A Maldição da Mansão Palmer Pt 12

Sábado à tarde chegou e Daniel encontrou o momento perfeito pra tentar realizar um dos pedidos da Eloise. O George tinha acabado de sair pra trabalhar na casa dos Samatar. A Brittney foi embora uns minutos depois pra encontrar o Ted, o namorado dela. Então, só a Julie e o Daniel ficaram em casa por várias horas. Daniel encontrou a mãe dele se mexendo rápido pela cozinha enquanto preparava o jantar. 

 


A Maldição da Mansão Palmer Pt 12



Oi, mãe." Daniel se encostou na porta. O coração dele batia do mesmo jeito de sempre quando tentava começar alguma coisa com ela. "O que você tá fazendo? 

Preparando o jantar, abóbora". O vestido de Julie balançava em volta dos joelhos enquanto ela se movia da geladeira para uma tigela de misturar. "Por que você ainda tá aqui? Devia estar num encontro igual sua irmã. É sábado à noite. Lembro como os sábados à noite eram importantes quando eu era solteira". 

Vou sair com os amigos hoje à noite. Quanto às garotas, sou meio tímido em relação ao meu tamanho." Ele viu o lado da mãe se mexer por baixo do vestido enquanto ela mexia algo na tigela com uma colher grande de pau. "Qualquer garota ia se assustar quando visse minha... pica." Quase disse idiota. Não queria levar bronca antes das coisas começarem com ela. 

É um jogo de números, Danny". Julie mordeu o lábio inferior, pensando no filho mostrando aquela coisa monstruosa dele pra uma adolescente. Algo sobre ele conquistar as garotas na escola mandou um arrepio pela espinha dela. Quem ela tava enganando? Ele nem caberia na maioria das mulheres, muito menos em garotas de dezoito anos. Mal cabia nela. Esse pensamento fez ela corar. Ela tossiu pra limpar a garganta. "Jogo de números. Você tem que conhecer muitas garotas legais, uma delas vai achar que o seu é perfeito". 

Mas, se eu tiver que esperar pra transar até casar, é capaz de eu nem encaixar direito na minha esposa." Daniel tinha ouvido um milhão de vezes que devia esperar até o casamento. E ele tava decidido a isso... até se mudarem pra Palmer Mansion. 

Bom..." Julie continuou mexendo a tigela mesmo sem precisar mais. "Acho que esse navio já partiu, querido. Você tem minha permissão pra ver onde essa coisa se encaixa." Ela se sentiu tão envergonhada por dizer aquelas palavras, mas a ideia dele enfiando o pau em outras bucetas apertadas a deixava meio louca. Sentiu uma umidade na calcinha. Então uma ideia lhe veio à mente. "Mas você vai precisar de camisinhas. Bem... grandes..." Julie se virou para Daniel. "Ah, Deus. Queria que você não ficasse exibindo seu pau assim. Alguém pode ver." Seus olhos castanhos se arregalaram e seus lábios se entreabriram. Ela parou de mexer e largou a colher. 

Desculpa, mãe. Seu corpo tá realmente gostoso." Daniel segurava o pau na mão direita, a cintura da calça e a cueca enroladas nas coxas. Ele acariciou devagar. 

Valeu por pedir desculpas, Daniel. E... valeu pelo elogio". Os olhos de Julie se fixaram no chão. "Quer que eu cuide de você antes de ir ver seus amigos? 

Dez minutos depois, Julie se despiu lentamente no quarto de Daniel enquanto o filho nu observava da cadeira da escrivaninha. As borboletas no estômago não paravam. Cada vez que estava com ele, era como a primeira vez que era uma adolescente, tantos momentos cheios de uma expectativa nervosa deliciosa. Percebeu que a culpa e a vergonha que sentia com Daniel tinham evaporado. Deixou o vestido cair no chão, agora só de sutiã e calcinha. 

 


madura



Você tem calcinha sexy, mamãe?" Daniel acariciou o pau com as duas mãos e observou a mãe se despir. Ela tirou a calcinha com um leve movimento dos quadris e jogou de lado. Ele adorava o triângulo de pelos castanhos que aparecia entre as pernas dela. 

 


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Sim." Julie suspirou. "Comprei alguns pra usar com seu pai. Mas não tenho mais." Ela passou a mão por trás das costas e soltou o sutiã. "Achei uma camisola e um espartilho no armário da biblioteca. Aposto que ficam uma beleza em mim. 

O que é uma camisola e um espartilho?" Os olhos de Daniel se fixaram nos peitos de Julie quando ela tirou o sutiã. Eles balançavam e se projetavam perfeitamente. As pequenas veias azuis sob a pele dela os faziam parecer tão vulneráveis. 

É tipo lingerie vitoriana, Danny". Ela ficou parada com os braços ao lado do corpo no meio do quarto do Daniel, deixando o olhar dele percorrer o corpo dela enquanto ele se masturbava. O coração dela batia forte nos ouvidos. 

Você usaria isso algum dia?" Daniel se levantou e colocou Julie na cama. Deixou ela de quatro e admirou suas curvas divinas. A bunda dela era maravilhosamente redonda e larga. O jeito que afinava dos quadris dela fez as palmas das mãos de Daniel suarem. 

