Enrique: A fantasia da minha esposa virou realidade

DDepois de aproveitar como um louco a retomada da atividade sexual com a Ana, comecei a bolar um jeito de realizar a fantasia da minha esposa. Durante uns dias, fiquei fuçando nos jornais a seção de massagistas para mulheres, liguei pra vários até que consegui achar um anúncio que diziaARMANDO, negão de corpo top, oferece seus serviços para as madames. Músculos bem definidos, dotação de respeito. Me liga, não vai se arrepender.Naquela mesma tarde, liguei pra saber o preço e as condições, além do endereço. Expliquei pro Armando que era pra realizar uma fantasia da minha esposa.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Ela decidiu me receber no apartamento dela pra esclarecer os termos.
Ao chegar na porta, fui atendido por um cara de uns 1,80m de altura, corpo atlético, completamente preto, não muito bonito, mas enfim, tinha uns traços parecidos com os caras dos filmes. Combinamos o preço e acertamos a logística. Falei que tinha que parecer algo casual porque minha esposa, mesmo querendo, tava relutante. Durante várias noites transei com minha esposa e ficamos fantasiando, sempre falava em realizar a fantasia dela, mas ela às vezes dizia que não, outras que sim.
Chegou o dia. Naquela tarde, convidei a Ana pra almoçar e falei pra ela tirar a tarde de folga. Como ela trabalha por conta própria, não teve problema nenhum. Comemos num restaurante perto do trabalho dela. Falei que tinha sido convidado pra um aniversário e queria que ela fosse comigo, mas que antes a gente tomasse uns drinks pra esquentar a tarde. Comecei a sussurrar umas putarias no ouvido dela, enquanto passava a mão na buceta dela por cima da roupa. Naquele dia, a Ana tava usando uma saia justa que destacava a bunda redonda dela, e também uma blusa transparente que deixava ver o sutiã e os peitões dela. Ela ficou meio sem graça por causa do lugar, mas disfarçadamente aceitava minhas carícias.
Quando já estava meio tonta e excitada, ele disse que queria transar comigo naquele momento e que a gente esquecesse a festa. Falei que a gente só ia dar uma passada lá pra cumprir com meus amigos e depois ir pra casa trepar do jeito que ela quisesse. Chegamos no prédio e subimos no elevador, na hora eu beijei ela e meti a mão na buceta dela, dizendo o quanto a desejava. Chegamos no apartamento e, como combinado, o Armando estava sozinho. A Ana estranhou, mas não desconfiou de nada. Entramos, perguntei pro Armando cadê o resto do pessoal, e ele disse que a gente era o primeiro a chegar. Ele ofereceu dois drinks e a gente começou a conversar. Conforme o planejado, perguntei pro Armando o que ele tava fazendo, já que fazia um tempão que eu não via ele, e ele disse que, por causa da crise, tava trabalhando como stripper.
Eu falei pra ele que por que não fazia um show pra minha esposa enquanto os convidados chegavam. Ele disse que não tinha problema, contanto que a Ana concordasse. Ela não sabia o que dizer, mas como nos viu tão à vontade, aceitou. Armando colocou a música certa e começou a rebolar. Ana tentava disfarçar e desviava o olhar, mas eu insistia pra ela olhar, já que tava sendo dedicado a ela. Ela tava muito tensa, sem saber o que fazer, foi quando eu tive a ideia de falar pro Armando que eu ia imitá-lo pra aprender e depois fazer em casa com a minha esposa. Nessa hora, Ana topou porque achou engraçado. No começo, ela ria às gargalhadas do meu show, mas prestava atenção especial nos movimentos do Armando. Quando a gente ficou lá dentro, Ana deu um sorrisinho safado. Eu cheguei perto e perguntei se ela tava gostando, e ela respondeu que sim.
Enfiei minha mão por baixo da saia dela enquanto o Armando continuava se mexendo. No começo ela me rejeitou porque tava com vergonha, mas eu insisti, falando que ela devia estar molhadinha, ela negava, mas no fim aceitou. Enquanto ela olhava fixo pro Armando, eu enfiava meus dedos e sussurrava umas putarias no ouvido dela. Falei pro Armando chegar perto pra Ana tirar a cueca dele, como se fosse um show mesmo, e como ela tava fervendo, disse que sim, toda satisfeita. Ela puxou a cueca dele e, quando viu aquele pedaço de carne na frente dos olhos, virou pra me olhar. Eu, cúmplice, aceitei e vi ela meter gostosamente aquele pauzão preto na boca. Ela tirou e começou a lamber de cima a baixo aquela vara, os olhos dela brilhavam, sabia que o marido tava realizando a fantasia dela.
Tirei a roupa dela e ela se deitou no móvel, enquanto eu chupava o Armando, desci até a pussy dela pra lamber, tava toda molhada de fluidos, ela gemia de prazer, se contorcia, enquanto engolia aquela cock preta. Ela pedia pra eu chamar ela de puta e que eu era um filho da puta por deixar ela chupar outro cara. Quando eu falava o que ela pedia, ela deu um grito de prazer como nunca antes. Tinha gozado.
Ela sentou no móvel e decidiu tomar as rédeas da situação, afinal, era a fantasia dela. Mandou eu sentar em outra cadeira e levantou as pernas bem abertas, ordenando que o Armando a penetrasse devagar, pra sentir aquela pica enorme, enquanto ela me olhava, impotente, diante daquele espetáculo que eu mesmo tinha provocado.
Ela suava, pedia pro negão meter fundo, dar prazer pra ela, tratar ela como uma puta, se agarrava nos peitos dela e me agradecia por ser tão compreensivo. Eu tava quase explodindo, pedi pra ela deixar eu comer ela e ela recusou, falou que queria me ver batendo uma enquanto o negão comia ela. Eu tava alucinando e aceitei o pedido dela, me masturbei até gozar vendo aquele cenário grotesco, mas excitante. Quando o Armando ia gozar, ela mandou ele enfiar na boca dela e gozar lá dentro, ele fez isso, não sei quanta porra ele despejou, mas foi muito, escorria pelo canto dos lábios dela. Ela engoliu o que conseguiu e pediu pra eu chegar perto dela pra me dar um beijo, um beijo cheio de porra de um desconhecido.
Aí ela se levantou do móvel, foi pro banheiro, depois de um tempo saiu banhada e vestida. Me pediu pra sairmos dali, mas antes agradeceu o Armando por realizar a fantasia dela.
Durante o caminho pra casa não conversamos, entramos, tomei banho e quando saí vi a Ana dormindo com um sorriso doce no rosto. Não quis acordar ela e fiquei admirando a noite toda, enquanto lembrava do que tinha rolado, até onde a gente tinha sido capaz de ir.
Fiquei muito perturbado naquela noite. De manhã cedo, a Ana foi trabalhar. À noite, quando voltei, ela estava lá me esperando, sentada na sala, com um baby doll transparente, insinuante. Ela disse que se sentia estranha, mas que não se sentia nem mal, nem culpada. Abriu as pernas, me mostrou a buceta e reafirmou que, embora outro homem a tivesse penetrado, a buceta dela e todo o seu ser eram só meus. Nos abraçamos, demos um doce beijo e fomos para a cama transar como nunca tínhamos feito antes.
Pra quem vai ler essa história, tenho que confessar que, mesmo tendo ficado muito perturbado, atordoado e confuso depois do que aconteceu, também preciso dizer que superei tudo de boa, aceitando o que foi: só uma fantasia que virou realidade. Porque nossa relação e nossas vidas se fortaleceram muito mais a partir daquele dia.

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