aqui vai a segunda parte dessa história
é bem concisa, mas acho que tá boa
Espero que vocês curtam tanto quanto eu.
E se não leram o começo, aqui vou deixar pra vocês.
http://www.poringa.net/posts/relatos/4392330/Pendejita-muy-putita-asi-empezo-todo.html
VALEU PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
muito em breve a terceira parte
já tô terminando ela
Na sexta-feira cheguei e até aquele momento nada tinha acontecido, pelo menos comigo. Ficava me perguntando onde minha velha escondia os vícios dela, logo percebi que um deles era o açougueiro e o ajudante dele. Não demorei pra sacar que os outros também eram o dono do mercadinho e o verdureiro, todos eles recebiam serviço completo dela. Com certeza no bairro já sabiam o quão puta minha velha era. Eu tava ansiosa pra conseguir mais grana e comecei a andar pelo bairro com as roupinhas que minha velha tinha comprado pra mim, o que não passou despercebido. Foi assim que no sábado um par de amigos do bairro me convidaram pra casa deles. Falei que era melhor a gente conversar na minha. Conversei com minha velha e, mesmo ela não concordando, me deixou sozinha naquela tarde. Eram dois caras grandes, mas não tão grandes quanto meu pai. Trouxeram cerveja, coisa que eu não bebia, e logo me perguntaram quanto eu cobrava. Isso me excitou pra caralho. Dei um preço que não era muito caro, e eles disseram que não tinha problema. Baixaram as calças e mandaram eu chupar os dois. Como uma boa puta, obedeci sem hesitar. Quando um já tava bem duro, me virei pro outro. O primeiro foi pra minha costa na hora, levantou meu vestidinho e puxou minha calcinha fio dental. Já sabia o que vinha. Enfiou o pau na minha buceta e começou a me foder enquanto eu chupava o outro. Tudo em silêncio, só se ouvia meus gemidos de puta. O outro tirou o pau da minha boca e na mesma hora meteu no meu cu. Doeu pra caralho, mas como uma boa puta, tinha que mostrar que tava gostando. Além disso, era muito bom sentir aqueles paus enfiados nos dois buracos ao mesmo tempo. Quando se cansaram de me comer, trocaram. Os dois queriam provar todos os meus buracos. depois disso me fizeram chupar as picas deles e se vestiram, eu cobrei o pagamento dos meus serviços e eles não falavam nada
Por favor, me paguem, eu fiz tudo que vocês mandaram, fiz tudo que vocês quiseram, me deem o dinheiro de vocês, eu mereço, por favor, não sejam tão ruins comigo.
Nenhum dos dois disse nada, eu fiquei chorando enquanto eles iam embora, meu vestidinho tinha ficado todo sujo, mas isso era o que menos importava, eles me comeram do jeito que quiseram e quantas vezes tiveram vontade, olhei o relógio e já tinham passado três horas e meia, não conseguia acreditar como tinham abusado de mim, quando minha mãe chegou e ficou sabendo do que tinha acontecido, me perguntou se eu os conhecia e eu disse que não.
Velha, com certeza tão trampando em alguma casa de putaria, esquece de conseguir cobrar delas, essa foi uma lição: primeiro cobra, depois come, senão tu sempre vai se foder.
Tirei o vestido e fui no banheiro lavar, tava cheio de porra pra todo lado, me senti muito mal por ter perdido daquele jeito, mas era os risco do ofício, segundo minha mãe. Troquei por uma roupa menos chamativa, não coloquei fio dental nem calcinha, o atrito me incomodava. Naquela noite, meu pai ficou bêbado de novo e comeu minha mãe e eu de novo. Doeu por causa da foda que eu já tinha levado, mas não importou muito, sabia que minha mãe ia arrancar uns trocados dele, e foi o que aconteceu. Mas no domingo, enquanto eu tava dormindo, ele falou pra minha mãe que uns colegas de trabalho iam vir, que ela se preparasse porque dava pra tirar uma grana boa.