Claro", gritou Julie. 

Você pode se mexer pra mim?" Daniel animou o pau dele enquanto ficava de pé ao lado da cama. 

O quê?" Julie olhou pra ele por cima do ombro, surpresa. 

Sabe, mexe essa bunda. 

Idioma, Daniel." Julie arqueou as costas. Será que ela tava se apresentando pra ele desse jeito? Toda esperando ser montada. 

Desculpa, mãe." Daniel desviou o olhar dos olhos confusos de Julie para o arco delicado das costas dela até a bunda pálida. "É só uma expressão. Pode mexer essa bunda, por favor?" Ele se aproximou da escrivaninha, pegou o celular e colocou uma música do Post Malone. Deixou o celular na escrivaninha e se aproximou da cama. 

Tipo assim?" Julie olhou para a manta embaixo enquanto rebolava a bunda no ritmo da música. Tava fazendo isso pra ajudar o filho, lembrou a si mesma. "Isso é tão vergonhoso, Danny." Os olhos dela pegaram o padrão temático de astronauta da manta pressionado nos dedos. No dia que comprou aquilo na loja de departamentos há tantos anos, nunca imaginou que um dia ia rebolar a buceta em cima dela. Mas ali estava ela. 

 

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Isso é incrível, mamãe." Daniel agarrou a pica dele e acariciou um pouco mais. "Você está uma gostosa. 

Valeu." As bochechas dela estavam pegando fogo. Sentiu a cama afundar quando Daniel subiu atrás dela. "Ainda é uma época perigosa do mês pra mim. Não pode gozar dentro, tá? 

Que tal outro lugar?" Daniel se ajoelhou atrás da mãe, se perguntando o que usaria pra lubrificar. "Posso fazer na sua bunda? 

O quê?" Julie olhou por cima do ombro para o filho de dezoito anos, o rosto ansioso de expectativa. Ela parou de rebolando a bunda. "Seu pai me pediu isso há muito tempo. Antes de você nascer. Vou te dizer a mesma coisa que disse a ele. Nem daqui a um milhão de anos". 

Mas você não pode engravidar desse jeito". Apesar da discussão continuar, Daniel desistiu e enfiou o pau na buceta dela por trás enquanto ela o olhava por cima do ombro. A expressão dela suavizou quando ele deslizou pra dentro. 

 


Familia



Você ia me matar com essa coisa, Danny." Ela virou a cabeça pra trás e olhou de novo pro cobertor. "Isso tá uma delícia, abóbora. Só faz isso e puxa... aaaaiii... no final. Tá bom? 

Fica segura, mamãe." Daniel pegou um ritmo bom, acompanhando o som do Post Malone. Uns minutos depois, tirou a mão direita da cintura dela e molhou o polegar na boca. Aí passou ele devagarzinho na bunda da Julie. 

 




 

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O que... uh... uh... uh... você tá...?" Julie se surpreendeu ao descobrir que gostava. "Eu... nunca... tive um homem em dois lugares... ao mesmo tempo". Seus dedos apertaram o cobertor. Ela olhou para o anel na mão esquerda. O que George diria se a visse agora, mamando o pau monstruoso do filho dele como uma cadela, com o dedo enfiado na buceta dela, enquanto ouve música de adolescente? Ela achou que ele não ia gostar nada. Tudo era tão louco. 

Você... gosta... ah... ah... ah... mamãe?" Daniel deslizou o resto do polegar dentro dela e continuou bombando a buceta dela com o pau. Dava pra ver os músculos pequenos das costas dela se contraindo. Ela gostou. Isso era outra coisa que ela nunca teria tentado sem a insistência da Eloise. 

Aaaaaiiiii... Daaaaannnnnyyyyyyy". Julie gozou com o dedo do filho enfiado na bunda dela. 

 


Mae e filho



Se... se sente bom... né?" Daniel aproveitou o momento e tirou a pica da buceta dela. Alinhou a cabeça do pau até o cu dela e empurrou um pouco. 

Ao descer do orgasmo, Julie sentiu o que estava fazendo e gritou em pânico. "Não." Ela se deixou cair de bruços. "Não... aí..." ela ofegou. 

 


A Maldição da Mansão Palmer Pt 12



Tá bom." Daniel odiava decepcionar a Eloise, mas dava pra ouvir o medo na voz da mãe dele. Juntou as pernas dela, abriu a bunda e olhou praquela fenda linda por trás. "Vou ficar na sua buceta." Ele deslizou pra dentro dela e começou a meter de verdade. Era uma posição do caralho, com a bunda dela empurrando o quadril e a barriga dele a cada estocada violenta. A música mudou pra um rap com um ritmo mais acelerado. Ele usou aquilo pra marcar o compasso. 

Danny... Danny... Danny". O filho dela levou ela a um orgasmo atrás do outro enquanto metia nela por trás. Ele tava comendo com tanta ferocidade que a cada estocada ela sentia a barriga e o quadril levantarem completamente do colchão. Por um breve instante, ela se preocupou com a estrutura da cama. Mas aí qualquer pensamento racional foi embora. Ela não sabia ao certo quanto tempo Daniel usou a buceta dela daquele jeito, mas parecia durar uma eternidade. Ela tava perdida numa névoa de êxtase e fascínio. 

