Olá, todos os leitores dessa página incrível. A história que quero contar é sobre como acabei transando com meu filho, depois de muitos anos segurando meu desejo por ele. Agradeço à autora por me permitir publicar minha história, fazendo as mudanças que achar necessárias.
Meu nome é Laura, sou uma mulher prestes a completar 48 anos. Fisicamente, não me considero uma gostosa ou uma supermulher, mas todos que me conhecem dizem que sempre me mantive em forma esplêndida. Meus peitos são bem grandinhos, sim, quase do tamanho de melancias, mas não caídos. Meus mamilos combinam com meus seios. Tenho 1,69m, cabelo preto comprido, olhos cor de jabuticaba, uma bunda bem durinha por causa dos anos de esporte, e pernas bem firmes. Sempre gostei de usar saias curtas, seja no verão ou em qualquer estação, e quando tinha reuniões ou festas, usava calças jeans bem apertadas, quase no estilo skinny. Todos os homens que me viam me olhavam com desejo, alguns até tocavam no próprio pau, imaginando meter em mim por dentro e por trás, e isso, como mulher, me enchia de alegria, sabendo que era desejada. Quero deixar claro que, embora gostasse de ser provocante, sempre fui uma mulher ética e nunca traí meu então marido, e, em especial, devia respeito ao maior dos meus amores: meu filho, Luis.
Sobre meu filho Luis, posso dizer que o amo loucamente, de alma, porque ele é meu único filho que a natureza me permitiu ter. Na hora de concebê-lo, foi arriscado por causa da minha condição ovariana delicada, e no parto foi uma situação de vida ou morte, a ponto de meu ex-marido decidir que me salvassem a mim, antes do meu filho. Por sorte, ambos saímos bem da operação, e desde aquele momento, meu Luis se tornou minha razão de viver.
Para toda mulher que tem a sorte de ser mãe, é uma bênção ver seu filho crescer e, acima de tudo, receber aquele carinho, amor e afagos que seu rebento te dá como recompensa todo o sacrifício que fazemos por eles. Meu filho Luís sempre foi muito querido, meu tudo. Nunca neguei nada a ele. Mimei ele pra caralho, repreendi quando foi necessário e, principalmente, incuti valores pra ele ser um homem de bem.
Sempre fomos muito unidos, e sei que meu ex-marido teve ciúmes dele, desde o dia que ele veio ao mundo. Na verdade, era normal que tivesse, porque ninguém podia se intrometer no que eu sentia pelo Luís, talvez algo mais que um amor de mãe, que com o tempo foi me prendendo no meu próprio desejo.
Como disse, desde que me tornei mãe, meu marido começou a reclamar que eu não estava cumprindo meu papel de mulher. Eu, apesar de tudo que fazia como esposa, percebia que ele queria que eu o colocasse num altar. Problemas, gritos, traições, tudo isso foi suficiente pra que, quando meu filho fez 12 anos, eu pedisse o divórcio, desejo que não foi contestado pelo outro idiota.
Já estava divorciada há 8 anos, tempo suficiente pra ter superado tudo. Levava bem, porque me contentava com a presença do meu Luís, mesmo ele dizendo que eu tinha direito de ser feliz, que pensasse em mim como mulher também. Meu filho tinha esses pensamentos bem sérios, depois de ouvir as tias, parentes que nos visitavam e conversavam comigo sobre meu futuro como mulher, que eu devia virar a página e arrumar outro compromisso. Embora eu tentasse seguir o conselho e tentar algo, ainda era relutante em começar qualquer relação, nem me interessava ter aventuras casuais. Por isso, vivia só com meu filho, a companhia dele já bastava pra mim. Me chamem de egoísta ou idiota, mas meu universo e felicidade giravam em torno do meu pequeno.
Quando Luís completou 20 anos, já era todo um arquétipo hercúleo. Aos poucos, ele se transformou de um corpo magro pra um musculoso, a altura dele mal passava de um metro e setenta e cinco, sim, é um pouco mais alto que o pai, mas ainda assim é mais alto que Outros caras da idade dele, a pele dele é morena clara e, mesmo não sendo irracionalmente bonito, ele chamou a atenção de muitas minas por vários motivos, inclusive o gosto por futebol, situações que muitas vezes me deixaram com um ciúme doentio, ver como aquelas oferecidas se insinuavam pro meu tesouro. Cheguei até a ponto de, quando vinham visitar, negar a presença dele pra elas e outras coisas que meu filho muitas vezes me recriminava, dizendo que eu não tinha direito de me meter na vida privada dele e outros assuntos relacionados ao círculo social dele.
De todas as namoradas que meu filho teve, teve uma que eu não engolia de jeito nenhum. Chamava Paula, sempre achei que o relacionamento dele com ela não ia durar muito, por isso, quando conversei com ele e ele disse que queria morar junto com ela, porque tinha planos de casamento, eu profetizei que ele ia cavar a própria desgraça.
Luis, pela primeira vez na vida, não me deu ouvidos e acabou saindo de casa. No começo, sofri muito com a partida dele, mas conforme as semanas passavam, tive que aceitar que meu menino agora era um homem e tinha direito de viver a vida dele. Eu, pra não ficar pensando nele, também decidi sair uma noite com umas amigas pra tomar um drink por aí, mas foi tanta a decepção que me embriaguei como nunca na vida. A única coisa que lembro é que, naquela noite, comecei a conversar com um amigo de uma amiga que estava com a gente, ficamos nós dois até tarde porque o resto já tinha ido embora e, vendo que já eram 4 da manhã, levei ele pra casa e, apesar da minha bebedeira, deixei esse cara me possuir por quase três horas.
Quando acordei na minha cama, meu acompanhante não estava mais lá e eu me senti uma puta suja e barata. Chorei amargamente e liguei pro celular do meu filho. Quis contar a merda que tinha feito, mas só perguntei como ele estava. Ele disse que estava tranquilo, mas meu instinto de mãe me dizia que não. Claro que deixo claro que, desde aquele dia, decidi não sair mais com nenhuma amiga pra um tempão.
