Minhas Memórias 6

Desculpe, não posso realizar essa tradução.O dia do meu casamento foi uma coisa curiosa, aconteceu de tudo. Por sorte, o David veio comigo, já que a gente casou numa cidade que fica no meio do caminho entre Girardot e Bogotá, em Fusagasugá, o que facilitou o translado dos convidados pra festa. Os pais do David tiveram o carro enguiçado na estrada, então tiveram que pegar uma van pra conseguir chegar. Uma tia dele foi quem entregou o noivo, e pra completar, o padre começou a missa sem os noivos, porque eu me atrasei como de costume — fiquei puta da vida. Naquele dia, foram seis das minhas parceiras de balada com seus namorados. Quase toda a minha família foi, só faltou uma tia que morava em Medellín porque tava viajando pelo México com o último marido, que depois de sugar toda a grana dele, ela largou na rua e foi morar com o amor de sempre. O vestido de noiva não ficou legal em mim, sei lá o que foi, mas não me sentia confortável com ele. A cerimônia rolou e, no final, os pais do David chegaram — coitada da minha sogra, veio mais desesperada. Depois, a festa na casa de uma irmã, aí sim, tudo deu certo. Eu tava exausta e, umas 4 horas depois, saí com o David pra Melgar passar nossa primeira noite. Um amigo nos levou, chegamos no hotel e o David me carregou no colo pra entrar no quarto. E, mesmo eu estando morta de cansaço, a gente transou. Depois, caímos no sono profundo. Acordamos no dia seguinte, tomamos café e decidimos voltar pra Bogotá, já que não tínhamos planejado lua de mel por falta de grana. Na segunda, não fui pra universidade, queria deixar o apartamento onde íamos morar em ordem, porque tava tudo virado de cabeça pra baixo. Umas quatro da tarde, minha irmã Alicia me ligou pra saber o que eu tava fazendo. Contei meu dia de dona de casa, tava felizona, e ela soltou: — Dianis, mamãe, tenho dois clientes. Quer me acompanhar? São dois empresários que o Jacinto me passou pra eu atender como reis. Ele vai nos pagar amanhã mesmo.
Fiquei pensando, mmmmmm
- E a que horas? - Já vai, minha filha! Tava com umas emoções misturadas. Não queria ir, mas precisava da grana, tava sem um puto, o casamento me deixou lisa, e a ideia de deitar com outro homem molhava minha bucetinha. Aí me animei pra ir e me divertir um pouco.
– Pronto, onde a gente se vê?
– Vamos pra 82, no bar.
– Ok, então vou cair por aí.

Larguei o que tava fazendo e entrei no chuveiro pra tomar um banho rápido. Tive que lavar o cabelo porque tava um bagaço, todo cacheado. Não sequei. Coloquei um vestido que o David tinha me dado na semana passada, justo, sem alças, tipo minissaia. O problema é que eu tinha que ficar puxando ele pra baixo porque subia e aparecia a calcinha. Umas sandálias altas sem atrás. Chamei um táxi pelo telefone e ele chegou rapidinho. Saí na correria. E cheguei na hora certa. Se demorasse mais um pouco, teria esbarrado no David, que eu vi virando a esquina. Tive que me abaixar pra ele não me ver passar. Que livramento, hein! E agora sim, curtir a noite.

Cheguei no bar e fiquei olhando nas mesas, mas não via eles até que minha irmã assobiou pra mim e eu vi ela acenando com a mão pra eu chegar perto, porque eles tavam dançando na pista. Uau, os caras tavam matadores, uns gostosos que aparecem só agora. Jejejejeje. Então me aproximei deles mexendo os braços no ritmo da música. Ficamos lá por várias músicas e depois fomos pra mesa. Sentamos, e minha irmã falou no meu ouvido.

– Mamãe, essa saia curta sua já tá na cintura. Eu reparei e sim, minhas nádegas estavam de fora. A gente riu e eu deixei assim. Do meu lado sentou o Adolfo e eu me encostei nele pra conversar, o que ele interpretou como: Me beija. E pegando no meu queixo, aproximou a boca da minha e a gente se beijou, eu abracei ele, a gente se separou um momento e eu sorri pra ele. – Oi, boneca. – Oi, gostoso, como cê tá? – Tô aqui, prazer em te conhecer, sua irmã ficou devendo, você é muito linda. A gente se beijou de novo – Não, e você é maravilhoso. A mão dele pousou na minha virilha. Quando virei e vi minha irmã, ela também tava se beijando com o Serrote, como o Adolfo chamava ele.
- Sua irmã me contou que você acabou de casar? – Aham, casei no fim de semana passado.
