tanto em homens quanto em mulheres. Cumprimentamos cordialmente e subimos para o apartamento. Ao bater, uma garota nos abriu. uma verdadeira gata chamada Belén. Alta, com cerca de 1,80m, cabelo castanho longo e liso, pele morena, olhos claros e um corpo de cair o queixo com peitos grandes mas não exagerados, esbelta, quadris lindos e uma bunda operada espetacular. Com nádegas lindas e redondas e pernas longas e bem carnudas. Era realmente um espetáculo de mulher, com traços muito femininos. Muito difícil alguém perceber que era trans, mas impossível não chamar atenção. Além disso, seu sorriso safado era o melhor complemento. Estava vestindo um shorts de jeans e um top vermelho. Martu e Belén se abraçaram com muito entusiasmo e, depois de entrarmos no apartamento, nos apresentamos. Eu não conseguia parar de admirar ela, e ela percebia. Era gentil comigo, mas quase me ignorava. Martu tinha me confessado que nunca tinha acontecido nada entre elas. Em geral, as duas eram bem ativas, mas já tinham compartilhado alguns caras e também mulheres. Algo que eu não sabia sobre os gostos de Martu, que me disse que geralmente prefere ficar com homens, mas se sentia bissexual, por isso adorava meu lado feminino. Naquela noite, fomos dormir cedo. Eu dormi com a morena, já que só havia dois quartos, mas combinamos que se ela quisesse ficar a sós com alguém, eu deveria dormir na cama que havia na sala. Naquela noite, só chupei aquela rola de ébano até ela gozar na minha boca, e depois ela me retribuiu a gentileza. Depois, dormimos abraçadas para recuperar as energias. Belén saiu para curtir, mas não a ouvimos chegar. No dia seguinte, acordamos no meio da manhã, tomamos café da manhã tranquilas com Martu enquanto Belén ainda dormia. Nós fomos para a praia, que era perto do apartamento. Eu fui como boy porque não gostava de ficar de girl sem minha peruca. A morena estava impressionante como sempre, atraindo todos os olhares com seu maiô vermelho inteiro que marcava muito bem seus peitos e sua bunda linda. Muitos caras e minas olhavam, mas ninguém chegou para puxar papo. Foi uma manhã tranquila, ficamos um tempinho na o mar e depois voltamos. Ao entrar no apartamento ouvimos gemidos vindo do quarto de Belén e ela dizendo para alguém: "vai, me segura essa bunda pequena, igual às putinhas. Você não sabe como o amor entra" e ela continuou falando assim com alguém. Martu sorriu. "Parece que alguém está se divertindo", disse. E então se aproximou para me beijar. Eu sempre estava disposta a transar com ela e me entregava aos seus beijos e carícias intensas. Não demorou muito para ela tirar meu maiô e fazer o mesmo, me fodendo. Ela estava sentada com seu pau apontando para o teto e eu sentada em cima dela cavalgando seu pau. Eu adorava essa posição porque entrava bem fundo e a morena agarrava minhas nádegas ditando o ritmo. Estávamos nisso quando a porta do quarto de Belén se abriu. "Continua, continua" a morena me disse e eu obedeci sem me virar. Eu me distraí um pouco ao ouvir uma gargalhada de Belén e então ela dizendo para a outra pessoa "que era sua amiga". De relance, vi que ela se despediu de um cara e então nos disse "terminem à vontade que vou tomar banho". Martu me agarrou pelas pernas e se levantou me carregando sem tirar seu pau da minha bunda. Assim, pendurada nela, ela me comeu por alguns segundos para depois me colocar sobre a mesa de costas com as pernas abertas e ela em pé continuou me fodendo com força. Eu me sentia muito aberta e seu ritmo era rápido e profundo. Sentia que ia gozar sem me tocar, algo que só Martu conseguia. Depois de alguns minutos assim, começou a jorrar porra do meu pau que respingava para todos os lados enquanto a morena continuava me fodendo com força. O prazer de chegar a um orgasmo assim é intenso. Eu estava em êxtase quando senti Martu gozar dentro de mim, muita porra. Olhei para ela com cara de prazer. Ela estava com os olhos fechados, o corpo suado e a respiração ofegante. Aos poucos ela saiu de mim e eu fiquei alguns segundos deitada em cima da mesa até que Belén saiu do banheiro e eu a substituí no chuveiro. Ao sair, fiquei impactada com a beleza de Belén, que vestia uma blusa de seda que estava aberta e que às vezes deixava ver seus peitos e outras vezes não. E por baixo ela usava uma calcinha branca muito sexy que contrastava com sua pele bronzeada. Almoçamos as três juntas e rimos muito. Eu me sentia no céu estando com aquelas duas gostosas. No meio do almoço, Belén me disse "que bumbum pequeno lindo que você tem, talvez eu peça emprestado para minha amiga" e ambas soltaram uma gargalhada. Eu sorri timidamente e baixei o olhar. Depois do almoço, Belu sugeriu ir a uma praia um pouco afastada onde se reunia todo o ambiente gay, trans etc. Havia um bar com música até a noite. Nudismo não era permitido, mas muitos faziam mesmo assim ou iam foder pelos arredores. Eu decidi ir como Flor e não entrar no mar. Queria me sentir assim publicamente naquele lugar onde ninguém me conhecia, então estreie um biquíni preto com uma calcinha fio-dental por baixo que destacava meu bumbum pequeno, coloquei meus óculos escuros e minha peruca. Estava muito linda. Ao chegar no bar, fomos o centro de todas as atenções, principalmente por causa da Martu; Belén muitos já conheciam de dias anteriores, embora não parassem de admirar sua beleza. O sol brilhava e a tarde era nossa. Belu nos apresentou uns conhecidos, entre os quais estava Jorge, um maduro de uns quarenta e poucos anos, grandão com cerca de 1,90m, bom físico e bronzeado. Os outros caras também eram muito bonitos. Nos convidaram para uns drinks e passamos a tarde juntos dançando e rindo. Percebi que Jorge estava interessado em mim, me perguntava muitas coisas e dançava comigo. Ele me agarrava pela cintura com suas mãos fortes e isso me arrepiava. Eu estava muito nervosa, só tinha estado com um único homem e acompanhada da Martu. Mas aos poucos, com o álcool ajudando, fui me soltando. Eu gostava de ser seduzida por aquele homem. Perdi a Martu e a Belén de vista enquanto ficava com Jorge. Nossos corpos estavam cada vez mais juntos, ele roçava meu bumbum com as mãos, nossos rostos estavam muito próximos até que nos fundimos em um beijo apaixonado. Me deixei levar. Senti o pau dele crescendo contra meu corpo. Me sentia uma garota possuída por aquele macho, sem que nada mais importasse, enquanto ao nosso redor a festa continuava com dezenas de pessoas dançando e rindo. Ele me perguntou no ouvido se eu queria acompanhá-lo até o carro. Ele estava muito excitado e eu também. Ele pegou minha mão e fomos para o estacionamento da praia. No caminho, avisei a Martu que tinha ido com Jorge e que depois escrevia. Ao chegar no carro, nos matamos de beijos e não demorou muito até eu ter o pau dele na minha boca. Ele gemía de prazer e acariciava minhas costas. Ele tinha um pau bom, de comprimento normal e grosso. Nada comparado ao da Martu, mas eu adorava. Sentia como estava duro dentro da minha boca, eu precisava dele dentro de mim. Coloquei uma camisinha com a boca e subi em cima dele, puxei meu fio dental e aos poucos fui introduzindo o pau dele na minha bundinha, para então começar a subir e descer. Fiz de maneira suave, sentindo o pau quente dele dentro de mim. Jorge gemía e eu também. Meus gemidos de garota se aceleravam. Jorge me beijava e agarrava minha bundinha, dizendo que adorava, que queria gozar. Falei no ouvido dele que queria o leitinho dele na minha boquinha. Ficamos assim por alguns minutos. Agora o ritmo estava mais acelerado e profundo. Suas mãos fortes estavam na minha cintura, fazendo com que o pau dele entrasse profundamente. Ele avisou que ia gozar e eu saí de cima, voltei para o banco do carona para chupar o pau dele novamente, que estava inchado, com todas as veias marcadas. Logo seus gemidos grossos aumentaram enquanto ele descarregava o leitinho dentro da minha boca. Foi muito e grosso. Tentei engolir tudo. Adoro a sensação quando aquele líquido quente e viscoso desce pela minha garganta. Continuei chupando até limpar. Já estava anoitecendo. Olhei meu celular e tinha uma mensagem da Martu avisando que estavam voltando. Eu queria mais, mas preferi voltar com elas. Disse a Jorge que tinha que ir, nos demos um beijo e fui para o Encontro das minhas amigas. Maneira muito gostosa de começar as férias. O Jorge foi embora e quando encontrei minhas amigas, elas riram um pouco de como eu era "fácil", mas eu adorava me sentir assim. Ao chegar no apartamento, tomamos banho, jantamos e a Belu sugeriu ir a um bar descolado do mesmo ambiente que o da praia. Bebemos umas cervejas e começamos a nos arrumar. A Martu me ajudou com a maquiagem e coloquei um vestido vermelho bem colado no corpo que mal cobria minha bunda pequena e deixava minhas pernas à mostra. As três estávamos muito gatas, a Belén com um vestido prateado solto bem curtinho e a Martu com um short preto bem justo e um top combinando. Nossa amiga era conhecida no ambiente, cumprimentava muitos caras e travestis. Eu estava mais solta, um pouco por causa do álcool e outro pouco porque estava com tesão. A tarde com o Jorge me tinha deixado excitada e eu queria de novo um pau na minha bundinha e poder gozar. A verdade é que eu morria de vontade de ficar com a Belu, mas naquela noite ela estava cheia de pretendentes. O mesmo com a Martu, que desde que chegamos foi cercada por muitos caras. As três estávamos tomando drinks com alguns caras e um em particular me procurava com o olhar. Era um loiro de altura média com um corpo bom, entre 20 e 30 anos. Ele começou a falar no meu ouvido e a Martu e a Belu olhavam de lado e sorriam. Elas eram mais sutis com os caras, os ignoravam. Eu não tinha experiência, se alguém me agradava, facilitava. Fiquei conversando com ele, ele falava no meu ouvido enquanto continuávamos bebendo. Perdi minhas amigas de vista. O cara, que se chamava Luis, era muito simpático, me fazia rir e aos poucos ia me tocando com as mãos, colocava elas na minha cintura. Não demorou muito até começarmos a nos beijar. Sentir as mãos dele acariciando minhas pernas por dentro, notar como subiam até quase chegar na minha virilha, fez com que eu começasse a ficar dura sob o tecido da minha calcinha. Adorava como ele me beijava pelo pescoço, era muito suave. Eu levei minha mão até o pacote