Vou engravidar minha tia

Dito e feito, como falei, aqui está a continuação dos meus relatos.


Estreando banner (Feito pela Eva em dois minutos) porque ela achou "sem graça" escrever sem parar.

Vou engravidar minha tiaComeçava um novo dia e eu sozinho em um quarto com duas camas, pensando que ou meus tios estavam dormindo ou estavam transando, já que ao ir ao banheiro vi que a porta estava fechada e o apartamento estava vazio. Coloquei minha roupa de esporte, peguei uma chave extra que tinham da porta e do prédio e saí um tempinho para correr. Não conhecia muito a área, mas o suficiente para saber por onde correr sem muito trânsito me incomodando e sem medo de me perder... infelizmente era tão cedo que não era como se houvesse muita gente na rua para perguntar. As poucas pessoas com quem eu cruzava pelo caminho eu cumprimentava, tanto fazia se as conhecia ou não... na verdade não conhecia ninguém, mas por educação, mas parece que numa grande cidade as pessoas não se cumprimentam, já que quando eu as cumprimentava e percebiam que não me conheciam, me olhavam estranho... não é que eu não fosse de uma grande cidade, mas fui criado por pais de interior... me ensinaram valores e uma educação que, segundo eu pensava enquanto corria, eram adequados, mas falhos em alguns aspectos, já que se na minha tenra idade já tinha comido minha tia, amiga da minha irmã e já não tão amiga da minha irmã... e também minha própria irmã... talvez tivessem falhado em algo, me disse internamente no segundo dia que corri... segundo dia? Sim, acontece que com meu tio no apartamento, Chloé sem trabalhar e eu no meio... não fazíamos nada interessante além de esperar para ficar a sós, mais um dia, só mais um, pensava, naquela mesma noite meu tio iria embora e nos deixaria sozinhos e na clínica sem problemas... mais as cem ou duzentas ejaculações que Chloé me faria ter pelo caminho. Virei a esquina da minha rota madrilenha para fazer exercício, estava voltando para o apartamento e já tinha passado na ida, agora estava de volta quando, ao passar em frente a um bar, esbarrei com uma garçonete que eu costumava sempre cumprimentar, no total 3 vezes, e ela era uma das que achava estranho, esperava cumprimentá-la pela quarta vez, mas não... naquela hora não tinha clientes e o A única coisa que ele fazia era tirar as cadeiras para o terraço, mas não olhou antes de sair e por isso seria mais apropriado dizer que na verdade o que aconteceu foi que o pé de uma cadeira bateu no meu pé e eu comi o chão, por sorte consegui colocar minha mão esquerda no chão e cair de lado. Preferia isso a cair de boca e deixar meus dentes no chão. A garçonete estava perfeita já que a cadeira bateu no batente da porta e não foi empurrada pela inércia nem nada parecido. A garota ou mulher, melhor dizendo; saiu correndo e muito preocupada ao ver alguém cair.

- Sinto muito, sinto muito de verdade, não olhei se alguém estava passando - Disse a mulher ao sair e se agachou para ver como eu estava.
- É, acho que da próxima é melhor sair de costas... ou acho que melhor não... a gente ia se trombar e eu poderia te machucar - falei enquanto soltava uma risadinha.
- Nossa! É você, o novo esportista da área, tá bem? - perguntou meio ajoelhada e como fazendo o trejeito de querer me tocar com as mãos mas sem fazer, como se esperasse que alguém lhe desse permissão.
- Sim, claro, não seria a primeira vez que beijo o chão haha...
- Ah não! Vamos chamar uma ambulância!!! - disse enquanto me encarava fixamente a mão que usei para parar a queda.
- Por quê? Já te falei que tô bem, não aconteceu naa... da... - falei e me interrompi ao ver como os dois dedos exteriores estavam claramente deslocados e a palma completamente ralada e sangrando.