Respondi pra ela fazendo cara de sedução e enrolando o cabelo dela com meus dedos.
- Ah sim, imaginem só se eu consigo me arrumar e sair na hora certa.
Me inclino um pouco pra contar pra vocês três. – Por quê, o que aconteceu? A Carolina me pergunta.
— Porque quando o táxi em que eu vinha virou na esquina, o Davi já tava vindo pra casa. Tive que me abaixar pra ele não me ver. Se não fizesse isso, ele podia ter me visto, e aí, foda, eu não estaria aqui.
Virei e beijei Adolfo de novo. Acendi um cigarro e tomei meu primeiro rum da noite, mas antes fiz um brinde.
– Tomara, queridos, que esta noite seja uma noite de paixão e muito sexo. – Que assim seja. Exclamei serrote. Todos caíram na risada e brindamos. Adolfo voltou, serviu e brindou dizendo:
— Eu brindo pelo prazer de te conhecer e agradeço que seu maridinho não tenha te visto sair assim, pra eu poder te conhecer e ficar contigo. A gente se beijou de novo e eu acariciei a perna dela, subindo até sentir o volume do pau dele, que tava durasso. Virei pra olhar o lugar, as mesas eram altas, então não dava pra ver o vizinho, e ainda era segunda-feira, com pouca gente. Continuei acariciando ele e, com o olhar, dizia que queria chupar aquele pau, mordendo os lábios e respirando fundo. Me enfiei debaixo da mesa, abri as pernas dele, desabotoei a calça, abri ela, minha mão acariciou a cueca e depois enfiei a mão. Tirei o pau dele pra fora, fiquei olhando pra ele e depois pros olhos dele, minha língua lambia a entrada da uretra, saboreando os sucos babados dele. Continuei olhando, o safado nem disfarçava a excitação, se segurava na mesa e a respiração dele aumentava, os pulmões quase explodindo. Enfiei ele na boca, me acabando de prazer, parecia um cone ao contrário, grosso na base e fino na ponta. Uns 15 centímetros, os ovos bem encaixados e colados no corpo, eu passava a língua neles. Depois de 5 minutos sentindo ele na boca, virei pra olhar debaixo da mesa e vi que minha irmã tava segurando o pau dele, como se fosse um serrote. Saí de baixo da mesa, sentei e falei pra eles:
— Vocês não acham que seria melhor a gente ir pro motel? — Ah, não sei, aqui podem nos expulsar se continuarmos brincando. — Apoio o que você disse, gostosa... — diz o Serrote. — Beleza, crianças, vamos andando, que também tô afim de mudar de diversão. — rebate minha irmã. A gente se levantou pra se arrumar e sair; eles tinham um carro alugado, que o Serrote dirigia. Fomos pela rodovia norte até a terceira ponte. Ao entrar no motel, vi o Gabriel, um cara que me conhece, e chamei ele pra alugar só um quarto pra gente. Pronto, entramos nós quatro no mesmo quarto, sentamos nas poltroninhas, colocamos música e fizemos uma dança, nos despindo e nos acariciando. Eles adoraram, puxaram os paus pra fora, que já estavam quase estourando, e começaram a se masturbar. A gente dançou sobre os corpos deles, roçando a pele. Já as duas totalmente peladas, teve um momento em que os dois se levantaram. Adolfo foi pro banheiro e o Serrote começou a dançar no ritmo da música. Minha irmã serviu mais bebidas e tocou um vallenato romântico. Dancei com o Serrote bem abraçada, soltei a calça dele, deixando cair no chão, e enfiei minhas mãos pelas bordas da cueca dele, puxando pra baixo. Minha irmã se aproximou por trás, as mãos dela foram pros botões da camisa dele, tirando-a, e beijou as costas dele. Adolfo saiu do banheiro pelado e, ao nos ver, levantou os braços pros lados.
- Pois é, e eu com isso?
Ao vê-lo, levantei a mão e, fazendo sinal com o dedo, chamei ele pra se juntar ao grupo. Minha irmã agarrou a pica dele e os corpos se encontraram num beijo apaixonado. A pica do Serrucho tava na minha frente; com a mão esquerda, segurei a cabeça dele e, encostando minha boca, beijava os ovos dele. – Hummm, depiladinho, assim eu amo, meu amor. E meti eles na boca, chupando enquanto masturbava ele. Carolina foi no banheiro dar uma descarregada, e fiquei com os dois pra aproveitar: agarrei as picas deles, chupei, deitei eles na cama e montei entre os dois, de cabeça pra baixo, pra me dedicar a chupar. Carolina saiu do banheiro, se aproximou e agarrou a pica do Adolfo pra chupar. Aí montei em cima do Serrucho, fazendo um 69. Daqui a pouco, Carolina também entrou, e as duas ficamos mais de 20 minutos curtindo as picas deles com a boca, chupando, devorando, enquanto eles lambiam nossas bucetas com a língua, arrancando orgasmos gostosos. Depois, viramos, sentamos em cima deles e as duas colocamos nossas bucetas na ponta das picas e deixamos rolar, penetrando até o fundo. Meus movimentos em círculos faziam eu sentir toda a carne deles.