Um dia, o Luis me ligou pra dizer que o relacionamento dele com a Paula tinha acabado. Me senti aliviada, com certeza, e também com pena dele, porque isso afetou ele pra caralho no lado pessoal. Mesmo meu filho tendo um apartamento que o pai deu de presente de 18 anos, ofereci pra ele voltar pra nossa casa, pra se sentir mais acompanhado. Ele não aceitou, mas começou a me visitar direto e até nosso contato aumentou, conversando por telefone e, principalmente, pelo WhatsApp.
Tudo isso, mas sobretudo pelas mensagens, fez a confiança crescer. Ele fazia piadas sobre a gente estar sem parceiro agora. No começo de vez em quando, e depois cada vez mais, a gente esquecia que era mãe e filho, parecendo mais dois caras se pegando de flerte, vendo quem caía primeiro.
De repente, as mensagens subiram de tom. Meu filho me perguntou se, durante a ausência dele, eu tinha transado ou conhecido algum homem, e eu respondi que nem se eu fosse uma puta pra ficar caçando marido. Apesar da depressão, o Luis me levantava o astral. Eu dizia que a próxima namorada dele seria muito sortuda, e ele respondia que tomara que fosse verdade e mais umas palavras de apoio pro meu filho.
Era terça-feira, e nesse dia os chats ficaram um pouco mais eróticos. Ele falou do tamanho dos meus peitos e disse que sempre amou eles, desde quando era adolescente e tinha visto. Entre essas confissões, ele lembrou do Jordan, o amigo inseparável da escola, que uma vez, quando a gente foi passar um domingo na piscina e eles tinham entre 15 e 16 anos, me viram de canto de olho enquanto eu fazia topless, junto com a mãe do segundo. Depois de ouvir ele, respondi:— Filho. Isso foi há mil anos. Talvez naquela época eu fosse gostosa, hoje já sou velha.
— Mamãe, você está melhor do que nunca. Ainda usa saias curtas pra ir trabalhar. Poucas mulheres da sua idade podem dizer o mesmo, e com certeza, não conheço nenhuma mais gostosa que você. Seus peitos são o sonho de qualquer homem.
— A Paula tinha que ter dado uns gemidos gostosos quando você tava fazendo amor com ela. Lembro que teu pau é maior que o do teu pai.Minha resposta me deixou envergonhada depois, porque eu sabia e ficava louca pelo sexo do meu filho. Sempre foi grande, mesmo já fazendo muitos anos que não o via nu. Tudo aquilo fez com que, à noite, eu me sentisse ridícula e envergonhada, já que esses comentários não eram próprios de mim.
Na quarta-feira, no início da tarde, ele me ligou. Estava mal, a voz falhava. Chorava. Me contou que a Paula tinha conhecido outro homem, algo que eu já desconfiava. Ele esperava que a separação fosse temporária, só uma crise, mas os motivos da esposa significavam que o relacionamento tinha acabado. Decidiu tirar uns dias de férias e vir pra minha casa pra não ficar sozinho.
Uma semana depois dos acontecimentos mencionados, eu voltava do escritório onde trabalhava e, quando cheguei em casa, vi que ele já tinha chegado. Estava na sala, sentado no sofá. Notei ele abatido e muito triste.— Já comeu?―Não tô com fome.Preparei um sanduíche pra ele e sentei do lado. Tentei animar ele, mas acho que nem me escutava. Percebi que queria ficar sozinha e fui pro meu quarto me trocar. Daí, decidi mandar umas mensagens no celular dele. Dizia pra ele não se preocupar, que logo ia superar e encontrar outra mulher. Animava ele com uns elogios, coisa que nunca tinha feito, nem quando tava apaixonada e muito menos casada.
Quando vi que ele não respondia minhas mensagens, coloquei minha roupa de dormir (um roupão branco, com calcinha rosa e um sutiã creme). Quando passei do lado dele, ele nem se mexeu, continuava com o olhar perdido. Então comecei a me mexer de um jeito erótico, tentando me mostrar sensual e gostosa. Fazia questão de não desviar meus olhos dos dele. Só queria ter ele do meu lado.
Tentava misturar o papel de mãe com o de mulher. Cruzei minhas pernas e fiz meu vestido subir um pouco mais, mostrando até a metade das coxas.
Mesmo Luis estando com o olhar perdido, curiosamente ele tava de cabeça baixa, mas os olhos dele iam pras minhas pernas. Sem dúvida, aquelas armas de mulher que nunca usei começavam a dar resultado.
Notei que os olhos dele iam pra lá, e isso foi um bom sinal. Comecei a mexer as pernas, me abaixar e levantar, querendo que ele reparasse no meu corpo, o que com certeza consegui. Meu desejo de que um dia meu filho me visse como mulher tava se realizando. De verdade, aquela ideia me enlouquecia.
Consegui chamar a atenção dele e, mesmo ele estando deprimido, os olhos dele reagiam. Me aproximei e disse que não precisávamos de outros parceiros, já que sempre teríamos um ao outro.
Logo meus flertes foram ficando mais evidentes, e Luis não ficava indiferente. Afastei um pouco mais meu roupão, fingindo que tava muito calor em casa. Na real, eu sentia um pouco de calor e queria tirar o roupão, tentando me arejar enquanto mostrava a calcinha e destacava meus peitos.
Sem perceber, fui me aproximando cada cada vez mais no meu filho. Eu gostava que ele me olhasse como mulher. Sempre gostei do físico do meu filho, e isso era repetido pelas minhas amigas, muitas delas divorciadas, que me diziam a raiva que sentiam por não terem vinte anos a mais, ou elas, vinte a menos. Comentários como esses sempre me deixaram com ciúmes, mas eu disfarçava. Os olhos foram feitos para olhar, afinal de contas.
Não havia mais volta, eu troquei o papel de mãe pelo de mulher. Só sei que quando quis recuar, eu já estava colada no Luis, ombro a ombro. O próximo passo foi abraçá-lo, dar um beijo na bochecha. Não havia mais volta e eu dei o último passo, que já seria definitivo.
―Já vai ver como você não demora nada pra usar isso.– Falei enquanto apoiava meus dedos na virilha dela.
Mesmo ela tendo feito cara de "quê?O que você tá fazendo??, mas ele não fez nenhum gesto de se afastar de mim. Isso me fez continuar. Eu me sentia calma e aquecida. Meu desejo de mulher começava a escapar. Na verdade, acho que já não sentia mais que aquele jovem ao meu lado era meu filho, mas sim um homem com um pau pronto pra ser provado.
