Orgía con mi novio, su papá y mi amiga 5

Um dia depois de transar com o Octavio, tive a ideia de me trancar com meus dois homens e deixar eles fazerem de tudo comigo, sentir que eram cachorros loucos na hora de meter o pau no meu útero, boca ou cu e deixar eles gozarem quantas vezes fosse possível. Queria saber quanto eles aguentam estando tão tesudos e se eu era mulher o suficiente pra isso.

— Sabe? Acabei de ter uma ideia — falei pro Octavio — Me diz o que você acharia se eu propusesse a gente passar um fim de semana, eu, você e o Armando, mas fazer algo pra levar eles ao extremo e transar assim, eu deixaria eles fazerem de tudo comigo, seria o trato — falei — algo assim.

— Acho que te entendi — ele disse animado, hahaha — acho que seria muito tasty, capaz da gente te comer dos dois lados ao mesmo tempo.

— Sim, sim, é essa a ideia, fazer essas coisas — falei — com vocês são os únicos com quem eu teria algo assim.

— Se você nos deixar sem transar uma semana, te garanto que você vai voltar grávida — Octavio.

— Então que sejam 15, eu adoraria ter um bebê com você — falei masturbando ele — que você goze uma, outra e outra vez, até ter me deixado grávida na frente do seu filho.

— Que tal a gente começar amanhã?! — ele disse se colocando por cima de mim e apontando o pau pra minha buceta.

— Já enfia! Me faz tua! — falei cheia de vontade.

Ele me comeu até encher minha boca de porra quente, e combinamos que a abstinência começaria quando eu avisasse, eu também precisava chegar naquele fim de semana feita uma puta necessitada de macho.

Com meu namorado a gente conversou no dia seguinte e ele aceitou quase na hora ao ouvir que eu deixaria fazerem de tudo comigo. Alugaram uma casinha pra daqui a 15 dias e pedi que cada um levasse coisas que quisessem usar comigo ou neles. Fui numa sex shop e comprei um collant bem ousado que parecia de renda com um buraco na buceta pros homens meterem o pau, gel potenciador pro meu orgasmo, um plug anal com rabo de raposa, um vibrador de ponto G, uma mordaça, comprei pra eles Sementais uns anéis vibradores que estimulam meu clitóris com uma bala vibratória e o escroto dele com outra, e um gel de frio e calor.
Chegamos em casa e comecei a dar uma olhada, era pequena mas tinha tudo que precisava. Tinha dois quartos, um deles com cama king size e o outro de casal. Entrei no que tinha a cama maior e fechei a porta. Em cima da penteadeira organizei tudo que tinha comprado e depois tomei banho, fiz uma limpeza anal bem caprichada, vesti o collant de renda que me dava um tesão danado só de pensar que em algumas horas estaria cheio de fluidos. A última coisa que fiz foi me maquiar um pouco mais do que o normal.
Entrei no quarto com a cama king size e eles já estavam pelados vendo um filme pornô.
— Desliga isso, que eu tô aqui pra vocês me usarem — falei.
Aí os dois se levantaram e me passaram uma almofada. Eu me ajoelhei e comecei a trabalhar naquelas duas ferramentas lindas e potentes.
— Certeza que não comeram outra mina? — perguntei — Lembra que parte do trato era me dar o leite acumulado de 15 dias.
— Não, tô vazando há uma semana — meu sogro.
— Eu ia pegar uma do trampo, mas me segurei, fica pra quando voltar — o filho dele.
— Se for verdade o que tão me dizendo, um de vocês com certeza vai me engravidar, então vão pensando se querem um irmão lindo ou se querem outro filho — falei massageando de leve os membros calecidos deles, que já começavam a soltar bastante líquido — Preciso saber.
— Tá falando sério? — perguntou meu sogro.
— Sim, tenho vontade de ser mãe e não imagino isso se não for de vocês — falei — Quero muito um bebê de vocês.
Armand: eu sou novo pra ser pai, não sei.
— Eu quero te engravidar — meu sogro.
— Esse fim de semana é pra gente se divertir, mas também queria aproveitar que são meus dias mais férteis. Vou pro outro quarto e quando decidirem quem quer ser pai, vão lá — falei, me levantando e entrando no quarto da frente.
Quase dois minutos depois, meu sogro entrou e fechou a porta. porta
—Ai, Fanny, parece que vamos ter que casar depois de hoje — ele disse

Ele tava uma delícia, o corpo maduro e forte, o pau duro e grosso, os braços e as mãos grandes. Eu tinha ganhado na loteria com meus dois amores

— Então me faz tua, me dá um filho do jeito que você sabe fazer — eu disse

Aí ele parou do lado da cama e eu comecei a chupar aquele membro lindo e viril dele. Ele me deu o anel vibratório pra eu colocar nele enquanto com os dedos passava gel estimulante na minha buceta que já tava molhada, pronta pra ser penetrada. Chupei um pouco mais e liguei o anel

— Já, faz! Me faz tua! Sou sua puta, agora me faz tua mulher — eu disse abrindo as pernas

— Calma — Octavio

Ele pegou o pau e enfiou em mim, nós dois gemendo de tesão, nem tava mexendo, era a luxúria de saber que era uma transa diferente de todas que a gente já tinha dado, dessa vez a gente queria engravidar, e ainda tinha as sensações do gel e do anel vibratório. A gente começou a se beijar, mas eram beijos doces, parecíamos um casal apaixonado, acariciando nossos corpos fundidos num só, até que peguei a cabeça dele com carinho e beijei a testa dele.

