Faz um tempo que nosso casamento voltou a ser bem parecido com o de antes. Nunca vai ser igual por causa de tudo que aconteceu. Mas com certeza estamos passando por um momento bom, depois da experiência do Facundo em Córdoba e da noite que a gente curtiu com a María, nosso sexo ficou muito mais interessante e frequente.
O Facundo recuperou a autoestima dele, sinto ele mais seguro do que antes, e eu também me sinto mais segura e mais curiosa também.
A María me convidou hoje à tarde pro apartamento dela, não preciso mais esconder o meu rolo com a María do Facundo, ele não se importa que a gente tenha nossos encontros com ela, claro, desde que depois a gente atenda ele juntas.
Quando chego, a María me recebe só de camiseta comprida, me faz entrar e, me dando um tapão forte na bunda, fala:
"Entra que eu tenho uma coisa especial"
Eu:
"O que é??"
María:
"Aaah surpresa, vai pro quarto e tira tudo"
Entro no quarto e tiro a roupa, a María entra, tira a camiseta e dá pra ver um conjunto de lingerie tipo couro com tachas prateadas, no cabelo dela uma trança grossa única.
Em cima da cama tem uma toalha estendida, ela tira e deixa à mostra uns acessórios que me chamam a atenção.
Consigo ver um par de algemas, um pedaço de seda preta e mais algumas coisas.
Me olhando, ela diz:
"Gostou?? Hoje quem vai te comer sou eu, e a gente vai brincar um pouco"
Pega as algemas e coloca em mim, venda meus olhos com a seda.
Me deito e ela pede pra eu juntar meus pés, levar meus joelhos até o queixo, quando faço isso, ela pega meus braços e coloca eles abraçando minhas pernas. Une as duas algemas e me solta. Eu não consigo separar os pulsos e, por causa disso, também não consigo esticar as pernas.
(A sensação é gostosa, me sinto vulnerável, principalmente por não enxergar por causa da venda nos olhos, mas muito mais pelo fato de estar com as mãos amarradas e nessa posição.)
Essa situação de vulnerabilidade faz o tempo se prolongar, esperando pra ver o que vai rolar, dá uma mistura de ansiedade e... adrenalina.
Maria não emite som, eu tô morrendo de vontade de gritar "vai logo, faz alguma coisa!!!" Mas eu seguro, e logo depois consigo sentir perfeitamente os lábios de Maria roçando minha buceta
(É impossível não reconhecer esses lábios carnudos)
Em seguida, a língua dela separando meus lábios vaginais de ponta a ponta da minha rachinha. Ela mexe essa língua bem suave e, ao fazer isso, lubrifica toda a minha ppk com a saliva dela. Ela para no meu clitóris e lambe, brinca com ele e a ponta da língua dela. Mesmo sem conseguir ver, posso garantir que é a Maria que tá chupando minha buceta, ninguém, absolutamente ninguém faz igual ela.
Com as mãos apoiadas na minha bunda, ela me empurra pra cima, isso deixa minha buceta muito mais acessível pra ela, ela chupa, de vez em quando cuspi bem suave pra lubrificar, mas acho que é totalmente desnecessário porque sinto meus fluidos jorrando da minha ppk, ela cuida de tirar o excesso de fluido, suga pra engolir e continuar o trabalho dela.
Tô chegando no clímax, ela sabe e aumenta o ritmo, a sucção e de vez em quando enfia fundo a língua na minha buceta.
Tenho um orgasmo lindo, tento esticar as pernas mas não consigo porque tô algemada, tento virar mas Maria impede me segurando pelas nádegas, me levanta e continua chupando minha buceta, não termino um orgasmo e já começo outro, não acredito, é lindo, tipo uma explosão atrás da outra de prazer. Só consigo gemer e gritar, meu corpo convulsiona e eu sem poder me defender, embora na verdade não quisesse, Maria continua chupando mais um pouco e me deixa na cama.
Eu não falo nada, só respiro, tento relaxar, me acostumei com a escuridão.
Maria se aproxima e diz:
"Bom, já descansou??
Agora vem o melhor, relaxa e aproveita"
Segurando minha cintura, me arrasta pra borda da cama, sinto algo frio na minha vagina, pergunto:
"O que é isso???"
Ela responde:
"Lubrificante, fica tranquila que não vou fazer nada que você não queira"
Ela passa o lubrificante na minha buceta e no meu cu. Em seguida, sinto a ponta do que tenho certeza que é um dildo no meu cu e outra na minha buceta. Ela segura minhas pernas e começa a penetrar. Sinto os dois dildos entrando no meu corpo, ela se move, me fode uma e outra vez. Ela diz: "Você gosta de como eu te fodo??" Eu: "Adoro, me come gostoso" Os dois dildos me penetram, o do cu é claramente menor e me dá muito prazer, e o outro mais grosso e áspero. Cada estocada me arranca um suspiro, posso sentir claramente os dois brinquedos entrando. Só saem gemidos de mim, estou quase gozando de novo, Maria me fode cada vez mais forte, ela também geme segurando firme minhas pernas e diz: "Adoro te comer, hoje quem vai arrebentar teu cu sou eu" Eu: "Sim, me come, arrebenta meu cu gostosa, sim, sim, sim" Tenho um orgasmo lindo e ela também. Ela solta meus braços e tira a venda. Se joga na cama, eu tiro o cinto dela, abro suas pernas, ela estava com o brinquedinho dela (aquele que é tipo uma bala e vibra), chupo a buceta dela, ela tá muito molhada, sinto o vibrador dentro dela, fico uns minutos e ela goza de novo, mas dessa vez na minha boca. Limpo a buceta dela dos fluidos e me deito ao lado dela. Digo: "Você me surpreendeu, brinquedo novo e sensação nova, é estranho estar amarrada e mais ainda vendada" Maria: "Nunca tinha feito isso??" Eu: "Na verdade não, mas amei!!!" Maria: "Sim, é bom. Mas isso não foi nada" Eu: "Como nada?? O que você quer dizer??" Maria: "Que existem práticas mais intensas" Eu: "Você já fez??" Maria: "Sim" Eu: "E você gostou?" Maria: "Pra ser sincera, nem tanto. Viu o Patrício?? O moreno da academia, aquele que sempre tá com o amigo Bruno." Eu: "Sim, os que são magros e meio antipáticos" Maria: "Sim, esses. Então, Patrício me ensinou sobre o assunto" Eu: "Nããão!!! Não me diga que você comeu o Patrício?!?!!" Maria: "Sim, mas pra ser mais exata, ele me comeu… literalmente!!" De volta em casa, não consigo parar de pensar em o que a María me contou.
Porque ela não gostou da experiência, já eu, com o pouco que provei, amei.
Mil pensamentos rodeiam minha mente, pensamentos cheios de tesão.
Hoje é terça e tenho academia, então me preparo e vou disposta a tirar a dúvida.
A transformar esses pensamentos em realidade.
Enquanto faço os exercícios, fico observando o Patrício.
(Pra ser sincera, sempre me atraiu ele, é do tipo que eu gosto: magro, não muito musculoso, com cara de jovem.)
Ele percebe e também começa a me olhar, a gente troca olhares. Eu me mostro interessada.
Ele se aproxima e se apresenta:
"Oi, sou o Patrício, a gente sempre treina junto mas não se conhece."
Eu:
"É, verdade, você tem razão, nunca tinha parado pra te observar."
Patrício:
"Bom, eu não posso dizer o mesmo, mas nunca tive coragem de puxar conversa com você."
Eu:
"Que bobo, tava com medo de eu te morder?"
Patrício:
"Não. Não é isso, é que não queria te incomodar."
Eu:
"Imagina.
Deixa eu te perguntar uma coisa, você tava fazendo uns movimentos estranhos agora pouco.
O que é isso???"
Patrício:
"É que sou professor de artes marciais e tava praticando uns movimentos."
Eu:
"Que legal!!! Sempre me chamou a atenção esse negócio."
Patrício:
"Bom, quando você quiser, posso te dar umas aulas."
Eu:
"Seria demais!! Mas onde seria??"
Patrício:
"Na minha casa."
Eu:
"Show. Quando você puder, pra mim tá de boa."
Patrício:
"Amanhã tô de folga. Se você quiser."
Eu:
"Ok, mas quero o mesmo treino que você deu pra professora Maria."
(A cara do Patrício mudou, os olhos dele ficaram brilhando, e ele me disse sorrindo)
"O mesmo???"
Eu:
"Sim... o mesmo."
Patrício:
"Ok. Amanhã te espero às 13h."
Anoto o endereço dele no meu celular e ele foi embora.
Eu fiquei treinando, olhando ele de longe, ele conversava com o amigo Bruno e os dois riam, tinha certeza que ele tava contando o que aconteceu e como ia me comer. Isso me excita, me sinto toda molhada. Ainda não acredito como me entreguei daquele jeito, me sinto a maior puta e, sinceramente, adoro!!!
Saio do banheiro, Tô me arrumando pra ir na casa do Patrício, sorte que o Facundo tá trabalhando. Chego na casa do Patrício, ele abre a porta e me convida pra entrar. A verdade é que tô super nervosa e ansiosa.
Patrício:
"Fala, Eli, entra, tudo bem??"
Eu:
"Fala, Patrício, sim, tudo certo"
Ele fecha a porta e, sem perder tempo, me pega pela cintura e me dá um beijo super quente. Eu falo pra ele:
"Calma, vamos devagar"
Ele sorri e me pega pelo braço. A gente vai pro quarto, quando entro, vejo que o Bruno tá lá parado.
Eu:
"Espera, espera. A gente nunca combinou isso. Abre a porta que eu vou embora"
Patrício:
"Do jeito que você quiser. Eu contei pro Bruno e ele falou que não podia perder isso"
Bruno:
"É que sempre me chamou atenção e eu sempre quis ficar com você"
Patrício:
"É assim: você fica e a gente se diverte pra caralho, ou vai embora, escolha sua"
A verdade é que, mesmo não sendo o que eu esperava, a ideia não me desagradava. Os dois são gostosos e desde aquela vez com o Fabrício e o Andrés, fiquei com vontade de repetir.
Eu:
"Ok, vou ficar, mas vamos com calma"
Patrício bate palma com o Bruno, tipo comemorando, e fala:
"Então, Bruno, vai preparar tudo"
Ele sai e eu fico com o Patrício, super curiosa. Ele me olha e diz:
"Então, Eli, vou explicar. Você pediu o tratamento que eu dei pra Maria, sabe como é o esquema"
Eu:
"Na verdade, não"
Patrício:
"Ok, é assim: a partir de agora, seu corpo é meu e do Bruno. A gente não vai obedecer nada do que você falar, a menos que a gente queira. Se você disser não e pra gente for sim, vai ser sim, não importa o que você diga ou faça. Só tem um jeito de você parar uma situação: é com a palavra-chave"
Eu:
"Palavra-chave???"
Patrício:
"Sim, escolhe uma palavra e, se em algum momento você falar ela, a gente para"
Eu:
"Ok, vai ser... lábios!!"
Patrício:
"Perfeito, lábios então. Mas lembra: só lábios. A gente não vai obedecer 'para', 'para', 'não', 'por favor não'. Só lábios. Agora ali tem o banheiro pra você se preparar espero na cozinha"
Vou pro banheiro, tomo uma ducha. Pra ser sincera, tô super nervosa, ansiosa e com bastante medo, mas não vou me arrepender agora... Além disso, tudo isso me excita pra caralho. E me intriga ele me esperar na cozinha — pensei que fosse ser no quarto.
Saio do banheiro só de calcinha e sutiã, um conjunto de renda preta. Chego na cozinha e o Patricio me olha e fala:
"Mmm, que gostosa você tá, super sexy com esse conjunto."
Ele pega na minha mão e a gente vai pra umas escadas que levam ao porão. Entramos e, puf, fiquei chocada. É um quarto sem cama, as paredes são escuras — não dá pra distinguir direito porque a luz é bem fraca. No centro tem uma espécie de cavalete, numa parede tem algemas com correntes, num canto uma mesa com umas paradas em cima, e no outro canto um potro igual os de tortura, mas menor.