Aos poucos, me aproximei dele. Uma vez cara a cara, beijei ele na bochecha de novo, só que dessa vez o primeiro beijo veio seguido de muitos outros, mais curtos e sensuais, até que nossos lábios se encontraram.
Ele respondeu na hora, levando a mão até meu sutiã, desabotoando ele aos poucos até chegar no meu peito e deixá-lo livre, começando a beliscar direto meu mamilo. Aquela dor me excitou pra caralho.
Eu já tava muito molhada. Queria avançar. Tirei minha roupa íntima, ficando totalmente nua e com um monte de lubrificação escorrendo pela minha perna. Luis fez o mesmo, ficando peladão. Fiquei surpresa com o tamanho do pau dele, que eu não via há muitos anos, desde aquela vez na piscina com o amigo dele, quando estavam medindo pra ver quem tinha a rola maior.
Passei a mão nele suavemente, com carinho, e na mesma hora levei ele pra minha boca. Fazer aquele boquete me fez sentir mulher. Chupei o pinto dele com puro desejo. Meu filho mostrou a cara de tesão, e eu queria dar pra ele tudo que ele nunca tinha tido com uma mulher, por mais que já fosse casado há um tempo. Chupei gostoso aquela vara dura. Gemia de um jeito exagerado, e sabia que aquela situação era provocada por mim, mas também não queria que ele gozasse tão cedo. Eu também queria a minha parte e parei com os boquetes.―¡¡¡ Mamãe. Você é muito gostosa!!! ¡¡¡ Você tem uns peitões enormes!!!!
—Te lembro que você já comeu delas.— respondi brincando.
Ele passou a mão nas minhas costas. Era tudo muito erótico, muito sensual. Foi descendo até acariciar minha bunda. Eu ainda estava de costas. Embora excitada, me sentia um pouco envergonhada, e não conseguia me virar de frente para o Luis, que continuava sentado no sofá.
Sentei em cima dele, mas ainda de costas. Eu estava muito molhada e ele não teve dificuldade: quando me pegou no colo, me levou para a cama, abriu minhas pernas e, depois de me dar uma deliciosa chupada na buceta, que arrancou uns gritos de puta de mim, isso junto com minha saliva passada no pau dele, facilitou que, na hora de meter, entrasse bem fácil e ele começasse com suas deliciosas estocadas.
A sensação era estranha, a primeira vez que a gente fazia e na posição de missionário, sendo penetrada por ele. Nunca poderia ter imaginado algo assim, embora reconheça que sempre me senti atraída por ele, desde que era um garoto, os olhos de desejo com que minhas amigas o olhavam, os olhares de puta das colegas dele e, principalmente, eu, minha libido que não entreguei ao meu marido nem ao cara daquela noite, todo esse acúmulo fez com que a caixa de prazer se abrisse.
Quando meu filho se deitou em cima de mim, segurou minha cintura e começou a me manobrar do jeito dele. Ele beijava meus peitos, minhas coxas, me obrigava a olhar nos olhos dele, enquanto eu apertava com minhas pernas, tentando e conseguindo que o pau dele entrasse e saísse sem sair da minha pussy em nenhum momento.
Não pensava em nenhum momento que a relação materno-filial que eu tinha com meu filho desse lugar a uma de mulher-homem, que só querem copular.
Eu podia ouvir o som da penetração quando se misturava com meus sucos vaginais. Sentia ele dentro, sentia como ele brincava com meus peitos e minha excitação fazia com que eu mesma brincasse com meu clitóris, buscando ainda mais prazer.
— Faz de quatro. Estilo cachorro. — Propus ao meu filho, oferecendo uma posição que sempre gostei.
Levantei e me posicionei na beira da cama. na posição que eu tinha pedido. Não demorou pra me penetrar. Ainda lembro do formigamento trêmulo quando ele procurava minha buceta de novo.
Sentia o pau do Luis ainda mais duro que na posição anterior. Ele me cobria por completo e eu adorava. Os movimentos dele começaram a ficar brutos de tão excitado. Ele começou a puxar meu cabelo, fazendo de mim uma gostosa que ele montava.— Estou prestes a gozar.– Ele me disse preocupado.
Eu ainda não tinha gozado, então pensei na oportunidade de adiar um pouco. Também queria dar a ele todo o prazer que pudesse e fazer dessa a melhor foda da vida dele. Ele se afastou um pouco de mim. Me levantei e me coloquei de novo de bruços, onde tinha mais espaço, e me deitei com as pernas bem abertas.Aqui estou eu. Faz comigo o que quiser. Hoje sou sua escrava sexual e estou aqui pra te fazer feliz.Ele não respondeu. Acho que ao parar por uns instantes, ele também pensou em quem era a mulher que estava com as pernas totalmente abertas na frente dele.
Nessa posição, ele podia ver meu rosto, contemplar meus peitos, e percebi que a cena era excitante.
De novo, comecei a ficar excitada. Deixava meu filho me manobrar do jeito que ele quisesse. Eu não conseguia parar, e enquanto ele me penetrava, comecei de novo a me tocar, acariciando meu clitóris e meus peitos.
Aquela posição me trazia algo diferente: era poder ver meu filho enquanto ele me penetrava, ao mesmo tempo que via meu corpo, até minha buceta depilada, um verdadeiro manjar a ser possuído.
Apertei meus mamilos, algo que, sem dúvida, sempre foi o que mais gostei no sexo e com o que me satisfazia sozinha na falta de uma pica. Também as investidas do meu filho, que eu sentia cada vez mais, me fizeram ter um dos orgasmos mais marcantes da minha vida.― Filho, filho, assim, assim!!!. Você me faz muito feliz!!!. Me enche de você!!!. Te amo, Luís, te amo loucamente, como mãe, como mulher, como sua putinha!!! – Gritei perdendo o controle.Fiquei relaxada, mas com as pernas abertas. Olhava pro Luis, que quase sem jeito de tanto prazer, tentava finalizar a transa.―Filho. Goza dentro de mim.Disse pra ele porque sabia que eu já não podia mais engravidar, por causa da laqueadura que fiz depois que ele nasceu.CALMA, MAMÃE. NÃO SE PREOCUPA. VOU TE DAR O QUE VOCÊ ME PEDE - AIHHHHHFoi quase na hora quando, de repente, senti o pau dele inchar e, depois de um grito de prazer, ele começou a encher minha buceta com a semente quente dele. Mesmo depois de uma boa dose de sexo, eu ainda estava excitada, então peguei um pouco com o dedo e levei à boca.