dele e Senti ele duro por baixo da calça. Ele tomou a iniciativa e sugeriu irmos pra outro lugar. Mal tinha passado uma hora desde que chegamos e já estava saindo com outro cara. Antes de irmos, procurei a Martu pra pegar as chaves do apartamento, pra ficar tranquila com o Luis, e ela disse que, se não incomodasse, voltava com a gente porque estava entediada, que ficaria na cama da sala e a gente podia usar o quarto. Os três voltamos juntos, Martu e Luis se deram super bem na hora. Quando chegamos, tomamos umas cervejas e continuamos conversando entre nós três. Eu percebia que o Luis olhava encantado pra minha amiga, e a morena o seduzia, sorrindo pra ele. Eu não sabia muito bem como lidar com a situação, mas pra isso ela estava lá. Em um momento, ela foi pro quarto e ficamos sozinhos com o Luis. Começamos a dançar e nos beijar. Agora ele me tocava de um jeito mais descarado. Levantava meu vestidinho e apertava minha bunda. Eu estava entregue. Estávamos nisso quando a Martu saiu do quarto e quase fiquei de pedra ao vê-la com um conjunto de lingerie de meia-calça, uma calcinha fio-dental de renda e um sutiã combinando. Ela se aproximou sorrindo, e tanto o Luis quanto eu ficamos paralisados diante de tanta beleza. Sua pele morena e perfeita, suas coxas bem torneadas, tudo era lindo na Martu. Ela se posicionou entre nós, nos abraçando pela cintura, e começou a beijar o Luis e depois a mim. Voltou a beijar o Luis, e eu aproveitei pra me abaixar entre os dois. Comecei pelo Luis, tirando sua calça e sua cueca. Estava ansiosa pra enfiar um pau na boca. Ele estava bem duro e era parecido com o meu, uns 17cm, de boa grossura e com uma cabeça saliente, tudo depilado. Sem hesitar, comecei a masturbá-lo, arrancando um gemido. As mãos fortes da Martu acariciavam sua bunda enquanto eu chupava seu pau. Mas a morena também queria meus serviços e tirou sua boceta negra de lado da calcinha pra eu mamar. Era irresistível, e comecei a chupá-la como se minha vida dependesse disso. Em segundos, senti como... Luis se ajoelhou ao meu lado para me acompanhar na tarefa. Entre nós dois, começamos a chupá-la, ela estava ficando bem dura, dava para sentir que estava bem quente. Minha amiga me convidou para levantar e começamos a nos beijar. Luis levantou meu vestidinho até a cintura e puxou minha calcinha para baixo. Meu pau também estava bem duro e ele começou a chupá-lo. Ele fazia muito bem, com bastante saliva, enfiava até o fundo e depois mamava o pauzão da Martu. Ficamos assim um tempinho até que Martu nos levou para o quarto. Os três estávamos sem roupa, a morena só tinha suas meias e mais nada. Já na cama, Martu deitou de costas enquanto eu a chupava de quatro, com minha bundinha empinada na beirada da cama. Luis se posicionou atrás de mim, em pé na beirada da cama, lubrificou meu buraquinho com saliva e aos poucos começou a me penetrar. Ele foi suave no começo. Segurava minha cintura com uma mão e foi acelerando o ritmo, e com a outra tocava minha bunda, dizendo que adorava. Eu gemia enquanto continuava chupando o pau grande e grosso da minha amiga. Estava nas nuvens. Poderia gozar a qualquer momento, mas queria aguentar. Estava curtindo muito. Depois, Luis se juntou a mim para continuar chupando minha amiga, mas eu fiquei atrás dele e chupei sua bunda, muito bonita e carnuda, por sinal. Afundei meu rosto entre suas nádegas para passar minha língua pelo seu cuzinho. Fiquei com vontade de comê-lo, então comecei a enfiar um dedo para dilatar. Depois foram dois, até três. Dava para ver que ele estava bem apertadinho, mas aos poucos foi dilatando bem. Depois de colocar uma camisinha, me ajoelhei atrás dele e comecei a enfiar devagar. Dava para ver que doía um pouco, ele me segurava com a mão. Mas foi se acostumando, deixava por alguns segundos para ele se habituar até que entrou tudo. Fodi devagar, Luis gemia enquanto engolia o pau da morena, que depois de um tempo se levantou e se aproximou de onde eu estava. O garoto sabia o que estava por vir e pediu para ela ter cuidado. Tirei meu pau e fiquei por perto para ajudar minha amiga. A camisinha ficou bem apertada nele, quase estourando e só cobria metade do pau dele. Passei bastante lubrificante no pau dele e no buraquinho do Luis que já estava meio dilatado. Acariciava as costas dele, falava coisas no ouvido pra ele esquentar e relaxar. Contava como ia entrando, que ele ia sentir todo o calor daquele pirocão, que ia sonhar com esse pau, que ia deixar tudo aberto como um bom promíscuo. Luis suspirava enquanto a morena ia entrando. Aos poucos ele foi se acostumando e a Martu começou a se mover e a dar tapas na bunda dele. A primeira vez do pau da Martu na bunda é única e uma experiência irrepetível. Luis não parava de gemer. Depois a Martu virou ele, colocou as pernas dele nos ombros e comeu ele com mais força. Percebi que minha amiga estava quase gozando e disse que queria tomar o gozo dela e mais uma vez ela me agradou. Ela saiu de dentro do garoto, eu sentei na cama e comecei a chupar ela até que jorrou de dentro dela muito gozo que não parava de sair. Tentei engolir tudo. Os gemidos da minha amiga eram fortes, ela estava muito excitada. Depois foi a vez do Luis, que ocupou o lugar da morena pra eu chupar o pau dele até ele começar a gozar. Percebi que estava ficando viciada no gozo dos meus amantes, tinha a garganta cheia daquele líquido viscoso que ia descendo aos poucos. Nosso amigo ficou deitado na cama, exausto, com a bunda bem aberta. A Martu, como boa amiga, me emprestou o cuzinho moreno dela pra eu poder gozar. Na clássica posição de missionário, eu comi ela por alguns minutos enquanto nos beijávamos com ternura e nos abraçávamos. Eu precisava gozar e foi assim que fiz dentro da bunda dela. Descarreguei muito gozo até ficar seca e me deitar entre minha amiga e o Luis, que não perdeu nenhum detalhe da cena. Mas a promíscua da Martu queria mais e se levantou pedindo pro garoto limpar meu gozo que escorria do cu dela. De maneira obediente e agradecendo a noite de prazer que havíamos dado a ele, Luis engoliu meu gozo enquanto a morena dava todo tipo de palavrões quentes e humilhantes. Depois que acabou, Martu foi tomar banho e Luis se trocou para ir embora. Nos demos um beijo terno e ele foi. Depois, as duas banhadas, voltamos a transar. Eu queria o pau da morena na minha bunda. Em um único dia, tinha recebido três paus e muita porra, e as férias tinham acabado de começar... No dia seguinte, acordamos tarde, eu e Martu. Belén não estava, tinha nos mandado uma mensagem dizendo que ficaria na casa de uns amigos e que nos encontraríamos no parador onde fomos no dia anterior. Depois do almoço, fomos para lá, mas aquela tarde foi tranquila, assim como a noite, em que só comi a Martu antes de dormir. A Belu também não saiu. Tinha tido muita "marcha" na noite anterior. Com ela, eu estava começando a ter mais confiança, mas, tirando o comentário que ela me fez no dia anterior, ela se mantinha indiferente para transar comigo. No terceiro dia, acordamos cedo, tínhamos descansado bem. Fomos para a praia próxima. Já estavam notando as marcas das tiras do fio dental no meu bronzeado. O mesmo na parte de cima. Eu adorava, embora soubesse que teria que esconder muito bem quando voltasse para casa. Naquele dia, decidi ir de biquíni, mas sem peruca, já que estava com vontade de entrar no mar e não queria usar outra roupa que marcasse minha pele de forma diferente. Foi uma manhã tranquila na praia, com os olhares de sempre de todos e todas presentes. Eu gostava muito de como os olhares de garotos e homens héteros não paravam de admirar minhas amigas, e vários pousavam os olhos na minha bundinha. Aos poucos, comecei a entender que eu tinha um grande atrativo para os homens e que podia seduzir os que eu quisesse. Era uma sensação nova para mim. Até aquele momento, eu tinha sido muito submissa, me deixando levar por cada homem que me procurava, mas sem procurar ninguém. Depois do almoço no apartamento, Martu deitou um pouco para dormir e Belu foi tomar banho. Eu fiquei na sala. Estava só com o fio dental do biquíni. Quando Belén... Ela saiu envolta em uma toalha, eu não conseguia parar de olhar. Seu corpo úmido, suas coxas bronzeadas. Belu: gosta do que vê, né? Eu acenei, um pouco nervosa. B: Que gulosa você é... mas tem sorte, estou um pouco excitada agora. Vem comigo. Fomos para o quarto dela e no caminho ela deixou a toalha cair, me mostrando sua bunda linda em todo o esplendor, suas nádegas bronzeadas com a marca do fio-dental. Ela pediu para eu fechar a porta e se virou, me mostrando seu pau já meio duro. Me deu água na boca. B: Vem aqui, putinha, me chupa. Não vou te comer, mas quero gozar. Ela deitou na cama e eu comecei a devorar aquela delícia. Finalmente podia sentir aquele pau. Era grande, comprido como o da Martu, com uns 20cm, embora não fosse tão grosso, era bem largo com uma cabeça bonita. Relaxei minha garganta para tentar engolir tudo. Belu estava adorando. Estava toda aberta, curtindo meu boquete. B: Que bem minha amiga te ensinou, você é uma putinha mesmo. Ficamos assim por um bom tempo. Minha mandíbula estava cansada, mas continuei meu trabalho. Adoraria que ela me fodesse ali mesmo e pedi. Belu estava muito excitada e aceitou. B: Fica de quatro e levanta essa bunda para eu encher você de porra. Não perdi tempo, obedeci, Belu puxou meu fio-dental, cuspiu no meu buraquinho e começou a entrar. Me encheu igual o da Martu, senti ele bem quente dentro de mim. B: Que cuzinho apertado você tem, bebê. Quer que eu encha? Aguenta firme, mexe, engole meu pau. Em alguns minutos ela começou a gozar com gemidos fortes. Senti a porra quente dentro de mim. Ela foi diminuindo o ritmo até parar e ficar em silêncio. Ela tirou devagar e me deu um tapa. B: Pronto, putinha, já pode ir, vou me trocar. Acorda a Martu para irmos à praia. Ajustei meu fio-dental, acordei a morena e fui me limpar, mas não resisti e provei a porra dela. Depois, nós três fomos para a praia, onde encontrei o Jorge de novo. No final da tarde, voltamos a transar no carro dele, mas Dessa vez, pedi pra ele me masturbar enquanto eu cavalgava. Depois do boquete, a Belu tinha ficado toda excitada. Cavalguei até gozar uma quantidade boa na barriga dele e fiz ele gozar na minha boca. Foi rápido mas gostoso, fiquei satisfeita.
