O Bully Negro
-Não foi ninguém, mãe.- Disse Ricardo.Eu caí na saída da escola.
-Uma queda não te deixa com um olho roxo e uma costela machucada.- Eu disse, irritada. Sabia que ele tinha apanhado, mas ele se recusava a me contar a verdade.- Foi uma queda forte... só isso.-Continuei com a versão dele. Não disse mais nada. Levantei da cama e saí do quarto dele.
Meu nome é Skarlet. Tenho 46 anos e sou mãe de dois: Victoria, de 24 anos, e Ricardo, de 21. Estou recém-divorciada e tinha um monte de coisas na cabeça naquele momento, entre a mágoa, a confusão do divórcio, as contas a pagar, etc. Discutir com meu filho sobre o que realmente aconteceu com ele na escola era a última coisa que eu precisava naquela hora.
Desci as escadas da casa, que tem dois andares, e mesmo não sendo uma casa luxuosa, a verdade é que sempre me esforcei para que estivesse à altura de uma casa ostentosa. Paredes brancas, escadas de madeira perfeitamente envernizadas, mobília moderna, tudo impecável. Enfim, sentei em um dos sofás da sala ampla. Fiquei olhando para o nada por alguns segundos e então, decidida, peguei meu celular, que estava na mesa de centro da sala.
Depois de várias ligações, finalmente uma pessoa resolveu me contar o que tinha acontecido. Felícia, a garota de quem o Ricardo gostava, me contou que um garoto novo chamado Yonatan (sim, escrito assim mesmo) tinha surpreendido meu filho em uma esquina perto da escola onde estudam, e depois de trocarem algumas palavras (ela não me disse o que foi dito), esse tal de Yonatan bateu nele com força.
Senti o sangue ferver de raiva. Então, depois de algumas ligações para outras pessoas, consegui mais informações sobre esse garoto novo. Pelo que descobri, era um garoto negro, que estava alguns anos abaixo do meu filho. Consegui o número de telefone dele e, sem hesitar, liguei, mas sem sucesso, já que ele não atendeu nenhuma das 8 vezes que tentei. Por isso, mandei uma mensagem no WhatsApp. Aqui a transcrição da conversa, com erros ortográficos e tudo:>Ei, que seja a última vez que você mexe com o Ricardo.- Eu mandei uma mensagem. Nem sabia por onde começar, mas achei que isso ia assustar ele>Ah é? E quem é você? A mamãe dele?- Ele me respondeu, para minha surpresa, quase na hora.>Puta merda, você é mesmo!!! Hahahahaha- ele me escreveu na hora, com um monte de carinhas sorrindo. Acho que viu minha foto de perfil, que tava eu com ele e a Victoria.> Sim, eu sou. Se afaste dele, senão vou à polícia.-Ameacei ele.>Se quiser vai. Vamos ver quem eles vão foder primeiro.- Ela me respondeu.> Do que você tá falando?- Eu respondi. O Ricardo não tinha que ser fudido, o agressor era esse moleque aqui.>Seu filho é um imbecil. Vive zoando os colegas negros e fazendo piadinhas racistas idiotas e incomodando os outros. Eu só coloquei ele no seu lugar.- Ele me disse.>Ah, claro. Ninguém vai acreditar nisso.- Eu mandei mensagem.>Ah não?- Ele me respondeu.
Em seguida, me enviou vários vídeos do Ricardo importunando os garotos negros da escola. Contando piadas ofensivas e chamando-os por nomes degradantes. Na verdade, em um dos vídeos, no último, para ser mais específica, ele chamava o próprio Yonatan de "macaco-prego". Me senti extremamente envergonhada por tudo que estava vendo. Meu filho, meu próprio filho, que eduquei e inculei os melhores valores que pude, estava zoando as pessoas só por causa da cor da pele. Fiquei muda, não sabia o que dizer.>E aí? Agora não tem mais nada pra falar, né?-Ela me mandou mensagem.>Olha... não sei o que dizer. Estou muito envergonhada. Eu não criei ele pra ser assim.- Eu mandei mensagem.>Claaaaaro, claro. Agora a culpa do comportamento dela não é de ninguém.Ele me mandou mensagem.>É a verdade. Eu dei a ela a melhor educação que pude.- Eu te mandei mensagem. Me senti desarmada, impotente.> Olha, mulher, não sou nenhum idiota. Esse tipo de coisa geralmente começa em casa, com pais racistas ensinando essas merdas pros filhos.
>Eu não sou racista.- Eu disse.Como posso saber? Você soa como uma racista que acabou de ser exposta.
>Deve ter alguma coisa que eu possa fazer pra consertar essa bagunça toda.
>Claro, claro. E agora você quer que eu confie na mãe de um imbecil da Ku Klux Klan.
> Tô falando sério. Dá pra fazer alguma coisa. Sei lá, algum tipo de serviço comunitário ou uma doação.- Eu disse. A verdade é que o divórcio me deixou bem apertado financeiramente, mas achei que poderia juntar uma grana e doar pra alguma ONG antirracista ou algo assim.>Nah. Pura bobagem. Para consertar o que fez, pode começar chupando meu pau.- Ele me disse. Ao ler esta mensagem, ela se apagou automaticamente.>Como é?-Escrevi, atônita.> O que você leu.- Ele me respondeu. Essa mensagem também se autodestruiu automaticamente alguns segundos depois.>Parece que você é burro mesmo- Mandei mensagem.Você acha?- Ele me mandou mensagem. Essa mensagem também foi apagada automaticamente.>Não acredito, tenho certeza. Só um idiota acha que eu vou chupar o pau de um puber.- Mandei mensagem.>Nossa... seu filho vai acabar com mais do que só costelas quebradas- Ele me mandou mensagem. Mais uma vez, a mensagem foi apagada poucos segundos depois de ser lida.>Você não teria coragem.- Eu mandei mensagem.>Quem vai me parar? Os amiguinhos do seu filho são uns idiotas fracotes. Posso com eles fácil.- Ele me disse. Essa mensagem também foi apagada.
Naquele momento, chegou uma foto. O que meus olhos viram, minha mente se recusava a acreditar. Era uma cock negra descomunal. Parecia gigantesca, grossa, venosa. Desumana. Fiquei olhando fixamente, atônita, por alguns segundos. Estou separada do Javier, meu ex, há dois anos. A papelada do divórcio mal tinha começado naquele mês em que estávamos. Mas já fazia vários anos que eu não via uma cock, estava focada nos meus filhos. E, claro, sem ver algo tão enorme quanto aquilo. A foto não tinha sumido como o resto das mensagens.>Te espero no estacionamento do instituto em uma hora. Vai mamar minha rola. Não se atrase.- Ele me disse. A mensagem, assim como as anteriores, se apagou sozinha. (Para não soar tão repetitiva, o resto das mensagens dele também foram apagadas automaticamente.)>Você espera que eu chupe isso?- Eu respondi.>Pra começar, sim.- Ele me respondeu.>Pra começar?- Eu te mandei uma mensagem.>Se apresse. Não é bom para seu filho que você chegue atrasado.- Ele me respondeu.
Não sabia o que fazer. Pensei em chamar a polícia, mas não tinha provas concretas de que ele tinha dito o que disse. Tinha a foto, sim, mas não achei que provaria nada. Além disso, não podia me envolver num problema desse tamanho, estava no meio do divórcio, e poderia perder uma grana preta.
Olhei o relógio. Peguei as chaves do meu carro, um Honda Civic azul de 2007, minha bolsa, e saí de casa rumo ao estacionamento do instituto. Não tinha muito trânsito, então cheguei com dez minutos de sobra. Estacionei e fiquei dentro do carro esperando. Era um campo aberto, e amplo, cercado por árvores, jardins e calçadas, naquele momento estava vazio, meu carro era o único no local. Naquela hora, 6 da tarde, não tinha mais ninguém da instituição.
Poucos minutos depois, vi ele chegando de longe. Vinha andando, vestido com um moletom roxo com capuz, que estava usando, e um agasalho esportivo Adidas, de um azul meio berrante. Tinha, ainda, um par de chinelos com meias, algo extremamente "caipira" como dizemos aqui no meu país. Parecia mais magro que nas fotos, embora a roupa que usava fosse bem larga. Mas era bem alto, mais que eu, inclusive, que tenho 1,73 m. E dava pra ver o pacotão na virilha quando ele andava.
Ele chegou até meu carro e bateu de leve na janela do passageiro. Eu abaixei o vidro e observei bem o rosto dele. Nossa, era preto, muito preto. Sem dizer uma palavra, ele abriu a porta, tirando a trava, e sentou dentro.- Então, você é a mãe do racista.- Ele me disse.-Olha, tudo isso é um mal-entendido...-Comecei a falar pra ela.-Ssshhhh- Ela me deu bola.Não tenho muito tempo. Vem, começa a chupar.- Ele disse enquanto abaixava o macacão. Não estava usando cueca, e seu pau ficou exposto. Ao vivo parecia ainda maior, já estava ereto. Dava para ver muito mais veias ao longo e em volta daquele enorme cacete. E ainda tinha uma mata grossa de pelos na base. O cheiro de pau e suor inundou o interior do meu carro, assim como os meus sentidos. Fiquei alguns segundos olhando sem palavras.-Meu Deus... mas... isso... é...-Não sabia o que dizer.-...Grande.- Ele completou.Vai, começa a chupar, senão eu vou embora e quebro a cara de racista do Ricardito.- Ele me ameaçou.-Calma, calma... é que... eu não esperava...-Eu disse, tentando ganhar tempo, embora não soubesse para quê. Não vou negar que uma pontada invadiu minhas entranhas. O pau do meu ex-marido não chegava nem à metade. E já fazia um bom tempo que eu não tinha ação, então a impressão que estava tendo naquele momento me excitava enormemente.- Se você me disser para esperar mais uma vez, o acordo acabou e seu garotinho vai sofrer as consequências, puta.- Ele me disse. O fato de ele me chamar de "puta" me pareceu tão... tão... não sei como dizer. Só sei que aquela palavra ecoou nos meus genitais.
Diante da ameaça, aproximei meu rosto do pau dele bem devagar, sob seu olhar atento. A ponta estava brilhante, molhada. O cheiro ficava cada vez mais forte, mas por algum motivo não me desagradava, pelo contrário, me fazia desejar mais. Quando percebi, meus lábios já o roçavam. Ele me agarrou pelo cabelo com firmeza e me puxou completamente para o pau dele, esfregando-o no meu rosto. Eu estava de boca fechada, algo dentro de mim dizia que aquilo era errado. Tinha sentimentos conflitantes.
No entanto, ele resolveu isso segurando meu cabelo com mais força com a mão esquerda, enquanto com a direita segurava seu membro negro monstruoso pela base. Comigo imóvel, ele começou a me dar tapinhas com o pau dele da forma mais humilhante possível, enquanto dizia a cada batidinha...Abre - Essa - Puta - Boceta - vadia - Branca".Obedeci, embora devo admitir, eu queria fazer isso. Mas o fato de ele me tratar daquela forma detonou dentro de mim uma bomba de sensações até então desconhecidas. Sensações de humilhação, fraqueza, inferioridade... que me causavam muito tesão, excitação... e prazer.