Me sentia feliz e muito satisfeita. Não pensava nas consequências que poderia ter ter transado com meu filho. Levantei, tomei banho e fui deitar. Luis saiu de casa e voltou tarde. Tanto fazia o que ele fizesse ou com quem fosse, mas sabia que ele não ia procurar outra mulher.
No dia seguinte, acordei confusa. Estava excitada pelo que tinha acontecido, mas também me sentia responsável como mãe. Quase não dormi e de madrugada ouvi Luis abrir a porta. Pensei que talvez ele viesse dormir na minha cama, mas não foi assim. Ouvi ele fechar a porta do banheiro e depois a do quarto dele. Fiquei um pouco decepcionada e também frustrada. Pensei que talvez ele tivesse estado com a Paula, e fiquei com raiva só de pensar.
Mesmo não tendo passado nem um dia do ocorrido, eu continuava desejando meu filho como homem. Sentei ao lado dele e, enquanto o ouvia, tentava me mostrar o mais erótica possível. Acariciava a perna e o braço dele. Sussurrava no ouvido dele de forma sensual e, principalmente, cada vez me aproximava mais até que, no fim, encostei meus lábios nos dele e nos perdemos num beijo profundo de casal.
Percebi que ele estava excitado e, principalmente, ao aceitar meu beijo, sabia que ia ter outra sessão de sexo com meu filho. Sentei, com as pernas cruzadas na cama, puxei um pouco o decote e levei as mãos dele aos meus peitos, apertando-os com força.
Comecei a respirar ofegante, enquanto meus mamilos endureciam de novo. Luis, sem dúvida, sabia como tocar uma mulher, e mostrava isso comigo. Minha mão foi para a calça dele, mas ele a afastou e começou a tirá-la. Sem dúvida, estava muito excitado. O pau dele mostrava isso.
Estávamos os dois impacientes. Assim que Ficou nu da cintura pra baixo. Minha boca foi direto pro pau dele e comecei a chupar sem controle. Tava com muita vontade de transar, e saber que meu filho tava louco por aquilo me deixava ainda mais excitada.
Tava totalmente molhada. Sentia a umidade na minha calcinha. Parei e me coloquei de novo na cama, de joelhos, mas com as pernas abertas. Abri o roupão completamente e convidei o Luis pra conferir, colocando a mão dele por baixo da minha calcinha.
Tava ficando louca. Ele começou a brincar com meu clitóris. Eu adorava, adorava me ver tão gostosa, com meus peitos aparecendo por cima do roupão totalmente desamarrado e aberto.
Não aguentei mais e fui pra cima dele. Peguei o pau dele e comecei a masturbar ele também, do mesmo jeito que ele tava fazendo comigo.
Minha cabeça virava de um lado pro outro, enquanto minha boca soltava sussurros de prazer.
Tinha chegado a hora. Queria tirar a roupa. Ele já tava quase nu. Tirei o roupão devagar, de um jeito sensual, sempre deixando meus peitos bem à mostra.
Alisei meu cabelo, fiquei nua da cintura pra cima. Só queria parecer sexy e gostosa pro meu filhote. Só tava de calcinha, a mesma que tinha vestido minutos antes, depois do banho matinal. Deitei na cama e, na hora, meu filho tirou ela.
Posso até parecer uma puta contando isso, mas só queria transar com meu filho. Por isso, quando abri as pernas e ele se colocou entre elas, me senti excitada e, acima de tudo, mostrei que, na minha idade, ainda podia ser muito gostosa.
O pau dele entrou de primeira dentro de mim. Tava muito molhada e ele, durasso. Comecei a mexer a cabeça, pedindo mais, enquanto ele me tocava, acariciava meus peitos e continuava com a metida e tirada.― Mamãe. Tô quase gozando.. – Disse com a voz entrecortada pela excitação.—Espera, não goza aindaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vou me virar e você faz por trás.
Me virei e fiquei de joelhos. Apoiei as mãos e fiquei de quatro. Me senti. Como uma puta no cio.
Na verdade, só queria atrasar um pouco a gozada do Luis. Ele se enfiou dentro de mim de novo, e de novo eu comecei a gemer que nem uma louca.
Meus gritos começaram a ficar tão altos que talvez os vizinhos ouvissem, mas ele estava me fazendo sentir coisas que nunca senti com o pai dele, nem com aquele idiota daquela noite. Meus braços não aguentaram mais e meus peitos caíram sobre os lençóis. Minhas mãos se torciam e minha boca ficava ofegante.
Luis agarrou meu cabelo e fez minha cabeça levantar. Instintivamente, coloquei as mãos de novo nos lençóis e me ergui um pouco. Foi aí que percebi que ele queria era pegar nos meus peitões.
Vi que tinha chegado a hora, então voltei à posição de antes. Deitada, olhando pra cima. Ele se enfiou entre minhas pernas de novo. Tava tão excitada que não conseguia parar de me tocar. Minhas mãos iam dos peitos ao meu clitóris em questão de segundos. Comecei a gritar, sabendo que era o fim do ato. Os movimentos dele mostravam que ele também tava prestes a gozar.
Ele me observava no espelho do meu quarto. Acho que nunca tinha me visto assim. Minhas pernas totalmente abertas, com um homem em cima, mesmo que fosse meu filho, e mostrando meu corpo nu, o que me excitava ainda mais.―¡¡¡Vou gozar, mamãe!!!A expressão dela me trouxe de volta à realidade. Eu tinha gozado uns segundos antes e só consegui dizer: ― ¡¡¡Filho!!! ¡¡¡ME MOLHA AQUIIIIII!!!Senti que, de novo, o esperma quente dele inundava meu corpo por dentro. Luis saiu de cima de mim e se deitou ao meu lado. Eu acariciei ele como se fosse a namorada dele. Me sentia feliz.
Desde aquele dia até hoje, sou só do meu filho e ele só meu.
E da Paula, só sabemos que o outro cara com quem ela foi embora a largou, deixando ela grávida já avançada. Claro que meu filho endureceu o coração e esqueceu dela, mesmo ela tendo tentado voltar feito cachorro arrependido.
