A vingança da minha mulher

Vou contar minha história e como acabei me tornando o que sou hoje. Desde que me entendo por gente, lembro que sempre tive atração por usar roupas de menina. Comecei me vestindo com as roupas da minha prima, que morava com a gente. Depois, nos mudamos para outro lugar e aí só tinha as roupas da minha mãe à mão, até que meus pais ficaram muito amigos dos vizinhos, que tinham uma filha um ano mais nova que eu. Meus pais trocaram as chaves das casas, caso acontecesse algo e não tivesse ninguém para entrar. Naquela época, eu já tinha 16 anos. Nos fins de semana, eu aproveitava a chave, já que os vizinhos iam para um apartamento que tinham, e me vestia com as roupas da minha vizinha. Nisso tudo, eu não entendia como era possível que eu gostasse de me vestir de menina e não gostasse de meninos. Com a chegada da internet em casa, comecei a buscar informações e percebi que tinha muita gente que passava pelo mesmo que eu. Com o tempo, depois de já ter visto vários sites e lido uma porrada de relatos, comecei a ter a fantasia de ser uma submissa de uma garota. E isso foi uma coisa que chegou até mim sem eu procurar. Eu tinha 19 anos quando, no Carnaval, combinei com uma amiga de sair pra farrear, mas a gente tinha que se fantasiar. Eu disse que não tinha fantasia nenhuma. Ela falou: "Relaxa, vem pra minha casa que eu resolvo isso, tenho umas aqui." Quando cheguei na casa dela, ela já tinha preparado uma fantasia de enfermeira sexy e até um conjunto de lingerie branca de renda, com meia-calça, cinta-liga e tudo. Minha primeira reação foi: "Ah, não, eu não vou me vestir assim", mais por vergonha, mesmo por dentro morrendo de vontade. — "Qual é, cara, é Carnaval!" — "Tá bom, mas a calcinha eu não vou vestir." — "Vai sim, porque senão não fica combinado." Aquilo soou muito estranho pra mim, era a primeira vez que me chamavam no feminino. Então a gente se vestiu, ela me maquiou um pouco, fez dois rabos de cavalo, já que eu tinha cabelo comprido porque era headbanger, e colocou uns sapatos brancos com um saltinho. de uma irmã sua que tinha um 38 igual ao meu, eu tenho pé pequeno. Depois de umas horas dançando e bebendo no ritmo de uma orquestra, falei pra ela que não aguentava mais com os sapatos e que se a gente fosse sentar por ali, pegamos umas cervejas e fumamos uns baseados, tudo isso já tava pesando no nosso corpo. Acabei contando minha fantasia pra ela, e foi assim que ela virou minha parceira de brincadeiras, e assim foi por uns anos, onde a gente ia adicionando coisa aos poucos: primeiro um vibrador, depois uns peitos de silicone e por último um arnês. Tudo isso durou até que minha mulher nos pegou.

Minha mulher trabalha como chefe do departamento de vendas numa empresa importante, por isso viaja muito, e era nessa época que eu ficava com a Carol, minha amiga, pra fazer uma das nossas sessões. Ela vinha e dormia uma noite ou outra. Naquela época, eu tava desempregado já fazia uns meses. Naquela semana, ela foi na terça-feira pra uma feira de amostras em Amsterdã e voltava na sexta, então a Carol e eu estávamos entretidos. Ela tava com um conjunto de lingerie preta com meia-calça e uns sapatos de salto, e o arnês colocado, enquanto eu tava de lingerie vermelha, meus peitos postiços, uma calcinha fio dental vermelha e os sapatos da mesma cor, com uns 10 centímetros de salto. E naquele momento, eu tava na posição de putinha e a Carol me dando com o arnês, quando ouço de repente: — Oi, amor, já cheguei, adiantamos a viagem em um dia. E logo depois disso, um grito, que foi quando ela nos viu.

A partir daí, foi um show completo: minha mulher gritando que não entendia nada, a Carol saindo correndo, e eu vestido daquele jeito, sentado na cama, sem dizer um pio. Não sei quanto tempo ela ficou gritando, mas acho que não foram mais de 3 minutos, mas pra mim pareceram horas. Quando minha mulher terminou, pegou a porta e foi embora. Só voltou no dia seguinte, quando saiu do trabalho. Quando chegou, eu tava sentado no sofá vendo TV. Ela subiu pro quarto sem falar nada comigo, e depois... Quando a gente desceu, não conversamos sobre nada até depois do jantar. Do assunto do dia anterior, não falamos nada, só sobre como íamos fazer, mas que na cama dela ela não me queria. Isso já era esperado por mim, já que eu tinha me mudado pra outro quarto. Separar, nem cogitamos. Fazia três anos que a gente tinha comprado o apartamento e, com o começo da crise, ele tinha desvalorizado, e o preço estava bem abaixo do que ainda faltava pagar. Então continuamos morando lá. Passaram quase dois meses em que a gente falava o básico, só sobre coisas relacionadas à casa no começo, e, como a tensão foi diminuindo aos poucos, de vez em quando a gente até comentava alguma notícia interessante na TV ou dava uma risada com algum filme que escapava. Até que um dia, depois do jantar, estávamos os dois no sofá e ela me perguntou:
- Por que você fez isso comigo?
- Há quanto tempo você me trai?
- Por que você estava vestido de mulher?

Ficou um silêncio longo, eu não sabia o que dizer, até que me decidi e comecei a explicar que era uma fantasia erótica que, antes de conhecê-la, eu já praticava com a Carol. Minha mulher não conhecia a Carol, só sabia que ela tinha sido minha namorada. E eu disse que tinha encontrado ela uns dias antes e, conversando, decidimos repetir a parada um dia, e aproveitamos que ela estava fora. Isso era mentira: umas duas vezes por ano a gente fazia. Expliquei que ela fazia de dominadora e eu era a putinha submissa dela, onde eu me vestia de garota e ela me dava ordens, me fazia chupar o cinto de borracha ou me comia como se eu fosse uma vagabunda. Depois que expliquei, as perguntas voltaram.
- E que prazer você encontra em enfiar um pedaço de plástico no seu cu? Não entendo.
- Tesão, ver uma mulher te dominar, ela é quem manda.
- E se você gosta de ser uma putinha submissa, por que não faz com um homem? Seria mais lógico, não?
- Porque eu não curto homens.
- E por que você nunca me contou isso?
- Sei lá, acho que porque você ia me achar maluco. A partir daí, comecei a mostrar pra ela vários sites, fóruns e tal que falavam sobre esses assuntos, pra ela ver que tinha muita mais gente como eu. A verdade é que ela ficava alucinada vendo e lendo uns contos sobre feminização. Ficamos uns dois ou três dias nessa, eu mostrando mais coisas pra ela. Depois disso, todo dia a gente se comunicava um pouco mais, até que um mês depois, num sábado à tarde, a gente tava em casa vendo TV e ela falou:

— Deixa eu te vestir de garota?
— Sim, por que não? Pode ser divertido.