Dá pra sentir um cheiro forte — reconheço, é maconha, mas misturada com perfume. Olho pro canto que faltava e vejo o Bruno pelado, só de cueca preta, ele que tá fumando. O Patricio sai por um instante e volta também pelado, mas ele sem nada. O pau dele tá totalmente mole.
O cheiro tá me deixando tonta. O Patricio me segura pela mão e fala:
"Ok, vem aqui, já vamos começar."
Ele pega meus braços e coloca umas algemas nos meus pulsos — são brancas, de couro, com uma pelúcia do lado de dentro. Também coloca umas iguais nos meus tornozelos. Abre minhas pernas e prende cada algema dos meus tornozelos em uns ganchos no chão, e meus pulsos em correntes penduradas no teto. O Bruno levanta e acende uma luz negra que faz tudo que é branco virar um violeta fluorescente — minhas algemas e todos os acessórios têm detalhes brancos que brilham.
Fico parada de pernas abertas e braços abertos. Os dois se aproximam — um fica na minha frente, outro atrás. O Patricio tá atrás de mim, coloca uma venda fechada que não deixa eu ver absolutamente nada. Os dois começam a me tocar. Eles são bem suaves com os dedos, percorrendo meu corpo inteiro, evitando tocar minhas partes íntimas. Bruno, que está de frente, beija meu pescoço e mordisca minhas orelhas enquanto continua tocando meu corpo. Ele desce a palma da mão pelo meu abdômen e contorna minha buceta sem encostar nela. Patricio faz o mesmo, me beijando, tocando minhas costas e apalpando minha bunda.
O cheiro de maconha me deixou tonta e bem relaxada.
Bruno chupa meus peitos e mordisca meus mamilos.
(A situação me deixa tensa, não poder ver me dá muita ansiedade, mas também um tesão doido.)
Sinto os dois se afastarem. Fico parada, sem dizer ou fazer nada, o calor no quarto está forte.
Passam alguns segundos que parecem uma eternidade, ouço eles conversando entre si. De repente, algo toca um dos meus mamilos. Rola no meu peito, primeiro um, depois o outro, desce pelo meu abdômen e, quando está prestes a tocar minha buceta, sobe de novo. Isso acontece duas ou três vezes.
Desce novamente e pousa na minha buceta. Não sei se é madeira, couro ou algo assim, mas definitivamente não é parte do corpo de nenhum deles.
O que está me tocando faz pressão na minha buceta e esfrega, mantendo a pressão.
Se afasta de mim e depois bate de leve na minha buceta, uma e outra vez. São tapinhas que me fazem tremer, é inútil querer fechar as pernas.
Ouço Patricio dizer:
"Coloca a barra e levanta ela."
Ouço um barulho metálico acima da minha cabeça e, em seguida, pegam minhas duas mãos, abrem elas e me fazem agarrar o que parece ser um cano.
Patricio:
"Segura firme e não solta, senão você machuca os pulsos."
Sinto que estou sendo erguida do chão e fico pendurada no ar, não consigo fechar os braços nem as pernas, porque ambas estão amarradas.
Alguém toca minha buceta, com a mão. Sinto os dedos roçarem meus lábios vaginais e entrarem só um pouquinho na minha buceta. Minha primeira reação é tentar me afastar, mas é inútil. Ele me toca e me masturba.
Sinto só um perto de mim, posso sentir a respiração dele enquanto me toca. Ele começa a descer, lambendo meu corpo, e para. Nos meus peitos ele chupa e lambe, depois desce pelo abdômen, sinto a língua dele deslizar pela minha pele, chega no monte de Vênus, beija bem suave, sinto as mãos dele segurando firme minhas nádegas. A língua dele abre caminho entre meus lábios vaginais, lambe toda minha vulva, mordisca meus lábios e esfrega a língua no meu clitóris. Eu gosto, é uma sensação estranha estar pendurada e ao mesmo tempo ser chupada na buceta, mas principalmente sem poder ver e sem saber quem está ali, minha mente voa em milhares de realidades, todas podem ser e nenhuma é ao mesmo tempo.
Sinto minha vagina ficar molhada, essas lambidas estão dando frutos, frutos deliciosos em forma de prazer.
Alguém para atrás de mim, posso sentir.
Tocam em mim de novo com aquilo que parecia couro, desce pelas minhas costas e de repente, sinto uma pancada forte na minha bunda. Eu grito:
"Ai!!!"
Atrás, outra pancada, me dão golpe atrás de golpe alternando em cada nádega. São pancadas fortes, mas só aumentam o prazer que a boca na minha buceta produz.
Eu solto gemidos e gritos a cada golpe, estou prestes a chegar no clímax quando eles param, me abaixam, uma vez no chão soltam meus braços e pernas. A verdade é que meus braços doem por causa da posição. Mas toda a situação me deixou superexcitada.
(Acho que é o fato de me sentir à mercê deles, de não poder fazer nada para me defender desses dois caras que eu sabia que iam me comer)
Patricio tira a venda de mim, demoro uns segundos para recuperar a visão com clareza, ele continua nu, mas o pau dele está ereto, o tamanho é parecido com o do Facundo.
Me pegando pela mão, ele comenta:
"Bom, Eli, vem aqui"
Vamos até o cavalete, ele me posiciona de frente para ele e com a mão empurra minha cabeça, fico de pé e meu tronco apoiado no cavalete, ele pega meus braços e os coloca para trás fechando as algemas, amarra meus tornozelos no pé do cavalete. Estou totalmente imobilizada, minhas pernas juntas, minha bunda exposta e com meus braços amarrados para trás, não consigo me equilibrar. com a parte de cima e sou obrigada a apoiá-la no cavalete.
Vejo o Patricio indo até a mesa onde estavam os acessórios, ele pega o que parece um bastão com franjas. Ele se posiciona atrás de mim e sinto ele bater com esse acessório nas minhas nádegas, primeiro de leve e depois aumentando a força. Isso me causa dor, a cada golpe eu grito. É estranho, mesmo sentindo dor, não me incomoda; pelo contrário, me excita. Cada golpe dessas tiras de couro provoca algo dentro de mim, um formigamento que vai direto pra minha buceta.
Sinto que estou sendo castigada, que estão me usando como um objeto, e isso me esquenta:
"Sim, isso, papai, me bate forte"
Estou molhada, preciso ser penetrada agora, quero sentir um pau entrando na minha buceta.
Na minha frente, Bruno para. Ele também está nu, o pau dele não está completamente duro, mas parece bem grande. Por causa da minha posição, ele está bem na minha frente.
Estou com vontade de tocar, mas não posso.
Patricio me dá um tapa muito forte na bunda com a mão.
Eu:
"Ai, tão forte não!!!"
Ele me dá outro na contramão.
Lembro que eles só parariam se eu dissesse "lábios, só lábios".
Mas não digo nada, pelo contrário, mordo meus lábios e ele continua batendo. Dá pra ouvir os tapas da mão dele na minha bunda. Ele para por alguns segundos e sinto que os tapas viram beijos. Ele beija minhas nádegas, acaricia, esfrega, desce pelas minhas pernas com a língua, sobe de novo e leva a boca direto pra minha vulva. Sinto o rosto dele fazendo força contra minhas pernas pra alcançar minha buceta com a língua. Eu ajudo e abro as pernas o máximo que posso. Ele lambe minha buceta, passa a língua pelos meus lábios vaginais. Olho pra frente e o Bruno estava se masturbando, o pau dele já estava duro e é enorme!!!
Entre gemidos, falo pro Bruno:
"Que pau lindo que você tem!!"
Bruno:
"Você gosta???"
Eu:
"Adoro, você tem ele enorme"
Em seguida, estico o pescoço e abro a boca, como se estivesse implorando pra ser alimentada.
Ele pega o pau dele com a mão e Chega perto, mas não coloca na minha boca. Pelo contrário, esfrega no meu rosto, passa pelos meus lábios, pelos meus olhos, pelas minhas bochechas.
Quando ele aproxima, eu tento meter na boca, mas ele desvia com a mão e eu fico ali, de boca aberta, língua pra fora e minha expressão pedindo: "me dá essa pica". Ele faz isso uma vez e outra enquanto o Patrício continua chupando minha buceta. Bruno pega a pica dele e me dá uma porrada na cara com ela, deu pra ouvir o estalo que aquela pica enorme fez ao bater no meu rosto. Tô desesperada, preciso sentir uma pica dentro de mim já!
"Por favor, me dá essa pica pra eu chupar!"
Bruno sorri e fala:
"Calma, já vai comer ela toda. Mas ainda não."
Ele continua brincando comigo. Eu me sinto a maior puta implorando por pica, mas não tô nem aí, tô super excitada e só quero que me peguem e me comam de uma vez.
Patrício se levanta e encosta a pica dele na minha bunda. Sinto perfeitamente, tá dura e quente. Ele coloca entre minhas nádegas e esfrega no meu cu, depois desce e passa pela minha frestinha. Acho que nessa altura deve ser uma lagoa, totalmente inchada.
Ele passa a cabeça da pica na minha buceta e para no meu buraquinho, uma vez e outra, toda vez que faz isso eu espero a penetração, mas não, ele tira de novo.
Bruno coloca as bolas dele na minha boca, são enormes, eu chupo e lambo. Quando vou começar a lamber o tronco dele, ele tira e volta a colocar as bolas lindas dele na minha boca. Não aguento mais a excitação, sinto um fio de líquido descendo pela minha virilha. Meto os ovos do Bruno inteiros na boca, feito uma possessa, e ele com a mão levanta a pica e deixa cair no meu rosto. Quando faz isso, provoca um barulho lindo, me deixa a mil sentir toda aquela carne. A pica dele, além de grande, é muito branca, é a primeira vez que vejo uma pica tão branca, as veias aparecendo. Desesperada, falo:
"Já, por favor… me comam!!"
Eles riem e o Patrício diz:
"Tem que ser mais convincente no pedido."
Eu sabia que queria.
E com a excitação que tô, não duvido:
"Por favor, preciso ser comida, quero sentir os paus de vocês dentro de mim"
Bruno:
"Bom, parece que essa mulher realmente quer ser comida"
Patricio coloca a venda de novo em mim, enfia o pau na minha buceta e, me segurando pelas algemas nos meus pulsos, mete tudo de uma vez só. Solto um grito de prazer:
"Aaaa, isso!!! Que delícia, que pau lindo"
Ele me come com força, sempre segurando meus pulsos, se apoiando neles pra me penetrar bem fundo, as estocadas são contínuas, minha buceta tá toda molhada.
Eu abro a boca na hora e começo a procurar o pau do Bruno, ele continua com o joguinho dele e não deixa eu engolir do jeito que quero.
Não tô vendo ele, mas olhando pra onde acho que é o rosto dele e com as palavras entrecortadas por causa das estocadas que o Patricio tava me dando, falo:
"Por favor, deixa eu chupar esse pau gigante"
Na sequência, abro a boca, estico a língua e sinto aquela cabeça enorme se apoiar na minha língua.
(Isso!!! Finalmente podia comer aquele pau)
Chupo a cabeça, abro a boca o máximo que consigo e tento engolir aquele pau, mas é inútil, o pau dele é gigante, ainda maior que o pau do Andrés.
Adoro chupar esse pau, faço com paixão.
Patricio continua me comendo, agora me segura pela cintura, me dá tapas fortes na bunda, sinto o pau dele entrando e saindo da minha buceta molhada.
Patricio:
"Amigo, você não tem ideia do apertadinha e molhada que essa mulher tem a buceta"
Bruno:
"Dá pra ver que ela precisa de pau, chupa como uma profissional"
Patricio:
"Tá gostando de como a gente te come??"
Eu, como posso, sem tirar o pau da boca completamente:
"Siimm, adoro"
Os dois começam a rir
Bruno:
"Ela não solta nem pra falar"
Isso me excita e continuo mamando o pau do Bruno, Patricio tira o pau e coloca no meu cu, esfrega, tira, passa a mão na minha vulva juntando o máximo de lubrificação possível, depois passa no meu cu e coloca a cabeça do pau no meu ânus.
Faz pressão com o pau dele no meu cu pra me penetrar, tento relaxar, com as mãos dele separando minhas nádegas e empurrando, mas me causa dor. Tento aguentar o máximo possível, tô super excitada e quero ser comida pelo cu mais do que nunca, mas a dor não aguento:
"Lábios!!!"