Ninguém sabe o que tem, até que perde.
Meu nome é Laura, sou uma mulher prestes a completar 48 anos. Fisicamente, não me considero uma gostosa ou uma supermulher, mas todos que me conhecem dizem que sempre me mantive em forma esplêndida. Meus peitos são bem grandinhos, sim, quase do tamanho de melancias, mas não caídos. Meus mamilos combinam com meus seios. Tenho 1,69m, cabelo preto comprido, olhos cor de jabuticaba, uma bunda bem durinha por causa dos anos de esporte, e pernas bem firmes. Sempre gostei de usar saias curtas, seja no verão ou em qualquer estação, e quando tinha reuniões ou festas, usava calças jeans bem apertadas, quase no estilo skinny. Todos os homens que me viam me olhavam com desejo, alguns até tocavam no próprio pau, imaginando meter em mim por dentro e por trás, e isso, como mulher, me enchia de alegria, sabendo que era desejada. Quero deixar claro que, embora gostasse de ser provocante, sempre fui uma mulher ética e nunca traí meu então marido, e, em especial, devia respeito ao maior dos meus amores: meu filho, Luis.
Sobre meu filho Luis, posso dizer que o amo loucamente, de alma, porque ele é meu único filho que a natureza me permitiu ter. Na hora de concebê-lo, foi arriscado por causa da minha condição ovariana delicada, e no parto foi uma situação de vida ou morte, a ponto de meu ex-marido decidir que me salvassem a mim, antes do meu filho. Por sorte, ambos saímos bem da operação, e desde aquele momento, meu Luis se tornou minha razão de viver.
Para toda mulher que tem a sorte de ser mãe, é uma bênção ver seu filho crescer e, acima de tudo, receber aquele carinho, amor e afagos que seu rebento te dá como recompensa todo o sacrifício que fazemos por eles. Meu filho Luís sempre foi muito querido, meu tudo. Nunca neguei nada a ele. Mimei ele pra caralho, repreendi quando foi necessário e, principalmente, incuti valores pra ele ser um homem de bem.
Sempre fomos muito unidos, e sei que meu ex-marido teve ciúmes dele, desde o dia que ele veio ao mundo. Na verdade, era normal que tivesse, porque ninguém podia se intrometer no que eu sentia pelo Luís, talvez algo mais que um amor de mãe, que com o tempo foi me prendendo no meu próprio desejo.
Como disse, desde que me tornei mãe, meu marido começou a reclamar que eu não estava cumprindo meu papel de mulher. Eu, apesar de tudo que fazia como esposa, percebia que ele queria que eu o colocasse num altar. Problemas, gritos, traições, tudo isso foi suficiente pra que, quando meu filho fez 12 anos, eu pedisse o divórcio, desejo que não foi contestado pelo outro idiota.
Já estava divorciada há 8 anos, tempo suficiente pra ter superado tudo. Levava bem, porque me contentava com a presença do meu Luís, mesmo ele dizendo que eu tinha direito de ser feliz, que pensasse em mim como mulher também. Meu filho tinha esses pensamentos bem sérios, depois de ouvir as tias, parentes que nos visitavam e conversavam comigo sobre meu futuro como mulher, que eu devia virar a página e arrumar outro compromisso. Embora eu tentasse seguir o conselho e tentar algo, ainda era relutante em começar qualquer relação, nem me interessava ter aventuras casuais. Por isso, vivia só com meu filho, a companhia dele já bastava pra mim. Me chamem de egoísta ou idiota, mas meu universo e felicidade giravam em torno do meu pequeno.
Quando Luís completou 20 anos, já era todo um arquétipo hercúleo. Aos poucos, ele se transformou de um corpo magro pra um musculoso, a altura dele mal passava de um metro e setenta e cinco, sim, é um pouco mais alto que o pai, mas ainda assim é mais alto que Outros caras da idade dele, a pele dele é morena clara e, mesmo não sendo irracionalmente bonito, ele chamou a atenção de muitas minas por vários motivos, inclusive o gosto por futebol, situações que muitas vezes me deixaram com um ciúme doentio, ver como aquelas oferecidas se insinuavam pro meu tesouro. Cheguei até a ponto de, quando vinham visitar, negar a presença dele pra elas e outras coisas que meu filho muitas vezes me recriminava, dizendo que eu não tinha direito de me meter na vida privada dele e outros assuntos relacionados ao círculo social dele.
De todas as namoradas que meu filho teve, teve uma que eu não engolia de jeito nenhum. Chamava Paula, sempre achei que o relacionamento dele com ela não ia durar muito, por isso, quando conversei com ele e ele disse que queria morar junto com ela, porque tinha planos de casamento, eu profetizei que ele ia cavar a própria desgraça.
Luis, pela primeira vez na vida, não me deu ouvidos e acabou saindo de casa. No começo, sofri muito com a partida dele, mas conforme as semanas passavam, tive que aceitar que meu menino agora era um homem e tinha direito de viver a vida dele. Eu, pra não ficar pensando nele, também decidi sair uma noite com umas amigas pra tomar um drink por aí, mas foi tanta a decepção que me embriaguei como nunca na vida. A única coisa que lembro é que, naquela noite, comecei a conversar com um amigo de uma amiga que estava com a gente, ficamos nós dois até tarde porque o resto já tinha ido embora e, vendo que já eram 4 da manhã, levei ele pra casa e, apesar da minha bebedeira, deixei esse cara me possuir por quase três horas.
Quando acordei na minha cama, meu acompanhante não estava mais lá e eu me senti uma puta suja e barata. Chorei amargamente e liguei pro celular do meu filho. Quis contar a merda que tinha feito, mas só perguntei como ele estava. Ele disse que estava tranquilo, mas meu instinto de mãe me dizia que não. Claro que deixo claro que, desde aquele dia, decidi não sair mais com nenhuma amiga pra um tempão.
Um dia, o Luis me ligou pra dizer que o relacionamento dele com a Paula tinha acabado. Me senti aliviada, com certeza, e também com pena dele, porque isso afetou ele pra caralho no lado pessoal. Mesmo meu filho tendo um apartamento que o pai deu de presente de 18 anos, ofereci pra ele voltar pra nossa casa, pra se sentir mais acompanhado. Ele não aceitou, mas começou a me visitar direto e até nosso contato aumentou, conversando por telefone e, principalmente, pelo WhatsApp.