Aí eu pensei que, com tudo que eu tinha mostrado pra ela na internet, tinha despertado a curiosidade dela pra experimentar. Passamos a tarde inteira no quarto. Ela me penteou, me maquiou e me fez provar toda a roupa que pegava no armário. Cada vez que eu trocava de roupa, ela tirava foto. Até que chegou uma hora que ela disse que já tava cansada e que tinha se divertido. E acabou aquela tarde.

Passaram-se dois meses. Nossa convivência se resumia a ficar na sala e na cozinha, e depois cada um pro seu quarto. Não tínhamos falado nada pra família sobre a nossa situação. Se vinham nos visitar, a gente fingia normal até eles irem embora. Um dia, ela disse que queria me propor uma coisa. Bom, ela se chama Beatriz e eu, Tony.

— O que você quer me propor?
— Quero fazer uma aposta com você.
— Uma aposta de quê?
— Nas férias de agosto, pensei em alugar um apartamento por 15 dias pra gente ir junto, mas com uma condição: você tem que ficar os 15 dias vestido de garota e fazendo o que eu mandar. Se você aguentar, eu te perdôo. Senão, tudo continua como está.

Pensei por um bom tempo.
— Tá bom, aceito. Vou ganhar essa aposta.
— Vamos ver.

Pra mim, aquilo era uma fantasia se tornando realidade: poder ficar tantos dias vestido de garota sem ter que me esconder.
— Só que você tem que me deixar fazer umas mudanças no seu corpo.
— Que tipo de mudanças?
— Como você tem cabelo comprido, vou dar um corte mais feminino. Não se preocupa, não vai ser nada que você não possa lidar. Arrumar depois, vou te feminizar inteiro pra esses dias: sobrancelhas, cílios, unhas, depilação — que eu já me depilava, menos os braços. Bom, então você diz agora que sabe de tudo: quer seguir em frente? Pensei um bom tempo, embora desde o começo soubesse que ia dizer sim. — Sim, vamos em frente. Pra isso ainda faltava um mês. E chegou a última semana. Dois dias antes fui me depilar inteiro, e no mesmo dia que a gente tinha que ir, voltei pro mesmo salão de beleza da depilação. Era um domingo que tava fechado, mas como eram amigas nossas, combinaram com minha mulher que fariam o favor de me fazer o que ela pedisse. Então lá estava eu, às 8 da manhã, pronto pra ser feminizado.

Arrumaram minhas sobrancelhas, cílios, unhas de gel — que quando coloquei, me senti estranho pegando as coisas, parecia que pegava de um jeito mais feminino — e o cabelo, apesar de eu ser loiro, deixaram ainda mais loiro. Cortaram um pouco, eu usava na altura da metade das costas mais ou menos. Fizeram a risca quase no meio, e a franja deixaram cair de um lado, quase tapando um olho. Depois chegou a hora de me vestir. Ela me colocou um conjunto de lingerie branca de renda, com uma calcinha bem pequena que entrava no meu cu, o sutiã com meus peitos postiços, e um vestido curto de flores que batia no meio da coxa, sapatos de salto branco e uns brincos compridos com uma pérola pendurada. A verdade é que fizeram um bom trabalho, parecia uma mulher de verdade. Assim que terminou, fomos comer e carregar as malas no carro pra viajar. Custou pra me acostumar a andar com aqueles sapatos na rua, porque só tinha feito isso uma vez e já fazia tempo. Voltando pra casa, ela me pergunta: — Vai ter que escolher um nome. — Não precisa, já tenho um: Ingrid. Foi a Carol quem colocou, por causa de uma amiga de infância dela. Quando chegamos no apartamento, a verdade é que era bem fofo, com dois quartos, um de casal. e mais uma dupla e uma piscina, a gente sentou no sofá pra ver TV e descansar, depois jantamos umas pizzas e mais tarde fomos dormir. Ela me fez vestir uma camisola bem curta, azul céu, que não chegava a cobrir minha bunda. De manhã, logo depois do café, fomos um pouco pegar sol na piscina. Ela me deu um biquíni preto, a parte de baixo era fio dental, disse que era pra minha bunda ficar morena, mas na verdade ela queria que a marca do fio dental ficasse marcada na minha pele pra gente rir um pouco. No fim, fiquei com a bunda vermelha e um triângulo branco.