Ele enfiou o pau dele na minha boca depois que eu obedeci e a abri, introduzindo pouco menos da metade até que um engasgo me atacou. Consegui jogar a cabeça para trás naquele momento, porém, ele com força me fez voltar até onde eu o tinha engolido, me atacando outro engasgo. Tentei recuar de novo, mas dessa vez ele não permitiu. Segurou minha cabeça com muita força e começou um vai e vem na minha boca que me provocava mais e mais engasgos, já que estava chegando até a campainha, me fazendo salivar um monte, escorrendo minhas babas pelo pau dele e pelas bolas peludas. Consegui aguentar as vontades titânicas de vomitar que isso me causava, e comecei de maneira instintiva a massageá-lo com a língua e a chupá-lo enquanto ele continuava metendo no seu ritmo. O sabor me confundia, era estranho, mas eu adorava. Tinha gosto de homem, de macho. Apesar de tudo, não queria que ele parasse, eu amava o que ele estava fazendo comigo.
Ficamos alguns minutos naquela posição. Quando percebi, ele já não segurava mais meu cabelo, já não estava metendo, mas era eu quem subia e descia ao longo daquele enorme falo negro adolescente por vontade própria, chupando com gosto cada centímetro novo que engolia. Ainda faltavam alguns para engolir tudo, mas por alguma razão, eu voluntariamente fazia o esforço para conseguir. Tinha a cabeça dele já atravessando boa parte da minha garganta, o que ainda me dava uns engasgos de morrer, mas eu aguentava, queria engolir tudo.
Naquele momento, ele começou a levantar minha camiseta pela parte de baixo das minhas costas. Eu estava vestida com aquela camiseta azul mais uma calça jeans larga. Vamos combinar que não estava arrumada para impressionar, fazia anos que não fazia isso, eu não me maquiava, não arrumava o cabelo. Desde o exato momento em que descobri que meu marido me traía, me senti tão sem valor... e isso se refletia muito na minha aparência. Jurava que meus anos de juventude já tinham passado. Que me trocavam por não ser atraente, por chegar a uma idade em que não tinha mais nada a oferecer. Por isso me senti tão estranha quando esse garoto começou a tirar minha camiseta. Tanto, que parei de repente.- O que você tá fazendo?-Eu perguntei.-Quero ver seus peitos.- Ele me disse.-Isso está fora dos limites. Combinamos que seria só um boquete.
-Os limites quem impõe sou eu. Mostra essas tetas gostosas.
- Não, não vou fazer.- Eu disse com uma autoridade vacilante.-Beleza.- Ele disse. Puxou o moletom cobrindo seu pau enorme e ereto, encharcado da minha saliva. Abriu a porta e desceu do carro batendo-a com força. Desci pelo meu lado para segui-lo.- Espera, pra onde você vai?- Perguntei nervosa.- Eu ainda não terminei de chupar ele!
-Eu disse que quero ver seus peitos. Mostra eles pra mim.- Ele me mandou. Suas palavras autoritárias ecoavam por todo o meu corpo. Ele parecia tão macho falando assim comigo.- Tá bom, tá bom, você venceu. Entra de novo no carro, eu mostro elas pra você aí e continuo te chupando- Eu disse.- Não. Tira a camiseta e o sutiã agora.- Ele disse. Eu fiquei congelada. Ele queria que eu tirasse ali mesmo?- VAAAI!!- Ele gritou comigo. Assustada, tirei a camiseta e o sutiã, ficando com o torso nu no meio do estacionamento da faculdade. Por sorte não tinha ninguém passando por ali.Mas que peitão da porra...Disse. me senti lisonjeada. Sou uma mulher com seios bem grandes, tenho 105 centímetros, copa DD.- São naturais?- Ele me perguntou.- Sim... eles são... Podemos por favor voltar para dentro do carro? Alguém pode aparecer...Eu disse, nervosa, e com uma vontade profunda de continuar chupando o pau dele.-Elas parecem perfeitas demais para serem naturais- Ele disse. Eu fiquei corada com as palavras dele, fazia anos que ninguém me dizia uma coisa dessas. Ele se aproximou de mim e agarrou elas à vontade, eu me deixei levar.Caralho... se são naturais- Disse enquanto me apalpava a vontade.- Quantos anos você tem?
-Quarenta...e...seis...mmmmhhh...-Eu disse, gemendo no final. Meus peitos são uma das zonas mais erógenas do meu corpo. Os estímulos lá me excitavam, e naquele momento os que o Yonatan estava fazendo me fascinavam.- Porra! E com dois filhos nas costas... e você as tem bem durinhas e firmes... e macias... são uma delícia, eu gosto. Em volta do meu pau devem se sentir bem gostosas. E essa barriga chapada... essa cintura fina e curvada... Com esse corpão você devia ser modelo, por que anda toda desarrumada por aí?- Ele me perguntou.Olha esse cabelo desgrenhado... e essa cara de puta tarada... tá precisando de maquiagem. Não se arruma pro seu marido?
-Eu sou...mmmhhh...eu sou...divor...mmmhh...divorciada...-Disse entre suspiros e gemidos, com a respiração ofegante. Esse garoto estava amassando meus peitos de um jeito muito gostoso enquanto me criticava e elogiava ao mesmo tempo. Suas palavras pareciam mais uma espécie de bronca.- Divorciada? Nossa... faz quanto tempo que você não vê uma pica boa?
-Desde... faz... mmmhhh....quatro... quatro... mmhh.. anos...- Eu disse. Sim, estava separada há 2 anos, mas desde 2 anos antes dessa separação, eu não tinha transado. Meu ex-marido naquela época nem me tocava. Claro, a puta pela qual ele me deixou, já naquela época me mandava ele pra casa com os bagos vazios, e ele não tinha potência pra mim.- Entendo... bom, isso vai mudar hoje. Tira a calça.- Ela me mandou.-Por favor, Yonatan... estamos em um lugar público.
- Você acha que eu sou idiota? Eu sei onde estamos.- Ele disse, puxando levemente a parte da frente do macacão para me mostrar o pau dele que ainda estava duro.Se você quiser mais disso, vai ter que fazer o que eu quero. E no momento, eu quero que você tire essa porra de calça.Ela me disse.-Ai...ai...por favor...-Eu não sabia o que dizer. Claro que eu queria continuar chupando o pau dele. Lá no fundo, eu estava implorando por isso. Mas tudo parecia tão errado...-Agora.- Ele disse.
Desabotoei meu jeans e deixei cair até meus tornozelos. Fiquei só com uma calcinha verde que estava usando naquele momento, cobrindo minha buceta. Yonatan deu uma volta andando ao meu redor, me inspecionando. Isso me deixava super nervosa... e me excitava também.- Mas que rabão hein... e que pernão você tem, mulher. E essas ancas largas... Com certeza você se jogou no abandono.- Ele disse. Passou uma mão pela minha bunda, apertando e massageando à vontade.E essas bundonas... duras e firmes. Você malha elas?Ele me perguntou.-Não... faz tempo que não me exercito.- Eu confessei.-Mas você tem um corpo que mais de uma puta da minha idade adoraria ter... Quais são suas medidas?
- A... a última vez que medi, era 105 - 63 - 95.- Eu disse.- Que ótimo... e ainda está em ótimo estado... entra no carro.- Ele mandou. Eu me abaixei para puxar a calça de volta.Não. Deixa a calça aqui fora. E a camiseta aí jogada no chão. Tira os sapatos também.
-Mas... mas.Tentei reclamar.-Obedece.- Ele disse.
Eu obedeci, tirando meus sapatos e ficando apenas de meias e com as calcinhas vestidas. Ele contornou o carro e se sentou novamente no banco do passageiro. Abaixou o macacão mais uma vez e pude ver novamente aquela pica fantástica, na qual fiquei observando por alguns segundos.E aí? Não vai chupar sozinho.Ele me disse.
Imediatamente me aproximei dele e comecei a chupá-lo. Me sentia sexy, mesmo ele dizendo que eu estava muito desleixada, mas o fato de ele gostar do meu corpo me fazia sentir incrível, desejada. E excitada.
Encostei minha cabeça no abdômen dele e comecei a chupar confortavelmente aquela rola enorme, ficando de joelhos no banco do motorista com a bunda empinada para a janela. Ele aproveitou a posição para puxar minha calcinha no estilo "calcinha chinesa", fazendo o tecido entrar entre minhas nádegas. Em seguida, apertou minha bunda por um bom tempo enquanto eu continuava a chupar seu pau com desejo e paixão, lambendo e brincando com a ponta, engolindo o máximo que conseguia... e depois tirando, acariciando suas bolas peludas e já molhadas pela baba que escorria até elas.
Depois de alguns longos, mas muito deliciosos minutos assim, ele me fez levantar, para reclinar o banco até ficar bem deitado.Vem, puta, enfia sozinha no meu pau...Ele me ordenou. Eu fiquei hesitante diante dele. Eu estava bem molhada, no fundo eu queria... mas era errado. Muito errado.-Espera...Yonatan, isso não tá certo...-Eu disse.Eu decido o que é errado e o que não é.- Ele me disse-Não... não posso... você não tem idade... eu sou muito mais velha...
- E mesmo assim você está seminua para mim e tem me chupado.- Ele disse. Passou a mão pelos meus genitais, esfregando minha bucetinha por cima do tecido da calcinha.Além disso, você está toda molhada... você quer isso mesmo.
-Yonatan...isso tá errado...-Eu disse.-Não vou repetir. Enfia em você mesma AGORA- Ele me mandou.-Por favor...Yonatan...por favor- Disse suplicante. Sim, não vou mentir, naquele ponto eu o desejava loucamente. Mas era errado. Ele se levantou do banco, puxou o macacão mais uma vez e desceu do carro, afastando-se a pé. Foi aí que minha luxúria me fez agir. Desci do carro e corri atrás dele, com a calcinha enfiada entre as minhas nádegas, andando de meias.- Espera!- Falei enquanto corria atrás dele.- Não me deixa assim!- Eu disse, agarrando ele pelo braço quando o alcancei. Não me importei se pudessem me ver naquele estado.-Me solta, não tenho paciência pra putas burras como você.- Ele disse, se soltando das minhas mãos.-Não! Não!- Gritei desesperada. Por alguma razão meus olhos encheram d'água. Acho que foi pelo impacto de admitir pra mim mesma que eu não queria que ele fosse embora, mas sim que me comesse. Tanto tempo me sentindo negligenciada, e com suas palavras ele me fez sentir desejada. Eu gostei de me sentir assim de novo. Fiquei de joelhos e abracei uma de suas pernas.- Por favor!-Sollocé.- Vou fazer o que você quiser! Me perdoa! Mas não vai embora... Me come!Eu implorei.-Kkkkkkk- Ele deu uma gargalhada.Gostou do meu pau, né?
-Sim... sim... eu gosto...-Eu disse.-Então entenda de uma vez por todas: Eu tenho o pau, eu mando. E você vai obedecer cegamente.- Ele me disse, com arrogância. Eu sabia que isso podia acabar muito mal... mas sentia a necessidade de me entregar a ele.Diz que você entende.- Ele me disse.-Entendo. Você que dita as regras... você... você manda.- Eu disse. E falar aquela última parte, o "você manda", por vontade própria, me excitou pra caralho.-Beleza.- Ele me disse.