Automaticamente, Patricio para, se afasta e me pergunta:
"O que foi?? Não tá gostando??"
Eu:
"Sim, adoro, mas dói demais"
Patricio:
"Ok, me dá um segundo"
Pega algo na mesa e volta, eu aproveito e falo:
"Também te peço pra soltar as algemas, mas só as dos pulsos"
Ficar amarrada me dá muito tesão, mas os braços pra trás já tavam incomodando, além disso queria ter as mãos livres pra outras coisas.
Patricio esfrega algo frio no meu cuzinho, pergunto:
"O que é??"
Patricio:
"Lubrificante"
Ele enfia o pau dele na minha buceta e volta a me comer, faz bem devagar, só coloca uma parte do pau, eu relaxo e entro em clímax de novo, ele continua me comendo, de vez em quando dá uma penetrada forte e funda que me arranca um gemido e volta a fazer suave, sinto a mão dele na minha bunda, com o dedo começa a trabalhar ela.
Nas minhas costas sinto as franjas do acessório que ele tava usando antes, passa por toda a minha coluna, na próxima penetrada funda me bate nas nádegas com ele, faz isso repetidamente e também bate nas minhas costas.
Sinto o Bruno se aproximar, para na minha frente e coloca o pau enorme dele na minha cabeça, fico com as bolas dele na boca e o tronco no meu rosto, sinto algo muito quente cair nas minhas costas, tenho certeza que é cera, tá muito quente e falo:
"O que é?? Tá muito quente"
Patricio me segura pela cintura e enquanto me fode forte com movimentos rápidos, diz:
"Você relaxa e aproveita a foda"
A respiração dele tá acelerada e as estocadas cada vez mais fortes, ele coloca o dedo de novo no meu cu e enfia ele inteiro, eu sinto muito prazer, o pau dele entra e sai da minha buceta molhada, agora ele usa Sinto claramente dois dedos entrando, ele os move no meu cu que já tá dilatado. Pra minha surpresa, não sinto dor nenhuma. Eu tô curtindo, abro minha boca e volto a procurar a pica do Bruno, encontro ela e chupo. Agora tenho liberdade nas mãos, tiro a venda e, depois de alguns segundos, vejo tudo claramente de novo. Pego aquela pica gigante com as duas mãos e ainda sobra pica, ver minhas mãos segurando aquela pica faz ela parecer maior e mais linda, sem hesitar, levo ela à boca e continuo o boquete.
Claro que não cabe nem metade, mas não tô nem aí, lambo as bolas dele, lambo o tronco pra depois focar na cabeça, chupo ela e passo minha língua em volta toda. Sinto o líquido pré-saindo dele, eu succiono e engulo (amo isso). Olho nos olhos dele e falo:
"Você não pode ter uma pica dessas, nunca tive uma pica assim nas minhas mãos."
Ele pega minha cara e me empurra pra engolir a pica dele, dizendo:
"Você vai ter ela em todo lugar, vou te encher de carne."
Ele segura minha nuca e me força a engolir fundo.
Eu também quero isso, quero sentir aquela pica inteira na minha boca, mas por mais força que eu faça, não entra, só me dá ânsia. Ele tira ela, e eu largo toda a saliva e líquido que tenho na garganta em cima da pica dele. Com minha mão, bato uma punheta espalhando todo o fluido na pica dele e volto a chupar.
O Patrício tira a pica da minha buceta e coloca de novo no meu cu. De novo sinto a cabeça dele fazendo força, dessa vez não sinto dor, isso me chama a atenção, mas é o que menos me importa. Sinto a cabeça dele abrindo caminho nas minhas nádegas pra lentamente dilatar meu esfíncter e se enfiar no meu ânus. Depois de três ou quatro estocadas, já tá toda dentro:
"Aaaa sim, que delícia. Arrebenta meu cu, eu amo isso!!!"
Segurando minha cintura, ele fura meu cu com força, eu só sinto prazer, mesmo a pica dele não sendo pequena, não sinto dor. É lindo sentir minhas nádegas quicando contra ele. Ele pega meus cabelos e me monta como se eu fosse uma puta. Potra selvagem. Ela puxa minha cabeça pra trás pelo meu cabelo e me fode uma vez e outra, tá abrindo meu cu de um jeito brutal e eu adoro. Bruno pega o pau dele e coloca de novo na minha boca. Nós três estamos num estado de frenesi, Patricio furando meu cu sem parar, eu curtindo a foda dele, e Bruno pegando minha boca com o pau gigante dele.
Patricio:
"Haa sim, Bruno pega a boca dela enquanto eu arrebento o cu dessa mulher"
Dá pra ouvir o barulho das minhas nádegas e meus engasgos por causa da foda que o Bruno tá dando na minha boca.
Bruno:
"Sim, que pedaço de mulher, fode como uma deusa"
Nessa hora, minha buceta é uma cachoeira de fluido, sinto escorrendo pela minha entreperna. O fato de me sentir tão mulher, sendo fodida por dois machos desse jeito, me deixa a mil e eu gozo numa gozada tremenda.
Solta o pau do Bruno e falo:
"Sim, sim, não para, me fode, me fode, abre bem esse cu, não economiza nada e mete tudo até o fundo, siiiim"
Minhas pernas fraquejam e ficam tremendo. Bruno me pega pelo cabelo, vira minha cabeça e coloca o pau dele na minha boca. Eu chupo exausta enquanto Patricio continua usando meu cu à vontade dele.
Depois, ele tira do meu cu pra meter na minha buceta:
"Uuu, bebê, você tá toda molhada, que gozada danada você deu"
Agora é minha vez, diz Patricio.
Ele me segura firme pelos quadris e me fode duro na buceta, rápido e forte. Rapidamente chega ao clímax e, ao mesmo tempo que me dá umas palmadas bem fortes com a mão, goza dentro de mim. Sinto claramente o esperma dele inundar minha buceta. O sêmen dele é bem quente, continua penetrando mais devagar, a porra dele escorre da minha buceta pelas minhas pernas e termina no chão.
Patricio sai de dentro de mim e fala pro Bruno:
"Leva ela pro sofá que já volto"
Ele sai pro banheiro, acho. Bruno solta minhas pernas e, pegando minha mão, me leva pra um canto do quarto. Encostado na parede, tem uma espécie de sofá sem encosto. Ele abaixa e coloca no chão. Também tem um espelho grande de pé, ele vira e coloca na posição. junto ao sofá, bem separado, me olhando e diz:
"Pra você ver como a gente te come"
Acende uma luz fraca, mas que iluminava bem aquela área do quarto.
Eu, ao ver o espelho, só pensei numa coisa.
Me ajoelho e volto a chupar a pica do Bruno, que tava meio mole, mas ainda assim enorme. Eu tentava enfiar ela inteira (era tipo um desafio que eu tinha me dado), mas é inútil – entrava mais que antes, mas não chegava na metade. Rapidinho ela virou uma rocha de novo, as veias aparecendo, a luz deixava eu ver mais detalhes, é linda. Tento em vão engolir ela toda, coloco na boca e, enquanto chupo, masturbo o resto da pica que fica fora. Levanto e falo:
"Bom, não aguento mais, quero sentir essa pica na minha buceta, mas vai devagar que é muito grande"
Ele se deita, e peço pra ele virar.
Desde que vi o espelho, tive uma única ideia: quero ver como essa coisa gigante entra na minha buceta.
Ele vira e fica na beirada do sofá. Me ajoelho, dou uma última chupada, principalmente pra garantir que a pica esteja bem molhada. Levanto, cuspo na mão e lubrifico minha rachinha. Passo uma perna por cima dele e, de frente pro espelho, começo a descer. Pego a pica com a mão e coloco na entrada da minha buceta, observo no espelho – minha buceta parece minúscula do lado daquela pica enorme, a cabeça dela é gigante.
Não sei por que, mas ver aquela imagem me excita pra caralho. Esfrego a cabeça dela na minha rachinha, curto o que vejo no espelho. Posiciono de novo e, bem devagar, vou descendo.
Minha vagina se estica, tentando engolir aquela pica, mas não é fácil. É muito grande e minha buceta não tá dilatada o suficiente. Continuo tentando enfiar, vejo no espelho como a cabeça se comprime ao tentar entrar na minha buceta. Como me excita ver essa imagem ao mesmo tempo que sinto aquela pica forçando pra me penetrar. O esforço tá dando resultado e já quase tenho a cabeça toda dentro.
Faço mais um esforço e, finalmente, ela entra. completo, senti claramente quando ele fez isso, embora já tenha tido experiência com um pau grande (Andrés), esse é ainda maior.
Me olho no espelho, minha bucetinha minúscula enfrentando esse pau gigante, adoro, fico louca me vendo assim.
Cuspo na mão de novo e passo no pau do Bruno, lubrificando ele pra me comer.
Vou descendo bem devagar, aos poucos o Bruno tá entrando em mim.
Praticamente tenho o pau inteiro dele dentro, mas o Bruno não aguenta e, levantando a pélvis, acaba enfiando tudo de uma vez. Sinto muita dor e parece que meu útero se rompeu.
"Aaai, calma. Você vai destruir minha buceta."
Bruno:
"Desculpa, mas algumas coisas são melhores assim, rápido."
Por um lado, ele tinha razão. Olho no espelho e minha bucetinha pequena tinha engolido aquele pau gigante inteiro. Não conseguia acreditar.
Mas sentia o pau dele me preenchendo completamente, roçando todas as paredes da minha buceta. É lindo sentir esse pau entrando.
Olhando no espelho, subo e desco, enfiando aquele pau todo em mim. O que minha boca não conseguiu, minha buceta conseguiu, embora não tenha sido de graça. Vejo no tronco do pau do Bruno um fio de sangue. Definitivamente, o pau dele forçou demais minha pobre buceta. É inacreditável que aos 40 anos tenham me arrombado a buceta como se fosse a primeira vez.
Não ligo e continuo aproveitando. Minha pobre buceta dá a luta e começa a lubrificar de novo. Sinto a área mais molhada, e as penetrações ficam mais fáceis e menos dolorosas, então aproveito mais. Tô gemendo e dando gritos de prazer cada vez que o Bruno me penetra. Sinto o pau dele batendo no fundo de mim, é lindo:
"Aaaah, sim, Deus, que gostoso você me comendo, tá destruindo minha buceta."
Bruno:
"Tá gostando??? Eu adoro, você tem a buceta super apertadinha e muuuuito molhada.
Mas eu também ajudei nisso."
Eu:
"Já gozou?!"
Bruno:
"Nãooo, calma, só soltei um pouco de porra pra descomprimir as bolas."
Patrício entra de novo, como eu pensei, tinha ido tomar banho.
Com um sorriso, ele diz:
"Por O que eu vejo, entrou tudo em você!"
Eu:
"Sim, e olha, preciso chupar alguma coisa"
Patricio se aproxima, eu pego na pica dele e começo a chupar.
Lambo as bolas dele, o tronco, e essa eu consigo engolir quase inteira.
De relance, me vejo no espelho e ali estou eu, com uma pica gigante na minha buceta e outra na minha boca. Ver aquela imagem me excita, me sinto mais mulher e também bem vadia.
Meu instinto feminino está super satisfeito.
Bruno me levanta pela cintura e acelera o ritmo das estocadas, eu continuo chupando a pica do Patricio. Começo a sentir aquela sensação que já tive antes, é um formigamento interno, algo que nasce na parede frontal da minha buceta e se espalha pelas minhas pernas até os pés. Sei que um orgasmo lindo e bem molhado está chegando. Patricio tira a pica da minha boca e pega o acessório que usei antes. Agora consigo ver: é um bastão com um pedaço de couro na ponta, igual aos que os cavaleiros usam.
Ele apoia na minha buceta, bem onde termina e começa o monte de Vênus, e esfrega. Bruno continua me comendo, eu vejo tudo no espelho, a sensação aumenta. Tudo vira um círculo vicioso: Patricio dá tapinhas na minha área do clitóris enquanto a pica do Bruno preenche cada milímetro da minha buceta, e eu vejo ela entrando e saindo pelo espelho.
Não aguento mais. Dando um grito e apoiando as mãos nas coxas do Bruno, tenho um orgasmo gigantesco:
"Siim, me come, me come. Pelo amor de Deus, que pica enorme. Vai, filho da puta, me come, arrebenta minha buceta!"
