Assim continuou a história com os caras que conhecemos na saída do casamento. Foi muito intenso tudo o que rolou naquela noite. E a Pato teve a chance de conhecê-los melhor, no começo devo admitir que o que aconteceu me incomodou um pouco, mas fazer o quê, a putaria do momento é que acaba mandando. Conto pra vocês que continuamos casados, embora mais tranquilos, somos muito felizes e ainda fazemos algumas coisas. Estamos tentando voltar às antigas, mas a Pato não quer me ver "submisso", então estamos nessa.
Passo a relatar o que aconteceu.
Olá amigos, como vocês estão? Estamos de volta com outra das nossas histórias.
Dessa vez vamos falar, se já leram nossos relatos anteriores, de quando nos juntamos com os caras da saída do casamento.
A Pato vocês já conhecem dos relatos anteriores e das fotos que postamos, então não vou perder tempo explicando tudo isso.
Era terça-feira, de manhã, eu estava no escritório, fim de fevereiro, calor pra caralho, sempre faz muito calor em San Juan, nossa província, quando recebo uma mensagem de WhatsApp de um número que não tinha salvo. Fala, galera, como vocês tão? Beleza, quem é você? — respondi intrigado, embora já soubesse mais ou menos qual era o assunto, já que ela escreveu "garotos" se referindo aos dois… Sou o Juanma, lembram de mim? Do casamento? – ele responde. Olá Juanma, como esquecer, desculpa não ter te adicionado antes…
A conversa continuou um pouco mais, vou encurtar pra não encher o saco de vocês. A gente tava falando sobre como foi gostoso o que a gente passou, e ele nos convidou pra ir na casa dele uma noitinha tomar umas cervejas ou uns vinhos, que queria nos conhecer melhor.
Na hora mandei mensagem pra Pato, ela topou, mas falou pra gente ir e deixar claro que era sem compromisso. Aí Juanma respondeu que não tinha problema, que era só pra se conhecerem melhor e ver qual era.
Olha… somos homens, e sabemos que nunca se convida um casal mente aberta pra comer um churrasco sem segundas intenções… Mas fazer o quê, eu já sabia…
Chegou sexta-feira, umas 7 da noite a gente se arrumou pra ir, deixou as crianças com os avós, e trocamos de roupa. Pato vestiu um vestidinho branco curto, meio transparente, e uma tanga animal print… parece que já tinha mudado de ideia… hehe, preparou uma bolsinha com o biquíni e umas coisas, pegamos um bom vinho sanjuanino que a gente guardava pra ocasiões especiais e partimos pra casa do Juan Manuel. Ficava num condomínio fechado em Santa Lucia, bairro bem bonito e casas muito lindas, sem serem exageradas.
Tocamos a campainha e Juanma nos recebeu, de sunga, mandou a gente entrar e ficar à vontade no jardim.
Sentamos e ele apareceu com uma Stella (cerveja) e mais dois amigos que estavam naquela noite.
A gente estranhou ele não ter avisado que os amigos iam estar lá, eu imaginava um ménage tranquilo pra aquela noite.
Começamos a beber e rir um pouco, eles elogiavam a atitude da Pato na noite do casamento, e que tinham adorado como ela chupava o pau, a conversa já tava totalmente no clima sexual. Eu tava meio sem graça porque ele não tinha avisado, além de que o cara do pau grande não estava lá, já que ia rolar alguma coisa… esperava que fosse do melhor!!
Num momento, Pato perguntou pro Juanma se podiam usar a piscina, ele disse respondi que não tinha problema nenhum, óbvio… ele pediu licença pra passar e se trocar, ele indicou onde era o banheiro, ela entrou, eu fiquei com os outros caras…
Passou um tempinho, uns 15 minutos, e eu estranhei a Pato não voltar, então fui procurar ela, coisa que os outros caras falavam pra eu não ir, pra ficar de boa, que tava tudo certo, mas não dei bola e saí atrás da Pato, não consigo explicar a sensação que tive quando ouvi risadas e vozes vindo de dentro da casa… fui me aproximando de um dos quartos, a porta tava entreaberta e fiquei olhando sem fazer barulho, lá estava a Pato, quase nua, só de fio dental, se beijando com o Juanma,
de repente vejo, sim, outro corpo se aproximando, era o cara de quem ela tava falando, ele só tava de cueca e dava pra ver que já tava no pico, escuto alguém falar algo no ouvido dela, ela balançava a cabeça dizendo não, mas tava rindo. Ela se ajoelha e puxa a cueca do Juanma pra baixo, começa a passar a mão na pica dura dele, e dá beijinhos na cabeça dela, ele bufava e segurava ela pela nuca, aos poucos começou a chupar a rola dele, que delícia de sensação, ver como o Pato mama uma pica me deixa louca!!!