— Vou te amar pra sempre pelo que vamos fazer — eu disse — me come como nunca, não deixa eu esquecer a foda que me engravidou

— Hoje vou te dar o que você pede — ele disse, tirando quase tudo pra dar uma estocada com a bunda, senti pra caralho

— Que pau grande! — gritei

— Gosta mais do que do meu filho?! — ele perguntou, dando outra estocada

— Gosto muito mais do jeito que você me come! — eu disse safada, embora não fosse verdade, na cama eles eram diferentes

— Aí ele começou a me dar estocadas secas e fortes, senti que ele me abria toda com a grossura, eu não parava de gemer e beijar ele

— Que gostoso que o anel vibra! Ahh! — Octavio

— Já sei! Aiii! Vou gozar! Octavio, vou gozar! — gritei num tom de súplica

— Não para de me beijar, por favor não para — eu segurei o orgasmo

Aí a gente Beijamos sem controle, nossas bocas eram um desastre, mas a gente se esforçava pra dar aquele beijo tão íntimo. Comecei a tremer e o orgasmo me devastou
- Ahhh! Ahhh! Ahhh! - eu gritava enquanto me sacudia igual uma puta, enquanto Octavio beijava meu pescoço
- Que gostoso você aperta, senti que ia gozar também - Octavio
- Só goza, acaba comigo, Octavio, não peço mais nada - falei toda ofegante
O que ele fez em seguida me deixou maluca, ele começou a meter rápido e dando socadas muito fortes com o quadril. Eu comecei a gritar enquanto era massacrada por um membro daqueles.

*Armando*
Quando eu disse pro meu pai engravidar minha namorada, ele sem pensar duas vezes andou rápido e entrou no quarto onde ela esperava. Passaram alguns minutos quando ouvi o primeiro gemido dos dois. Era verdade que eu tinha decidido essa situação e que já tinha visto várias vezes como ela era fodida pelo meu pai enquanto gemia escandalosamente de prazer ao recebê-lo, mas dessa vez senti ciúmes, sempre que fazíamos era entre nós três, esse era o trato. Agora eu podia ouvir as respirações deles e as bolas do meu pai batendo na bunda dela, as expressões incompreensíveis dos dois. Era fácil lembrar como eles se reviravam toda vez que fazíamos ménage, como ela geme e fecha os olhos enquanto meu pai enfiava toda a pica nela, mas agora estavam sozinhos, e isso me causava um tesão e um ciúme do caralho, queria ver e não queria, tava ficando louco ali sentado, ouvindo eles trepando enquanto eu me masturbava.

*Fanny*
- Que grossa! Ahh! Ah! Sinto que você me parte! Ahh!
- Você tem uma enorme! - gritava desesperada
- Ai, que gostoso você aperta essa buceta! Ohh! Quer me fazer gozar rápido, amor! - Octavio
- Quero que você sinta melhor! - beijei ele - você é meu homem! Goza! Ahhhh! Como você mete! Ah! Ah! Aii!
- Sinto muito! Ahh! Esse anel é foda! Ohh!
- Termina! Ai! Ahhhh! Por favor, me faz um filho! Ahhh! Goza! Goza! Me dá tudo! Goza! - gritava olhando fixamente pra gente
Meu sogro continuava destruindo meu corpo todo com a pica dele, dava pra ouvir o som molhado, plaf! plaf! plaf! O pau dele inchou e eu soube que ele ia gozar. Ele era digno de ser pai do meu filho, tava se comportando como um campeão, eu via ele por cima de mim, suando igual quem corre uma maratona, gemendo enquanto lutava pra segurar os ovos, sentindo como ele me abria por completo, partida pela hombridade dele. A gente começou a ter o olhar desfocado, eu tava com muita dificuldade de ver só ele, minha cabeça e meus olhos lutavam pra escapar daquela sessão tão devastadora de sexo, comecei a tremer e, fazendo um esforço, peguei o rosto dele com minhas mãos e mantive o olhar fixo nele, no meu inseminador.
— Já vou gozar! — Octavio
— Goza! Goza! Goza! Por favor! Tô no limite! Goza! — eu disse, gritando de prazer
— Ahhhh — ele gritou, começando a encher meu útero de esperma quente
Eu também comecei a gozar, tive o reflexo involuntário de me jogar pra trás pra tirar o pau dele, o orgasmo era forte demais, mas eu segurei ele pelas nádegas pra enfiar até onde fosse humanamente possível e deixar ele gozar dentro o esperma fértil dele. A gente gritava como se tivesse doendo, foi lindo se sentir assim, agonizantes. Ficamos fundidos num abraço, banhados em suor e gemendo com dificuldade por falta de ar. Aí eu virei pra entrada e numa cadeira tava sentado o Armando com o pau e a mão banhados de esperma, ele tinha se masturbado vendo o pai dele comer a namorada dele, enquanto ela, ou seja eu, ainda sentia o membro do pai dele pulsando dentro das minhas entranhas…

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