Sempre tive a fantasia de comer dois negões ao mesmo tempo.
Já faz um ano que tenho como amante um negão de 35 anos, ele é do Brasil, alto, com um corpo muito gostoso e com aquele pau que é a marca registrada dele.
A história com ele começou há um ano atrás, quando ainda não tinha Coronavirus e as baladas estavam abertas. Um sábado, saí pra balada com minhas amigas, mal chegamos e eu vi ele todo gostoso, não dava pra não me aproximar. Depois de conversar, decidimos sair da balada pra fazer nossa parada. Transar com ele era como transar com dois ao mesmo tempo, o pau dele era enorme, óbvio que amei e não troco por nada. Na primeira vez foi só sexo normal, nada de anal, claro que eu queria, mas ele nem tentou fazer aquela noite. A gente deve ter transado umas 6 vezes. Cheguei em casa depois daquela noite maravilhosa e não conseguia nem sentar. Entrei no banho e só de lembrar do pauzão dele já fiquei excitada e comecei a me masturbar no chuveiro. Depois saí e peguei o maior consolador que eu tinha na época e enfiei no cu, imaginando que era o pau dele. Só de enfiar, gozei de tão tesuda que tava. No dia seguinte, ainda tava com vontade de ser comida por ele de novo. Liguei e falei pra ele vir aqui em casa. Ele chegou, mal entrou e eu falei: "Vamos pro meu quarto, quero fazer uma coisa". Ele entrou e eu disse que queria ter sexo anal com ele. Ele me olhou e falou que não. Eu perguntei por que não, e ele disse: "Posso te machucar. Uma vez eu fiz e machuquei a mina. Eu gosto de sexo anal, mas não consigo fazer por medo de machucar". Eu falei que ele não ia me machucar, mas mesmo assim ele não quis.
Ficamos só no vaginal por pelo menos dois meses e, toda vez que nos encontrávamos (4 vezes por semana), eu insistia pra ele me comer por trás, mas ele não queria. Até que finalmente ele fez — era como sentir duas picas dentro de mim, sentir como, a cada impulso que ele dava pra enfiar a rola toda, meu cu se abria mais. Ele mal tinha enfiado tudo e eu já gozei, mas ele continuou me comendo. Naquele dia, ele me deixou sem forças, eu não conseguia nem ficar de pé, minhas pernas tremiam. E foi assim que ele começou a me comer por trás: uma das quatro vezes que ele vinha em casa, depois passou a ser duas, depois três, até que todos os dias que ele vinha a gente transava anal. Ele sempre dizia que finalmente tinha encontrado uma gostosa que aguentava a pica dele. E eu, feliz, mesmo que às vezes doesse um pouco ou que no dia seguinte eu não conseguisse nem sentar, fazia do mesmo jeito.
Uma noite, há 6 meses atrás, eu disse pra ele que tinha uma fantasia de ficar com dois negões. Ele riu e falou: "NÃO". Perguntei por quê, e ele disse: "A ideia é boa, mas não tenho amigos negros aqui". Aí eu respondi que a gente podia viajar pro Brasil e realizar isso.
Ele não me respondeu nada até que semana passada ele vem em casa e me diz: "tenho uma notícia pra você, meu primo e mais dois amigos vão vir me visitar. Posso chamar um deles pra ver se ele quer?
Naquele momento, pensei comigo: será que aguento 4 negões?
Naquela noite, só respondi que tava de boa ele me avisar.
Dois dias antes do primo e dos dois amigos dele chegarem, eu propus pra gente fazer um menage de cinco, ou seja, ele com o primo e os dois amigos e eu. Ele disse: "se você topa e aguenta, a gente faz quando eles chegarem, vou perguntar pra ele.
Passaram os dois dias e eu pergunto, e eles não hesitaram em dizer que sim.
Chegaram na sexta-feira, 19 de fevereiro, às 10 da manhã, e combinamos que faríamos no sábado. Eu tava muito nervosa, com medo de não aguentar ou de não excitá-los o suficiente.