Essa noite voltamos pro pub, mas não fui com nenhum cara. Só queria dançar, exibir meu vestido, sentir o olhar de vários caras e beber. Acabei voltando sozinha, caminhando pela beira do mar enquanto amanhecia. A Belu tinha ido com um cara, mas não voltou pro apartamento, e a Martu voltou com um fulano, então me joguei na cama da Belu. Acordei depois do meio-dia e minhas amigas estavam preparando o almoço. Elas me contaram as aventuras da noite anterior com uns detalhes bem safadinhos, e fomos pra praia.
Essa tarde nos afastamos um pouco da aglomeração e deitamos pra pegar sol. Do nosso lado tinha um casal que ficava nos observando. Imagino que admiravam a beleza das minhas amigas. Depois de um tempo, estávamos conversando, dividindo umas cervejas. Ela era uma garota de 20 anos, rosto bem doce com olhos azuis, magrinha com peitos pequenos, pele branca e um bundinha redonda e linda. Além disso, era muito sorridente. O nome dela era Julia. Ele era um cara de 29, moreno também de olhos claros, com um corpo malhado e depilado. Muito gostoso. Braços fortes e todas nós reparámos na bunda linda dele, que a sunga bem justa deixava à mostra. O nome dele era Gustavo, e estavam de férias, hospedados numa casa ali perto. Se a gente os visse em outro contexto, nem teríamos conversado ou reparado neles. Pareciam um casal hetero "perfeito", mas a situação era outra e os olhares cruzados aumentavam a tensão. Com a minha pouca experiência, percebi que tinha um jogo sutil de sedução rolando.
A tarde ia acabando e o álcool aumentando. O casalinho nos convidou pra continuar na casa que estavam alugando. Tinha piscina e churrasqueira pra fazer um churrasco. As As meninas hesitaram porque queriam tomar banho e se trocar, mas a Julia convenceu elas a fazer isso ali mesmo. Não dava pra cortar o momento e elas entenderam. Meia hora depois estávamos na casa. Todas tomamos banho, mas a Julia não tinha roupa que servisse nas minhas amigas. Pra mim, ela emprestou uma calcinha fio dental preta que ficou bem apertada e bem enfiada na bunda e uns shorts largos de jeans que em mim ficaram justos e deixavam minhas nádegas aparecendo na parte de baixo. Mantive minha peruca e coloquei uma camiseta larga. Já a Martu e a Belu ficaram com seus biquínis cobertos por um roupão e assim a gente comeu e continuou bebendo. A Julia também tinha um shorts de tecido justo que marcava sua bunda linda. Minhas amigas não tiravam os olhos dessa jovem. Em mim ela despertava pouco interesse, ao contrário do Gustavo. A Julia estava conversando com a Martu do meu lado e com a Belu a gente conversava com o Gus. A jovem era muito ousada por trás daquela imagem de menina boazinha e meiga. Eu ouvi quando ela perguntou para a morena se era verdade o "mito" sobre pessoas de cor e o membro delas. Não pude evitar responder pela minha amiga para garantir para a Juli que, nesse caso, o mito se cumpria perfeitamente. A garota ficou corada e sorriu. Elas continuaram falando e eu percebi que a Martu dizia algumas coisas no ouvido dela, acariciando sua perna. O Gus fazia o mesmo com a Belu e comigo. Era óbvio que aquela noite ia terminar em algo interessante e que aquele casal estava disposto a experimentar sexo com a gente. Eu presumia que eles já tinham incluído mais pessoas mais de uma vez, mas duvidava se já tinham feito isso com garotas trans. O Gus foi colocar música, com a Belu a gente admirava o torso nu dele e quando ele voltou, nós três começamos a dançar. Quando virei para ver minha amiga, ela tinha a Juli sentada em suas pernas e elas estavam se beijando com ternura. O Gus nos agarrava pela cintura, a Belu já tinha tirado o roupão e estava de biquíni mostrando seu corpo lindo. O garoto me perguntou no ouvido se eu queria dar um beijo nele e, sem duvidei, mas aceitei. Mas ele não soltava a Belu e então tentou com ela, fundindo-se num beijo quente. Enquanto se beijavam, abracei ele por trás, acariciando seu pacote que estava ficando duro. Uma fina camada de tecido separava minhas mãos de sua ferramenta. Belu o abraçava pelo pescoço enquanto continuavam se beijando, e ele colocou suas mãos na bunda da minha amiga. Olhei para onde estava minha amiga e a ação já tinha começado. Ela estava de pé com seu roupão aberto e a calcinha do biquíni nos joelhos, e Julia estava ajoelhada tentando comer seu pau. As proporções do pau da Martu na boca daquela garota faziam parecer ainda maior. Eu tirei meu shorts, ficando só com a calcinha que a Juli tinha me emprestado. Gus me beijou de novo e agora agarrava minha bundinha com vontade. Eu enfiei minha mão por baixo do shorts dele para sentir seu pau. Estava duro e quente. Era grosso, de bom tamanho, mas menor que o da Belu e da Martu. Parecia muito apetitoso. Belu foi para onde estavam as outras garotas, colocando-se ao lado da Martu e tirando sua calcinha, seu pau saltando pela metade. Juli soltou o da morena, sorriu e então mordeu seu lábio inferior como sinal de desejo, e de maneira suave começou a lamber e chupar o pau da Belu, que crescia dentro de sua boca. Eu admirava essa cena com meu torso apoiado na mesa e minha bunda à disposição do Gus, que me tinha colocado nessa posição e estava ajoelhado atrás de mim. Ele tinha afastado minha calcinha e estava me dando um beijo quente no meu buraquinho. Ele fazia muito bem, abrindo minhas nádegas, passando sua língua ao redor, mordendo suavemente minhas bochechas. Eu empinava minha bunda em sinal de aprovação e gemía baixinho. Ansiaba pelo pau do Gus na minha bunda, estava muito quente, e parece que ele leu minha mente porque parou atrás de mim e esfregou seu pau entre minhas nádegas. Eu o sentia quente, queria ele dentro de mim. Enquanto isso, Julia continuava aproveitando seu banquete com aqueles dois paus à sua disposição, chupando-os alternadamente. Depois ela se levantou e Beijo minhas amigas. Martu tomou a iniciativa, tirando os shorts dela e colocando-a sobre a mesa. Ficamos as duas apoiadas, com nossos rostros frente a frente. Martu arrancou o thong dela de uma vez, passou saliva no pau e colocou na buceta da Julia, que fechou os olhos em sinal de prazer enquanto começava a receber o pirocão da Martu. Ela colocou uma das pernas em cima da mesa para que a morena a comesse com mais facilidade. Eu imitei e senti o pau do Gus na entrada do meu cuzinho, que foi abrindo caminho com facilidade. Eu tinha lubrificado bem meu buraquinho. As duas gemíamos recebendo pau. Adorava como aquele pau quente se sentia na minha bunda, toda a situação me excitava. Depois de alguns minutos nessa posição, Gus me colocou em cima da mesa de barriga para cima, com meu cuzinho na beirada. E a Belu, que estava esperando, fez o mesmo com a Juli. Ficamos as duas com nossos corpos e rostos colados. Nos olhamos em êxtase e nos beijamos enquanto o namorado dela me penetrava e ela recebia a ferramenta da Belu na sua xota. Nessa posição, a jovem teve seu primeiro orgasmo. Seus gemidos se afogavam na minha boca enquanto nos beijávamos. Belu continuou comendo ela, e Martu pediu lugar ao Gus para me foder. Ela me agarrou pelas pernas e começou a me penetrar com força. Tudo se abria no meu interior. Lá estávamos as duas, com nossas pernas abertas entrelaçadas, nos beijando enquanto nossos amantes nos davam duro. Gus se posicionou atrás da Belu, apoiando o pau entre as nádegas dela enquanto ela comia a namorada. Ele disse algo no ouvido dela, e a Belu se virou, saindo da garota, e beijou o Gus. Martu, vendo-a sozinha, nos agarrou pela mão, as duas. Juli foi buscar um colchão e colocou no chão para ficar mais confortável. Eu fiquei de quatro, empinando a bunda, e ela subiu em cima de mim, colocando nossos dois rabos à disposição da morena, que começou a nos comer alternadamente. Em mim pelo cuzinho e nela pela buceta. Juli me dizia no ouvido que também queria aquela pica negra na bunda, mas ela não era tão puta quanto eu, que não ia deixar entrar. Assim a Martu nos segurou um tempo até que pediu que chupássemos, que queria dar o