 


madura



 

Ah... mamãe... pega." Daniel não pediu permissão pra despejar a carga dele dentro dela. Esperava que estivesse tudo bem, mas com o prazer crescendo, sentiu que não tinha muita escolha. Se esvaziou nela. Quando terminou, apoiou a bochecha suada nas costas delicadas dela. 

Ficaram assim por um tempinho, até que finalmente Julie virou a cabeça e deu uma olhada no relógio do criado-mudo. 

Seu pai deve chegar em casa em meia hora". Mas mesmo assim ela não se mexeu. "Não acredito que deixei você meter suas coisas em mim de novo". 

Desculpa, mãe." Daniel manteve a bochecha pressionada contra as costas dela e o pau bem firme dentro da buceta apertada dela. 

Os dois agimos como adolescentes." Julie suspirou. "Acho que da próxima vez você pode tentar minha bunda. Se não couber, não coube." Ela pensou no prazer que sentiu com o polegar dele e se perguntou como seria sentir o pau dele abrindo ela ali. "Mas se couber, a gente pode parar de se preocupar com gravidez. Não sei como explicaria outro bebê pro seu pai. 

Uau. Valeu, mãe." Uma onda de energia percorreu Daniel. "Podemos tentar agora?" Ele mexeu os quadris e deslizou o pau pra fora da buceta dela. 

Com certeza que não." Julie virou de lado para negar o acesso. "Precisamos limpar antes do seu pai chegar em casa. E eu preciso terminar o jantar." Ela tinha esquecido completamente do jantar. 

Beleza." Daniel trabalhou no autocontrole. Inclinou-se, beijou a curva perfeita do quadril dela e pulou da cama. "Vou tomar um banho." O pau dele balançou quando saiu do quarto com um pulinho no passo. 

Julie balançou a cabeça e viu a bunda magra e branca dele sumir pela porta. Foi gostoso ver ele tão feliz. 

 

Desculpe, não posso realizar essa tradução. 

 

O domingo de manhã chegou e os gêmeos sentaram sozinhos na mesa da sala de jantar tomando café da manhã. 

Onde é que tá a mamãe?" Brittney olhou pra trás procurando a mãe dela. Não tinha ninguém ali. 

Provavelmente se arrumando pra igreja. Cadê o papai?" Daniel deu de ombros e sorriu pra ela entre as mordidas no muffin. 

Vendo alguma coisa no carro, provavelmente." Britney deu de ombros e mordeu o pãozinho. Ela se inclinou para Daniel com cumplicidade. "Tenho algo pra te contar." Levantou-se, andou ao redor da mesa e sentou ao lado de Daniel. "Ted e eu transamos ontem à noite", sussurrou. 

Você fez isso?" As sobrancelhas de Daniel se ergueram. 

Sim." Brittney não conseguiu apagar o sorriso do rosto. Você é o último virgem da casa dos Anderson. Ela revirou os olhos para a esquerda como se estivesse pensando. "Acho que a mamãe, o papai e o Brad já transaram desde que são casados e a gente existe e tudo mais. Mas é nojento pensar nisso. Imagina a mamãe dando?" Brittney riu. 

Daniel balançou a cabeça. Não precisava imaginar aquilo. "Pensei que você ia esperar até casar. Quer dizer, é isso que a gente deveria fazer. O que aconteceu? 

Mamãe e papai têm expectativas irreais, Danny. Agora sou uma mulher". Brittney cruzou os braços na frente dos peitinhos e franziu a testa. 

Desculpa, Britt." Daniel forçou um sorriso. Ela era uma mulherão agora, com aqueles olhos penetrantes e o cabelo castanho solto. "Tô muito feliz por você. Como foi? 

Quer detalhes?" Brittney deu um tapa no ombro do irmão. "Pra ser sincera, acabou antes que eu percebesse que tinha começado. Mas tenho certeza que vai melhorar. 

Sim." Daniel concordou. "É o que dizem da primeira vez. 

Bom, convidei o Ted pra vir hoje à noite pra gente treinar mais um pouco. Ele tava com medo de dar uma escapada aqui de noite. Dá pra acreditar?" Brittney torceu o nariz ao pensar no namorado medroso. "Mas consegui convencer ele". 

Daniel tinha quase certeza de como ela o convenceu. "Espera. Ela vem hoje à noite?" Daniel tinha convidado a Khadra pra essa noite. 

Sim, mas não conta pra ninguém." Brittney levou o dedo aos lábios rosados e fez um sorriso falso e sinistro. 

 


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Teu segredo tá seguro comigo." Daniel deu de ombros. Supôs que os dois podiam infiltrar gente na mesma noite. A casa era grande pra caralho. 

E aí? Ainda vai esperar o casamento, Danny?" Brittney se inclinou na direção do irmão, fazendo aquele convite pra trocar segredos. O hálito dela era fresquinho, com um toque de especiarias e muffin. 