Parei a mulher e disse para ela não se preocupar, que para quando chegassem ia doer mais, ela me olhou como se as palavras que eu disse fossem de um louco mas parou. Peguei com cuidado o anelar e enquanto apalpava onde deslocou disse: Isso vai doer... vai doer mas não tanto como se eu esperar a adrenalina passar e puxei o dedo soltando um dolorido "CARALHOOOO" contendo muito para não gritar e em seguida continuei com o mindinho, a mulher ficou muda e olhando como um cara sentado no meio da rua se reajustava os dedos, ao ver como ela estava me olhando, sorri e disse para ela não se preocupar, que ao andar de bicicleta por caminhos do meio essas coisas costumavam acontecer com as quedas, mas não fui muito convincente ao ver minha cara de dor e meus olhos que pareciam estar prestes a chorar. Agora sim ela começou a me tocar para ver se estava tudo bem, olhou meus tornozelos, joelhos, cotovelos e apalpou toda a minha cabeça e por último o peito. A mulher não tinha a menor ideia de medicina, mas me disse que se algo doísse eu gritasse e assim ela veria se tinha alguma costela quebrada ou não... O problema era que, lembremos, muito tempo sem poder me aliviar somado a uma mulher tocando todo o meu corpo... Por que ainda não dei nenhuma descrição da mulher? Acontece que até aquele exato instante não tinha reparado no quanto ela era atraente, só passei quatro vezes na frente de um bar enquanto corria, duas das quatro vezes voltando e exausto, não tinha reparado na garota gostosa com um corpão de atleta, quase tão alta quanto eu, suas mãos: dedos longos, finos e delicados; elas passam pelo meu peito apalpando os lados do meu torso, o penteado que via diante de mim me impactou, tinha a impressão de que apesar de parecer simples... levaria um bom tempo para pentear assim, era curto na altura do pescoço com a risca não bem no centro mas quase, castanho com algumas mechas azuis que davam um toque mais sexy (corte bob diagonal, acho que é o nome... ou foi o que me disseram) olhões marrons bem maquiados e um batom clarinho, só de olhar para aqueles lábios já imaginei na hora como seria beijá-los, uns lábios finos e delicados e por último reparei num pequeno brilho, uma pedrinha que ela tinha num lado do nariz, um nariz pequeno e adorável com um pequeno piercing. Afastei a mulher que, a julgar pela aparência e agora podendo vê-la de perto, juraria que teria alguns anos a menos que Chloé, teria trinta e poucos ou vinte e muitos. Não queria que ela reparasse um pouco mais em onde estava tocando, pois perceberia... que aquilo não era uma ruga na calça. Infelizmente, ela percebeu, mesmo sem dizer na hora.

- Então...? Tá tudo bem, né? - ela perguntou.
- Sim, acho que já está tudo. Tem algum álcool pra isso? - falei, mostrando a palma da mão ensanguentada.
- Vou buscar o kit de primeiros socorros, enquanto isso...

Ela me segurou com muito cuidado acima do cotovelo do meu braço direito, teoricamente o bom, "segurar" não seria a palavra certa, já que ela não apertou, mas sim colocou a mão aberta sobre meu braço e me guiou com um leve empurrão até a torneira da cozinha. Me limpei com água e depois usei o frasco de álcool do kit quando ela trouxe. Ela voltou agora com o celular na mão.

- Quer que eu chame a ambulância agora? Ou... se preferir, posso te levar ao hospital ou ao convênio? - disse, apontando o celular pra mim.
- Hmm... Imagino que você não tenha uma tala pra dedo à mão, né? - perguntei.
- Não, essas coisas a gente não tem aqui.
- Espera, "convênio"? Não entendi - falei, soltando uma risadinha que sumiu quando desinfetei o ferimento.
- É, bom... a gente tem seguro... e supostamente o que eu acabei de fazer com você é tipo... uma agressão? Não, um acidente causado por mim, e como eu sou a responsável, o seguro tem que cobrir... - disse a garota com tom de preocupação.
- Mas? - falei, encarando ela.
- Mas o quê? - perguntou, confusa.
- Não sei, pelo seu tom de voz... é como se você não gostasse muito dessa opção, né?
- Bom... meu chefe ficaria sabendo e como comecei há pouco... sei lá, tanto faz - disse, agitando uma mão pros lados como se estivesse afastando um bicho.
- Então tá, liga pra quem te der menos problemas e pronto - falei, sorrindo pra ela.
- Ok... uma ambulância normal... você sabe que poderia cobrar do seguro e essas coisas, né? E mesmo assim... você não liga?
- Hahaha, chama eles ou eu vou andando... e por favor não me faça ir andando que eles estão longe pra caralho, haha - falei com um tom de brincadeira.