Velha, você quer que eu coma eles? Nem sonha, querido.
Velho, você e a putinha da menina, são três, já tá tudo resolvido.
Velha, então a gente tem que transar pra você levar a grana? Nem sonha.
Velho, vamos meio a meio, gostosa.
Velha, metade pra cada as bolas e a mina que ganha? A gente divide entre três, senão não tem acordo.
Velho, beleza, tá bom, mas é muita grana. Se arruma gostosa e coloca a menina bem putinha, mais do que ela já é.
Velha, e como é que tu sabe que ela é uma puta? Por acaso tu não comeu ela ontem à noite, filho da puta?
Cara, é por isso mesmo que eu tô falando, essa buceta já engoliu muita pica.
Minha velha veio me chamar, mas eu já tinha ouvido tudo, então ela passou a me maquiar feito uma puta, me colocou uma saia curta de quando eu era mais nova, mal cobrindo a bunda, e uma camisa amarrada sem sutiã, e eu tava sem calcinha, parecia uma puta oferecida, pronta pra pica. Já ela vestiu um vestido mais comprido, mas sem sutiã, e como era decotado dava pra ver os peitões dela, mal cobrindo os bicos. Ao meio-dia chegaram os três, todos morenos, e um muito grande e gordo. Ficaram loucos quando me viram. Pensei: "o gordo não pode fazer nada, com certeza tem uma pica pequena, o porco", mas me enganei. Minha velha foi logo com meu velho, provavelmente pedir a grana, não era boba. Quando voltou, quase não tinha passado nada, e eu já tava cercada pelos três caras me apalpando por todo lado. Minha velha, como toda veterana, pegou um e levou pro quarto, meu velho foi atrás deles, e eu fiquei sozinha com esses dois caras que já enfiavam os dedos na minha buceta e no meu cu, enquanto eu fingia que não tava vendo, até que o gordo tirou a pica. Não era muito grande, mas era bem grossa. Mal cabia na minha boca, já que ele me obrigou a ajoelhar na frente dele e chupar, enquanto o amigo dele abriu meu cu e, depois de cuspir, meteu a pica.
gordo hui nem imagina, os olhinhos da mina ficaram brancos, hoje mandamos essa puta pro hospital
Essa pica entrava e saía do meu cu sem parar, tava me matando e eu nem queria imaginar o que a pica do gordo ia fazer comigo. De repente, ele mijou na minha boca, fazendo eu borrar todo o batom. O outro finalmente encheu meu cu de porra e, sem perceber, eu tinha me mijado toda. Me levaram pro quarto e lá o gordo disse que era a vez dele. Por sorte, ele escolheu minha buceta, que mesmo assim me fez ver estrelas. Quando terminou, me deixou largada na cama. Todos foram com a minha mãe, e foi aí que eu ouvi ela gemer aos berros. Era estranho, porque ela quase nunca reclamava tanto das picas. Do jeito que tava, fui ver o que rolava e minha pobre mãe tava recebendo as três picas enquanto meu pai se masturbava de lado. Ficaram assim quase a tarde inteira, uma hora com a minha mãe e outra comigo. Quando foram embora, as duas ficamos exaustas. O gordo, com a pica enorme dele, tinha destruído o cu da minha mãe e o meu também. Naquela noite, meu pai dormiu sozinho. Ele pagou o combinado e disse que aquilo ia se repetir no fim de semana. Eu pensei que ele ia querer comer nós duas, mas não fez isso. O bêbado já tinha se punhetado e parecia demais. Agora a gente já era as putinhas dele, e ele nos vendia pra ganhar uma grana. Naquele dia, aprendi que os homens ficavam desesperados vendo uma mina como eu de minissaia, decotada e bem maquiada. Aproveitei isso pra arrumar clientes por conta própria. Minha mãe só conseguia transar com algum bêbado; o corpo dela não era igual ao meu. Na quarta-feira, o amigo do meu pai voltou. Falou com a minha mãe, que ele nem tocou, e veio direto pra mim, que tava na cozinha tomando chimarrão. Naquele dia, eu já sabia que algo ia rolar. Minha roupa era uma minissaia. que só me cobria a bunda, uma regatinha bem decotada e justinha que deixava meus bicos aparecendo, toda maquiada pra guerra e sentada de perna cruzada, quando ele me beijou eu falei
Não sei o que você falou com a minha mãe, mas as coisas mudaram. Agora quem manda sou eu. Se quiser transar comigo, me paga o que eu pedir. Pra minha mãe você dá uma grana por deixar rolar. Depois, se você curte ser corno do seu amigo, pode comer ela também, mas isso já é outra história.