Me pegou pelo cabelo e, com muita habilidade, me colocou de quatro, me fazendo rastejar de volta até o carro. Ele entrou primeiro, deitando no banco do passageiro que ainda estava totalmente reclinado, e mais uma vez puxou o macacão até os tornozelos. Dessa vez não foi preciso que ele ordenasse nada, eu mesma me posicionei sobre ele com minhas pernas abertas de cada lado do seu corpo, não sem antes fechar a porta do passageiro. Empurrando a calcinha de lado, comecei a descer lentamente para, como ele havia ordenado antes, me enfiar naquela magnífica pica negra que, apesar de tudo, não havia perdido a ereção. Só de sentir a ponta da pica dele roçar meus lábios vaginais foi algo que me encheu de prazer e me fez tremer de tesão. Suspirei ofegante enquanto começava a me cravar devagar, engolindo primeiro a cabeça, enorme e grossa, sentindo minhas paredes vaginais se abrindo lentamente e com facilidade devido à grande quantidade de lubrificação que escorria da minha buceta. Ele esticou um braço e agarrou meu peito direito. Foi um aperto nada suave nem gentil, mas que me excitava demais. Um sorriso malicioso adornava seu rosto, e em certo momento, quando comecei a gemer violentamente, já que a pica dele, que nem estava pela metade, estava chegando a pontos que ninguém nunca tinha alcançado, ele começou a gargalhar.-Kkkkkkkkk- Ela ria.-Aaahh!! O-o que foi issooo??- Perguntei entre gemidos.-É engraçado saber que vim atrás de cobre e achei ouro.- Ele me disse.-C-c-como assim?
- Vim atrás de um boquete de uma vadia racista. E ela acabou me dando mais que isso. E louca pelo meu pau, porque você tá fazendo isso mais pelo fato de querer meu cacete do que por cuidar do filho da puta do seu filho, o arrombado.Fiquei quietinha e só me limitei a gemer, a sentir o gostoso do pau dele. Ele tinha razão mesmo, eu tava fazendo isso pelo pau dele, porque eu queria ele. Fazia tempo que eu não mencionava meu filho, na verdade, praticamente tinha esquecido dele, a razão principal de eu ter vindo pra esse encontro. Quando desci do carro pela primeira vez pra convencê-lo a ficar, foi porque queria continuar chupando o pau dele. E da segunda vez implorei de joelhos pra que ele ficasse pra me comer. Esse pauzão negro tinha tirado meu filho da minha mente, e com muita eficiência, porque mesmo que ele estivesse mencionando isso na hora, minha prioridade ainda era dar prazer a esse negão que eu estava cavalgando naquele momento. Ele me fazia sentir bem apesar do comportamento durão e rebelde. O pau dele me mantinha presa no prazer.
Quando tive meu primeiro orgasmo, nem tinha conseguido sentar nele por completo. Ainda faltavam uns centímetros de carne dura pra entrar. A gente nem tinha começado o ato de verdade, não teve sobe e desce, não teve entra e sai, não teve bombada. Era simplesmente o pau dele alcançando cantos das minhas entranhas que nunca tinham sido explorados por ninguém. Apesar de ter tido dois filhos, e da minha idade, minha bucetinha ainda tinha muito a dar, pelo visto.-AAAAHHHhaaaHHHAAAHHHhh!!!! M-MEHHH COOOOMMMIGOOOOooooHhOOhhh!!- Gritei alto, entre violentos tremores que percorreram meu corpo inteiro como se fossem um terremoto terrível cujo epicentro era o mais profundo da minha cavidade vaginal. Inclinei-me para frente e caí exausta no peito do garoto, que não soltava meu peito, brincando com ele à vontade.
Poucos segundos depois, na mesma posição, ele começou a bombear devagar enquanto eu ficava inerte e perdida nos mares do prazer. Senti que as forças haviam abandonado meu corpo e a razão, minha mente. Nada mais importava no mundo naquele momento, só o garoto que estava enfiando o pau em mim. Com aquele orgasmo, senti um laço, um vínculo, algo que me prendia a ele. Senti a necessidade de agradá-lo, de satisfazê-lo. Quando voltei a mim, senti que era outra mulher diferente. Me senti mais jovial. Senti um propósito. E eu o sentia dentro de mim, bombeando suavemente minha bucetinha encharcada.
Me levantei novamente, apoiando-me em seu peito com minhas próprias mãos, e ele aproveitou para, com a mão livre, agarrar meu outro peito. Ele parou de mover a pélvis no momento em que comecei a rebolar minhas ancas para cima e para baixo. Fazia tempo que não fazia isso, mas os movimentos saíam dos mais naturais, num ritmo delicioso, que me fazia descer cada vez mais, até o momento em que já o enfiava completamente dentro de mim. "Clap clap clap" começou a ser ouvido dentro do carro, o som de nossos corpos batendo, dos meus fluidos chapinhando na minha vulva escorrendo.Ahhh, ahh ahh siiim ahh skkk siii continua, continuaaah não para, putinha continua, caralho que delícia continua, assim continuaaaahhhEle dizia. Eu gostava que ele me dissesse essas coisas. Me fazia sentir suja, promíscua, e eu adorava. Meus gemidos acompanharam os dele enquanto eu me movia para seu prazer, olhando em seus olhos, sorrindo de satisfação. Ele brincava com meus peitos à vontade, eu amava a sensação, me fascinava que ele os amassasse como quisesse, que apertasse meus mamilos, que os torcesse para me provocar uma dor gostosa, uma tortura deliciosa que eu não queria que acabasse nunca.
Depois de um bom tempo, ele pegou minha cabeça com as duas mãos e, se movendo, fez a gente mudar de posição, ficando os dois deitados de lado no banco reclinado, mas nos encarando de frente. Ele começou a meter à vontade, com um ritmo muito mais frenético do que o que eu estava levando. Com a mão direita, soltou minha cabeça e enganchou meu braço na minha perna esquerda, que ele levantou até minha própria coxa tocar meu peito esquerdo, segurando minha cabeça novamente com a mão. A posição me deixou bem desconfortável, fazia anos que eu não me exercitava, minha flexibilidade estava meio enferrujada, mas mesmo assim não liguei para a dor que senti. Na verdade, eu gostei.
Enquanto ele possuía meu corpo, com seus olhos ele tomava conta da minha alma. Nossos rostros estavam a poucos centímetros, eu tinha vontade de beijá-lo na boca. No entanto, não tive coragem de fazer isso. Por alguma razão, sentia que ele estava no controle, e não queria contrariá-lo com meus desejos. Me deixei foder por um bom tempo que, devo confessar, me pareceu muito, muito curto, eu desejava que aquele momento nunca terminasse. No entanto, ele tirou seu enorme pau negro da minha buceta encharcada de fluidos vaginais, me deixando trêmula e desejando mais.-Não...não...nãããão...por...poooor favooorrrr enfia em mim enfia em mim enfia em mim eu te implorohhhh- Eu supliquei entre gemidos distorcidos.- Quer ele dentro da sua bucetinha de novo?- Ele me perguntou.-Aiiiiihhh aiiihh aiiiiihhh- Respondi com crescente desespero.-Tá bom... vou enfiar de novo... mas primeiro quero explorar mais.Ele disse, soltando minha perna do braço que a mantinha presa, para em seguida, numa demonstração de virilidade, rasgar minha calcinha, assim como também tirar minhas meias, me deixando totalmente nua e descalça para ele.Você tem uns pés bonitos, mas essas unhas, mulher... tão simples...Ele me disse, criticando as unhas dos meus pés. Como já falei mil vezes, eu estava muito descuidada por causa do meu papel de dona de casa e mãe separada. Não sobrava tempo pra ser vaidosa. O comentário dele me fez sentir feia, e me encheu de tristeza e preocupação. Era incrível como ele tinha essa habilidade de me levar de me sentir linda e viva, pra feia e simplória. Abaixei o olhar com esse comentário. Ele foi pro banco de trás, sentando nele.Fica de quatro, me mostra bem essa bunda.— Disse, acendendo a luz do teto. Eu, diligentemente, obedeci à sua ordem, com preocupação. Preocupação de que ele visse algo mais em mim que não gostasse. Ele me deixava doidinha.Olha só isso... mulher, você tem uma bunda muito gostosa...
- Você... você gosta?Perguntei com uma esperança receosa. Esperança de continuar agradando a ele.-Claro...-Ela disse, apoiando as mãos nas duas nádegas para acariciar suavemente. Eu podia sentir seu olhar examinando cada poro da minha pele, assim como seu toque. Me senti aliviada ao saber que ele gostava da minha bunda.- Já te comeram o cu alguma vez?
-N-não... n-n-nunca.- Falei com certa preocupação. Tinha medo que ele quisesse aquilo. Nunca tinham me metido por ali, e eu não saberia o que fazer se ele desejasse fazer. Por um lado, me dava medo, ouvi dizer que dói horrores e até pode causar lacerações, sem esquecer do quão anti-higiênico era. Por outro lado, não queria negar nada a esse garoto, que de forma tão repentina passou de ser o imbecil que batia no meu filho, a se tornar um Deus. Meu Deus de ébano.- Hora de mudar isso.- Disse, abrindo minhas nádegas para deixar claramente exposto meu buraquinho anal, palpitante, temeroso de quem inevitavelmente se tornaria seu dono. Porque sim, eu sabia que, por mais que eu protestasse, ele ia acabar enfiando o pau dele na minha bunda.-Mas... mas... isso exige preparação... t-treinamento...-Eu disse, numa tentativa de adiar o que já tinha dito que era inevitável. Não me restava vontade de discutir nada com ele. Na verdade, lá no fundo, eu não queria negar nada a ele. Mas mesmo assim, o medo me fez colocar obstáculos.- Eu sei muito bem como arrebentar o rabo de putas brancas como você.- Ele me disse.-Mas....
- Quer sentir meu pau dentro da sua buceta de novo?- Ele me perguntou, me interrompendo.-Simmmmm, simmmm, eu preciso disso!!!
- Então você vai sentir primeiro na sua bunda, e depois eu enfio na sua buceta. Fim da discussão.Ele me disse de forma categórica, dando-me uma palmada forte e sonora na bunda, que me fez dar um pulinho engraçado no assento e tirou de mim um gemidinho de dor e prazer. Me pareceu tão viril, tão macho alfa, tão hipnotizante e excitante. Ele tinha a última palavra. Ele decidia.
Começou a esfregar com um dedo meu buraquinho anal, o que me fazia apertá-lo de forma reflexa. Percorria os arredores com aquele mesmo dedo com muita maestria, o que me deixava arrepiada, além de tremer. Brincou assim, com as esfregadas, por alguns minutos, para então aproximar sua mão esquerda da minha boca.Cuspe.- Ele mandou. Eu obedeci e cuspi um pouco.Não, mulher. Cospe mais. Cospe bastante.- Ele disse. Eu obedeci e comecei a extrair saliva com minha boca, para cuspir várias vezes mais na mão dele. Quando já havia bastante saliva grossa em sua palma, ele retirou a mão novamente e começou a passar no meu cu com cuidado, massageando suavemente. Esse seria o lubrificante.
Alguns segundos depois, como pôde, se posicionou levantando do assento e com seu torso colado nas minhas costas, aproximou seu membro negro e duro. O atrito da cabeça do pau entre minhas nádegas me fez estremecer. "É hora" foi o único que pensei. Sim, era hora de perder minha virgindade anal, e nada mais nada menos que com o mesmo garoto que manda meu próprio filho todo fodido e humilhado para casa, garoto que naquele momento era o dono da situação e do meu corpo.
