Compartí a mi mujer 4

Revisão:
Já faz uns dois meses que contei pra vocês como foi minha primeira experiência de um ménage com minha esposa, e como coloquei ela numa situação que sei que muitos só fantasiam, que é ver a própria mulher transando com outra pessoa.
Bom, faz uns dois meses que eu e minha esposa nos matriculamos na academia, porque queríamos ter uma vida mais ativa e saudável, e que o sexo não fosse o único exercício.
Como um breve prelúdio, vou contar que minha mulher é uma linda morena de 1,60, magra mas não esquelética, com umas pernas lindas e bem torneadas, uma bunda deliciosa, empinadinha e larga, daquelas que você vê e já imagina, pele levemente bronzeada, cabelo preto comprido, uns peitos lindos que, embora não sejam enormes, você mal consegue pegar um com a mão, e que são uma delícia quando você leva à boca.
Prefácio:
Voltando, nos matriculamos na academia e no começo foi tudo bem, só íamos pra malhar. Com o passar dos dias, fomos pegando confiança com o resto do grupo e, como sempre, os olhares na bunda da minha esposa não demoraram a aparecer. Aos poucos, percebi um cara em particular que olhava fixamente pra minha esposa, especialmente quando eu não estava ou me mostrava distraído, ou simplesmente não estava perto dela, já que, pra nos divertirmos um pouco, combinamos de ir juntos mas treinar separados. E, bom, em algumas sessões que compartilhávamos, notava como esse cara, que vou chamar de Dario, se lambuzava vendo a Carla fazer os exercícios.
Descrevendo um pouco o Dario, ele é um jovem da mesma idade da minha esposa, 28 anos. Com certeza tem um físico muito bom, não exageradamente musculoso mas bem definido, uns 1,75, branco, cabelo preto curto, e realmente bonitão.
Já com umas duas semanas, a confiança foi crescendo e o Dario, em certas ocasiões, se aproximava da minha esposa pra bater um papo. Ao notar isso, depois perguntei pra minha esposa qual era a dele com o Dario, obviamente ciúmes não é minha praia, mas umas perguntas nunca são demais. Vêm de mais. Minha esposa me disse que eram só plásticas pequenas e que ela achava agradáveis. A propósito, tinha esquecido de comentar que, como geralmente treinamos separados, não tínhamos contado pra ninguém sobre nosso relacionamento. Pra muitos, éramos só amigos que iam juntos, ou talvez namorados. Eu gostava de manter assim, porque assim não espantava os olheiros, e eu adorava ver como olhavam pra minha esposa.

O início da cornitude:
Um dia, por causa do trabalho, não pude ir junto com a Carla, e combinamos que eu a alcançaria depois. Qual não foi minha surpresa ao chegar e vê-la conversando e rindo muito com o Darío. Sinceramente, aquela cena me deu ciúmes. Me aproximei pra cumprimentá-la e, pra deixar as coisas mais intensas, ela só me deu um beijo no rosto e disse: "depois te alcanço". Fervia de raiva, e ao mesmo tempo sentia o pau endurecer de ver minha mulher realmente flertando com o Darío. Reparei que o Darío também tava com o volume marcado, mas não ia fazer escândalo, então só me afastei e respondi que sem problemas, que a gente se via depois.

Depois que ela se despediu do Darío (depois de um bom tempo, a gente só se encontrou mesmo pra ir embora), perguntei o que tinha significado aquilo que eu tinha visto. Mais uma vez, ela disse que o Darío era agradável, mas dessa vez fui direto ao ponto e perguntei se ela já sabia que o Darío queria comer ela. Ela caiu na gargalhada e respondeu: "cê acha? Dá pra perceber?" Respondi que era óbvio, e ela disse que sim, que na hora que eu vi, ele já tava enchendo o saco dela, confessando a vontade que tava sentindo. Pedi os detalhes e ela contou tudo: que ele tava de olho nela desde o começo, que sonhava em ter ela de pernas abertas, de quatro, montada em cima dele, e que só de contar isso já o excitava mais.