Depois disso, a gente tomou banho, eu preparei o almoço enquanto ela desfazia as malas. Lá pelas 4 da tarde, ela me disse: — Bom, vamos ficar gostosas pros caras. Aquele comentário me fez rir. Já no quarto, ela me deu um conjunto de fio dental preto e sutiã de renda, um vestido preto curto e justo que eu tinha que ficar puxando pra baixo porque subia quando eu andava, e sapatos pretos. Ela me maquiou e a gente desceu pro salão de jantar. Quando chegamos lá, ela falou: — Bom, vamos comprar comida pros quatro. — Como assim comida pros quatro? — eu disse, confusa e meio nervosa. — Pra nós e pros caras. — Que caras? — já mais nervosa. — Vem cá, Íngrid, senta que vou te explicar. Eu já tava muito nervosa. — Que porra é essa que você tem que me explicar? — Essa tarde vai vir o Manolo, meu colega de trabalho que, como você sabe, faz tempo que tá atrás de mim. O apartamento é dele. Na última viagem de trabalho que a gente fez pra Madri, eu expliquei como te encontrei, e nós dois preparamos minha vingança. Desde aquele dia em Madri, a gente tá junto. E ele vem com um amigo, o Ruben, um cara que gosta de minas como você. — Eu tentei protestar, mas ela não deixou. — E já que você gosta de ser uma putinha de vez em quando, nesses 15 dias a gente vai ser as putinhas dos dois. Assim você vai saber o que é ser uma de verdade. Eu já gritando respondi: — Eu não vou ser puta de ninguém, ainda mais de um homem. Então me dá as chaves do carro que eu vou embora. Pra casa - como quiser, mas assim que você pisar na porta, eu mando as fotos que tirei de você pros seus irmãos e amigos. - Porra, amor, não faz isso comigo, eu faço o que você quiser, mas isso não. - Não me chama de amor, me chama pelo meu nome. Você vai fazer isso, ou já sabe as consequências. Quero te ver humilhada nos braços de um homem tanto ou mais do que eu me senti naquele dia. A gente ficou um tempão discutindo, mas eu tava entre a espada e a parede, principalmente não queria que meus pais e irmãos soubessem do que aconteceu e vissem todas aquelas fotos. Então a coisa foi pra frente, eu esperando que na hora da verdade ela desistisse, e ela continuou explicando. - Olha, Íngrid, as coisas vão funcionar assim: nem o Manolo, nem o Ruben, nem eu curtimos essa parada de dominação, então você vai fazer tudo que eu fizer. Se eu ficar carinhosa com o Manolo, você faz o mesmo com o Ruben. Se eu der uns amassos, você também. Se eu chupar a pica, você também. E se eu abrir as pernas, a mesma coisa. - Eu escutava ela chorando. - Você não sabe o prazer que vou sentir em ver nós duas chupando uma pica boa ao mesmo tempo, ou as duas de pernas abertas com um pauzão no meio, e de verdade, não de plástico. Ninguém vai te obrigar a fazer, nem eu nem o Ruben, mas se não fizer, aguente as consequências. Então, ou você faz isso, ou sua família fica sabendo de tudo. A verdade é que não tinha outra opção, minha família, como pra qualquer um, é tudo. Depois disso, a gente saiu pra fazer compras, eu tava bem nervoso. Pouco depois de voltar pro apartamento, eles chegaram. Naquela hora, eu queria ter virado invisível. - Vamos, Íngrid, que nossos garotos já chegaram. Eu não queria sair da cozinha, então ela me pegou pela mão e me puxou, e a gente ficou na frente deles. O Manolo é aquele cara bonitão que tenta pegar tudo que usa saia, porte normal, uns 1,70 mais ou menos. E o Ruben, quando eu vi, me impressionou: uns 1,80 mais ou menos, meio musculoso, moreno e bem gato. Minha mulher foi Ruben deu dois beijos nela, e no Manolo um beijo na boca. E eu, ali na frente dos dois, de cabeça baixa, sem querer olhar. Aí a Beatriz virou pra mim e me apresentou pro Ruben. — Olha, Íngrid, esse é o Ruben. Ruben, essa é a Ingrid, a putinha que eu te falei. Eu, vermelha que nem um pimentão, estendi a mão, mas ela falou: — É assim que você vai cumprimentar seu boy? Aí eu me aproximei e dei dois beijos. — Acho que não foi assim que cumprimentei o Manolo, então se você já vai começar a desrespeitar as regras, acho que não vou demorar pra mandar essas fotos pra alguém. Morrendo de vergonha, me aproximei e dei um beijo na boca dele. No resto da tarde, não abri a boca de novo. Me senti totalmente humilhada, vestida daquele jeito na frente dos três. Depois que jantamos, sentamos no sofá os quatro. A verdade é que estávamos meio apertados. Ficaram batendo papo um tempão enquanto a gente tomava uns shots de bagaço. Daí a Beatriz levantou, colocou uma música e falou: — Por que a gente não dança um pouco? Tocaram duas músicas de disco, e logo depois começou a tocar "Bailar Pegados". Vi a Beatriz pegar o Manolo pela mão e se abraçar nele pra dançar. Eu fiquei parada, sem saber o que fazer, morrendo de vergonha daquela situação. Ela me deu um olhar que eu entendi na hora. Então me aproximei dele e me abracei no pescoço dele, igual ela, e começamos a dançar. Naquele momento, me senti frágil. Eu, com 1,62m, magrinha, com aquele baita cara me envolvendo com os braços. Quase no fim da música, vi que a Beatriz começou a dar uns beijos no pescoço do Manolo. Eu olhava de canto, via ela se aproximando devagar da boca dele, sem fazer nada, até que vi as bocas deles se fundirem num beijo. Aí vi que ela me olhou, se aproximaram de mim e ela falou: — Tá esperando o quê? — Porra, não consigo. — Bom, você sabe o que está em jogo. Ela continuou dançando, e eu fiquei mais um tempo sem fazer nada, até que me decidi. Fechei os olhos e comecei a dar uns beijos nele. Fiquei assim por um tempo, enquanto o Ruben começou a acariciar minhas costas. Aquilo foi me relaxando e, sem perceber, já estava trocando uns amassos com ele. Ficamos uns dez minutos assim até a música acabar e fomos sentar no sofá, onde continuamos nos beijando enquanto ele já tinha uma mão no meu rabo. Naquele momento, eu já estava me deixando levar, já tinha aceitado que não tinha volta. De vez em quando, eu olhava pro outro casal pra ver o que eles estavam fazendo e, depois de um tempo, vi ela tirar a camisa dele e acariciar o peito dele. Eu, sem pensar duas vezes, fiz o mesmo. Mais tarde, chegou a vez do botão da calça, e vi ela puxar a rola dele e começar a bater uma. Aquilo foi um pouco mais difícil pra mim, mas eu fiz. As carícias que ele fazia nas minhas costas e a situação estavam me deixando com tesão, e eu tava de pau duro. Depois de um tempo, vi ela descendo devagar, beijando o peito dele até chegar lá embaixo e, aos poucos, começar a chupar ele. Enquanto isso, eu continuava nos beijos e com o pau dele na minha mão, até que, sem pensar, desci de uma vez e comecei a fazer um boquete nele. Eu não sabia se tava fazendo direito, até que, depois de um bom tempo, o Ruben disse: — Não aguento mais, vou gozar. Eu ia tirar a boca, mas senti uma mão na minha nuca me empurrando pra baixo. Era a Beatriz, e ao mesmo tempo ela disse: — Nem pense em tirar, foxy. Naquele momento, recebi tudo na boca, não consegui engolir tudo e escorreu pelo queixo. Depois de fazer meu primeiro boquete, minha mulher disse pros caras que a gente ia dar uma passada no banheiro e