leite. Quando nos levantamos para obedecer, vimos a Belu montando na pica do Gus. Era lindo ver aquela bunda perfeita quicando na pica do moreno. Com a Juli nos concentramos em chupar a pica da Martu, que estava em todo seu esplendor. Dura, com todas as veias marcadas, prestes a gozar. Nos ajoelhamos esperando o sêmen, que não demorou a chegar. Os gemidos grossos da morena acompanharam jorros fortes de porra, que ela administrou bem entre minha boca e a da jovem, embora bastante tenha caído em nossos rostos. Nos fundimos num beijo quente, compartilhando o leite. Mas isso não foi tudo. As duas estávamos muito excitadas. Tirei o fio-dental e a Juli montou na minha pica, que estava bem dura. Era a primeira vez que penetrava uma mulher. Adorei a sensação de enfiar minha pica naquele buraco quente e úmido. Nossos movimentos eram frenéticos, com minhas mãos agarrando sua bundinha perfeita e macia. Não ia aguentar muito mais. A Julia gemeu, alcançando seu segundo orgasmo, e meu leite começou a inundar o interior de sua buceta. Seu corpo caiu rendido sobre o meu e ficamos assim por alguns segundos. Me levantei para ir ao banheiro e adorei o que vi. Gus estava curtindo com a pica da Belu na boca, enquanto ela chamava a namorada para ver como seu macho engolia o leite. A Martu estava recostada num sofá, e eu continuei meu caminho até o banheiro, sentindo minha bundinha bem aberta ao andar e meu corpo relaxado depois de um orgasmo maravilhoso com a Juli. Ao voltar, um a um foram se limpar enquanto continuávamos bebendo. A Belu já tinha acabado, mas queria mais daquele garoto. Dava pra ver que ela queria foder ele, beijava e agarrava sua linda bunda bem redonda. Ela dizia que "sempre tem uma primeira vez", o garoto sorria e a Julia incentivava para ele experimentar. A Martu disse à garota que ela também tinha que experimentar seu pau na sua bundinha. A jovem sorriu maliciosamente e pediu para ele fazer com cuidado. As brincadeiras continuaram por um tempo até que o clima começou a esquentar novamente. Os beijos entre Belu e Gus os levaram até o colchão, e ele ficou deitado de bruços enquanto nossa amiga explorava o interior de suas nádegas com a língua. Juli começou a chupar o pau da Martu, que crescia aos poucos. Ela tinha se posto de quatro no chão enquanto a morena continuava no sofá. Eu comecei a brincar com a bunda da garota. Chupava e descia até sua buceta. Era a primeira vez que saboreava uma vagina, não sabia muito bem o que estava fazendo, mas a Belu estava gostando. Me invadia seu cheiro de mulher, que até aquele momento eu nunca tinha sentido. Com minha língua, umedeci seu buraquinho e introduzi um dedo. Juli se virou, me olhando com seus olhos extasiados de prazer. Claramente não era a primeira vez que um pau ia entrar na sua bundinha, mas eu tinha certeza de que seria o primeiro de tamanho tão grande. Martu: prepara bem a bundinha dela, bebê, quero que entre tudo. Julia continuava com sua chupada, o mesmo que Belu trabalhando a bunda do Gus. Enquanto isso, três dos meus dedos estavam entrando na bundinha da Julia, que se abria sem dificuldade. Olhei para minha amiga, piscando o olho como sinal de que o trabalho estava chegando ao fim. Martu se levantou com seu pau bem duro, convidou a Juli para se levantar e se dirigiram para onde estavam Gus e Belu. A muito promíscua queria transar alternadamente com o casalinho junto de sua amiga. Os dois ficaram de quatro no colchão, com seus corpos colados. Eu fui para não perder nenhum detalhe. Belu começou a penetrá-lo suavemente. Quando sua glande entrou, Gustavo soltou um gritinho de dor. Belu pediu para ele relaxar, acariciou sua bunda, tirou o pau e tentou novamente. O mesmo estava fazendo Martu, mas ela avançava sem problemas. Sua cabeça já tinha entrado e ela jogava lubrificante, muito lubrificante, sobre seu pau. A grossura de seu tronco não era fácil de então tinha que estar bem lubrificado. Ela começou a avançar. Era um espetáculo ver aquela ferramenta negra penetrando o cuzinho da jovem. Julia gemía, gritava. Expressava o quanto estava gostoso, pedia para ele "arrebentar seu cu", levá-la ao orgasmo. A morena ficou excitada, agarrou com força seu cuzinho enquanto continuava entrando. Para Belu estava mais difícil, mas ela conseguiu entrar na bunda do Gus. Já estava dentro e, aos poucos, com paciência, foi abrindo.
B: você não é mais virgem de cuzinho, meu amor. Olha, puta, olha como eu arrebento a bunda do seu namoradinho. Agora ele vai pedir pau o tempo todo.
J: Isso, puta, dá muito pau pra ele que ele adora. Mas depois me dá também.
O clima estava muito quente. Martu já havia começado o vai e vem na bunda da Julia com mais ritmo, e Gus estava se acostumando. Eu estava com tesão e me coloquei na frente da Juli para ela me chupar, e depois fiz o mesmo com o Gus. Nesse ponto, a Belu entrava e saía da bunda dele e dava tapas fortes.
B: Assim, puto, balança esse cuzinho promíscuo.
Vi como a morena e a Belu trocaram olhares. Tinha chegado a hora da troca. A Belu entrou com facilidade na bunda da Juli, mas para a Martu foi mais difícil. Ela tirou, passou muito lubrificante no buraquinho do Gus e começou a penetrá-lo. Ele gritava, mas se mexia. Dava para ver que estava começando a gostar. Minhas duas amigas estavam penetrando pela bunda aquela parelhinha enquanto me chupavam alternadamente. Depois, a Juli pediu para ser comida pelas duas, então a Martu deitou de costas e a jovem montou naquela pica negra, e a Belu se posicionou atrás para penetrá-la pela bunda. Os gritos de prazer da Julia devem ter sido ouvidos por todo o quarteirão.
Eu me dediquei a chupar o Gus e, quando ele ficou bem duro, sentei ele no sofá e comecei a cavalgar. Eu saltava em cima do pau dele enquanto ele me agarrava com força no meu cuzinho. Nós dois estávamos com muito tesão. O moreno assistia enquanto a namoradinha dele era fodida. que recebia aqueles dois pauszões. Eu cavalguei ele e me masturbei. Não aguentei muito mais e gozei no peito dele, mas continuei cavalgando até que ele encheu minha bunda de porra. Julia deve ter tido muitos orgasmos durante aquela dupla penetração, e primeiro foi a Belu que gozou na bunda dela, e depois a Martu na sua boceta. A garota ficou exauta no colchão enquanto minhas amigas iam se levantando e começaram a beber relaxadas. A Juli ficou com um sorriso no rosto enquanto seu corpo ainda tremia de prazer. A Martu e a Belu começaram a juntar as coisas para irmos embora. Eu fiz o mesmo, nos despedimos do Gus com um beijo carinhoso cada uma.
B: gostosa, se nesses dias vocês quiserem mais pica, é só avisar. Amei seu rabão.
A Julia se levantou para nos despedir e foi ao banheiro tomar uma ducha. No caminho de volta, minhas amigas não pararam de relembrar detalhes daquela linda duplinha. Chegamos no apartamento e fomos descansar. Tinha sido uma noite intensa, cheia de prazer como todos os dias dessas férias.
Este relato continua na parte 2...
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Resumo
No último ano do colégio, uma garota transexual se mudou para o meu prédio chamada Martina. Alta (1,80), mulata, ombros largos, olhos verdes, uma bunda e pernas potentes de dar um infarto e, o melhor de tudo, uma rola negra de mais de 20 cm e bem grossa. Naquela época, eu tinha dúvidas sobre minha sexualidade, já tinha me masturbado pensando na rola do meu amigo e colega de colégio Lucas, com quem havíamos compartilhado algumas punhetas. Assim que vi Martina, fiquei muito curioso e, depois de algumas semanas, começamos a nos conhecer. Com a desculpa de que ela me ensinasse inglês, fui ao apartamento dela, que ficava debaixo da minha casa, e foi a primeira vez que chupei ela. Até aquele momento, eu era virgem, não tinha ficado com ninguém além de uns amassos com namoradinhas da adolescência. Depois desse primeiro encontro, Martina desvirginou meu cuzinho apertado. Custou, doeu, mas ela era uma expert. A partir daí, fui seu jovem amante e ela me comia uma ou duas vezes por semana.
