Outra noite em que minha mãe se veste com uma roupa esportiva que não deixa quase nada pra imaginação. Ela me faz o jantar, me dá um beijo na testa e sai de casa pra correr no parque. Eu sei exatamente que ela não vai correr, vai dar pra qualquer cara.
De manhã, uma colega da faculdade me deixou de pau duro, mas não rolou nada além disso, por isso tô cheio de tesão. Já peguei o gosto de espionar minha mãe, de fuçar nas gavetas dela onde quase sempre tem calcinhas fio dental minúsculas ou lingerie de puta.
Guardei minha janta, calcei os tênis e saí atrás dela. Minha mãe mal tinha virado a esquina da rua. Fui seguindo ela com muito cuidado, mas ela nunca olhava pra trás; nem quando os vizinhos ou qualquer estranho falava sem vergonha o quanto ela era gostosa.
Dessa vez ela foi mesmo pro parque. Caminhou tranquila até cruzar a área dos banheiros. De repente, um homem se aproximou e ela parou. Era um cara diferente do outro dia, mas era igualmente preto, alto e com cara de vagabundo. Vi que se beijaram com vontade e ele, sem nenhum pudor, agarrou a bunda dela na vista de todo mundo que passava.
Depois eles se viraram e eu corri a toda velocidade pros banheiros públicos do parque. Me escondi lá dentro pra não ser visto, mas eles estavam vindo na direção dos banheiros.
Na hora, pensei no estado do banheiro: nojento, largado, com uma luz fraca iluminando o teto. Quase ninguém vem fazer suas necessidades aqui, e naquele momento tava vazio. Era o lugar perfeito pra foder uma puta nojenta igual minha mãe.
Só tinha três cabines no banheiro, entrei na mais distante e me tranquei com os pés levantados. Ouvi eles entrando dando risada, depois ouvi eles trancarem a porta pra ninguém incomodar.
O homem chutou a porta de uma cabine e minha mãe logo disse:
— Tá tudo cagado.
— Não vem com exigência, puta, que na próxima te como no lixão. Olha, a outra tá mais ou menos limpa.
Eles entraram na cabine. Do meio, do lado do meu. Sentado no vaso, eu ouvia minha mãe beijando aquele preto filho da puta. Ela dizia que queria a pica enorme dele no cu dela. Eu já tava ficando excitado e já tinha o pau duro dentro da minha calça. Precisava ver ela de novo, vê-la como ela realmente é: uma puta sedenta de porra.
Com cuidado, subi no vaso pra ver eles de cima. Era arriscado, mas a luz quase não iluminava e minha vontade de ver minha mãe sendo fodida era grande demais pra me contentar só ouvindo.
Olhei pro outro lado, eles não me viam porque estavam muito, mas muito ocupados. Minha mãe já estava ajoelhada no chão nojento do banheiro, envolvendo a pica do amante com os peitos enormes dela enquanto chupava a ponta daquele pedaço de carne como se fosse um pirulito. O cara gravava com o celular o boquete incrível que minha mãe tava fazendo. Ela olhava pro celular com um olhar lascivo de fome.
— Olha como você tá dura, papai. Sua pica enorme tá feliz entre meus peitos.
— Sorri pra câmera, puta. Vou mostrar o vídeo pros meus amigos pra eles virem te foder também.
— Sim, por favor, quero mais paus pra mim. Mais paus pra minha boca, mais paus pra minha buceta e mais paus pro meu cu.
O apetite da minha mãe é insaciável. Acho que o destino dela é ser usada como depósito de porra até o dia da morte; e eu vou continuar espiando ela e batendo uma com prazer e culpa.
— Vamos, puta. Mostra pra que serve essa boca filha da puta sua.
A boca da minha mãe só serve pra engolir paus, e foi isso que ela fez. O pau daquele filho da puta era gigantesco, uns 21 cm ou mais, e a puta da minha mãe enfiou tudo na boca de uma vez. E manteve lá dentro por vários segundos até os olhos dela virarem. O filho da puta só ria da minha mãe.
— Você é uma boqueteira excelente, seu filho deve ter orgulho da mamãe dele.
— Obrigada, amor — ela disse enquanto recuperava o fôlego. Acho que ela ficou mais excitada quando me mencionaram. Que puta safada ela é. uma puta não basta, tem que ser uma mãe bem puta.
—Vamos. Mamãe, lambe, chupa e engole. Que eu sei que você adora, sua puta promíscua, vamos, engole.