Ele começou a empurrar contra meu cu.P-por favor p-papi...v-vai com calma...p-por favor...Eu implorei. Pude sentir uma leve risada dele na minha nuca. Ele se divertia com minha atitude submissa e suplicante. E eu não sabia se me sentir humilhada ou satisfeita por causar diversão a ele. Ele continuou empurrando com mais pressão, mas meu buraquinho não cedia, por reflexo eu o apertava. E doía. -Ayayayayayrelaxei, mas sem fazer escândalo. Decidi parar nessa primeira tentativa, recuando e sentando de novo.-Você não estava mentindo quando disse que nunca tinha feito por ali.- Ele disse, acariciando minhas nádegas suavemente de novo.Parece que vamos ter que começar com algo menor...Ele disse. Voltei a sentir um dedo dele percorrendo meu ânus encharcado de saliva. Ele fazia movimentos circulares e suaves. Alguns segundos depois, começou a fazer pressão, encontrando novamente minha resistência reflexa.Relaxa o cu, mulher... vai ser melhor pra você, porque vai entrar sim, e vai doer, mas depende de você se vai doer mais ou menos.- Ele disse.
Eu obedeci e relaxei o cu o máximo que pude, sentindo o dedo dele abrindo caminho com facilidade no meu buraco e entrando no meu reto.Eeeeeso...boa menina...Ele disse, o que me agradou, apesar da dor que sentia, a qual devo admitir que foi uma dor... excitante. Yonatan começou a me dedar o cu primeiro com suavidade e lentidão, mas aumentando a intensidade aos poucos até chegar a um ritmo mais ou menos rápido e moderadamente forte.Aaaahhhh mmhhhh mmmhhhh ahhha ahhhhh ai ai mmmmhhh aihhahhhhh- Eu gemei para ele, a mistura de dor e prazer era deliciosa, sublime. Era a primeira vez que sentia algo assim, e eu gostei.
Depois de alguns minutos de dedada, ele começou a fazer pressão para colocar um segundo dedo, sem tirar o primeiro. Ao sentir isso, meu corpo deu um pulo. Virei a cabeça para olhar para ele suplicante. No entanto, nem eu sabia por que estava suplicando, se para que ele deixasse minha bunda em paz, ou para que continuasse e não parasse em suas tentativas. Ele me deu uma palmada forte na bunda e continuou forçando o segundo dedo, que, depois de alguns minutos de insistência da parte dele, conseguiu entrar.Aaayyyyaayyyay mmmhhhh- Eu tremi e gemei. Doía pra caralho. Mas me deixou muito excitada.- Você gosta?- Ele me perguntou.Siiiiim -Eu respondi com um gemido misturado.Kkkk puta...- Ele disse. Continuou dedilhando cada vez com mais força e intensidade por alguns minutos, girando os dedos dentro do meu cu, movendo-os, me fazendo gemer e sofrer. Meu corpo tremia no ritmo da sua penetração. Eu me sentia possuída, humilhada, mas plena, viva. Eu gostava.
Depois de alguns minutos, ele tirou os dedos lentamente. Eu sentia meu cu aberto, palpitante. Me sentia arrebentada, suja. Porém, não se comparava ao que viria depois. Ele aproximou a outra mão da minha boca.CuspeEle mandou. Eu obedeci, e dessa vez cuspi bastante na mão dele, como ele já me tinha ensinado. E como da outra vez, quando já tinha bastante da minha saliva na mão, ele tirou, mas não passou no meu cu, que estava doendo e latejando. Virei a cabeça de novo pra trás e vi que ele estava passando no pau dele, que estava duro. "Agora sim... chegou a hora" pensei. Não pude evitar tremer de medo. Mas agora, uma parte de mim queria ele dentro do meu cu. E não era por querer agradar ele, mas porque eu tinha gostado de sentir os dedos dele dentro de mim e queria mais. Naquele curto tempo, ele tinha me transformado com maestria numa verdadeira puta precisando de carne no meu cu, uma coisa que eu nunca imaginei que fosse desejar.
Ele se levantou do assento como na primeira tentativa, encostando o torso dele nas minhas costas de novo, colocando o rosto na minha nuca. Eu sentia a respiração dele, o hálito que naquele momento me parecia delicioso. Senti a ponta da cabeça do pau dele, fria por causa da saliva, mas dura e imponente, na entrada do meu ânus. Ele começou a empurrar devagar e aí sim eu comecei a sentir meu buraquinho se alargando muito mais do que com os dedos dele.Relaxa, puta- Ele me ordenou. Eu obedeci, mas a dor era intensa. Mesmo assim, não gritava, apenas mantinha minha boquinha aberta num gemido que não conseguia sair por completo, diferente das minhas lágrimas que escorriam dos meus olhos, jorrando em resposta à penetração, expressando a dor que sentia. Senti meus dedos dos pés e das mãos se contorcerem e apertarem com violência. Ainda assim, fiz tudo humanamente possível para manter meu cu relaxado, sem apertar.
Seu pau foi entrando cada vez mais, esticando meu reto estreito, alargando-o, recalibrando-o à sua medida. Sentia cada milímetro de carne entrando em mim. Minhas lágrimas não paravam de jorrar dos meus olhos, assim como minha baba da boca, nem meus fluidos vaginais da minha buceta, porque sim, a dor era imensa, demais, mas o prazer era indescritível, prazer causado principalmente por essa sensação de plenitude, de propósito, de vida.Toma, experimenta.- disse Yonatan no meu ouvido, enfiando na minha boca aberta os dedos que havia enfiado no meu cu segundos antes, dedos que chupei e saboreei com desejo, paixão e luxúria, encontrando um sabor requintado neles. Eu adorava o que ele estava fazendo comigo, no que ele estava me transformando, me fascinava como esse garoto estava me levando a cruzar os limites que nenhum outro homem, nem mesmo meu ex-marido, me fizeram cruzar antes.
Com a outra mão, ele se apoderou dos meus peitos, que mais uma vez começou a apalpar, beliscar e torcer ao seu bel-prazer, enquanto com seus dedos me fodia a boca e com o pau me perfurava o cu à vontade. Eu estava perdida em um mar de prazer agitado por uma linda tempestade de dor e sofrimento, que eu curtia e gozava a cada segundo que passava, implorando para que esse momento nunca acabasse, suplicando do fundo da minha alma por mais.
O pau dele não parou até que sua pélvis se encostasse completamente no meu cu, e mesmo assim avançou mais alguns centímetros, esmagando minhas nádegas carnudas e duras contra mim mesma para alcançar o canto mais recôndito das minhas entranhas. Sem me dar tempo para me acostumar com sua presença imponente dentro de mim, ele começou a tirar alguns centímetros para depois enfiar de novo, iniciando assim uma lenta e suave metida e tirada. Com a mão que ele tinha no meu rosto, com dois dedos na minha boca, ele me fez esticar a cabeça para trás para me olhar nos olhos, estando os meus quase totalmente brancos. Mal conseguia vê-lo, no entanto, ele já não me parecia o garoto irritadiço, aproveitador e estúpido que batia e implicava com meu filho. Agora ele era meu amo, meu senhor, meu dono, meu Deus, algo inestimável, algo inalcançável, e eu esperava que com meu olhar ele pudesse entender o que passava pela minha mente. "Obrigada, obrigada, obrigada" era o que eu pensava. Obrigada por ser gentil com meu cu, mesmo eu não merecendo. Obrigada por me comer mesmo eu não merecendo. Obrigada por me elogiar mesmo eu não merecendo. Obrigada por tudo o que me dava mesmo eu não me sentir, naquele momento, merecedora de tanto prazer e plenitude. Suas investidas foram aumentando de intensidade com o passar dos minutos, ambos gemíamos de prazer.De quem é essa bunda?- Ele perguntou, tirando os dedos da minha boca mas sem soltar meu rosto, que ele segurava pelo queixo, me olhando nos olhos.- S-seu pau!- Respondi entre gemidos. - E essa buceta?-É minha, é minha, é minhaaahh!
- E esses peitões?Ele me perguntou, apertando meu peito direito com força e fazendo eu sentir seu braço passando pelo esquerdo, espremendo-o contra meu corpo, já que era sua mão esquerda que tinha controle dos meus seios.-Sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... 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sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua
- Quem é uma putinha boa?
-Eu! Eu sou uma puta! Mmmhhhg! Aaahh! Sua putinha!
- Late pra mim, puta.
- Uau... ufa! Uau!
-Kkkkkkk- Ela começou a rir ao me ouvir gemer. Continuou castigando minha bunda com uma penetração forte e constante, fazendo eu apertar levemente o cu para maior prazer dele. Sua resistência e energia eram inigualáveis, eu adorava tudo que sentia apesar da dor que continuava presente, a qual também gozei perdidamente. Naquele instante, notei meu telefone começando a tocar. Ricardo, meu filho, estava me ligando. Naquele momento, meu filho precisava de mim. Meu instinto materno me dizia para parar tudo e atender. Era meu filho. No entanto, o que fiz foi rejeitar a chamada. Me senti uma verdadeira puta suja e degenerada ao ver o nome e a foto dele na tela do telefone e o aviso de "Chamada rejeitada" em cima. Estava colocando o garoto que estava me comendo acima do meu filho. Imediatamente ele ligou de novo. E eu, sem hesitar, rejeitei novamente. E ele ligou mais uma vez.-Olha só.- O Yonatan me falou.- N-nããão!-Falei.- Não é pre...ci...soooohhh!
- Ah, não? Quem é?
-Na-ninguém!-Falei.-Me diz quem é a putinha.- Ele me ordenou, usando uma voz muito mais autoritária do que a que já vinha usando há um tempo, e que me fez tremer até a ponta dos cabelos.-P-Por favor, papaiiii!- Eu fui safada. Ele me deu um tapa bem forte como punição que me levou ao orgasmo de uma forma brutal e intensa.- Não vou perguntar de novo, puta.
- É o Ricardo! É-e o meu filhooooh!- Confessei.- Você sabe o que isso significa?
- N-não... nãoooohh seeehh!
-Isso significa que você vai atender essa ligação, e enquanto fala com ele, eu vou foder esse seu cu cada vez mais forte e você vai ver como consegue controlar seus gritinhos e gemidos de putinha.- Ele me disse.- P-p-p-por favor, papai! Eeeehh aaahhhhghh!! Isso não!- Foda. Aí a ligação caiu.- Sim, isso sim. Já falei. Liga de volta pra ela. Ou se quiser, eu ligo.- Ele me disse- Não! Não! Eu faço!- Falei. Peguei meu telefone e liguei pra ele.-Coloca no viva-voz.- Meu dono cruel me ordenou. Eu obedeci.- Alô, mãe?- Meu filho me respondeu. Naquele momento, o valentão dele começou a me enfiar com, não o dobro, mas o triplo da força que estava usando antes. Eu, dolorida, mas excitadíssima, comecei a chorar. Chorava porque queria gemer à vontade, mas tinha que me conter. Chorava porque queria gozar, mas tinha que me segurar. Chorava porque estava traindo meu filho, e ainda assim estava curtindo como uma porca.- Mãe?- Ele perguntou de novo pelo alto-falante. As palavras não saíam. Levei as mãos à boca, apoiando os cotovelos no assento, para conter os gritos de prazer que queriam vir do mais profundo do meu ser.- Mãe, que barulho é esse, você tá bem?Perguntava. O que se ouvia era a pélvis do meu castigador batendo contra minha bunda em uma penetração dada sem qualquer remorso ou piedade.Eeeeeeei- Disse meu filho. Eu sentia que se tirasse as mãos da boca e a abrisse, sairia o orgasmo mais sonoro e intenso da minha vida. Por sorte, Rodrigo terminou desligando a ligação.-AAAAAAAI, MEU DEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
-Não foi ninguém, mãe.- Disse Ricardo.Eu caí na saída da escola.
