Un día de ninfómana IV

Oi, sou a Rebeca. Essa história é curta, mas pra mim é muito excitante agora.

Uma noite de janeiro quente como costuma ser na Argentina, já era quase meia-noite e eu tava indo pra casa de um parente que morava no campo. Com esse calorão, decidi viajar de noite. Ia ser uma viagem tranquila, ou pelo menos era o que eu pensava.

Me preparei, coloquei uma saia e uma blusa fresquinha, fui esperar o ônibus. Naquela época eu tinha 19 anos. O ônibus chegou, subi e comecei minha viagem. Sentei no banco do lado da janela.

No coletivo tava vazio, literalmente vazio, só o motorista e eu.

Depois de um tempo, começou a subir gente. Subiram duas minas e um cara de uns 45 anos. As minas desceram logo depois de subir.

Esse cara não, mesmo o busão indo vazio, ele sentou do meu lado. Não dei bola.

Quando o busão entrou na estrada, apagou as luzes como eu falei, já era meia-noite, tipo, era o último busão que passava.

Tinha um tempo de viagem de mais ou menos duas horas.

Esse cara que subiu por último e nunca desceu ficava me olhando e passando a mão na minha perna. Comecei a me sentir desconfortável e cada vez mais me encostando na janela.

Depois de um tempo, mais ou menos uma hora, o homem fala e me manda chupar o pau dele, e ficava dizendo que ia me comer como ninguém nunca fez.

Não sabia o que fazer, só calei a boca e fiquei olhando pela janela pra não ouvir ele, até que num momento ele me diz: "olha". Ele tinha tirado a rola pra fora e tava se masturbando.

Naquele momento foi uma sensação estranha, era medo misturado com excitação porque o pau dele era grande demais.

Ela se masturbou até gozar e colocou um pouco do sêmen na minha perna.

Quando finalmente chegou a hora de eu descer, tive que passar do lado dele, e eu de saia. Ele não hesitou e passou a mão na minha buceta.

Desce rápido e pensei que tudo tinha ficado por ali.

Cheguei na entrada da rua que levava pra casa do meu parente, eram 2 da manhã, não tinha ninguém e, claro, como era roça, tudo era mais escuro. Comecei a andar e sentia que tava sendo seguido. Quando me virei, era o homem de novo. Eu andava mais rápido e ele fazia o mesmo.

Até que senti ela me pegar pelo braço e me tirar do caminho, me levando pra um terreno cheio de plantação alta.

Eu falava pra ele me soltar, me deixar ir, mas a verdade é que eu tava excitada pra caralho.

Ele me dizia: "Não, deixa eu te comer e te soltar".

Começou a levantar minha saia, me jogou no chão, puxou minha calcinha pra baixo e falou: "não resiste, que vai ser pior".

Até que eu falei "tá bom, beleza", preferi que ele me comesse do que fazer algo pior comigo.

Começou a chupar minha buceta e ficava falando "tá vendo como você gosta? já tá toda molhadinha" e verdade, tava gostando mesmo. Ele puxou o pau dele, enfiou na minha boca, metia e tirava, e ainda tinha gosto de porra. Tirou da minha boca, me virou, abriu minhas pernas e, sem nem molhar, enfiou no meu cu. Eu gritava de dor até que a dor começou a passar. Ele metia e tirava com toda velocidade. Tirou o pau do meu cu e meteu na minha buceta. Ficou assim um tempão, tirava da minha buceta e metia no cu, e vice-versa, até que tirou e enfiou na minha boca. Meteu na garganta e gozou. Pensei que tinha acabado tudo, mas não: ele meteu de novo no meu cu. Ficou mais um tempo assim, depois levantou e me deixou lá.

0 comentários - Un día de ninfómana IV