A garota chamou uma ambulância, agora sim mais tranquila, e avisou a eles o que aconteceu comigo e o que eu fiz... disseram por telefone que foi ruim... não deveria ter feito isso... a garota argumentou que o que está feito está feito e que só precisávamos de algo para imobilizar os dedos e uma olhada por cima, eu disse que não precisavam ter tanta pressa e a garota ficou alucinada comigo, desligou e ficou me encarando fixamente.

- Se não disser, eu explodo - Disse a garota.
- Eeee? - respondi com uma cara estranha e exagerada.
- Tudo isso... é uma tática estranha que deu errado para pegar alguém como eu ou algo assim?
- Hahahaha - comecei a rir.
- O que você acha tão engraçado? - perguntou ela meio séria.
- O que te faz pensar isso? olha, talvez eu goste de garotos - falei entre risadas.
- Não sei, você aparece do nada um dia aqui correndo e me cumprimenta com um sorriso todos os dias, duas vezes.
- Eu cumprimento todo mundo (falei com tom relaxado e tranquilizador) Se eu gostaria de sair com uma garota como você? não sei como você é pessoalmente, mas se eu levasse em conta o físico, não hesitaria (ela corou um pouco) mas eu cumprimento todo mundo que cruzo, não sei... fui educado assim, sou muito confiante haha não sei e para pegar alguém dessa forma imagino que precise de experiência no assunto... e não pouca.
- É... desculpe se a pergunta te incomodou...
- Nada, nada... Aliás, Ângelo - Disse estendendo a mão direita com um sorriso.
- Violeta... prazer. Quer alguma coisa? não precisa pagar, peça o que quiser.
- Laranja? um suco.

Violeta foi para trás do balcão preparar um suco de laranja recém-espremido, me disse para sentar em um banco do balcão, estávamos sozinhos no bar esperando os caras da ambulância aparecerem, já que ela deu o endereço do bar. Violeta me entregou o suco, apoiou o cotovelo direito no balcão, colocou a bochecha sobre esse punho e deixou a mão esquerda cair sobre o cotovelo, ficou um bom tempo me encarando fixamente.

- O que? haha - falei nervoso ao ver como ela ficou me olhando.
- Nada, nada... Você disse que não tinha experiência suficiente para ficar comigo... não tem namorada? Nunca teve?
- Infelizmente, não. Os relacionamentos que tive... (pensei em Chloé, Eva e as amigas delas) não poderiam ser considerados namoros nem relacionamentos - falei.
- Não acredito, mas você é muito gato e ainda por cima muito gente boa. Bonitão e com bom coração?
- Costumam me dizer isso... acho que não gosto das garotas da minha idade... e se aumento um pouquinho a idade, me veem como um pirralho ou um moleque... O que vamos fazer? Vai ter que esperar haha
- Pô... sério que você não está dando em cima de mim? Parece com essa frase.
- Haha, de pouco me adiantaria, estou de visita e doeria muito manter um relacionamento à distância - disse enquanto exagerava uma pose brincalhona, coçando a nuca e rindo.