Meu amigo Lucas era um garoto bonito, de 1,70 de altura, loiro de pele branca e muito bonito de rosto, com um físico normal. Com pernas bonitas e uma bunda redonda com nádegas lindas. Quando viu Martina, também ficou impactado e, desde aquele dia, insistia comigo para poder conhecê-la. Ele não sabia de nada do que acontecia entre nós, mas um dia Martina me convidou para um bar gay e eu disse para o Lucas vir comigo. A mulata percebeu que o loiro estava morrendo de vontade de ficar com ela e o seduziu, depois nos convidou para o apartamento dela. Pra que se contentar com um bumbum virgem se podia ter dois? Assim como fez comigo, a Martina desvirginou o Lucas naquela noite, depois eu comi meu amigo e ele fez o mesmo comigo. Apesar de um tempo de desconforto com meu amigo Lucas, porque nenhum de nós queria aceitar o desejo, continuamos frequentando a casa da Martina, que seguiu transando com a gente. A relação com o loiro foi ficando mais tranquila quando ambos confessamos que ficávamos curiosos pra nos vestir de mulher. Naquela tarde, ele me ajudou a me depilar completamente e experimentar a calcinha da irmã dele. Transamos freneticamente e os dois começamos a usar fio dental. Um dia, nos apresentamos assim pra Martu, que começou a falar com a gente como se fôssemos meninas e nos incentivou a ir além. Junto com uma amiga cross dela, chamada Paula, de uns 40 anos, alta (mais de 1,80), magra e bem feminina, com pernas e um bumbum lindos, elas nos ajudaram. Entre as duas, nos maquiaram e vestiram, e assim as quatro garotas passamos uma tarde linda de prazer. Na intimidade com elas, eu virei Flor e meu amigo escolheu ser Cande. As quatro fomos passar uns dias numa cidade turística onde um amigo da Paula tinha uma casa, e pela primeira vez, Cande e eu saímos vestidas de garotas pra uma balada gay. Cande foi pra casa de um cara, e com Martu, fomos com dois caras terminar a noite. Foi minha primeira vez com um homem e uns dias incríveis com minhas amigas. Mesmo tendo decidido ser uma travesti de closet, algo novo nascia em mim, e eu sabia que ainda viriam muitas aventuras com Martu, Cande e Paula. -------------------- Depois desses dias, voltamos pra cidade e Paula ficou na casa do amigo. Martu me propôs irmos de férias pro litoral, mas era muito difícil. Eu tinha que ir com minha família pro Brasil, e se eu não aceitasse, a opção era ficar em casa, já que não iam me dar dinheiro para as minhas minhas próprias férias, além de que eles não deviam saber com quem eu ia. Tudo era muito complicado, mas a Martu tornava tudo fácil. Ela me propôs esperar minha família ir embora e depois "escaparmos" para o litoral, ficar uma semana e voltar antes deles. Que eu usasse o dinheiro que me dessem para me manter em casa para as férias, e que ela se encarregaria de pagar o apartamento junto com uma amiga de Buenos Aires que também iria, e a viagem faríamos no carro dela. Tudo fechava, e eu poderia curtir uns dias sem dar explicações a ninguém e, se eu me animasse a estar em público como garota, algo que eu desejava desde que a morena me propôs a viagem. A Cande não pôde ir porque a obrigaram a viajar com a família, então encaramos a viagem só nós duas. Minha família partiu, e nós fizemos o mesmo dois dias depois. Esses dois dias não fiz outra coisa a não ser ficar no apartamento da Martu transando com ela e com a Cande, que ainda estava na cidade. A Cande me deu umas roupas da irmã dela para eu ir mais equipada, e pude levar alguns shorts, calcinhas fio-dental, biquínis, vestidos, saias e blusas. Algo para ter naquela semana. A Martu me emprestava o resto. A viagem foi divertida, com a Martina eu me dava super bem e nos divertíamos muito. Além disso, fizemos algumas paradas. No meio da manhã, já bem adentradas na estrada, eu disse à minha amiga que queria me vestir como garota para encarar a viagem assim. Ela entrou numa estrada de terra no meio do campo e, bem relaxada, me maquiei e depois coloquei um fio-dental branco com uns shorts de tecido justo que deixavam minhas longas pernas torneadas bem à mostra e destacavam minha bunda. Completei com umas sandálias, uma regata azul-claro e a peruca loira que a Paula me tinha dado. A Martu adorava quando eu "montava" e começamos a nos beijar no meio da estrada, paradas junto ao carro. Eu adorava sentir os braços fortes dela percorrendo meu corpo e seus lábios grossos envolvendo os meus. Eu me entregava completamente a ela, e em minutos estava de joelhos com o pau dela na minha boca e a Martu com seu vestidinho preto na cintura e seu thong nos joelhos, me dando aquela rola grossa que ficava bem dura. Não demorou muito para ela me virar de costas com minhas mãos apoiadas no carro, meu thong e meu shorts nos tornozelos e minha bunda empinada recebendo a rola dela que entrava e saía do meu buraquinho com força. Depois de tantas metidas eu já tinha me acostumado e a morena entrava com mais facilidade, mas nunca deixava de me fazer sentir bem cheia. Depois fiquei de quatro no banco do carro com a porta aberta e meu cuzinho pequeno pra fora para a morena continuar me dando prazer. A brisa da manhã ao ar livre me excitou muito e parece que a Martina também, porque ela me agarrava com força pelos quadris e me penetrava intensamente até encher minha bunda de muito gozo. Eu adorava quando ela gozava dentro de mim e ao tirar eu sentia aquele vazio e depois o sêmen escorrendo entre minhas nádegas. Eu não tinha gozado ainda, mas vimos um caminhão se aproximando ao longe, então decidimos nos vestir e seguir viagem. Durante o caminho ela me contou que a amiga que nos esperava no litoral era uma garota trans que ela conheceu na Colômbia, mas que era argentina. Uma garota muito linda segundo ela, de personalidade forte mas muito generosa. O apartamento era alugado por um amigo dessa garota e era uma das poucas chances de alugar para garotas trans, já que ninguém queria fazer isso. Certamente os vizinhos iam fazer um escândalo, mas elas já estavam acostumadas. Ao anoitecer chegamos na cidade. As duas estávamos muito cansadas da viagem, e ainda mais a Martu que dirigia. Chegamos num prédio a uma quadra da praia e avisamos a outra garota que nos abriu de cima. A cara do porteiro foi digna de cinema ao ver a Martina. Ela sempre gerava aquele olhar cheio de preconceito, mas também de desejo. Tanto em homens quanto em mulheres. Cumprimentamos cordialmente e subimos para o apartamento. Ao bater, uma garota nos abriu. uma verdadeira gata chamada Belén. Alta, com cerca de 1,80m, cabelo castanho longo e liso, pele morena, olhos claros e um corpo de cair o queixo com peitos grandes mas não exagerados, esbelta, quadris lindos e uma bunda operada espetacular. Com nádegas lindas e redondas e pernas longas e bem carnudas. Era realmente um espetáculo de mulher, com traços muito femininos. Muito difícil alguém perceber que era trans, mas impossível não chamar atenção. Além disso, seu sorriso safado era o melhor complemento. Estava vestindo um shorts de jeans e um top vermelho. Martu e Belén se abraçaram com muito entusiasmo e, depois de entrarmos no apartamento, nos apresentamos. Eu não conseguia parar de admirar ela, e ela percebia. Era gentil comigo, mas quase me ignorava. Martu tinha me confessado que nunca tinha acontecido nada entre elas. Em geral, as duas eram bem ativas, mas já tinham compartilhado alguns caras e também mulheres. Algo que eu não sabia sobre os gostos de Martu, que me disse que geralmente prefere ficar com homens, mas se sentia bissexual, por isso adorava meu lado feminino. Naquela noite, fomos dormir cedo. Eu dormi com a morena, já que só havia dois quartos, mas combinamos que se ela quisesse ficar a sós com alguém, eu deveria dormir na cama que havia na sala. Naquela noite, só chupei aquela rola de ébano até ela gozar na minha boca, e depois ela me retribuiu a gentileza. Depois, dormimos abraçadas para recuperar as energias. Belén saiu para curtir, mas não a ouvimos chegar. No dia seguinte, acordamos no meio da manhã, tomamos café da manhã tranquilas com Martu enquanto Belén ainda dormia. Nós fomos para a praia, que era perto do apartamento. Eu fui como boy porque não gostava de ficar de girl sem minha peruca. A morena estava impressionante como sempre, atraindo todos os olhares com seu maiô vermelho inteiro que marcava muito bem seus peitos e sua bunda linda. Muitos caras e minas olhavam, mas ninguém chegou para puxar papo. Foi uma manhã tranquila, ficamos um tempinho na o mar e depois voltamos. Ao entrar no apartamento ouvimos gemidos vindo do quarto de Belén e ela dizendo para alguém: "vai, me segura essa bunda pequena, igual às putinhas. Você não sabe como o amor entra" e ela continuou falando assim com alguém. Martu sorriu. "Parece que alguém está se divertindo", disse. E então se aproximou para me beijar. Eu sempre estava disposta a transar com ela e me entregava aos seus beijos e carícias intensas. Não demorou muito para ela tirar meu maiô e fazer o mesmo, me fodendo. Ela estava sentada com seu pau apontando para o teto e eu sentada em cima dela cavalgando seu pau. Eu adorava essa posição porque entrava bem fundo e a morena agarrava minhas nádegas ditando o ritmo. Estávamos nisso quando a porta do quarto de Belén se abriu. "Continua, continua" a morena me disse e eu obedeci sem me virar. Eu me distraí um pouco ao ouvir uma gargalhada de Belén e então ela dizendo para a outra pessoa "que era sua amiga". De relance, vi que ela se despediu de um cara e então nos disse "terminem à vontade que vou tomar banho". Martu me agarrou pelas pernas e se levantou me carregando sem tirar seu pau da minha bunda. Assim, pendurada nela, ela me comeu por alguns segundos para depois me colocar sobre a mesa de costas com as pernas abertas e ela em pé continuou me fodendo com força. Eu me sentia muito aberta e seu ritmo era rápido e profundo. Sentia que ia gozar sem me tocar, algo que só Martu conseguia. Depois de alguns minutos assim, começou a jorrar porra do meu pau que respingava para todos os lados enquanto a morena continuava me fodendo com força. O prazer de chegar a um orgasmo assim é intenso. Eu estava em êxtase quando senti Martu gozar dentro de mim, muita porra. Olhei para ela com cara de prazer. Ela estava com os olhos fechados, o corpo suado e a respiração ofegante. Aos poucos ela saiu de mim e eu fiquei alguns segundos deitada em cima da mesa até que Belén saiu do banheiro e eu a substituí no chuveiro. Ao sair, fiquei impactada com a beleza de Belén, que