Ela obedecia às ordens do macho dela. Ele curtia os lábios da sua puta. Eu me masturbava vendo minha mãe engolir toda aquela barra de carne com tanta desesperação, prazer e facilidade.
—Para, putinha. Já cansei da sua boca, agora quero sua buceta.
—Minha buceta molhada é sua, papai.
Ela se levantou, virou-se e tirou a calça de moletão. O negão abriu bem a boca ao ver a bunda da minha mãe. Esticou os braços para apalpar, dar tapas e enfiar os dedos nos buracos sujos dela.
—Você gosta da sua janta, amor?
Deu vontade de dizer que sim. Eu gosto da sua bunda, mamãe. Gosto de ver como te destroem. A ideia de pensar nisso fez eu gozar na parede do banheiro, mas continuei de pau duro. Era impossível perder isso agora.
—Adoro, putinha!
Minha mãe sentou no pau daquele homem imundo, soltando um gemido alto que ecoou por todo o banheiro. Apoiou-se nas paredes do box e começou a se mexer como se estivesse dançando: de um lado para o outro, rebolando a bunda com aquele tremendo pau dentro da buceta dela. Da minha posição não dava pra ver muito. Eu estava colado na parede, sentindo um nojo profundo do quanto estavam sujas. Não dava pra ver a cara de prazer da minha mãe, não dava pra ver como penetravam a buceta dela, mas dava pra ver os peitões dela quicando no ar. Mas isso acabou quando aquele maldito negão agarrou os peitos da minha mãe, apertando e torcendo os bicos.
—Grita pra mim, puta!
Ela gritava entre dor e prazer, muito mais prazer do que dor.
—Levanta. Encosta na porta e abre bem as suas nádegas.
E claro, minha santa mãe obedeceu. Tanto o amante dela quanto eu ficamos bobos vendo o cu dela, onde já entraram muitos paus.
O homem se levantou, demorou um pouco para dar uns tapas na sua puta.
—Obrigada, papai, por me dar o que Mereço.
Bate mais forte nessa rabuda, eu pensava enquanto me masturbava. O preto cuspiu no cu da minha mãe e, aos poucos, foi enfiando a pica enorme dele.
—Meu Deus, putas como você sempre têm o cu apertado, não importa quantas rolas já entraram.
—Minha buceta tá com fome, então me dá pica, me dá forte, papai —ela exigiu entre gemidos.
Não dá pra ser gentil com vagabundas como ela. Desde o começo você tem que meter forte, junto com umas palmadas. Aquele preto maldito com cara de mendigo comeu minha mãe com tanta brutalidade que parecia que odiava ela. Meteu tão forte que parecia uma multidão de crianças batendo palmas. As investidas eram tão violentas que as bolas dele batiam na buceta dela, e a barriga da minha mãe chocava contra a parede fria do cubículo. E o pior de tudo, e talvez o mais excitante, é que ela pedia mais. Muito mais.
—Tive uma ideia.
O preto, sem tirar a pica do cu da minha mãe, abriu a porta do cubículo e obrigou ela a andar de cu cheio até a pia, onde apoiou ela pra continuar metendo no rabo, mas dessa vez ele podia ver a cara de porca distorcida dela no espelho. Eu desci do vaso e me aproximei da porta do meu cubículo. Abri um pouco com cuidado pra espiar e ver melhor de perto como tão comendo minha progenitora. Tava agachado, então meu reflexo não aparecia no espelho. Dessa posição, eu via perfeitamente aquela pica preta entrando e saindo do cu da minha mãe, como aqueles ovos peludos batiam na buceta dela; e se eu levantava o olhar, via a cara de prazer que ela fazia por estar sendo comida por um preto filho da puta dentro de um banheiro nojento.
—Vadia! Tô gozando, tô gozando.
—Enche meu cu de leite, papai, por favor, enche ele.
Depois de um grande grunhido, o filho da puta esvaziou os ovos dentro do cu da minha mãe. Quando tirou a pica enorme, uma porrada de porra caiu no chão.
—Vadia, não desperdiça.
—Sim, papai. Você tem razão.
Minha mãe ficou de quatro no chão e começou a lamber a porra que tinha caído do cu dela. como uma puta. Aquela imagem de humilhação total foi demais pra essa noite. Voltei a me trancar no cubículo com as pernas levantadas. Fiquei ouvindo eles continuarem falando obscenidades enquanto se vestiam. Depois, saíram pela porta. Esperei oito minutos pra sair do banheiro. Cheguei em casa antes dela. Quando minha mãe chegou, parecia feliz e cansada.