Nisso, Agustín, o outro cara, ajeita ela levantando a bunda dela, tira a cueca e fica pelado com a pica enorme no ar.
Ele começa a chupar a buceta e o cu dela,


E o Pato não parava de chupar a pica do Juan. Depois fiquei sabendo que antes já tinha chupado a do Agustín (pena que não pude ver). Ele colocou a camisinha, levantou ainda mais a bundinha dela, e começou a meter bem devagar.

Pato respirava muito forte, sem parar de chupar o Juanma. Assim que enfiou tudo na boca, começou com movimentos bruscos, ela começou a gemer mais. Falavam coisas como "que putinha gostosa você é", "não acredito que seu marido não liga pra gente te comer", "ele deve estar achando que você ainda tá se trocando" e outras coisas mais, mas principalmente falavam de mim, e de como ela era uma vagabunda.
Nenhum dos dois conseguiu aguentar muito, transaram uns 5 minutos, e os dois se levantaram, a Pato ficou de joelhos, com as duas picas perto do rosto, eles se masturbaram e jorraram porra nos peitos e na boca dela.



Foi muito bom ver como ela se comportou feito uma verdadeira putinha.
Saí correndo pro jardim e voltei a sentar em 2 minutos. Apareceu o Agustín com o Juanma, o Agustín me cumprimentou, e depois a Pato chegou com cara de satisfeita, mas eu sabia que ela tava insatisfeita. Sentou do meu lado e falou no meu ouvido:
- Love, preciso te contar uma coisa, espero que não fique bravo. – disse ela.
- A gente conversa depois, – falei – sei tudo que rolou no quarto.
- Ah é? E você gostou? Eu fiquei com vontade, mó truque, como se não importasse.
- Vamos terminar a noite em paz, depois a gente conversa direito, – pedi de novo.
- Humm, não sei se a gente consegue, parece que os caras têm outras intenções, e eu também, love. – encerrou a conversa, porque os caras começaram a falar que a gente não podia conversar em segredo. Ela tá no fogo.
E isso é de se temer, a Pato tinha ficado com mais vontade de pica, coisa que mais tarde ela saciou, mas isso é pra outra história, porque a tarde virou noite, e a gente ficou até as 4 da manhã. Cês sabem o que a gente ficou fazendo, né?
Bom, amigos, espero que tenham gostado, e vou tentar escrever a continuação dessa noite logo.
Abraços pra todos!!!
Tô deixando outra foto da Pato.
Passo a relatar o que aconteceu.
Olá amigos, como vocês estão? Estamos de volta com outra das nossas histórias.
Dessa vez vamos falar, se já leram nossos relatos anteriores, de quando nos juntamos com os caras da saída do casamento.
A Pato vocês já conhecem dos relatos anteriores e das fotos que postamos, então não vou perder tempo explicando tudo isso.
Era terça-feira, de manhã, eu estava no escritório, fim de fevereiro, calor pra caralho, sempre faz muito calor em San Juan, nossa província, quando recebo uma mensagem de WhatsApp de um número que não tinha salvo. Fala, galera, como vocês tão? Beleza, quem é você? — respondi intrigado, embora já soubesse mais ou menos qual era o assunto, já que ela escreveu "garotos" se referindo aos dois… Sou o Juanma, lembram de mim? Do casamento? – ele responde. Olá Juanma, como esquecer, desculpa não ter te adicionado antes…
A conversa continuou um pouco mais, vou encurtar pra não encher o saco de vocês. A gente tava falando sobre como foi gostoso o que a gente passou, e ele nos convidou pra ir na casa dele uma noitinha tomar umas cervejas ou uns vinhos, que queria nos conhecer melhor.
Na hora mandei mensagem pra Pato, ela topou, mas falou pra gente ir e deixar claro que era sem compromisso. Aí Juanma respondeu que não tinha problema, que era só pra se conhecerem melhor e ver qual era.
Olha… somos homens, e sabemos que nunca se convida um casal mente aberta pra comer um churrasco sem segundas intenções… Mas fazer o quê, eu já sabia…
Chegou sexta-feira, umas 7 da noite a gente se arrumou pra ir, deixou as crianças com os avós, e trocamos de roupa. Pato vestiu um vestidinho branco curto, meio transparente, e uma tanga animal print… parece que já tinha mudado de ideia… hehe, preparou uma bolsinha com o biquíni e umas coisas, pegamos um bom vinho sanjuanino que a gente guardava pra ocasiões especiais e partimos pra casa do Juan Manuel. Ficava num condomínio fechado em Santa Lucia, bairro bem bonito e casas muito lindas, sem serem exageradas.
Tocamos a campainha e Juanma nos recebeu, de sunga, mandou a gente entrar e ficar à vontade no jardim.
Sentamos e ele apareceu com uma Stella (cerveja) e mais dois amigos que estavam naquela noite.
A gente estranhou ele não ter avisado que os amigos iam estar lá, eu imaginava um ménage tranquilo pra aquela noite.
Começamos a beber e rir um pouco, eles elogiavam a atitude da Pato na noite do casamento, e que tinham adorado como ela chupava o pau, a conversa já tava totalmente no clima sexual. Eu tava meio sem graça porque ele não tinha avisado, além de que o cara do pau grande não estava lá, já que ia rolar alguma coisa… esperava que fosse do melhor!!
Num momento, Pato perguntou pro Juanma se podiam usar a piscina, ele disse respondi que não tinha problema nenhum, óbvio… ele pediu licença pra passar e se trocar, ele indicou onde era o banheiro, ela entrou, eu fiquei com os outros caras…
Passou um tempinho, uns 15 minutos, e eu estranhei a Pato não voltar, então fui procurar ela, coisa que os outros caras falavam pra eu não ir, pra ficar de boa, que tava tudo certo, mas não dei bola e saí atrás da Pato, não consigo explicar a sensação que tive quando ouvi risadas e vozes vindo de dentro da casa… fui me aproximando de um dos quartos, a porta tava entreaberta e fiquei olhando sem fazer barulho, lá estava a Pato, quase nua, só de fio dental, se beijando com o Juanma,