vestia uma blusa de seda que estava aberta e que às vezes deixava ver seus peitos e outras vezes não. E por baixo ela usava uma calcinha branca muito sexy que contrastava com sua pele bronzeada. Almoçamos as três juntas e rimos muito. Eu me sentia no céu estando com aquelas duas gostosas. No meio do almoço, Belén me disse "que bumbum pequeno lindo que você tem, talvez eu peça emprestado para minha amiga" e ambas soltaram uma gargalhada. Eu sorri timidamente e baixei o olhar. Depois do almoço, Belu sugeriu ir a uma praia um pouco afastada onde se reunia todo o ambiente gay, trans etc. Havia um bar com música até a noite. Nudismo não era permitido, mas muitos faziam mesmo assim ou iam foder pelos arredores. Eu decidi ir como Flor e não entrar no mar. Queria me sentir assim publicamente naquele lugar onde ninguém me conhecia, então estreie um biquíni preto com uma calcinha fio-dental por baixo que destacava meu bumbum pequeno, coloquei meus óculos escuros e minha peruca. Estava muito linda. Ao chegar no bar, fomos o centro de todas as atenções, principalmente por causa da Martu; Belén muitos já conheciam de dias anteriores, embora não parassem de admirar sua beleza. O sol brilhava e a tarde era nossa. Belu nos apresentou uns conhecidos, entre os quais estava Jorge, um maduro de uns quarenta e poucos anos, grandão com cerca de 1,90m, bom físico e bronzeado. Os outros caras também eram muito bonitos. Nos convidaram para uns drinks e passamos a tarde juntos dançando e rindo. Percebi que Jorge estava interessado em mim, me perguntava muitas coisas e dançava comigo. Ele me agarrava pela cintura com suas mãos fortes e isso me arrepiava. Eu estava muito nervosa, só tinha estado com um único homem e acompanhada da Martu. Mas aos poucos, com o álcool ajudando, fui me soltando. Eu gostava de ser seduzida por aquele homem. Perdi a Martu e a Belén de vista enquanto ficava com Jorge. Nossos corpos estavam cada vez mais juntos, ele roçava meu bumbum com as mãos, nossos rostos estavam muito próximos até que nos fundimos em um beijo apaixonado. Me deixei levar. Senti o pau dele crescendo contra meu corpo. Me sentia uma garota possuída por aquele macho, sem que nada mais importasse, enquanto ao nosso redor a festa continuava com dezenas de pessoas dançando e rindo. Ele me perguntou no ouvido se eu queria acompanhá-lo até o carro. Ele estava muito excitado e eu também. Ele pegou minha mão e fomos para o estacionamento da praia. No caminho, avisei a Martu que tinha ido com Jorge e que depois escrevia. Ao chegar no carro, nos matamos de beijos e não demorou muito até eu ter o pau dele na minha boca. Ele gemía de prazer e acariciava minhas costas. Ele tinha um pau bom, de comprimento normal e grosso. Nada comparado ao da Martu, mas eu adorava. Sentia como estava duro dentro da minha boca, eu precisava dele dentro de mim. Coloquei uma camisinha com a boca e subi em cima dele, puxei meu fio dental e aos poucos fui introduzindo o pau dele na minha bundinha, para então começar a subir e descer. Fiz de maneira suave, sentindo o pau quente dele dentro de mim. Jorge gemía e eu também. Meus gemidos de garota se aceleravam. Jorge me beijava e agarrava minha bundinha, dizendo que adorava, que queria gozar. Falei no ouvido dele que queria o leitinho dele na minha boquinha. Ficamos assim por alguns minutos. Agora o ritmo estava mais acelerado e profundo. Suas mãos fortes estavam na minha cintura, fazendo com que o pau dele entrasse profundamente. Ele avisou que ia gozar e eu saí de cima, voltei para o banco do carona para chupar o pau dele novamente, que estava inchado, com todas as veias marcadas. Logo seus gemidos grossos aumentaram enquanto ele descarregava o leitinho dentro da minha boca. Foi muito e grosso. Tentei engolir tudo. Adoro a sensação quando aquele líquido quente e viscoso desce pela minha garganta. Continuei chupando até limpar. Já estava anoitecendo. Olhei meu celular e tinha uma mensagem da Martu avisando que estavam voltando. Eu queria mais, mas preferi voltar com elas. Disse a Jorge que tinha que ir, nos demos um beijo e fui para o Encontro das minhas amigas. Maneira muito gostosa de começar as férias. O Jorge foi embora e quando encontrei minhas amigas, elas riram um pouco de como eu era "fácil", mas eu adorava me sentir assim. Ao chegar no apartamento, tomamos banho, jantamos e a Belu sugeriu ir a um bar descolado do mesmo ambiente que o da praia. Bebemos umas cervejas e começamos a nos arrumar. A Martu me ajudou com a maquiagem e coloquei um vestido vermelho bem colado no corpo que mal cobria minha bunda pequena e deixava minhas pernas à mostra. As três estávamos muito gatas, a Belén com um vestido prateado solto bem curtinho e a Martu com um short preto bem justo e um top combinando. Nossa amiga era conhecida no ambiente, cumprimentava muitos caras e travestis. Eu estava mais solta, um pouco por causa do álcool e outro pouco porque estava com tesão. A tarde com o Jorge me tinha deixado excitada e eu queria de novo um pau na minha bundinha e poder gozar. A verdade é que eu morria de vontade de ficar com a Belu, mas naquela noite ela estava cheia de pretendentes. O mesmo com a Martu, que desde que chegamos foi cercada por muitos caras. As três estávamos tomando drinks com alguns caras e um em particular me procurava com o olhar. Era um loiro de altura média com um corpo bom, entre 20 e 30 anos. Ele começou a falar no meu ouvido e a Martu e a Belu olhavam de lado e sorriam. Elas eram mais sutis com os caras, os ignoravam. Eu não tinha experiência, se alguém me agradava, facilitava. Fiquei conversando com ele, ele falava no meu ouvido enquanto continuávamos bebendo. Perdi minhas amigas de vista. O cara, que se chamava Luis, era muito simpático, me fazia rir e aos poucos ia me tocando com as mãos, colocava elas na minha cintura. Não demorou muito até começarmos a nos beijar. Sentir as mãos dele acariciando minhas pernas por dentro, notar como subiam até quase chegar na minha virilha, fez com que eu começasse a ficar dura sob o tecido da minha calcinha. Adorava como ele me beijava pelo pescoço, era muito suave. Eu levei minha mão até o pacote dele e Senti ele duro por baixo da calça. Ele tomou a iniciativa e sugeriu irmos pra outro lugar. Mal tinha passado uma hora desde que chegamos e já estava saindo com outro cara. Antes de irmos, procurei a Martu pra pegar as chaves do apartamento, pra ficar tranquila com o Luis, e ela disse que, se não incomodasse, voltava com a gente porque estava entediada, que ficaria na cama da sala e a gente podia usar o quarto. Os três voltamos juntos, Martu e Luis se deram super bem na hora. Quando chegamos, tomamos umas cervejas e continuamos conversando entre nós três. Eu percebia que o Luis olhava encantado pra minha amiga, e a morena o seduzia, sorrindo pra ele. Eu não sabia muito bem como lidar com a situação, mas pra isso ela estava lá. Em um momento, ela foi pro quarto e ficamos sozinhos com o Luis. Começamos a dançar e nos beijar. Agora ele me tocava de um jeito mais descarado. Levantava meu vestidinho e apertava minha bunda. Eu estava entregue. Estávamos nisso quando a Martu saiu do quarto e quase fiquei de pedra ao vê-la com um conjunto de lingerie de meia-calça, uma calcinha fio-dental de renda e um sutiã combinando. Ela se aproximou sorrindo, e tanto o Luis quanto eu ficamos paralisados diante de tanta beleza. Sua pele morena e perfeita, suas coxas bem torneadas, tudo era lindo na Martu. Ela se posicionou entre nós, nos abraçando pela cintura, e começou a beijar o Luis e depois a mim. Voltou a beijar o Luis, e eu aproveitei pra me abaixar entre os dois. Comecei pelo Luis, tirando sua calça e sua cueca. Estava ansiosa pra enfiar um pau na boca. Ele estava bem duro e era parecido com o meu, uns 17cm, de boa grossura e com uma cabeça saliente, tudo depilado. Sem hesitar, comecei a masturbá-lo, arrancando um gemido. As mãos fortes da Martu acariciavam sua bunda enquanto eu chupava seu pau. Mas a morena também queria meus serviços e tirou sua boceta negra de lado da calcinha pra eu mamar. Era irresistível, e comecei a chupá-la como se minha vida dependesse disso. Em segundos, senti como... Luis se ajoelhou ao meu lado para me acompanhar na tarefa. Entre nós dois, começamos a chupá-la, ela estava ficando bem dura, dava para sentir que estava bem quente. Minha amiga me convidou para levantar e começamos a nos beijar. Luis levantou meu vestidinho até a cintura e puxou minha calcinha para baixo. Meu pau também estava bem duro e ele começou a chupá-lo. Ele fazia muito bem, com bastante saliva, enfiava até o fundo e depois mamava o pauzão da Martu. Ficamos assim um tempinho até que Martu nos levou para o quarto. Os três estávamos sem roupa, a morena só tinha suas meias e mais nada. Já na cama, Martu deitou de costas enquanto eu a chupava de quatro, com minha bundinha empinada na beirada da cama. Luis se posicionou atrás de mim, em pé na beirada da cama, lubrificou meu buraquinho com saliva e aos poucos começou a me penetrar. Ele foi suave no começo. Segurava minha cintura com uma mão e foi acelerando o ritmo, e com a outra tocava minha bunda, dizendo que adorava. Eu gemia enquanto continuava chupando o pau grande e grosso da minha amiga. Estava nas nuvens. Poderia gozar a qualquer momento, mas queria aguentar. Estava curtindo muito. Depois, Luis se juntou a mim para continuar chupando minha amiga, mas eu fiquei atrás dele e chupei sua bunda, muito bonita e carnuda, por sinal. Afundei meu rosto entre suas nádegas para passar minha língua pelo seu cuzinho. Fiquei com vontade de comê-lo, então comecei a enfiar um dedo para dilatar. Depois foram dois, até três. Dava para ver que ele estava bem apertadinho, mas aos poucos foi dilatando bem. Depois de colocar uma camisinha, me ajoelhei atrás dele e comecei a enfiar devagar. Dava para ver que doía um pouco, ele me segurava com a mão. Mas foi se acostumando, deixava por alguns segundos para ele se habituar até que entrou tudo. Fodi devagar, Luis gemia enquanto engolia o pau da morena, que depois de um tempo se levantou e se aproximou de onde eu estava. O garoto sabia o que estava por vir e pediu para ela ter cuidado. Tirei meu pau e fiquei por perto para ajudar minha amiga. A camisinha ficou bem apertada nele, quase estourando e só cobria metade do pau dele. Passei bastante lubrificante no pau dele e no buraquinho do Luis que já estava meio dilatado. Acariciava as costas dele, falava coisas no ouvido