Ele não disse nada, aceitou minhas regras, mas me falou que tinha uns amigos que queriam me conhecer, ele pagaria o que fosse e talvez até conhecessem minha mãe. Nem pensei duas vezes, só deixei claro que todos tinham que pagar adiantado. Ele perguntou o preço de cada um, mas disse que ninguém saberia, porém ninguém podia desconfiar que tinham pagado. Eram quatro caras de outra obra que ele tinha. Me deu a grana e falou que na manhã seguinte viria com eles e ficariam até pouco antes do meu pai voltar. Ele queria me ver como uma menina inocente, e eu tinha que estar assim vestida e, se possível, mais maquiada. Quando ele foi embora, ficou um tempão conversando com minha mãe, que ele comeu em cima da pia de lavar roupa. Quando ele foi, minha mãe entrou, parecia muito exausta.
Velha, eu não vou participar, já tô cansada dessa parada de ficar transando com vários caras tão seguido, então se vira aí, sua piranha, me parece que você gosta demais de rola.
Tá bem, gostosa, eu cuido disso, não acho que vai ser pior que domingo.
Velha, é... não sei, mana. Ele me disse que tão com muita fome e, cê sabe, são homens fortes. Sexta eu falo com o bêbado. Aqui ninguém mais me vende. Até agora mantive bem escondido. Se continuar assim, vou virar a puta do bairro, e não quero isso. Se você quiser se dar de graça por mim, tudo bem.
Perfeito, mas isso é por causa do domingo, né? Pegaram pesado com você, véia. Comigo foi diferente.
Velha, tomara que continue sendo assim por muito tempo.
No outro dia, apareceram perto do meio-dia, eu já tava preparada com a mini saia mais curta que tinha, quase metade da bunda pra fora dela e uma regatinha branca bem apertadinha que deixava transparecer meus bicos e bem pintada pra guerra, muito rímel nos olhos e minha boca besuntada de batom bem vermelho, na hora os quatro safados me rodearam e não demoraram nada pra começar a me acariciar.
Macho1: cê é uma deusa, neném, dá pra ver que tu adora brincar
É o meu jogo favorito, adoro que me mimem e sejam carinhosos comigo
Macho2, hoje não vai te faltar isso.
Macho3, ela é quase uma profissional, parceiro.
Amigo, do jeito que você vê, a mina é bem inocente, acha que vai se divertir pra caralho. Então, mina, vem aqui, abaixa e começa.
Tirei o pau dele pra fora e fiquei balançando na minha frente, eu obedeci na hora, me ajoelhei diante do pau dele e comecei a chupar.