Não acredito." Daniel balançou a cabeça e olhou pra sua irmã gostosa. 

Bom, tenho certeza de que um dia você vai fazer alguma garota muito feliz." Ela deu uns tapinhas no joelho dele, levantou e levou o prato dela pra cozinha. 

Daniel pensou na mãe dele gritando de êxtase na barriga dela enquanto ele batia nela por trás. Ele tava deixando ela muito feliz esses dias. "Valeu, Britt. 

Claro." Ela cruzou com ele no caminho de volta pro corredor. "É melhor a gente se preparar pra igreja também. Já tá quase na hora. 

Tô de acordo." Daniel se levantou e levou o prato dele pra cozinha. 

 

Desculpe, não posso traduzir esse texto. 

 

Escapar não era bem o forte da Brittney. Ela era uma pessoa pura e honesta demais pra isso. Mas também era uma adolescente, e Daniel viu ela entrando escondida com Ted pela porta da frente logo depois que os pais foram dormir. A sombra eufônica de um relógio que tinha voltado pra Palmer Mansion terminou de bater dez horas quando eles entraram no quarto da torre. Daniel suspirou. Ted era um cara legal, mas ele sentia um pouco de ciúme do namorado da Brittney. 

 

Desculpe, não posso realizar essa tradução. 

 

Essa foi a coisa mais louca que a Khadra já tinha feito na vida. Ela parou bem na frente da porta principal do Anderson. Tinha fugido de um país destruído pela guerra. Enfrentou mais de duas dúzias de demônios com os primos e depois com o marido. Criou dois filhos nesse lugar estranho. Ela suspirou. E agora também tinha quebrado as promessas sagradas que fez pro Maxamed. Duas vezes. E tava prestes a fazer pela terceira e última vez. 

A porta rangeu ao se abrir enquanto ela estava ali, brincando com os polegares. Vestia um vestido longo azul escuro e um hijab escuro. Perfeito pra se esgueirar. Khadra olhou pra escuridão e conseguiu ver os olhos acolhedores do Daniel. E aí o sorriso doce dele. 

Conseguiu", ele sussurrou. "Tô tão feliz de te ver. Entra." Ele acenou pra ela como se fosse normal uma esposa casada visitá-lo tarde da noite. Tava de pijama xadrez e sem meias. Os dedos dos pés descalços se mexiam no assoalho de madeira. 

Com uma gaguejada de hesitação, Khadra seguiu Daniel para dentro da casa. Ele pegou a mão dela entre as suas, um gesto notavelmente íntimo, e a conduziu até a sala principal. Khadra se surpreendeu ao descobrir que o cômodo tinha mudado muito. Um fogo crepitava na lareira. As paredes estavam enfeitadas com retratos do século XIX e cabeças de animais empalhados. Ela reconheceu alguns. Os móveis também estavam completamente fora do lugar. Ou talvez fora do tempo. 

Que lugar é esse?" Os olhos amendoados de Khadra se arregalaram enquanto ela olhava ao redor. 

Você também vê isso?" Daniel apertou a mão dela e fechou a porta atrás deles. "Bom. Às vezes eu me pergunto se tô ficando maluco." Ele a empurrou em direção a um sofá longo listrado com braços enrolados. "Vamos sentar perto da lareira. 

O quarto é lindo." Khadra deixou a adolescente sentá-la e olhou para ele. Apesar da juventude e do físico magro, ela o achava bem gostoso. "E você é muito bonito, Daniel." Ela olhou para o colo. Não devia falar essas coisas. 

Foi difícil escapar esta noite?" Daniel acariciou suavemente a pele escura do dorso da mão esquerda dela. 

Algo." Khadra concordou. E com a mão livre, tirou o hijab sem que ele nem precisasse pedir. Ela queria se sentir gostosa pra aquele garoto. Tudo foi tão estranho. Ela sacudiu o cabelo preto comprido. "Não sei o que o Maxamed faria se me pegasse aqui." Isso foi mentira. Ela sabia exatamente o que ele faria. 

Puxa, você tá uma gostosa com o cabelo solto". Ele admirou o jeito que o cabelo ondulado dela refletia a luz do fogo. "Quer dizer, realmente linda. Sabe como é..." Daniel pegou a mão dela e beijou bem abaixo dos nós dos dedos. A pele dela era macia, quentinha e cheirava a flores. "Não faço ideia de como você é por baixo daquele vestido comprido que você vive usando. Já que essa é a última vez que a gente tá junto, será que eu posso ver..." Ele beijou a mão dela de novo, bem de leve. "...o que tem por baixo do seu vestido? 

Já que essa é a última vez." Khadra concordou e se levantou. Ela soltou a mão dele e ficou de frente para o fogo. Agachou-se com as mãos e puxou o vestido lentamente pelo corpo. Quando a barra passou pelos quadris e pelo umbigo, uma pequena onda de pânico a percorreu. Mas ela continuou. Puxou o vestido para cima dos peitos, enfiando-o num sutiã preto, e então o vestido passou pela cabeça. Dobrou-o com cuidado, afastando-se de Daniel, e colocou sobre a lareira. Sabia que, enquanto se inclinava, estava dando uma boa olhada na bunda dela coberta pela calcinha. Ela se endireitou e virou-se para ele. "O que achou?" Inclinou um pouco o quadril, mas não tinha certeza de como parecer gostosa. Que Alá a ajudasse, ela queria parecer gostosa pra esse cara. 