-Uma queda não te deixa com um olho roxo e uma costela machucada.- Eu disse, irritada. Sabia que ele tinha apanhado, mas ele se recusava a me contar a verdade.- Foi uma queda forte... só isso.-Continuei com a versão dele. Não disse mais nada. Levantei da cama e saí do quarto dele.
Meu nome é Skarlet. Tenho 46 anos e sou mãe de dois: Victoria, de 24 anos, e Ricardo, de 21. Estou recém-divorciada e tinha um monte de coisas na cabeça naquele momento, entre a mágoa, a confusão do divórcio, as contas a pagar, etc. Discutir com meu filho sobre o que realmente aconteceu com ele na escola era a última coisa que eu precisava naquela hora.
Desci as escadas da casa, que tem dois andares, e mesmo não sendo uma casa luxuosa, a verdade é que sempre me esforcei para que estivesse à altura de uma casa ostentosa. Paredes brancas, escadas de madeira perfeitamente envernizadas, mobília moderna, tudo impecável. Enfim, sentei em um dos sofás da sala ampla. Fiquei olhando para o nada por alguns segundos e então, decidida, peguei meu celular, que estava na mesa de centro da sala.
Depois de várias ligações, finalmente uma pessoa resolveu me contar o que tinha acontecido. Felícia, a garota de quem o Ricardo gostava, me contou que um garoto novo chamado Yonatan (sim, escrito assim mesmo) tinha surpreendido meu filho em uma esquina perto da escola onde estudam, e depois de trocarem algumas palavras (ela não me disse o que foi dito), esse tal de Yonatan bateu nele com força.
Senti o sangue ferver de raiva. Então, depois de algumas ligações para outras pessoas, consegui mais informações sobre esse garoto novo. Pelo que descobri, era um garoto negro, que estava alguns anos abaixo do meu filho. Consegui o número de telefone dele e, sem hesitar, liguei, mas sem sucesso, já que ele não atendeu nenhuma das 8 vezes que tentei. Por isso, mandei uma mensagem no WhatsApp. Aqui a transcrição da conversa, com erros ortográficos e tudo:>Ei, que seja a última vez que você mexe com o Ricardo.- Eu mandei uma mensagem. Nem sabia por onde começar, mas achei que isso ia assustar ele>Ah é? E quem é você? A mamãe dele?- Ele me respondeu, para minha surpresa, quase na hora.>Puta merda, você é mesmo!!! Hahahahaha- ele me escreveu na hora, com um monte de carinhas sorrindo. Acho que viu minha foto de perfil, que tava eu com ele e a Victoria.> Sim, eu sou. Se afaste dele, senão vou à polícia.-Ameacei ele.>Se quiser vai. Vamos ver quem eles vão foder primeiro.- Ela me respondeu.> Do que você tá falando?- Eu respondi. O Ricardo não tinha que ser fudido, o agressor era esse moleque aqui.>Seu filho é um imbecil. Vive zoando os colegas negros e fazendo piadinhas racistas idiotas e incomodando os outros. Eu só coloquei ele no seu lugar.- Ele me disse.>Ah, claro. Ninguém vai acreditar nisso.- Eu mandei mensagem.>Ah não?- Ele me respondeu.
Em seguida, me enviou vários vídeos do Ricardo importunando os garotos negros da escola. Contando piadas ofensivas e chamando-os por nomes degradantes. Na verdade, em um dos vídeos, no último, para ser mais específica, ele chamava o próprio Yonatan de "macaco-prego". Me senti extremamente envergonhada por tudo que estava vendo. Meu filho, meu próprio filho, que eduquei e inculei os melhores valores que pude, estava zoando as pessoas só por causa da cor da pele. Fiquei muda, não sabia o que dizer.>E aí? Agora não tem mais nada pra falar, né?-Ela me mandou mensagem.>Olha... não sei o que dizer. Estou muito envergonhada. Eu não criei ele pra ser assim.- Eu mandei mensagem.>Claaaaaro, claro. Agora a culpa do comportamento dela não é de ninguém.Ele me mandou mensagem.>É a verdade. Eu dei a ela a melhor educação que pude.- Eu te mandei mensagem. Me senti desarmada, impotente.> Olha, mulher, não sou nenhum idiota. Esse tipo de coisa geralmente começa em casa, com pais racistas ensinando essas merdas pros filhos.
>Eu não sou racista.- Eu disse.Como posso saber? Você soa como uma racista que acabou de ser exposta.
>Deve ter alguma coisa que eu possa fazer pra consertar essa bagunça toda.
>Claro, claro. E agora você quer que eu confie na mãe de um imbecil da Ku Klux Klan.
> Tô falando sério. Dá pra fazer alguma coisa. Sei lá, algum tipo de serviço comunitário ou uma doação.- Eu disse. A verdade é que o divórcio me deixou bem apertado financeiramente, mas achei que poderia juntar uma grana e doar pra alguma ONG antirracista ou algo assim.>Nah. Pura bobagem. Para consertar o que fez, pode começar chupando meu pau.- Ele me disse. Ao ler esta mensagem, ela se apagou automaticamente.>Como é?-Escrevi, atônita.> O que você leu.- Ele me respondeu. Essa mensagem também se autodestruiu automaticamente alguns segundos depois.>Parece que você é burro mesmo- Mandei mensagem.Você acha?- Ele me mandou mensagem. Essa mensagem também foi apagada automaticamente.>Não acredito, tenho certeza. Só um idiota acha que eu vou chupar o pau de um puber.- Mandei mensagem.>Nossa... seu filho vai acabar com mais do que só costelas quebradas- Ele me mandou mensagem. Mais uma vez, a mensagem foi apagada poucos segundos depois de ser lida.>Você não teria coragem.- Eu mandei mensagem.>Quem vai me parar? Os amiguinhos do seu filho são uns idiotas fracotes. Posso com eles fácil.- Ele me disse. Essa mensagem também foi apagada.
Naquele momento, chegou uma foto. O que meus olhos viram, minha mente se recusava a acreditar. Era uma cock negra descomunal. Parecia gigantesca, grossa, venosa. Desumana. Fiquei olhando fixamente, atônita, por alguns segundos. Estou separada do Javier, meu ex, há dois anos. A papelada do divórcio mal tinha começado naquele mês em que estávamos. Mas já fazia vários anos que eu não via uma cock, estava focada nos meus filhos. E, claro, sem ver algo tão enorme quanto aquilo. A foto não tinha sumido como o resto das mensagens.>Te espero no estacionamento do instituto em uma hora. Vai mamar minha rola. Não se atrase.- Ele me disse. A mensagem, assim como as anteriores, se apagou sozinha. (Para não soar tão repetitiva, o resto das mensagens dele também foram apagadas automaticamente.)>Você espera que eu chupe isso?- Eu respondi.>Pra começar, sim.- Ele me respondeu.>Pra começar?- Eu te mandei uma mensagem.>Se apresse. Não é bom para seu filho que você chegue atrasado.- Ele me respondeu.
Não sabia o que fazer. Pensei em chamar a polícia, mas não tinha provas concretas de que ele tinha dito o que disse. Tinha a foto, sim, mas não achei que provaria nada. Além disso, não podia me envolver num problema desse tamanho, estava no meio do divórcio, e poderia perder uma grana preta.
Olhei o relógio. Peguei as chaves do meu carro, um Honda Civic azul de 2007, minha bolsa, e saí de casa rumo ao estacionamento do instituto. Não tinha muito trânsito, então cheguei com dez minutos de sobra. Estacionei e fiquei dentro do carro esperando. Era um campo aberto, e amplo, cercado por árvores, jardins e calçadas, naquele momento estava vazio, meu carro era o único no local. Naquela hora, 6 da tarde, não tinha mais ninguém da instituição.
Poucos minutos depois, vi ele chegando de longe. Vinha andando, vestido com um moletom roxo com capuz, que estava usando, e um agasalho esportivo Adidas, de um azul meio berrante. Tinha, ainda, um par de chinelos com meias, algo extremamente "caipira" como dizemos aqui no meu país. Parecia mais magro que nas fotos, embora a roupa que usava fosse bem larga. Mas era bem alto, mais que eu, inclusive, que tenho 1,73 m. E dava pra ver o pacotão na virilha quando ele andava.
Ele chegou até meu carro e bateu de leve na janela do passageiro. Eu abaixei o vidro e observei bem o rosto dele. Nossa, era preto, muito preto. Sem dizer uma palavra, ele abriu a porta, tirando a trava, e sentou dentro.- Então, você é a mãe do racista.- Ele me disse.-Olha, tudo isso é um mal-entendido...-Comecei a falar pra ela.-Ssshhhh- Ela me deu bola.Não tenho muito tempo. Vem, começa a chupar.- Ele disse enquanto abaixava o macacão. Não estava usando cueca, e seu pau ficou exposto. Ao vivo parecia ainda maior, já estava ereto. Dava para ver muito mais veias ao longo e em volta daquele enorme cacete. E ainda tinha uma mata grossa de pelos na base. O cheiro de pau e suor inundou o interior do meu carro, assim como os meus sentidos. Fiquei alguns segundos olhando sem palavras.-Meu Deus... mas... isso... é...-Não sabia o que dizer.-...Grande.- Ele completou.Vai, começa a chupar, senão eu vou embora e quebro a cara de racista do Ricardito.- Ele me ameaçou.-Calma, calma... é que... eu não esperava...-Eu disse, tentando ganhar tempo, embora não soubesse para quê. Não vou negar que uma pontada invadiu minhas entranhas. O pau do meu ex-marido não chegava nem à metade. E já fazia um bom tempo que eu não tinha ação, então a impressão que estava tendo naquele momento me excitava enormemente.- Se você me disser para esperar mais uma vez, o acordo acabou e seu garotinho vai sofrer as consequências, puta.- Ele me disse. O fato de ele me chamar de "puta" me pareceu tão... tão... não sei como dizer. Só sei que aquela palavra ecoou nos meus genitais.
Diante da ameaça, aproximei meu rosto do pau dele bem devagar, sob seu olhar atento. A ponta estava brilhante, molhada. O cheiro ficava cada vez mais forte, mas por algum motivo não me desagradava, pelo contrário, me fazia desejar mais. Quando percebi, meus lábios já o roçavam. Ele me agarrou pelo cabelo com firmeza e me puxou completamente para o pau dele, esfregando-o no meu rosto. Eu estava de boca fechada, algo dentro de mim dizia que aquilo era errado. Tinha sentimentos conflitantes.
No entanto, ele resolveu isso segurando meu cabelo com mais força com a mão esquerda, enquanto com a direita segurava seu membro negro monstruoso pela base. Comigo imóvel, ele começou a me dar tapinhas com o pau dele da forma mais humilhante possível, enquanto dizia a cada batidinha...Abre - Essa - Puta - Boceta - vadia - Branca".Obedeci, embora devo admitir, eu queria fazer isso. Mas o fato de ele me tratar daquela forma detonou dentro de mim uma bomba de sensações até então desconhecidas. Sensações de humilhação, fraqueza, inferioridade... que me causavam muito tesão, excitação... e prazer.