De manhã, uma colega da faculdade me deixou de pau duro, mas não rolou nada além disso, por isso tô cheio de tesão. Já peguei o gosto de espionar minha mãe, de fuçar nas gavetas dela onde quase sempre tem calcinhas fio dental minúsculas ou lingerie de puta.
Guardei minha janta, calcei os tênis e saí atrás dela. Minha mãe mal tinha virado a esquina da rua. Fui seguindo ela com muito cuidado, mas ela nunca olhava pra trás; nem quando os vizinhos ou qualquer estranho falava sem vergonha o quanto ela era gostosa.
Dessa vez ela foi mesmo pro parque. Caminhou tranquila até cruzar a área dos banheiros. De repente, um homem se aproximou e ela parou. Era um cara diferente do outro dia, mas era igualmente preto, alto e com cara de vagabundo. Vi que se beijaram com vontade e ele, sem nenhum pudor, agarrou a bunda dela na vista de todo mundo que passava.
Depois eles se viraram e eu corri a toda velocidade pros banheiros públicos do parque. Me escondi lá dentro pra não ser visto, mas eles estavam vindo na direção dos banheiros.
Na hora, pensei no estado do banheiro: nojento, largado, com uma luz fraca iluminando o teto. Quase ninguém vem fazer suas necessidades aqui, e naquele momento tava vazio. Era o lugar perfeito pra foder uma puta nojenta igual minha mãe.
Só tinha três cabines no banheiro, entrei na mais distante e me tranquei com os pés levantados. Ouvi eles entrando dando risada, depois ouvi eles trancarem a porta pra ninguém incomodar.
O homem chutou a porta de uma cabine e minha mãe logo disse:
— Tá tudo cagado.
— Não vem com exigência, puta, que na próxima te como no lixão. Olha, a outra tá mais ou menos limpa.
Eles entraram na cabine. Do meio, do lado do meu. Sentado no vaso, eu ouvia minha mãe beijando aquele preto filho da puta. Ela dizia que queria a pica enorme dele no cu dela. Eu já tava ficando excitado e já tinha o pau duro dentro da minha calça. Precisava ver ela de novo, vê-la como ela realmente é: uma puta sedenta de porra.
Com cuidado, subi no vaso pra ver eles de cima. Era arriscado, mas a luz quase não iluminava e minha vontade de ver minha mãe sendo fodida era grande demais pra me contentar só ouvindo.
Olhei pro outro lado, eles não me viam porque estavam muito, mas muito ocupados. Minha mãe já estava ajoelhada no chão nojento do banheiro, envolvendo a pica do amante com os peitos enormes dela enquanto chupava a ponta daquele pedaço de carne como se fosse um pirulito. O cara gravava com o celular o boquete incrível que minha mãe tava fazendo. Ela olhava pro celular com um olhar lascivo de fome.
— Olha como você tá dura, papai. Sua pica enorme tá feliz entre meus peitos.
— Sorri pra câmera, puta. Vou mostrar o vídeo pros meus amigos pra eles virem te foder também.
— Sim, por favor, quero mais paus pra mim. Mais paus pra minha boca, mais paus pra minha buceta e mais paus pro meu cu.
O apetite da minha mãe é insaciável. Acho que o destino dela é ser usada como depósito de porra até o dia da morte; e eu vou continuar espiando ela e batendo uma com prazer e culpa.
— Vamos, puta. Mostra pra que serve essa boca filha da puta sua.
A boca da minha mãe só serve pra engolir paus, e foi isso que ela fez. O pau daquele filho da puta era gigantesco, uns 21 cm ou mais, e a puta da minha mãe enfiou tudo na boca de uma vez. E manteve lá dentro por vários segundos até os olhos dela virarem. O filho da puta só ria da minha mãe.
— Você é uma boqueteira excelente, seu filho deve ter orgulho da mamãe dele.
— Obrigada, amor — ela disse enquanto recuperava o fôlego. Acho que ela ficou mais excitada quando me mencionaram. Que puta safada ela é. uma puta não basta, tem que ser uma mãe bem puta.
—Vamos. Mamãe, lambe, chupa e engole. Que eu sei que você adora, sua puta promíscua, vamos, engole.
Ela obedecia às ordens do macho dela. Ele curtia os lábios da sua puta. Eu me masturbava vendo minha mãe engolir toda aquela barra de carne com tanta desesperação, prazer e facilidade.