que daqui a pouco a gente esperava eles no quarto de duas camas. Já no banheiro, a gente se lavou um pouco, eu passei um batom nos lábios e fomos pro quarto de casal, onde ela me deu uma calcinha fio dental preta transparente, uma meia-calça e uma cinta-liga. — Veste isso, porque na sua primeira vez você tem que estar sexy e deixar seu boy com tesão, pra ele te desejar só de te olhar. E coloca os sapatos também. Ela se vestiu igual a mim, mas a calcinha fio dental dela era de Vermelho. Depois de vestidas, fomos pro outro quarto. Ficamos uns 5 minutos sentadas na cama até os caras subirem. Nessa hora, senti uma vergonha danada de ser vista daquele jeito, mas nem deu tempo de sentir direito porque a Beatriz levantou na hora e começou a beijar o Manolo. Eu fiz o mesmo com o Ruben, e mesmo com os saltos que eu tava, tinha que ficar na ponta dos pés pra beijar ele. Enquanto a gente se beijava, eu abria os olhos de vez em quando pra ver o que a Beatriz tava fazendo. Numa dessas, vi ela começando a tirar a roupa do Manolo. Eu também comecei a tirar a do Ruben. Quando terminei de tirar tudo, menos a cueca dele, a Beatriz já tava deitada na cama beijando o Manolo, com a mão dentro da cueca dele, pegando no pau dele e começando a masturbar ele. Aí a gente deitou na outra cama e continuou se beijando. Demorei um pouco pra pegar no pau dele de novo, principalmente porque sabia que tava preparando ele pra meter dentro de mim daqui a pouco. Fiquei um tempão masturbando ele até que chegou a hora de tirar a cueca e deixar ele pelado. O outro casal já tava transando. Ele me deu uma camisinha e mandou eu colocar, o que não foi difícil porque não era a primeira vez, já tinha colocado várias. Quando terminei, deitei de barriga pra cima e abri as pernas. Ele pegou o travesseiro e colocou debaixo de mim pra minha bunda ficar um pouco levantada, se posicionou entre minhas pernas, puxou a tira da calcinha fio dental pro lado e começou a me penetrar devagar. Doeu um pouco, mesmo já tendo entrado uns consolos por ali. Eu tava o tempo todo com a cabeça virada pro lado, chorando. A Beatriz tinha conseguido o que queria: me ver completamente humilhada. Até que ela falou que queria que eu olhasse nos olhos do Ruben enquanto ele me comia, do jeito que eu gostava que ela fizesse quando a gente transava. Aí virei a cabeça e comecei a olhar pra ele. Ele me olhou e viu as lágrimas escorrendo. As lágrimas... então ele parou um momento, deixando o pau todo parado dentro de mim, e aproximou a boca da minha e começou a me beijar bem devagar, o que eu gostei e me acalmou bastante. E aos poucos, enquanto me beijava, começou a meter e tirar de novo devagar. Me deu a sensação de que, em vez de me foder como uma puta sem dó, ele estava me fazendo amor. Em mim, a dor foi virando prazer aos poucos, enquanto ele acelerava os movimentos, eu já começava a gemer como uma puta. A verdade é que não tinha nada a ver ter um consolo ou um cinto com ter um pau de verdade enfiado dentro, que você sentia crescendo. Eu estava sentindo uma coisa que nunca tinha sentido antes. Antes dele gozar, eu já tinha gozado duas vezes, e estava com a virilha toda e a calcinha fio dental bem molhada. Quando ele gozou, deixou o pau dentro sem tirar e me deu um beijo suave na boca, e falou no meu ouvido: — Gostou, neném? Aquele "neném" me agradou porque notei que ele falou com carinho. Eu, naquele momento, estava super excitada, falei que sim e devolvi o beijo. Aquela situação estava me surpreendendo; a verdade é que eu tinha gozado como uma puta. Ficamos um tempo assim, nos beijando, até que Beatriz se levantou para ir ao banheiro. Eu levantei, peguei umas calcinhas na mesinha e fui atrás dela. Ela sentou no vaso e limpou a buceta com um lenço umedecido, aí viu que eu deixava a calcinha em cima de um armário que tinha lá. — Onde você vai com essa calcinha? — Me trocar, a fio dental está encharcada. — Parece que a puta curtiu, que vem toda molhada, mas você não vai trocar. Vai dormir com a fio dental molhada, como toda puta que acabou de aproveitar o seu garoto. Me limpei bem a virilha toda e o cu, e fomos para a sala de jantar, onde eles já estavam fumando. Fumamos um cigarro e fomos dormir. Como não podia faltar, eu tive que dormir com Ruben em uma das camas pequenas, onde a gente tinha que dormir bem colado, porque quase não cabia. Virei de costas para ele na beirada da cama, e ele se deitou virado para mim. Virei o rosto e me beijou. — Boa noite, gata. — Boa noite, Ruben. Aí ele passou o braço por cima do meu lado e apoiou na minha barriga, me puxando um pouco pra perto dele. E, sinceramente, assim eu tava mais confortável do que na beirada. Daquele jeito, agarradinha e colada no corpo dele, me sentia frágil, até diria feminina, sendo eu tão pequenininha e aquele pedaço de homem me segurando daquele jeito. Demorei pra pegar no sono, pensando em tudo que tinha rolado, mas no fim dormi e dormi gostoso. De manhã, acordei com o Ruben de barriga pra cima ocupando quase a cama toda, com um braço debaixo de mim, e eu de lado com a cabeça no ombro dele, um braço enrolando o pescoço dele e uma perna por cima dele. Fiquei paradinha, sem me mexer com medo de acordar ele, e fiquei assim um tempão, só de ver a posição tão feminina que eu tava, fiquei com tesão. Daí a pouco a porta abriu e era a Beatriz. — Slut, tá acordada? — Tô. Aí ela me viu. — Olha que romântica a slut, dormindo abraçada no boy dela. Vamo, bora preparar o café da manhã. Levantei e perguntei: — Trouxe algum tênis pra mim? — Não, naquele dia você tava de salto, então vai andar sempre assim. Aí coloquei os saltos e fui primeiro pro banheiro e depois pra cozinha preparar o café. O Manolo desceu uns 20 minutos depois e ela recebeu ele com um "bom dia, amor" e um beijo. O Ruben demorou mais uns 30 minutos e eu recebi ele do mesmo jeito, já tinha perdido a vergonha e, como não tinha outro jeito, ia ter que servir mesmo. Depois disso, fui com a Beatriz pro banheiro, tomamos banho juntas, ela me deu um biquíni rosa com a parte de baixo fio-dental, e fomos as duas pra piscina. Daí a pouco eles chegaram e entraram na água. A gente tava tomando sol. Ele me olhou e disse: — Vamo, slut, brincar com os meninos na água. Ela começou a se jogar e se pendurar no pescoço do Manolo, coisa que eu achei ridículo fazer, mas eu sabia que o que ela queria era me ver o tempo todo grudada no Ruben, igual uma slut apaixonada. Pois é. Tinha que jogar, a gente jogou até acabar o jogo e aí começaram os beijos dentro d'água. Eu demorei um pouco mais que ela pra fazer isso, queria que ela pensasse que eu ainda tava resistindo, mas algo em mim tava mudando, tava morrendo de vontade de beijar ele. Na noite anterior, os beijos dele foram a primeira coisa que me deixou louca. Talvez minha mulher tivesse me dado o empurrãozinho pra sair do armário. Depois de um tempo, saímos pra pegar sol e acabamos sentadas em cima deles, acariciando o peito deles e trocando uns amassos por uns 15 minutos, até que a gente recolheu as coisas e foi se vestir.