Ele continua. Sinto minhas pernas moles como gelatina. Cada vez que ele tira a pica da minha buceta, vejo um jato de fluido saindo dela, e Patricio batendo no meu clitóris. Molho o acessório inteiro, cada batida do Patricio espirra meus fluidos pra todo lado.
Bruno continua me penetrando, me segura firme pela cintura. Dá pra ouvir as estocadas por causa do quanto a área está molhada. Ele afasta as pernas, meu fluxo escorre pelos ovos dele, que balançam no ritmo. Seus movimentos. Ele geme:
"Sim, sim, você molhou todas as minhas bolas. Adoro"
Peço que não pare, que me coma com força
"Continua, não para que eu vou gozar de novo"
Bruno:
"Eu também, siii. Vou encher sua buceta de porra"
Eu:
"Acho que não, na minha buceta não cabe mais nada, seu pau já deixou ela cheia.
Sim sim sim, e você me traz esse pau que preciso chupar alguma coisa"
Patricio coloca o pau dele de novo na minha boca e, chupando, tenho outro orgasmo, estou no céu. Não acredito que sinto tanto prazer.
Ao mesmo tempo, Bruno solta um jato de porra, vejo saindo da minha buceta, está tão cheia que sai com força, ele grita e geme:
"Simmm que lindo!!! Que mulherão, por favor"
Me deito no peito dele e ele, apalpando meus peitos, me diz:
"Valeu, você foi espetacular, aguentou tudo como uma rainha"
Isso me faz sentir a melhor atriz pornô.
Ele levanta e sai.
Patricio sobe em cima de mim e beija meus peitos, lambe e mordisca. Faz de um jeito brusco, eu digo:
"Para, que tá doendo"
Ele continua, morde meus mamilos bem forte
"Ai, para que tá doendo!"
Continua na mesma, mordendo e apertando meus peitos.
A situação me incomoda e lembro ele:
"Lábios"
Então ele para e me diz:
"Viu como é fácil, não fazemos nada que você não queira"
Ele se ajoelha na minha frente e coloca o pau dele na minha boca, chupo e bato uma punheta enquanto lambo as bolas dele. Ele abaixa um pouco e coloca entre meus peitos, apertando ambos, esfrega o pau no meu peito. Toda vez que a cabeça aparece entre meus peitos, eu chupo. Ele espera, curte meu boquete e volta a comer meus peitos. Cuspo pra lubrificar e a fodida ficar mais confortável. Na cara dele dá pra ver como ele curte, me olha e diz:
"Desde o primeiro dia que te vi, quis fazer isso"
Ele mexe a pélvis e o pau desliza entre meus peitos, sinto as bolas batendo na boca do meu estômago.
Bruno volta, o pau dele está quase mole, mas continua grosso. Essa é minha chance de enfiar o pau dele todo na minha boca. Boca, chamo ele, peguei e meti na minha boca, entra inteira, mesmo assim enche minha boca. Com o pau dele na minha boca, estico a língua e esfrego as bolas nele, ele empurra o pau e ele entra na minha garganta, dá ânsia mas não consigo cuspir porque o pau dele tampa minha garganta, é a primeira vez que me pegam de jeito na garganta. Ele tira e eu cuspo todo o líquido no pau dele, bato uma punheta e meto o pau do Patricio na boca, o dele tá duro, tento fazer o mesmo. Estico a língua pra lamber as bolas dele e dessa vez sou eu que faço força pra o pau dele atravessar minha garganta. Tento retrair a campainha. O pau atravessa minha garganta, ele percebe e se mexe me pegando na garganta. Que gostoso é poder engolir ele inteiro, as bolas dele batem no meu queixo. Antes só tinha conseguido fazer isso com o Fabrizio, mas porque o pau dele era bem pequeno. Mas esses não são nada pequenos e entra inteiro. Volto a chupar o pau do Bruno, ele já tá de novo no jogo. Não tá duro inteiro, mas já tá bem grande, tento aplicar a técnica mas é inútil, não consigo mais fazer ele entrar na minha garganta. Continuo chupando o pau dos dois, alterno entre um e outro, olho pra eles, comparo, os dois são lindos mas o do Bruno me deixa louca. Patricio coloca uns prendedores nos meus mamilos, me dá uma sensação de desconforto mas não falo nada. Ele se deita na cama, coloca o pau dele ereto e me fala: "Vem e enfia na sua buceta" Eu obedeço, subo de frente pra ele, coloco na minha buceta e vou enfiando. A verdade é que minha buceta tava super dilatada, o pau do Bruno tinha feito estrago nela. Patricio percebe e fala: "Bruno, você deixou ela aberta" Os dois riram, fiquei com muita vergonha, afinal era da minha buceta que eles tavam falando. Patricio me comeu um tempinho nessa posição enquanto eu chupava o Bruno, depois de um tempo Patricio pediu pro Bruno tomar o lugar dele, agora era o Bruno que tava comendo minha buceta, o pau dele sim Eu sentia aquilo, me dava um prazer sem igual. Patrício se aproximou e passou mais gel no meu cu, sabia o que vinha. Lá no fundo eu pensava: "Finalmente, tava esperando por isso". Patrício coloca o pau no meu cu e penetra, entrou bem devagar.
Os dois me comem, enchem meus buracos.
(Desde aquela noite com Fabrizio e Andrés que tive minha primeira experiência de dupla penetração, quero repetir)
Os paus deles entram em mim, adoro, o mais gostoso é que o pau do Patrício é grande mas não dói no meu cu, só dá muito prazer.
Os paus deles entram e saem de mim, consigo ver refletido no espelho, fico olhando hipnotizada.
Bruno, enquanto lambe e chupa meus peitos, me diz:
"Tá gostando de ver como a gente te come???
Se olha, você é uma putinha mesmo"
Ele tem razão, me olho e me sinto a maior puta, e adoro, me excita.
Ele dá puxões nos piercings dos meus mamilos, isso me causa dor. Mesmo não gostando, não falo nada pra eles não pararem de me comer, mas me desconcentra, me tira do clímax.
Patrício tira o pau do meu cu e se levanta, me pega pelo braço e eu também levanto. Ele senta na borda do sofá, me segura pela cintura e, me colocando de costas, faz eu sentar no pau dele. Volta a me comer o cu, segura minhas pernas por trás dos joelhos e, abrindo elas, levanta e diz:
"Olha no espelho como eu abro teu cu com meu pau"
Eu olho, fico fascinada. Ver aquele pau entrando e saindo do meu cu.
Bruno se posiciona em cima de mim, coloca uma perna de cada lado e o pau enorme dele balança apontando direto pra minha buceta, bem quando vai introduzir, peço:
"Espera!! Faz devagar que quero ver como teu pau entra em mim"
Me afasto um pouco pro lado e observo como o pau do Bruno abre caminho entre meus lábios vaginais que parecem minúsculos do lado daquele membro.
"Simmm que lindo sim, me comam simmm.
Adoro, vai abrir meus buraquinhos.
Que lindo, tão me comendo"
Os paus deles entram e saem. As bolas do Bruno batem em mim.
É lindo sentir um pau entrando depois do outro, e mais ainda. Ver ele. De vez em quando olho no espelho e vejo meus buracos dilatados e vermelhos, minhas nádegas estão vermelhas como nunca por causa das palmadas que levaram durante toda a foda. A verdade é que não sei há quanto tempo estou sendo fodida, mas parece uma eternidade e espero que nunca acabe.
Os movimentos dele provocam um orgasmo atrás do outro, já nem sei de quem é o líquido que sai da minha buceta.
Bruno sai de cima de mim e Patrício me tira de cima dele, se levanta e me diz:
"Fica de joelhos"
Eu obedeço. Ele começa a se masturbar na minha frente, e eu ajudo. Eu bato uma pra ele, chupo o pau dele, lambo as bolas, ele me afasta e continua se masturbando. Sei perfeitamente que o jato de porra dele é iminente, me pergunto qual vai ser o gosto, tô ansiosa pra provar. Abro a boca, estico a língua e puff.
Um grande jato de esperma acerta minha cara, outro salta e cai no meu cabelo, outro jato acerta bem na minha boca. Antes do próximo sair, enfio o pau dele na minha boca e sinto o último jato sair dentro de mim. Engulo a porra dele, tem um gosto forte. Lambo o pau dele, chupo e limpo, aplico a técnica que aprendi e engulo ele inteiro, os últimos restinhos de esperma vão direto pra minha garganta. Patrício, respirando pesado, se afasta e gagueja:
"Uff, que mulher, por favor! É impressionante como fode!"
Bruno toma o lugar dele, chupo o pau dele esperando o mesmo final, mas não.
Segurando meus braços, ele diz:
"Isso ainda não acabou"
Ele me leva pro canto onde está o cavalete.
Me coloca no cavalete, se vira e, segurando minha cintura, me penetra. Eu tô totalmente à mercê dele, com os braços e o pescoço presos no aparelho. Sinto as investidas fortes dele, que me causam dor por causa do pau tão grande, mas muito mais prazer, então não falo nada. As bolas dele batem na minha buceta, dá pra ouvir o estalo um atrás do outro.
Enquanto fura minha buceta, ele fala pro Patrício:
"Me passa o gel"
Patrício sorri e traz.
Bruno joga um pouco de gel no meu cu e esfrega com os dedos, enfia um dedo, depois dois, depois três. Mexe eles.
Eu fico digo:
"Ni se te ocurra querer meter isso na minha bunda"
Bruno:
"Se você não gosta, sabe o que tem que falar"
Ele tira o pau da minha buceta e coloca na minha bunda, igual fez com a buceta, começa a fazer força, mas é inútil, o pau dele não entra. Ele continua tentando, a glande começa a abrir caminho.
Dói, mas também gosto. Ele continua, sinto um incômodo grande e falo:
"Aaai, para, para, que tá doendo"
Ele continua empurrando, não para. Eu sei que, se quiser que ele pare, essa não é a palavra que devo usar, mas a verdade é que não quero que pare. No fundo, desejo que aquele pau me arrebente a bunda.
Aos poucos, sinto o pau dele mais fundo em mim. De repente, ouço um gemido dele:
"Aaaah, siiiim, já entrou a cabeça"
Pra minha surpresa, ele tem razão. A cabeça dele está dentro da minha bunda e não sinto dor. O tronco começa a me penetrar. Quando vou reagir, tenho o pau inteiro dentro de mim. Não acredito que uma coisa daquelas entrou na minha bunda. Ele me segura pela cintura e começa a bombear meu cu, devagar. Eu falo:
"Por favor, toca na minha buceta"
Ele, com a mão direita, me masturba enquanto me arrebenta o cu. É lindo. Ele aumenta o ritmo, as estocadas ficam mais fortes e seguidas. Ele diz:
"Bom, isso vai durar pouco. Sua bunda é estreita demais e não aguento a vontade de gozar"
A respiração dele acelera, o pau fica mais duro do que nunca. Peço pra ele não parar e, antes que ele solte o jato de esperma, eu gozo numa gozada deliciosa. Logo em seguida, sinto o esperma dele inundar meu cu.
"Siiim, que gostosoo, que bunda linda que você tem! Há quanto tempo eu queria comer essa bunda"
Ele dá as últimas estocadas, como pra tirar toda a porra. Me solta do Potro e, dando um tapa forte na minha bunda, fala:
"Foi uma boa foda, né???"
Não respondi, mas por dentro sabia que ele tinha razão.
Tomei banho e lavei bem, depois me troquei e subi pra cozinha. Os dois estavam lá, me ofereceram café, aceitei e conversamos. Falei que não acreditava que o pau do Bruno tinha entrado na minha bunda.
Patricio me ele disse:
"Temos um segredo, o gel lubrificante tem anestésico"
Eu:
"Que desgraçados, por isso não sentia tanta dor"
Peguei minhas coisas e fui embora.
Tenho certeza que vou voltar, me diverti muito.
Mas agora tô preocupada em chegar em casa, tô sentindo bastante dor na minha bunda, quase não consigo sentar e minha buceta também tá muito sensível.
À noite, depois do jantar, eu recolho os pratos e o Facundo levanta da mesa, passa por trás de mim, dá um tapa na minha bunda e fala:
"Hoje à noite quero essa bunda pequena"
Eu fico parada sem dizer nada e pensando (coitada da minha bunda, mais uma batalha difícil pela frente)
Continua...