—Para, putinha. Já cansei da sua boca, agora quero sua buceta.
—Minha buceta molhada é sua, papai.
Ela se levantou, virou-se e tirou a calça de moletão. O negão abriu bem a boca ao ver a bunda da minha mãe. Esticou os braços para apalpar, dar tapas e enfiar os dedos nos buracos sujos dela.
—Você gosta da sua janta, amor?
Deu vontade de dizer que sim. Eu gosto da sua bunda, mamãe. Gosto de ver como te destroem. A ideia de pensar nisso fez eu gozar na parede do banheiro, mas continuei de pau duro. Era impossível perder isso agora.
—Adoro, putinha!
Minha mãe sentou no pau daquele homem imundo, soltando um gemido alto que ecoou por todo o banheiro. Apoiou-se nas paredes do box e começou a se mexer como se estivesse dançando: de um lado para o outro, rebolando a bunda com aquele tremendo pau dentro da buceta dela. Da minha posição não dava pra ver muito. Eu estava colado na parede, sentindo um nojo profundo do quanto estavam sujas. Não dava pra ver a cara de prazer da minha mãe, não dava pra ver como penetravam a buceta dela, mas dava pra ver os peitões dela quicando no ar. Mas isso acabou quando aquele maldito negão agarrou os peitos da minha mãe, apertando e torcendo os bicos.
—Grita pra mim, puta!
Ela gritava entre dor e prazer, muito mais prazer do que dor.
—Levanta. Encosta na porta e abre bem as suas nádegas.
E claro, minha santa mãe obedeceu. Tanto o amante dela quanto eu ficamos bobos vendo o cu dela, onde já entraram muitos paus.
O homem se levantou, demorou um pouco para dar uns tapas na sua puta.
—Obrigada, papai, por me dar o que Mereço.
Bate mais forte nessa rabuda, eu pensava enquanto me masturbava. O preto cuspiu no cu da minha mãe e, aos poucos, foi enfiando a pica enorme dele.
—Meu Deus, putas como você sempre têm o cu apertado, não importa quantas rolas já entraram.
—Minha buceta tá com fome, então me dá pica, me dá forte, papai —ela exigiu entre gemidos.
Não dá pra ser gentil com vagabundas como ela. Desde o começo você tem que meter forte, junto com umas palmadas. Aquele preto maldito com cara de mendigo comeu minha mãe com tanta brutalidade que parecia que odiava ela. Meteu tão forte que parecia uma multidão de crianças batendo palmas. As investidas eram tão violentas que as bolas dele batiam na buceta dela, e a barriga da minha mãe chocava contra a parede fria do cubículo. E o pior de tudo, e talvez o mais excitante, é que ela pedia mais. Muito mais.
—Tive uma ideia.
O preto, sem tirar a pica do cu da minha mãe, abriu a porta do cubículo e obrigou ela a andar de cu cheio até a pia, onde apoiou ela pra continuar metendo no rabo, mas dessa vez ele podia ver a cara de porca distorcida dela no espelho. Eu desci do vaso e me aproximei da porta do meu cubículo. Abri um pouco com cuidado pra espiar e ver melhor de perto como tão comendo minha progenitora. Tava agachado, então meu reflexo não aparecia no espelho. Dessa posição, eu via perfeitamente aquela pica preta entrando e saindo do cu da minha mãe, como aqueles ovos peludos batiam na buceta dela; e se eu levantava o olhar, via a cara de prazer que ela fazia por estar sendo comida por um preto filho da puta dentro de um banheiro nojento.
—Vadia! Tô gozando, tô gozando.
—Enche meu cu de leite, papai, por favor, enche ele.
Depois de um grande grunhido, o filho da puta esvaziou os ovos dentro do cu da minha mãe. Quando tirou a pica enorme, uma porrada de porra caiu no chão.
—Vadia, não desperdiça.
—Sim, papai. Você tem razão.
Minha mãe ficou de quatro no chão e começou a lamber a porra que tinha caído do cu dela. como uma puta. Aquela imagem de humilhação total foi demais pra essa noite. Voltei a me trancar no cubículo com as pernas levantadas. Fiquei ouvindo eles continuarem falando obscenidades enquanto se vestiam. Depois, saíram pela porta. Esperei oito minutos pra sair do banheiro. Cheguei em casa antes dela. Quando minha mãe chegou, parecia feliz e cansada.
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