Naquele dia, tive que vestir uma saia curta preta, uma blusa branca com uma calcinha branca de renda minúscula e o sutiã combinando. Depois de vestida, ela começou a me ensinar como me maquiar. Quando terminou, ela me olhou e disse: "Vamos ter que colocar um piercing no seu umbigo pra você exibir." A gente foi preparar a comida e, depois de comer, sentamos no sofá pra ver um filme. Durante o filme, não rolou nada porque a Beatriz gostava do filme; a gente só ficou recostada nos nossos caras. Quando o filme acabou, tava passando um amistoso de pré-temporada do Barça, meu time de sempre. Vendo como a tarde tava tranquila, pensei em assistir, mas assim que o jogo começou e ela sabia que eu queria ver, ela disse: "Porra, esses homens sempre pensando em futebol, né, vadia." Não soube o que responder. Aí ela começou a ficar carinhosa com o Manolo, mas ele não tava a fim, também queria ver o jogo. Então ela se virou pra mim: "Enquanto eles veem o jogo, a gente podia comer alguma coisa." "Eu também quero ver o jogo." "Você vai fazer o que eu fizer, senão já sabe." Aí ela se ajoelhou no chão, de costas pra TV, desabotoou a calça dele, pegou na pica do Manolo e começou a masturbar ele. Eu reclamei: "Porra!" Parece que aquilo foi de propósito pra ela me responder: "Isso depois, agora a gente vai fazer um boquete neles." Ela continuou. masturbando ele e eu fiquei um tempão pensando em ignorar e ver o jogo, mas no final o medo de ele cumprir o que falou de mandar as fotos foi maior. Aí eu peguei, me ajoelhei, desabotoei a calça dele e comecei a masturbar o Ruben. Daqui a pouco, com aquela pica na boca, de vez em quando ele falava: "olha pra mim". E quando eu olhava, ele ria, piscava o olho ou lambia os lábios. Ela tava adorando a situação, me vendo ali. Mas o que ela não sabia é que eu também tava começando a gostar daquilo. Ficar assim me excitava, e em pouco tempo eu já tava com a calcinha molhada de líquido pré-seminal que tava saindo. Ficamos nessa por um bom tempo até ele gozar na minha boca. Aí aconteceu a mesma coisa do dia anterior: um pouco de sêmen escapou pelos meus lábios. Ela, me olhando e rindo, passou o dedo no meu queixo, recolheu e colocou na minha boca. Depois disso, continuamos masturbando eles. Faltando uns dois minutos pro intervalo, ela me deu uma camisinha e falou: "toma, coloca com a boca". Não consegui colocar direito e acabei colocando com a mão. Logo em seguida, ela sentou em cima do Manolo e enfiou tudo de uma vez. Comigo foi bem mais difícil. Sentei com uma perna de cada lado, afastei um pouco a calcinha e com a outra mão peguei a pica dele e tentei enfiar, mas foi bem complicado. Quando consegui, fui descendo e subindo devagar até entrar tudo. Agarrada nos ombros dele, comecei a subir e descer. Eu não demorei nada pra molhar a calcinha de novo. Ele demorou uma eternidade pra gozar. No final, eu tinha que me apoiar nele, que segurava minha bunda pra eu continuar cavalgando de tão cansada que tava. Mas, sim, gozei de novo como uma gostosa. Depois disso, fomos as duas pro banheiro nos lavar um pouco. Tirei a saia pra não sujar e tirei a calcinha. Aí ela viu que tava toda molhada de sêmen e, rindo, falou: — Você é uma puta sortuda. — Como assim? — Isso aí, mais de uma mulher sentiria inveja de você se soubesse como é fácil. O que faz você molhar a calcinha, seu garoto. - Bom, acho que é normal eu gozar enquanto ele me fode, mesmo que eu não goste. - Pra mim, parece que você gosta sim, porque ontem à noite e hoje à tarde você gemia que nem uma puta. - Não vou te enganar, sinto prazer e não consigo evitar gemer, mas não gosto de tudo que você me obriga a fazer. - Eu não te obrigo a nada, é você por vontade própria que faz. - Sim, mas com chantagem. - Claro, porque sem chantagem você não faria. Vai, termina logo e vamos pra baixo. Eu coloquei de novo a mesma calcinha bem molhada que estava e descemos. Ainda consegui ver 5 minutos do jogo, naquele dia não aconteceu mais nada de especial, exceto uns beijos aqui e ali e ele me deixou a tarde toda encostada no Ruben. Naquela noite fomos dormir direto, tive que dormir com uma camisola branca de cetim. Já na cama, ficamos um tempo conversando eu e o Ruben, depois ele me deu um beijo e boa noite. Me virei, me encostei nele, ele me abraçou como na noite anterior e assim adormeci. Acordei na mesma posição, aninhada contra o Ruben. No terceiro dia, não aconteceu nada de especial, só um tempo na piscina e um passeio à tarde pela cidade. Foi a primeira vez que saí de mãos dadas com um garoto na rua ou abraçada na cintura dele. Nesse dia não teve sexo. O quarto dia também foi tranquilo até a noite, que teve boquete e transa. Cada dia que passava, eu ficava mais à vontade com o Ruben, gostava de estar com ele e ele me tratava muito bem, sempre me chamava de "neném", coisa que eu adorava. O quinto dia foi igual ao terceiro, nada de especial. Aí chegamos no sexto dia, era sábado, e de manhã um tempo na piscina, e à tarde fomos para uma cidade próxima passar o tempo e nos divertir um pouco. Naquele dia, tive que vestir uma calcinha fio-dental preta de renda, sutiã da mesma cor, uma minissaia preta uns cinco dedos acima do joelho, um top preto e os sapatos de salto. Quando já estava pronta, ele repetiu a história do piercing no umbigo. Saímos por volta das 5 da Tarde, tinha mais ou menos meia hora de caminho. Quando chegamos, ficamos passeando um pouco até achar um terraço pra tomar algo. Ficamos lá um bom tempo. Depois, continuamos andando e, ao passar na porta de uma loja de lingerie, Beatriz me segurou pelo braço, firme. — Vem, que você vai comprar suas primeiras calcinhas. Entramos e ficamos olhando até que a vendedora terminou com uma cliente que tinha, veio até nós e perguntou o que queríamos. — Minha amiga quer comprar um conjunto de roupa íntima. A vendedora se virou pra mim. — O que a senhora procura? Eu não ousava abrir a boca, ela percebia que eu era homem e tava morrendo de vergonha, então fiquei calada, dando de ombros. Aí Beatriz: — É que