O Facundo recuperou a autoestima dele, sinto ele mais seguro do que antes, e eu também me sinto mais segura e mais curiosa também.
A María me convidou hoje à tarde pro apartamento dela, não preciso mais esconder o meu rolo com a María do Facundo, ele não se importa que a gente tenha nossos encontros com ela, claro, desde que depois a gente atenda ele juntas.
Quando chego, a María me recebe só de camiseta comprida, me faz entrar e, me dando um tapão forte na bunda, fala:
"Entra que eu tenho uma coisa especial"
Eu:
"O que é??"
María:
"Aaah surpresa, vai pro quarto e tira tudo"
Entro no quarto e tiro a roupa, a María entra, tira a camiseta e dá pra ver um conjunto de lingerie tipo couro com tachas prateadas, no cabelo dela uma trança grossa única.
Em cima da cama tem uma toalha estendida, ela tira e deixa à mostra uns acessórios que me chamam a atenção.
Consigo ver um par de algemas, um pedaço de seda preta e mais algumas coisas.
Me olhando, ela diz:
"Gostou?? Hoje quem vai te comer sou eu, e a gente vai brincar um pouco"
Pega as algemas e coloca em mim, venda meus olhos com a seda.
Me deito e ela pede pra eu juntar meus pés, levar meus joelhos até o queixo, quando faço isso, ela pega meus braços e coloca eles abraçando minhas pernas. Une as duas algemas e me solta. Eu não consigo separar os pulsos e, por causa disso, também não consigo esticar as pernas.
(A sensação é gostosa, me sinto vulnerável, principalmente por não enxergar por causa da venda nos olhos, mas muito mais pelo fato de estar com as mãos amarradas e nessa posição.)
Essa situação de vulnerabilidade faz o tempo se prolongar, esperando pra ver o que vai rolar, dá uma mistura de ansiedade e... adrenalina.
Maria não emite som, eu tô morrendo de vontade de gritar "vai logo, faz alguma coisa!!!" Mas eu seguro, e logo depois consigo sentir perfeitamente os lábios de Maria roçando minha buceta
(É impossível não reconhecer esses lábios carnudos)
Em seguida, a língua dela separando meus lábios vaginais de ponta a ponta da minha rachinha. Ela mexe essa língua bem suave e, ao fazer isso, lubrifica toda a minha ppk com a saliva dela. Ela para no meu clitóris e lambe, brinca com ele e a ponta da língua dela. Mesmo sem conseguir ver, posso garantir que é a Maria que tá chupando minha buceta, ninguém, absolutamente ninguém faz igual ela.
Com as mãos apoiadas na minha bunda, ela me empurra pra cima, isso deixa minha buceta muito mais acessível pra ela, ela chupa, de vez em quando cuspi bem suave pra lubrificar, mas acho que é totalmente desnecessário porque sinto meus fluidos jorrando da minha ppk, ela cuida de tirar o excesso de fluido, suga pra engolir e continuar o trabalho dela.
Tô chegando no clímax, ela sabe e aumenta o ritmo, a sucção e de vez em quando enfia fundo a língua na minha buceta.
Tenho um orgasmo lindo, tento esticar as pernas mas não consigo porque tô algemada, tento virar mas Maria impede me segurando pelas nádegas, me levanta e continua chupando minha buceta, não termino um orgasmo e já começo outro, não acredito, é lindo, tipo uma explosão atrás da outra de prazer. Só consigo gemer e gritar, meu corpo convulsiona e eu sem poder me defender, embora na verdade não quisesse, Maria continua chupando mais um pouco e me deixa na cama.
Eu não falo nada, só respiro, tento relaxar, me acostumei com a escuridão.
Maria se aproxima e diz:
"Bom, já descansou??
Agora vem o melhor, relaxa e aproveita"
Segurando minha cintura, me arrasta pra borda da cama, sinto algo frio na minha vagina, pergunto:
"O que é isso???"
Ela responde:
"Lubrificante, fica tranquila que não vou fazer nada que você não queira"
Ela passa o lubrificante na minha buceta e no meu cu. Em seguida, sinto a ponta do que tenho certeza que é um dildo no meu cu e outra na minha buceta. Ela segura minhas pernas e começa a penetrar. Sinto os dois dildos entrando no meu corpo, ela se move, me fode uma e outra vez. Ela diz: "Você gosta de como eu te fodo??" Eu: "Adoro, me come gostoso" Os dois dildos me penetram, o do cu é claramente menor e me dá muito prazer, e o outro mais grosso e áspero. Cada estocada me arranca um suspiro, posso sentir claramente os dois brinquedos entrando. Só saem gemidos de mim, estou quase gozando de novo, Maria me fode cada vez mais forte, ela também geme segurando firme minhas pernas e diz: "Adoro te comer, hoje quem vai arrebentar teu cu sou eu" Eu: "Sim, me come, arrebenta meu cu gostosa, sim, sim, sim" Tenho um orgasmo lindo e ela também. Ela solta meus braços e tira a venda. Se joga na cama, eu tiro o cinto dela, abro suas pernas, ela estava com o brinquedinho dela (aquele que é tipo uma bala e vibra), chupo a buceta dela, ela tá muito molhada, sinto o vibrador dentro dela, fico uns minutos e ela goza de novo, mas dessa vez na minha boca. Limpo a buceta dela dos fluidos e me deito ao lado dela. Digo: "Você me surpreendeu, brinquedo novo e sensação nova, é estranho estar amarrada e mais ainda vendada" Maria: "Nunca tinha feito isso??" Eu: "Na verdade não, mas amei!!!" Maria: "Sim, é bom. Mas isso não foi nada" Eu: "Como nada?? O que você quer dizer??" Maria: "Que existem práticas mais intensas" Eu: "Você já fez??" Maria: "Sim" Eu: "E você gostou?" Maria: "Pra ser sincera, nem tanto. Viu o Patrício?? O moreno da academia, aquele que sempre tá com o amigo Bruno." Eu: "Sim, os que são magros e meio antipáticos" Maria: "Sim, esses. Então, Patrício me ensinou sobre o assunto" Eu: "Nããão!!! Não me diga que você comeu o Patrício?!?!!" Maria: "Sim, mas pra ser mais exata, ele me comeu… literalmente!!" De volta em casa, não consigo parar de pensar em o que a María me contou.
Porque ela não gostou da experiência, já eu, com o pouco que provei, amei.
Mil pensamentos rodeiam minha mente, pensamentos cheios de tesão.
Hoje é terça e tenho academia, então me preparo e vou disposta a tirar a dúvida.
A transformar esses pensamentos em realidade.
Enquanto faço os exercícios, fico observando o Patrício.
(Pra ser sincera, sempre me atraiu ele, é do tipo que eu gosto: magro, não muito musculoso, com cara de jovem.)
Ele percebe e também começa a me olhar, a gente troca olhares. Eu me mostro interessada.
Ele se aproxima e se apresenta:
"Oi, sou o Patrício, a gente sempre treina junto mas não se conhece."
Eu:
"É, verdade, você tem razão, nunca tinha parado pra te observar."
Patrício:
"Bom, eu não posso dizer o mesmo, mas nunca tive coragem de puxar conversa com você."
Eu:
"Que bobo, tava com medo de eu te morder?"
Patrício:
"Não. Não é isso, é que não queria te incomodar."
Eu:
"Imagina.
Deixa eu te perguntar uma coisa, você tava fazendo uns movimentos estranhos agora pouco.
O que é isso???"
Patrício:
"É que sou professor de artes marciais e tava praticando uns movimentos."
Eu:
"Que legal!!! Sempre me chamou a atenção esse negócio."
Patrício:
"Bom, quando você quiser, posso te dar umas aulas."
Eu:
"Seria demais!! Mas onde seria??"
Patrício:
"Na minha casa."
Eu:
"Show. Quando você puder, pra mim tá de boa."
Patrício:
"Amanhã tô de folga. Se você quiser."
Eu:
"Ok, mas quero o mesmo treino que você deu pra professora Maria."
(A cara do Patrício mudou, os olhos dele ficaram brilhando, e ele me disse sorrindo)
"O mesmo???"
Eu:
"Sim... o mesmo."
Patrício:
"Ok. Amanhã te espero às 13h."
Anoto o endereço dele no meu celular e ele foi embora.
Eu fiquei treinando, olhando ele de longe, ele conversava com o amigo Bruno e os dois riam, tinha certeza que ele tava contando o que aconteceu e como ia me comer. Isso me excita, me sinto toda molhada. Ainda não acredito como me entreguei daquele jeito, me sinto a maior puta e, sinceramente, adoro!!!
Saio do banheiro, Tô me arrumando pra ir na casa do Patrício, sorte que o Facundo tá trabalhando. Chego na casa do Patrício, ele abre a porta e me convida pra entrar. A verdade é que tô super nervosa e ansiosa.
Patrício:
"Fala, Eli, entra, tudo bem??"
Eu:
"Fala, Patrício, sim, tudo certo"
Ele fecha a porta e, sem perder tempo, me pega pela cintura e me dá um beijo super quente. Eu falo pra ele:
"Calma, vamos devagar"
Ele sorri e me pega pelo braço. A gente vai pro quarto, quando entro, vejo que o Bruno tá lá parado.
Eu:
"Espera, espera. A gente nunca combinou isso. Abre a porta que eu vou embora"
Patrício:
"Do jeito que você quiser. Eu contei pro Bruno e ele falou que não podia perder isso"
Bruno:
"É que sempre me chamou atenção e eu sempre quis ficar com você"
Patrício:
"É assim: você fica e a gente se diverte pra caralho, ou vai embora, escolha sua"
A verdade é que, mesmo não sendo o que eu esperava, a ideia não me desagradava. Os dois são gostosos e desde aquela vez com o Fabrício e o Andrés, fiquei com vontade de repetir.
Eu:
"Ok, vou ficar, mas vamos com calma"
Patrício bate palma com o Bruno, tipo comemorando, e fala:
"Então, Bruno, vai preparar tudo"
Ele sai e eu fico com o Patrício, super curiosa. Ele me olha e diz:
"Então, Eli, vou explicar. Você pediu o tratamento que eu dei pra Maria, sabe como é o esquema"
Eu:
"Na verdade, não"
Patrício:
"Ok, é assim: a partir de agora, seu corpo é meu e do Bruno. A gente não vai obedecer nada do que você falar, a menos que a gente queira. Se você disser não e pra gente for sim, vai ser sim, não importa o que você diga ou faça. Só tem um jeito de você parar uma situação: é com a palavra-chave"
Eu:
"Palavra-chave???"
Patrício:
"Sim, escolhe uma palavra e, se em algum momento você falar ela, a gente para"
Eu:
"Ok, vai ser... lábios!!"
Patrício:
"Perfeito, lábios então. Mas lembra: só lábios. A gente não vai obedecer 'para', 'para', 'não', 'por favor não'. Só lábios. Agora ali tem o banheiro pra você se preparar espero na cozinha"
Vou pro banheiro, tomo uma ducha. Pra ser sincera, tô super nervosa, ansiosa e com bastante medo, mas não vou me arrepender agora... Além disso, tudo isso me excita pra caralho. E me intriga ele me esperar na cozinha — pensei que fosse ser no quarto.
Saio do banheiro só de calcinha e sutiã, um conjunto de renda preta. Chego na cozinha e o Patricio me olha e fala:
"Mmm, que gostosa você tá, super sexy com esse conjunto."
Ele pega na minha mão e a gente vai pra umas escadas que levam ao porão. Entramos e, puf, fiquei chocada. É um quarto sem cama, as paredes são escuras — não dá pra distinguir direito porque a luz é bem fraca. No centro tem uma espécie de cavalete, numa parede tem algemas com correntes, num canto uma mesa com umas paradas em cima, e no outro canto um potro igual os de tortura, mas menor.
Dá pra sentir um cheiro forte — reconheço, é maconha, mas misturada com perfume. Olho pro canto que faltava e vejo o Bruno pelado, só de cueca preta, ele que tá fumando. O Patricio sai por um instante e volta também pelado, mas ele sem nada. O pau dele tá totalmente mole.