Nossa conversa foi interrompida pela chegada dos paramédicos. Um rapaz jovem e loiro acompanhado por um homem mais velho e careca com uma bolsa grande nas mãos invadiram o bar, e como éramos os únicos no lugar e minha mão esquerda estava completamente enrolada em uma toalha, não precisaram perguntar muito, mesmo assim questionaram se éramos nós e olharam minha mão. Me repreenderam um pouco por ter recolocado meus dedos sem noções médicas... mas admitiram de má vontade que fiz perfeitamente. Insistiram que eu teria que fazer um raio-X caso tivesse machucado algo mais no pulso ou no resto do braço, mas pararam de insistir ao ver como estiquei o braço e com força apertei primeiro os dedos e gritei "ai, dói!" depois o pulso, apertei bem forte e nada... continuei subindo e na altura do ombro parei. Violeta soltou uma risadinha e rapidamente tapou a boca com as mãos. Cuidaram perfeitamente da palma da minha mão e imobilizaram os dedos afetados pela queda, também me deram uns analgésicos para a dor e me mandaram de novo ir qualquer dia, quando pudesse... e que um raio-X não me faria mal nenhum.

- Então tá, não gostaram mas admitiram... coloquei eles direitinho. - disse, olhando para minha mão.
- Vai sair para correr mesmo machucado? - perguntou Violeta timidamente.
- Claro. Ficaria muito entediado na casa dos meus tios se não saísse um pouco e me cansasse correndo.
- Tá bom. Então quando passar por aqui me chama ou algo assim e na volta para, para sempre e toma alguma coisa. A casa convida. Assim a gente conversa e você comigo... assim não fica entediado sozinho como diz.
- Ok... a essa hora... esse lugar está sempre vazio? - perguntei, olhando para todos os lados.
- Sim, costumam aparecer para tomar café da manhã mais tarde.
- Nossa... Violeta... Você me machuca e ainda por cima eu tenho que te entreter... que malvada você é, moça - disse com voz sarcástica e zombeteira.
- Haha, sim, claro. Mas sério, se quiser... passa aqui e toma alguma coisa.

Nos despedimos, pois já estava ficando tarde; com a bobagem, ficamos muito tempo conversando, com o acidente, com os médicos e de novo conversando... Deixei um bilhete dizendo que saíra para correr, mas como não sabia quando o veriam... se vissem rápido, ficariam preocupados, e como meu tio era madrugador... certamente viram rápido. Saí do bar com um alegre "até amanhã", o que deixou Violeta muito feliz ao ouvir que me veria no dia seguinte. O lógico seria pensar que, com minha sorte atual, acabaria me machucando de novo e pensar que teria relações sexuais com uma linda garçonete, mas claramente dava para ver que o que tínhamos entre nós era amizade.
Voltei para o apartamento dos meus tios, onde esperaram meu retorno, como imaginei... viram o bilhete quase quando saí ou pelo menos souberam mais ou menos quando saí.

- Homem! Finalmente o menino desaparecido volta - disse Chloé de forma exagerada.
- Sim, olá.
- Mas... O que aconteceu com você? - disse Chloé enquanto se apressava para pegar minha mão com cuidado.
- Nada, nada... só conheci o chão de Madrid, hehe.
- Por isso demorou um pouquinho a mais - disse meu tio enquanto me examinava mais de perto.
- Não é nada, já me machuquei pior.
- Você não é canhoto, né...? - disse meu tio enquanto fazia o... gesto de uma masturbação com a mão esquerda.
- Não, tranquilo haha vou conseguir ir à clínica sem problemas haha - disse, morrendo de rir com a imagem que meu tio passava.