Ele enfiou o pau dele na minha boca depois que eu obedeci e a abri, introduzindo pouco menos da metade até que um engasgo me atacou. Consegui jogar a cabeça para trás naquele momento, porém, ele com força me fez voltar até onde eu o tinha engolido, me atacando outro engasgo. Tentei recuar de novo, mas dessa vez ele não permitiu. Segurou minha cabeça com muita força e começou um vai e vem na minha boca que me provocava mais e mais engasgos, já que estava chegando até a campainha, me fazendo salivar um monte, escorrendo minhas babas pelo pau dele e pelas bolas peludas. Consegui aguentar as vontades titânicas de vomitar que isso me causava, e comecei de maneira instintiva a massageá-lo com a língua e a chupá-lo enquanto ele continuava metendo no seu ritmo. O sabor me confundia, era estranho, mas eu adorava. Tinha gosto de homem, de macho. Apesar de tudo, não queria que ele parasse, eu amava o que ele estava fazendo comigo.
Ficamos alguns minutos naquela posição. Quando percebi, ele já não segurava mais meu cabelo, já não estava metendo, mas era eu quem subia e descia ao longo daquele enorme falo negro adolescente por vontade própria, chupando com gosto cada centímetro novo que engolia. Ainda faltavam alguns para engolir tudo, mas por alguma razão, eu voluntariamente fazia o esforço para conseguir. Tinha a cabeça dele já atravessando boa parte da minha garganta, o que ainda me dava uns engasgos de morrer, mas eu aguentava, queria engolir tudo.
Naquele momento, ele começou a levantar minha camiseta pela parte de baixo das minhas costas. Eu estava vestida com aquela camiseta azul mais uma calça jeans larga. Vamos combinar que não estava arrumada para impressionar, fazia anos que não fazia isso, eu não me maquiava, não arrumava o cabelo. Desde o exato momento em que descobri que meu marido me traía, me senti tão sem valor... e isso se refletia muito na minha aparência. Jurava que meus anos de juventude já tinham passado. Que me trocavam por não ser atraente, por chegar a uma idade em que não tinha mais nada a oferecer. Por isso me senti tão estranha quando esse garoto começou a tirar minha camiseta. Tanto, que parei de repente.- O que você tá fazendo?-Eu perguntei.-Quero ver seus peitos.- Ele me disse.-Isso está fora dos limites. Combinamos que seria só um boquete.
-Os limites quem impõe sou eu. Mostra essas tetas gostosas.
- Não, não vou fazer.- Eu disse com uma autoridade vacilante.-Beleza.- Ele disse. Puxou o moletom cobrindo seu pau enorme e ereto, encharcado da minha saliva. Abriu a porta e desceu do carro batendo-a com força. Desci pelo meu lado para segui-lo.- Espera, pra onde você vai?- Perguntei nervosa.- Eu ainda não terminei de chupar ele!
-Eu disse que quero ver seus peitos. Mostra eles pra mim.- Ele me mandou. Suas palavras autoritárias ecoavam por todo o meu corpo. Ele parecia tão macho falando assim comigo.- Tá bom, tá bom, você venceu. Entra de novo no carro, eu mostro elas pra você aí e continuo te chupando- Eu disse.- Não. Tira a camiseta e o sutiã agora.- Ele disse. Eu fiquei congelada. Ele queria que eu tirasse ali mesmo?- VAAAI!!- Ele gritou comigo. Assustada, tirei a camiseta e o sutiã, ficando com o torso nu no meio do estacionamento da faculdade. Por sorte não tinha ninguém passando por ali.Mas que peitão da porra...Disse. me senti lisonjeada. Sou uma mulher com seios bem grandes, tenho 105 centímetros, copa DD.- São naturais?- Ele me perguntou.- Sim... eles são... Podemos por favor voltar para dentro do carro? Alguém pode aparecer...Eu disse, nervosa, e com uma vontade profunda de continuar chupando o pau dele.-Elas parecem perfeitas demais para serem naturais- Ele disse. Eu fiquei corada com as palavras dele, fazia anos que ninguém me dizia uma coisa dessas. Ele se aproximou de mim e agarrou elas à vontade, eu me deixei levar.Caralho... se são naturais- Disse enquanto me apalpava a vontade.- Quantos anos você tem?
-Quarenta...e...seis...mmmmhhh...-Eu disse, gemendo no final. Meus peitos são uma das zonas mais erógenas do meu corpo. Os estímulos lá me excitavam, e naquele momento os que o Yonatan estava fazendo me fascinavam.- Porra! E com dois filhos nas costas... e você as tem bem durinhas e firmes... e macias... são uma delícia, eu gosto. Em volta do meu pau devem se sentir bem gostosas. E essa barriga chapada... essa cintura fina e curvada... Com esse corpão você devia ser modelo, por que anda toda desarrumada por aí?- Ele me perguntou.Olha esse cabelo desgrenhado... e essa cara de puta tarada... tá precisando de maquiagem. Não se arruma pro seu marido?
-Eu sou...mmmhhh...eu sou...divor...mmmhh...divorciada...-Disse entre suspiros e gemidos, com a respiração ofegante. Esse garoto estava amassando meus peitos de um jeito muito gostoso enquanto me criticava e elogiava ao mesmo tempo. Suas palavras pareciam mais uma espécie de bronca.- Divorciada? Nossa... faz quanto tempo que você não vê uma pica boa?
-Desde... faz... mmmhhh....quatro... quatro... mmhh.. anos...- Eu disse. Sim, estava separada há 2 anos, mas desde 2 anos antes dessa separação, eu não tinha transado. Meu ex-marido naquela época nem me tocava. Claro, a puta pela qual ele me deixou, já naquela época me mandava ele pra casa com os bagos vazios, e ele não tinha potência pra mim.- Entendo... bom, isso vai mudar hoje. Tira a calça.- Ela me mandou.-Por favor, Yonatan... estamos em um lugar público.
- Você acha que eu sou idiota? Eu sei onde estamos.- Ele disse, puxando levemente a parte da frente do macacão para me mostrar o pau dele que ainda estava duro.Se você quiser mais disso, vai ter que fazer o que eu quero. E no momento, eu quero que você tire essa porra de calça.Ela me disse.-Ai...ai...por favor...-Eu não sabia o que dizer. Claro que eu queria continuar chupando o pau dele. Lá no fundo, eu estava implorando por isso. Mas tudo parecia tão errado...-Agora.- Ele disse.
Desabotoei meu jeans e deixei cair até meus tornozelos. Fiquei só com uma calcinha verde que estava usando naquele momento, cobrindo minha buceta. Yonatan deu uma volta andando ao meu redor, me inspecionando. Isso me deixava super nervosa... e me excitava também.- Mas que rabão hein... e que pernão você tem, mulher. E essas ancas largas... Com certeza você se jogou no abandono.- Ele disse. Passou uma mão pela minha bunda, apertando e massageando à vontade.E essas bundonas... duras e firmes. Você malha elas?Ele me perguntou.-Não... faz tempo que não me exercito.- Eu confessei.-Mas você tem um corpo que mais de uma puta da minha idade adoraria ter... Quais são suas medidas?
- A... a última vez que medi, era 105 - 63 - 95.- Eu disse.- Que ótimo... e ainda está em ótimo estado... entra no carro.- Ele mandou. Eu me abaixei para puxar a calça de volta.Não. Deixa a calça aqui fora. E a camiseta aí jogada no chão. Tira os sapatos também.
-Mas... mas.Tentei reclamar.-Obedece.- Ele disse.
Eu obedeci, tirando meus sapatos e ficando apenas de meias e com as calcinhas vestidas. Ele contornou o carro e se sentou novamente no banco do passageiro. Abaixou o macacão mais uma vez e pude ver novamente aquela pica fantástica, na qual fiquei observando por alguns segundos.E aí? Não vai chupar sozinho.Ele me disse.
Imediatamente me aproximei dele e comecei a chupá-lo. Me sentia sexy, mesmo ele dizendo que eu estava muito desleixada, mas o fato de ele gostar do meu corpo me fazia sentir incrível, desejada. E excitada.
Encostei minha cabeça no abdômen dele e comecei a chupar confortavelmente aquela rola enorme, ficando de joelhos no banco do motorista com a bunda empinada para a janela. Ele aproveitou a posição para puxar minha calcinha no estilo "calcinha chinesa", fazendo o tecido entrar entre minhas nádegas. Em seguida, apertou minha bunda por um bom tempo enquanto eu continuava a chupar seu pau com desejo e paixão, lambendo e brincando com a ponta, engolindo o máximo que conseguia... e depois tirando, acariciando suas bolas peludas e já molhadas pela baba que escorria até elas.
Depois de alguns longos, mas muito deliciosos minutos assim, ele me fez levantar, para reclinar o banco até ficar bem deitado.Vem, puta, enfia sozinha no meu pau...Ele me ordenou. Eu fiquei hesitante diante dele. Eu estava bem molhada, no fundo eu queria... mas era errado. Muito errado.-Espera...Yonatan, isso não tá certo...-Eu disse.Eu decido o que é errado e o que não é.- Ele me disse-Não... não posso... você não tem idade... eu sou muito mais velha...
- E mesmo assim você está seminua para mim e tem me chupado.- Ele disse. Passou a mão pelos meus genitais, esfregando minha bucetinha por cima do tecido da calcinha.Além disso, você está toda molhada... você quer isso mesmo.
-Yonatan...isso tá errado...-Eu disse.-Não vou repetir. Enfia em você mesma AGORA- Ele me mandou.-Por favor...Yonatan...por favor- Disse suplicante. Sim, não vou mentir, naquele ponto eu o desejava loucamente. Mas era errado. Ele se levantou do banco, puxou o macacão mais uma vez e desceu do carro, afastando-se a pé. Foi aí que minha luxúria me fez agir. Desci do carro e corri atrás dele, com a calcinha enfiada entre as minhas nádegas, andando de meias.- Espera!- Falei enquanto corria atrás dele.- Não me deixa assim!- Eu disse, agarrando ele pelo braço quando o alcancei. Não me importei se pudessem me ver naquele estado.-Me solta, não tenho paciência pra putas burras como você.- Ele disse, se soltando das minhas mãos.-Não! Não!- Gritei desesperada. Por alguma razão meus olhos encheram d'água. Acho que foi pelo impacto de admitir pra mim mesma que eu não queria que ele fosse embora, mas sim que me comesse. Tanto tempo me sentindo negligenciada, e com suas palavras ele me fez sentir desejada. Eu gostei de me sentir assim de novo. Fiquei de joelhos e abracei uma de suas pernas.- Por favor!-Sollocé.- Vou fazer o que você quiser! Me perdoa! Mas não vai embora... Me come!Eu implorei.-Kkkkkkk- Ele deu uma gargalhada.Gostou do meu pau, né?
-Sim... sim... eu gosto...-Eu disse.-Então entenda de uma vez por todas: Eu tenho o pau, eu mando. E você vai obedecer cegamente.- Ele me disse, com arrogância. Eu sabia que isso podia acabar muito mal... mas sentia a necessidade de me entregar a ele.Diz que você entende.- Ele me disse.-Entendo. Você que dita as regras... você... você manda.- Eu disse. E falar aquela última parte, o "você manda", por vontade própria, me excitou pra caralho.-Beleza.- Ele me disse.