O cheiro tá me deixando tonta. O Patricio me segura pela mão e fala:
"Ok, vem aqui, já vamos começar."
Ele pega meus braços e coloca umas algemas nos meus pulsos — são brancas, de couro, com uma pelúcia do lado de dentro. Também coloca umas iguais nos meus tornozelos. Abre minhas pernas e prende cada algema dos meus tornozelos em uns ganchos no chão, e meus pulsos em correntes penduradas no teto. O Bruno levanta e acende uma luz negra que faz tudo que é branco virar um violeta fluorescente — minhas algemas e todos os acessórios têm detalhes brancos que brilham.
Fico parada de pernas abertas e braços abertos. Os dois se aproximam — um fica na minha frente, outro atrás. O Patricio tá atrás de mim, coloca uma venda fechada que não deixa eu ver absolutamente nada. Os dois começam a me tocar. Eles são bem suaves com os dedos, percorrendo meu corpo inteiro, evitando tocar minhas partes íntimas. Bruno, que está de frente, beija meu pescoço e mordisca minhas orelhas enquanto continua tocando meu corpo. Ele desce a palma da mão pelo meu abdômen e contorna minha buceta sem encostar nela. Patricio faz o mesmo, me beijando, tocando minhas costas e apalpando minha bunda.
O cheiro de maconha me deixou tonta e bem relaxada.
Bruno chupa meus peitos e mordisca meus mamilos.
(A situação me deixa tensa, não poder ver me dá muita ansiedade, mas também um tesão doido.)
Sinto os dois se afastarem. Fico parada, sem dizer ou fazer nada, o calor no quarto está forte.
Passam alguns segundos que parecem uma eternidade, ouço eles conversando entre si. De repente, algo toca um dos meus mamilos. Rola no meu peito, primeiro um, depois o outro, desce pelo meu abdômen e, quando está prestes a tocar minha buceta, sobe de novo. Isso acontece duas ou três vezes.
Desce novamente e pousa na minha buceta. Não sei se é madeira, couro ou algo assim, mas definitivamente não é parte do corpo de nenhum deles.
O que está me tocando faz pressão na minha buceta e esfrega, mantendo a pressão.
Se afasta de mim e depois bate de leve na minha buceta, uma e outra vez. São tapinhas que me fazem tremer, é inútil querer fechar as pernas.
Ouço Patricio dizer:
"Coloca a barra e levanta ela."
Ouço um barulho metálico acima da minha cabeça e, em seguida, pegam minhas duas mãos, abrem elas e me fazem agarrar o que parece ser um cano.
Patricio:
"Segura firme e não solta, senão você machuca os pulsos."
Sinto que estou sendo erguida do chão e fico pendurada no ar, não consigo fechar os braços nem as pernas, porque ambas estão amarradas.
Alguém toca minha buceta, com a mão. Sinto os dedos roçarem meus lábios vaginais e entrarem só um pouquinho na minha buceta. Minha primeira reação é tentar me afastar, mas é inútil. Ele me toca e me masturba.
Sinto só um perto de mim, posso sentir a respiração dele enquanto me toca. Ele começa a descer, lambendo meu corpo, e para. Nos meus peitos ele chupa e lambe, depois desce pelo abdômen, sinto a língua dele deslizar pela minha pele, chega no monte de Vênus, beija bem suave, sinto as mãos dele segurando firme minhas nádegas. A língua dele abre caminho entre meus lábios vaginais, lambe toda minha vulva, mordisca meus lábios e esfrega a língua no meu clitóris. Eu gosto, é uma sensação estranha estar pendurada e ao mesmo tempo ser chupada na buceta, mas principalmente sem poder ver e sem saber quem está ali, minha mente voa em milhares de realidades, todas podem ser e nenhuma é ao mesmo tempo.
Sinto minha vagina ficar molhada, essas lambidas estão dando frutos, frutos deliciosos em forma de prazer.
Alguém para atrás de mim, posso sentir.
Tocam em mim de novo com aquilo que parecia couro, desce pelas minhas costas e de repente, sinto uma pancada forte na minha bunda. Eu grito:
"Ai!!!"
Atrás, outra pancada, me dão golpe atrás de golpe alternando em cada nádega. São pancadas fortes, mas só aumentam o prazer que a boca na minha buceta produz.
Eu solto gemidos e gritos a cada golpe, estou prestes a chegar no clímax quando eles param, me abaixam, uma vez no chão soltam meus braços e pernas. A verdade é que meus braços doem por causa da posição. Mas toda a situação me deixou superexcitada.
(Acho que é o fato de me sentir à mercê deles, de não poder fazer nada para me defender desses dois caras que eu sabia que iam me comer)
Patricio tira a venda de mim, demoro uns segundos para recuperar a visão com clareza, ele continua nu, mas o pau dele está ereto, o tamanho é parecido com o do Facundo.
Me pegando pela mão, ele comenta:
"Bom, Eli, vem aqui"
Vamos até o cavalete, ele me posiciona de frente para ele e com a mão empurra minha cabeça, fico de pé e meu tronco apoiado no cavalete, ele pega meus braços e os coloca para trás fechando as algemas, amarra meus tornozelos no pé do cavalete. Estou totalmente imobilizada, minhas pernas juntas, minha bunda exposta e com meus braços amarrados para trás, não consigo me equilibrar. com a parte de cima e sou obrigada a apoiá-la no cavalete.
Vejo o Patricio indo até a mesa onde estavam os acessórios, ele pega o que parece um bastão com franjas. Ele se posiciona atrás de mim e sinto ele bater com esse acessório nas minhas nádegas, primeiro de leve e depois aumentando a força. Isso me causa dor, a cada golpe eu grito. É estranho, mesmo sentindo dor, não me incomoda; pelo contrário, me excita. Cada golpe dessas tiras de couro provoca algo dentro de mim, um formigamento que vai direto pra minha buceta.
Sinto que estou sendo castigada, que estão me usando como um objeto, e isso me esquenta:
"Sim, isso, papai, me bate forte"
Estou molhada, preciso ser penetrada agora, quero sentir um pau entrando na minha buceta.
Na minha frente, Bruno para. Ele também está nu, o pau dele não está completamente duro, mas parece bem grande. Por causa da minha posição, ele está bem na minha frente.
Estou com vontade de tocar, mas não posso.
Patricio me dá um tapa muito forte na bunda com a mão.
Eu:
"Ai, tão forte não!!!"
Ele me dá outro na contramão.
Lembro que eles só parariam se eu dissesse "lábios, só lábios".
Mas não digo nada, pelo contrário, mordo meus lábios e ele continua batendo. Dá pra ouvir os tapas da mão dele na minha bunda. Ele para por alguns segundos e sinto que os tapas viram beijos. Ele beija minhas nádegas, acaricia, esfrega, desce pelas minhas pernas com a língua, sobe de novo e leva a boca direto pra minha vulva. Sinto o rosto dele fazendo força contra minhas pernas pra alcançar minha buceta com a língua. Eu ajudo e abro as pernas o máximo que posso. Ele lambe minha buceta, passa a língua pelos meus lábios vaginais. Olho pra frente e o Bruno estava se masturbando, o pau dele já estava duro e é enorme!!!
Entre gemidos, falo pro Bruno:
"Que pau lindo que você tem!!"
Bruno:
"Você gosta???"
Eu:
"Adoro, você tem ele enorme"
Em seguida, estico o pescoço e abro a boca, como se estivesse implorando pra ser alimentada.
Ele pega o pau dele com a mão e Chega perto, mas não coloca na minha boca. Pelo contrário, esfrega no meu rosto, passa pelos meus lábios, pelos meus olhos, pelas minhas bochechas.
Quando ele aproxima, eu tento meter na boca, mas ele desvia com a mão e eu fico ali, de boca aberta, língua pra fora e minha expressão pedindo: "me dá essa pica". Ele faz isso uma vez e outra enquanto o Patrício continua chupando minha buceta. Bruno pega a pica dele e me dá uma porrada na cara com ela, deu pra ouvir o estalo que aquela pica enorme fez ao bater no meu rosto. Tô desesperada, preciso sentir uma pica dentro de mim já!
"Por favor, me dá essa pica pra eu chupar!"
Bruno sorri e fala:
"Calma, já vai comer ela toda. Mas ainda não."
Ele continua brincando comigo. Eu me sinto a maior puta implorando por pica, mas não tô nem aí, tô super excitada e só quero que me peguem e me comam de uma vez.
Patrício se levanta e encosta a pica dele na minha bunda. Sinto perfeitamente, tá dura e quente. Ele coloca entre minhas nádegas e esfrega no meu cu, depois desce e passa pela minha frestinha. Acho que nessa altura deve ser uma lagoa, totalmente inchada.
Ele passa a cabeça da pica na minha buceta e para no meu buraquinho, uma vez e outra, toda vez que faz isso eu espero a penetração, mas não, ele tira de novo.
Bruno coloca as bolas dele na minha boca, são enormes, eu chupo e lambo. Quando vou começar a lamber o tronco dele, ele tira e volta a colocar as bolas lindas dele na minha boca. Não aguento mais a excitação, sinto um fio de líquido descendo pela minha virilha. Meto os ovos do Bruno inteiros na boca, feito uma possessa, e ele com a mão levanta a pica e deixa cair no meu rosto. Quando faz isso, provoca um barulho lindo, me deixa a mil sentir toda aquela carne. A pica dele, além de grande, é muito branca, é a primeira vez que vejo uma pica tão branca, as veias aparecendo. Desesperada, falo:
"Já, por favor… me comam!!"
Eles riem e o Patrício diz:
"Tem que ser mais convincente no pedido."
Eu sabia que queria.
E com a excitação que tô, não duvido:
"Por favor, preciso ser comida, quero sentir os paus de vocês dentro de mim"
Bruno:
"Bom, parece que essa mulher realmente quer ser comida"
Patricio coloca a venda de novo em mim, enfia o pau na minha buceta e, me segurando pelas algemas nos meus pulsos, mete tudo de uma vez só. Solto um grito de prazer:
"Aaaa, isso!!! Que delícia, que pau lindo"
Ele me come com força, sempre segurando meus pulsos, se apoiando neles pra me penetrar bem fundo, as estocadas são contínuas, minha buceta tá toda molhada.
Eu abro a boca na hora e começo a procurar o pau do Bruno, ele continua com o joguinho dele e não deixa eu engolir do jeito que quero.
Não tô vendo ele, mas olhando pra onde acho que é o rosto dele e com as palavras entrecortadas por causa das estocadas que o Patricio tava me dando, falo:
"Por favor, deixa eu chupar esse pau gigante"
Na sequência, abro a boca, estico a língua e sinto aquela cabeça enorme se apoiar na minha língua.
(Isso!!! Finalmente podia comer aquele pau)
Chupo a cabeça, abro a boca o máximo que consigo e tento engolir aquele pau, mas é inútil, o pau dele é gigante, ainda maior que o pau do Andrés.
Adoro chupar esse pau, faço com paixão.
Patricio continua me comendo, agora me segura pela cintura, me dá tapas fortes na bunda, sinto o pau dele entrando e saindo da minha buceta molhada.
Patricio:
"Amigo, você não tem ideia do apertadinha e molhada que essa mulher tem a buceta"
Bruno:
"Dá pra ver que ela precisa de pau, chupa como uma profissional"
Patricio:
"Tá gostando de como a gente te come??"
Eu, como posso, sem tirar o pau da boca completamente:
"Siimm, adoro"
Os dois começam a rir
Bruno:
"Ela não solta nem pra falar"
Isso me excita e continuo mamando o pau do Bruno, Patricio tira o pau e coloca no meu cu, esfrega, tira, passa a mão na minha vulva juntando o máximo de lubrificação possível, depois passa no meu cu e coloca a cabeça do pau no meu ânus.
Faz pressão com o pau dele no meu cu pra me penetrar, tento relaxar, com as mãos dele separando minhas nádegas e empurrando, mas me causa dor. Tento aguentar o máximo possível, tô super excitada e quero ser comida pelo cu mais do que nunca, mas a dor não aguento:
"Lábios!!!"
Automaticamente, Patricio para, se afasta e me pergunta:
"O que foi?? Não tá gostando??"