minha amiga é travesti e é a primeira vez que sai pra fazer compras assim. A mulher ficou me olhando surpresa, e de novo a Bê: — Vai, Íngrid, se decide, a gente não tem a tarde toda. Com a voz mais fina que consegui: — Queria comprar umas calcinhas. — De que tipo a senhora quer? — Beatriz: — Mostra pra ela, só de renda e alguma tanga. A mulher pegou várias pra gente, e eu escolhi 3 conjuntos com calcinha: um preto, outro branco e um azul, e mais 3 com tanga: um azul clarinho, outro vermelho e um rosa. Saímos de lá e continuamos andando. Daí a pouco passamos por uma loja de tatuagens, piercings e umas outras coisas, e de novo a Bê falou: — Olha que legal, putaria, lá colocam piercing. Vamos que vou te dar um de presente. — Eu não quero colocar piercing. — Claro que quer sim. No final, tive que aceitar. Ficamos olhando os que tinham e escolhi um com uma bolinha prateada. Me deitaram numa maca e aquilo doeu pra caralho. Depois de colocar, levantei devagar, tava meio tonta. E, porra, olhei e tinham colocado um com um coração rosa cheio de brilhinhos. — Ei, esse não é o que eu escolhi. — Já sei, troquei eu mesma, esse fica melhor em você. — Então pra que me fazer escolher um se depois você faz o que quer? — Pra te sacanear. Depois que saímos de lá, fomos deixar as coisas no carro e fomos procurar um lugar pra jantar e depois fomos pra um bar musical beber algo, onde já, naquela escuridão parcial, ficamos nos pegando. Só de ver outras minas se beijando com seus parceiros, e eu vestida e me comportando como uma delas, nem preciso dizer que essa situação tava me deixando com o tesão nas alturas. Ficamos lá quase 2 horas e depois fomos pra uma balada até umas 4 da manhã. Já voltando pra casa no carro, entre o tesão que tava acumulado e a brisa, tava doida pra pegar o Ruben de jeito. Depois de um tempo, a Beatriz falou pro Manolo parar num lugar escuro. Ele parou numa espécie de quiosque, onde já tinha mais uns carros, e ela começou a beijar o Manolo. Eu me joguei no Ruben quase antes dela. A partir daí, nem prestei mais atenção no que ela tava fazendo. Desabotoei a calça dele e meti aquela pica linda na minha boca. Eles terminaram antes da gente. O Manolo ligou o carro e seguiu viagem enquanto eu continuava chupando aquele doce até ele gozar na minha boca. Eu tava ficando viciada, adorava passar meus lábios e a língua por toda ela, pra depois receber o prêmio na boca. Quando chegamos no apartamento, a Beatriz pegou o Manolo e entrou correndo, começou a beijar ele enquanto desabotoava a calça dele e pegava a pica dele pra deixar ela dura de novo. Dessa vez eu também não perdi tempo. A Beatriz, de pé, se apoiou no encosto do sofá, oferecendo a buceta dela, e eu não sabia onde me enfiar. Aí vi a mesa e não pensei duas vezes: deitei na mesa de pernas abertas, baixei um pouco a calcinha e ofereci o que pra mim já era uma buceta morrendo de vontade de uma pica boa. Na pressa, nem percebi que ele não tinha colocado camisinha, mas já tava pouco me lixando. Ele me deu a melhor foda da semana e recebi a primeira gozada dentro de mim. Foi incrível quando senti aquele jato quentinho dentro de mim. Pra mim, aquela foda foi inesquecível. Eu continuava com um tesão do caralho. Levantei, sentei na mesa, puxei ele pra perto e comecei a beijar ele quase fora de mim, até que Beatriz cortou meu barato. — Vamos, casal, vocês ainda não terminaram. A gente parou, fumou um cigarro, se lavou um pouco e foi pra cama. Deitamos como sempre, eu aninhada contra ele, mas eu ainda tava com um tesão danado, e agora ainda mais com os corpos colados. Não aguentei: me virei e comecei a dar beijinhos no pescoço dele até chegar na boca, onde comecei a mordiscar os lábios dele enquanto acariciava o peito dele, descendo devagar até pegar o pau dele com minhas mãos, enquanto continuava beijando ele de novo no pescoço e descendo aos poucos pelo peito até chegar no pau dele. Comecei chupando a cabecinha e passando meus lábios por fora, descendo até as bolas, colocando elas na boca e subindo de novo, enfiando ele inteiro na boca até deixar ele bem duro. Subi de novo, beijando ele até chegar no ouvido e sussurrar: — Agora é sua vez. Ele se virou de lado, eu fiquei de barriga pra cima, coloquei um travesseiro embaixo e abri as pernas pra ele. Ele subiu em cima de mim e meteu de uma vez, o que me fez soltar um grito. Estiquei o braço e acendi um abajur que tinha ali — eu queria ver a cara daquele filho da puta que tava me fazendo mulher enquanto me comia. Gozei duas vezes, e a última foi na hora que ele jorrou tudo dentro de mim. Ele ficou um tempo com o pau dentro de mim enquanto a gente se beijava um pouco. Depois, me limpei com uns lenços de papel e me abracei nele, e assim dormi. No dia seguinte, já começávamos a segunda semana, que passou sem nada relevante. Bom, Beatriz não ficou tão em cima do Manolo naquela semana — não sei se tinha se cansado daquilo ou se percebeu que eu era mais gostosa que ela. Na falta de sexo durante o dia, na intimidade do nosso quarto, a gente transou umas duas noites. Assim até chegar a sexta-feira. Naquele dia, Beatriz me fez... colocar uma saia lápis bem justa na altura do joelho, uma blusa branca e a roupa íntima branca. Aquela saia eu já tinha usado mais de uma vez em casa, gostava muito dela porque me obrigava a dar passos bem curtinhos e me movia de um jeito muito mais feminino. E voltamos a descer para a cidade para passar a tarde passeando. Passamos de novo pela loja de lingerie onde ela disse para comprarmos uma picardia para o sábado, o dia da despedida. Ela pegou uma preta e eu uma rosa bem bonita, com meia-calça, tanguinha e liga. Eu queria estar o mais feminina possível naquele dia. Depois fomos ao cinema, assistimos O Esquadrão Classe A e, ao sair, jantamos e fomos tomar uma bebida num lugar. Naquele dia, cansei muito. Aquela saia me travava os passos e isso me esgotou, já que não estava acostumada. E os saltos, naquele dia, eu teria jogado fora. E para casa de novo, onde dormi assim que encostei na cama.