Macho1 que obediente que é a mina, parece que ela adora chupar pica, vamos dar pica pra ela assim ela tira a vontade de chupar essa puta
Em segundos, tinha todos os paus na minha cara e eu chupando um pouco de cada um sem parar, sem saber, eu mesma me coloquei no modo de puta viciosa e vagabunda, garota iludida que abusariam com total consentimento, foi assim que me comeram até a exaustão, me dando por todos os lados e, principalmente, enfiando no meu cuzinho apertado, acho que queriam me dar uma lição e conseguiram na hora, mesmo eu pedindo pra serem menos brutos, não ligaram, até meteram dois paus na minha pussy, coisa que eu não sabia que dava, só pararam pra descansar, minha calcinha fio-dental rasgada de lado, minha blusinha toda lambuzada de porra e minha mini-saia virou um cinto, eles foram pegar uma bebida gelada que minha mãe comprou pra eles, acho que era cerveja, que depois me deram pra beber. Depois de uma hora e meia, eles se recuperaram e, pra falar a verdade, eu não aguentava mais, tava exausta e dolorida de tanta rola que levei, mas não podia negar nada, afinal, pra isso tinham pago. A segunda rodada foi diferente, não vieram mais todos juntos, dessa vez foi um de cada vez, enquanto os outros olhavam como me comiam do jeito que queriam até me deixar seca e sem poder gozar mais. Saía um, entrava outro, assim eu recebia sem parar por várias horas, até que chegou um momento em que minhas perninhas começaram a tremer, minha bunda doía pra caralho e eles perceberam pelos meus gritos quando me enfiavam no cu, com certeza tava bem vermelho, mas no fim, depois de tanto me dar, acabei chupando o pau de um por um, me deixaram a carinha cheia de porra e, mesmo me obrigando a engolir muita, terminei toda lambuzada entre meu batom, meu rímel e a porra de todos eles, que no final se vestiram e foram embora. Fiquei implorando pra que domingo chegasse logo. Diferente e com meu corpo que tremia de vez em quando sem conseguir me mexer da minha cama, mesmo sentindo nojo de ter toda aquela porra no meu corpo, só fiquei ali parada pra me recuperar da grande foda que tinham me dado. Por sorte, minha mãe me deixou dormir sossegada e quando meu pai chegou, não percebeu nada. Ele brigou muito com ela por causa da decisão dela de não ser comida por nenhum dos colegas dele. Ele ficou furioso e disse que se ela não fizesse isso, teria que sair de casa. Naquela noite, minha mãe dormiu comigo, dividindo a porra dos meus males que tinham me comido até eu ficar exausta.
é bem concisa, mas acho que tá boa
Espero que vocês curtam tanto quanto eu.
E se não leram o começo, aqui vou deixar pra vocês.
http://www.poringa.net/posts/relatos/4392330/Pendejita-muy-putita-asi-empezo-todo.html
VALEU PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
muito em breve a terceira parte
já tô terminando ela
Na sexta-feira cheguei e até aquele momento nada tinha acontecido, pelo menos comigo. Ficava me perguntando onde minha velha escondia os vícios dela, logo percebi que um deles era o açougueiro e o ajudante dele. Não demorei pra sacar que os outros também eram o dono do mercadinho e o verdureiro, todos eles recebiam serviço completo dela. Com certeza no bairro já sabiam o quão puta minha velha era. Eu tava ansiosa pra conseguir mais grana e comecei a andar pelo bairro com as roupinhas que minha velha tinha comprado pra mim, o que não passou despercebido. Foi assim que no sábado um par de amigos do bairro me convidaram pra casa deles. Falei que era melhor a gente conversar na minha. Conversei com minha velha e, mesmo ela não concordando, me deixou sozinha naquela tarde. Eram dois caras grandes, mas não tão grandes quanto meu pai. Trouxeram cerveja, coisa que eu não bebia, e logo me perguntaram quanto eu cobrava. Isso me excitou pra caralho. Dei um preço que não era muito caro, e eles disseram que não tinha problema. Baixaram as calças e mandaram eu chupar os dois. Como uma boa puta, obedeci sem hesitar. Quando um já tava bem duro, me virei pro outro. O primeiro foi pra minha costa na hora, levantou meu vestidinho e puxou minha calcinha fio dental. Já sabia o que vinha. Enfiou o pau na minha buceta e começou a me foder enquanto eu chupava o outro. Tudo em silêncio, só se ouvia meus gemidos de puta. O outro tirou o pau da minha boca e na mesma hora meteu no meu cu. Doeu pra caralho, mas como uma boa puta, tinha que mostrar que tava gostando. Além disso, era muito bom sentir aqueles paus enfiados nos dois buracos ao mesmo tempo. Quando se cansaram de me comer, trocaram. Os dois queriam provar todos os meus buracos. depois disso me fizeram chupar as picas deles e se vestiram, eu cobrei o pagamento dos meus serviços e eles não falavam nada
Por favor, me paguem, eu fiz tudo que vocês mandaram, fiz tudo que vocês quiseram, me deem o dinheiro de vocês, eu mereço, por favor, não sejam tão ruins comigo.