pra ele esquentar e relaxar. Contava como ia entrando, que ele ia sentir todo o calor daquele pirocão, que ia sonhar com esse pau, que ia deixar tudo aberto como um bom promíscuo. Luis suspirava enquanto a morena ia entrando. Aos poucos ele foi se acostumando e a Martu começou a se mover e a dar tapas na bunda dele. A primeira vez do pau da Martu na bunda é única e uma experiência irrepetível. Luis não parava de gemer. Depois a Martu virou ele, colocou as pernas dele nos ombros e comeu ele com mais força. Percebi que minha amiga estava quase gozando e disse que queria tomar o gozo dela e mais uma vez ela me agradou. Ela saiu de dentro do garoto, eu sentei na cama e comecei a chupar ela até que jorrou de dentro dela muito gozo que não parava de sair. Tentei engolir tudo. Os gemidos da minha amiga eram fortes, ela estava muito excitada. Depois foi a vez do Luis, que ocupou o lugar da morena pra eu chupar o pau dele até ele começar a gozar. Percebi que estava ficando viciada no gozo dos meus amantes, tinha a garganta cheia daquele líquido viscoso que ia descendo aos poucos. Nosso amigo ficou deitado na cama, exausto, com a bunda bem aberta. A Martu, como boa amiga, me emprestou o cuzinho moreno dela pra eu poder gozar. Na clássica posição de missionário, eu comi ela por alguns minutos enquanto nos beijávamos com ternura e nos abraçávamos. Eu precisava gozar e foi assim que fiz dentro da bunda dela. Descarreguei muito gozo até ficar seca e me deitar entre minha amiga e o Luis, que não perdeu nenhum detalhe da cena. Mas a promíscua da Martu queria mais e se levantou pedindo pro garoto limpar meu gozo que escorria do cu dela. De maneira obediente e agradecendo a noite de prazer que havíamos dado a ele, Luis engoliu meu gozo enquanto a morena dava todo tipo de palavrões quentes e humilhantes. Depois que acabou, Martu foi tomar banho e Luis se trocou para ir embora. Nos demos um beijo terno e ele foi. Depois, as duas banhadas, voltamos a transar. Eu queria o pau da morena na minha bunda. Em um único dia, tinha recebido três paus e muita porra, e as férias tinham acabado de começar... No dia seguinte, acordamos tarde, eu e Martu. Belén não estava, tinha nos mandado uma mensagem dizendo que ficaria na casa de uns amigos e que nos encontraríamos no parador onde fomos no dia anterior. Depois do almoço, fomos para lá, mas aquela tarde foi tranquila, assim como a noite, em que só comi a Martu antes de dormir. A Belu também não saiu. Tinha tido muita "marcha" na noite anterior. Com ela, eu estava começando a ter mais confiança, mas, tirando o comentário que ela me fez no dia anterior, ela se mantinha indiferente para transar comigo. No terceiro dia, acordamos cedo, tínhamos descansado bem. Fomos para a praia próxima. Já estavam notando as marcas das tiras do fio dental no meu bronzeado. O mesmo na parte de cima. Eu adorava, embora soubesse que teria que esconder muito bem quando voltasse para casa. Naquele dia, decidi ir de biquíni, mas sem peruca, já que estava com vontade de entrar no mar e não queria usar outra roupa que marcasse minha pele de forma diferente. Foi uma manhã tranquila na praia, com os olhares de sempre de todos e todas presentes. Eu gostava muito de como os olhares de garotos e homens héteros não paravam de admirar minhas amigas, e vários pousavam os olhos na minha bundinha. Aos poucos, comecei a entender que eu tinha um grande atrativo para os homens e que podia seduzir os que eu quisesse. Era uma sensação nova para mim. Até aquele momento, eu tinha sido muito submissa, me deixando levar por cada homem que me procurava, mas sem procurar ninguém. Depois do almoço no apartamento, Martu deitou um pouco para dormir e Belu foi tomar banho. Eu fiquei na sala. Estava só com o fio dental do biquíni. Quando Belén... Ela saiu envolta em uma toalha, eu não conseguia parar de olhar. Seu corpo úmido, suas coxas bronzeadas. Belu: gosta do que vê, né? Eu acenei, um pouco nervosa. B: Que gulosa você é... mas tem sorte, estou um pouco excitada agora. Vem comigo. Fomos para o quarto dela e no caminho ela deixou a toalha cair, me mostrando sua bunda linda em todo o esplendor, suas nádegas bronzeadas com a marca do fio-dental. Ela pediu para eu fechar a porta e se virou, me mostrando seu pau já meio duro. Me deu água na boca. B: Vem aqui, putinha, me chupa. Não vou te comer, mas quero gozar. Ela deitou na cama e eu comecei a devorar aquela delícia. Finalmente podia sentir aquele pau. Era grande, comprido como o da Martu, com uns 20cm, embora não fosse tão grosso, era bem largo com uma cabeça bonita. Relaxei minha garganta para tentar engolir tudo. Belu estava adorando. Estava toda aberta, curtindo meu boquete. B: Que bem minha amiga te ensinou, você é uma putinha mesmo. Ficamos assim por um bom tempo. Minha mandíbula estava cansada, mas continuei meu trabalho. Adoraria que ela me fodesse ali mesmo e pedi. Belu estava muito excitada e aceitou. B: Fica de quatro e levanta essa bunda para eu encher você de porra. Não perdi tempo, obedeci, Belu puxou meu fio-dental, cuspiu no meu buraquinho e começou a entrar. Me encheu igual o da Martu, senti ele bem quente dentro de mim. B: Que cuzinho apertado você tem, bebê. Quer que eu encha? Aguenta firme, mexe, engole meu pau. Em alguns minutos ela começou a gozar com gemidos fortes. Senti a porra quente dentro de mim. Ela foi diminuindo o ritmo até parar e ficar em silêncio. Ela tirou devagar e me deu um tapa. B: Pronto, putinha, já pode ir, vou me trocar. Acorda a Martu para irmos à praia. Ajustei meu fio-dental, acordei a morena e fui me limpar, mas não resisti e provei a porra dela. Depois, nós três fomos para a praia, onde encontrei o Jorge de novo. No final da tarde, voltamos a transar no carro dele, mas Dessa vez, pedi pra ele me masturbar enquanto eu cavalgava. Depois do boquete, a Belu tinha ficado toda excitada. Cavalguei até gozar uma quantidade boa na barriga dele e fiz ele gozar na minha boca. Foi rápido mas gostoso, fiquei satisfeita.
Essa noite voltamos pro pub, mas não fui com nenhum cara. Só queria dançar, exibir meu vestido, sentir o olhar de vários caras e beber. Acabei voltando sozinha, caminhando pela beira do mar enquanto amanhecia. A Belu tinha ido com um cara, mas não voltou pro apartamento, e a Martu voltou com um fulano, então me joguei na cama da Belu. Acordei depois do meio-dia e minhas amigas estavam preparando o almoço. Elas me contaram as aventuras da noite anterior com uns detalhes bem safadinhos, e fomos pra praia.
Essa tarde nos afastamos um pouco da aglomeração e deitamos pra pegar sol. Do nosso lado tinha um casal que ficava nos observando. Imagino que admiravam a beleza das minhas amigas. Depois de um tempo, estávamos conversando, dividindo umas cervejas. Ela era uma garota de 20 anos, rosto bem doce com olhos azuis, magrinha com peitos pequenos, pele branca e um bundinha redonda e linda. Além disso, era muito sorridente. O nome dela era Julia. Ele era um cara de 29, moreno também de olhos claros, com um corpo malhado e depilado. Muito gostoso. Braços fortes e todas nós reparámos na bunda linda dele, que a sunga bem justa deixava à mostra. O nome dele era Gustavo, e estavam de férias, hospedados numa casa ali perto. Se a gente os visse em outro contexto, nem teríamos conversado ou reparado neles. Pareciam um casal hetero "perfeito", mas a situação era outra e os olhares cruzados aumentavam a tensão. Com a minha pouca experiência, percebi que tinha um jogo sutil de sedução rolando.
A tarde ia acabando e o álcool aumentando. O casalinho nos convidou pra continuar na casa que estavam alugando. Tinha piscina e churrasqueira pra fazer um churrasco. As As meninas hesitaram porque queriam tomar banho e se trocar, mas a Julia convenceu elas a fazer isso ali mesmo. Não dava pra cortar o momento e elas entenderam. Meia hora depois estávamos na casa. Todas tomamos banho, mas a Julia não tinha roupa que servisse nas minhas amigas. Pra mim, ela emprestou uma calcinha fio dental preta que ficou bem apertada e bem enfiada na bunda e uns shorts largos de jeans que em mim ficaram justos e deixavam minhas nádegas aparecendo na parte de baixo. Mantive minha peruca e coloquei uma camiseta larga. Já a Martu e a Belu ficaram com seus biquínis cobertos por um roupão e assim a gente comeu e continuou bebendo. A Julia também tinha um shorts de tecido justo que marcava sua bunda linda. Minhas amigas não tiravam os olhos dessa jovem. Em mim ela despertava pouco interesse, ao contrário do Gustavo. A Julia estava conversando com a Martu do meu lado e com a Belu a gente conversava com o Gus. A jovem era muito ousada por trás daquela imagem de menina boazinha e meiga. Eu ouvi quando ela perguntou para a morena se era verdade o "mito" sobre pessoas de cor e o membro delas. Não pude evitar responder pela minha amiga para garantir para a Juli que, nesse caso, o mito se cumpria perfeitamente. A garota ficou corada e sorriu. Elas continuaram falando e eu percebi que a Martu dizia algumas coisas no ouvido dela, acariciando sua perna. O Gus fazia o mesmo com a Belu e comigo. Era óbvio que aquela noite ia terminar em algo interessante e que aquele casal estava disposto a experimentar sexo com a gente. Eu presumia que eles já tinham incluído mais pessoas mais de uma vez, mas duvidava se já tinham feito isso com garotas trans. O Gus foi colocar música, com a Belu a gente admirava o torso nu dele e quando ele voltou, nós três começamos a dançar. Quando virei para ver minha amiga, ela tinha a Juli sentada em suas pernas e elas estavam se beijando com ternura. O Gus nos agarrava pela cintura, a Belu já tinha tirado o roupão e estava de biquíni mostrando seu corpo lindo. O garoto me perguntou no ouvido se eu queria dar um beijo nele e, sem duvidei, mas aceitei. Mas ele não soltava a Belu e então tentou com ela, fundindo-se num beijo quente. Enquanto se beijavam, abracei ele por trás, acariciando seu pacote que estava ficando duro. Uma fina camada de tecido separava minhas mãos de sua ferramenta. Belu o abraçava pelo pescoço enquanto continuavam se beijando, e ele colocou suas mãos na bunda da minha amiga. Olhei para onde estava minha amiga e a ação já tinha começado. Ela estava de pé com seu roupão aberto e a calcinha do biquíni nos joelhos, e Julia estava ajoelhada tentando comer seu pau. As proporções do pau da Martu na boca daquela garota faziam parecer ainda maior. Eu tirei meu shorts, ficando só com a calcinha que a Juli tinha me emprestado. Gus