Ouvir ela me contar isso me excitou pra caralho. Perguntei se ela queria comer ele, e ela disse que sim, só se eu não tivesse problema. A resposta dela me acendeu ainda mais. Não respondi na hora. Momento, chegamos em casa e fodemos com muita vontade. Durante o ato, perguntei se ela já tinha imaginado foder com o Darío, e ela respondeu que imaginava ele pelado, vendo o torso dele e tudo que a roupa escondia. Meti com mais gosto, sentia que nunca ia gozar, e ela comentou: "Sabia que você ia gostar de saber disso". Chegou a hora de gozar e dei uma bela porrada de porra no rosto dela. Falei que ela podia foder com ele, mas que eu teria que saber de tudo. Ela só acrescentou pra eu lembrar que ela não gosta de foder de camisinha e que queria fazer assim, no pelo, já que queria aproveitar por completo aquela pica. Falei, na putaria, que tudo bem, que sabia como ela gostava, e que o único cuidado era não rolar nos dias férteis dela pra não correr risco. Ela concordou que seria assim.

Os chifres se consagram:
As coisas não demoraram. Nos dias seguintes, o tesão entre os dois continuava, já era algo nítido. E aí chegou o dia em que minha esposa me falou que finalmente ia rolar. Respondi que queria que ela fosse comida na nossa cama. Combinamos que eu ficaria em casa pra poder ouvir tudo, e foi assim que fizemos. Cheguei em casa antes e fui direto esperar no banheiro do nosso quarto. Ela deveria ir direto pra cama pra eu não ser descoberto. Enquanto esperava, me questionava o que tava fazendo: de fazer um ménage, agora minha esposa ia foder um quase desconhecido, e dessa vez eu não participaria. A ideia me perturbava e me excitava.

Ouvi a porta. Só podiam ser eles. Demoraram pra entrar no quarto, mas já dava pra ouvir os beijos pelo caminho, os gemidos, e o Darío dizendo que prometia que ia arrebentar ela. Entraram no quarto e minha esposa falou pra ele esperar um momento, que precisava ir rápido ao banheiro. Entrou pra me ver, lavou o rosto, me deu um beijo e disse: "Aproveita o espetáculo."

Assim que ela saiu do banheiro, ouvi ela se jogando em cima do Darío na cama, os beijos, como eles reclamavam enquanto tiravam a roupa, e de repente, aquele som... inconfundível de uma matilha, aí ouvi o Darío dizer que também queria provar, e logo escutei aquele barulho clássico de língua quando você chupa uma buceta bem molhada, eles estavam fazendo 69, eu mal conseguia ver alguma coisa pelo espelho do banheiro que refletia, de leve, o reflexo deles na tela de uma televisão grande que temos no quarto. Mal dava pra ver a sombra dos corpos, mas os sons já faziam eu montar o filme completo na cabeça. A Carla montou nele, e ouvir aquelas sentadas no pau do Darío fazia minha cabeça explodir, depois escutei ela dizer que queria fazer de ladinho, e ouvia o Darío elogiando como era gostoso sentir a bunda dela enquanto pegava nos peitos e metia, ao mesmo tempo que com os dedos explorava a buceta dela. Eu sabia muito bem que é uma das posições favoritas da minha esposa, e imaginar ela aproveitando fazia eu bater uma cada vez mais forte. Depois o Darío colocou ela de bruços, e dizia que aquela bunda ia ser dele. Eles gemiam pra caralho, e nos gemidos dava pra sentir o prazer. Continuaram por um bom tempo, até que finalmente se ouviram dois gemidos longos e profundos. Tinham terminado.
Ficaram em silêncio por um tempo, conversando sobre como tinha sido bom, e aí a Carla disse que lamentava ser grossa, mas que precisava ir embora na hora porque o marido ia chegar (e eu ali sentado ouvindo tudo). Daí ela acompanhou o Darío até a porta, e depois voltou pra onde eu estava, pra perguntar se tava tudo bem.
Entramos em detalhes e depois disso finalmente foi minha vez de matar a vontade, fodendo minha mulher, cheia de porra de outro.
Ela me contou que o Darío não sabia nada do nosso acordo, e que não pretendia esclarecer que tudo tinha sido consensual. Com certeza achei que era o melhor.
Depois disso, pelo visto o Darío ficou meio romântico, mas minha esposa cortou a situação antes que passasse disso, e disse que preferia que a gente não fosse mais naquela academia, e foi o que fizemos. Ela me deu Gostei que no final minha esposa não misturou as coisas e que foi só prazer.
Agradeço a todos por terem chegado até o fim, valeu mesmo por terem lido meu relato e experiência de como meus chifres foram bem colocados. Até a próxima!

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