Nenhum dos dois disse nada, eu fiquei chorando enquanto eles iam embora, meu vestidinho tinha ficado todo sujo, mas isso era o que menos importava, eles me comeram do jeito que quiseram e quantas vezes tiveram vontade, olhei o relógio e já tinham passado três horas e meia, não conseguia acreditar como tinham abusado de mim, quando minha mãe chegou e ficou sabendo do que tinha acontecido, me perguntou se eu os conhecia e eu disse que não.
Velha, com certeza tão trampando em alguma casa de putaria, esquece de conseguir cobrar delas, essa foi uma lição: primeiro cobra, depois come, senão tu sempre vai se foder.
Tirei o vestido e fui no banheiro lavar, tava cheio de porra pra todo lado, me senti muito mal por ter perdido daquele jeito, mas era os risco do ofício, segundo minha mãe. Troquei por uma roupa menos chamativa, não coloquei fio dental nem calcinha, o atrito me incomodava. Naquela noite, meu pai ficou bêbado de novo e comeu minha mãe e eu de novo. Doeu por causa da foda que eu já tinha levado, mas não importou muito, sabia que minha mãe ia arrancar uns trocados dele, e foi o que aconteceu. Mas no domingo, enquanto eu tava dormindo, ele falou pra minha mãe que uns colegas de trabalho iam vir, que ela se preparasse porque dava pra tirar uma grana boa.
Velha, você quer que eu coma eles? Nem sonha, querido.
Velho, você e a putinha da menina, são três, já tá tudo resolvido.
Velha, então a gente tem que transar pra você levar a grana? Nem sonha.
Velho, vamos meio a meio, gostosa.
Velha, metade pra cada as bolas e a mina que ganha? A gente divide entre três, senão não tem acordo.
Velho, beleza, tá bom, mas é muita grana. Se arruma gostosa e coloca a menina bem putinha, mais do que ela já é.
Velha, e como é que tu sabe que ela é uma puta? Por acaso tu não comeu ela ontem à noite, filho da puta?
Cara, é por isso mesmo que eu tô falando, essa buceta já engoliu muita pica.
Minha velha veio me chamar, mas eu já tinha ouvido tudo, então ela passou a me maquiar feito uma puta, me colocou uma saia curta de quando eu era mais nova, mal cobrindo a bunda, e uma camisa amarrada sem sutiã, e eu tava sem calcinha, parecia uma puta oferecida, pronta pra pica. Já ela vestiu um vestido mais comprido, mas sem sutiã, e como era decotado dava pra ver os peitões dela, mal cobrindo os bicos. Ao meio-dia chegaram os três, todos morenos, e um muito grande e gordo. Ficaram loucos quando me viram. Pensei: "o gordo não pode fazer nada, com certeza tem uma pica pequena, o porco", mas me enganei. Minha velha foi logo com meu velho, provavelmente pedir a grana, não era boba. Quando voltou, quase não tinha passado nada, e eu já tava cercada pelos três caras me apalpando por todo lado. Minha velha, como toda veterana, pegou um e levou pro quarto, meu velho foi atrás deles, e eu fiquei sozinha com esses dois caras que já enfiavam os dedos na minha buceta e no meu cu, enquanto eu fingia que não tava vendo, até que o gordo tirou a pica. Não era muito grande, mas era bem grossa. Mal cabia na minha boca, já que ele me obrigou a ajoelhar na frente dele e chupar, enquanto o amigo dele abriu meu cu e, depois de cuspir, meteu a pica.