No sábado, acordei antes da Bea descer. Fui preparar o café da manhã enquanto ela descia. Depois de terminar de comer, os caras não davam sinal de vida, então subimos para tomar banho. Lá, sem ela me falar nada, passei a lâmina tirando os pelinhos que já estavam nascendo no meu corpo. Depois, fomos as duas para a piscina até que primeiro o Ruben desceu e depois o Manolo. Naquele dia, eu ignorei a Beatriz e beijava e abraçava ele quando eu queria. Queria aproveitar o dia ao lado dele, porque no dia seguinte íamos embora e não sabia se ia vê-lo de novo. Então, enquanto eles estavam deitados, peguei o Ruben, levei ele para a água, me joguei no pescoço dele para fazer um afogamento, mas fui eu quem levou. E, sob o olhar perplexo do outro casal, começamos a nos beijar e ficamos assim um bom tempo. Até que fomos preparar o almoço. Passei a manhã toda até depois de comer de biquíni e descalça. Até o meio da tarde, ficamos vendo TV até que me cansei, porque não gostava do que estava passando, e falei para o Ruben que ia me vestir. Peguei uma minissaia jeans da Beatriz e uma camiseta preta e voltei. desci e saí pra fumar um cigarro, a Bea depois de 2 minutos veio também. - posso saber qual é a tua hoje? - não tô de nada, por quê? - porque tu tá fazendo o que te dá na telha. - mais cedo ou mais tarde eu ia ter que fazer tudo quando tu quisesse, então já que no final vou ter que fazer, faço quando eu quiser, tô cansada de ficar o dia inteiro atrás de ti, que se agora beija ele, que se chupa ele, pois hoje tu já viu, vou beijar quando eu quiser e quando eu tiver vontade de chupar ele, vou chupar, não tô nem aí pra quando tu fizer. - bom, não vou te impedir, de qualquer jeito já faz 14 dias que tu faz o que queria e sinceramente tu me surpreendeu, percebi que tu é uma puta gostosa, e ainda acho que tu gostou disso tudo. - eu só tô esperando amanhã chegar e isso acabar, e já que tive que fazer isso, tentei não me amargurar e aproveitar como uma experiência nova. - pois não sei, mas hoje de manhã vi como tu beijava ele com a paixão de uma mina apaixonada. - como vou me apaixonar por um cara, só que se as coisas têm que ser feitas, que sejam bem feitas. - bom, vamos pra dentro preparar o jantar. Depois do jantar, bebemos uma garrafa de orujo e aí a Bea me perguntou se íamos ficar sexys pra eles, vestimos o que tínhamos comprado no dia anterior e saímos assim, eu direto, sem esperar ela começar, sentei de frente pro Ruben, passando uma perna de cada lado, e comecei a beijar ele e acariciar o peito dele, e aos poucos sentia no meu cu o pau dele crescendo, e depois de um tempo desci direto, tirei ele pra fora e comecei a brincar com a boca até ele gozar, quem diria uns dias antes que eu ia curtir um belo pau na minha boca, depois disso levantei, peguei na mão dele e levei pro quarto sem falar nada pra foder tranquilos, aquela noite queria aproveitar sem olhares de ninguém, ele me deu 2 gozadas incríveis, curti como uma puta gostosa mesmo. Aquela noite foi a primeira vez que, enquanto me penetrava, ele pegou no meu pau e foi me masturbando. Quando acabamos, fiquei um tempão abraçada nele. Eu, sinceramente, não queria que aquilo terminasse. No dia seguinte, a gente ia embora e eu não sabia se ia vê-lo de novo, e não tive coragem de perguntar se ele queria continuar nosso rolo. Mas também pensei que, talvez, em alguns dias, eu fosse esquecendo e aquilo virasse só uma lembrança de uma experiência. Foi assim que peguei no sono, remoendo tudo na cabeça.