Depois de um tempinho com atenção demais em mim, continuamos o dia com total normalidade. As tarefas do dia a dia estavam um pouco mais difíceis, já que, apesar de serem só dois dedos, eu não usava aquela mão pra nada... o que me fez pensar que, em questões de sexo, metade das minhas mãozinhas tinha acabado...
Comemos, passamos a tarde e jantamos... depois de um descanso após o jantar, meu tio pegou a mochila, se despediu de mim e beijou a Chloé, saiu pela porta acompanhado por ela. Eu olhei pela janela e vi um colega do meu tio chegar de carro e buscá-lo na entrada. Chloé se despediu e entrou de novo no prédio. Já estava me preparando pra interceptar a Chloé - conhecendo ela, viria pra cima de mim assim que entrasse. Fiquei sem palavras quando vi a Chloé entrar, passar do meu lado e se sentar no sofá como se nada tivesse acontecido... fiquei em pé na sala que nem um idiota, me virei olhando pra Chloé com cara de quem não sabia o que estava acontecendo.
- Te deixei confuso, né? Por um momento você pensou que eu não queria fazer nada... - disse Chloé, levantando do sofá. Ela agarrou meu braço bom e, entre risadas, me levou pro quarto dela. Tenho certeza de que, se minha mão não estivesse daquele jeito, Chloé teria me jogado na cama com um empurrão enorme e teria se atirado em mim como uma leoa no meio da caça. Mas, infelizmente, ela entendia que, por mais ansiosa que estivesse, eu teria uma pequena limitação pras loucuras dela. Ela me sentou na cama com cuidado, depois me deitou devagar e me deixou de barriga pra cima. Colocou as duas mãos nas minhas bochechas e me deu um beijo daqueles que dois apaixonados dão depois de muito tempo sem se ver.
Depois do beijo, que na minha opinião pareceu meio curto... Chloé continuou passando as mãos do meu pescoço até o zíper da minha calça, devagar... sem parar de fazer pausinhas pelo resto do caminho... do meu corpo, em parte me lembrou um pouco o comportamento da Violeta ao inspecionar minhas lesões. Ela puxou minhas calças e as jogou pelo quarto junto com minha cueca, surpresa ao ver o tamanho do meu pau já ereto. E o que você achou que ia encontrar? pensei. Afinal, fazia muito tempo sem foder ou bater uma punheta como estava acostumado. A Chloé deu uma lambida desde as bolas até a ponta do meu pau e começou a colocar e brincar com a cabeça um pouco, depois parou e me encarou fixamente. Se eu continuar... você vai gozar na hora, né? perguntou e eu respondi: o que você acha? Ela não demorou para pensar e começou a se despir muito rápido. Eu esperava que assim que tirasse tudo fosse subir no meu pau e cavalgar, mas não... ela decidiu subir na minha cara, dando as costas pro meu pau e se segurando firme na cabeceira da cama. Não precisava nem me dizer o que fazer, comecei a comer sua buceta como se fosse um faminto que não comia há dias e devo ter feito muito bem porque ela não parava de gemer como uma louca sem segurar os gritos, parei um segundo e olhei a porta pra ver se estava fechada, ao ver que sim entendi melhor o motivo dos gritos. Ao perceber que a Chloé já estava bem molhada, ela se afastou de mim e deitou de costas ao meu lado. Sobe em cima de mim, li que assim é melhor pra eu engravidar, disse a Chloé e eu concordei sem problemas. Subi em cima da Chloé e com uma mão afastei uma de suas coxas pro lado ao mesmo tempo que a levantava um pouco pelo joelho, ao ver que com minha mão não conseguiria fazer isso; a Chloé a levantou e deixou igual à outra perna por mim. Com minha mão direita segurei meu pau pra enfiar nela devagar, mal encostando na parte de fora da buceta da Chloé já pude notar o quanto ela estava molhada, em parte por causa da minha língua... tentei usar o cotovelo esquerdo pra me apoiar mas não estava fácil por causa dos dedos machucados, já com meu pau bem dentro da Chloé passei minha mão boa por por trás do braço da Chloé e segurei a nuca dela ao mesmo tempo que me apoiava com esse braço, em seguida comecei a beijá-la e a embestir devagar mas com força. Vendo que aquilo não ia durar muito, comecei a aumentar o ritmo, mas para azar da Chloé não consegui aguentar muito mais e terminei com uma embestida forte e profunda. Não pude ver quanto gozei, mas imaginei que foi uma boa quantidade. Chloé me afastou e colocou os travesseiros debaixo dos quadris, com as pernas para o alto ficou naquela posição estranha.

- Muito..."confortável" essa posição... - falei enquanto olhava para ela.
- O quê? Não me provoca - disse Chloé me procurando com o olhar, não parava de mexer a cabeça de um lado para o outro para me encontrar.
- Sinto se foi rápido... mas em parte é culpa sua e você sabe...
- Não se preocupa, eu já sabia que isso ia acontecer com você - disse Chloé com uma risadinha para tirar a importância.
- O problema é que com certeza você não gostou muito... claro que agora que penso nisso; que mais dá ter ficado tanto tempo sem fazer; se com certeza você vai me espremer sem piedade.