gordo hui nem imagina, os olhinhos da mina ficaram brancos, hoje mandamos essa puta pro hospital
Essa pica entrava e saía do meu cu sem parar, tava me matando e eu nem queria imaginar o que a pica do gordo ia fazer comigo. De repente, ele mijou na minha boca, fazendo eu borrar todo o batom. O outro finalmente encheu meu cu de porra e, sem perceber, eu tinha me mijado toda. Me levaram pro quarto e lá o gordo disse que era a vez dele. Por sorte, ele escolheu minha buceta, que mesmo assim me fez ver estrelas. Quando terminou, me deixou largada na cama. Todos foram com a minha mãe, e foi aí que eu ouvi ela gemer aos berros. Era estranho, porque ela quase nunca reclamava tanto das picas. Do jeito que tava, fui ver o que rolava e minha pobre mãe tava recebendo as três picas enquanto meu pai se masturbava de lado. Ficaram assim quase a tarde inteira, uma hora com a minha mãe e outra comigo. Quando foram embora, as duas ficamos exaustas. O gordo, com a pica enorme dele, tinha destruído o cu da minha mãe e o meu também. Naquela noite, meu pai dormiu sozinho. Ele pagou o combinado e disse que aquilo ia se repetir no fim de semana. Eu pensei que ele ia querer comer nós duas, mas não fez isso. O bêbado já tinha se punhetado e parecia demais. Agora a gente já era as putinhas dele, e ele nos vendia pra ganhar uma grana. Naquele dia, aprendi que os homens ficavam desesperados vendo uma mina como eu de minissaia, decotada e bem maquiada. Aproveitei isso pra arrumar clientes por conta própria. Minha mãe só conseguia transar com algum bêbado; o corpo dela não era igual ao meu. Na quarta-feira, o amigo do meu pai voltou. Falou com a minha mãe, que ele nem tocou, e veio direto pra mim, que tava na cozinha tomando chimarrão. Naquele dia, eu já sabia que algo ia rolar. Minha roupa era uma minissaia. que só me cobria a bunda, uma regatinha bem decotada e justinha que deixava meus bicos aparecendo, toda maquiada pra guerra e sentada de perna cruzada, quando ele me beijou eu falei
Não sei o que você falou com a minha mãe, mas as coisas mudaram. Agora quem manda sou eu. Se quiser transar comigo, me paga o que eu pedir. Pra minha mãe você dá uma grana por deixar rolar. Depois, se você curte ser corno do seu amigo, pode comer ela também, mas isso já é outra história.
Ele não disse nada, aceitou minhas regras, mas me falou que tinha uns amigos que queriam me conhecer, ele pagaria o que fosse e talvez até conhecessem minha mãe. Nem pensei duas vezes, só deixei claro que todos tinham que pagar adiantado. Ele perguntou o preço de cada um, mas disse que ninguém saberia, porém ninguém podia desconfiar que tinham pagado. Eram quatro caras de outra obra que ele tinha. Me deu a grana e falou que na manhã seguinte viria com eles e ficariam até pouco antes do meu pai voltar. Ele queria me ver como uma menina inocente, e eu tinha que estar assim vestida e, se possível, mais maquiada. Quando ele foi embora, ficou um tempão conversando com minha mãe, que ele comeu em cima da pia de lavar roupa. Quando ele foi, minha mãe entrou, parecia muito exausta.
Velha, eu não vou participar, já tô cansada dessa parada de ficar transando com vários caras tão seguido, então se vira aí, sua piranha, me parece que você gosta demais de rola.
Tá bem, gostosa, eu cuido disso, não acho que vai ser pior que domingo.
Velha, é... não sei, mana. Ele me disse que tão com muita fome e, cê sabe, são homens fortes. Sexta eu falo com o bêbado. Aqui ninguém mais me vende. Até agora mantive bem escondido. Se continuar assim, vou virar a puta do bairro, e não quero isso. Se você quiser se dar de graça por mim, tudo bem.