– Ai, serruchinho, que delícia, eu te amo, papacito! Faz assim, deixa eu gozar teu pau! Me dá tudo! – Que putinha você é, Dianita, adora um pau, né, sua gostosa. – Sim, adoro, continua assim, ha, ha, ha, ha. Depois de ter um orgasmo gostoso, a gente parou e eu levantei pra beber um gole. Quando voltei, tirei a Carolina de cima do Adolfo e montei nele, colocando o pau dele na entrada da minha bucetinha e ficava esfregando sem meter. Carolina agarrou pra chupar o serrucho. Acabei metendo até o fundo e continuei na hora a foder ele, pulando com muita excitação. Tudo era prazer e safadeza. Não sei se era por causa disso ou daquilo, ou por estar recém-casada, mas eu tava muito puta. Quase meia hora a gente durou gozando meus orgasmos e depois trocamos de posição: eu deitei de barriga pra cima, ele pegou minhas pernas, me puxou pro pau dele e meteu de uma vez, me fodendo e aumentando as estocadas em mim.
A noite passava e eu não podia demorar muito, tinha que terminar rápido e graças aos caras terem gozado. Encerramos nossa festinha, lavei minhas partes e saímos do lugar, eu direto pra casa onde David me esperava. Falei pra ele que tive que ir terminar um trabalho da faculdade. Ele tinha a comida pronta, a mesa arrumada, o que me deu uma espécie de remorso. E de compensação, levei ele pra cama pra fazer um love. Bom, aí terminou um dia gostoso e prazeroso. Na sexta seguinte, dona Aleida me ligou porque tinha um probleminha. Ela tinha dois encontros e me pediu pra ajudar, mas infelizmente já tinha combinado com David de ir na casa uns parentes dele tomar uns drinks. E a gente se divertiu pra caramba, eles foram muito atenciosos e gentis, fiz uma amizade muito boa com a prima dele, uma mulher que eu diria não muito bonita de rosto, mas com um corpo escultural. A gente ficou até de madrugada, bebendo, dançando e conversando sobre várias coisas. Na semana seguinte, fiquei muito ocupada. Na segunda, na faculdade, fiquei com meus colegas fazendo um trabalho que nos prendeu até as 9 da noite. Cheguei em casa às 10, super cansada e fui dormir. No outro dia, a apresentação do trabalho de manhã, foi muito bem. Fui com os colegas almoçar, nisso Aleida liga de novo, tinha mais dois encontros pra aquele dia: um era com dois senhores de 50 anos que queriam fazer um menage, e o outro era um senhor de 30 anos. Ela me deu a opção de escolher, e claro que escolhi os dois senhores cinquentões. Fui pra casa me arrumar e ficar gostosa pra causar uma boa impressão, além disso tinha que levar roupa separada pra me vestir de empregada. Tive que voar pra chegar na hora. O lugar era num bairro de alto padrão, num sétimo andar. Bati na porta e um senhor de uns 55 anos, alto, bonitão, moreno, com um bigodinho bem cuidado e cílios grossos, de jeans e uma camisa polo, me fez entrar e me cumprimentou com um aperto de mão.
–Muito prazer, encantada em te conhecer.
Seguimos por um corredor até a sala, me agarrei no braço dela.
- Que gostosa você é, linda. – Valeu, a gente faz o que dá. – Kkkkk você não precisa fazer quase nada pra isso, mulher. – Você é muito nova. – Não acredita não, calma, já passei dos 18 anos faz tempo.
Chegamos na sala e lá estava o colega dele, outro senhor de uns 50 anos, também alto, forte, careca, com bigodinho e barba de bode, olhos verdes claros, divino. Ele se levantou pra me cumprimentar e me fez sentar do lado dele. Era francês, então adorei as palavras dele, que me elogiavam e me encantavam, sentia um friozinho na barriga, e ao mesmo tempo tremia. Me ofereceram uma bebida — Rum pra mim. Colocaram música americana dos anos 70, continuamos conversando um pouco e, como eu estava de saia, o francês aproveitava pra pegar nas minhas pernas e acariciá-las. Levantei, peguei minha mala e fui pro banheiro vestir o uniforme de empregada. Uma tiara de renda branca, o vestido minissaia e o avental de renda branca, meia-calça e meias arrastão pretas. Esperei um disco começar a tocar pra sair e fazer meu show. Um disco começou e eu saí; os dois ficaram pasmos ao me ver.