No sábado, dia 20, falei pra ele que o melhor era a gente beber no meu apê, nós cinco, até eu ficar bem bêbada, e depois ir pra um motel. E foi exatamente isso que a gente fez.
Comecei a beber uma hora antes deles chegarem, me vesti com a roupa mais gostosa que eu tinha.
Quando eles chegaram, começamos a beber e beber até que, em certo momento, começaram a me tocar. Eu disse para irmos para o hotel (não fiz no meu apê porque queria gritar e fazer isso mais tranquila). Quando chegamos no hotel, fiquei nervosa de novo e o efeito do álcool estava passando. Comecei a beber de novo, me despi, e a primeira coisa que pedi foi que me fizessem sexo oral, todos os quatro, que me tocassem. E assim fizemos: eu chupava aqueles paus enormes deles, enquanto as mãos deles percorriam todo o meu corpo. Um deles cuidou da minha bunda, enfiando os dedos. Meu negão, com quem já estava há um ano, disse para todos: "Eu vou enfiar meu pau na bunda dela primeiro". E foi assim que aconteceu. Ele me comeu, e o primo dele também. Ter aqueles dois paus na minha buceta e no meu cu me excitava pra caralho. Enquanto isso, eu chupava os outros dois, e um deles não aguentou e gozou na minha boca. Mesmo assim, continuei chupando.
Falei que queria duas picas no meu cu, eles começaram a meter e no começo não dava, até que finalmente meu cu cedeu. Soltei um grito de dor e prazer, eles continuaram comendo até que não doía mais. E assim passaram os quatro pelo meu cu e buceta. Tive três picas dentro de mim, tanto no cu quanto na buceta, era como ter seis. No final, todos gozaram na minha boca. O esperma deles é diferente, mais grosso e mais salgado, mas uma delícia.
Combinamos de fazer de novo antes que elas fossem embora.
Foi a melhor coisa da minha vida
Passei duas horas escrevendo esse conto porque ficava lembrando e me masturbando, e isso se repetiu umas 4 vezes.
Espero que você goste.
Já faz um ano que tenho como amante um negão de 35 anos, ele é do Brasil, alto, com um corpo muito gostoso e com aquele pau que é a marca registrada dele.
A história com ele começou há um ano atrás, quando ainda não tinha Coronavirus e as baladas estavam abertas. Um sábado, saí pra balada com minhas amigas, mal chegamos e eu vi ele todo gostoso, não dava pra não me aproximar. Depois de conversar, decidimos sair da balada pra fazer nossa parada. Transar com ele era como transar com dois ao mesmo tempo, o pau dele era enorme, óbvio que amei e não troco por nada. Na primeira vez foi só sexo normal, nada de anal, claro que eu queria, mas ele nem tentou fazer aquela noite. A gente deve ter transado umas 6 vezes. Cheguei em casa depois daquela noite maravilhosa e não conseguia nem sentar. Entrei no banho e só de lembrar do pauzão dele já fiquei excitada e comecei a me masturbar no chuveiro. Depois saí e peguei o maior consolador que eu tinha na época e enfiei no cu, imaginando que era o pau dele. Só de enfiar, gozei de tão tesuda que tava. No dia seguinte, ainda tava com vontade de ser comida por ele de novo. Liguei e falei pra ele vir aqui em casa. Ele chegou, mal entrou e eu falei: "Vamos pro meu quarto, quero fazer uma coisa". Ele entrou e eu disse que queria ter sexo anal com ele. Ele me olhou e falou que não. Eu perguntei por que não, e ele disse: "Posso te machucar. Uma vez eu fiz e machuquei a mina. Eu gosto de sexo anal, mas não consigo fazer por medo de machucar". Eu falei que ele não ia me machucar, mas mesmo assim ele não quis.