Perfeito, mas isso é por causa do domingo, né? Pegaram pesado com você, véia. Comigo foi diferente.
Velha, tomara que continue sendo assim por muito tempo.
No outro dia, apareceram perto do meio-dia, eu já tava preparada com a mini saia mais curta que tinha, quase metade da bunda pra fora dela e uma regatinha branca bem apertadinha que deixava transparecer meus bicos e bem pintada pra guerra, muito rímel nos olhos e minha boca besuntada de batom bem vermelho, na hora os quatro safados me rodearam e não demoraram nada pra começar a me acariciar.
Macho1: cê é uma deusa, neném, dá pra ver que tu adora brincar
É o meu jogo favorito, adoro que me mimem e sejam carinhosos comigo
Macho2, hoje não vai te faltar isso.
Macho3, ela é quase uma profissional, parceiro.
Amigo, do jeito que você vê, a mina é bem inocente, acha que vai se divertir pra caralho. Então, mina, vem aqui, abaixa e começa.
Tirei o pau dele pra fora e fiquei balançando na minha frente, eu obedeci na hora, me ajoelhei diante do pau dele e comecei a chupar.
Macho1 que obediente que é a mina, parece que ela adora chupar pica, vamos dar pica pra ela assim ela tira a vontade de chupar essa puta
Em segundos, tinha todos os paus na minha cara e eu chupando um pouco de cada um sem parar, sem saber, eu mesma me coloquei no modo de puta viciosa e vagabunda, garota iludida que abusariam com total consentimento, foi assim que me comeram até a exaustão, me dando por todos os lados e, principalmente, enfiando no meu cuzinho apertado, acho que queriam me dar uma lição e conseguiram na hora, mesmo eu pedindo pra serem menos brutos, não ligaram, até meteram dois paus na minha pussy, coisa que eu não sabia que dava, só pararam pra descansar, minha calcinha fio-dental rasgada de lado, minha blusinha toda lambuzada de porra e minha mini-saia virou um cinto, eles foram pegar uma bebida gelada que minha mãe comprou pra eles, acho que era cerveja, que depois me deram pra beber. Depois de uma hora e meia, eles se recuperaram e, pra falar a verdade, eu não aguentava mais, tava exausta e dolorida de tanta rola que levei, mas não podia negar nada, afinal, pra isso tinham pago. A segunda rodada foi diferente, não vieram mais todos juntos, dessa vez foi um de cada vez, enquanto os outros olhavam como me comiam do jeito que queriam até me deixar seca e sem poder gozar mais. Saía um, entrava outro, assim eu recebia sem parar por várias horas, até que chegou um momento em que minhas perninhas começaram a tremer, minha bunda doía pra caralho e eles perceberam pelos meus gritos quando me enfiavam no cu, com certeza tava bem vermelho, mas no fim, depois de tanto me dar, acabei chupando o pau de um por um, me deixaram a carinha cheia de porra e, mesmo me obrigando a engolir muita, terminei toda lambuzada entre meu batom, meu rímel e a porra de todos eles, que no final se vestiram e foram embora. Fiquei implorando pra que domingo chegasse logo. Diferente e com meu corpo que tremia de vez em quando sem conseguir me mexer da minha cama, mesmo sentindo nojo de ter toda aquela porra no meu corpo, só fiquei ali parada pra me recuperar da grande foda que tinham me dado. Por sorte, minha mãe me deixou dormir sossegada e quando meu pai chegou, não percebeu nada. Ele brigou muito com ela por causa da decisão dela de não ser comida por nenhum dos colegas dele. Ele ficou furioso e disse que se ela não fizesse isso, teria que sair de casa. Naquela noite, minha mãe dormiu comigo, dividindo a porra dos meus males que tinham me comido até eu ficar exausta.
2 comentários - Garota doce muito puta (continuação)