Tudo isso, mas sobretudo pelas mensagens, fez a confiança crescer. Ele fazia piadas sobre a gente estar sem parceiro agora. No começo de vez em quando, e depois cada vez mais, a gente esquecia que era mãe e filho, parecendo mais dois caras se pegando de flerte, vendo quem caía primeiro.
De repente, as mensagens subiram de tom. Meu filho me perguntou se, durante a ausência dele, eu tinha transado ou conhecido algum homem, e eu respondi que nem se eu fosse uma puta pra ficar caçando marido. Apesar da depressão, o Luis me levantava o astral. Eu dizia que a próxima namorada dele seria muito sortuda, e ele respondia que tomara que fosse verdade e mais umas palavras de apoio pro meu filho.
Era terça-feira, e nesse dia os chats ficaram um pouco mais eróticos. Ele falou do tamanho dos meus peitos e disse que sempre amou eles, desde quando era adolescente e tinha visto. Entre essas confissões, ele lembrou do Jordan, o amigo inseparável da escola, que uma vez, quando a gente foi passar um domingo na piscina e eles tinham entre 15 e 16 anos, me viram de canto de olho enquanto eu fazia topless, junto com a mãe do segundo. Depois de ouvir ele, respondi:— Filho. Isso foi há mil anos. Talvez naquela época eu fosse gostosa, hoje já sou velha.
— Mamãe, você está melhor do que nunca. Ainda usa saias curtas pra ir trabalhar. Poucas mulheres da sua idade podem dizer o mesmo, e com certeza, não conheço nenhuma mais gostosa que você. Seus peitos são o sonho de qualquer homem.
— A Paula tinha que ter dado uns gemidos gostosos quando você tava fazendo amor com ela. Lembro que teu pau é maior que o do teu pai.Minha resposta me deixou envergonhada depois, porque eu sabia e ficava louca pelo sexo do meu filho. Sempre foi grande, mesmo já fazendo muitos anos que não o via nu. Tudo aquilo fez com que, à noite, eu me sentisse ridícula e envergonhada, já que esses comentários não eram próprios de mim.
Na quarta-feira, no início da tarde, ele me ligou. Estava mal, a voz falhava. Chorava. Me contou que a Paula tinha conhecido outro homem, algo que eu já desconfiava. Ele esperava que a separação fosse temporária, só uma crise, mas os motivos da esposa significavam que o relacionamento tinha acabado. Decidiu tirar uns dias de férias e vir pra minha casa pra não ficar sozinho.
Uma semana depois dos acontecimentos mencionados, eu voltava do escritório onde trabalhava e, quando cheguei em casa, vi que ele já tinha chegado. Estava na sala, sentado no sofá. Notei ele abatido e muito triste.— Já comeu?―Não tô com fome.Preparei um sanduíche pra ele e sentei do lado. Tentei animar ele, mas acho que nem me escutava. Percebi que queria ficar sozinha e fui pro meu quarto me trocar. Daí, decidi mandar umas mensagens no celular dele. Dizia pra ele não se preocupar, que logo ia superar e encontrar outra mulher. Animava ele com uns elogios, coisa que nunca tinha feito, nem quando tava apaixonada e muito menos casada.
Quando vi que ele não respondia minhas mensagens, coloquei minha roupa de dormir (um roupão branco, com calcinha rosa e um sutiã creme). Quando passei do lado dele, ele nem se mexeu, continuava com o olhar perdido. Então comecei a me mexer de um jeito erótico, tentando me mostrar sensual e gostosa. Fazia questão de não desviar meus olhos dos dele. Só queria ter ele do meu lado.
Tentava misturar o papel de mãe com o de mulher. Cruzei minhas pernas e fiz meu vestido subir um pouco mais, mostrando até a metade das coxas.
Mesmo Luis estando com o olhar perdido, curiosamente ele tava de cabeça baixa, mas os olhos dele iam pras minhas pernas. Sem dúvida, aquelas armas de mulher que nunca usei começavam a dar resultado.
Notei que os olhos dele iam pra lá, e isso foi um bom sinal. Comecei a mexer as pernas, me abaixar e levantar, querendo que ele reparasse no meu corpo, o que com certeza consegui. Meu desejo de que um dia meu filho me visse como mulher tava se realizando. De verdade, aquela ideia me enlouquecia.
Consegui chamar a atenção dele e, mesmo ele estando deprimido, os olhos dele reagiam. Me aproximei e disse que não precisávamos de outros parceiros, já que sempre teríamos um ao outro.
Logo meus flertes foram ficando mais evidentes, e Luis não ficava indiferente. Afastei um pouco mais meu roupão, fingindo que tava muito calor em casa. Na real, eu sentia um pouco de calor e queria tirar o roupão, tentando me arejar enquanto mostrava a calcinha e destacava meus peitos.
Sem perceber, fui me aproximando cada cada vez mais no meu filho. Eu gostava que ele me olhasse como mulher. Sempre gostei do físico do meu filho, e isso era repetido pelas minhas amigas, muitas delas divorciadas, que me diziam a raiva que sentiam por não terem vinte anos a mais, ou elas, vinte a menos. Comentários como esses sempre me deixaram com ciúmes, mas eu disfarçava. Os olhos foram feitos para olhar, afinal de contas.
Não havia mais volta, eu troquei o papel de mãe pelo de mulher. Só sei que quando quis recuar, eu já estava colada no Luis, ombro a ombro. O próximo passo foi abraçá-lo, dar um beijo na bochecha. Não havia mais volta e eu dei o último passo, que já seria definitivo.
―Já vai ver como você não demora nada pra usar isso.– Falei enquanto apoiava meus dedos na virilha dela.
Mesmo ela tendo feito cara de "quê?O que você tá fazendo??, mas ele não fez nenhum gesto de se afastar de mim. Isso me fez continuar. Eu me sentia calma e aquecida. Meu desejo de mulher começava a escapar. Na verdade, acho que já não sentia mais que aquele jovem ao meu lado era meu filho, mas sim um homem com um pau pronto pra ser provado.