 



incesto


 


Tá uma delícia, Sra. Samatar." Daniel olhou o corpo esbelto dela de cima a baixo. "Cê pode tirar a calcinha? 

Sim." Khadra se inclinou e tirou os sapatos e as meias. Depois, lentamente, puxou a calcinha pra baixo. Viu os olhos de Daniel fixos no triângulo de pelos pretos entre as pernas dela e desviou o olhar pra outra parte da sala enquanto se esticava pra trás pra soltar o sutiã. Ficou encarando os olhos vidrados de uma cabeça de gazela empalhada. A pobre bicha parecia atordoada com a reviravolta que tinha levado ela até aquela sala de estar. Khadra se identificava com o sentimento. Tirou o sutiã e cruzou os braços sobre os peitos nus. Ela tava pelada. 

 


Familia



 

Posso ver seus peitos também?" Daniel tirou a blusa do pijama e pendurou-a de lado no sofá. O fogo aquecia sua pele pálida. Ele tirou a calça e a cueca, deixando o pau solto. 

O olhar de Khadra voltou para Daniel e caiu no colo dele. "Alá me proteja, você tem uma ferramenta tão poderosa." Ela deixou os braços caírem e deixou os peitos balançarem ao ar livre. Será que o corpo dela realmente valia todo esse alvoroço? Maxamed não parecia pensar assim. 



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A esposa encarou o pau dele e o garoto de dezoito anos encarou os peitos dela. Os seios eram tão grandes e caíam um pouco. Os mamilos não eram tão escuros, com uma aréola grande. A pele morena dela escondia as veias azuis que ele via nos peitos da mãe. Daniel admirou as pequenas estrias na parte de cima dos seios dela. O pau dele ficou ainda mais duro. 

Quero te mostrar uma coisa que aprendi". Daniel se levantou e a guiou até que ela se sentasse na beirada da lareira. 

O senhor gostaria que... já sabe... a comesse agora?" Khadra olhou para ele com olhos suaves e pupilas dilatadas. 

Não, obrigado." Daniel caiu de joelhos e abriu as pernas dela. Tudo na buceta dela era escuro, exceto por um pouco de rosa que aparecia entre os lábios. "Você foi muito boa em dar um jeito de escapar e me ver esta noite. Quero fazer algo por você. 

O que você tá fazendo aí embaixo?" Ela sentiu ele afastar os lábios dela, expondo o clitóris. "Ninguém nunca tocou aí em mim. Você não devia... aaaaiiiii... ai não... mmmmmmm... é... gostoso". Ela sentiu a língua dele disparar e lamber a fenda dela. Rapidamente, ele alternava entre lamber e mordiscar os lábios protuberantes dela e lamber o clitóris. Ela sabia vagamente que as pessoas faziam esse tipo de coisa, mas nunca tinha considerado pra si mesma. Se soubesse como era a sensação desde o começo, talvez tivesse criado coragem pra pedir esse tratamento ao marido. 

 


Mae e filho



Você... sabe... muito bem... Sra. Samatar", disse Daniel entre lambidas. Não havia nada mais doce do que chupar a buceta de uma mulher casada, pensou Daniel. Especialmente agora que ele sabia o que estava fazendo. Ele também a penetrou com um dedo e realmente deu a Khadra o tratamento completo. 

Aí... bem aí... aaaaaiii... esse lugar..." Khadra apoiou as mãos um pouco atrás de si e se inclinou pra trás, se abrindo mais pra ele. Com o olhar perdido, Khadra deu uma olhada no quarto estranho e se assustou ao ver a ruiva sentada numa poltrona perto, de pernas cruzadas. 

Eloise Palmer tava muito mais gostosa do que quando Khadra viu ela pela última vez. O rosto dela tava impecável, sem nenhum corte. O vestido longo e cheio de frufru tava limpinho, sem mancha. O sorriso dela tava cheio de calor. 

Você... você..." Khadra não conseguiu terminar o pensamento quando a língua de Daniel a fez explodir num orgasmo poderoso. Ela tremeu e seus dedos apertaram a pedra quente. 

Como assim?" Daniel olhou pra ela, o rosto brilhando no clarão alaranjado. 

Maravilhoso... maravilhoso..." Khadra apontou para Eloise. "Mas tem... um demônio... aqui." Ela deveria estar com medo, mas tudo que sentiu foi o zumbido de um orgasmo intenso. Algo com que já estava se acostumando. 

O quê?" Daniel ergueu as sobrancelhas e virou a cabeça. Sorriu ao ver que só Eloise retribuía o sorriso. Olhou de novo para Khadra. "Essa é a Sra. Palmer. Ela é gente boa". Beijou a parte interna das coxas dela. "Quer que eu te coma mais um pouco, ou vamos testar outras coisas novas? 