Eu:
"Sim, adoro, mas dói demais"
Patricio:
"Ok, me dá um segundo"
Pega algo na mesa e volta, eu aproveito e falo:
"Também te peço pra soltar as algemas, mas só as dos pulsos"
Ficar amarrada me dá muito tesão, mas os braços pra trás já tavam incomodando, além disso queria ter as mãos livres pra outras coisas.
Patricio esfrega algo frio no meu cuzinho, pergunto:
"O que é??"
Patricio:
"Lubrificante"
Ele enfia o pau dele na minha buceta e volta a me comer, faz bem devagar, só coloca uma parte do pau, eu relaxo e entro em clímax de novo, ele continua me comendo, de vez em quando dá uma penetrada forte e funda que me arranca um gemido e volta a fazer suave, sinto a mão dele na minha bunda, com o dedo começa a trabalhar ela.
Nas minhas costas sinto as franjas do acessório que ele tava usando antes, passa por toda a minha coluna, na próxima penetrada funda me bate nas nádegas com ele, faz isso repetidamente e também bate nas minhas costas.
Sinto o Bruno se aproximar, para na minha frente e coloca o pau enorme dele na minha cabeça, fico com as bolas dele na boca e o tronco no meu rosto, sinto algo muito quente cair nas minhas costas, tenho certeza que é cera, tá muito quente e falo:
"O que é?? Tá muito quente"
Patricio me segura pela cintura e enquanto me fode forte com movimentos rápidos, diz:
"Você relaxa e aproveita a foda"
A respiração dele tá acelerada e as estocadas cada vez mais fortes, ele coloca o dedo de novo no meu cu e enfia ele inteiro, eu sinto muito prazer, o pau dele entra e sai da minha buceta molhada, agora ele usa Sinto claramente dois dedos entrando, ele os move no meu cu que já tá dilatado. Pra minha surpresa, não sinto dor nenhuma. Eu tô curtindo, abro minha boca e volto a procurar a pica do Bruno, encontro ela e chupo. Agora tenho liberdade nas mãos, tiro a venda e, depois de alguns segundos, vejo tudo claramente de novo. Pego aquela pica gigante com as duas mãos e ainda sobra pica, ver minhas mãos segurando aquela pica faz ela parecer maior e mais linda, sem hesitar, levo ela à boca e continuo o boquete.
Claro que não cabe nem metade, mas não tô nem aí, lambo as bolas dele, lambo o tronco pra depois focar na cabeça, chupo ela e passo minha língua em volta toda. Sinto o líquido pré-saindo dele, eu succiono e engulo (amo isso). Olho nos olhos dele e falo:
"Você não pode ter uma pica dessas, nunca tive uma pica assim nas minhas mãos."
Ele pega minha cara e me empurra pra engolir a pica dele, dizendo:
"Você vai ter ela em todo lugar, vou te encher de carne."
Ele segura minha nuca e me força a engolir fundo.
Eu também quero isso, quero sentir aquela pica inteira na minha boca, mas por mais força que eu faça, não entra, só me dá ânsia. Ele tira ela, e eu largo toda a saliva e líquido que tenho na garganta em cima da pica dele. Com minha mão, bato uma punheta espalhando todo o fluido na pica dele e volto a chupar.
O Patrício tira a pica da minha buceta e coloca de novo no meu cu. De novo sinto a cabeça dele fazendo força, dessa vez não sinto dor, isso me chama a atenção, mas é o que menos me importa. Sinto a cabeça dele abrindo caminho nas minhas nádegas pra lentamente dilatar meu esfíncter e se enfiar no meu ânus. Depois de três ou quatro estocadas, já tá toda dentro:
"Aaaa sim, que delícia. Arrebenta meu cu, eu amo isso!!!"
Segurando minha cintura, ele fura meu cu com força, eu só sinto prazer, mesmo a pica dele não sendo pequena, não sinto dor. É lindo sentir minhas nádegas quicando contra ele. Ele pega meus cabelos e me monta como se eu fosse uma puta. Potra selvagem. Ela puxa minha cabeça pra trás pelo meu cabelo e me fode uma vez e outra, tá abrindo meu cu de um jeito brutal e eu adoro. Bruno pega o pau dele e coloca de novo na minha boca. Nós três estamos num estado de frenesi, Patricio furando meu cu sem parar, eu curtindo a foda dele, e Bruno pegando minha boca com o pau gigante dele.
Patricio:
"Haa sim, Bruno pega a boca dela enquanto eu arrebento o cu dessa mulher"
Dá pra ouvir o barulho das minhas nádegas e meus engasgos por causa da foda que o Bruno tá dando na minha boca.
Bruno:
"Sim, que pedaço de mulher, fode como uma deusa"
Nessa hora, minha buceta é uma cachoeira de fluido, sinto escorrendo pela minha entreperna. O fato de me sentir tão mulher, sendo fodida por dois machos desse jeito, me deixa a mil e eu gozo numa gozada tremenda.
Solta o pau do Bruno e falo:
"Sim, sim, não para, me fode, me fode, abre bem esse cu, não economiza nada e mete tudo até o fundo, siiiim"
Minhas pernas fraquejam e ficam tremendo. Bruno me pega pelo cabelo, vira minha cabeça e coloca o pau dele na minha boca. Eu chupo exausta enquanto Patricio continua usando meu cu à vontade dele.
Depois, ele tira do meu cu pra meter na minha buceta:
"Uuu, bebê, você tá toda molhada, que gozada danada você deu"
Agora é minha vez, diz Patricio.
Ele me segura firme pelos quadris e me fode duro na buceta, rápido e forte. Rapidamente chega ao clímax e, ao mesmo tempo que me dá umas palmadas bem fortes com a mão, goza dentro de mim. Sinto claramente o esperma dele inundar minha buceta. O sêmen dele é bem quente, continua penetrando mais devagar, a porra dele escorre da minha buceta pelas minhas pernas e termina no chão.
Patricio sai de dentro de mim e fala pro Bruno:
"Leva ela pro sofá que já volto"
Ele sai pro banheiro, acho. Bruno solta minhas pernas e, pegando minha mão, me leva pra um canto do quarto. Encostado na parede, tem uma espécie de sofá sem encosto. Ele abaixa e coloca no chão. Também tem um espelho grande de pé, ele vira e coloca na posição. junto ao sofá, bem separado, me olhando e diz:
"Pra você ver como a gente te come"
Acende uma luz fraca, mas que iluminava bem aquela área do quarto.
Eu, ao ver o espelho, só pensei numa coisa.
Me ajoelho e volto a chupar a pica do Bruno, que tava meio mole, mas ainda assim enorme. Eu tentava enfiar ela inteira (era tipo um desafio que eu tinha me dado), mas é inútil – entrava mais que antes, mas não chegava na metade. Rapidinho ela virou uma rocha de novo, as veias aparecendo, a luz deixava eu ver mais detalhes, é linda. Tento em vão engolir ela toda, coloco na boca e, enquanto chupo, masturbo o resto da pica que fica fora. Levanto e falo:
"Bom, não aguento mais, quero sentir essa pica na minha buceta, mas vai devagar que é muito grande"
Ele se deita, e peço pra ele virar.
Desde que vi o espelho, tive uma única ideia: quero ver como essa coisa gigante entra na minha buceta.
Ele vira e fica na beirada do sofá. Me ajoelho, dou uma última chupada, principalmente pra garantir que a pica esteja bem molhada. Levanto, cuspo na mão e lubrifico minha rachinha. Passo uma perna por cima dele e, de frente pro espelho, começo a descer. Pego a pica com a mão e coloco na entrada da minha buceta, observo no espelho – minha buceta parece minúscula do lado daquela pica enorme, a cabeça dela é gigante.
Não sei por que, mas ver aquela imagem me excita pra caralho. Esfrego a cabeça dela na minha rachinha, curto o que vejo no espelho. Posiciono de novo e, bem devagar, vou descendo.
Minha vagina se estica, tentando engolir aquela pica, mas não é fácil. É muito grande e minha buceta não tá dilatada o suficiente. Continuo tentando enfiar, vejo no espelho como a cabeça se comprime ao tentar entrar na minha buceta. Como me excita ver essa imagem ao mesmo tempo que sinto aquela pica forçando pra me penetrar. O esforço tá dando resultado e já quase tenho a cabeça toda dentro.
Faço mais um esforço e, finalmente, ela entra. completo, senti claramente quando ele fez isso, embora já tenha tido experiência com um pau grande (Andrés), esse é ainda maior.
Me olho no espelho, minha bucetinha minúscula enfrentando esse pau gigante, adoro, fico louca me vendo assim.
Cuspo na mão de novo e passo no pau do Bruno, lubrificando ele pra me comer.
Vou descendo bem devagar, aos poucos o Bruno tá entrando em mim.
Praticamente tenho o pau inteiro dele dentro, mas o Bruno não aguenta e, levantando a pélvis, acaba enfiando tudo de uma vez. Sinto muita dor e parece que meu útero se rompeu.
"Aaai, calma. Você vai destruir minha buceta."
Bruno:
"Desculpa, mas algumas coisas são melhores assim, rápido."
Por um lado, ele tinha razão. Olho no espelho e minha bucetinha pequena tinha engolido aquele pau gigante inteiro. Não conseguia acreditar.
Mas sentia o pau dele me preenchendo completamente, roçando todas as paredes da minha buceta. É lindo sentir esse pau entrando.
Olhando no espelho, subo e desco, enfiando aquele pau todo em mim. O que minha boca não conseguiu, minha buceta conseguiu, embora não tenha sido de graça. Vejo no tronco do pau do Bruno um fio de sangue. Definitivamente, o pau dele forçou demais minha pobre buceta. É inacreditável que aos 40 anos tenham me arrombado a buceta como se fosse a primeira vez.
Não ligo e continuo aproveitando. Minha pobre buceta dá a luta e começa a lubrificar de novo. Sinto a área mais molhada, e as penetrações ficam mais fáceis e menos dolorosas, então aproveito mais. Tô gemendo e dando gritos de prazer cada vez que o Bruno me penetra. Sinto o pau dele batendo no fundo de mim, é lindo:
"Aaaah, sim, Deus, que gostoso você me comendo, tá destruindo minha buceta."
Bruno:
"Tá gostando??? Eu adoro, você tem a buceta super apertadinha e muuuuito molhada.
Mas eu também ajudei nisso."
Eu:
"Já gozou?!"
Bruno:
"Nãooo, calma, só soltei um pouco de porra pra descomprimir as bolas."
Patrício entra de novo, como eu pensei, tinha ido tomar banho.
Com um sorriso, ele diz:
"Por O que eu vejo, entrou tudo em você!"
Eu:
"Sim, e olha, preciso chupar alguma coisa"
Patricio se aproxima, eu pego na pica dele e começo a chupar.
Lambo as bolas dele, o tronco, e essa eu consigo engolir quase inteira.
De relance, me vejo no espelho e ali estou eu, com uma pica gigante na minha buceta e outra na minha boca. Ver aquela imagem me excita, me sinto mais mulher e também bem vadia.
Meu instinto feminino está super satisfeito.
Bruno me levanta pela cintura e acelera o ritmo das estocadas, eu continuo chupando a pica do Patricio. Começo a sentir aquela sensação que já tive antes, é um formigamento interno, algo que nasce na parede frontal da minha buceta e se espalha pelas minhas pernas até os pés. Sei que um orgasmo lindo e bem molhado está chegando. Patricio tira a pica da minha boca e pega o acessório que usei antes. Agora consigo ver: é um bastão com um pedaço de couro na ponta, igual aos que os cavaleiros usam.
Ele apoia na minha buceta, bem onde termina e começa o monte de Vênus, e esfrega. Bruno continua me comendo, eu vejo tudo no espelho, a sensação aumenta. Tudo vira um círculo vicioso: Patricio dá tapinhas na minha área do clitóris enquanto a pica do Bruno preenche cada milímetro da minha buceta, e eu vejo ela entrando e saindo pelo espelho.
Não aguento mais. Dando um grito e apoiando as mãos nas coxas do Bruno, tenho um orgasmo gigantesco:
"Siim, me come, me come. Pelo amor de Deus, que pica enorme. Vai, filho da puta, me come, arrebenta minha buceta!"