– huff mamacita, mulher gostosa, que delícia.
Continuei minha dança na frente dos dois, lambendo eles com minhas ejaculações limpas. Depois, me aproximei, quase sentando no colo deles, e comecei a roçar minha bunda neles, colocando minhas mãos nos joelhos deles. Dei um beijinho na boca de cada um, mas eles não me pegavam, me deixavam continuar dançando pra eles. Segui a dança e, aos poucos, fui tirando a roupa. Eles já tinham tirado os paus pra fora e estavam se masturbando. Eu me ajoelhei entre os dois, peguei nos paus deles e comecei a masturbar os dois, beijando a boca de cada um. Quando vi como ambos eram bem dotados, minha respiração acelerou, e num momento senti uma espécie de tontura que me fez parar um pouco e respirar fundo. Meu peito estava super alterado. Agarrei os paus deles com força, me levantei e beijei a boca de cada um de novo. Já estava completamente nua e montei em um deles, colocando minha buceta bem na cara dele, apoiando minha perna esquerda na cadeira. Ele começou a beijar e lamber. Com minhas mãos, agarrei o cabelo dele e acariciei. Meus gemidos não demoraram a sair. Umas coisas de 5 minutos me deixando lamber enquanto o francês se masturbava vendo a gente se divertir. Sentei, e os dois ficaram de pé na minha frente, deixando eu chupar o pau deles por uns momentos. Momentos muito prazerosos, molhando eles, lambendo, chupando as bolas, sentindo a carne macia e lisa, principalmente a do francês, que era bem grossa. Minhas mãos trabalhavam no ritmo da minha boca, agarrando aqueles troncos cheios de sangue que me convidavam à satisfação total, me tirando da realidade de uma mulher recém-casada. Tinha casado há poucos dias e já estava de novo aproveitando os prazeres da carne. Estava com dois homens que nem conhecia e me sentindo completamente realizada.
Me coloquei de quatro no sofá e o francês se abaixou e com a boca começou a beijar minha buceta, lambendo ela toda. Maurício sentou na minha frente pra chupar a rola dele. Depois, o francês se levantou e, colocando a rola dele, esfregou ela na minha bunda e na minha buceta, pra depois me penetrar na buceta, sentindo a grossura dela entre minhas paredes vaginais, me levando a prazeres deliciosos e gostosos enquanto minha boca devorava a rola do Maurício com paixão, mostrando pra eles o quanto eu adoro fazer isso. Ficamos quase 30 minutos nessa posição, trocamos e eu montei no cara que tava chupando a rola, enfiei a rola dele na minha buceta, as mãos dele agarraram meus peitos e ele ficou beijando eles. O francês ficou olhando a gente, sentado do outro lado do sofá, esfregando a rola dele. Trocamos de posição e o francês se deitou de lado no sofá, e eu na frente dele, de costas pra ele, e ele me penetrou de novo na buceta. Maurício na minha frente, deixando eu chupar a rola dele, se abaixava. Depois de um tempo, o francês, depois de me fazer gozar e tremer, tirou a rola dele e derramou o esperma dele na minha barriga. Eu levantei e deixei o francês se levantar, me deitei de barriga pra cima e o Maurício montou em mim, levantou minhas pernas e me penetrou de novo, me fodendo com tudo, me levando rapidinho a outro orgasmo gostoso. Ele tirou a rola dele e se masturbou, derramando o esperma quente dele nos meus peitos.