Aos poucos, me aproximei dele. Uma vez cara a cara, beijei ele na bochecha de novo, só que dessa vez o primeiro beijo veio seguido de muitos outros, mais curtos e sensuais, até que nossos lábios se encontraram.
Ele respondeu na hora, levando a mão até meu sutiã, desabotoando ele aos poucos até chegar no meu peito e deixá-lo livre, começando a beliscar direto meu mamilo. Aquela dor me excitou pra caralho.
Eu já tava muito molhada. Queria avançar. Tirei minha roupa íntima, ficando totalmente nua e com um monte de lubrificação escorrendo pela minha perna. Luis fez o mesmo, ficando peladão. Fiquei surpresa com o tamanho do pau dele, que eu não via há muitos anos, desde aquela vez na piscina com o amigo dele, quando estavam medindo pra ver quem tinha a rola maior.
Passei a mão nele suavemente, com carinho, e na mesma hora levei ele pra minha boca. Fazer aquele boquete me fez sentir mulher. Chupei o pinto dele com puro desejo. Meu filho mostrou a cara de tesão, e eu queria dar pra ele tudo que ele nunca tinha tido com uma mulher, por mais que já fosse casado há um tempo. Chupei gostoso aquela vara dura. Gemia de um jeito exagerado, e sabia que aquela situação era provocada por mim, mas também não queria que ele gozasse tão cedo. Eu também queria a minha parte e parei com os boquetes.―¡¡¡ Mamãe. Você é muito gostosa!!! ¡¡¡ Você tem uns peitões enormes!!!!
—Te lembro que você já comeu delas.— respondi brincando.
Ele passou a mão nas minhas costas. Era tudo muito erótico, muito sensual. Foi descendo até acariciar minha bunda. Eu ainda estava de costas. Embora excitada, me sentia um pouco envergonhada, e não conseguia me virar de frente para o Luis, que continuava sentado no sofá.
Sentei em cima dele, mas ainda de costas. Eu estava muito molhada e ele não teve dificuldade: quando me pegou no colo, me levou para a cama, abriu minhas pernas e, depois de me dar uma deliciosa chupada na buceta, que arrancou uns gritos de puta de mim, isso junto com minha saliva passada no pau dele, facilitou que, na hora de meter, entrasse bem fácil e ele começasse com suas deliciosas estocadas.
A sensação era estranha, a primeira vez que a gente fazia e na posição de missionário, sendo penetrada por ele. Nunca poderia ter imaginado algo assim, embora reconheça que sempre me senti atraída por ele, desde que era um garoto, os olhos de desejo com que minhas amigas o olhavam, os olhares de puta das colegas dele e, principalmente, eu, minha libido que não entreguei ao meu marido nem ao cara daquela noite, todo esse acúmulo fez com que a caixa de prazer se abrisse.
Quando meu filho se deitou em cima de mim, segurou minha cintura e começou a me manobrar do jeito dele. Ele beijava meus peitos, minhas coxas, me obrigava a olhar nos olhos dele, enquanto eu apertava com minhas pernas, tentando e conseguindo que o pau dele entrasse e saísse sem sair da minha pussy em nenhum momento.
Não pensava em nenhum momento que a relação materno-filial que eu tinha com meu filho desse lugar a uma de mulher-homem, que só querem copular.
Eu podia ouvir o som da penetração quando se misturava com meus sucos vaginais. Sentia ele dentro, sentia como ele brincava com meus peitos e minha excitação fazia com que eu mesma brincasse com meu clitóris, buscando ainda mais prazer.
— Faz de quatro. Estilo cachorro. — Propus ao meu filho, oferecendo uma posição que sempre gostei.
Levantei e me posicionei na beira da cama. na posição que eu tinha pedido. Não demorou pra me penetrar. Ainda lembro do formigamento trêmulo quando ele procurava minha buceta de novo.
Sentia o pau do Luis ainda mais duro que na posição anterior. Ele me cobria por completo e eu adorava. Os movimentos dele começaram a ficar brutos de tão excitado. Ele começou a puxar meu cabelo, fazendo de mim uma gostosa que ele montava.— Estou prestes a gozar.– Ele me disse preocupado.
Eu ainda não tinha gozado, então pensei na oportunidade de adiar um pouco. Também queria dar a ele todo o prazer que pudesse e fazer dessa a melhor foda da vida dele. Ele se afastou um pouco de mim. Me levantei e me coloquei de novo de bruços, onde tinha mais espaço, e me deitei com as pernas bem abertas.Aqui estou eu. Faz comigo o que quiser. Hoje sou sua escrava sexual e estou aqui pra te fazer feliz.Ele não respondeu. Acho que ao parar por uns instantes, ele também pensou em quem era a mulher que estava com as pernas totalmente abertas na frente dele.
Nessa posição, ele podia ver meu rosto, contemplar meus peitos, e percebi que a cena era excitante.
De novo, comecei a ficar excitada. Deixava meu filho me manobrar do jeito que ele quisesse. Eu não conseguia parar, e enquanto ele me penetrava, comecei de novo a me tocar, acariciando meu clitóris e meus peitos.
Aquela posição me trazia algo diferente: era poder ver meu filho enquanto ele me penetrava, ao mesmo tempo que via meu corpo, até minha buceta depilada, um verdadeiro manjar a ser possuído.
Apertei meus mamilos, algo que, sem dúvida, sempre foi o que mais gostei no sexo e com o que me satisfazia sozinha na falta de uma pica. Também as investidas do meu filho, que eu sentia cada vez mais, me fizeram ter um dos orgasmos mais marcantes da minha vida.― Filho, filho, assim, assim!!!. Você me faz muito feliz!!!. Me enche de você!!!. Te amo, Luís, te amo loucamente, como mãe, como mulher, como sua putinha!!! – Gritei perdendo o controle.Fiquei relaxada, mas com as pernas abertas. Olhava pro Luis, que quase sem jeito de tanto prazer, tentava finalizar a transa.―Filho. Goza dentro de mim.Disse pra ele porque sabia que eu já não podia mais engravidar, por causa da laqueadura que fiz depois que ele nasceu.CALMA, MAMÃE. NÃO SE PREOCUPA. VOU TE DAR O QUE VOCÊ ME PEDE - AIHHHHHFoi quase na hora quando, de repente, senti o pau dele inchar e, depois de um grito de prazer, ele começou a encher minha buceta com a semente quente dele. Mesmo depois de uma boa dose de sexo, eu ainda estava excitada, então peguei um pouco com o dedo e levei à boca.