Me pegou pelo cabelo e, com muita habilidade, me colocou de quatro, me fazendo rastejar de volta até o carro. Ele entrou primeiro, deitando no banco do passageiro que ainda estava totalmente reclinado, e mais uma vez puxou o macacão até os tornozelos. Dessa vez não foi preciso que ele ordenasse nada, eu mesma me posicionei sobre ele com minhas pernas abertas de cada lado do seu corpo, não sem antes fechar a porta do passageiro. Empurrando a calcinha de lado, comecei a descer lentamente para, como ele havia ordenado antes, me enfiar naquela magnífica pica negra que, apesar de tudo, não havia perdido a ereção. Só de sentir a ponta da pica dele roçar meus lábios vaginais foi algo que me encheu de prazer e me fez tremer de tesão. Suspirei ofegante enquanto começava a me cravar devagar, engolindo primeiro a cabeça, enorme e grossa, sentindo minhas paredes vaginais se abrindo lentamente e com facilidade devido à grande quantidade de lubrificação que escorria da minha buceta. Ele esticou um braço e agarrou meu peito direito. Foi um aperto nada suave nem gentil, mas que me excitava demais. Um sorriso malicioso adornava seu rosto, e em certo momento, quando comecei a gemer violentamente, já que a pica dele, que nem estava pela metade, estava chegando a pontos que ninguém nunca tinha alcançado, ele começou a gargalhar.-Kkkkkkkkk- Ela ria.-Aaahh!! O-o que foi issooo??- Perguntei entre gemidos.-É engraçado saber que vim atrás de cobre e achei ouro.- Ele me disse.-C-c-como assim?
- Vim atrás de um boquete de uma vadia racista. E ela acabou me dando mais que isso. E louca pelo meu pau, porque você tá fazendo isso mais pelo fato de querer meu cacete do que por cuidar do filho da puta do seu filho, o arrombado.Fiquei quietinha e só me limitei a gemer, a sentir o gostoso do pau dele. Ele tinha razão mesmo, eu tava fazendo isso pelo pau dele, porque eu queria ele. Fazia tempo que eu não mencionava meu filho, na verdade, praticamente tinha esquecido dele, a razão principal de eu ter vindo pra esse encontro. Quando desci do carro pela primeira vez pra convencê-lo a ficar, foi porque queria continuar chupando o pau dele. E da segunda vez implorei de joelhos pra que ele ficasse pra me comer. Esse pauzão negro tinha tirado meu filho da minha mente, e com muita eficiência, porque mesmo que ele estivesse mencionando isso na hora, minha prioridade ainda era dar prazer a esse negão que eu estava cavalgando naquele momento. Ele me fazia sentir bem apesar do comportamento durão e rebelde. O pau dele me mantinha presa no prazer.
Quando tive meu primeiro orgasmo, nem tinha conseguido sentar nele por completo. Ainda faltavam uns centímetros de carne dura pra entrar. A gente nem tinha começado o ato de verdade, não teve sobe e desce, não teve entra e sai, não teve bombada. Era simplesmente o pau dele alcançando cantos das minhas entranhas que nunca tinham sido explorados por ninguém. Apesar de ter tido dois filhos, e da minha idade, minha bucetinha ainda tinha muito a dar, pelo visto.-AAAAHHHhaaaHHHAAAHHHhh!!!! M-MEHHH COOOOMMMIGOOOOooooHhOOhhh!!- Gritei alto, entre violentos tremores que percorreram meu corpo inteiro como se fossem um terremoto terrível cujo epicentro era o mais profundo da minha cavidade vaginal. Inclinei-me para frente e caí exausta no peito do garoto, que não soltava meu peito, brincando com ele à vontade.
Poucos segundos depois, na mesma posição, ele começou a bombear devagar enquanto eu ficava inerte e perdida nos mares do prazer. Senti que as forças haviam abandonado meu corpo e a razão, minha mente. Nada mais importava no mundo naquele momento, só o garoto que estava enfiando o pau em mim. Com aquele orgasmo, senti um laço, um vínculo, algo que me prendia a ele. Senti a necessidade de agradá-lo, de satisfazê-lo. Quando voltei a mim, senti que era outra mulher diferente. Me senti mais jovial. Senti um propósito. E eu o sentia dentro de mim, bombeando suavemente minha bucetinha encharcada.
Me levantei novamente, apoiando-me em seu peito com minhas próprias mãos, e ele aproveitou para, com a mão livre, agarrar meu outro peito. Ele parou de mover a pélvis no momento em que comecei a rebolar minhas ancas para cima e para baixo. Fazia tempo que não fazia isso, mas os movimentos saíam dos mais naturais, num ritmo delicioso, que me fazia descer cada vez mais, até o momento em que já o enfiava completamente dentro de mim. "Clap clap clap" começou a ser ouvido dentro do carro, o som de nossos corpos batendo, dos meus fluidos chapinhando na minha vulva escorrendo.Ahhh, ahh ahh siiim ahh skkk siii continua, continuaaah não para, putinha continua, caralho que delícia continua, assim continuaaaahhhEle dizia. Eu gostava que ele me dissesse essas coisas. Me fazia sentir suja, promíscua, e eu adorava. Meus gemidos acompanharam os dele enquanto eu me movia para seu prazer, olhando em seus olhos, sorrindo de satisfação. Ele brincava com meus peitos à vontade, eu amava a sensação, me fascinava que ele os amassasse como quisesse, que apertasse meus mamilos, que os torcesse para me provocar uma dor gostosa, uma tortura deliciosa que eu não queria que acabasse nunca.
Depois de um bom tempo, ele pegou minha cabeça com as duas mãos e, se movendo, fez a gente mudar de posição, ficando os dois deitados de lado no banco reclinado, mas nos encarando de frente. Ele começou a meter à vontade, com um ritmo muito mais frenético do que o que eu estava levando. Com a mão direita, soltou minha cabeça e enganchou meu braço na minha perna esquerda, que ele levantou até minha própria coxa tocar meu peito esquerdo, segurando minha cabeça novamente com a mão. A posição me deixou bem desconfortável, fazia anos que eu não me exercitava, minha flexibilidade estava meio enferrujada, mas mesmo assim não liguei para a dor que senti. Na verdade, eu gostei.
Enquanto ele possuía meu corpo, com seus olhos ele tomava conta da minha alma. Nossos rostros estavam a poucos centímetros, eu tinha vontade de beijá-lo na boca. No entanto, não tive coragem de fazer isso. Por alguma razão, sentia que ele estava no controle, e não queria contrariá-lo com meus desejos. Me deixei foder por um bom tempo que, devo confessar, me pareceu muito, muito curto, eu desejava que aquele momento nunca terminasse. No entanto, ele tirou seu enorme pau negro da minha buceta encharcada de fluidos vaginais, me deixando trêmula e desejando mais.-Não...não...nãããão...por...poooor favooorrrr enfia em mim enfia em mim enfia em mim eu te implorohhhh- Eu supliquei entre gemidos distorcidos.- Quer ele dentro da sua bucetinha de novo?- Ele me perguntou.-Aiiiiihhh aiiihh aiiiiihhh- Respondi com crescente desespero.-Tá bom... vou enfiar de novo... mas primeiro quero explorar mais.Ele disse, soltando minha perna do braço que a mantinha presa, para em seguida, numa demonstração de virilidade, rasgar minha calcinha, assim como também tirar minhas meias, me deixando totalmente nua e descalça para ele.Você tem uns pés bonitos, mas essas unhas, mulher... tão simples...Ele me disse, criticando as unhas dos meus pés. Como já falei mil vezes, eu estava muito descuidada por causa do meu papel de dona de casa e mãe separada. Não sobrava tempo pra ser vaidosa. O comentário dele me fez sentir feia, e me encheu de tristeza e preocupação. Era incrível como ele tinha essa habilidade de me levar de me sentir linda e viva, pra feia e simplória. Abaixei o olhar com esse comentário. Ele foi pro banco de trás, sentando nele.Fica de quatro, me mostra bem essa bunda.— Disse, acendendo a luz do teto. Eu, diligentemente, obedeci à sua ordem, com preocupação. Preocupação de que ele visse algo mais em mim que não gostasse. Ele me deixava doidinha.Olha só isso... mulher, você tem uma bunda muito gostosa...
- Você... você gosta?Perguntei com uma esperança receosa. Esperança de continuar agradando a ele.-Claro...-Ela disse, apoiando as mãos nas duas nádegas para acariciar suavemente. Eu podia sentir seu olhar examinando cada poro da minha pele, assim como seu toque. Me senti aliviada ao saber que ele gostava da minha bunda.- Já te comeram o cu alguma vez?
-N-não... n-n-nunca.- Falei com certa preocupação. Tinha medo que ele quisesse aquilo. Nunca tinham me metido por ali, e eu não saberia o que fazer se ele desejasse fazer. Por um lado, me dava medo, ouvi dizer que dói horrores e até pode causar lacerações, sem esquecer do quão anti-higiênico era. Por outro lado, não queria negar nada a esse garoto, que de forma tão repentina passou de ser o imbecil que batia no meu filho, a se tornar um Deus. Meu Deus de ébano.- Hora de mudar isso.- Disse, abrindo minhas nádegas para deixar claramente exposto meu buraquinho anal, palpitante, temeroso de quem inevitavelmente se tornaria seu dono. Porque sim, eu sabia que, por mais que eu protestasse, ele ia acabar enfiando o pau dele na minha bunda.-Mas... mas... isso exige preparação... t-treinamento...-Eu disse, numa tentativa de adiar o que já tinha dito que era inevitável. Não me restava vontade de discutir nada com ele. Na verdade, lá no fundo, eu não queria negar nada a ele. Mas mesmo assim, o medo me fez colocar obstáculos.- Eu sei muito bem como arrebentar o rabo de putas brancas como você.- Ele me disse.-Mas....
- Quer sentir meu pau dentro da sua buceta de novo?- Ele me perguntou, me interrompendo.-Simmmmm, simmmm, eu preciso disso!!!
- Então você vai sentir primeiro na sua bunda, e depois eu enfio na sua buceta. Fim da discussão.Ele me disse de forma categórica, dando-me uma palmada forte e sonora na bunda, que me fez dar um pulinho engraçado no assento e tirou de mim um gemidinho de dor e prazer. Me pareceu tão viril, tão macho alfa, tão hipnotizante e excitante. Ele tinha a última palavra. Ele decidia.
Começou a esfregar com um dedo meu buraquinho anal, o que me fazia apertá-lo de forma reflexa. Percorria os arredores com aquele mesmo dedo com muita maestria, o que me deixava arrepiada, além de tremer. Brincou assim, com as esfregadas, por alguns minutos, para então aproximar sua mão esquerda da minha boca.Cuspe.- Ele mandou. Eu obedeci e cuspi um pouco.Não, mulher. Cospe mais. Cospe bastante.- Ele disse. Eu obedeci e comecei a extrair saliva com minha boca, para cuspir várias vezes mais na mão dele. Quando já havia bastante saliva grossa em sua palma, ele retirou a mão novamente e começou a passar no meu cu com cuidado, massageando suavemente. Esse seria o lubrificante.
Alguns segundos depois, como pôde, se posicionou levantando do assento e com seu torso colado nas minhas costas, aproximou seu membro negro e duro. O atrito da cabeça do pau entre minhas nádegas me fez estremecer. "É hora" foi o único que pensei. Sim, era hora de perder minha virgindade anal, e nada mais nada menos que com o mesmo garoto que manda meu próprio filho todo fodido e humilhado para casa, garoto que naquele momento era o dono da situação e do meu corpo.