Descansamos por uns 40 minutos, bebendo e conversando sobre tudo um pouco, e eu já queria voltar a sentir as carícias dela, o quanto eu estava molhada, ela me dizia. Então, servi um gole e, virando de uma vez, me abaixei na frente do francês, peguei na rola dele e chupei por um tempo, e depois no Maurício, deixando-os de pau duro. Aí montei no Maurício, que estava sentado, peguei na vara dele e enfiei devagar no meu cu, descendo bem lentamente pelo tronco dele até o fundo, fiquei parada por uns segundos, depois comecei a me mexer em círculo, sentindo ele dentro de mim, e fui aumentando o ritmo, passando de uma dorzinha para um prazer delicioso, até terminar num orgasmo longo que fez meu corpo tremer. Me virei de costas, me dedando na minha bucetinha, e chamei o francês para perto. Ele entendeu na hora, pegou na rola dele, montou em nós e, esfregando na minha xota, me penetrou, me levando a um êxtase incrível, onde vários orgasmos inundaram nossos corpos. Depois de um tempo, o francês gozou, deixando um pouco de leite dentro de mim. Continuamos com o Maurício fodendo, e rapidamente gozamos sem tirar a rola, deixando todo o sêmen dele dentro de mim. Terminamos nosso encontro já eram 6 da tarde, e eu precisava estar em casa quando meu marido chegasse. Naquela noite, transei com o David, minha bucetinha estava meio molhada e com vontade de mais paixão e prazer carnal. Nos dias seguintes, não pude sair para me divertir porque precisava terminar um trabalho da faculdade e também assistir às aulas. Só na terça-feira da semana seguinte a Aleyda me ligou de novo para ir atender um empresário do México, que ficou encantado comigo, tanto que me pediu para acompanhá-lo a Melgar no fim de semana, e eu aceitei. Então, falei para o David que ia visitar minha mãe, que mora em Girardot, perto de Melgar. Arrumamos a mala e fomos desde sexta-feira. Naquela noite, saímos para beber nos bares e depois fomos para o hotel transar. No dia seguinte, acordamos e descemos para a piscina, onde Ficamos até o almoço e daí chamei ele pra visitar minha mãe. Chegamos lá e ela ficou encantada com ele, adorou o sotaque dele, vi ela toda animada. Naquela noite, ficamos por lá. Minha mãe esperou a gente se deitar e, quando estávamos pelados transando, vimos ela entrar no quarto. Ela veio nua, subiu na cama e deitou do lado dele. Eles se beijaram, colando os corpos, e eu desci pra chupar a rola dele. Nessa hora, o telefone tocou – era meu marido ligando, e adivinha? Atendi.
– Oi, meu amor, como cê tá? – Tô bem, pai, e você, como vai? Muito trabalho? – Sim, mãe, tô exausto, só esperando os dias passarem pra terminar a apresentação. E a dona Josefina, como tá? – Minha mãe tá aqui felizona comigo, nem me esperava, tamo passando muito bem.
E aí, a gente conversou por uns 10 minutos enquanto minha mãe tava se divertindo no quarto do meu amigo. Terminei de falar e fui rapidinho pro quarto continuar a diversão. Quando entrei, minha mãe tava deitada de barriga pra cima, pernas esticadas, e ele tava comendo ela. Os gemidos dela ecoavam pelo quarto inteiro. Me aproximei, subi na cama do lado dela, beijando os dois na boca. Mandei eles pararem e descerem um pouco pra eu poder montar na cara da minha mãe, pra ela lamber minha bucetinha, enquanto ele beijava meus peitos. Isso deixou ele louco, não aguentou tanta excitação e gozou, enchendo a buceta da minha mãe com o esperma dele. Ele tirou o pau, e eu desci pra lamber minha mãe, limpando o esperma dele com minha língua e chupando ela por um tempo, assim como ela fez comigo. Nós três ficamos na cama. No dia seguinte, minha mãe trouxe café pra nos acordar, e, assim como eu, ela adora andar pelada pela casa. Tomamos o café e voltamos a fazer amor os três. Começamos as duas deitadas abraçadas e nos beijando, tocando nossas bucetinhas. Eu montei nela fazendo um 69, enquanto ele nos olhava extasiado, com o pau a ponto de explodir, de jorrar, os olhos totalmente arregalados, a testa suando em bicas. Ele tava totalmente excitado. Me agarrou com a mão e me deitou de barriga pra cima, abrindo minhas pernas. Me penetrou de uma vez, enchendo minha bucetinha com o pau duro dele, e começou a me foder com força e sem controle. Me fez gozar rapidinho. Quando gozei, ele se levantou e montou na minha mãe, fodendo ela também com força, beijando ela apaixonadamente. As bocas deles se juntavam com força, e a fodida aumentava. Em menos de nada, ele gozou de novo, tirou o pau e terminou se masturbando, cuspindo o esperma na barriguinha dela. Minha mãe abraçou ele, dando beijinhos no rosto todo dele. Eu vi ela feliz, contente, me lembrou de quando eu dou uma boa trepada. Mais tarde, a gente tomou café da manhã e depois fomos na praça comprar o almoço. Essa tarde fomos tomar sorvete, e umas 7 da noite fomos pra Bogotá. Me deixaram perto da... Em casa e me agradecendo bem gostoso pelas minhas atenções $$$$$$$$.

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