me beijou de novo e agora agarrava minha bundinha com vontade. Eu enfiei minha mão por baixo do shorts dele para sentir seu pau. Estava duro e quente. Era grosso, de bom tamanho, mas menor que o da Belu e da Martu. Parecia muito apetitoso. Belu foi para onde estavam as outras garotas, colocando-se ao lado da Martu e tirando sua calcinha, seu pau saltando pela metade. Juli soltou o da morena, sorriu e então mordeu seu lábio inferior como sinal de desejo, e de maneira suave começou a lamber e chupar o pau da Belu, que crescia dentro de sua boca. Eu admirava essa cena com meu torso apoiado na mesa e minha bunda à disposição do Gus, que me tinha colocado nessa posição e estava ajoelhado atrás de mim. Ele tinha afastado minha calcinha e estava me dando um beijo quente no meu buraquinho. Ele fazia muito bem, abrindo minhas nádegas, passando sua língua ao redor, mordendo suavemente minhas bochechas. Eu empinava minha bunda em sinal de aprovação e gemía baixinho. Ansiaba pelo pau do Gus na minha bunda, estava muito quente, e parece que ele leu minha mente porque parou atrás de mim e esfregou seu pau entre minhas nádegas. Eu o sentia quente, queria ele dentro de mim. Enquanto isso, Julia continuava aproveitando seu banquete com aqueles dois paus à sua disposição, chupando-os alternadamente. Depois ela se levantou e Beijo minhas amigas. Martu tomou a iniciativa, tirando os shorts dela e colocando-a sobre a mesa. Ficamos as duas apoiadas, com nossos rostros frente a frente. Martu arrancou o thong dela de uma vez, passou saliva no pau e colocou na buceta da Julia, que fechou os olhos em sinal de prazer enquanto começava a receber o pirocão da Martu. Ela colocou uma das pernas em cima da mesa para que a morena a comesse com mais facilidade. Eu imitei e senti o pau do Gus na entrada do meu cuzinho, que foi abrindo caminho com facilidade. Eu tinha lubrificado bem meu buraquinho. As duas gemíamos recebendo pau. Adorava como aquele pau quente se sentia na minha bunda, toda a situação me excitava. Depois de alguns minutos nessa posição, Gus me colocou em cima da mesa de barriga para cima, com meu cuzinho na beirada. E a Belu, que estava esperando, fez o mesmo com a Juli. Ficamos as duas com nossos corpos e rostos colados. Nos olhamos em êxtase e nos beijamos enquanto o namorado dela me penetrava e ela recebia a ferramenta da Belu na sua xota. Nessa posição, a jovem teve seu primeiro orgasmo. Seus gemidos se afogavam na minha boca enquanto nos beijávamos. Belu continuou comendo ela, e Martu pediu lugar ao Gus para me foder. Ela me agarrou pelas pernas e começou a me penetrar com força. Tudo se abria no meu interior. Lá estávamos as duas, com nossas pernas abertas entrelaçadas, nos beijando enquanto nossos amantes nos davam duro. Gus se posicionou atrás da Belu, apoiando o pau entre as nádegas dela enquanto ela comia a namorada. Ele disse algo no ouvido dela, e a Belu se virou, saindo da garota, e beijou o Gus. Martu, vendo-a sozinha, nos agarrou pela mão, as duas. Juli foi buscar um colchão e colocou no chão para ficar mais confortável. Eu fiquei de quatro, empinando a bunda, e ela subiu em cima de mim, colocando nossos dois rabos à disposição da morena, que começou a nos comer alternadamente. Em mim pelo cuzinho e nela pela buceta. Juli me dizia no ouvido que também queria aquela pica negra na bunda, mas ela não era tão puta quanto eu, que não ia deixar entrar. Assim a Martu nos segurou um tempo até que pediu que chupássemos, que queria dar o leite. Quando nos levantamos para obedecer, vimos a Belu montando na pica do Gus. Era lindo ver aquela bunda perfeita quicando na pica do moreno. Com a Juli nos concentramos em chupar a pica da Martu, que estava em todo seu esplendor. Dura, com todas as veias marcadas, prestes a gozar. Nos ajoelhamos esperando o sêmen, que não demorou a chegar. Os gemidos grossos da morena acompanharam jorros fortes de porra, que ela administrou bem entre minha boca e a da jovem, embora bastante tenha caído em nossos rostos. Nos fundimos num beijo quente, compartilhando o leite. Mas isso não foi tudo. As duas estávamos muito excitadas. Tirei o fio-dental e a Juli montou na minha pica, que estava bem dura. Era a primeira vez que penetrava uma mulher. Adorei a sensação de enfiar minha pica naquele buraco quente e úmido. Nossos movimentos eram frenéticos, com minhas mãos agarrando sua bundinha perfeita e macia. Não ia aguentar muito mais. A Julia gemeu, alcançando seu segundo orgasmo, e meu leite começou a inundar o interior de sua buceta. Seu corpo caiu rendido sobre o meu e ficamos assim por alguns segundos. Me levantei para ir ao banheiro e adorei o que vi. Gus estava curtindo com a pica da Belu na boca, enquanto ela chamava a namorada para ver como seu macho engolia o leite. A Martu estava recostada num sofá, e eu continuei meu caminho até o banheiro, sentindo minha bundinha bem aberta ao andar e meu corpo relaxado depois de um orgasmo maravilhoso com a Juli. Ao voltar, um a um foram se limpar enquanto continuávamos bebendo. A Belu já tinha acabado, mas queria mais daquele garoto. Dava pra ver que ela queria foder ele, beijava e agarrava sua linda bunda bem redonda. Ela dizia que "sempre tem uma primeira vez", o garoto sorria e a Julia incentivava para ele experimentar. A Martu disse à garota que ela também tinha que experimentar seu pau na sua bundinha. A jovem sorriu maliciosamente e pediu para ele fazer com cuidado. As brincadeiras continuaram por um tempo até que o clima começou a esquentar novamente. Os beijos entre Belu e Gus os levaram até o colchão, e ele ficou deitado de bruços enquanto nossa amiga explorava o interior de suas nádegas com a língua. Juli começou a chupar o pau da Martu, que crescia aos poucos. Ela tinha se posto de quatro no chão enquanto a morena continuava no sofá. Eu comecei a brincar com a bunda da garota. Chupava e descia até sua buceta. Era a primeira vez que saboreava uma vagina, não sabia muito bem o que estava fazendo, mas a Belu estava gostando. Me invadia seu cheiro de mulher, que até aquele momento eu nunca tinha sentido. Com minha língua, umedeci seu buraquinho e introduzi um dedo. Juli se virou, me olhando com seus olhos extasiados de prazer. Claramente não era a primeira vez que um pau ia entrar na sua bundinha, mas eu tinha certeza de que seria o primeiro de tamanho tão grande. Martu: prepara bem a bundinha dela, bebê, quero que entre tudo. Julia continuava com sua chupada, o mesmo que Belu trabalhando a bunda do Gus. Enquanto isso, três dos meus dedos estavam entrando na bundinha da Julia, que se abria sem dificuldade. Olhei para minha amiga, piscando o olho como sinal de que o trabalho estava chegando ao fim. Martu se levantou com seu pau bem duro, convidou a Juli para se levantar e se dirigiram para onde estavam Gus e Belu. A muito promíscua queria transar alternadamente com o casalinho junto de sua amiga. Os dois ficaram de quatro no colchão, com seus corpos colados. Eu fui para não perder nenhum detalhe. Belu começou a penetrá-lo suavemente. Quando sua glande entrou, Gustavo soltou um gritinho de dor. Belu pediu para ele relaxar, acariciou sua bunda, tirou o pau e tentou novamente. O mesmo estava fazendo Martu, mas ela avançava sem problemas. Sua cabeça já tinha entrado e ela jogava lubrificante, muito lubrificante, sobre seu pau. A grossura de seu tronco não era fácil de então tinha que estar bem lubrificado. Ela começou a avançar. Era um espetáculo ver aquela ferramenta negra penetrando o cuzinho da jovem. Julia gemía, gritava. Expressava o quanto estava gostoso, pedia para ele "arrebentar seu cu", levá-la ao orgasmo. A morena ficou excitada, agarrou com força seu cuzinho enquanto continuava entrando. Para Belu estava mais difícil, mas ela conseguiu entrar na bunda do Gus. Já estava dentro e, aos poucos, com paciência, foi abrindo.
B: você não é mais virgem de cuzinho, meu amor. Olha, puta, olha como eu arrebento a bunda do seu namoradinho. Agora ele vai pedir pau o tempo todo.
J: Isso, puta, dá muito pau pra ele que ele adora. Mas depois me dá também.
O clima estava muito quente. Martu já havia começado o vai e vem na bunda da Julia com mais ritmo, e Gus estava se acostumando. Eu estava com tesão e me coloquei na frente da Juli para ela me chupar, e depois fiz o mesmo com o Gus. Nesse ponto, a Belu entrava e saía da bunda dele e dava tapas fortes.
B: Assim, puto, balança esse cuzinho promíscuo.
Vi como a morena e a Belu trocaram olhares. Tinha chegado a hora da troca. A Belu entrou com facilidade na bunda da Juli, mas para a Martu foi mais difícil. Ela tirou, passou muito lubrificante no buraquinho do Gus e começou a penetrá-lo. Ele gritava, mas se mexia. Dava para ver que estava começando a gostar. Minhas duas amigas estavam penetrando pela bunda aquela parelhinha enquanto me chupavam alternadamente. Depois, a Juli pediu para ser comida pelas duas, então a Martu deitou de costas e a jovem montou naquela pica negra, e a Belu se posicionou atrás para penetrá-la pela bunda. Os gritos de prazer da Julia devem ter sido ouvidos por todo o quarteirão.
Eu me dediquei a chupar o Gus e, quando ele ficou bem duro, sentei ele no sofá e comecei a cavalgar. Eu saltava em cima do pau dele enquanto ele me agarrava com força no meu cuzinho. Nós dois estávamos com muito tesão. O moreno assistia enquanto a namoradinha dele era fodida. que recebia aqueles dois pauszões. Eu cavalguei ele e me masturbei. Não aguentei muito mais e gozei no peito dele, mas continuei cavalgando até que ele encheu minha bunda de porra. Julia deve ter tido muitos orgasmos durante aquela dupla penetração, e primeiro foi a Belu que gozou na bunda dela, e depois a Martu na sua boceta. A garota ficou exauta no colchão enquanto minhas amigas iam se levantando e começaram a beber relaxadas. A Juli ficou com um sorriso no rosto enquanto seu corpo ainda tremia de prazer. A Martu e a Belu começaram a juntar as coisas para irmos embora. Eu fiz o mesmo, nos despedimos do Gus com um beijo carinhoso cada uma.
B: gostosa, se nesses dias vocês quiserem mais pica, é só avisar. Amei seu rabão.
A Julia se levantou para nos despedir e foi ao banheiro tomar uma ducha. No caminho de volta, minhas amigas não pararam de relembrar detalhes daquela linda duplinha. Chegamos no apartamento e fomos descansar. Tinha sido uma noite intensa, cheia de prazer como todos os dias dessas férias.
Este relato continua na parte 2...
1 comentários - Férias com uma trans morena gostosa