de repente vejo, sim, outro corpo se aproximando, era o cara de quem ela tava falando, ele só tava de cueca e dava pra ver que já tava no pico, escuto alguém falar algo no ouvido dela, ela balançava a cabeça dizendo não, mas tava rindo. Ela se ajoelha e puxa a cueca do Juanma pra baixo, começa a passar a mão na pica dura dele, e dá beijinhos na cabeça dela, ele bufava e segurava ela pela nuca, aos poucos começou a chupar a rola dele, que delícia de sensação, ver como o Pato mama uma pica me deixa louca!!!

Nisso, Agustín, o outro cara, ajeita ela levantando a bunda dela, tira a cueca e fica pelado com a pica enorme no ar.
Ele começa a chupar a buceta e o cu dela,


E o Pato não parava de chupar a pica do Juan. Depois fiquei sabendo que antes já tinha chupado a do Agustín (pena que não pude ver). Ele colocou a camisinha, levantou ainda mais a bundinha dela, e começou a meter bem devagar.

Pato respirava muito forte, sem parar de chupar o Juanma. Assim que enfiou tudo na boca, começou com movimentos bruscos, ela começou a gemer mais. Falavam coisas como "que putinha gostosa você é", "não acredito que seu marido não liga pra gente te comer", "ele deve estar achando que você ainda tá se trocando" e outras coisas mais, mas principalmente falavam de mim, e de como ela era uma vagabunda.
Nenhum dos dois conseguiu aguentar muito, transaram uns 5 minutos, e os dois se levantaram, a Pato ficou de joelhos, com as duas picas perto do rosto, eles se masturbaram e jorraram porra nos peitos e na boca dela.



Foi muito bom ver como ela se comportou feito uma verdadeira putinha. Saí correndo pro jardim e voltei a sentar em 2 minutos. Apareceu o Agustín com o Juanma, o Agustín me cumprimentou, e depois a Pato chegou com cara de satisfeita, mas eu sabia que ela tava insatisfeita. Sentou do meu lado e falou no meu ouvido:
- Love, preciso te contar uma coisa, espero que não fique bravo. – disse ela.
- A gente conversa depois, – falei – sei tudo que rolou no quarto.
- Ah é? E você gostou? Eu fiquei com vontade, mó truque, como se não importasse.
- Vamos terminar a noite em paz, depois a gente conversa direito, – pedi de novo.
- Humm, não sei se a gente consegue, parece que os caras têm outras intenções, e eu também, love. – encerrou a conversa, porque os caras começaram a falar que a gente não podia conversar em segredo. Ela tá no fogo.
E isso é de se temer, a Pato tinha ficado com mais vontade de pica, coisa que mais tarde ela saciou, mas isso é pra outra história, porque a tarde virou noite, e a gente ficou até as 4 da manhã. Cês sabem o que a gente ficou fazendo, né?
Bom, amigos, espero que tenham gostado, e vou tentar escrever a continuação dessa noite logo.
Abraços pra todos!!!
Tô deixando outra foto da Pato.
6 comentários - Churrasco com os caras do casamento?