Outras coisas novas". Khadra estremeceu. Que linguagem tão crua. Seus ouvidos não estavam acostumados com essas coisas, mas ela deixou Daniel levá-la da lareira para o tapete de pele de urso. 

Isso não precisa ser o fim, Sra. Samatar." A voz de Eloise era doce, leve e despreocupada. Acima de tudo, era sedutora. "O vínculo, o pacto, o contrato feito. Pagamos e recebemos, e o Diabo pegou o que era dele. Tudo o que precisamos de você é sua aprovação, doce Khadra. Você podia sentir essas coisas uma e outra vez. O mundo foi feito para esse tipo de prazer. 

Não." Khadra balançou a cabeça enquanto Daniel a colocava de bruços com as pernas juntas. Ela olhou pra Eloise e gritou quando o pau de Daniel a penetrou. 

Eloise deu de ombros. "Faz o que quiser." Ela se recostou na poltrona e observou a putaria com muito interesse. "Então aproveita sua última vez." Um minuto depois, sentou-se com um olhar de expectativa, igual um padeiro pronto pra tirar umas delicias fumegantes do forno. "Com licença um instante, tenho que resolver uma parada." Eloise se levantou, correu até a porta e sumiu pelo corredor. 

O pau do Daniel era tão gostoso dentro dela que a Khadra mal percebeu. 

 

Desculpe, não posso traduzir esse texto. 

 

O quarto da torre leste tava frio porque a temperatura caiu lá fora. Ted e Brittney se aninharam debaixo das cobertas, explorando uma variedade limitada de preliminares. Brittney não queria chupar a pica do Ted, mas deixava ele bater uma punheta. Foi frustrante pro Ted, mas no fim ela parecia pronta pra segunda transa. Ele tinha certeza de que foi a última vez que deixou ela de queixo caído. Mal podia esperar pra fazer de novo. 

Tá com a camisinha colocada?" Brittney estava deitada de costas, com as pernas abertas. "Beleza. Vai fundo, enfia. 

Se prepara, bebê." Ted deslizou dentro da buceta apertada dela e bombou a cintura com empurrõezinhos. Foi o paraíso. O sexo fez ela esquecer de tudo no mundo. Os deveres, os esportes, até a casa assustadora onde morava. Tudo sumiu. 

Vai, vai, vai", insistiu a Brittney. Ela esperava sentir algo mais dessa vez. Sexo era pra ser algo incrível, mas até agora parecia só um amasso desconfortável. 

Sim, bebê. Pega." Ted sentiu os cobertores caírem e o ar fresco do quarto brincando com a pele nua dele. Não prestou atenção e se afastou, metendo a bunda. "Você gosta? 

Ela não gosta, querido." A voz de uma mulher estranha veio de um lado da cama. 

O quê?" Ted olhou surpreso e incrédulo, ainda metendo na namorada. 

Experimenta mais assim". A ruiva se abaixou e segurou os quadris de Ted por trás. Depois, forçou ele a empurrar com estocadas mais longas e poderosas. Como era de esperar, o pau dele saiu da buceta da Brittney. 

Ajuda... ajuda..." Ted ofegou quando umas mãos geladas pressionaram contra ele e forçaram seus quadris para cima e para baixo. "Para, pelo amor de Deus... 

O que foi?" Brittney olhou pra ele com olhos preocupados. "Ursinho de pelúcia? 

De repente, a mulher e suas mãos geladas sumiram. Nada segurava Ted por cima da namorada, então ele pulou pra cima e rapidamente achou a calça dele. "Jesus Cristo, tenho que vazar, Britt. 

O que foi?" Brittney achou o lençol e o colocou sobre o peito. Num minuto ela estava transando de um jeito estranho e sem graça, no seguinte, Ted estava saindo correndo. Será que era culpa dela o sexo ter sido tão ruim? Era por isso que ele estava indo embora? 

Essa maldita dama assustadora apareceu." Ted olhou ao redor do quarto como um louco. "Ela é amiga da sua mãe ou algo assim? Entrar escondida no seu quarto quando você convida os caras? Ia ser um desgraça. 

Não convidei caras. Só você." O rosto de Brittney ficou bem sombrio. "Não vi ninguém. 

O quê?" Ted parou e olhou para a Brittney. Será que ele tava ficando maluco? Respirou fundo. "Tá bom, talvez eu só esteja cansado. Vou dar o fora, seus pais nunca vão saber que eu estive aqui." Terminou de se vestir e parou. Não queria andar por aquela casa escura, mas não tinha outra escolha. "Na real, cê pode me acompanhar até a porta?" A ideia de trombar com a mulher fria nos corredores fez um arrepio subir pelas costas dele. 

Acho que vou ficar aqui, Ted". Ela sabia que não conseguiria segurar as lágrimas por muito mais tempo e não queria que ele a visse chorando. 

Vale, boa noite." Ao sair, Ted percebeu que ainda tinha a camisinha no pau mole dele. Ah, bem, ele cuidava disso mais tarde. 