Ficamos só no vaginal por pelo menos dois meses e, toda vez que nos encontrávamos (4 vezes por semana), eu insistia pra ele me comer por trás, mas ele não queria. Até que finalmente ele fez — era como sentir duas picas dentro de mim, sentir como, a cada impulso que ele dava pra enfiar a rola toda, meu cu se abria mais. Ele mal tinha enfiado tudo e eu já gozei, mas ele continuou me comendo. Naquele dia, ele me deixou sem forças, eu não conseguia nem ficar de pé, minhas pernas tremiam. E foi assim que ele começou a me comer por trás: uma das quatro vezes que ele vinha em casa, depois passou a ser duas, depois três, até que todos os dias que ele vinha a gente transava anal. Ele sempre dizia que finalmente tinha encontrado uma gostosa que aguentava a pica dele. E eu, feliz, mesmo que às vezes doesse um pouco ou que no dia seguinte eu não conseguisse nem sentar, fazia do mesmo jeito.
Uma noite, há 6 meses atrás, eu disse pra ele que tinha uma fantasia de ficar com dois negões. Ele riu e falou: "NÃO". Perguntei por quê, e ele disse: "A ideia é boa, mas não tenho amigos negros aqui". Aí eu respondi que a gente podia viajar pro Brasil e realizar isso.
Ele não me respondeu nada até que semana passada ele vem em casa e me diz: "tenho uma notícia pra você, meu primo e mais dois amigos vão vir me visitar. Posso chamar um deles pra ver se ele quer?
Naquele momento, pensei comigo: será que aguento 4 negões?
Naquela noite, só respondi que tava de boa ele me avisar.
Dois dias antes do primo e dos dois amigos dele chegarem, eu propus pra gente fazer um menage de cinco, ou seja, ele com o primo e os dois amigos e eu. Ele disse: "se você topa e aguenta, a gente faz quando eles chegarem, vou perguntar pra ele.
Passaram os dois dias e eu pergunto, e eles não hesitaram em dizer que sim.
Chegaram na sexta-feira, 19 de fevereiro, às 10 da manhã, e combinamos que faríamos no sábado. Eu tava muito nervosa, com medo de não aguentar ou de não excitá-los o suficiente.
No sábado, dia 20, falei pra ele que o melhor era a gente beber no meu apê, nós cinco, até eu ficar bem bêbada, e depois ir pra um motel. E foi exatamente isso que a gente fez.
Comecei a beber uma hora antes deles chegarem, me vesti com a roupa mais gostosa que eu tinha.
Quando eles chegaram, começamos a beber e beber até que, em certo momento, começaram a me tocar. Eu disse para irmos para o hotel (não fiz no meu apê porque queria gritar e fazer isso mais tranquila). Quando chegamos no hotel, fiquei nervosa de novo e o efeito do álcool estava passando. Comecei a beber de novo, me despi, e a primeira coisa que pedi foi que me fizessem sexo oral, todos os quatro, que me tocassem. E assim fizemos: eu chupava aqueles paus enormes deles, enquanto as mãos deles percorriam todo o meu corpo. Um deles cuidou da minha bunda, enfiando os dedos. Meu negão, com quem já estava há um ano, disse para todos: "Eu vou enfiar meu pau na bunda dela primeiro". E foi assim que aconteceu. Ele me comeu, e o primo dele também. Ter aqueles dois paus na minha buceta e no meu cu me excitava pra caralho. Enquanto isso, eu chupava os outros dois, e um deles não aguentou e gozou na minha boca. Mesmo assim, continuei chupando.
Falei que queria duas picas no meu cu, eles começaram a meter e no começo não dava, até que finalmente meu cu cedeu. Soltei um grito de dor e prazer, eles continuaram comendo até que não doía mais. E assim passaram os quatro pelo meu cu e buceta. Tive três picas dentro de mim, tanto no cu quanto na buceta, era como ter seis. No final, todos gozaram na minha boca. O esperma deles é diferente, mais grosso e mais salgado, mas uma delícia.
Combinamos de fazer de novo antes que elas fossem embora.
Foi a melhor coisa da minha vida
Passei duas horas escrevendo esse conto porque ficava lembrando e me masturbando, e isso se repetiu umas 4 vezes.
Espero que você goste.
0 comentários - Um dia de ninfomaníaca III