Ele começou a empurrar contra meu cu.P-por favor p-papi...v-vai com calma...p-por favor...Eu implorei. Pude sentir uma leve risada dele na minha nuca. Ele se divertia com minha atitude submissa e suplicante. E eu não sabia se me sentir humilhada ou satisfeita por causar diversão a ele. Ele continuou empurrando com mais pressão, mas meu buraquinho não cedia, por reflexo eu o apertava. E doía. -Ayayayayayrelaxei, mas sem fazer escândalo. Decidi parar nessa primeira tentativa, recuando e sentando de novo.-Você não estava mentindo quando disse que nunca tinha feito por ali.- Ele disse, acariciando minhas nádegas suavemente de novo.Parece que vamos ter que começar com algo menor...Ele disse. Voltei a sentir um dedo dele percorrendo meu ânus encharcado de saliva. Ele fazia movimentos circulares e suaves. Alguns segundos depois, começou a fazer pressão, encontrando novamente minha resistência reflexa.Relaxa o cu, mulher... vai ser melhor pra você, porque vai entrar sim, e vai doer, mas depende de você se vai doer mais ou menos.- Ele disse.
Eu obedeci e relaxei o cu o máximo que pude, sentindo o dedo dele abrindo caminho com facilidade no meu buraco e entrando no meu reto.Eeeeeso...boa menina...Ele disse, o que me agradou, apesar da dor que sentia, a qual devo admitir que foi uma dor... excitante. Yonatan começou a me dedar o cu primeiro com suavidade e lentidão, mas aumentando a intensidade aos poucos até chegar a um ritmo mais ou menos rápido e moderadamente forte.Aaaahhhh mmhhhh mmmhhhh ahhha ahhhhh ai ai mmmmhhh aihhahhhhh- Eu gemei para ele, a mistura de dor e prazer era deliciosa, sublime. Era a primeira vez que sentia algo assim, e eu gostei.
Depois de alguns minutos de dedada, ele começou a fazer pressão para colocar um segundo dedo, sem tirar o primeiro. Ao sentir isso, meu corpo deu um pulo. Virei a cabeça para olhar para ele suplicante. No entanto, nem eu sabia por que estava suplicando, se para que ele deixasse minha bunda em paz, ou para que continuasse e não parasse em suas tentativas. Ele me deu uma palmada forte na bunda e continuou forçando o segundo dedo, que, depois de alguns minutos de insistência da parte dele, conseguiu entrar.Aaayyyyaayyyay mmmhhhh- Eu tremi e gemei. Doía pra caralho. Mas me deixou muito excitada.- Você gosta?- Ele me perguntou.Siiiiim -Eu respondi com um gemido misturado.Kkkk puta...- Ele disse. Continuou dedilhando cada vez com mais força e intensidade por alguns minutos, girando os dedos dentro do meu cu, movendo-os, me fazendo gemer e sofrer. Meu corpo tremia no ritmo da sua penetração. Eu me sentia possuída, humilhada, mas plena, viva. Eu gostava.
Depois de alguns minutos, ele tirou os dedos lentamente. Eu sentia meu cu aberto, palpitante. Me sentia arrebentada, suja. Porém, não se comparava ao que viria depois. Ele aproximou a outra mão da minha boca.CuspeEle mandou. Eu obedeci, e dessa vez cuspi bastante na mão dele, como ele já me tinha ensinado. E como da outra vez, quando já tinha bastante da minha saliva na mão, ele tirou, mas não passou no meu cu, que estava doendo e latejando. Virei a cabeça de novo pra trás e vi que ele estava passando no pau dele, que estava duro. "Agora sim... chegou a hora" pensei. Não pude evitar tremer de medo. Mas agora, uma parte de mim queria ele dentro do meu cu. E não era por querer agradar ele, mas porque eu tinha gostado de sentir os dedos dele dentro de mim e queria mais. Naquele curto tempo, ele tinha me transformado com maestria numa verdadeira puta precisando de carne no meu cu, uma coisa que eu nunca imaginei que fosse desejar.
Ele se levantou do assento como na primeira tentativa, encostando o torso dele nas minhas costas de novo, colocando o rosto na minha nuca. Eu sentia a respiração dele, o hálito que naquele momento me parecia delicioso. Senti a ponta da cabeça do pau dele, fria por causa da saliva, mas dura e imponente, na entrada do meu ânus. Ele começou a empurrar devagar e aí sim eu comecei a sentir meu buraquinho se alargando muito mais do que com os dedos dele.Relaxa, puta- Ele me ordenou. Eu obedeci, mas a dor era intensa. Mesmo assim, não gritava, apenas mantinha minha boquinha aberta num gemido que não conseguia sair por completo, diferente das minhas lágrimas que escorriam dos meus olhos, jorrando em resposta à penetração, expressando a dor que sentia. Senti meus dedos dos pés e das mãos se contorcerem e apertarem com violência. Ainda assim, fiz tudo humanamente possível para manter meu cu relaxado, sem apertar.
Seu pau foi entrando cada vez mais, esticando meu reto estreito, alargando-o, recalibrando-o à sua medida. Sentia cada milímetro de carne entrando em mim. Minhas lágrimas não paravam de jorrar dos meus olhos, assim como minha baba da boca, nem meus fluidos vaginais da minha buceta, porque sim, a dor era imensa, demais, mas o prazer era indescritível, prazer causado principalmente por essa sensação de plenitude, de propósito, de vida.Toma, experimenta.- disse Yonatan no meu ouvido, enfiando na minha boca aberta os dedos que havia enfiado no meu cu segundos antes, dedos que chupei e saboreei com desejo, paixão e luxúria, encontrando um sabor requintado neles. Eu adorava o que ele estava fazendo comigo, no que ele estava me transformando, me fascinava como esse garoto estava me levando a cruzar os limites que nenhum outro homem, nem mesmo meu ex-marido, me fizeram cruzar antes.
Com a outra mão, ele se apoderou dos meus peitos, que mais uma vez começou a apalpar, beliscar e torcer ao seu bel-prazer, enquanto com seus dedos me fodia a boca e com o pau me perfurava o cu à vontade. Eu estava perdida em um mar de prazer agitado por uma linda tempestade de dor e sofrimento, que eu curtia e gozava a cada segundo que passava, implorando para que esse momento nunca acabasse, suplicando do fundo da minha alma por mais.
O pau dele não parou até que sua pélvis se encostasse completamente no meu cu, e mesmo assim avançou mais alguns centímetros, esmagando minhas nádegas carnudas e duras contra mim mesma para alcançar o canto mais recôndito das minhas entranhas. Sem me dar tempo para me acostumar com sua presença imponente dentro de mim, ele começou a tirar alguns centímetros para depois enfiar de novo, iniciando assim uma lenta e suave metida e tirada. Com a mão que ele tinha no meu rosto, com dois dedos na minha boca, ele me fez esticar a cabeça para trás para me olhar nos olhos, estando os meus quase totalmente brancos. Mal conseguia vê-lo, no entanto, ele já não me parecia o garoto irritadiço, aproveitador e estúpido que batia e implicava com meu filho. Agora ele era meu amo, meu senhor, meu dono, meu Deus, algo inestimável, algo inalcançável, e eu esperava que com meu olhar ele pudesse entender o que passava pela minha mente. "Obrigada, obrigada, obrigada" era o que eu pensava. Obrigada por ser gentil com meu cu, mesmo eu não merecendo. Obrigada por me comer mesmo eu não merecendo. Obrigada por me elogiar mesmo eu não merecendo. Obrigada por tudo o que me dava mesmo eu não me sentir, naquele momento, merecedora de tanto prazer e plenitude. Suas investidas foram aumentando de intensidade com o passar dos minutos, ambos gemíamos de prazer.De quem é essa bunda?- Ele perguntou, tirando os dedos da minha boca mas sem soltar meu rosto, que ele segurava pelo queixo, me olhando nos olhos.- S-seu pau!- Respondi entre gemidos. - E essa buceta?-É minha, é minha, é minhaaahh!
- E esses peitões?Ele me perguntou, apertando meu peito direito com força e fazendo eu sentir seu braço passando pelo esquerdo, espremendo-o contra meu corpo, já que era sua mão esquerda que tinha controle dos meus seios.-Sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... 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sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua... sua
- Quem é uma putinha boa?
-Eu! Eu sou uma puta! Mmmhhhg! Aaahh! Sua putinha!
- Late pra mim, puta.
- Uau... ufa! Uau!
-Kkkkkkk- Ela começou a rir ao me ouvir gemer. Continuou castigando minha bunda com uma penetração forte e constante, fazendo eu apertar levemente o cu para maior prazer dele. Sua resistência e energia eram inigualáveis, eu adorava tudo que sentia apesar da dor que continuava presente, a qual também gozei perdidamente. Naquele instante, notei meu telefone começando a tocar. Ricardo, meu filho, estava me ligando. Naquele momento, meu filho precisava de mim. Meu instinto materno me dizia para parar tudo e atender. Era meu filho. No entanto, o que fiz foi rejeitar a chamada. Me senti uma verdadeira puta suja e degenerada ao ver o nome e a foto dele na tela do telefone e o aviso de "Chamada rejeitada" em cima. Estava colocando o garoto que estava me comendo acima do meu filho. Imediatamente ele ligou de novo. E eu, sem hesitar, rejeitei novamente. E ele ligou mais uma vez.-Olha só.- O Yonatan me falou.- N-nããão!-Falei.- Não é pre...ci...soooohhh!
- Ah, não? Quem é?
-Na-ninguém!-Falei.-Me diz quem é a putinha.- Ele me ordenou, usando uma voz muito mais autoritária do que a que já vinha usando há um tempo, e que me fez tremer até a ponta dos cabelos.-P-Por favor, papaiiii!- Eu fui safada. Ele me deu um tapa bem forte como punição que me levou ao orgasmo de uma forma brutal e intensa.- Não vou perguntar de novo, puta.
- É o Ricardo! É-e o meu filhooooh!- Confessei.- Você sabe o que isso significa?
- N-não... nãoooohh seeehh!
-Isso significa que você vai atender essa ligação, e enquanto fala com ele, eu vou foder esse seu cu cada vez mais forte e você vai ver como consegue controlar seus gritinhos e gemidos de putinha.- Ele me disse.- P-p-p-por favor, papai! Eeeehh aaahhhhghh!! Isso não!- Foda. Aí a ligação caiu.- Sim, isso sim. Já falei. Liga de volta pra ela. Ou se quiser, eu ligo.- Ele me disse- Não! Não! Eu faço!- Falei. Peguei meu telefone e liguei pra ele.-Coloca no viva-voz.- Meu dono cruel me ordenou. Eu obedeci.- Alô, mãe?- Meu filho me respondeu. Naquele momento, o valentão dele começou a me enfiar com, não o dobro, mas o triplo da força que estava usando antes. Eu, dolorida, mas excitadíssima, comecei a chorar. Chorava porque queria gemer à vontade, mas tinha que me conter. Chorava porque queria gozar, mas tinha que me segurar. Chorava porque estava traindo meu filho, e ainda assim estava curtindo como uma porca.- Mãe?- Ele perguntou de novo pelo alto-falante. As palavras não saíam. Levei as mãos à boca, apoiando os cotovelos no assento, para conter os gritos de prazer que queriam vir do mais profundo do meu ser.- Mãe, que barulho é esse, você tá bem?Perguntava. O que se ouvia era a pélvis do meu castigador batendo contra minha bunda em uma penetração dada sem qualquer remorso ou piedade.Eeeeeeei- Disse meu filho. Eu sentia que se tirasse as mãos da boca e a abrisse, sairia o orgasmo mais sonoro e intenso da minha vida. Por sorte, Rodrigo terminou desligando a ligação.-AAAAAAAI, MEU DEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE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4 comentários - O valentão negro do meu filho