Ele continua. Sinto minhas pernas moles como gelatina. Cada vez que ele tira a pica da minha buceta, vejo um jato de fluido saindo dela, e Patricio batendo no meu clitóris. Molho o acessório inteiro, cada batida do Patricio espirra meus fluidos pra todo lado.
Bruno continua me penetrando, me segura firme pela cintura. Dá pra ouvir as estocadas por causa do quanto a área está molhada. Ele afasta as pernas, meu fluxo escorre pelos ovos dele, que balançam no ritmo. Seus movimentos. Ele geme:
"Sim, sim, você molhou todas as minhas bolas. Adoro"
Peço que não pare, que me coma com força
"Continua, não para que eu vou gozar de novo"
Bruno:
"Eu também, siii. Vou encher sua buceta de porra"
Eu:
"Acho que não, na minha buceta não cabe mais nada, seu pau já deixou ela cheia.
Sim sim sim, e você me traz esse pau que preciso chupar alguma coisa"
Patricio coloca o pau dele de novo na minha boca e, chupando, tenho outro orgasmo, estou no céu. Não acredito que sinto tanto prazer.
Ao mesmo tempo, Bruno solta um jato de porra, vejo saindo da minha buceta, está tão cheia que sai com força, ele grita e geme:
"Simmm que lindo!!! Que mulherão, por favor"
Me deito no peito dele e ele, apalpando meus peitos, me diz:
"Valeu, você foi espetacular, aguentou tudo como uma rainha"
Isso me faz sentir a melhor atriz pornô.
Ele levanta e sai.
Patricio sobe em cima de mim e beija meus peitos, lambe e mordisca. Faz de um jeito brusco, eu digo:
"Para, que tá doendo"
Ele continua, morde meus mamilos bem forte
"Ai, para que tá doendo!"
Continua na mesma, mordendo e apertando meus peitos.
A situação me incomoda e lembro ele:
"Lábios"
Então ele para e me diz:
"Viu como é fácil, não fazemos nada que você não queira"
Ele se ajoelha na minha frente e coloca o pau dele na minha boca, chupo e bato uma punheta enquanto lambo as bolas dele. Ele abaixa um pouco e coloca entre meus peitos, apertando ambos, esfrega o pau no meu peito. Toda vez que a cabeça aparece entre meus peitos, eu chupo. Ele espera, curte meu boquete e volta a comer meus peitos. Cuspo pra lubrificar e a fodida ficar mais confortável. Na cara dele dá pra ver como ele curte, me olha e diz:
"Desde o primeiro dia que te vi, quis fazer isso"
Ele mexe a pélvis e o pau desliza entre meus peitos, sinto as bolas batendo na boca do meu estômago.
Bruno volta, o pau dele está quase mole, mas continua grosso. Essa é minha chance de enfiar o pau dele todo na minha boca. Boca, chamo ele, peguei e meti na minha boca, entra inteira, mesmo assim enche minha boca. Com o pau dele na minha boca, estico a língua e esfrego as bolas nele, ele empurra o pau e ele entra na minha garganta, dá ânsia mas não consigo cuspir porque o pau dele tampa minha garganta, é a primeira vez que me pegam de jeito na garganta. Ele tira e eu cuspo todo o líquido no pau dele, bato uma punheta e meto o pau do Patricio na boca, o dele tá duro, tento fazer o mesmo. Estico a língua pra lamber as bolas dele e dessa vez sou eu que faço força pra o pau dele atravessar minha garganta. Tento retrair a campainha. O pau atravessa minha garganta, ele percebe e se mexe me pegando na garganta. Que gostoso é poder engolir ele inteiro, as bolas dele batem no meu queixo. Antes só tinha conseguido fazer isso com o Fabrizio, mas porque o pau dele era bem pequeno. Mas esses não são nada pequenos e entra inteiro. Volto a chupar o pau do Bruno, ele já tá de novo no jogo. Não tá duro inteiro, mas já tá bem grande, tento aplicar a técnica mas é inútil, não consigo mais fazer ele entrar na minha garganta. Continuo chupando o pau dos dois, alterno entre um e outro, olho pra eles, comparo, os dois são lindos mas o do Bruno me deixa louca. Patricio coloca uns prendedores nos meus mamilos, me dá uma sensação de desconforto mas não falo nada. Ele se deita na cama, coloca o pau dele ereto e me fala: "Vem e enfia na sua buceta" Eu obedeço, subo de frente pra ele, coloco na minha buceta e vou enfiando. A verdade é que minha buceta tava super dilatada, o pau do Bruno tinha feito estrago nela. Patricio percebe e fala: "Bruno, você deixou ela aberta" Os dois riram, fiquei com muita vergonha, afinal era da minha buceta que eles tavam falando. Patricio me comeu um tempinho nessa posição enquanto eu chupava o Bruno, depois de um tempo Patricio pediu pro Bruno tomar o lugar dele, agora era o Bruno que tava comendo minha buceta, o pau dele sim Eu sentia aquilo, me dava um prazer sem igual. Patrício se aproximou e passou mais gel no meu cu, sabia o que vinha. Lá no fundo eu pensava: "Finalmente, tava esperando por isso". Patrício coloca o pau no meu cu e penetra, entrou bem devagar.
Os dois me comem, enchem meus buracos.
(Desde aquela noite com Fabrizio e Andrés que tive minha primeira experiência de dupla penetração, quero repetir)
Os paus deles entram em mim, adoro, o mais gostoso é que o pau do Patrício é grande mas não dói no meu cu, só dá muito prazer.
Os paus deles entram e saem de mim, consigo ver refletido no espelho, fico olhando hipnotizada.
Bruno, enquanto lambe e chupa meus peitos, me diz:
"Tá gostando de ver como a gente te come???
Se olha, você é uma putinha mesmo"
Ele tem razão, me olho e me sinto a maior puta, e adoro, me excita.
Ele dá puxões nos piercings dos meus mamilos, isso me causa dor. Mesmo não gostando, não falo nada pra eles não pararem de me comer, mas me desconcentra, me tira do clímax.
Patrício tira o pau do meu cu e se levanta, me pega pelo braço e eu também levanto. Ele senta na borda do sofá, me segura pela cintura e, me colocando de costas, faz eu sentar no pau dele. Volta a me comer o cu, segura minhas pernas por trás dos joelhos e, abrindo elas, levanta e diz:
"Olha no espelho como eu abro teu cu com meu pau"
Eu olho, fico fascinada. Ver aquele pau entrando e saindo do meu cu.
Bruno se posiciona em cima de mim, coloca uma perna de cada lado e o pau enorme dele balança apontando direto pra minha buceta, bem quando vai introduzir, peço:
"Espera!! Faz devagar que quero ver como teu pau entra em mim"
Me afasto um pouco pro lado e observo como o pau do Bruno abre caminho entre meus lábios vaginais que parecem minúsculos do lado daquele membro.
"Simmm que lindo sim, me comam simmm.
Adoro, vai abrir meus buraquinhos.
Que lindo, tão me comendo"
Os paus deles entram e saem. As bolas do Bruno batem em mim.
É lindo sentir um pau entrando depois do outro, e mais ainda. Ver ele. De vez em quando olho no espelho e vejo meus buracos dilatados e vermelhos, minhas nádegas estão vermelhas como nunca por causa das palmadas que levaram durante toda a foda. A verdade é que não sei há quanto tempo estou sendo fodida, mas parece uma eternidade e espero que nunca acabe.
Os movimentos dele provocam um orgasmo atrás do outro, já nem sei de quem é o líquido que sai da minha buceta.
Bruno sai de cima de mim e Patrício me tira de cima dele, se levanta e me diz:
"Fica de joelhos"
Eu obedeço. Ele começa a se masturbar na minha frente, e eu ajudo. Eu bato uma pra ele, chupo o pau dele, lambo as bolas, ele me afasta e continua se masturbando. Sei perfeitamente que o jato de porra dele é iminente, me pergunto qual vai ser o gosto, tô ansiosa pra provar. Abro a boca, estico a língua e puff.
Um grande jato de esperma acerta minha cara, outro salta e cai no meu cabelo, outro jato acerta bem na minha boca. Antes do próximo sair, enfio o pau dele na minha boca e sinto o último jato sair dentro de mim. Engulo a porra dele, tem um gosto forte. Lambo o pau dele, chupo e limpo, aplico a técnica que aprendi e engulo ele inteiro, os últimos restinhos de esperma vão direto pra minha garganta. Patrício, respirando pesado, se afasta e gagueja:
"Uff, que mulher, por favor! É impressionante como fode!"
Bruno toma o lugar dele, chupo o pau dele esperando o mesmo final, mas não.
Segurando meus braços, ele diz:
"Isso ainda não acabou"
Ele me leva pro canto onde está o cavalete.
Me coloca no cavalete, se vira e, segurando minha cintura, me penetra. Eu tô totalmente à mercê dele, com os braços e o pescoço presos no aparelho. Sinto as investidas fortes dele, que me causam dor por causa do pau tão grande, mas muito mais prazer, então não falo nada. As bolas dele batem na minha buceta, dá pra ouvir o estalo um atrás do outro.
Enquanto fura minha buceta, ele fala pro Patrício:
"Me passa o gel"
Patrício sorri e traz.
Bruno joga um pouco de gel no meu cu e esfrega com os dedos, enfia um dedo, depois dois, depois três. Mexe eles.
Eu fico digo:
"Ni se te ocurra querer meter isso na minha bunda"
Bruno:
"Se você não gosta, sabe o que tem que falar"
Ele tira o pau da minha buceta e coloca na minha bunda, igual fez com a buceta, começa a fazer força, mas é inútil, o pau dele não entra. Ele continua tentando, a glande começa a abrir caminho.
Dói, mas também gosto. Ele continua, sinto um incômodo grande e falo:
"Aaai, para, para, que tá doendo"
Ele continua empurrando, não para. Eu sei que, se quiser que ele pare, essa não é a palavra que devo usar, mas a verdade é que não quero que pare. No fundo, desejo que aquele pau me arrebente a bunda.
Aos poucos, sinto o pau dele mais fundo em mim. De repente, ouço um gemido dele:
"Aaaah, siiiim, já entrou a cabeça"
Pra minha surpresa, ele tem razão. A cabeça dele está dentro da minha bunda e não sinto dor. O tronco começa a me penetrar. Quando vou reagir, tenho o pau inteiro dentro de mim. Não acredito que uma coisa daquelas entrou na minha bunda. Ele me segura pela cintura e começa a bombear meu cu, devagar. Eu falo:
"Por favor, toca na minha buceta"
Ele, com a mão direita, me masturba enquanto me arrebenta o cu. É lindo. Ele aumenta o ritmo, as estocadas ficam mais fortes e seguidas. Ele diz:
"Bom, isso vai durar pouco. Sua bunda é estreita demais e não aguento a vontade de gozar"
A respiração dele acelera, o pau fica mais duro do que nunca. Peço pra ele não parar e, antes que ele solte o jato de esperma, eu gozo numa gozada deliciosa. Logo em seguida, sinto o esperma dele inundar meu cu.
"Siiim, que gostosoo, que bunda linda que você tem! Há quanto tempo eu queria comer essa bunda"
Ele dá as últimas estocadas, como pra tirar toda a porra. Me solta do Potro e, dando um tapa forte na minha bunda, fala:
"Foi uma boa foda, né???"
Não respondi, mas por dentro sabia que ele tinha razão.
Tomei banho e lavei bem, depois me troquei e subi pra cozinha. Os dois estavam lá, me ofereceram café, aceitei e conversamos. Falei que não acreditava que o pau do Bruno tinha entrado na minha bunda.
Patricio me ele disse:
"Temos um segredo, o gel lubrificante tem anestésico"
Eu:
"Que desgraçados, por isso não sentia tanta dor"
Peguei minhas coisas e fui embora.
Tenho certeza que vou voltar, me diverti muito.
Mas agora tô preocupada em chegar em casa, tô sentindo bastante dor na minha bunda, quase não consigo sentar e minha buceta também tá muito sensível.
À noite, depois do jantar, eu recolho os pratos e o Facundo levanta da mesa, passa por trás de mim, dá um tapa na minha bunda e fala:
"Hoje à noite quero essa bunda pequena"
Eu fico parada sem dizer nada e pensando (coitada da minha bunda, mais uma batalha difícil pela frente)
Continua...
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