Me sentia feliz e muito satisfeita. Não pensava nas consequências que poderia ter ter transado com meu filho. Levantei, tomei banho e fui deitar. Luis saiu de casa e voltou tarde. Tanto fazia o que ele fizesse ou com quem fosse, mas sabia que ele não ia procurar outra mulher.
No dia seguinte, acordei confusa. Estava excitada pelo que tinha acontecido, mas também me sentia responsável como mãe. Quase não dormi e de madrugada ouvi Luis abrir a porta. Pensei que talvez ele viesse dormir na minha cama, mas não foi assim. Ouvi ele fechar a porta do banheiro e depois a do quarto dele. Fiquei um pouco decepcionada e também frustrada. Pensei que talvez ele tivesse estado com a Paula, e fiquei com raiva só de pensar.
Mesmo não tendo passado nem um dia do ocorrido, eu continuava desejando meu filho como homem. Sentei ao lado dele e, enquanto o ouvia, tentava me mostrar o mais erótica possível. Acariciava a perna e o braço dele. Sussurrava no ouvido dele de forma sensual e, principalmente, cada vez me aproximava mais até que, no fim, encostei meus lábios nos dele e nos perdemos num beijo profundo de casal.
Percebi que ele estava excitado e, principalmente, ao aceitar meu beijo, sabia que ia ter outra sessão de sexo com meu filho. Sentei, com as pernas cruzadas na cama, puxei um pouco o decote e levei as mãos dele aos meus peitos, apertando-os com força.
Comecei a respirar ofegante, enquanto meus mamilos endureciam de novo. Luis, sem dúvida, sabia como tocar uma mulher, e mostrava isso comigo. Minha mão foi para a calça dele, mas ele a afastou e começou a tirá-la. Sem dúvida, estava muito excitado. O pau dele mostrava isso.
Estávamos os dois impacientes. Assim que Ficou nu da cintura pra baixo. Minha boca foi direto pro pau dele e comecei a chupar sem controle. Tava com muita vontade de transar, e saber que meu filho tava louco por aquilo me deixava ainda mais excitada.
Tava totalmente molhada. Sentia a umidade na minha calcinha. Parei e me coloquei de novo na cama, de joelhos, mas com as pernas abertas. Abri o roupão completamente e convidei o Luis pra conferir, colocando a mão dele por baixo da minha calcinha.
Tava ficando louca. Ele começou a brincar com meu clitóris. Eu adorava, adorava me ver tão gostosa, com meus peitos aparecendo por cima do roupão totalmente desamarrado e aberto.
Não aguentei mais e fui pra cima dele. Peguei o pau dele e comecei a masturbar ele também, do mesmo jeito que ele tava fazendo comigo.
Minha cabeça virava de um lado pro outro, enquanto minha boca soltava sussurros de prazer.
Tinha chegado a hora. Queria tirar a roupa. Ele já tava quase nu. Tirei o roupão devagar, de um jeito sensual, sempre deixando meus peitos bem à mostra.
Alisei meu cabelo, fiquei nua da cintura pra cima. Só queria parecer sexy e gostosa pro meu filhote. Só tava de calcinha, a mesma que tinha vestido minutos antes, depois do banho matinal. Deitei na cama e, na hora, meu filho tirou ela.
Posso até parecer uma puta contando isso, mas só queria transar com meu filho. Por isso, quando abri as pernas e ele se colocou entre elas, me senti excitada e, acima de tudo, mostrei que, na minha idade, ainda podia ser muito gostosa.
O pau dele entrou de primeira dentro de mim. Tava muito molhada e ele, durasso. Comecei a mexer a cabeça, pedindo mais, enquanto ele me tocava, acariciava meus peitos e continuava com a metida e tirada.― Mamãe. Tô quase gozando.. – Disse com a voz entrecortada pela excitação.—Espera, não goza aindaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vou me virar e você faz por trás.
Me virei e fiquei de joelhos. Apoiei as mãos e fiquei de quatro. Me senti. Como uma puta no cio.
Na verdade, só queria atrasar um pouco a gozada do Luis. Ele se enfiou dentro de mim de novo, e de novo eu comecei a gemer que nem uma louca.
Meus gritos começaram a ficar tão altos que talvez os vizinhos ouvissem, mas ele estava me fazendo sentir coisas que nunca senti com o pai dele, nem com aquele idiota daquela noite. Meus braços não aguentaram mais e meus peitos caíram sobre os lençóis. Minhas mãos se torciam e minha boca ficava ofegante.
Luis agarrou meu cabelo e fez minha cabeça levantar. Instintivamente, coloquei as mãos de novo nos lençóis e me ergui um pouco. Foi aí que percebi que ele queria era pegar nos meus peitões.
Vi que tinha chegado a hora, então voltei à posição de antes. Deitada, olhando pra cima. Ele se enfiou entre minhas pernas de novo. Tava tão excitada que não conseguia parar de me tocar. Minhas mãos iam dos peitos ao meu clitóris em questão de segundos. Comecei a gritar, sabendo que era o fim do ato. Os movimentos dele mostravam que ele também tava prestes a gozar.
Ele me observava no espelho do meu quarto. Acho que nunca tinha me visto assim. Minhas pernas totalmente abertas, com um homem em cima, mesmo que fosse meu filho, e mostrando meu corpo nu, o que me excitava ainda mais.―¡¡¡Vou gozar, mamãe!!!A expressão dela me trouxe de volta à realidade. Eu tinha gozado uns segundos antes e só consegui dizer: ― ¡¡¡Filho!!! ¡¡¡ME MOLHA AQUIIIIII!!!Senti que, de novo, o esperma quente dele inundava meu corpo por dentro. Luis saiu de cima de mim e se deitou ao meu lado. Eu acariciei ele como se fosse a namorada dele. Me sentia feliz.
Desde aquele dia até hoje, sou só do meu filho e ele só meu.
E da Paula, só sabemos que o outro cara com quem ela foi embora a largou, deixando ela grávida já avançada. Claro que meu filho endureceu o coração e esqueceu dela, mesmo ela tendo tentado voltar feito cachorro arrependido.
Ninguém sabe o que tem, até que perde.
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