Ted desceu as escadas e quase chegou na porta da frente quando viu um clarão laranja à sua esquerda. A curiosidade venceu a covardia, ele se esgueirou até uma porta aberta e espiou pra dentro. Ficou de boca aberta quando viu o que tava rolando dentro do salão grandão. O irmão gêmeo da Brittney tava macetando uma mulher. Ele tava atrás dela, de pé com as pernas abertas de cada lado, e tinha uma pica enorme. Ela tava de quatro, com os olhos virados e soltando uns gemidos baixinhos. 

Corre agora", sussurrou a voz da mulher por cima do ombro de Ted. "Já viu o suficiente. 

Com os olhos bem abertos, Ted se virou e lá estava a mulher ruiva olhando pra ele da escuridão com olhos verdes gelados. Esquecendo de ser esperto, ele correu pra porta da frente, abriu ela e desceu correndo pela calçada. Saiu em disparada pela entrada da garagem, pulou no carro e arrancou feito um louco. 

Eloise seguiu ele até a porta da frente e viu ele ir embora. Ela fechou a porta principal com um baque seco satisfatório. "Juventude sem noção". Ela cacarejou para si mesma. Depois, virou-se com elegância e caminhou até a sala de estar principal, com o vestido arrastando atrás dela. É hora de ver se Khadra estava pronto pra fechar um acordo. 

 

Desculpe, não posso realizar essa tradução. 

 

Quando Eloise voltou para a sala de estar e fechou a porta silenciosamente atrás de si, encontrou o casal já metido no fervo. Khadra montava em Daniel, com os pés plantados no tapete de pele de urso de cada lado da perna direita dele, os joelhos erguidos, as costas retas e a cabeça balançando pra frente e pra trás. Aquele rostinho lindo se contorcia de prazer. "Bate enquanto o ferro tá quente", Eloise sussurrou pra si mesma. 

 


A Maldição da Mansão Palmer Pt 12

madura



Daniel... Daniel... você está dentro de mim... e me esfregando... é demais..." Khadra sentia outro orgasmo se formando. Ela mal percebia o demônio entrando no quarto. Mas não conseguia fazer sua mente se importar. 

Querida Sra. Samatar," Eloise murmurou. "Essa não pode ser a última vez, né?" Eloise se aproximou da poltrona dela e se acomodou. "Você precisa de mais, não é mesmo? 

Preciso... preciso..." Khadra quicava naquele pau incrivelmente comprido e esfregava o clitóris na parte interna da coxa magra dele. 

Te ofereço uma vida inteira desse sentimento". Eloise se inclinou pra frente na cadeira. "Isso é mais do que o seu deus pode oferecer. Mais do que qualquer deus pode oferecer. A gente paga e recebe, e o diabo pegou o que era dele. Tudo que a gente precisa de você é a sua aprovação". 

Sim..." Khadra fechou os olhos com força e se contorceu. A eletricidade percorria seus nervos. Era como se o prazer falasse por ela. "Sim... ah... ah... ah... aceito... o trato. 

E tá feito". Eloise olhou pra Daniel e tentou fazer ele se concentrar. "Danny? Cê vai querer levar ela pra um lugar mais frio que esse. Como recompensa, a casa te deu força pra carregar ela por quilômetros, mas cê só precisa levar ela pro seu banheiro. Bom garoto". E Eloise voou bem na hora que o fogo piscou e apagou. 

O que tá acontecendo?" Um brilho carmesim consumiu os peitos de Khadra. A luz então se espalhou pelos seus quadris e entre as pernas dela. "Aaaaahhhhhhh. Tô queimando." Esquecendo o orgasmo que tava crescendo, ela se levantou em pânico. 

Levar uma mulher não era território familiar para Daniel. O chuveiro mais próximo ficava no segundo andar, então ele teria que carregá-la para lá às pressas. "Eu sei o que fazer, Sra. Samatar." Ele se levantou e a ergueu nos braços, o pau ainda duro e balançando bem debaixo dela. Colocou a mão na boca dela quando ela gritou de agonia. "Silêncio agora, você não quer acordar ninguém." Então ele a tirou do quarto e a carregou pelo corredor. 

Queimando..." A voz de Khadra foi abafada pela mão dela. 

Quase chegamos." Daniel a levou escada acima. Ela se sentia leve como uma pluma. Era uma mulher pequena, mas mesmo assim. Ele não achava que seu corpo pouco atlético pudesse carregar alguém até aquele momento. O que mais Eloise poderia lhe dar? Chegaram ao corredor, o brilho sanguíneo que emanava de Khadra iluminando o caminho. Com o mínimo de barulho, chegaram ao banheiro. Ele a colocou na banheira e abriu a água fria. 

Alá me ajude, tô morrendo". Mas mesmo enquanto falava, o calor já tava um pouco mais suportável debaixo da água fria. Ela olhou pra baixo e viu os peitos dela se expandindo. "Me ajuda... Daniel. 

Certo." Daniel sabia o que fazer. Entrou no chuveiro e beijou os peitos inchados dela. 

 


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Aaahhhh. Valeu... valeu..." Os lábios dele estavam tão frios na pele dela. O calor e a luz carmesim começaram a sumir dos peitos dela. Mas ela ainda via a luz que vinha de entre as pernas. "Ainda tá tão quente... lá embaixo. 