Chloé começou a rir como se estivesse me dando razão. Fiquei um tempinho olhando para ela naquela pose ridícula, tranquila... indefesa... e me joguei para beijá-la sem aviso prévio, beijei-a de cabeça para baixo já que ela se colocou com as pernas apoiadas na parede, ela se assustou um pouco mas a deixei caladinha com minha língua sobre a dela. Estiquei minha mão direita o máximo que pude e quando apalpei um dos mamilos dela comecei a beliscá-lo suavemente. Ficamos um bom tempinho naquela posição nos beijando e tocando a Chloé um pouquinho quando ela me afastou levemente com a mão na minha testa e me perguntou se eu estava com vontade, nem preciso dizer que já fazia tempo que eu estava duríssimo. Para meu azar de novo ela queria ficar por baixo, não é que eu não gostasse mas não tinha o corpo para aguentar a lesão. Ainda assim me coloquei de novo sobre a Chloé, ela na mesma posição, mas eu segurando como bem pude com as duas mãos as coxas da Chloé. Coloquei a ponta do meu a rola roçando a bucetinha dela e com um empurrãozinho, entrei sem ajuda da minha mão ou da mão dela. Como tinha gozado há pouco, comecei a meter na Chloé num ritmo bom e com força, tinha esperança de conseguir o que antes não consegui: que ela tivesse um orgasmo de verdade. Pensei em me abaixar um pouco para poder tocar o peito dela com a mão e beijá-la, mas aí lembrei que estávamos num quarto à prova de som e com a porta fechada... Chloé já estava gemendo legal e eu queria aumentar tanto os gemidos quanto o volume, e beijá-la iria atrapalhar esse prazer. Não sei se a Chloé percebeu minhas intenções ou se foi porque aumentei um pouco mais o ritmo, além de ter pegado num dos peitos dela com a mão direita. Talvez por ter que segurá-la e passar o braço por trás do joelho, ela ficou mais flexionada, porque dava até pra sentir lá dentro da ppk dela. Algo mudou nesse pequeno ajuste e parece que foi pra melhor, porque ela começou a gemer muito mais e mais alto. Não consegui fazer a Chloé gozar, porque quando vi que eu ia gozar, dei uma metida forte e jorrei tudo, muito feliz. Se não fosse pelo fato de, depois de gozar, ela ter voltado praquela posição de "quero engravidar AGORA", eu teria masturbado ela ou algo assim, porque ela estava bem pertinho de gozar. Completamente suado do calor e do esforço, fiquei deitado ao lado da Chloé. Decidi ir tomar um banho e dormir logo depois, e foi isso que fiz. Saí do banho sem intenção nenhuma de vestir roupa, fiquei na dúvida se dormia na minha cama ou com a Chloé, mas a dúvida foi resolvida quando ouvi, da porta aberta do quarto da Chloé, minha queridíssima tia me aconselhando a trazer minha mala pro quarto dela pra não ter que ficar indo de um lado pro outro. Deitado na cama na posição de dormir, com a Chloé ainda encostada na parede, olhei pra ela e perguntei se ela não ia tomar banho agora. Ela respondeu que era melhor de manhã e que agora não queria arriscar perder nenhuma gota da minha porra. Apaguei a luz e me Deitei para dormir. Depois de um tempo, justo quando estava quase pegando no sono, senti algo se mexendo. Era a Chloé se ajeitando para dormir também. Ela se encostou bem mais em mim e comecei a sentir os peitos dela batendo nas minhas costas. A Chloé esticou o braço e o colocou por cima de mim. Acabamos dormindo assim.francesa

E isso também por Eva em um minuto. Eu agradeceria por ela fazer isso, mas já agradeço mais por outras coisinhas...


Capítulo 20:http://www.poringa.net/posts/relatos/4421078/20-Me-toca-embarazar-a-mi-tia-II.html

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