Acordei, como sempre, antes dele, mas fiquei na cama até ele acordar. Dei um beijo nele e a gente ficou conversando. Ele disse: — Bom, hoje acaba tudo isso. Espero que você tenha se divertido comigo, embora pareça que sim. — Bem, não foi só diversão. O começo foi difícil, nunca tinha estado com um homem, mas depois aproveitei cada momento. — Fico feliz que tenha sido assim. — Mas, enfim, tudo tem um fim. — Não precisa ser assim, a gente pode se ver de novo. — Sim, mas claro, a partir de amanhã vou voltar pra minha vida anterior, aos poucos vou ser homem de novo como antes, tenho que seguir com a minha vida. — E você nunca pensou que talvez queira continuar assim? — Já passou pela minha cabeça, mas tem muitos problemas: a família, como explicar, os amigos, e depois o trabalho, quem vai dar emprego pra um travesti? — É, você tem razão, mas toma aqui meu número de telefone, caso um dia você se decida. — Ok. — Uma coisa que tenho que te falar, prefiro dizer eu do que sua mulher. — O quê? — É que, na verdade, eu não conhecia o Manolo de nada. Entrei em contato com eles por um anúncio na internet que colocaram, procurando um cara que gostasse de travestis pra passar as férias com ele. Entrei em contato, marquei um dia e eles explicaram como era a parada. E, pelo que sei, não fui o único candidato. Fiquei um tempo em silêncio, sem saber o que dizer. — Já achava estranho vocês não conversarem muito, mas, até certo ponto, fico feliz que tenham me escolhido. Você é bonito, tem um corpo legal e parece ser uma boa pessoa. — Eu, no começo, vim pra sua esposa se vingar de você, mas não podia te forçar nem obrigar a nada que você não quisesse. Tinha que ser como foi: você precisava vir até mim, e, uma vez que estivesse comigo, te tratar como uma puta. Mas no primeiro dia, eu estava tão nervoso quanto você. Quando comecei a te foder pela primeira vez e te vi chorando, pensei que já era castigo suficiente com aquilo e decidi te tratar como qualquer um trata a mulher ou namorada. Além disso, você me pareceu gostosa, e agora que te conheço um pouco, vou te dizer: como homem, não sei como você é, mas como garota, você é uma puta de mãe e na cama, uma viciada de cuidado. — Obrigada. Bom, tá na hora de levantar, não acha? Nós levantamos e ela me ajudou a preparar o café da manhã. O outro casal ainda estava na cama. Aproveitei pra tomar um banho e me vestir, fui arrumar a mala e passar um tempo na piscina com o Ruben, e depois almoçar e voltar pra casa no meio da tarde. Durante o caminho, a Beatriz e eu conversamos pouco. A única coisa que ela me disse foi: — Assim que chegarmos em casa, você já pode voltar à vida normal, embora, com essa cara que você tá, vai ter que esperar muito tempo antes de sair na rua, hahaha. — Pois é, assim claro que não vou sair. O cabelo vai crescer, e vou ver como tiro essas unhas, e pronto. Quando chegamos em casa, pedimos umas pizzas e, depois de um tempo, fui dormir. Pensei em me trocar e pegar minhas roupas de novo, mas no fim decidi pegar uma camisola da mala pra dormir. De manhã, quando ela acordou, eu já estava acordada há um tempinho. — Bom dia, Tony, ou melhor, Íngrid, já que te vejo de camisola. — Bom dia. É que ontem à noite não tive vontade de procurar, e isso tava mais à mão. Depois de tomar um banho, pensei em raspar o cabelo, mas usava cabelo comprido desde os 15 anos e no fim decidi não fazer. Me vesti com minhas roupas: uma jeans e uma camiseta do AC/DC. Quando me vi no espelho, não sei o que parecia com aquele corte de cabelo, as... Sobrancelhas tão fininhas e sem maquiagem, e eu não falei nada. Quando ela me viu, a barriga de tanto rir que ela deu, me chamou de viadinho. Decidi subir no banheiro e me maquiar um pouco, mas sem me trocar. O dia passou normal e no dia seguinte, quando acordei, me vesti de garota de novo e falei pra Beatriz que, enquanto eu não soubesse como resolver aquilo, continuaria assim, já que não precisava trabalhar. Mas essa não era a verdade. Naquela noite, fiquei remoendo um monte de coisas na cabeça, e tinha algo dentro de mim que me empurrava a ficar assim pra sempre. Eu me sentia confortável como garota e gostava de me vestir assim. Aí veio outro dilema: eu ainda achava que não gostava de homens, mas, por outro lado, não conseguia tirar o Ruben da cabeça, sentia falta dele. Pensei que era normal, já que tinha passado 15 dias grudado nele. Mas os dias foram passando e era o contrário: cada dia pensava mais nele. Tinha a mesma sensação de quando você se apaixona por alguém e não tira a pessoa da cabeça. Até que, uns 10 dias depois, mandei uma mensagem perguntando se ele queria sair. Ele respondeu que sim, que a gente podia se encontrar no sábado. Conversamos um pouco por mensagem e combinamos isso. Mas no dia seguinte ele me ligou pra dizer: por que a gente não passava o fim de semana inteiro juntos? Ele passaria pra me pegar na sexta e a gente iria pra algum hotel na costa. Fechamos assim. Depois, contei pra Beatriz que ia passar o fim de semana com ele e que tinha decidido seguir minha vida assim. Ela disse que não se surpreendia com minha decisão, que já imaginava, porque já fazia quase duas semanas que a gente tinha voltado e eu continuava me vestindo de mulher. Pedi um favor: se ela podia me acompanhar pra comprar umas roupas, já que tudo que eu usava era dela. A partir daquele dia, minha relação com a Beatriz mudou muito. Viramos amigas muito próximas. Íamos juntas fazer compras e olhar roupas — uma coisa que eu odiava antes, mas agora era diferente, tinha um monte de roupa pra experimentar. O fim de semana foi incrível. Não vou dar detalhes porque Já seria me repetir, passear só nós dois como um casal foi gostoso e, por outro lado, muito sexo. E por outro lado, fiquei me perguntando se queria ser a nena dele. Como não disse que sim, se ainda tinha alguma dúvida, naquele fim de semana percebi que tinha me apaixonado por ele. O difícil foi contar pra família. Primeiro, falei com minha irmã, que sabia que me entenderia melhor que meu irmão e meus pais. E foi assim que, como já contei no final do outro relato, eles não querem saber de mim. E no profissional, como não ia conseguir emprego, fiz um curso de cabeleireira e estética e trabalho como cabeleireira no salão de uma amiga. Por outro lado, mais pra frente, decidi dar um passo adiante e comecei a me hormonizar. Agora já sou uma linda garota transexual, com uns peitos bonitos. Já faz 4 anos que estou com o Ruben. Isso sim, também transei com a Carol nas sessões que fazemos, mas no último ano já tá ficando difícil, porque cada vez tenho menos ereções e as que tenho não ficam duras de verdade.

3 comentários - A vingança da minha mulher

Bien por vos por tu destape y sin querer(estorcion de por medio) te enamoraste de ruben y ya sos la nena de él y te tranformaste y hormonizado. Si es real bien por vos y te felicito porque encontraste el amor y si es fantacia me volaste la cabeza. Van puntos
es increíble este relato, aún no lo terminé y ya me vine en mis braguitas sin tocarme