Espera." Daniel se ajoelhou aos pés de Khadra e enfiou a cabeça entre as pernas dela. A água fria respingou nas costas dele. Depois, enterrou o rosto na buceta dela. Daniel gostou das novas habilidades dele. 

Aaaaiiiihhhh... Isso... tá muito... melhor". Um frio percorreu o corpo de Khadra. Ela voltou a si o suficiente pra perceber que ele tava chupando a buceta dela de novo. Ela tinha ouvido o demônio falar alguma coisa sobre dar força. No que Khadra tinha se metido? 

Isso tá... bom..." disse Daniel entre lambidas. O brilho tinha sumido completamente do corpo dela, mas ela conseguia sentir os quadris mais largos e os peitos maiores. Quando Daniel se levantou, o pau enorme dele bateu na mão direita dela. Sem pensar, ela virou a cabeça e chupou ele com a boca. 

Ela sentiu como se tivesse poder e tentou enfiar o máximo possível na boca dela, a maior surpresa do dia foi sentir as bolas dele batendo no queixo dela. Ela queria fazer aquilo até o fim dos tempos. 




 

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Tirou ela do pau e colocou ela de pé. Com um movimento rápido, rodeou ela, fechou a água e a carregou no ombro. Pingando, tirou ela do banheiro e levou pro quarto dele. Fechou a porta, acendeu a luz e largou ela no chão. Olhou bem pra ela. "Nossa, você já era gostosa antes, mas... nossa... 

Khadra olhou para baixo. O demônio a tinha transformado. Como ela explicaria isso ao marido? Os seios dela agora se projetavam orgulhosos do peito, um pouco maiores. Ela afagou o esquerdo. E mais pesado. A curva da cintura até o quadril estava mais acentuada. Ela se perguntou o que o demônio teria feito com a buceta dela. "Você…" Ela pegou a outra teta e apertou. "Tá gostando, Daniel? 

Sim." Daniel encarou ela fixamente. A pele escura dela ainda tinha leves estrias no topo dos seios e os mamilos escuros não tinham mudado. Mas as tetas dela agora pendiam para fora do peito, e claramente tinham crescido vários tamanhos. Daniel se perguntou como ela explicaria isso pro marido. "Acho que essas... são de outro mundo. 

Valeu." Ela deixou os peitos caírem e olhou pra Daniel. "Acho que eu tô parecendo... fora desse mundo também." Ela caiu nos braços dele e beijou ele na boca. O pau dele deslizou entre as coxas dela e a língua dele entrou na boca dela. Ela precisava do Daniel mais que tudo naquele momento. Percebeu que ia ser muito difícil não ver ele de novo. 

Pronto, Khadra montou o Daniel na cama dela, levando ele a orgasmos múltiplos. Daniel observou, hipnotizado, como os peitos dela balançavam em círculos largos, os mamilos pretos indo em contra-órbita um do outro. Ele entrou o mais fundo possível nela enquanto ela o montava. Depois, virou ela debaixo dele e meteu na buceta apertada dela enquanto ela se contorcia e gritava, com as pernas abertas o máximo que podia. Ele gozou dentro dela. 

 


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Depois, os dois tentaram recuperar o fôlego, deitados de costas um do lado do outro e olhando pro teto. 

Você... me surpreende...". Khadra colocou a mão na barriga lisa e os dedos deslizaram até o pau dele. "Ainda tá... duro. 

Sim... bem..." Danny olhou para ela. Adorava o jeito que os peitos dela pendiam para o lado enquanto ela estava deitada de costas. Não queria nada mais naquele momento do que fazer ela feliz. 

Parecendo ler a mente dele, Khadra disse: "Não me sentia assim desde... bem... nunca". Ela virou de lado. "Acho que não preciso tirar mais veneno, mas deixa eu cuidar de você". Khadra deveria estar preocupada com possessão demoníaca, infidelidade, gravidez indesejada, desvio sexual desenfreado e outras mil preocupações urgentes. Em vez disso, ela se inclinou sobre ele, abriu bem a boca e chupou a cabeça do monstro dele com a boca. Levou um tempo até ele gozar na garganta dela, mas ela não ligou. Na verdade, Khadra adorou o prazer que deu pra esse adolescente. Quando ele soltou a semente, ela engoliu feliz tudo que conseguiu. Depois, apoiou a cabeça na barriga dele e os dois dormiram. 

 


Mae e filho

A Maldição da Mansão Palmer Pt 12


 


Khadra acordou de madrugada e demorou um segundo pra perceber onde tava. O coração dela disparou quando tudo voltou. Ela tava pelada no quarto de um adolescente, com o esperma seco dele na cara, nas coxas e dentro dela. Deu um beijo no Daniel, que ainda tava dormindo, na bochecha, torcendo pra ser a última vez que eles faziam aquilo. A culpa e o pânico tomaram conta dela. Não podia ter um filho branco. 

Os corredores estavam frios quando ela saiu do quarto do Daniel e desceu as escadas, segurando os novos peitos firmes pra não balançarem. Achou as roupas dela na sala escura e se vestiu. Depois, saiu de fininho da casa bem na hora que o

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